Mercado de fusões e aquisições continua em plena atividade na pandemia 659

Mercado de fusões e aquisições continua em plena atividade na pandemia

Empresários continuam recorrendo ao processo na crise, mas tanto compradores como vendedores devem tomar uma série de cuidados com a operação

Já não é mais novidade que a paralisação da economia provocada pela pandemia vem causando problemas estruturais com empresas, como queda no faturamento, demissões em massa, reestruturações e, em casos extremos, falência. E muitas delas passaram a enxergar uma saída recorrendo ao mercado de fusões e aquisições.

Um estudo da consultoria global KPMG aponta que, no primeiro semestre de 2020, o Brasil registrou 513 operações de fusões e aquisições de empresas, número que representa uma queda de apenas 5,5% no comparativo com o mesmo período de 2019. Se observarmos o cenário extremamente negativo por causa da pandemia durante boa parte do semestre, a queda não é considerada muito relevante.

Dentre essas 513 operações, 368 são consideradas operações domésticas, entre empresas de capital brasileiro. As restantes envolveram empresas de capital estrangeiro. Para o especialista em Direito Empresarial e Societário, e professor do Insper e da Faap Marcelo Godke, com todos os cuidados devidamente observados, o processo pode realmente ser uma saída viável.

“Quando 2 ou 3 empresas que atuam no mesmo setor passam por uma queda de faturamento, talvez seja o momento propício para cortarem custos e passarem por esse processo. Tecnicamente não é uma fusão, mas uma incorporação, mas pode ser muito interessante, principalmente com a possibilidade de reduzir custos e estruturas duplicadas, ajudando a salvar as empresas”, relata o professor.

Porém, os empresários devem tomar uma série de cuidados com essas operações. Quem faz o alerta é o especialista em Direito Tributário Eduardo Natal. “São várias as questões a serem observadas, entre elas a avaliação criteriosa dos ativos e da companhia, os cuidados na elaboração dos instrumentos contratuais, questões de mercado e concorrenciais, entre outras”, alerta Natal.

Franquias durante a pandemia

Duramente prejudicado com a pandemia, o setor de franquias chegou a registrar queda média de faturamento de 48,2% em abril, segundo dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF). Com a reabertura gradual da economia e o aprimoramento de canais de venda digital, o setor vem registrando, aos poucos, uma redução nas perdas, mas ainda está longe da recuperação.

“Como os shoppings sofreram um impacto grande, isso afetou de maneira muito forte o setor de franquias. Muitas fecharam, principalmente quem não tinha capital para segurar a onda. Enquanto a economia não estiver reaberta totalmente e os shoppings em pleno funcionamento, será muito difícil que o setor se recupere de forma plena”, avalia Marcelo Godke.

Para aliviar a situação dos franqueados, o professor indica que o melhor caminho é a negociação. “As empresas que administram os shoppings sabem que os lojistas tiveram uma queda enorme no faturamento e que se forem cobrar plenamente o valor dos aluguéis, eles vão fechar as portas. O ideal é que seja negociado com as partes os contratos de locação e de royalties”, explica Godke.

Já Eduardo Natal espera que o setor melhore assim que passar a fase mais crítica da pandemia e que isso pode causar um reflexo positivo na recomposição da demanda. Entretanto, o especialista não acredita que o retorno seja automático. “A renda do brasileiro caiu e o desemprego aumentou em razão da crise, e isso certamente será refletido os próximos meses”.

Marcio Coriolano: “Inovação não é disrupção, é evolução” 457

Coriolano: Os momentos virtuosos que aguardam o mercado de seguros e o combate à proteção paralela

Presidente da CNseg participou do painel “Papo Direto e Reto com as Autoridades do Mercado” durante o Sincor Digital

O Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras, Marcio Coriolano, participou da abertura do evento “Sincor Digital – Conectando o Mercado de Seguros”, na manhã do dia 23, ao lado da Secretária de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo, Patricia Ellen, que representou o Governador do Estado de São Paulo, João Doria; do Presidente da Fenacor, Armando Vergílio; do Presidente do Sincor-SP, Alexandre Camilo, e do Presidente do Sindseg-SP, Rivaldo Leite.

