Iniciativa motiva idosos a se aventurarem no universo do empreendedorismo 670

Iniciativa motiva idosos a se aventurarem no universo do empreendedorismo

Intuito é promover reinserção em atividades produtivas e no mercado de trabalho

A terceira idade pode significar o início de uma fase para descanso, mas também para novas descobertas e realização de sonhos muitas vezes deixados de lado. É com este objetivo que a tecnologia social Empreendedorismo na Melhor Idade oferece educação empreendedora aos idosos, para que venham a dar sustentabilidade ao seu conhecimento, desta forma, promovendo sua reinserção em atividades produtivas e no mercado de trabalho.

A capacitação empreendedora é um projeto inovador com metodologia dinâmica que possibilita o mergulho nas inovações no mundo dos negócios. Os participantes passam por um treinamento realizado em duas semanas, com temas interligados, em aulas interativas com teorias e práticas. Posteriormente, são disponibilizadas consultorias para assistência e desenvolvimento dos projetos, sanando dúvidas e norteando o plano de negócio. O acompanhamento é individualizado, porém, pode ser assistido por familiares e pessoas envolvidas com os alunos, por meio de parcerias ampliando novas possibilidades.

“O grande impacto é perceber que sempre é possível viver a gestão do conhecimento. Os idosos se encantam com o projeto e os resultados em suas vidas. Se sentem mais jovens, valorizados, aptos a fazerem novos planos de negócios e novos planos de vida. Com muita garra em aprender e realizar sonhos adormecidos”, explica Heliane Gomes de Azevedo, diretora institucional e idealizadora do Instituto de Pesquisa e Projetos Empreendedores (IPPE).

Ela conta que muitos relatam o resgate da autoestima, valorização pela experiência de vida e reconhecimento. E que em seus depoimentos evidenciam cases de sucesso que atestam a importância do projeto em suas trajetórias. Além de reconhecer a bagagem de vida como sendo extremamente importante, o projeto atualiza renasce possibilidades e aproxima casais que participam do curso juntos, estimula a proximidade, troca de ideias, engajamento e benefícios comum. “Os próprios familiares que também frequentam o instituto relatam mudanças positivas ocorridas no ambiente parental, que se encontram mais animados, felizes e com novos projetos de vida e trabalho”, ressalta.

Um leque de possibilidades

As áreas para empreender são as mais variadas, seja no setor de serviços ou produtos. A turma da melhor idade tem suas preferências que permeiam as categorias: economia criativa, beleza, saúde e bem-estar, moda, artesanato, móveis e decoração, construção e reformas, além de alimentos e bebidas. “Muitos alunos despertam seu lado de empreendedorismo social, e até mesmo novas habilidades antes consideradas como hobby. Temos um case de um cantor que se transformou em artista profissional. A criação ou acompanhamento do plano de negócio trabalha o individual para se tornar um projeto que se estende ao coletivo”, detalha a executiva.

Ano de realizações

Certificada no Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2019, a metodologia capacitou mais de 950 idosos. “Ter o selo da Fundação BB em nosso projeto é de suma importância. O reconhecimento e motivação que chancela os esforços em prol do coletivo. A certificação vem enobrecer nossas ações e fortalece a responsabilidade de aprimorar, construir e desenvolver inovações constantes para a sociedade gerando sustentabilidade, inclusão e um novo sentido de vida”, comemora a diretora.

No mesmo ano, a iniciativa conquistou o 1º lugar na categoria Pessoa Jurídica do Prêmio Pró-Longevidade da Rede Longevidade. E durante o segundo semestre de 2019 realizou o projeto “Eu e vocês – Vocês e Eu – Juntinhos”, ministrando minicursos, palestras e workshops.

“Os resultados superaram as expectativas, pois gerou conhecimento, integração, rede de contatos, criação de planos de negócios, remodelagem da vida, melhoria das relações interpessoais e familiares. Do projeto nasceu o intergeracional com alcance de mais 4 mil pessoas em 2019”, destaca.

