Interesse de empresas por compliance quase triplica no primeiro semestre 499

Interesse de empresas por compliance quase triplica no primeiro semestre

Maior conscientização dos empreendedores fez as buscas por informações sobre melhores práticas subir 275% entre janeiro e julho

Preocupados cada vez mais em atuar em conformidade com a legislação e com as melhores práticas de seus respectivos setores, os empreendedores de pequenas e micro empresas aplicaram em 2020 um ritmo de busca por informações numa intensidade inédita para o segmento.

A constatação é do hub de serviços e conteúdo CompliancePME. A iniciativa, que se dedica à disseminação e aplicação prática da ética e integridade nas pequenas e médias empresas brasileiras, detectou um crescimento de 275 % nos acessos ao seu site durante o primeiro semestre. Em janeiro, a média de procura pelas informações e serviços disponíveis era de 800 empresários por mês. Já em julho, este volume saltou para 2200 visitas.

Para atender a esta maior demanda e aprofundar os serviços prestados aos empreendedores a CompliancePME acaba de anunciar uma parceria com a legaltech Kronoos, startup que oferece uma plataforma de compliance capaz de garantir a segurança necessária em qualquer tipo de aplicação. Por meio de pesquisas a partir do CPF ou CNPJ, por exemplo, a solução busca informações em mais de 1.300 fontes para conferir a idoneidade das pessoas e empresas. O acordo estabelece descontos de 20% para os parceiros da CompliancePME na aquisição das soluções oferecidas pela Kronoos.

Para a head de sucesso do cliente da CompliancePME, Nathália Göpfert, a maior intensidade da busca por informações sobre compliance, integridade e ética já havia sido detectada desde o ano passado como a necessidade crescente de contratar melhor e sem risco e foi reforçada neste ano com a pandemia, o home office e também pelas discussões em torno da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Segundo ela, o fato desta nova lei ter prosperado e entrado em vigor acabou contribuindo para aumentar a relevância e a prioridade do tema junto aos empresários. “Apesar do desejo de estar em conformidade com as normas e trabalhar de acordo com todos os conceitos de ética e transparência, os empreendedores de PMEs não dispõem de recursos suficientes em termos de ferramentas tecnológicas e capital humano para isso. Desta forma, parcerias como essa entre CompliancePME e Kronoos podem oferecer soluções que atendam às necessidades com uma relação custo/benefício adequada”, diz.

O CEO da Kronoos, Alexandre Pegoraro, explica que a ideia é colocar o know how da companhia de forma acessível para orientar as PMEs em suas jornadas. O executivo comenta que não só por causa da LGPD, mas pela própria imposição do ambiente de negócios, a busca por compliance será uma exigência cada vez maior e os empreendedores precisarão se adaptar a ela.

“Temos registrado um crescimento constante da procura por nossos serviços desde o ano passado, mas nos últimos meses a demanda se intensificou e podemos afirmar que houve um aumento de 300% nas nossas pesquisas nos últimos três meses. As empresas estão com muita pressa de resolver suas situações para iniciar um novo tempo e não estão dispostas a esperar pelos processos manuais”, afirma Pegoraro.

A Kronoos foi finalista do Prêmio Idei@ABBC, promovido pela Associação Brasileira de Bancos (ABBC) no ano passado. A empresa tem como clientes alguns dos principais escritórios de advocacia do país além de empresas líderes em vários setores.

De acordo com o Gartner, até 2023, os gastos organizacionais com tecnologias de gerenciamento de riscos para apoiar a devida diligência e monitoramento aumentarão em 50%.

PFJ Assessoria e Corretora de Seguros premia corretores 262

PFJ Assessoria e Corretora de Seguros premia corretores

Ao todo, 16 corretores foram contemplados na campanha Churrasco Garantido

Com objetivo de manter os resultados da comercialização dos contratos e motivar toda equipe proporcionando oportunidades diferenciadas, a PFJ Assessoria e Corretora de Seguros contemplou dezesseis corretores na campanha de vendas Churrasco Garantido. A finalidade era comercializar contratos da Qualicorp e a Elo e a corretora bonificaram em dois módulos: comercializando cinco vidas, a premiação é uma peça de picanha. Já com oito vidas, a premiação além da peça de carne, tem a caixa de bebida.

