Executivos analisam o bom momento do Seguro de Vida 697

Executivos analisam o bom momento do Seguro de Vida

Assunto foi pauta do almoço virtual do CVG-SP

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O CVG-SP realizou a quinta edição do webinar Terraço Virtual, no dia 21 de outubro, com as presenças de Alexandre Vicente da Silva, diretor de Seguro de Pessoas da Liberty Seguros, Fernanda Pasquarelli, diretora de Vida e Previdência da Porto Seguro, e de Edglei Faria Monteiro, diretor Comercial da Sompo Seguros. A mediação foi do presidente do CVG-SP, Silas Kasahaya. Uma das conclusões do grupo é que o mercado de seguro de pessoas atravessa um bom momento, com vendas em alta e o amplo uso de ferramentas digitais.

Experiência positiva – Alexandre Vicente disse que, mesmo durante o isolamento social, a Liberty seguiu oferecendo uma experiência positiva para seus clientes e corretores, “porque tudo funcionou, das entregas aos atendimentos”. Isso foi possível, segundo ele, porque nos últimos anos a empresa vem investindo na automação de seus processos e também direcionou o seu foco para o segmento de vida.

Segundo Alexandre Vicente, ao longo dos anos, a seguradora melhorou seu atendimento por meio da especialização de suas equipes, passou a oferecer produtos mais competitivos e incorporou novas ferramentas ao seu processo, como, por exemplo, a telessubscrição. A Liberty também tem investido em campanhas de vendas, como a “Com a Vida Ganha”, além de estrear a plataforma digital “Meu Momento de Vida”, que tem como objetivo facilitar o processo de venda do seguro de vida.

Propensão à compra

Fernanda Pasquarelli admite que se surpreendeu com a fácil adaptação do mercado ao trabalho remoto, principalmente, dos corretores de seguros, que até conseguiram ampliar seus contatos. “Não vimos as vendas caírem”, disse. Ela citou uma pesquisa recente da Limra sobre o perfil do consumo de seguros no mercado americano no pós-pandemia, que revela aumento expressivo da propensão à compra do seguro de vida. “As pessoas aprenderam que existe finitude”, disse.

A mesma pesquisa apurou que os consumidores buscam seguro pela internet, mas preferem concluir a venda com o corretor de seguros. Dentre as novidades, ela citou o Mega Day Vida, as campanhas de venda e a inclusão a partir de duas vidas no capital global no seguro de vida coletivo. “Estamos em um momento bom para o mercado e devemos usar e abusar das ferramentas digitais disponíveis”, disse.

Aumento da demanda

Edglei Monteiro observou que a pandemia acelerou a transformação digital do mercado de seguros, mas as mudanças não devem parar por aí. “O home office deverá continuar, mas, talvez, mesclado com reuniões presenciais”, disse. Ele constatou que houve aumento da demanda pelo seguro de vida. Nesse sentido, informou que a Sompo tem oferecido suporte aos corretores. “Lançamos o nosso cotador, bem simples e ágil, que traz funções pré-formatados e faz a transmissão também”, disse.

Segundo o diretor da Sompo, a seguradora está utilizando a telessubscrição, além de ampliar as coberturas e capitais segurados no produto individual, caso de doenças graves. Ele informou que a seguradora lançou uma nova campanha, cujo diferencial é a divisão por diretorias. “Isso permite aos corretores que participem na região em que estão cadastrados”, disse.

Encerramento

Kasahaya destacou que a diretoria do CVG-SP está muito satisfeita com a grande procura pelos três cursos que migraram para o formato webinar. Ele informou que o CVG-SP agregará ao seu acervo a pesquisa da Limra, citada por Fernanda, e, em seguida anunciou que o próximo almoço virtual do CVG-SP será realizado no dia 25 de novembro.

