CEO do CIEE defende programa efetivo de geração de emprego para jovens 587

Humberto Casagrande é CEO do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) / Reprodução/CIEE

Confira artigo de Humberto Casagrande, CEO do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE)

Um dos assuntos mais debatidos e comentados do momento tem sido sobre o dispositivo que irá prorrogar, até o final de 2021, a desoneração da folha de pagamento de empresas de 17 setores da economia e que, atualmente, empregam mais de 6 milhões de pessoas nas áreas de call center, comunicação, tecnologia da informação, transporte, construção civil, têxtil, entre outras.

Novamente, o País curva-se diante de um tema com propósito paliativo, que terá data marcada para terminar e que não resolverá os graves e permanentes problemas da geração de emprego e renda da população, que, inclusive, se agravaram nos últimos meses com a pandemia da Covid-19. Mais do que nunca, é preciso reconhecer que falta ao País um projeto estruturado de geração de emprego e renda, que, neste momento, também passa pela retomada da economia, que contemple tanto o lado empresarial para a criação de postos de trabalho – aí incluídas iniciativas do poder público e da iniciativa privada – quanto dos interesses da população economicamente ativa. Mas para isso acontecer, há problemas de fundo para serem resolvidos, como a questão fiscal, visando o equilíbrio das relações contratuais nas empresas, e a geração de uma poupança de longo prazo, pois sem investimento, não teremos perspectivas econômicas promissoras para o Brasil.

Enquanto dirigente de uma entidade – com mais de cinco décadas de existência – que zela pela qualificação e colocação no mercado de trabalho de jovens, não podemos nos conformar com os assustadores dados que a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, com série histórica desde 2012, apontou com relação à empregabilidade dos jovens: a diferença da taxa de desemprego na faixa etária de 18 aos 24 anos e da média dos brasileiros ativos atingiu 16,4 pontos percentuais no segundo trimestre deste ano, que representa uma distância que nunca havia sido registrada antes entre os dois indicadores.

O triste número mostra que, embora o desemprego tenha aumentado para todos entre abril e junho, para a faixa etária de 18 a 24 anos ele atingiu 29,7%, contra 13,3% para a média da população ativa. Nenhum grupo dentro da pesquisa — nas divisões por idade, escolaridade e gênero — foi mais afetado do que esses jovens, cuja taxa de atividade no mercado de trabalho despencou quase nove pontos percentuais, de 68,8% para 59,9%.

Aliado a este problema da falta de emprego, o Brasil também está diante de outra grave situação: a evasão escolar. Se antes da pandemia o País já vinha enfrentando este cenário, agora, o problema pode se transformar numa grave crise socioeducacional e que poderá ser irreversível para o futuro dos nossos jovens se nada for feito a curtíssimo prazo.

Em todos esses meses, a entidade se mobilizou para propor mecanismos que auxiliassem o poder público a encontrar soluções para a geração de emprego. Foi o caso, por exemplo, da proposta de Medida Provisória, encaminhada ao Ministério da Economia, que prevê a abertura de até 400 mil vagas para aprendizes no Brasil e que, por meio de uma petição online, reuniu milhares de assinaturas pelo País. Baseada na Lei de Aprendizagem, a proposta do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) sugere que o governo auxilie no pagamento dos salários dos aprendizes em pequenas e médias empresas.

O investimento público proposto seria de 6 bilhões de reais, ou 0,5% do orçamento do Governo Federal destinado à sociedade em resposta à pandemia da Covid-19. Segundo levantamento do CIEE, o custo de um aprendiz para uma empresa é de 30 mil reais em um contrato de dois anos. Ao menos 400 mil vagas seriam viabilizadas com o auxílio do governo. Vale lembrar que, segundo uma pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), encomendada pela entidade, o impacto direto e indireto dos aprendizes na economia é de R$ 5,6 bilhões anuais. Entretanto, a proposta não teve a merecida atenção por parte do Governo Federal e continua parada, aguardando análise, o que preocupa muito diante do cenário atual.

