Uso massivo de dados no setor de seguros pode potencializar viés discriminatório e violar direitos individuais 997

Thiago Junqueira é sócio do escritório Chalfin, Goldberg & Vainboim Advogados e professor do ICDS / Divulgação

Tese de doutorado do advogado Thiago Junqueira analisa o impacto da introdução da inteligência artificial em mecanismos decisórios, com foco no mercado de seguros

Com a promessa de oferecer uma precificação individualizada das apólices, as seguradoras estão expandindo o acesso a dados pessoais dos segurados, elevando o risco de violação da privacidade e da perpetuação de viés discriminatório nos processos decisórios. É o que afirma o advogado Thiago Junqueira, sócio do escritório Chalfin, Goldberg & Vainboim Advogados e professor do ICDS, em seu livro Tratamento de Dados Pessoais e Discriminação Algorítmica nos Seguros, resultado de sua tese de doutorado defendida na UERJ e publicada pela Revista dos Tribunais.

O especialista analisa as transformações no mercado de seguros, com foco na expressiva adesão ao uso de dados e à inteligência artificial na estruturação do negócio. Em vez do “prêmio fixo”, determinado por cálculos atuariais antes da contratação, o valor da apólice está, cada vez mais, baseando-se no acompanhamento dos “riscos” do segurado, calculados e definidos por algoritmos.

Para seguros de automóveis, os produtos pay as you drive ou pay how you drive ( “pague conforme você usa” e “pague como você dirige”) tiveram forte crescimento no Brasil, especialmente no período da pandemia (de até 200%), ante o recuo nos contratos tradicionais (que chegou a alcançar o número de 60%). Para estes produtos, os smartphones têm servido como ferramentas poderosas para a captura de dados. Em ambas modalidades são inúmeros os benefícios, como produtos mais acessíveis e adequados ao perfil dos segurados, contudo, não podem ser menosprezados possíveis danos causados aos consumidores.

Embora o uso do Big Data e da Inteligência Artificial no setor de seguros traga muitos benefícios, inclusive para os consumidores e aponte para decisões mais consistentes e justas , prevenindo fraudes e outras condutas de má-fé dos segurados, o novo sistema não elimina a possibilidade de haver discriminação indireta (não intencional) a determinados perfis nos contratos. “O algoritmo aprende por repetição. Mesmo não sendo desenhado com a intenção de discriminar, ele reproduz preferencias sociais de forma racional e, se não forem tomadas salvaguardas, necessárias irá repetir e perpetuar formas de discriminação”, analisa o professor. “O uso de dados para a precificação dos seguros poderia levar ainda a uma devassa nas informações pessoais do segurado, colocando em xeque seu direito à privacidade, à igualdade, à liberdade de expressão, à liberdade de associação e à identidade pessoal”, alerta.

Em seu livro, Thiago Junqueira demonstra que o titular dos dados tem, na realidade, um controle apenas parcial sobre a fonte de informações utilizada para a tomada de decisão pelos seguradores. A permissão de acesso a dados, como a localização, por exemplo, leva o segurador a formar um perfil bastante sofisticado do segurado, que pode abranger o hábito de frequentar a academia de ginástica, comer em redes fast-food, ir constantemente a farmácias, tabacarias, bares ou casas noturnas, por exemplo. “Caso os seguros realmente marchem para um robusto tratamento de dados pessoais, a maioria das apólices passará a exigir amplo acesso aos dados dos segurados e consequências ainda não devidamente mapeadas poderão ocorrer”, afirma. De acordo com o professor, pode-se vislumbrar o potencial de expansão do uso de novos dados “comportamentais” coletados “indiretamente”, como as atividades on-line do proponente (buscas e compras em sites da internet e utilização de redes sociais), dados oriundos de wearables e telemetria (os aplicativos de celulares ou aparelhos que controlam desde os passos do indivíduo até a forma de direção do veículo), dados financeiros provenientes do uso de cartão de crédito, entre outros.

O que fazer

No mundo digital, os dados pessoais tornaram-se cruciais para as empresas direcionarem seus negócios e aumentarem os lucros. Em seu estudo, Junqueira alerta que uma parte considerável das empresas ainda descuida das implicações sociais e éticas que o uso destes dados pode gerar. A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, embora oferecendo instrumentos capazes de contribuir para o combate à discriminação, mostra-se, em geral, insuficiente, sobretudo no que se refere ao problema da discriminação indireta.