Seguro auto: trafegar em estradas não autorizadas pode inviabilizar pagamento de perdas e danos 378

Seguro auto: trafegar em estradas não autorizadas pode inviabilizar pagamento de perdas e danos

Casos assim estão entre os riscos excluídos das apólices

Há pouco tempo, o caso de um turista que capotou seu carro particular após tentar subir uma duna na praia de Búzios, em Nísia Floresta, na Grande Natal, reacendeu o alerta sobre os perigos de se aventurar sem o auxílio de guias e condutores experientes em vias turísticas de difícil condução. Felizmente, o recente acidente não deixou feridos, apenas danos materiais ao veículo, além do prejuízo financeiro para o proprietário.

Isso porque, mesmo se o carro estiver com o Seguro Automotivo em dia, casos como este estão previstos na lista dos riscos excluídos e das situações em que os segurados perdem o direto à cobertura. “Perdas ou danos ocasionados pelo mau uso do veículo, com exposição deliberada a grandes riscos, ou por trafegar em estradas ou vias não autorizadas – dunas, por exemplo – bem como em praias e regiões ribeirinhas, não são cobertos pelo seguro auto”, alerta Jorge Fagundes, representante do Sindicato das Seguradoras do Norte e Nordeste (Sindsegnne).

Segundo o especialista, é preciso que todo proprietário tenha em mente que, ao contratar um seguro para seu carro, está assumindo um compromisso bilateral com a seguradora. Ou seja, tanto o contratante quanto o contratado passam a possuir direitos e deveres específicos a depender da cobertura, dispostos na apólice. “Por isso, é de suma importância que o segurado, seja ele contratante de qualquer produto de seguro, leia a sua apólice atentamente e tire todas as dúvidas com o seu corretor para evitar surpresas futuras”, finaliza Fagundes.

Após recorde, Seguro Sem Mistério recebe CEO da Fator Seguradora 966

Luís Eduardo Assis e outros convidados participam da transmissão ao vivo, na próxima terça (01), no canal do JRS no YouTube

O programa Seguro Sem Mistério, que lançou seu novo formato na última terça (24), vai receber o CEO da Fator Seguradora, Luís Eduardo Assis, na edição da próxima semana. A transmissão do dia 1º de dezembro começará a partir das 18h50min e a participação de Assis, que comentará sobre o cenário macroeconômico do Brasil, acontece a partir das 19h30min. Tudo pode ser acompanhado através do canal do JRS no YouTube.

A atração é apresentada por Júlia Senna e William Anthony e mescla entrevistas, notícias e reportagens sobre o universo do seguro – o que diferencia a transmissão e deixa muito mais dinâmica e interativa a participação do público, que pode enviar perguntas e mensagens através do chat. Quase 2 mil pessoas já conferiram a edição de estreia a nova dinâmica do Seguro Sem Mistério.

Confira o programa da última terça-feira (24):

Comissão Feminina do Sincor-RJ realiza evento online 527

Natália Medeiros é Coach Executiva/Empresas e Carreiras / Divulgação

Será no dia 25 de novembro, às 19h, pelo Zoom

Com objetivo de dar continuidade as atividades e manter o contato com as integrantes, a Comissão Feminina do Sincor-RJ promove um encontro através de uma transmissão remota, que acontece no dia 25 de novembro, às 19 horas, pelo Zoom. Com o tema “Como se posicionar no digital para alavancar suas vendas de fim de ano”. O evento conta com a participação da Coach Executiva/Empresas e Carreiras, Natália Medeiros.

As emponderadas convidam todas as corretoras de seguros para participar das atividades realizadas pela Comissão, que é formada pela Presidente Claudia Fontenelle, pela Vice-Presidente Cintia Arruda, por Aparecida Correa, Ana Cecília Lavor, Rosângela Melo, Rosângela Garcia, Roseli Rosa, Ingrid Orosa e conta com o apoio da Diretora de Tecnologia do Sincor-RJ, Íris Sampaio.

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Para confirmar presença, é só entrar em contato através do telefone (21) 99507-7701, para receber ID e senha de acesso ao Zoom.