Ressalto que considero importante iniciativas cujo o objetivo seja preservar os empregos – como a manutenção da desoneração da folha de pagamento –, mas também reforço que o País necessita implementar políticas de geração de emprego e renda, além de políticas educacionais, que sejam efetivas e transformadoras, para mudarmos, definitivamente, o quadro desta geração de jovens, como garantia de um futuro promissor para a nação.

3 maneiras de maximizar seus KPI’s 497

3 maneiras de maximizar seus KPI's

Confira dicas da WCA, startup de Inteligência Comercial

As métricas são a melhor maneira de compreender e resolver muitos dos problemas que um negócio enfrenta. Em outras palavras, os KPI’s são fundamentais para a tomada de decisões.

No entanto, ainda há quem acredite que os KPI’s não são tão importantes ou úteis para o negócio e que não levam a tomadas de decisões assertivas. Mas a verdade é que nestes casos, provavelmente os indicadores estão sendo utilizados de maneira errada.

Por isso, o diretor Comercial da WCA Inteligência Comercial, Wan Ming Chung, questiona se seus KPIs estão dizendo o que você precisa saber? E se você está perdendo tempo e esforço valiosos coletando as informações erradas?

Para que as métricas façam sentido, o executivo explica que é importante fazer com que elas trabalhem para responder perguntas importantes para o negócio. Sendo assim, Chung dá algumas dicas para maximizar os indicadores empresariais.

Maximize seus KPI’s

1. Escolha KPI’s que olham para a frente, não para trás

Os KPI’s contam o que acabou de acontecer, mas não preveem o que está por vir. Às vezes, informações sobre o passado são úteis, mas se você está procurando prever para onde as coisas estão indo, é preciso ajustar as métricas coletadas para fornecer informações que permitirão fazer uma estimativa fundamentada sobre o que está por vir.

Em outras palavras, preste muita atenção às métricas que são monitoradas e escolha aquelas que são os principais indicadores do desempenho atual do seu negócio.

Algumas previsões são possíveis para quem automatiza o processo, como prever exatamente quando o negócio ficará sem estoque, desde que os indicadores certos sejam acompanhados.

Portanto, evite monitorar indicadores que falam sobre o passado e concentre-se naqueles que permitem que você olhe para o futuro.

2. Não deixe que os números o induzam a sentir que está no controle

Quanto mais números, painéis e gráficos estiver à sua disposição, mais você sentirá que está no controle da situação. Porém, nem sempre esse é o caso. Se as métricas que estão sendo monitoradas não estão alinhadas com os objetivos comuns do negócio, não haverá garantia de resultados, os números precisam ser relevantes.

3. Dados muito abrangentes podem atrapalhar

Suponhamos que sua empresa venda produtos em nível nacional. Se um dos indicadores for muito amplo, algum dado importante como a baixa nas vendas em uma das capitais pode ser mascarado por dados de alta nas vendas das demais regiões.

Portanto, se seus KPI’s não forem segmentados o suficiente, você pode estar perdendo a oportunidade de permitir que certas regionais mudem seu comportamento.

Soluções tecnológicas podem facilitar essa medição, principalmente, quando transformam dados em cores e notas, facilitando a análise, evitando erros e tornando o processo realmente assertivo.

Analisar dados de desempenho são fundamentais, mas em resumo, escolher os KPI’s adequados e ser suportado por tecnologias que zeram os erros e inconsistências e ainda facilitam a análise são cruciais para maximizar os benefícios dessa prática.

*A WCA é uma startup de Inteligência Comercial originada de 21 anos de experiência em tecnologia focada no negócio, especialista em Planejamento Integrado de Demanda / S&OP, Desdobramento de Metas de Vendas e Análise de Eficiência e Desempenho.

LGPD no setor de investimentos: qual é a importância? 325

LGPD no setor de investimentos: qual é a importância?

Confira artigo de Ailton Torres, CIO (Chief Information Officer) da SmartBrain

Mudanças, disrupções…As inovações tecnológicas avançam exponencialmente no setor de investimentos. Está havendo uma forte migração do mundo físico para o digital. Plataformas e softwares facilitam cada vez mais a vida dos investidores em diversas etapas como simulações de investimentos, aplicações, operações no mercado e controle de carteiras. Na maioria dos casos é preciso preencher cadastros para ter acesso e fazer contratação de serviços.