Para Fabio Souza, um dos sócios da PFJ, é preciso estar sempre em comunicação com os parceiros de negócios não só divulgando os detalhes das campanhas, mas incentivando novos consultores a inserirem sua produção na corretora. “Sempre me comunico com os vendedores através de áudios e vídeos e me coloco sempre a disposição dos que já estão nas nossas equipes de vendas e considero importante, captar mais gente pra vender, porque garanto que somos a corretora que paga o maior percentual em comissionamento do Rio de Janeiro. Somos agressivos não só nas campanhas, mas também ao pagar as comissões”, explicou.

A PFJ manteve outras campanhas em andamento, dentre elas, a Coliseum Beach Resort, que vai levar os consultores com direito a um acompanhante, a um resort de luxo, com tudo pago. Para permanecer motivando, foi iniciada uma ação de bonificação voltada para os supervisores. Vendeu R$ 30 mil, ganha R$ 3.000,00; vendeu R$ 40 mil, ganha R$ 3.500,00; vendeu R$ 50 mil, ganha R$ 4.000,00; e vendeu R$ 60 mil, ganha R$ 4.500,00. E passando dessas metas, a cada R$ 10 mil em venda extra, há a premiação de mais R$ 500,00.

A “dadomania” e o progresso da sociedade 769

Coriolano é o convidado do próximo Almoço do Mercado Segurador Gaúcho

Confira artigo de Marcio Serôa de Araujo Coriolano, economista e presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg)

Se fôssemos empilhar todos os dados que vêm sendo reunidos desde o século XVII, nossos olhos não alcançariam a ponta final desse volume e sequer teríamos como mensurá-lo. Essa observação tão simples dá a dimensão exata do gigantesco salto dado pela tecnologia ao dispor informações relacionadas entre si para uso em benefício social e demandas econômicas. Estamos no tempo da colheita e utilização inteligente de tudo isso.

Mas, ao vislumbrar a imensa plataforma, percebemos que o grande desafio é saber responder corretamente às perguntas: usar em quê? Para quê? Como? As informações são fruto do tratamento dos dados – agregados ou fragmentados – para que possam aprimorar, mediante metodologias próprias, as finalidades de cada progresso desejado.

Como exemplo, tomemos a área médica e o setor de seguros. Ambos os campos se nutrem de bancos de conhecimento como matéria-prima de suas atividades. Na medicina, já contamos há décadas com as iniciativas para reunir os registros de prontuários eletrônicos que, associados a outros tantos e compartilhados de forma responsável, podem prevenir doenças e salvar vidas. Na área de seguros, acontece o mesmo já que prevenir e controlar riscos é, em muitos casos, poupar vidas também.

Embora, inversamente, iniciativas regulatórias nos seguros – como o SRO (Sistema de Registro de Operações) – podem ter o atributo de apenas multiplicar os dados, caso as informações que se pretende, e suas finalidades, deixem de ser definidas previamente.

A alavancagem impressionante da ciência, dos métodos estatísticos e da tecnologia da informação é uma feliz realidade. Desde que, claro, não prescinda da objetividade maior da sua utilidade – até porque, o Brasil é um país que não pode se dar ao luxo de despender recursos para experimentos sem propósito claro, definido e bem estruturado. Ou mesmo desperdiçar a oportunidade única de exercer criticamente o encontro das ciências com as necessidades da sociedade.

Temos experiência e gente preparada, ou seja, o principal. Vamos transformar dados em conhecimento e compartilhar com critério e segurança – na medicina, nos seguros e em várias outras áreas de produtos e serviços. De modo objetivo, racional e selecionado. Avaliações fidedignas se amparam em vastas pesquisas e, na esteira, geram segurança a quem vai decidir na ponta final, seja qual for o negócio.