O advogado, contudo, aponta que as possibilidades de controle na inteligência artificial são expressivas. “As empresas podem auditar os resultados de seus algoritmos. E quem foi alvo de uma discriminação também tem direito a uma explicação sobre a decisão automatizada”. Para o professor, no entanto, é mandatória uma mudança cultural e regulatória no país: “A indiferença para a realidade social e os riscos envoltos na tomada de decisões automatizadas devem ser rapidamente alterados. É preciso haver um treinamento de ética e um investimento em diversidade nas seguradoras”, conclui.

Como o conceito muVUCA, desafia líderes e gestores diante da diversidade? 500

Marcelo Trevisani é Chief Marketing Officer da IBM / Reprodução

Confira artigo de Marcelo Trevisani, Chief Marketing Officer da IBM

“A modernidade imediata é “leve”, “líquida” e “fluida” é infinitamente mais dinâmica do que a modernidade “sólida” que suplantou. A passagem de uma a outra acarretou profundas mudanças em todos os aspectos da vida humana” – o trecho é parte da obra de Zygmunt Bauman, que esclarece como se deu essa transição, compondo uma análise brilhante e profunda sobre as condições sociais e políticas, que nos leva a repensar com urgência os conceitos e esquemas cognitivos aplicados na experiência individual humana e sua história conjunta.

Esta “modernidade líquida” pode ser traduzida no conceito VUCA – empregado na década de 90 pelo U.S Army War College (Colégio de Guerra do Exército dos Estados Unidos)-, para explicar o mundo no cenário pós-Guerra Fria. O acrônimo das palavras em inglês Volatility, Uncertainty, Complexes e Ambiguity (em português: Volatilidade, Incerteza, Complexidade e Ambiguidade, respectivamente) se faz presente ainda hoje em um ambiente altamente crítico e que nos desafia a nos tornarmos melhores líderes e gestores.

Particularmente, brinco e chamo esse conceito de “MUVUCA”, tudo junto e misturado. No entanto, compreender cada um destes termos e saber interpretar como eles se aplicam no universo corporativo é extremamente importante para que as empresas definam estratégias capazes de minimizar os efeitos do mundo VUCA. Entre eles, podemos destacar como principal: a dificuldade de elaborar um planejamento diante das constantes mudanças do mercado.

Dificuldades de expansão diante de cenários complexos

Organizações tradicionais podem prosperar mesmo diante de questões aparentemente desfavoráveis para o seu crescimento, mas podem enfrentar obstáculos em diferentes situações, como:

  • Manter a relevância ao ter que enfrentar o surgimento de novos modelos de negócios ou de uma concorrência;
  • Introduzir um novo produto ou serviço no mercado, considerando incertezas de receptividade por parte do consumidor;
  • Expandir a atuação da empresa em ambientes complexos, como em países com questões políticas e econômicas desfavoráveis;
  • E, por fim, conceber um novo modelo de negócio ou lançar a marca em um mercado emergente.

Não há escolha: ou você se reinventa ou será engolido

Para viver e enfrentar os desafios desse mundo complexo é fundamental adotar a diversidade multi-perspectivas. São esses aprendizados que levarão à resolução dos problemas. Trata-se de um conjunto de verdades, de conhecimentos e pontos de vistas, que, quando combinados, ou interrelacionados nos torna mais preparados para gerar algo novo e capaz de solucionar questões críticas desse mundo “MUVUCA” que, na verdade, é líquido.

Nenhum indivíduo detém todo o conhecimento, seja na sociedade ou em uma organização. Vivemos o modelo cartesiano de pensamentos fracionados, segmentados e departamentalizados – no mundo corporativo, o que chamamos de “silos”. Não há conversas ou interatividade. Entretanto, é fundamental que haja a troca, compartilhamento de experiências e informações, visando a construção de novo saber. Mas como?

Precisamos despertar a consciência para esse tema. É no diálogo que identificamos essa capacidade de construir. Uma conversa na qual possa abrir mão, muitas vezes, dos próprios conhecimentos e genuinamente entender o outro. Ter empatia pela outra pessoa é perceber que o conhecimento dela pode transformá-lo.

Empresas, seus líderes e gestores precisam estar abertos isso, pois é por meio dela que comprovamos a soma de saberes, nos possibilitando ir além do que já fomos. Não existe mais a figura do gênio solitário (professor, chefe). Aliás, a solidão de um líder, muitas vezes é provocada por ele mesmo quando não é capaz de criar um ambiente colaborativo, que estimule o compartilhamento e a interação. Como disse o futurista Alvin Toffler “Os analfabetos do futuro não serão aqueles que não sabem ler e escrever, mas aqueles que não sabem aprender, desaprender e reaprender”.