Porém, quando se trata de dinheiro, carteiras de investimentos e patrimônio, uma das preocupações ou receios dos investidores é em relação à digitação de dados para poderem usufruir das inúmeras soluções oferecidas no mercado, inclusive com o uso de inteligência artificial.

Nesse contexto, a Lei Geral de Proteção de Dados (13.709/18) conhecida como LGPD, que entrou em vigor recentemente e estabelece regras para todos os tipos de companhias e organizações, também traz mais confiança ao setor de investimentos e tende a acelerar o seu desenvolvimento.

De forma geral, a LGPD funciona como um guia de boas práticas para assegurar o direito à privacidade e à proteção de dados pessoais dos clientes – nome, endereço, telefone, RG, CPF, entre outros, e de dados sensíveis como religião, posicionamento político, orientação sexual, gênero e questões ligadas à saúde.

Os princípios da LGPD e a segurança dos dados dos investidores

Pelas novas regras, as empresas devem ter muito bem mapeado todo o fluxo de dados pessoais dos investidores: onde entram, as condições de armazenamento, quem tem acesso e como essas informações são descartadas ou destruídas. As organizações devem contar com um Data Protection Officer (DPO), profissional que atua como supervisor de proteção das informações, também responsável por relatar às autoridades competentes possíveis problemas como ataques cibernéticos, invasões de sistemas e vazamentos de informações.

É importante você saber também que agora vigoram princípios que oferecem maior proteção quando os investidores precisam fornecer dados. Entre eles, os princípios de legítimo interesse e de finalidade, isto é, as empresas têm que coletar apenas dados para execução do seu negócio e expor claramente os objetivos dos dados solicitados. E cabe aos usuários consentirem de que forma suas informações podem ser usadas. Com essas regras, passam a ser requeridas somente as informações estritamente necessárias – nada a mais ou a menos. Antes, infelizmente, era muito comum algumas organizações pedirem dados excessivos dos clientes, sem critério, descontroladamente.

Medidas técnicas de segurança têm que ser adotadas como a criptografia para evitar a captura ou leitura dos dados por terceiros e a nova lei também contempla o direito à anonimização. Para você entender melhor, um dado anonimizado é um dado pessoal ou sensível que é tratado para que seu conteúdo não possa ser vinculado ao seu titular. Tudo isso é importante na área de investimentos para preservar o sigilo e proteger informações confidenciais, evitando a exposição do patrimônio dos investidores.

Outro ponto contemplado na LGPD é que a qualquer momento os investidores podem revogar a permissão de uso de dados porque têm o direito ao esquecimento, isto é, a exclusão das suas informações das bases ou plataformas dos prestadores de serviços, exceto quando existe amparo legal para a retenção das informações, por exemplo, as requeridas por órgãos reguladores como o Banco Central e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Atualmente, em casos de falhas de segurança, violações e vazamentos de dados, as empresas já podem ser notificadas por autoridades e são obrigadas a se explicarem. Mas, assim que a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPN) for constituída, receberá as reclamações de clientes, os relatos das próprias empresas sobre problemas e julgará os casos, de acordo com o nível de gravidade de cada um. Entre os fatores que serão levados em conta nos julgamentos estão a vantagem pretendida ou auferida pelo infrator, os tipos de danos aos clientes ou usuários, reincidências e a agilidade na adoção medidas corretivas pelas empresas. As sanções, conforme a lei, vão de advertências até multas de 2% sobre o faturamento anual, limitada a R$ 50 milhões, bem como a exigência de medidas corretivas no tratamento de proteção de dados.

Seguro para doenças graves é fundamental para complementar plano de saúde 486

Seguro para doenças graves é fundamental para complementar plano de saúde

Confira artigo de Patrícia Araújo, consultora financeira e especialista em despesas pessoais e gestão de risco

O seguro de vida para doenças graves é uma alternativa importante para complementar o plano de saúde. Quando descobrimos um câncer de mama avançado, por exemplo, existem muitos exames caros que nem sempre são liberados rapidamente pelo plano e, infelizmente, os casos de câncer pelo mundo só aumentam. Estimativa Instituto Nacional de Câncer (INCA) aponta que, para cada ano do triênio 2020/2022, serão diagnosticados no Brasil 66.280 novos casos de câncer de mama, com um risco estimado de 61,61 casos a cada 100 mil mulheres.

