Polarização prejudica desenvolvimento do Brasil, avalia César Saut 4238

Vice-Presidente da Icatu Seguros participou de evento virtual na última sexta-feira (13)

A VI Jornada de Seguros e Benefícios do Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul (CVG RS) terminou, na última sexta (13), em alto estilo. O Vice-Presidente da Icatu Seguros e Presidente da Rio Grande Seguros e Previdência, César Saut, foi o palestrante da noite. O executivo fez uma retrospectiva sobre outras crises e abordou os aspectos de transformação desencadeados pela pandemia de coronavírus. Além disso, perspectivas para o próximo ano também foram apresentadas na palestra “Retrospectiva sobre 2020 e perspectivas para 2021: O quê importa em vida?”.

“Foram dias maravilhosos. Passaram muitas pessoas do cenário nacional de seguros por aqui e o César Saut é uma das pessoas mais envolvidas com o CVG RS. Apadrinhou a entidade”, cumprimentou a presidente do Clube, Andréia Araújo.

Plano de Contingência diante da pandemia de Covid-19

Saut lembra quando foi preciso acionar o Plano de Contingência para continuidade das atividades das companhias em que atua. “Era uma sexta-feira 13. Comunicamos 2 mil pessoas que elas iriam passar para um modelo de trabalho em home office. O Plano de Contingência havia sido construído para um incêndio ou uma inundação. Não para uma pandemia. Naquele momento, observávamos as altas expectativas de mortes e também os números da economia e do desemprego”, lembrou.

O executivo citou a Gripe Espanhola, que desencadeou em 50 milhões de mortes entre os anos de 1918 e 1920. Naquela época, a população mundial era de 1,3 bilhão de pessoas. Outro fato histórico mencionado pelo palestrante foi a 2ª Guerra Mundial, que vitimou 85 milhões de pessoas entre 1939 a 1945 em um período que o mundo tinha 1,6 bilhão de população. “Durante a Crise Econômica de 2008 aproximadamente 250 milhões de pessoas estavam conectadas à internet. Agora, com a crise do coronavírus, este número saltou para 4,57 bilhões de pessoas. A população mundial, hoje em torno de 7,9 bilhões de seres humanos, viu mais de 1,2 milhão de mortes em 2020 por conta da pandemia”, resumiu. “A evolução do fator dominante da humanidade também nos traz um aprendizado em geral. Antes, a dominância vinha pela força física e sua imposição. Em um segundo momento, é possível dominar o mundo pelo capital, pela capacidade de comprar. E agora a gente viu uma terceira onda, que é absolutamente irreversível, a gente entra na onda da informação, conexão e capacidade de utilização da dados é o que faz a força se estabelecer ou o capital ser potencializado”, justificou.

César Saut é Vice-Presidente e acionista da Icatu Seguros, além de Presidente da Rio Grande Seguros e Previdência / Foto: William Anthony/JRS
César Saut é Vice-Presidente e acionista da Icatu Seguros, além de Presidente da Rio Grande Seguros e Previdência / Foto: William Anthony/JRS

A Era dos Dados, na visão de César Saut, ficou evidenciada com a eleição do atual presidente do Brasil. “Foi eleito sem capacidade econômica. Não teve uma campanha eficiente, mas sim uma mobilização das redes sociais que o fizeram existir. É um fenômeno mundial e relativamente irreversível, onde a informação e a conexão dominam. Imagine há 20 anos atrás ou quando houve até mesmo a Crise Econômica de 2008 se tivéssemos algo como a pandemia? Nem a íntegra dos funcionários e clientes teria acesso à web para conseguir trabalhar presencialmente”, comparou. “Pagamos 200, 300 indenizações por dia no Sul. Não mudou-se absolutamente nada. Não houve necessidade de atrasar ou mudar nada por não se ter a presença física e estarmos fazendo tudo pela internet”, acrescenta. “Imagine se este vírus não tivesse afetado as pessoas, mas sim as comunicações? Aí sim teríamos o pior dos mundos, com pessoas sem poder acessar suas contas correntes, por exemplo”, demonstrou.