Em obra seminal, o escritor argentino Jorge Luis Borges (1899/1986) imaginou uma fantástica biblioteca circular. Uma edificação contendo toda a produção literária universal, classificada em turbilhão infindável de todas as possibilidades de serem reescritas. Uma absurda utilidade sem utilidade alguma.

Caso esse circuito entre empilhamento de dados e suas utilidades não esteja bem integrado, restará a confusão improdutiva entre meios e finalidades. Ou seja, uma nova versão da biblioteca circular.

É o que parece estar acontecendo em determinados âmbitos com uma certa mania, e excessivo foco, em instrumentos digitais de inteligência artificial e captura de dados sem, entretanto, avaliação de sua importância e equilíbrio entre esforços e custos. Em vez disso, podemos usar as enciclopédias virtuais para pesquisa e tomada de decisões que façam diferença positiva na vida das pessoas, na sobrevivência das empresas e no rumo do país.

Odontologia deve fazer parte da integração dos cuidados em saúde 476

Odontologia deve fazer parte da integração dos cuidados em saúde

Visão sistêmica deve contar com participação de empresas, indivíduos e profissionais de saúde, aponta Webinar IESS

A saúde bucal é muito importante para diversas funções do organismo, seja para o bem-estar, autoconfiança e na prevenção e identificação de doenças. Por isso, o Instituto de Estudo de Saúde Suplementar (IESS) reuniu especialistas com diferentes experiências no webinar “Como a odontologia atua para a gestão de saúde”, em transmissão ao vivo no YouTube e nas redes sociais da entidade.

Para os participantes do encontro, é fundamental que todos os programas de promoção de saúde envolvam práticas integrativas de Medicina e Odontologia, permitindo um tratamento mais adequado para a população ao mesmo tempo em que se correlaciona lesões bucais com sinais e sintomas sistêmicos, o ambiente de trabalho e outras condições. “Exatamente por isso, é essencial que o tema faça parte das estratégias em saúde dos indivíduos, profissionais, empresas, operadoras de planos e demais agentes do setor”, apontou José Cechin, superintendente executivo do IESS, em sua fala inicial.

Com mediação de Cechin, o debate contou com a participação do Dr. Oscar Fernando Muñoz Chavez, chefe do Departamento de Odontologia Social da Faculdade de Odontologia de Araraquara – Unesp, da Dra. Maristela Kühl de Camargo Azevedo, dentista e Coordenadora de Produto – Odonto da AON Brasil, e do Dr. Marcos José Silva Costa, cirurgião dentista e Superintendente de Operações da OdontoPrev.

Para a Dra. Maristela, durante muito tempo a Odontologia foi vista apenas em seu aspecto curativo por parte das pessoas, o que tem mudado ao longo das últimas décadas. “Fizemos um levantamento que mostra que o benefício odontológico já é o terceiro mais ofertado pelas empresas, depois de assistência médica e seguro de vida. Isso colabora para atração e retenção de talentos e diminui o absenteísmo. Temos pesquisas que comprovam a redução de afastamentos no trabalho ou nos estudos em decorrência de problemas bucais, o que impacta diretamente na produtividade”, comenta. “Precisamos ter em mente as práticas de atenção primária como na Medicina, porque, muitas vezes, o dentista é o primeiro profissional a identificar problemas de saúde como falta de nutrientes, anemia, diabetes e outros”, completa.

“E é exatamente por isso que, hoje em dia, os grandes centros de saúde possuem dentistas em seu quadro. Porque é sabido que mais de 40% dos problemas coronarianos são provenientes de doenças bucais. O profissional é essencial também nas Unidades de Terapia Intensiva para reduzir chances de novas infecções e aumento do tempo de internação, por exemplo”, aponta Muñoz.