Patrícia Araújo é consultora financeira e especialista em despesas pessoais e gestão de risco / Divulgação
Patrícia Araújo é consultora financeira e especialista em despesas pessoais e gestão de risco / Divulgação

Ainda segundo o INCA, o câncer de mama é o mais incidente entre as mulheres. Em 2018, ocorreram 2,1 milhões de casos novos pelo mundo, o equivalente a 11,6% de todos os cânceres estimados. Esse valor corresponde a um risco estimado de 55,2/100 mil. As maiores taxas de incidência esperadas foram na Austrália e Nova Zelândia, nos países do Norte da Europa e na Europa Ocidental.

Dessa forma, o seguro de vida para doenças graves modular oferece maior chances de recuperação do paciente, já que permite a cobertura de exames e procedimentos de alto custo, além de arcar com as despesas essenciais mensais do paciente, que muitas vezes não pode trabalhar e fica sem renda. O seguro cobre, por exemplo, procedimentos importantes no caso de câncer de mama, como PET Scam, que é um exame de diagnóstico por imagem capaz de avaliar o corpo inteiro detalhadamente para saber se há metástase, com um custo aproximado de R$ 15 mil e que, geralmente, o plano demora para autorizar. Além disso, a modalidade inclui alternativas para melhorar aspectos físicos do paciente, como touca que evita a queda de cabelo, ou a peruca, que muitas vezes tem o preço inacessível, em torno de R$ 5 mil.

Dependendo da doença, o seguro também cobre operação com tecnologia avançada por meio de robôs, que oferece menor chance de contaminação e menor tempo de recuperação. Além disso, cobre as despesas mensais do paciente que fica afastado para o tratamento da doença, que geralmente inclui quimioterapia, em que a pessoa fica fraca e vulnerável.

No caso de doenças graves como o câncer de mama avançado, o seguro paga 150% do capital segurado. Supondo que o segurado defina o valor de R$ 500 mil para qualquer tipo de câncer e seja detectado um câncer de mama avançado ele vai receber 50% a mais, ou seja, R$ 750 mil.

O valor do capital segurado leva em consideração o faturamento da pessoa. Se ela ganha R$ 300 mil ao ano, ela precisa de um capital segurado de R$ 600 mil. O cálculo também varia de acordo com a idade, risco e estado de saúde da pessoa.

O seguro de doenças graves modular é um complemento ao plano básico de seguro de vida, como um adicional ao seguro de vida total misto ou whole life. É um incremento para prevenir e trazer oportunidades mais rápidas, caso apareça alguma doença grave. Ele pode ser usado duas vezes, ou seja, se a pessoa descobre um câncer de mama e anos depois um AVC (Acidente Vascular Cerebral) ela pode usar novamente.

Esse seguro, que paga 150% do capital segurado, com cobertura de até duas doenças graves, inclui 25 doenças e procedimentos. Algumas delas são: anemia, transplante de medula, infarto, troca da válvula, aorta, Alzheimer, parkinson, pancreatite, entre outras.

Assim, a modalidade é uma combinação perfeita entre benefícios de plano de saúde junto com seguro de vida, que oferece liquidez imediata, auxiliando no tratamento mais rápido e eficiente contra o câncer de mama e outras doenças.

Carlos Wizard Martins: A Covid-19 não irá desaparecer tão cedo 602

Carlos Wizard é empreendedor social, professor, escritor e fundador do projeto social Brasil do Bem / Divulgação

Confira a íntegra do artigo de Carlos Wizard

O princípio que norteia as ações de um bom gestor público deve ser, em tese, proteger, promover e salvaguardar os interesses da população. Ou seja, colocar os interesses do cidadão acima de interesses pessoais. Um gestor com esse compromisso transforma vidas, muda realidades e coloca o interesse público em primeiro lugar. Não importa quão grave seja o desafio.

