Como fazer para que uma ideia se transforme em um negócio de sucesso 728

Lucas Atanazio Vetorasso é CEO do Grupo ATNZO e Imortal da Academia Brasileira de Escritores / Reprodução

Confira artigo de Lucas Atanazio Vetorasso, CEO do Grupo ATNZO e Imortal da Academia Brasileira de Escritores

Sem me preocupar em cair no clichê, a palavra de ordem para que uma boa ideia se transforme em um bom negócio é planejamento. Separei cinco pontos para ajudar o empreendedor a expandir sua ideia ou, pelo menos, analisar os riscos de investimento antes de lançá-la ao mercado.

Pesquisa

Boas ideias nem sempre são únicas. Algumas vezes já há no mercado ideias similares em outras versões. Um pouco de pesquisa competitiva protege o empreendedor de investimentos em formatos e locais errados.

Timing

Há muitos fatores responsáveis ​​pelo sucesso de um negócio, mas o maior deles parece ser o timing. Uma boa ideia que aparece antes que o mercado esteja pronto pode fracassar apesar de seu enorme potencial. Imagine uma peça de tecnologia para a qual os consumidores não estão prontos ou até mesmo uma série de TV cujo humor está à frente de seu tempo. Ambas as ideias, embora fortes e com grande potencial, são esmagadas. Da mesma forma, uma ideia que chegue tarde demais – uma vez que os consumidores já estejam satisfeitos ou entraram em outra tendência – não terá o mesmo impacto. Acertar o lançamento do seu negócio nesse “ponto ideal” é crucial para o sucesso.

Papel aceita tudo

Espero que, se você tiver uma boa ideia de negócio, também tenha um bom plano de negócios, com detalhamentos de sua empresa, de seu público, de como fará as campanhas iniciais, continuadas, etc. Só um detalhe: se prepare para o mercado. Não imagine que o mercado é um lago calmo, porque, na verdade, ele é um mar tempestuoso. Portanto, faça sempre três cenários de venda e expansão. Pessimista, Conservador e Meta de Venda. Desta maneira, os imprevistos – com certeza, haverão, serão mais facilmente controlados.

Resiliência

É a palavra da moda, mas é como eu disse no último item: o mercado é um mar tempestuoso, sendo assim, ele não permanece estático. Novas tecnologias são constantemente desenvolvidas, as tendências vêm e vão e as economias flutuam entre períodos de gastos do consumidor e períodos de frugalidade e medo. As circunstâncias em que seu negócio emerge serão certamente diferentes das circunstâncias que você enfrenta apenas meses na existência de sua empresa.

As empresas de sucesso não são aquelas que adotaram uma ideia e a mantiveram estática por anos. São aquelas que se adaptaram ao mercado.

Não ouça os Parentes Especialistas.

Todo mundo tem um tio, cunhado ou primo que está sempre jogando areia nos seus negócios. “Ah, mas se fosse fácil assim”, “Isso não vai dar em nada”. Tape seus ouvidos. Faça pesquisas, mas as faça juntamente ao seu público-alvo. E, acima de tudo, aja! Conheço pessoas que planejam um novo negócio por anos e não tiram ele do papel. Não só negócios. Pequenas ações. Muita teoria e pouca prática. Lembre-se de que uma boa ideia de negócio é tão boa quanto às pessoas por trás dela. Construa uma equipe compacta e eficiente. Equipe que aposte em sua ideia e inicie hoje.

Esses foram apenas alguns de outros itens tão importantes que devem ser levados em consideração na colocação de um novo negócio no mercado. Espero que possa ter ajudado um pouco neste caminho e que você tenha todo sucesso que almeja. Bons negócios!

Tecnologia e relacionamento impulsionam setor de seguros 792

Tecnologia e relacionamento impulsionam setor de seguros

Confira artigo de Walmando Fernandes, gerente da Porto Seguro em Campinas

A tecnologia potencializa e estreita o relacionamento entre os corretores e seus clientes. O uso de ferramentas como as redes sociais aproxima e transmite mais informação sobre proteção em diversas esferas. Além disso, ela pode captar novos segurados ou acrescentar um novo serviço aos próprios clientes.