Jovens até 30 anos foram os que mais abriram empresas no isolamento 465

Jovens até 30 anos foram os que mais abriram empresas no isolamento

Maior número de aberturas foi verificado nos segmentos de alojamento e alimentação

Levantamento da Serasa Experian mostra que de janeiro a agosto deste ano foram abertas 2.195.945 empresas no Brasil e, desse total, os jovens entre 19 e 30 anos foram responsáveis por 35% das novas instituições. Na comparação com o mesmo período de 2019, o crescimento foi puxado pela faixa entre 31 e 40 anos, com 33% do total de 2.216.426 novas empresas. Veja os dados na íntegra abaixo:

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Para o economista da Serasa Experian Luiz Rabi, os números mostram que os jovens estão cada vez mais dispostos a investir em um negócio próprio. “Hoje, o jovem tem mais disposição para desafios e está menos disposto a se manter em um emprego que não tenha a ver com o que ele acredita. Além disso, o mercado formal de trabalho também está difícil para os jovens, que acabam indo para o empreendedorismo”, avalia.

As maiores quedas na abertura de empresas foram verificadas em abril e maio, com recuos de 30,03% e 21,66%, respectivamente. O mês de agosto apresentou leve declínio, de 0,7%. Em todos os outros meses houve crescimento nas aberturas de empresas na comparação com 2019.

“Essa queda em abril e maio já era esperada, uma vez que estávamos no começo do isolamento social e as incertezas eram muito grandes. Passado o susto inicial, as pessoas retomaram seus planos de ter o próprio negócio. Garantir a abertura de um negócio foi a alternativa de muitos empreendedores não só para ter uma renda, mas também para aproveitar as oportunidades que surgem nas crises”, pondera.

Quando considerado o Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE), os setores de alojamento e alimentação apresentaram as maiores altas, puxado por mulheres empreendedoras. Confira abaixo a participação dos segmentos:

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O levantamento mostra, ainda, que o estado de São Paulo continua liderando as aberturas, com 28,8% do total, seguido de Minas Gerais, 11%, Paraná, 7%, Rio Grande do Sul, 5,8% e Santa Catarina, 4,9%.

C6 Bank lança ação ‘Acelerou, Ganhou’ com pontos turbinados para quem bater meta de gastos 469

C6 Bank passa a oferecer até seis cartões adicionais isentos de anuidade

Compras no cartão de crédito podem render até 1.200 pontos extras para quem tem cartão C6 e até 3,5 pontos por dólar gasto para quem tem cartão C6 Carbon

O C6 Bank acaba de lançar a campanha “Acelerou, Ganhou” para os usuários dos cartões de crédito C6 e C6 Carbon (variante Mastercard Black). Na ação, clientes do C6 Bank recebem metas de gastos e, ao atingi-las, ganham pontuação extra no Programa de Pontos Átomos, programa de fidelidade do banco no qual o usuário pode trocar pontos por passagens aéreas e mais de 40 mil produtos e serviços.

Quem tem cartão C6, a modalidade isenta de anuidade do banco, pode ganhar até 1.200 pontos. Já a pontuação do cliente que tem C6 Carbon pode subir de 2,5 pontos para até 3,5 pontos para cada dólar gasto. A bonificação está atrelada ao aumento do gasto na função crédito do cartão. As metas, que são individuais, serão enviadas por e-mail a uma base de clientes selecionada pelo banco.

A ação é válida até 31 de outubro de 2020. O cliente tem até essa data para alcançar as metas recebidas e ter seus pontos Átomos turbinados. O participante precisa possuir e ser o titular de uma conta no C6 Bank aberta, válida e funcional por, no mínimo, um mês. Apenas os clientes que receberem a notificação por e-mail diretamente do C6 Bank terão direito a participar da iniciativa, conforme o regulamento.

No Programa de Pontos Átomos, destinado aos usuários dos cartões C6 e C6 Carbon, os pontos acumulados não expiram e não é preciso esperar a fatura fechar para ter os pontos registrados. É possível trocar pontos Átomos por serviços e produtos de mais de 20 categorias, como passagens aéreas, eletroeletrônicos, artigos para casa e home office, alimentos e bebidas, brinquedos, cruzeiros e salão de beleza. O resgate é feito na loja do programa, a C6 Store, que fica dentro do app C6 Bank.

O programa oferece ainda cashback. O usuário pode trocar os pontos por saldo em reais na conta, sem limite de resgates diários ou de valor trocado.