Para Marcio Coriolano, o evento foi paradigmático ao consagrar a possibilidade de uma interação remota com um público tão grande, fazendo jus à segurança que todos precisam em tempos de pandemia. “Uma oportunidade de comemorar a resposta da capacidade do mercado de seguros ter respondido – com tecnologia de ponta, capacidade de seus recursos humanos, e solidez de garantias -, a todas as expectativas e necessidades neste momento inédito de dores e dificuldades. Ninguém ficou desassistido”, afirmou.

Painel “Papo Direto e Reto com as Autoridades do Mercado”

Mediado por Alexandre Camillo, o painel contou com a participação do Presidente da CNseg, Marcio Coriolano; do Presidente da Fenacor, Armando Vergílio; dos deputados federal Lucas Vergílio (SD-GO) e Marco Bertaioli (PSD-SP); do presidente do Sindseg-SP, Rivaldo Leite, e do chefe de Assessoria de Estudos e Relações Institucionais da Susep, Paulo Miller.

A inovação foi o tema da pergunta feita para Coriolano por Alexandre Camillo. O Presidente da CNseg abordou os desafios e as oportunidades que vê neste momento de pandemia. Primeiramente, ele fez questão de frisar que inovação não é disrupção. “É uma evolução da criatividade, de processos e rotinas. Muitas vezes é uma ideia, que necessariamente não é tecnológica. E ficou claro que o mercado de seguros, com todos os seus atores, já estava há tempos inovando, de forma séria. Se passaram oito meses da declaração da emergência pandêmica e continuamos atendendo a todos indistintamente. É claro que temos de aumentar nosso passo”, comentou.

Coriolano também citou o projeto Sandbox, aprovado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), que permitirá avanços para o setor. “Não irá romper paradigmas tecnológicos. Veio em boa hora e é uma forma de permitir, inclusive a inclusão de mais gente no nosso mercado. Vai poder atender nichos de mercado”, ressaltou. Além do Sandbox, ele citou a regra de proporcionalidade para que as seguradoras precisem de menos exigência de capital e reservas, sem descuido da segurança delas. Essa norma pretende aumentar a oferta de produtos e o acesso dos consumidores.

A inovação foi tratada de maneira ampla, por todos, desde as que vieram sendo acumuladas e que estão permitindo a travessia, sem sobressaltos, do período da pandemia; passando pela necessária construção da reforma tributária, até os desafios da ampliação do papel do corretor de seguros em suporte ao consumidor nestes anos complexos que virão pela frente. A LGPD também foi citada como um dos principais itens de inovação adaptativa dessa nova agenda.

Em suas considerações finais, Coriolano chamou a atenção sobre todos estarem vivendo o momento mais difícil que o Brasil já tenha vivido neste século. “O sofrimento das pessoas, não só pela morte e dor mas pelo medo. E não parece que isso vai terminar tão rápido, como todos imaginam. Ao mesmo tempo cresce a aversão ao risco de qualquer pessoa. Ficou claro que o raio pode cair duas vezes na mesma pessoa. E isso vemos o clamor das pessoas pelo seguro. Não só do privado, mas também no governo. Temos uma enorme oportunidade de mostrar que estamos à altura da expectativa das pessoas. Principalmente das pessoas mais necessitadas. Para poder tornar esta oportunidade para a população em algo real, é preciso que todo o sistema de seguros esteja unido na mesma direção. Tanto empresários, profissionais, governo, com todas as diferenças do mundo, precisamos convergir em medidas necessárias para o crescimento de todos”, salientou.

Seguro de vida proporciona estabilidade financeira em qualquer tempo 474

Seguro de vida proporciona estabilidade financeira em qualquer tempo

Saiba como o seguro de vida pode apoiar na proteção do patrimônio construído e de reservas financeiras, mesmo em cenários delicados

Muitos brasileiros foram surpreendidos pela crise que a Covid-19 instaurou no País, que, além da saúde pública, atingiu a economia e, consequentemente, o bolso de cada um. No primeiro semestre, o Produto Interno Bruto (PIB) caiu 5,9%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo Sindicato das Seguradoras (Sindseg), a conjuntura da pandemia e a necessidade latente de proteção estimularam muitas dessas pessoas a procurar maneiras de se proteger economicamente e olhar para o futuro com outras perspectivas, por meio de um seguro de vida, garantindo a manutenção de sua renda e conquistas, inclusive para planejar o futuro das pessoas que amam e para que fiquem menos vulneráveis financeiramente em eventos diversos.