Os números apontam para essa tendência, acelerada com a pandemia pela necessidade do distanciamento social. Pesquisa TIC Domicílios 2019, o mais importante levantamento sobre acesso a tecnologias da informação e comunicação, lançado pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), aponta que três em cada quatro brasileiros acessam a internet, o que equivale a 134 milhões de pessoas. Desse total, os smartphones e outros aparelhos móveis são as ferramentas mais comuns para se conectar (99%).

Segundo a pesquisa, os recursos mais utilizados são o envio de mensagens por WhatsApp, Skype ou Facebook Messenger (92%), redes sociais como Facebook ou Snapchat (76%), chamadas de vídeo por Skype ou WhatsApp (73%), acesso a serviços de governo eletrônico (68%), envio de e-mails (58%), compras por comércio eletrônico (39%).

A convite da Porto Seguro para a webinar “Transformação Digital, confiança e o mercado de seguros”, o consultor de Estratégia Digital e Coordenador do Mestrado Profissional em Administração na FGV, Marcelo Coutinho, destacou a importância da tecnologia na área de seguros. Segundo ele, os números são fundamentais para mostrar a importância da internet.

A maioria dos usuários – cerca de 80% – está na faixa etária entre 25 e 59 anos. Portanto, há um público consumidor enorme que utiliza a tecnologia. Quando se fala em poder aquisitivo, 4 em cada 5 pessoas da classe A já fizeram compras pela internet. Veículos de comunicação internacionais como o New York Times apontam que o Brasil lidera as estatísticas de uso de redes sociais.

Outro estudo do Reuters Institute aponta que, desde 2013, a internet é a principal fonte de informação dos brasileiros. Esse ano as redes sociais chegaram a empatar com a TV, ou seja, o brasileiro está voltado ao que dizem as redes sociais. No entanto, elas não podem ser vistas apenas como um meio de publicidade. O fundamental é que os corretores possam utilizá-las como forma de interação e, principalmente, relacionamento.

Além de postar conteúdos interessantes nas redes sociais, o mais importante é responder aos comentários, principalmente quando acompanhados de dúvidas. Além disso, ao interagir, é possível perceber o tipo de conteúdo necessário no momento. Afinal, as questões podem ser um indicativo sobre um serviço específico. Boas conversas tendem a gerar bons negócios.

Portanto, a troca de informações faz parte da construção da confiança do segurado em relação ao corretor. Nesse cenário do uso intenso da tecnologia, o corretor de seguros torna-se ainda mais um consultor.

*Nascido em São José dos Campos, Walmando Fernandes formou-se pela Universidade do Vale do Paraíba e tem MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP). Está no mercado de seguros há 21 anos. Ingressou na Porto Seguro no ano de 1998, inicialmente na área de atendimento. Atuou em diversas áreas internas até tornar-se gerente do escritório de São José dos Campos, no Vale do Paraíba, onde permaneceu por 9 anos. Assumiu a gerência da Sucursal Sorocaba em 2007 e chegou a Campinas no ano de 2010 e, desde então, lidera a operação local da seguradora, uma das maiores do País.

Corretores de seguros conectados para vencer 775

Fabio Izoton é presidente do Clube dos Corretores do Rio de Janeiro (CCS-RJ) / Divulgação

Confira artigo assinado por Fabio Izoton, presidente do CCS-RJ

Durante a programação do CCS-RJ Connection 2020, evento que promoveu o diálogo entre os grupos que atuam no mercado segurador brasileiro, muitos corretores relembraram, em situações distintas, o conhecido provérbio africano: “Se você quiser ir mais rápido, vá sozinho. Se quiser ir mais distante, vá em grupo”. Mais do que uma simples coincidência, o uso constante da citação nos mostra que a união está sendo a grande marca dos corretores em meio à crise epidemiológica e econômica relacionadas ao novo coronavírus. Foi a partir deste sentimento que conseguimos reunir, em dois dias de evento, cerca de sete mil espectadores de todas as regiões do Brasil, em nossos canais digitais.