Quando a ansiedade deixa de ser ‘normal’? 402

Quando a ansiedade deixa de ser 'normal'?

Entenda a diferença e os sintomas do Transtorno de Ansiedade, Síndrome do Pânico e Depressão

O Brasil é o país mais ansioso do mundo de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). São 18,6 milhões de pessoas, o que equivale a 9,3% da população nacional. Com o isolamento social, o medo e as incertezas econômicas geradas pela pandemia do novo coronavírus, o quadro tem se agravado ainda mais. Pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) aponta crescimento importante na busca por suporte médico, tanto de pacientes novos, quanto daqueles que já haviam recebido alta.

Os diagnósticos mais comuns são Transtorno de Ansiedade, Síndrome do Pânico e Depressão. As causas são variadas, mas foram agravadas, em sua maioria, devido à mudança de hábitos ocorrida nos últimos anos. “A correria do dia a dia, excesso de tecnologia e informações e também a falta de conexão consigo mesmo, têm levado as pessoas a um empobrecimento do autocuidado, gerando privação do sono, autocobrança, ansiedade, estresse, alterações de humor, assim como dificuldade na regulação emocional”, aponta a psicóloga credenciada da Paraná Clínicas, Ana Paula Zanardi.

Cada paciente precisa ser avaliado individualmente, para identificação do problema, construção do tratamento e identificação dos gatilhos que desencadeiam as crises. Segundo a psiquiatra credenciada da Paraná Clínicas, Dra. Priscila Hage Bonicontro, “casos leves podem ser conduzidos apenas com psicoterapia. Já os casos moderados a graves, requerem uso de medicamentos específicos e podem ser aliados a psicoterapia” para o alívio do sofrimento emocional.

Além do tratamento convencional, é importante aprender a administrar o estresse e compartilhar as dificuldades do dia a dia, incluindo na rotina atividades que gerem prazer. “Cuidar do organismo proporciona saúde mental. Por essa e outras razões, devemos manter hábitos saudáveis e praticar atividades físicas regularmente, inclusive porque estudos demonstram que a liberação de hormônios e outras substâncias são importantes para a manutenção do humor”, reforça a psiquiatra.

Você sabe a diferença?

A ansiedade é um sentimento normal e benéfico para o ser humano. É uma resposta do organismo para um momento de perigo ou alguma situação diferente e pode ser traduzida como um “friozinho na barriga”. “O problema é quando esse sentimento se torna mais intenso e constante, trazendo sofrimento e prejuízo social para o indivíduo, deixa de ser ‘normal’ e passa ser considerado doença e deve ser tratado de forma correta”, explica a psiquiatra, Dra. Priscila.

Transtorno de Ansiedade: mal-estar e estresse causados por medos, preocupações excessivas ou antecipações de problemas que ainda não aconteceram e talvez nem aconteçam, estão entre os primeiros indícios de que a ansiedade ultrapassa os níveis saudáveis. Durante as crises, podem surgir sintomas físicos como pupilas dilatadas, batimentos cardíacos e respiração aceleradas, aumento da pressão arterial e também dos níveis de glicose no sangue.

Síndrome do Pânico: ocorre quando as crises de ansiedade começam a ganhar intensidade e frequência. “É o medo de ter uma crise e não conseguir ser socorrido em lugares muito abertos ou com muitas pessoas, por exemplo. Os sintomas podem variar desde tonturas e vertigens, aumento da respiração e palpitações, sensações de nervosismo e pânico incontroláveis, até sensação de iminência de morte”, contextualiza Dra. Priscila.

Depressão: é caracterizada pela perda ou diminuição do interesse e prazer pela vida, gerando angústia, tristeza, choro fácil, desesperança, prostração, isolamento social, pensamentos pessimistas, alterações do sono e apetite, entre outros sintomas. “A depressão não promove apenas a sensação de ‘infelicidade crônica’, mas pode provocar alterações fisiológicas, como prejuízo no sistema imunológico e o aumento de processos inflamatórios”, completa a psiquiatra.