O cartão C6 tem anuidade gratuita. Já a anuidade do C6 Carbon, de 12 vezes de R$ 85, pode ser zerada conforme os gastos mensais do cliente ou o total investido em CDBs do banco. Usuários do C6 Carbon também são isentos da mensalidade de R$ 30 do RappiPrime por 12 meses e podem usufruir de todas as vantagens do clube de benefícios da Rappi.

As condições da campanha “Acelerou, Ganhou” estão expressas em regulamento. O banco pode prorrogar o período da ação.

Superdigital permite a novos clientes sacar dinheiro sem cartão 468

Superdigital permite a novos clientes sacar dinheiro sem cartão

Funcionalidade reforça o posicionamento da fintech no segmento de folha de pagamento

A Superdigital, fintech do Grupo Santander com foco em inclusão financeira, disponibiliza para novos clientes a possibilidade de movimentar a conta, incluindo saque, antes mesmo de receberem o cartão pré-pago. Com isso, a Superdigital se destaca em folha de pagamento, para empresas que precisam contratar e pagar seus funcionários rapidamente e sem burocracia. Nos nove primeiros meses do ano, a fintech registrou crescimento de 14% neste segmento com novos clientes quando comparado a igual período do ano anterior.

Luciana Godoy, CEO da Superdigital, diz que a demanda pelos serviços da fintech tem crescido. “Hoje temos boa parte das folhas de pagamento das maiores empresas de call centers do Brasil, de construção civil, varejistas e representantes de cosméticos. Temos nos consolidado em um mercado que, geralmente, não é priorizado pelos grandes bancos, que são as folhas de pagamentos de colaboradores das classes C e D”, afirma a executiva.

O aplicativo Superdigital permite ao cliente pagar contas, realizar transferências e, mais recentemente, sacar dinheiro por meio de um token eletrônico. Esta nova funcionalidade simplifica a antecipação do pagamento aos funcionários recém-contratados pelas áreas de Recursos Humanos, que precisam da verba inicial para refeições e/ou transporte público.

Além disso, com a chegada do PIX, meio de pagamento instantâneo anunciado pelo Banco Central, os clientes farão transferência para qualquer conta de forma gratuita e ilimitada – a qualquer hora do dia, qualquer dia da semana.

“Quando olhamos os números no Brasil, identificamos um grande potencial de expansão da Superdigital. Além das empresas com alto turnover não serem prioridades dos grandes bancos, o Brasil hoje soma cerca de 45 milhões de pessoas que não têm conta em bancos, os desbancarizados”, diz. “É justamente nesse nicho que temos crescido e que, a cada dia, nos aperfeiçoamos. Hoje, quem abre uma conta conosco, mesmo com nome negativado, pode ter cartão pré-pago, começando, de fato, a sua inclusão financeira. Não rejeitamos contas, basta uma pessoa ser maior de 18 anos, ter CPF e passar pelas verificações necessárias contra fraudes”, completa.

A conta na Superdigital também possibilita aos clientes realizar compras em estabelecimentos físicos e digitais, emitir boletos de cobrança, recarregar o Bilhete Único (cartão de transporte público na cidade de São Paulo) e solicitar crédito junto à parceira de Empréstimos Sim, do Santander.

PFJ Assessoria e Corretora de Seguros premia corretores 269

PFJ Assessoria e Corretora de Seguros premia corretores

Ao todo, 16 corretores foram contemplados na campanha Churrasco Garantido

Com objetivo de manter os resultados da comercialização dos contratos e motivar toda equipe proporcionando oportunidades diferenciadas, a PFJ Assessoria e Corretora de Seguros contemplou dezesseis corretores na campanha de vendas Churrasco Garantido. A finalidade era comercializar contratos da Qualicorp e a Elo e a corretora bonificaram em dois módulos: comercializando cinco vidas, a premiação é uma peça de picanha. Já com oito vidas, a premiação além da peça de carne, tem a caixa de bebida.

Para Fabio Souza, um dos sócios da PFJ, é preciso estar sempre em comunicação com os parceiros de negócios não só divulgando os detalhes das campanhas, mas incentivando novos consultores a inserirem sua produção na corretora. “Sempre me comunico com os vendedores através de áudios e vídeos e me coloco sempre a disposição dos que já estão nas nossas equipes de vendas e considero importante, captar mais gente pra vender, porque garanto que somos a corretora que paga o maior percentual em comissionamento do Rio de Janeiro. Somos agressivos não só nas campanhas, mas também ao pagar as comissões”, explicou.