Nova campanha da Bradesco Seguros destaca a superação e os motivos para seguir em frente 444

Com a canção ‘Novo Tempo’ como tema, seguradora valoriza as pequenas conquistas do dia a dia obtidas durante a pandemia, em mensagem inspiradora e motivacional

Mesmo em tempos desafiadores, a vida segue cheia de razões para seguir em frente. Essa é a mensagem que a Bradesco Seguros traz em sua nova campanha publicitária intitulada ‘Novo Tempo’. Com estreia realizada na última semana na TV em rede nacional, o comercial reforça o otimismo e celebra as pequenas vitórias do nosso cotidiano, ainda que pelo caminho existam muitos desafios.

Com criação da AlmapBBDO, a campanha tem como trilha sonora a música homônima de Ivan Lins. A Bradesco Seguros lembra todas essas conquistas em frases estampadas nas máscaras. Todas as mensagens simbolizam principalmente a superação.

“Procuramos valorizar realizações cotidianas que, por mais simples que pareçam, ganharam novos significados durante esse período de isolamento social”, destaca Alexandre Nogueira, Diretor de Marketing do Grupo Bradesco Seguros.

Além da presença na TV, redes sociais, rádios e OOH, ainda estão programadas ativações no digital. Em parceria com o Razões para Acreditar, a Bradesco Seguros contará o relato de quatro diferentes pessoas que, mesmo nas adversidades, encontraram motivos para comemorar. Essas histórias seguirão a temática da campanha. Além disso, será produzido um vídeo de um desses depoimentos, reforçando a mensagem de superação e positividade.

“O ‘novo normal’ não nos impede de celebrar que ‘velhos normais’ continuem existindo. Apesar de todas os desafios que 2020 nos trouxe, é possível encontrar alegrias que nos motivam a seguir em frente”, comenta Daniel Chagas Martins, Diretor de Criação da AlmapBBDO. “Trata-se de uma campanha que diz muito sobre os dias que estamos vivendo. Que traz toda a emoção de superar os desafios que cada um de nós temos enfrentado”, completa Maysa Oliveira, Head de Atendimento da AlmapBBDO.

Em outra ação, seis pessoas foram entrevistadas e fotografadas à distância. O conteúdo estará nas redes sociais da Bradesco Seguros, trazendo uma mensagem escrita em cada máscara, assim como no comercial. Os cliques foram feitos por Jorge Bispo. Já o Instagram @bradescoseguros trará nas próximas semanas a oferecer um filtro especial, chamado “Um Novo Tempo”, mesmo nome da campanha, com São cinco frases e cinco cores de máscaras diferentes. As frases trazem pequenas conquistas do dia a dia e com a máscara podem ser adaptadas à foto de cada um: “consegui me conhecer melhor”; “adotei um amigo”; “encontrei proximidade, mesmo à distância”; “aprendi a recomeçar”; e “passei mais tempo com a família”.

Ficha técnica:

Agência: AlmapBBDO.
Anunciante: Bradesco Seguros.
Título: Um Novo Tempo.
Produto: Bradesco Seguros.
CCO: Luiz Sanches.
Diretor de Criação Executivo: André Gola, Pernil.
Diretor de Criação: Daniel Oksenberg, Daniel Chagas Martins, Iron Brito.
Criação: Daniel Chagas Martins, Daniel Oksenberg, Iron Brito, Osvaldo Neto, Rafael Lima.
Produção audiovisual: Vera Jacinto, Diego Villas Bôas, Adriana Kordon.
Atendimento: Maysa Oliveira, Fabíola Loureiro, Nathalia Chaves, Ana Valle.
Planejamento: Sergio Katz, Beatriz Scheuer, Matheus Paggi, Julia Albero.
Mídia: Fábio Urbanas, Mel Carvalho, Cintia Mavros, Camille Abdo, Ana Carolina Campos, Reinaldo Macedo, Rayza Oliveira, Peterson Santana, Viviane Costa, Savio Figueiredo, Claine Oliveira.
Produtora de imagem: Killers.
Direção: LUMO.
Produtor Executivo: Julia Tavares.
Atendimento: Gabriel Dagostini.
Coordenação de Produção: Flavia Sereno, Juliana Scodeler e Natalia Meira.
Diretor de Fotografia: Fotografia: Felipe Moreira.
Pós-Produtora: Tribbo Post.
Montador: Natália Farias.
Finalizador: Andreia Figueiredo.
Color Grading: DOT.
Produtora de Som: Cabaret.
Produção Musical: Lucas Comparato.
Compositor: André Henrique.
Mixagem e Finalização: Gab Scatolin.
Atendimento: Ingrid Lopes e Flávia Caparelli.
Coordenação: Verusca Garcia e Junior Freitas.
Cantora: Flavia Souza.
Locutor: Thiago Zambrano.
Aprovação do cliente: Alexandre Nogueira, Ana Gonzalez, Carla Zavarize, Adriana Pacheco e Silvana Café.

