Propósito e emoção garantem qualidade do atendimento da Vida Feliz Seguros e Investimentos 5370

Empresa venceu a categoria Corretor de Seguros – Região 2 do Prêmio Destaques do CVG RS

Os últimos cinco anos foram decisivos para a trajetória da Vida Feliz Seguros e Investimentos. Da cidade de Feliz (RS), a corretora transformou sua marca para transmitir às pessoas o seu grande propósito, que está diretamente ligado ao nome da empresa. “Nós sempre observamos questões como a qualidade do nosso trabalho, para quem a gente mostra e qual a reação de quem escuta. A venda sempre será a consequência da eficiência do nosso relacionamento e, por isso, cada vez mais precisamos nos relacionar e colocar emoção no nosso trabalho”, destaca o diretor Henrique Petry Rauber.

Henrique Petry Rauber é diretor da Vida Feliz Seguros e Investimentos. Foto: Reprodução/Facebook

A empresa foi a grande campeã da categoria Corretor de Seguros – Região 2 do Prêmio Destaques do Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul (CVG RS) na última semana. “[Ficamos] surpresos e felizes em o CVG adicionar a premiação o interior do estado. Muito obrigado a todas as pessoas que contribuíram com seu voto e apoio”, comenta.

Mesmo com pandemia, a avaliação que o corretor de seguros faz de 2020 é que oportunidades sempre vão existir e é necessário estar capacitado e disposto. “Quem estava preparado, não enfrentou grandes dificuldades durante a pandemia. Foi necessário buscar mais conhecimento e inovações para quando tudo acabar estar no ritmo mais acelerado que a concorrência”, afirma. “Muitas empresas sofreram, mas mercados específicos não, focamos nas empresas que tinham benefícios com a crise. Buscar reorganizar a carteira dos clientes, fazer contato, estar mais próximo de cada cliente em momentos turbulentos”, conta.

Seguro de vida é um ramo totalmente especial, pois trata da proteção às pessoas e suas famílias. “Precisamos reconhecer a importância de nossa profissão e falar para às pessoas dos produtos e ferramentas que disponibilizamos”, defende. Citando o especialista em finanças comportamentais conhecido mundialmente Joe Jordan, Petry reforça seus objetivos através da comercialização destes produtos: “Meu propósito hoje é proteger os inocentes quando alguém morre prematuramente, proporcionar uma aposentadoria livre de preocupações, proteger o patrimônio quando alguém adoece e o legado quando alguém morre”.

Por outro lado, ainda existe a necessidade de alcançar uma maior fatia da população brasileira com os seguros voltados à vida. “Mercado muito carente de penetração e engajamento dos corretores de seguros, precisamos cada vez mais compartilhar conhecimento, criar grupos para troca de experiências, preparar cada vez mais os corretores de seguros para o mercado de vida, previdência e investimentos”, finaliza.

Seguro auto: trafegar em estradas não autorizadas pode inviabilizar pagamento de perdas e danos 370

Seguro auto: trafegar em estradas não autorizadas pode inviabilizar pagamento de perdas e danos

Casos assim estão entre os riscos excluídos das apólices

Há pouco tempo, o caso de um turista que capotou seu carro particular após tentar subir uma duna na praia de Búzios, em Nísia Floresta, na Grande Natal, reacendeu o alerta sobre os perigos de se aventurar sem o auxílio de guias e condutores experientes em vias turísticas de difícil condução. Felizmente, o recente acidente não deixou feridos, apenas danos materiais ao veículo, além do prejuízo financeiro para o proprietário.

Isso porque, mesmo se o carro estiver com o Seguro Automotivo em dia, casos como este estão previstos na lista dos riscos excluídos e das situações em que os segurados perdem o direto à cobertura. “Perdas ou danos ocasionados pelo mau uso do veículo, com exposição deliberada a grandes riscos, ou por trafegar em estradas ou vias não autorizadas – dunas, por exemplo – bem como em praias e regiões ribeirinhas, não são cobertos pelo seguro auto”, alerta Jorge Fagundes, representante do Sindicato das Seguradoras do Norte e Nordeste (Sindsegnne).

Segundo o especialista, é preciso que todo proprietário tenha em mente que, ao contratar um seguro para seu carro, está assumindo um compromisso bilateral com a seguradora. Ou seja, tanto o contratante quanto o contratado passam a possuir direitos e deveres específicos a depender da cobertura, dispostos na apólice. “Por isso, é de suma importância que o segurado, seja ele contratante de qualquer produto de seguro, leia a sua apólice atentamente e tire todas as dúvidas com o seu corretor para evitar surpresas futuras”, finaliza Fagundes.