Polarização prejudica desenvolvimento do Brasil

“Apesar desse lado positivo fomos muito prejudicados pela polarização, que alimenta a ignorância. A discussão entre Economia ou Vida foi uma das menos inteligentes que se poderia ter levantado. Esquerda ou Direita. Remédio A ou Remédio B. Vacina Obrigatória ou Sem Vacina? Sempre que há uma discussão a ignorância reside em ambos os extremos. A tendência dos entendimentos é discutir meios e formas para conseguir acolher o maior número de pessoas. Aqui no Brasil vimos em diversos níveis, municípios, estados e até em nível federal as decisões sendo tomadas de forma polarizada e entramos em discussões absolutamente improdutivas para o desenvolvimento do País. Isso tem um custo”, disse César Saut ao lembrar que o coronavírus deixou alguns aprendizados. “A Covid-19 mostrou efetivamente que todos são iguais e que algumas discussões são inócuas, incompetentes e não poderiam se estabelecer. Todos foram para casa, independente de questão social, econômica, sexual, religiosa, entre outras. Qualquer estereótipo que se queira traçar sobre alguém não faz nenhum sentido”, compactou.

“Mercado ocupado não é mercado disponível”

9 em cada 10 pessoas no Brasil não possuem algum tipo de seguro de vida. Diante desse número, o especialista afirma que o mercado precisa identificar quem é o seu público-alvo. “Todos foram afetados, mas os executivos e funcionários de seguradoras e corretoras focam em determinado nicho ou segmento sem compreender que mercado ocupado não é um mercado disponível, que é absolutamente amplo e promissor”, emendou Saut ao lembrar que a pandemia gerou sensação de finitude e fragilidade.

Desemprego preocupa

“O mundo pensou praticamente nas mesmas questões e temos a questão da Transformação Digital. No Brasil temos 10 robôs para cada 10 mil trabalhadores. Em nível mundial essa média é de 74 robôs. Até 2021, a expectativa é que a automação substitua 4 milhões de empregos. Quem serão os trabalhadores que ocuparão as vagas do futuro?”, questionou ao apresentar números da Consultoria Gartner. “Essa ameaça é complicadíssima em um país com 14% da população economicamente ativa desempregada. Segundo a FGV, 69,39% das pessoas tiveram perda na renda mensal por conta da pandemia. A renda do brasileiro caiu de R$ 1.118 para R$ 893, cerca de 20% menos”, embasou.

“Estamos em uma situação que uma luz laranja está acessa. O mutualismo, como os programas assistenciais, não poderão deixar de existir em um curto espaço de tempo. Discussões sobre Bolsa Família ou Auxílio Emergencial estão relacionadas ao desemprego, que não tende a diminuir e isso não é um problema exclusivo do Brasil. A Transformação Digital está sim eliminando empregos e este é um problema inerente à educação. Também não estamos gerando empregos suficientes para as gerações que estão vindo”, afirmou o Vice-Presidente da Icatu Seguros em evidenciar que Bolsa Família e Auxílio Emergencial custam R$ 285 bilhões de reais para atender 117 milhões de brasileiros, enquanto que, apenas a esfera pública federal consome R$ 400 bilhões para atender 1,6 milhão de brasileiros que estão ativos ou inativos.

“É preciso sim se preocupar com o nível de desemprego desse país e com a necessidade de reformas. A máquina pública precisa custar menos. Se a gente não custar menos não haverá dinheiro para investir em educação. E aí vira um ciclo vicioso. Sem educação você fica sem capacidade de gerar vagas de trabalho e absorver essas gerações que de uma forma ou de outra estão vindo. Leio um cenário bastante preocupante. Se a gente continuar polarizado e não fizer o que o Brasil precisa. Se a gente ficar discutindo coisas que não são importantes para o desenvolvimento de uma sociedade e não discutirmos eficiência na máquina pública e sem melhoria da educação estaremos bastante comprometidos com o país do amanhã de uma maneira geral”, projetou o também presidente da Rio Grande Seguros e Previdência.

Reformas e Educação são pontos-chave

César Saut considera as reformas e a educação como pontos fundamentais para uma guinada nos resultados do Brasil. “Vivemos em um mundo dinâmico, que não é mais estático. Os ciclos estão cada vez mais curtos. Um indivíduo hoje tem de ter capacidade constante de aprender, desaprender e reaprender. O que se sabe é transitório e para um determinado tempo, que é muito curto. A humildade virou fator preponderante para o desenvolvimento do individuo e as habilidades são essencialmente humanas. Robôs não sabem lidar com sentimentos, não têm empatia para atender. Já existem trabalhos nesse sentido. Mas hoje, de uma maneira geral, é possível identificar quando o atendimento de um robô. O robô tem de estar a serviço do ser e não ser protagonista do processo”, complementou.