Trazendo a visão das operadoras de planos exclusivamente odontológicos, o Dr. Marcos José Silva Costa reforça a responsabilidade das companhias com a qualidade do serviço prestado. “Temos a obrigação de manter nosso profissional credenciado atualizado e capacitado tanto na questão técnica, de gestão e de visão sistêmica, focando sempre na saúde e bem-estar do paciente”, comenta. “Precisamos mobilizar as empresas contratantes de planos para essa atenção, seja por meio de campanhas internas, programas de promoção da saúde, vídeos, palestras e outras ações que proporcionem uma mudança de mentalidade. Não queremos assustar ninguém, mas mostrar a necessidade de olhar para a saúde bucal como totalmente interligada com a saúde geral”, conclui.

O setor de planos exclusivamente odontológicos registrou crescimento de mais de 1 milhão de beneficiários no período de 12 meses encerrado em agosto deste ano. De acordo com a Nota de Acompanhamento de Beneficiários (NAB), do IESS, o segmento cresceu 4,1% na variação anual e conta com 25,8 milhões de pessoas.

A íntegra do webinar pode ser vista no Portal IESS e no YouTube. A série de encontros continuará apresentando importantes questões para o desenvolvimento do setor de saúde suplementar nacional com transmissão ao vivo.

Marcio Coriolano: “Inovação não é disrupção, é evolução” 466

Coriolano: Os momentos virtuosos que aguardam o mercado de seguros e o combate à proteção paralela

Presidente da CNseg participou do painel “Papo Direto e Reto com as Autoridades do Mercado” durante o Sincor Digital

O Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras, Marcio Coriolano, participou da abertura do evento “Sincor Digital – Conectando o Mercado de Seguros”, na manhã do dia 23, ao lado da Secretária de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo, Patricia Ellen, que representou o Governador do Estado de São Paulo, João Doria; do Presidente da Fenacor, Armando Vergílio; do Presidente do Sincor-SP, Alexandre Camilo, e do Presidente do Sindseg-SP, Rivaldo Leite.

Para Marcio Coriolano, o evento foi paradigmático ao consagrar a possibilidade de uma interação remota com um público tão grande, fazendo jus à segurança que todos precisam em tempos de pandemia. “Uma oportunidade de comemorar a resposta da capacidade do mercado de seguros ter respondido – com tecnologia de ponta, capacidade de seus recursos humanos, e solidez de garantias -, a todas as expectativas e necessidades neste momento inédito de dores e dificuldades. Ninguém ficou desassistido”, afirmou.

Painel “Papo Direto e Reto com as Autoridades do Mercado”

Mediado por Alexandre Camillo, o painel contou com a participação do Presidente da CNseg, Marcio Coriolano; do Presidente da Fenacor, Armando Vergílio; dos deputados federal Lucas Vergílio (SD-GO) e Marco Bertaioli (PSD-SP); do presidente do Sindseg-SP, Rivaldo Leite, e do chefe de Assessoria de Estudos e Relações Institucionais da Susep, Paulo Miller.

A inovação foi o tema da pergunta feita para Coriolano por Alexandre Camillo. O Presidente da CNseg abordou os desafios e as oportunidades que vê neste momento de pandemia. Primeiramente, ele fez questão de frisar que inovação não é disrupção. “É uma evolução da criatividade, de processos e rotinas. Muitas vezes é uma ideia, que necessariamente não é tecnológica. E ficou claro que o mercado de seguros, com todos os seus atores, já estava há tempos inovando, de forma séria. Se passaram oito meses da declaração da emergência pandêmica e continuamos atendendo a todos indistintamente. É claro que temos de aumentar nosso passo”, comentou.

Coriolano também citou o projeto Sandbox, aprovado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), que permitirá avanços para o setor. “Não irá romper paradigmas tecnológicos. Veio em boa hora e é uma forma de permitir, inclusive a inclusão de mais gente no nosso mercado. Vai poder atender nichos de mercado”, ressaltou. Além do Sandbox, ele citou a regra de proporcionalidade para que as seguradoras precisem de menos exigência de capital e reservas, sem descuido da segurança delas. Essa norma pretende aumentar a oferta de produtos e o acesso dos consumidores.