Não sou político e nem tenho pretensões políticas. No entanto, não poderia deixar de reconhecer um prefeito que recebeu uma das maiores votações do Brasil, percentualmente falando. De acordo com o TSE, o dr. Cassio Prado, foi reeleito prefeito de Porto Feliz, no interior de São Paulo, com 92% dos votos válidos. Alguém irá indagar: Qual agência de marketing ele contratou para obter um resultado tão expressivo? Não contratou nenhuma agência. Como médico, desde o início da pandemia, ele se colocou na vanguarda do combate ao coronavírus no Brasil. Dessa forma, Porto Feliz tornou-se um dos municípios com mais baixos índices de óbitos em decorrência da doença.

Com uma população de aproximadamente 52 mil habitantes, a cidade registrou um total de 2.261 casos de pacientes infectados até o final da primeira quinzena de novembro, sendo que 2.241 foram curados e 15 apenas deles vieram à óbito. Usando dados do Ministério da Saúde, o Brasil tem 210 milhões de habitantes, com um índice de 79 óbitos por Covid-19 em 100 mil habitantes. Porto Feliz, por sua vez, está muito abaixo da média nacional. Assim, se Porto Feliz fosse o Brasil, teríamos por volta de 59 mil óbitos em todo o país, em vez de 165 mil. Isto significa que mais de 100 mil vidas teriam sido poupadas seguindo o protocolo utilizado nessa cidade que merece ter o nome de Porto Feliz.

Mas qual é o segredo desse resultado? A baixa taxa de mortalidade só foi possível porque a atual gestão do município agiu de forma corajosa, desenvolvendo ações para o tratamento precoce da doença, administrando um kit de medicamentos assim que identificados os primeiros sintomas. Isso impediu que os infectados pela doença tivessem seus estados agravados para as fases 2 e 3 da doença.

É corajosa, pois, a iniciativa do Dr. Cássio Prado, que se colocou como defensor do tratamento com medicamentos que foram amplamente criticados, priorizando salvar a vida dos pacientes e dos cidadãos, ainda que isso significasse ir contra a orientação original para que os infectados só procurassem ajuda médica caso os sintomas se agravassem.

Tudo indica que essa pandemia e os efeitos adversos da Covid-19 não irão desaparecer tão cedo. Em vários países desenvolvidos temos visto a segunda onda da pandemia voltar tão forte quanto a primeira. Isso significa um grande alerta para os gestores públicos e para que possam tomar medidas pontuais para salvaguardar sua população contra essa doença que tem tratamento satisfatório e eficaz, desde que o paciente receba atendimento imediato. É um alerta também para a população de que não podemos baixar a guarda e nos descuidar das medidas preventivas necessárias. Afinal, tudo indica que o ano de 2021 ainda será marcado por essa trágica pandemia.

*Carlos Wizard é empreendedor social, professor, escritor e fundador do projeto social Brasil do Bem.

Após recorde, Seguro Sem Mistério recebe CEO da Fator Seguradora 1060

Luís Eduardo Assis e outros convidados participam da transmissão ao vivo, na próxima terça (01), no canal do JRS no YouTube

O programa Seguro Sem Mistério, que lançou seu novo formato na última terça (24), vai receber o CEO da Fator Seguradora, Luís Eduardo Assis, na edição da próxima semana. A transmissão do dia 1º de dezembro começará a partir das 18h50min e a participação de Assis, que comentará sobre o cenário macroeconômico do Brasil, acontece a partir das 19h30min. Tudo pode ser acompanhado através do canal do JRS no YouTube.

A atração é apresentada por Júlia Senna e William Anthony e mescla entrevistas, notícias e reportagens sobre o universo do seguro – o que diferencia a transmissão e deixa muito mais dinâmica e interativa a participação do público, que pode enviar perguntas e mensagens através do chat. Quase 2 mil pessoas já conferiram a edição de estreia a nova dinâmica do Seguro Sem Mistério.

Confira o programa da última terça-feira (24):

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