Após recorde, Seguro Sem Mistério recebe CEO da Fator Seguradora 960

Luís Eduardo Assis e outros convidados participam da transmissão ao vivo, na próxima terça (01), no canal do JRS no YouTube

O programa Seguro Sem Mistério, que lançou seu novo formato na última terça (24), vai receber o CEO da Fator Seguradora, Luís Eduardo Assis, na edição da próxima semana. A transmissão do dia 1º de dezembro começará a partir das 18h50min e a participação de Assis, que comentará sobre o cenário macroeconômico do Brasil, acontece a partir das 19h30min. Tudo pode ser acompanhado através do canal do JRS no YouTube.

A atração é apresentada por Júlia Senna e William Anthony e mescla entrevistas, notícias e reportagens sobre o universo do seguro – o que diferencia a transmissão e deixa muito mais dinâmica e interativa a participação do público, que pode enviar perguntas e mensagens através do chat. Quase 2 mil pessoas já conferiram a edição de estreia a nova dinâmica do Seguro Sem Mistério.

Confira o programa da última terça-feira (24):

Comissão Feminina do Sincor-RJ realiza evento online 521

Natália Medeiros é Coach Executiva/Empresas e Carreiras / Divulgação

Será no dia 25 de novembro, às 19h, pelo Zoom

Com objetivo de dar continuidade as atividades e manter o contato com as integrantes, a Comissão Feminina do Sincor-RJ promove um encontro através de uma transmissão remota, que acontece no dia 25 de novembro, às 19 horas, pelo Zoom. Com o tema “Como se posicionar no digital para alavancar suas vendas de fim de ano”. O evento conta com a participação da Coach Executiva/Empresas e Carreiras, Natália Medeiros.

As emponderadas convidam todas as corretoras de seguros para participar das atividades realizadas pela Comissão, que é formada pela Presidente Claudia Fontenelle, pela Vice-Presidente Cintia Arruda, por Aparecida Correa, Ana Cecília Lavor, Rosângela Melo, Rosângela Garcia, Roseli Rosa, Ingrid Orosa e conta com o apoio da Diretora de Tecnologia do Sincor-RJ, Íris Sampaio.

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Para confirmar presença, é só entrar em contato através do telefone (21) 99507-7701, para receber ID e senha de acesso ao Zoom.

Quando a ansiedade deixa de ser ‘normal’? 389

Quando a ansiedade deixa de ser 'normal'?

Entenda a diferença e os sintomas do Transtorno de Ansiedade, Síndrome do Pânico e Depressão

O Brasil é o país mais ansioso do mundo de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). São 18,6 milhões de pessoas, o que equivale a 9,3% da população nacional. Com o isolamento social, o medo e as incertezas econômicas geradas pela pandemia do novo coronavírus, o quadro tem se agravado ainda mais. Pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) aponta crescimento importante na busca por suporte médico, tanto de pacientes novos, quanto daqueles que já haviam recebido alta.

Os diagnósticos mais comuns são Transtorno de Ansiedade, Síndrome do Pânico e Depressão. As causas são variadas, mas foram agravadas, em sua maioria, devido à mudança de hábitos ocorrida nos últimos anos. “A correria do dia a dia, excesso de tecnologia e informações e também a falta de conexão consigo mesmo, têm levado as pessoas a um empobrecimento do autocuidado, gerando privação do sono, autocobrança, ansiedade, estresse, alterações de humor, assim como dificuldade na regulação emocional”, aponta a psicóloga credenciada da Paraná Clínicas, Ana Paula Zanardi.

Cada paciente precisa ser avaliado individualmente, para identificação do problema, construção do tratamento e identificação dos gatilhos que desencadeiam as crises. Segundo a psiquiatra credenciada da Paraná Clínicas, Dra. Priscila Hage Bonicontro, “casos leves podem ser conduzidos apenas com psicoterapia. Já os casos moderados a graves, requerem uso de medicamentos específicos e podem ser aliados a psicoterapia” para o alívio do sofrimento emocional.

Além do tratamento convencional, é importante aprender a administrar o estresse e compartilhar as dificuldades do dia a dia, incluindo na rotina atividades que gerem prazer. “Cuidar do organismo proporciona saúde mental. Por essa e outras razões, devemos manter hábitos saudáveis e praticar atividades físicas regularmente, inclusive porque estudos demonstram que a liberação de hormônios e outras substâncias são importantes para a manutenção do humor”, reforça a psiquiatra.

Você sabe a diferença?

A ansiedade é um sentimento normal e benéfico para o ser humano. É uma resposta do organismo para um momento de perigo ou alguma situação diferente e pode ser traduzida como um “friozinho na barriga”. “O problema é quando esse sentimento se torna mais intenso e constante, trazendo sofrimento e prejuízo social para o indivíduo, deixa de ser ‘normal’ e passa ser considerado doença e deve ser tratado de forma correta”, explica a psiquiatra, Dra. Priscila.

Transtorno de Ansiedade: mal-estar e estresse causados por medos, preocupações excessivas ou antecipações de problemas que ainda não aconteceram e talvez nem aconteçam, estão entre os primeiros indícios de que a ansiedade ultrapassa os níveis saudáveis. Durante as crises, podem surgir sintomas físicos como pupilas dilatadas, batimentos cardíacos e respiração aceleradas, aumento da pressão arterial e também dos níveis de glicose no sangue.