O papel dos organizadores do CCS-RJ Connection 2020, no qual me incluo, foi apresentar as diversas oportunidades que os corretores possuem para fechar negócios e manter sua carteira de clientes no momento atual. A diversificação de produtos, investimento em treinamentos e o contato constante com outros profissionais, que passam pelos mesmos desafios, são algumas das ações que exemplificamos em cases e palestras. Priorizamos, na programação do evento, aquelas que julgamos principais e de mais fácil alcance para um número maior de pessoas.

Iniciativas lideradas por corretores, seguradoras e entidades de classe foram promovidas e aplaudidas, por auxiliarem na solução de problemas enfrentados por quem está no cotidiano da corretagem de seguros. Ações coletivas como essas possibilitaram vitórias importantes para a categoria, como o reconhecimento da profissão por parte de entes reguladores. Os profissionais de seguros demonstraram, repetidas vezes, o seu valor e importância em momentos difíceis.

A transformação digital promovida há anos no setor mostrou-se vigorosa e forte, comprovando a conexão do setor de seguros com o futuro, mesmo antes que as condições atuais obrigassem tal atitude por parte de toda a economia. Projetos idealizados para meses e anos à frente tiveram que ser antecipados, para garantir que o cliente continuasse no centro da atenção do corretor. Os corretores se engajaram nas novas práticas e conseguiram garantir a renda de suas famílias.

Para que o cenário se mostre ainda mais promissor, o corretor precisa lembrar de uma palavra: Conexão. Os avanços na corretagem de seguros são frutos de união e compartilhamento da força entre os profissionais que se conectaram. Entidades como o Clube dos Corretores do Rio de Janeiro (CCS-RJ) estão de portas abertas para novas ideias, propostas e projetos. Temos a certeza de que assim, nossa categoria torna-se mais forte. Contamos com a participação e presença de todos.

*Fabio Izoton é presidente do Clube dos Corretores do Rio de Janeiro (CCS-RJ).

Vida em Grupo: É obrigação do estipulante informar as cláusulas contratuais aos segurados? 1404

Sócia da Agrifoglio Vianna Advogados Associados, Dra Laura Agrifoglio Vianna, responde a pergunta em artigo detalhado

No caminho trilhado pelos profissionais da advocacia, existem assuntos cuja aceitação e entendimento desponta em uma das unidades federais desse vasto Brasil, ali firmando posição, o que dá suporte ao posterior acatamento, ainda que gradativo, da tese pioneira, por outros Tribunais.

Um tema que vem sendo acolhido pelos Tribunais de Santa Catarina e alguns do Paraná, e realmente, se adotado com maior abrangência, é de grande valia para o mercado securitário, é o de que nos Seguros de Vida em Grupo, o dever de informação aos segurados das cláusulas contratuais, previstas na Apólice-Mestra, é do Estipulante.

Já que os segurados aderem à Apólice por meio deste, que os representa como mandatário, praticando os atos necessários à celebração do seguro, a ele também cabe prestar todas as informações necessárias acerca do pacto. O Estipulante administra os interesses dos componentes do grupo. Há previsão específica na legislação securitária, através do Decreto-lei 73/66, em seu artigo 21 par. 2º, sobre esta posição. Na Resolução nº 107/2004 do CNSP, outrossim, está a previsão de que é obrigação do Estipulante – não do Segurador, o fornecimento das informações relativas ao contrato, bem como o de “repassar aos segurados todas as informações ou avisos inerentes à apólice”. Vale lembrar que o Estipulante tem forte poder de negociação, pois representa muitas vidas seguradas, podendo ser centenas, ou mesmo milhares, o que possibilita que tenha poder de barganha suficiente para postular a inserção no contrato dos riscos que julga conveniente cobrir, considerando, evidentemente, o impacto correspondente no custeio. Portanto, no próprio negócio entabulado é ele quem dá as diretrizes. O Código Civil, no artigo 801, p. 1º, consolida esta ínsita tarefa de representante quando assevera que “o estipulante é o único responsável, para com o segurador, pelo cumprimento de todas as obrigações contratuais”.