O seguro de vida é um mecanismo de proteção para que as pessoas fiquem menos vulneráveis financeiramente em situações que envolvem diagnósticos de doenças graves e internações hospitalares. Ele garante uma indenização em imprevistos como uma invalidez permanente ocasionada por acidente até uma ausência inesperada de um ente querido. Na atual pandemia de Covid-19, produtos como os Seguros de Vida Omint ainda preveem o pagamento de sinistro de morte, funerais e diárias por internação hospitalar que aconteçam em decorrência da Covid-19, mesmo que as coberturas de epidemia e pandemia estejam excluídas das Condições Gerais. E, para as novas vendas, a decisão se aplica aos sinistros que ocorrerem após 90 dias da data da contratação do seguro.

Soluções eficientes para muitas situações: a pandemia trouxe diversos questionamentos em relação aos cuidados com a nossa saúde e estabilidade financeira. Com o “novo normal”, a tendência é que a população busque dar mais atenção aos contratempos e urgências. Segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep), a demanda pelo seguro de vida cresceu 10,2%, de janeiro a julho, enquanto outras modalidades e demais produtos tiveram quedas. Esse crescimento pode ampliar a discussão de que uma nova percepção de valor para o planejamento financeiro está surgindo.

Ou seja: enquanto as reservas financeiras devem ser pensadas e construídas para oportunidades e realização de sonhos, o seguro de vida assume o papel de cuidar de emergências e da proteção de tudo o que já foi conquistado, além de proporcionar coberturas para qualquer momento da vida e, assim, estimular a independência financeira.

Saiba mais neste endereço.

Bradesco Saúde alerta para a importância da mamografia contra o câncer na Campanha Outubro Rosa 563

Bradesco Saúde alerta para a importância da mamografia contra o câncer na Campanha Outubro Rosa

Por conta da pandemia da Covid-19, houve redução de 41,5% na realização do exame entre as beneficiárias acima de 40 anos, até setembro de 2020

Para marcar a Campanha Outubro Rosa, mês de conscientização sobre a importância da prevenção e do combate ao câncer de mama, a Bradesco Saúde promove ações especiais para alertar as mulheres sobre cuidado com a saúde e a realização de exames periódicos. Dados da Bradesco Saúde mostram que, até setembro de 2020, apenas 24% das seguradas acima de 40 anos, indicadas para o preventivo, realizaram o exame mamográfico, uma queda de 41,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. A expectativa é que esse número aumente até o fim do ano, com as campanhas educativas promovidas pela seguradora junto aos beneficiários.

Segundo estimativa do Inca para esse ano, cerca de 66 mil novos casos da doença devem ser registrados no país. Com a pandemia do novo coronavírus e o isolamento social, muitas mulheres acabaram adiando a realização de seus exames preventivos, o que poderá aumentar o número de novos casos.

Um levantamento feito pela Bradesco Saúde revela que, nos últimos cinco anos (2015 a 2019), cerca de 62% das beneficiadas acima de 40 anos fizeram a mamografia. Entretanto, neste ano até setembro, apenas 24% das mais de 563 mil mulheres seguradas pelo plano, e indicadas para o preventivo, realizaram o exame. Desse total, quase a metade (43%) dos exames foi realizada ainda no primeiro trimestre de 2020, confirmando que houve uma redução durante a pandemia.

“Nosso programa de promoção à saúde, Juntos Pela Saúde, incentiva mulheres de 35 anos com risco elevado ou a partir dos 40 anos para realização do exame clínico das mamas e mamografia anual. Entendemos que, por conta do isolamento social provocado pela pandemia da Covid-19, houve uma redução na realização do exame preventivo. Mas devemos alertar que o cuidado deve ser contínuo e precisa ser retomado. Não se pode descuidar da saúde”, afirma Thaís Jorge, diretora da Bradesco Saúde.

Segundo o Ministério da Saúde, a pandemia foi o fator principal para a queda de 45% das mamografias realizadas nos sete primeiros meses de 2020 no Sistema Único de Saúde, na faixa etária de 50 a 69 anos. Para a Sociedade Brasileira de Mastologia, o rastreamento mamográfico tem sido o melhor método para detectar tumores precoces e reduzir a mortalidade por câncer de mama, tendo dados comprovados por diferentes estudos.