Brasil mira exemplo internacional de seguros 385

Geniomar Pereira é diretor Comercial da Rede Lojacorr / Divulgação

Rede Lojacorr em propósito e cresce no mercado nacional

Como disse Winston Churchill, em meados do século XX, “Se me fosse possível, escreveria a palavra seguro no umbral de cada porta, na fronte de cada homem, tão convencido estou de que o seguro pode, mediante um desembolso módico, livrar as famílias de catástrofes irreparáveis”. O visionário e ex-primeiro-ministro do Reino Unido, citou o que hoje é um mantra para o mercado segurador e uma das frases mais lembradas por Geniomar Pereira, diretor Comercial da Rede Lojacorr.

O diretor, que possui 36 anos de carreira no mercado segurador e 16 anos de gestão, conta que em mercados seguradores mais maduros, a figura do corretor vende proteção, e não seguros. Nos locais de 1º mundo, tais como Estados Unidos, Japão e Europa, a abrangência segurada passa de 90%, o que representa que esse percentual da população possui algum tipo de seguro. No Brasil, esse número é de 10%. “Temos muitas oportunidades, já que são mais de 180 milhões de contatos a serem feitos”, cita.

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O cenário mundial é de crescimento do seguro. Em 2019, pesquisas apontavam o melhor momento do mercado segurador no Brasil, que fechou o ano com crescimento em torno de 12%. O diretor explica que o principal desafio é estender a abrangência segurada e, para isso, atingir o cliente, conhecendo-o. Saber em que momento ele está hoje e de que forma ele quer ser contatado, sendo um consultor desse cliente. “A percepção humana é insubstituível no nosso mercado e também para todos que trabalham neste segmento. Se você consegue entender o cliente, você passa a compreender suas necessidades reais. Inclusive, para conhecer melhor o cliente, existem hoje diversas formas. Uma boa conversa e uma pesquisa nas redes sociais já mostram preferências e características. Quando o vendedor é assertivo, sua chance de fechar negócios é de 90%”, ressalta Geniomar Pereira.

O diretor, que é também um estudioso do mercado internacional e do cenário mundial, suas culturas, similaridades e diferenças, declara que a figura do corretor de seguros é significativa em todas as regiões que ele estudou. Por isso que, segundo ele, o Brasil está caminhando no rumo certo. As características culturais latinas são de aproximação e empatia. “Já as plataformas online em todo o globo não são uma ameaça, mas servem de ferramentas para ampliar negócios e angariar leads, diz.

Em relação à cultura do seguro, Geniomar Pereira conta que na oportunidade que esteve no Lloyd’s of London, a maior indústria de seguros e resseguros do mundo, onde operam milhares de profissionais da área, havia um sino no meio do pátio do prédio, que despertou a curiosidade do diretor. Num determinado dia, tocaram o sino, ele perguntou o que havia acontecido e responderam: “‘Saved by bell (salvo pelo gongo)’, que representava a comemoração da cobertura de um grande sinistro segurado, essa é a cultura da proteção daquele País”, conta.

Tanto quanto os grandes riscos, existem mercados do microsseguro, um bom exemplo é o modelo de sucesso na região Continental da América Central, onde está a Costa Rica e Nicarágua, um case realizado com apoio da Fundação Bill e Melinda Gates, que é uma instituição filantrópica criada por Bill Gates, fundador e ex-presidente da Microsoft, e a sua esposa, Melinda Gates). Ao buscar trazer para o Brasil, Geniomar Pereira explica que o projeto esbarrou no meio de cobrança, que é feita na América Central por contas de consumo. Esses produtos custam no máximo U$ 2 (dois dólares) e poderia ajudar muito a população carente. “No Brasil, uma pequena cobertura que pudesse auxiliar uma família a passar pelo momento da perda de um ente provedor, já seria uma mudança cultural imensa, que poderia virar a chave do país em relação à criminalidade e ao abandono social. Por isso, na Lojacorr estaremos sempre buscando formas de ajudar o brasileiro a se proteger mais e melhor. Dentro deste propósito, aumentamos os índices dos produtos comercializados, que crescem 37% em 2020”, declara o diretor.