Síndrome do Pânico: ocorre quando as crises de ansiedade começam a ganhar intensidade e frequência. “É o medo de ter uma crise e não conseguir ser socorrido em lugares muito abertos ou com muitas pessoas, por exemplo. Os sintomas podem variar desde tonturas e vertigens, aumento da respiração e palpitações, sensações de nervosismo e pânico incontroláveis, até sensação de iminência de morte”, contextualiza Dra. Priscila.

Depressão: é caracterizada pela perda ou diminuição do interesse e prazer pela vida, gerando angústia, tristeza, choro fácil, desesperança, prostração, isolamento social, pensamentos pessimistas, alterações do sono e apetite, entre outros sintomas. “A depressão não promove apenas a sensação de ‘infelicidade crônica’, mas pode provocar alterações fisiológicas, como prejuízo no sistema imunológico e o aumento de processos inflamatórios”, completa a psiquiatra.

Crise no DPVAT: solução pode sair do Congresso Nacional, mas PL espera parecer 408

Lucas Vergilio é deputado federal pelo Solidariedade-GO / Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados/Agência Câmara Notícias

Confira artigo publicado pelo deputado Lucas Vergilio (SD-GO), no Estadão

Nas últimas semanas, o consórcio que administra o Seguro DPVAT perdeu praticamente todas as seguradoras que o integravam. A crise atingiu o auge nesta terça-feira (24/11), quando, em Assembleia Geral Extraordinária, foi aprovada, por mais de dois terços dos votos, a proposta de dissolução do Consórcio do Seguro DPVAT, a partir de 1º de janeiro de 2021.

O fato obriga o mercado a pensar em alternativas para que a população não fique sem a relevante proteção social, única no mundo, oferecida pelo produto à toda a população brasileira.

O certo é que mudanças profundas terão que ser implementadas, uma vez que o modelo atual está esgotado. Mas, é preciso manter a essência desse seguro em razão de sua importância.

A solução pode estar nas mãos do Congresso Nacional, que já analisa projeto de lei 8338/17, que substitui o DPVAT por um novo seguro obrigatório de acidentes no trânsito, mantendo as coberturas, mas espera parecer da Comissão Especial para seguir tramitação.

O Seguro Obrigatório de Acidentes de Trânsito (Soat), proposto como substituto do atual DPVAT, tem como base a livre concorrência. Dessa forma, vai ao encontro da linha de regulação adotada pela Susep, por determinação do Ministério da Economia e em consonância com a Lei da Liberdade Econômica.

Pela proposta, os proprietários de veículos poderão escolher a seguradora de sua preferência para contratar o produto.

A liberdade também será assegurada para as companhias de seguros, que poderão comercializar esse produto isoladamente ou por meio de um consórcio.

E mais: tanto o preço do seguro quanto os valores de indenização serão livremente estabelecidos pelo mercado.

Desde a apresentação da proposta, vem-se alertando que o modelo atual está desgastado em sua operacionalização.

O projeto beneficia tanto os segurados, que terão acesso a prêmios potencialmente mais baixos e coberturas mais amplas, em razão da maior concorrência, quanto as seguradoras, que poderão atuar em condições estabelecidas pela dinâmica do mercado, e não mais fixadas unilateralmente pelo órgão regulador.

O texto incorpora e sistematiza rotinas já estabelecidas no mercado de seguros e consolida soluções para diversas controvérsias jurisprudenciais.

Isso porque, da mesma forma que ocorre hoje com o seguro DPVAT, a quitação do prêmio do Soat constituirá requisito para o licenciamento anual do veículo, para a transferência de propriedade e baixa do registro.

O Soat continuará assegurando a indenização por morte, invalidez permanente, total ou parcial e reembolso de despesas de assistência médica e suplementares às vítimas de acidentes no trânsito ou aos seus beneficiários.

Além disso, o projeto altera a Lei Orgânica da Seguridade Social (8.212/91), assegurando, assim, que as seguradoras que comercializarem o Soat repassem à Seguridade Social o equivalente à metade do valor dos prêmios brutos recebidos, destinando-o ao SUS para custeio da assistência médico-hospitalar dos segurados vitimados em acidentes de trânsito, como hoje já ocorre com o DPVAT.

O texto também modifica o Código de Trânsito Brasileiro, estabelecendo repasse de 5% do valor dos prêmios ao Coordenador do Sistema Nacional de Trânsito, para aplicação exclusiva em programas de prevenção de acidentes.

O PL revoga a quase cinquentenária Lei do DPVAT, mas mantém os sinistros ocorridos durante sua vigência.

*Lucas Vergilio, deputado federal (SD-GO) e autor do Projeto de Lei 8338/17, que cria o Seguro Obrigatório de Acidentes de Trânsito (Soat).

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