Saiba mais sobre a doença

O câncer de mama é causado pela multiplicação anormal das células da mama, que formam um tumor maligno. Mais comum entre as mulheres, a maioria dos casos da doença tem sido diagnosticados já em estágios avançados. Portanto, campanhas de prevenção contra a doença, como “Outubro Rosa”, são fundamentais para alertar a importância do diagnóstico precoce, que aliado ao tratamento, possibilita melhores resultados.

Conforme levantamento da ANS e do Ministério da Saúde, estima-se que 30% dos casos de câncer de mama podem ser evitados com a adoção de hábitos saudáveis, como a prática de atividade física regular, alimentação saudável, manutenção do peso corporal adequado e evitando o consumo de bebidas alcoólicas e cigarro. Essas informações também são difundidas pela Bradesco Saúde por meio do Programa Juntos Pela Saúde e também no portal Viva a Longevidade.

MAG Investimentos discute reequilíbrio das contas públicas para 2021 em live 474

MAG Investimentos discute reequilíbrio das contas públicas para 2021 em live

Transmissão acontece na quarta-feira (28), a partir das 10h

Na quarta-feira (28), às 10 horas, executivos da MAG Investimentos e do Tesouro Nacional se reunirão para debater o reequilíbrio das contas públicas para o próximo ano. A live, que acontecerá no canal oficial da marca no YouTube, terá a participação de Bruno Funchal, Secretário do Tesouro Nacional, Pedro Nery, doutor em Economia pela UnB e consultor do Senado, e Patrícia Pereira, estrategista da MAG Investimentos. Arnaldo Lima, diretor de Estratégias Públicas do Grupo Mongeral Aegon, será o moderador da live.

Reequilíbrio fiscal tem sido pauta frequente em muitas discussões sobre a economia brasileira, uma vez que todos estão analisando a saúde financeira do País e as perspectivas para o próximo ano, incluindo, por exemplo, os impactos da Covid-19 em 2021. “É importante termos uma visão das contas públicas do governo sobre os gastos para sabermos até mesmo o que esperar do próximo ano e onde investir”, explica Lima.

Serviço:

Data: 28 de outubro de 2020
Horário: 10 horas
Local: Canal da MAG Investimentos no YouTube

Inscrições para bolsas de estudo e pesquisa da Fundación Mapfre terminam esta semana 452

Inscrições para bolsas de estudo e pesquisa da Fundación Mapfre terminam esta semana

Apoio financeiro pode chegar a € 30 mil por projeto

Pesquisadores individuais ou em equipes têm até o dia 30 de outubro para se inscreverem para o programa global de Bolsas de Auxílios à Pesquisa Ignacio H. de Larramendi, da Fundación Mapfre.

Este ano, o auxílio será focado em projetos na área de “Promoção à Saúde”, principalmente iniciativas relacionadas à Covid-19, como: redução de infecções, autocuidado e cultura de autoproteção, relação entre estado de saúde anterior (estilo de vida) e morbimortalidade, pandemia e saúde mental, entre outros.

Podem concorrer ao programa pesquisadores individuais ou em equipes – nos âmbitos acadêmico ou profissional -, que desejam desenvolver trabalhos de forma independente ou no âmbito de universidades, hospitais, empresas ou centros de pesquisa aos quais estejam associados.

Os projetos selecionados receberão aporte de até 30 mil euros cada um. As pesquisas, inclusive as relacionadas à Covid-19, devem se enquadrar em uma das seguintes linhas temáticas: estratégias para a mudança de hábitos: prevenção da obesidade e incentivo à atividade física; educação para pacientes; avaliação de danos corporais; ou gestão em saúde: qualidade e segurança clínica.

Para se inscrever, é necessário preencher a ficha e enviar os documentos até 30 de outubro neste endereço.

Um Comitê de Avaliação designado pela Fundación Mapfre, com a assessoria de especialistas nos diferentes temas, ficará responsável pela validação dos projetos. As bolsas concedidas devem totalizar 240 mil euros.

O resultado da convocação será divulgado em dezembro de 2020 no site da Fundación MAPFRE.