A PFJ manteve outras campanhas em andamento, dentre elas, a Coliseum Beach Resort, que vai levar os consultores com direito a um acompanhante, a um resort de luxo, com tudo pago. Para permanecer motivando, foi iniciada uma ação de bonificação voltada para os supervisores. Vendeu R$ 30 mil, ganha R$ 3.000,00; vendeu R$ 40 mil, ganha R$ 3.500,00; vendeu R$ 50 mil, ganha R$ 4.000,00; e vendeu R$ 60 mil, ganha R$ 4.500,00. E passando dessas metas, a cada R$ 10 mil em venda extra, há a premiação de mais R$ 500,00.

A “dadomania” e o progresso da sociedade 773

Coriolano é o convidado do próximo Almoço do Mercado Segurador Gaúcho

Confira artigo de Marcio Serôa de Araujo Coriolano, economista e presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg)

Se fôssemos empilhar todos os dados que vêm sendo reunidos desde o século XVII, nossos olhos não alcançariam a ponta final desse volume e sequer teríamos como mensurá-lo. Essa observação tão simples dá a dimensão exata do gigantesco salto dado pela tecnologia ao dispor informações relacionadas entre si para uso em benefício social e demandas econômicas. Estamos no tempo da colheita e utilização inteligente de tudo isso.

Mas, ao vislumbrar a imensa plataforma, percebemos que o grande desafio é saber responder corretamente às perguntas: usar em quê? Para quê? Como? As informações são fruto do tratamento dos dados – agregados ou fragmentados – para que possam aprimorar, mediante metodologias próprias, as finalidades de cada progresso desejado.

Como exemplo, tomemos a área médica e o setor de seguros. Ambos os campos se nutrem de bancos de conhecimento como matéria-prima de suas atividades. Na medicina, já contamos há décadas com as iniciativas para reunir os registros de prontuários eletrônicos que, associados a outros tantos e compartilhados de forma responsável, podem prevenir doenças e salvar vidas. Na área de seguros, acontece o mesmo já que prevenir e controlar riscos é, em muitos casos, poupar vidas também.

Embora, inversamente, iniciativas regulatórias nos seguros – como o SRO (Sistema de Registro de Operações) – podem ter o atributo de apenas multiplicar os dados, caso as informações que se pretende, e suas finalidades, deixem de ser definidas previamente.

A alavancagem impressionante da ciência, dos métodos estatísticos e da tecnologia da informação é uma feliz realidade. Desde que, claro, não prescinda da objetividade maior da sua utilidade – até porque, o Brasil é um país que não pode se dar ao luxo de despender recursos para experimentos sem propósito claro, definido e bem estruturado. Ou mesmo desperdiçar a oportunidade única de exercer criticamente o encontro das ciências com as necessidades da sociedade.

Temos experiência e gente preparada, ou seja, o principal. Vamos transformar dados em conhecimento e compartilhar com critério e segurança – na medicina, nos seguros e em várias outras áreas de produtos e serviços. De modo objetivo, racional e selecionado. Avaliações fidedignas se amparam em vastas pesquisas e, na esteira, geram segurança a quem vai decidir na ponta final, seja qual for o negócio.

Em obra seminal, o escritor argentino Jorge Luis Borges (1899/1986) imaginou uma fantástica biblioteca circular. Uma edificação contendo toda a produção literária universal, classificada em turbilhão infindável de todas as possibilidades de serem reescritas. Uma absurda utilidade sem utilidade alguma.

Caso esse circuito entre empilhamento de dados e suas utilidades não esteja bem integrado, restará a confusão improdutiva entre meios e finalidades. Ou seja, uma nova versão da biblioteca circular.

É o que parece estar acontecendo em determinados âmbitos com uma certa mania, e excessivo foco, em instrumentos digitais de inteligência artificial e captura de dados sem, entretanto, avaliação de sua importância e equilíbrio entre esforços e custos. Em vez disso, podemos usar as enciclopédias virtuais para pesquisa e tomada de decisões que façam diferença positiva na vida das pessoas, na sobrevivência das empresas e no rumo do país.