É de se notar que, nos Seguros de Vida em Grupo, temos, num primeiro momento, a contratação entre o Estipulante e a Seguradora, posteriormente ocorrendo a adesão dos segurados, por vezes através de uma relação de nomes e idades fornecidas pelo mandatário, por vezes através de adesão individual dos Segurados, que, dentro dos limites contratuais, vão escolher maior ou menor capital e quais das coberturas serão eleitas. De todo modo, o dever de informação, excetuado, certamente, aqueles inerentes à Seguradora, v.g, o de envio de Certificado de Seguro, são do Estipulante.

Não há mácula ao Código de Defesa do Consumidor nessa responsabilização do dever de informação pelo Estipulante, alegação de inconformidade dos muitos Segurados que litigam judicialmente, alegando desconhecimento de cláusulas para postular a complementação de indenizações, coberturas não contratadas e outros tópicos inegavelmente indevidos. O que temos é uma especificidade de contrato, no qual o justo direito de ter as informações sobre o contrato fica transferido para o mandatário, o que em absoluto lhe retira os direitos consumeristas.

Há que colocar peso e valia nas normas exaradas pelos órgãos regulamentadores do Seguro, quando definem as responsabilidades de cada interessado na contratação securitária. Nos Seguros de Vida em Grupo, cada qual tem suas atribuições específicas, sendo a do Estipulante o repasse das informações ao grupo. Entendemos que essa tese, que, como visto, já vinga nos Estados de Santa Catarina e Paraná, haveria de se disseminar por toda nação, pois reflete uma compreensão mais ampla do contrato plurilateral, que é o Contrato de Seguro Coletivo. Além de juridicamente mais adequada, e justa, a tese ainda contribui para a redução do custo do seguro, já que elimina a exigência de uma desnecessária prestação de informações em duplicidade (Estipulante e Segurador).

Ainda não podemos comemorar o Dia Nacional da Habitação 2316

Rossana Costa é diretora da GEO / Divulgação

Confira artigo de Rossana Costa, Diretora da GEO

No momento inicial da Urbanização no Brasil não havia iniciativas no sentido de criar políticas públicas para a Habitação, tampouco existiam mecanismos de crédito habitacional estruturado. Essa lacuna, aliada ao rápido crescimento das cidades no início do século XX, originou um problema que ainda não fomos capazes de resolver: o déficit habitacional.

Somente no ano de 1964, por meio da Lei 4.380, foi criado o Sistema de Financiamento Habitacional (SFH). Esse foi e permanece sendo o principal instrumento de captação de recursos para a habitação, as duas fontes de recursos são as cadernetas de poupança e o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). No ano de 1997, por meio da Lei nº 9.514, avançou-se novamente, com a criação do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI). Neste, a fonte de recursos é o mercado de capitais, podendo ser considerada inesgotável.

Apesar dos avanços, há um longo caminho a ser percorrido para que todos os brasileiros possam acessar com segurança o direito à moradia de qualidade. Na história recente, tivemos alguns casos dramáticos, como a falência de uma das maiores construtoras do século passado, a Encol. Na década de 1990, a construtora decretou falência, deixando no prejuízo milhares de pessoas que já haviam pagado por seus imóveis. Recentemente, no Rio Grande do Sul, essa história se repetiu em menor escala, quando a construtora Báril faliu e deixou de entregar mais de 500 imóveis no litoral gaúcho. Nesse contexto específico, o mercado segurador tem muito a contribuir, com o seguro Garantia de Execução ou Entrega de Obra. 

Outro caso, ainda em trâmite na Justiça Federal,  trata das indenizações do Seguro Habitacional do SFH (SH/SFH), o qual pode impactar os cofres da Caixa Econômica Federal (responsável pelas apólices) em mais de R$ 300 bilhões. Nessa situação, milhares de segurados lesados pleiteiam indenização. Este é um caso em que a apólice de seguro não entregou a proteção devida, e infelizmente não é um acontecimento isolado no contexto da habitação. Muitos dos seguros existentes têm pouca utilidade prática, apenas agregando custo sem trazer proteção de fato ao beneficiário. 