Crise no DPVAT: solução pode sair do Congresso Nacional, mas PL espera parecer 419

Lucas Vergilio é deputado federal pelo Solidariedade-GO / Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados/Agência Câmara Notícias

Confira artigo publicado pelo deputado Lucas Vergilio (SD-GO), no Estadão

Nas últimas semanas, o consórcio que administra o Seguro DPVAT perdeu praticamente todas as seguradoras que o integravam. A crise atingiu o auge nesta terça-feira (24/11), quando, em Assembleia Geral Extraordinária, foi aprovada, por mais de dois terços dos votos, a proposta de dissolução do Consórcio do Seguro DPVAT, a partir de 1º de janeiro de 2021.

O fato obriga o mercado a pensar em alternativas para que a população não fique sem a relevante proteção social, única no mundo, oferecida pelo produto à toda a população brasileira.

O certo é que mudanças profundas terão que ser implementadas, uma vez que o modelo atual está esgotado. Mas, é preciso manter a essência desse seguro em razão de sua importância.

A solução pode estar nas mãos do Congresso Nacional, que já analisa projeto de lei 8338/17, que substitui o DPVAT por um novo seguro obrigatório de acidentes no trânsito, mantendo as coberturas, mas espera parecer da Comissão Especial para seguir tramitação.

O Seguro Obrigatório de Acidentes de Trânsito (Soat), proposto como substituto do atual DPVAT, tem como base a livre concorrência. Dessa forma, vai ao encontro da linha de regulação adotada pela Susep, por determinação do Ministério da Economia e em consonância com a Lei da Liberdade Econômica.

Pela proposta, os proprietários de veículos poderão escolher a seguradora de sua preferência para contratar o produto.

A liberdade também será assegurada para as companhias de seguros, que poderão comercializar esse produto isoladamente ou por meio de um consórcio.

E mais: tanto o preço do seguro quanto os valores de indenização serão livremente estabelecidos pelo mercado.

Desde a apresentação da proposta, vem-se alertando que o modelo atual está desgastado em sua operacionalização.

O projeto beneficia tanto os segurados, que terão acesso a prêmios potencialmente mais baixos e coberturas mais amplas, em razão da maior concorrência, quanto as seguradoras, que poderão atuar em condições estabelecidas pela dinâmica do mercado, e não mais fixadas unilateralmente pelo órgão regulador.

O texto incorpora e sistematiza rotinas já estabelecidas no mercado de seguros e consolida soluções para diversas controvérsias jurisprudenciais.

Isso porque, da mesma forma que ocorre hoje com o seguro DPVAT, a quitação do prêmio do Soat constituirá requisito para o licenciamento anual do veículo, para a transferência de propriedade e baixa do registro.

O Soat continuará assegurando a indenização por morte, invalidez permanente, total ou parcial e reembolso de despesas de assistência médica e suplementares às vítimas de acidentes no trânsito ou aos seus beneficiários.

Além disso, o projeto altera a Lei Orgânica da Seguridade Social (8.212/91), assegurando, assim, que as seguradoras que comercializarem o Soat repassem à Seguridade Social o equivalente à metade do valor dos prêmios brutos recebidos, destinando-o ao SUS para custeio da assistência médico-hospitalar dos segurados vitimados em acidentes de trânsito, como hoje já ocorre com o DPVAT.

O texto também modifica o Código de Trânsito Brasileiro, estabelecendo repasse de 5% do valor dos prêmios ao Coordenador do Sistema Nacional de Trânsito, para aplicação exclusiva em programas de prevenção de acidentes.

O PL revoga a quase cinquentenária Lei do DPVAT, mas mantém os sinistros ocorridos durante sua vigência.

*Lucas Vergilio, deputado federal (SD-GO) e autor do Projeto de Lei 8338/17, que cria o Seguro Obrigatório de Acidentes de Trânsito (Soat).

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