Icatu Seguros e Banco do Nordeste anunciam parceria para distribuição de seguros 618

Luciano Snel é presidente da Icatu Seguros / Divulgação

Seguradora reforça sua presença na oferta de soluções para microfinanças

A Icatu Seguros e o Banco do Nordeste do Brasil (BNB) acabam de anunciar o fechamento do acordo para distribuição de seguros de Vida, Prestamista e Previdência da seguradora nos canais do banco.

O processo foi realizado por meio de concorrência e a vencedora terá a exclusividade para distribuição dos produtos em todos os canais do BNB – físicos e digitais – até 2040. A instituição é o maior banco de desenvolvimento regional da América Latina, com 292 agências no Nordeste, norte dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo. Além da rede de agências, o Banco dispõe de 685 postos de atendimento exclusivo para a área de microfinanças.

Especialista em pessoas, a Icatu é a maior entre as seguradoras independentes, considerando o consolidado das linhas de negócio e está presente em todo o Brasil através de escritórios, corretores e parceiros comerciais. Com mais de 4 milhões de clientes, o BNB é considerado o 3° maior banco de microfinanças e o 5° maior operador de microsseguros do mundo.

Tanto o microsseguro quanto o microcrédito são ferramentas que auxiliam no combate à pobreza e redução da desigualdade social, levando opções de proteção contra riscos de flutuação de renda e iniciativas para concessão de crédito a famílias e microempreendedores brasileiros.

“A Icatu possui um portfólio completo de produtos de Vida e Previdência, já o BNB é especialista na distribuição de microcrédito. Com essa parceria buscamos uma troca de expertises, que vai contribuir com nosso propósito de democratizar o acesso a soluções de planejamento e proteção financeira a cada vez mais famílias brasileiras, reforçando também nossa atuação multicanal”, afirma Luciano Snel, presidente da Icatu Seguros.

Para o presidente do Banco do Nordeste, Romildo Rolim, a reestruturação da plataforma de seguros do Banco traz vantagens, tanto para o próprio BNB, quanto para seus clientes. “O Banco se alinha às melhores práticas do mercado e eleva seu posicionamento estratégico, cria valor para o negócio seguro, passa a ter mais uma fonte estável de receitas e reforça a sua posição como um dos principais operadores de microsseguros do mundo. Para os clientes, o BNB amplia o leque de apoio ao disponibilizar essa ferramenta de proteção às famílias, cumprindo com seu papel de Banco de Desenvolvimento”, completa.

A iniciativa vai ampliar a atuação da seguradora na região Nordeste. “Vamos contribuir para a proteção das famílias e do planejamento financeiro dos clientes do BNB, que é referência no país ao atuar como agente do desenvolvimento sustentável da região”, explica Henrique Jenkins, diretor regional da Icatu no Nordeste.

Liberty Seguros disponibiliza descontos e experiências exclusivas em seu clube de vantagens durante o mês de novembro 428

Carol Borba é educadora física com mais de 12 anos de experiência no ramo da saúde corporal e bem-estar / Divulgação

Lançamento faz parte do movimento da Liberty no segmento de Vida e as experiências podem ser aproveitadas 100% online

Com a chegada do mês de novembro e a Black Friday se aproximando, a Liberty Seguros elaborou uma série de descontos e experiências exclusivas para clientes, funcionários e corretores em seu clube de benefícios, o +Liberty. Todas as vantagens podem ser utilizadas 100% online, para que os membros cadastrados aproveitem as novidades de forma segura, do conforto de seus lares.

Pensando em promover o bem-estar e a saúde dos públicos da companhia, a Liberty disponibilizará opções de atividades na plataforma Queima Diária, que traz cerca de 1.100 videoaulas distribuídas em mais de 50 programas.

Membros do clube ainda terão direito a duas masterclasses com Carol Borba, educadora física com mais de 12 anos de experiência no ramo da saúde corporal e bem-estar. Ambas já estão disponíveis no clube de benefícios e podem ser assistidas a qualquer momento pelos usuários.

Além disso, a companhia irá oferecer 10% de desconto cumulativo no aplicativo Evino, permitindo que os usuários adicionem o cupom ao valor já reduzido de alguns produtos da plataforma por conta da Black Friday, e R$20 de desconto em compras acima de cem reais na loja online da Marisa.

Para  mais informações, acesse o clube  +Liberty via site ou o app Liberty Seguros.

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