A GEO atua no mercado imobiliário há mais de 15 anos, e acompanha de perto a evolução das apólices de seguros para a habitação. Por isso, no Dia Nacional da Habitação, apesar de não podermos comemorar, temos a obrigação de dar mais um passo em direção à segurança das pessoas que estão alcançando o sonho da casa própria. Para isso, estamos lançando em nossos canais digitais a campanha “Descubra o Seguro Habitacional”, a qual contempla uma série de vídeos e materiais explicativos sobre como se pode ter uma contratação consciente dessa proteção. Entendemos que, dessa maneira, cumprimos a nossa missão de informar a sociedade sobre o papel do seguro no crescente mercado imobiliário.

*Rossana Costa é Diretora da GEO desde o ano de fundação da empresa, em 2001. A executiva tem mais de 40 anos de experiência nos segmentos de seguros orientados para Construção Civil e mercados Imobiliário e de Crédito. Atuou por 15 anos como consultora para entidades e importantes empresas nestas áreas.

Assistência 24 horas e o novo normal 1206

Assistência 24 horas e o novo normal

Saiba quais foram as medidas adotadas pela Allianz Partners e qual é a avaliação dos clientes em tempos de pandemia

Considerada atividade essencial, a assistência 24 horas se mantém ativa em momentos delicados, como o que estamos vivendo. Mesmo em cidades com bloqueios de acesso e lockdown a Allianz Partners, oferece atendimentos automotivo e residencial com todo o cuidado aos prestadores e clientes.

Adriano Reginaldo, diretor de Operações da Allianz Partners, conta que, no momento em que a sociedade foi assolada pelo Coronavírus, a empresa se cercou de todas as medidas de proteção para possibilitar a continuidade dos atendimentos, já que entramos em isolamento social, mas as pessoas continuam na ativa. “Em ocorrências envolvendo carros, o segurado poderá ser transportado dentro do próprio veículo ou em um táxi, com, no máximo, três passageiros. Restringimos o acesso à cabine do guincho para evitar a contaminação pelo vírus. Além disso, ao prestador de serviços foi recomendado utilizar álcool gel, estar com máscara de proteção e luvas, evitar cumprimentar os clientes e manter a distância mínima indicada. O mesmo acontece nas residências. A orientação é a de estar paramentado, evitar o contato com o cliente e sempre higienizar as mãos”, explica.

As iniciativas proporcionam segurança, confiança e maior satisfação dos segurados. Segundo Reginaldo, a tradição e qualidade no atendimento da marca contam, mas, neste período de isolamento, os clientes querem se sentir protegidos e elogiam, constantemente, o comportamento dos prestadores. “Nosso NPS apresentou ganhos relevantes, pela percepção positiva de comportamentos condizentes com os preconizados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e, também, pela agilidade no atendimento dos chamados”, completa.

E, mesmo em cidades com bloqueio ou lockdown, os clientes entenderam as condições disponíveis para o socorro. Reginaldo enfatiza que, a dinâmica de remoção precisou de ajustes, uma vez que algumas oficinas ou concessionárias poderiam estar fechadas. Em casos em que o carro apresentasse pane elétrica ou sinistro, o automóvel poderia ser direcionado para o endereço indicado pelo cliente ou para o pátio mais próximo.

Outra importante adequação foi em relação ao uso do check-list físico. O seu uso foi interrompido para evitar aproximação e qualquer tipo de contaminação entre prestadores e segurados. Neste período, o prestador envia as fotos para comprovar a realização do serviço e a equipe operacional pode fazer a averiguação e acompanhamento.

“Contamos com 12 mil prestadores em todo o país e vivemos um propósito que vai além do senso de proteção. A todo momento estabelecemos relações de confiança e conexões, não pensando apenas no presente, mas no futuro. Estamos sempre atentos no desenvolvimento de soluções e temos em nosso DNA a capacidade de estar sempre em movimento para que todos possam atingir seus objetivos, independente das restrições”, finaliza o diretor.