A inovação foi tratada de maneira ampla, por todos, desde as que vieram sendo acumuladas e que estão permitindo a travessia, sem sobressaltos, do período da pandemia; passando pela necessária construção da reforma tributária, até os desafios da ampliação do papel do corretor de seguros em suporte ao consumidor nestes anos complexos que virão pela frente. A LGPD também foi citada como um dos principais itens de inovação adaptativa dessa nova agenda.

Em suas considerações finais, Coriolano chamou a atenção sobre todos estarem vivendo o momento mais difícil que o Brasil já tenha vivido neste século. “O sofrimento das pessoas, não só pela morte e dor mas pelo medo. E não parece que isso vai terminar tão rápido, como todos imaginam. Ao mesmo tempo cresce a aversão ao risco de qualquer pessoa. Ficou claro que o raio pode cair duas vezes na mesma pessoa. E isso vemos o clamor das pessoas pelo seguro. Não só do privado, mas também no governo. Temos uma enorme oportunidade de mostrar que estamos à altura da expectativa das pessoas. Principalmente das pessoas mais necessitadas. Para poder tornar esta oportunidade para a população em algo real, é preciso que todo o sistema de seguros esteja unido na mesma direção. Tanto empresários, profissionais, governo, com todas as diferenças do mundo, precisamos convergir em medidas necessárias para o crescimento de todos”, salientou.

Seguro de vida proporciona estabilidade financeira em qualquer tempo 481

Seguro de vida proporciona estabilidade financeira em qualquer tempo

Saiba como o seguro de vida pode apoiar na proteção do patrimônio construído e de reservas financeiras, mesmo em cenários delicados

Muitos brasileiros foram surpreendidos pela crise que a Covid-19 instaurou no País, que, além da saúde pública, atingiu a economia e, consequentemente, o bolso de cada um. No primeiro semestre, o Produto Interno Bruto (PIB) caiu 5,9%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo Sindicato das Seguradoras (Sindseg), a conjuntura da pandemia e a necessidade latente de proteção estimularam muitas dessas pessoas a procurar maneiras de se proteger economicamente e olhar para o futuro com outras perspectivas, por meio de um seguro de vida, garantindo a manutenção de sua renda e conquistas, inclusive para planejar o futuro das pessoas que amam e para que fiquem menos vulneráveis financeiramente em eventos diversos.

O seguro de vida é um mecanismo de proteção para que as pessoas fiquem menos vulneráveis financeiramente em situações que envolvem diagnósticos de doenças graves e internações hospitalares. Ele garante uma indenização em imprevistos como uma invalidez permanente ocasionada por acidente até uma ausência inesperada de um ente querido. Na atual pandemia de Covid-19, produtos como os Seguros de Vida Omint ainda preveem o pagamento de sinistro de morte, funerais e diárias por internação hospitalar que aconteçam em decorrência da Covid-19, mesmo que as coberturas de epidemia e pandemia estejam excluídas das Condições Gerais. E, para as novas vendas, a decisão se aplica aos sinistros que ocorrerem após 90 dias da data da contratação do seguro.

Soluções eficientes para muitas situações: a pandemia trouxe diversos questionamentos em relação aos cuidados com a nossa saúde e estabilidade financeira. Com o “novo normal”, a tendência é que a população busque dar mais atenção aos contratempos e urgências. Segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep), a demanda pelo seguro de vida cresceu 10,2%, de janeiro a julho, enquanto outras modalidades e demais produtos tiveram quedas. Esse crescimento pode ampliar a discussão de que uma nova percepção de valor para o planejamento financeiro está surgindo.

Ou seja: enquanto as reservas financeiras devem ser pensadas e construídas para oportunidades e realização de sonhos, o seguro de vida assume o papel de cuidar de emergências e da proteção de tudo o que já foi conquistado, além de proporcionar coberturas para qualquer momento da vida e, assim, estimular a independência financeira.

Saiba mais neste endereço.