Paradigma da gestão nas instituições do mercado segurador 2086

José Pedro Vianna Zereu é Gestor de Projetos e Inovação do escritório Agrifoglio Vianna Advogados Associados / Reprodução

Confira artigo de José Pedro Vianna, do escritório Agrifoglio Vianna Advogados Associados

Uma das premissas para uma empresa ter sucesso daqui para frente é seu comprometimento com um propósito que vá além do crescimento econômico e do enriquecimento de seus donos e/ou acionistas. As companhias de seguro, assim como todos os prestadores de serviço relacionados a esse mercado, quando imbuídos da intenção primária e compassiva que possibilita a dinâmica desse segmento acontecer, tem muito mais a oferecer e a ganhar do que quando estão focados somente em metas e números frios.

Sabido que a possibilidade de uma seguradora cobrir os sinistros ocorridos depende de uma cooperação entre todos os segurados. A confiança – inerente a contratação de qualquer seguro – estabelecida entre a companhia e o segurado, permite que todos os demais segurados daquela seguradora tenham a garantia que seu sinistro terá cobertura caso venham a ocorrer. Essa relação integrada entre os segurados, essa teia, essa rede, poucas vezes é entendida. Ao meu ver, essa visão invoca a percepção de unidade, de cooperação, de apoio e união que tanto precisamos para sair do paradigma da competição e migrarmos para o da colaboração.

Essa confiança e esse senso de pertencimento a uma causa maior, chamados institucionalmente hoje de ‘Propósito’, somente são percebidos pelas pessoas como verdadeiros quando a mudança ocorre de dentro para fora, ou seja, quando internamente as organizações alinham seus objetivos e seus esforços com a causa mais nobre do trabalho.

Além do alinhamento com o propósito, diversas outras atitudes na gestão de uma empresa contribuem para uma melhor harmonia entre as pessoas, e consequentemente, mas não diretamente, geram melhores resultados financeiros.

A lógica do um sistema que vem sendo aplicado nas últimas décadas, e ainda hoje é replicado pela maior parte das empresas brasileiras, que é focado majoritariamente em resultados financeiros, dificulta um pouco o entendimento de que uma gestão que não está diretamente vinculada com lucros possa gerar mais lucro. Aqui está a maior mudança de paradigma.

No livro Reinventando as Organizações, de 2014, Frederic Laloux pesquisou profundamente várias organizações que institucionalizaram, além do senso claro do propósito de vida da empresa, modelos de autogestão, busca por integralidade (reflexão pessoal sobre a jornada de trabalho ao invés de uma foto do desempenho do passado), espaços reflexivos (salas silenciosas para equilíbrio emocional, práticas de reflexão em grupo, meditação), gestão de conflitos através da Comunicação Empática e mediação de conflitos, entre outras.

Todas as organizações citadas no livro não alteraram suas práticas com o intuito de ganhar mais dinheiro, mas sim de melhorar a qualidade de vida interpessoal e sistêmica, ou seja, das pessoas e do planeta como um todo.

Todas elas tiveram resultados financeiros muito além dos esperados e o crescimento gigantesco de algumas torno-as cases de sucesso e referências desse modelo de gestão.

Portanto, propósito claro, cuidado com o bem-estar das pessoas e o senso de pertencimento a uma ‘causa maior’ devem ser observados por gestores que desejam prosperar nesse novo contexto da humanidade.

Após recorde, Seguro Sem Mistério recebe CEO da Fator Seguradora 1039

Luís Eduardo Assis e outros convidados participam da transmissão ao vivo, na próxima terça (01), no canal do JRS no YouTube

O programa Seguro Sem Mistério, que lançou seu novo formato na última terça (24), vai receber o CEO da Fator Seguradora, Luís Eduardo Assis, na edição da próxima semana. A transmissão do dia 1º de dezembro começará a partir das 18h50min e a participação de Assis, que comentará sobre o cenário macroeconômico do Brasil, acontece a partir das 19h30min. Tudo pode ser acompanhado através do canal do JRS no YouTube.

A atração é apresentada por Júlia Senna e William Anthony e mescla entrevistas, notícias e reportagens sobre o universo do seguro – o que diferencia a transmissão e deixa muito mais dinâmica e interativa a participação do público, que pode enviar perguntas e mensagens através do chat. Quase 2 mil pessoas já conferiram a edição de estreia a nova dinâmica do Seguro Sem Mistério.

Confira o programa da última terça-feira (24):

Black Week Icatu terá planos de previdência por R$ 50 1234

Henrique Diniz é diretor de Produtos de Previdência Privada da Icatu Seguros / Reprodução

Data servirá para democratizar o acesso de investidores a mais de 70 fundos

Maior marketplace de previdência do país, a Icatu Seguros participa de uma das principais datas do varejo com condições diferenciadas de investimentos em seus fundos de previdência, para democratizar o acesso de investidores. A Black Week Icatu traz cerca de 70 fundos – multimercados, multimercado crédito privado, renda fixa e renda fixa crédito privado, entre outras opções – com aplicações mínimas reduzidas de R$ 50 mensais ou aportes de R$ 1 mil até 27 de novembro.

O objetivo é estimular novos entrantes no mercado de previdência e permitir que o investidor possa testar os serviços e opções de investimentos, com o incentivo dos valores mínimos reduzidos – menos de R$ 2 por dia para aplicar em produtos renomados do mercado. Esta é uma oportunidade para democratizar ainda mais o acesso dos investidores dentro da filosofia da empresa de atuar como consultora, visando despertar nas pessoas a importância dos investimentos com objetivo de longo prazo.

“Nossa missão é ajudar o participante a atingir seus objetivos de aposentadoria a partir de uma análise ampla e de acordo com seu perfil de risco. Há um novo horizonte para a experiência do usuário: consumidores estão livremente conectados a estratégias de investimento, gestoras de fundos, formas de contratação e comparação de produtos. Isso é muito mais do que simplesmente maximizar seus retornos financeiros. Queremos contribuir para a educação financeira de nosso cliente”, explica Henrique Diniz, diretor de Produtos de Previdência da Icatu.

Com cerca de 300 fundos em mais de 90 gestores renomados, a Icatu acredita que ampliar o acesso dos brasileiros a soluções financeiras é a melhor forma de planejar o futuro. Por isso, nos últimos anos a empresa iniciou um movimento que vem ganhando ainda mais força em 2020: a criação de produtos variados que priorizam essa democratização, seja por meio da redução de aportes e aplicações mínimas mensais ou zerando as taxas de carregamento. A previsão é encerrar o ano com mais de R$ 42 bilhões de reservas.

Doadores de sangue podem ganhar um Seguro de Acidentes Pessoais 982

Doadores de sangue podem ganhar um Seguro de Acidentes Pessoais

Campanha “Heróis existem na vida real” é promovido pela ZL Brasil Corretora de Seguros

A ZL Brasil Corretora de Seguros lançou nesta quarta-feira (25), Dia Nacional do Doador de Sangue, a campanha “Heróis existem na vida real”. Válida até o dia 04 de dezembro de 2020, a iniciativa dará um Seguro de Acidentes Pessoais para quem é doador.

Gostou? Para participar é muito simples, basta enviar uma foto do comprovante de doação para o e-mail contato@zlbrasilseguros.com.br. O Seguro AP tem validade de um ano.

Divulgação
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Distribuída em 3 unidades: Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC) e São Paulo (SP), a ZL Brasil Corretora de Seguros conta com um time de profissionais altamente capacitados, com mais de 10 anos de experiência em seguros, para atender e assessorar, desde a contratação até a utilização de produtos do mercado segurador.

Solange Guimarães relata trajetória no mercado de seguros em livro 457

A jornalista Solange Guimarães / Divulgação

Jornalista tem uma carreira de 20 anos relacionada ao universo segurador

A jornalista Solange Guimarães lança nesta quarta (25), em evento transmitido pela internet, o livro “Mulheres do Seguro” no qual relata sua experiência pessoal e os caminhos que a levaram a construir uma carreira de 20 anos relacionada ao universo segurador.

“A indústria de seguros é fascinante e a comunicação tem uma importância central para o negócio. Ao longo dessas duas décadas o mercado de seguros e o de comunicação passaram por grandes transformações. É uma honra fazer parte dessa história”, afirma a jornalista.

O livro “Mulheres no Seguro” é uma obra coletiva de 30 executivas das mais diferentes áreas do mercado de seguros e aborda por diferentes ângulos os desafios da atuação feminina no setor de seguros. “Entendo que o caminho da inclusão e da diversidade é inexorável. O mercado de seguros só tem a ganhar com a presença feminina em postos-chave e as coautoras, que desbravaram nestas posições trazem lições valorosas para outras mulheres e o mercado em geral”, comenta Solange Guimarães.

Após longa trajetória em grandes veículos de comunicação e de 12 anos comandando a área de Comunicação Institucional e Relações com a Imprensa da SulAmérica, Solange dedica-se atualmente ao campo acadêmico e científico como doutoranda em Economia Política na Universidade Federal do ABC, à consultoria para seguradoras e à diretoria da Associação das Mulheres do Mercado de Seguros (AMMS).

“As mulheres estão ocupando os mais destacados ambientes sociais e profissionais. Isso enche o nosso coração de alegria. Quando há restrições femininas para ocupar cargos e outros espaços, o mundo perde oportunidades de crescimento e desenvolvimento. Nosso projeto busca mostrar, justamente, como a presença da mulher é importante em diferentes aspectos”, conta Andréia Roma, coordenadora geral do projeto e CEO da Editora Leader.

São 30 coautoras: Regina Lacerda, Alessandra Monteiro, Andrea Mathias, Camila Davoglio, Carolina Vieira, Daniela Paschoal, Ellen Oliveira, Enir Junker, Eva Vazquez, Fabiana Resende, Francesca Bianco, Gisele Christo, Graziella Castilho, Guadalupe de Andrade, Isabel Alves Azevedo, Isabel Barbosa, Liliana Caldeira, Linda Bessa, Margo Black, Patrícia Campos, Paula Lopes, Rosana Techima, Rossana Costa, Simone Cristina Fávaro, Simone Ramos, Simone Vizani, Solange Guimarães, Stephanie Zalcman, Vanessa Capua e Vanessa Rocha.

Ficha técnica

Título: Mulheres do Seguro
Lançamento: 25 de novembro, organizado pela TV Gestão RH
Editora: Editora Leader
ISBN: 978-65-88368-11-4
Páginas: 360
Formato: 22,8 x 15,4
Preço: R$ 69,90
Vendas virtuais: Submarino, Americanas.com, Shoptime, Extra, Casas Bahia, Ponto Frio e Amazon
Vendas físicas: Saraiva, Cultura, Travessa, Livraria da Vila, Martins Fontes, Livrarias Curitiba

Impacto da LGPD no segmento de inteligência de dados para o setor da Saúde 443

Impacto da LGPD no segmento de inteligência de dados para o setor da Saúde

Confira artigo de Natália Goda, especialista em Direito Tributário

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), Lei nº 13.709/2018, que regula as atividades de tratamento de dados pessoais, entrou recentemente em vigor e a partir de agora as empresas e órgãos públicos devem oferecer ainda mais segurança aos seus usuários no Brasil. A criação dessa lei inseriu o Brasil em grupo de diversos países que já contam com uma legislação específica para a proteção de dados e de privacidade para seus cidadãos, como é o caso da União Europeia, que possui desde 2018 a contar com o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (GDPR), ou no caso dos Estados Unidos, no estado da Califórnia, o California Consumer Privacy Act of 2018 (CCPA)

Aqui no Brasil a LGPD alterou os artigos 7º e 16 do Marco Civil da Internet, mostrando que a proteção de dados é fundamental para a garantia de todos os direitos de liberdade e de privacidade da população. A Funcional Health Tech, empresa líder em inteligência de dados e serviços de gestão no setor de saúde, reforçou ainda mais seu compromisso com a proteção de dados, pois realiza a total privacidade de informações em todos os seus processos.

Para ampliar sua jornada de aperfeiçoamento e adequação com a lei, foram contratadas duas consultorias externas, o escritório Dannemann Siemsen, para a assessoria legal, e a empresa Cypher, para a assessoria técnica focada em segurança. Com o suporte técnico e jurídico prestado, a companhia continuará a oferecer a efetiva transparência e proteção a seus clientes. Esses fatores são essenciais em uma operação de ciência de dados, principalmente no setor em que atuamos, como o da Saúde. Para a companhia, a segurança de dados é fundamental e é vital. Esta iniciativa reforça a credibilidade na operação de dados de terceiros, em que é preciso de confiança de governança. A regulamentação é positiva para o nosso tipo de negócio, com o estabelecimento de regras claras e um mercado regulado com conformidade na lei.

Este tipo de trabalho se faz necessário para a inteligência de dados e serviços de gestão que trabalha com dados de grandes companhias. A Funcional Health Tech, por exemplo, oferece serviços de alta tecnologia para vários players do mercado de saúde, incluindo empresas, farmácias, indústria farmacêutica, planos de saúde e hospitais. Fundada em 1999, a companhia está conectada a mais de 70 mil farmácias em todo território nacional, possui mais de 150 clientes corporativos, processa mais de R$ 10 bilhões ao ano em seus sistemas de gestão na rede de farmácias e cerca de R﹩ 5 bilhões de contas médicas em Health Analytics. Recentemente, adquiriu o grupo Strategy/Prospera, que oferece serviços de consultoria atuarial e regulatória junto à ANS, e passou a ser a maior operadora independente de dados de saúde do país, com 7 milhões de vidas vinculadas aos seus clientes.

Os valores de uma cultura corporativa forte apoiam os avanços que a nova lei trará ao mercado e firma seu compromisso de aperfeiçoamento de processos. Como parte da cultura #éissoquenosune da Funcional Health Tech, a empresa investe em um contínuo aprendizado de melhores práticas, para a construção conjunta e efetiva de soluções de inovações por parte de seus gestores e colaboradores. Aperfeiçoando a governança e as práticas de proteção é possível conquistar cada vez mais o desenvolvimento constante de políticas e utilização de dados. A frente da gerência jurídica de Risco e Complience, observo que todo o time já tem como premissa pensar em privacidade desde a ideia, concepção e desenvolvimento do produto. Com a nova lei em vigor passaremos a ter uma governança muito mais efetiva e com mais transparência do que fazemos com o dado de terceiros. Além da transparência, proporcionamos mais segurança de uma relação com o cliente, que reflete também para o consumidor final, o dono do dado. A cadeia toda ficará mais segura e transparente.

*Natália Goda, especialista em Direito Tributário, é gerente jurídica de Risco e Compliance da Funcional Health Tech

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