O palestrante do último encontro promovido pela VI Jornada de Seguros e Benefícios do CVG RS também mostrou números projetados pela economista da Icatu Seguros, Victória Werneck. De acordo com a expert, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil deve cair 4,9% em 2020, mas a expansão no próximo ano deve ser de 4,5%. “É uma perspectiva positiva em um ano quase que catastrófico. A Selic, que já foi de 14%, hoje está em 2%. Para 2021, a projeção é de que fique em 3,2%”, comentou Saut.

“Outro dado preocupa. O mundo terá uma média de crescimento de 5,4% em 2021. Isso significa que o crescimento nos países desenvolvidos deve ser de 4,6% e 5,9% em países emergentes, segundo o FMI. O Brasil deve crescer, de novo, menos que o mundo. Todos nós deveríamos nos preocupar sim. Volto ao tema educação. Por que crescemos menos que o mundo? Por que há 200 anos somos os maiores produtores de café e a Alemanha o maior exportador?”, exemplificou. “Há uma clara mensagem com isso: é que precisamos de mais eficiência em tudo. Ser mais humilde para reaprender o que a gente faz e não vai bem”, diagnosticou.

Transição demográfica e econômica

Outro ponto abordado pelo executivo foi a transição demográfica do Brasil. Na opinião de Saut, “a mais rápida de todas”. “Em 1910, a expectativa de vida era de aproximadamente 30 anos. Passou para 50 anos em 1950 e, agora, passa de 80 anos, dependendo da região”, apontou. “Isso significa que também teremos uma transição econômica muito alta. Temos tanto potencial e capacidades. Este País ainda vai ser muito grande. Tem mercado para absolutamente tudo. Todos que operarem com propósito vão resistir ao tempo e vão crescer. Por isso é importante pensar o que vamos fazer com as experiências da pandemia”, sinalizou.

Números da Icatu Seguros:

Investimentos em Tecnologia da Informação:

2019: R$ 152,5 milhões.
2020: R$ 187,1 milhão (R$ 139,7 milhão até setembro ).

Resultado Financeiro:

2018: R$ 157,7 milhões.
2019: R$ 216,9 milhões.
2020: R$ 30 milhões.

Lucro:

2018: R$ 271,9 milhões.
2019: R$ 319,8 milhões.
2020: R$ 300 milhões (R$ 240 milhões até setembro).

“Olha a capacidade de reaprender e fazer absolutamente tudo ao se reinventar. Nossa solidez vem do lucro, do resultado e dos investimentos que se faz. Investimos R$ 730 milhões em aquisições e não diminuímos isso. Outra grande aquisição foi realizada há pouco, em meio à pandemia, e gerará efeito no começo do ano. Essa resiliência é, de uma forma ou de outra, a característica da nossa empresa, do mercado, do nosso povo e do Brasil. Essa resiliência é o que me faz crer que a gente vai crescer. O melhor país para se estar neste momento é esse. Estamos tão atrasados que vamos crescer mais do que os outros. Transição demográfica mais violenta que o mundo já vivenciou”, dissertou César Saut.

“É preciso se reinventar o tempo inteiro. Não é imaginar que produto e a solução, mas sim a postura da equipe, da gestão, da empresa, produtos e do próprio negócio em si. Em via de regra, assim como Brasil, temos de conseguir entregar qualidade e eficiência em praticamente tudo. A gente precisa entregar mais com menos”, explicou.

Apesar do ano duro, o palestrante demonstra o orgulho pela equipe da Icatu Seguros. “Temos de nos orgulhar daqueles que estão conosco nessa empreitada de construir uma empresa maior, melhor e cada vez mais forte”, disse ao enfatizar que é preciso saber lidar com diversas questões como a digitalização, a inovação, como lidar com os grupos de risco, como administrar a integração do home office com o trabalho híbrido e outros temas, como a gestão de espaços físicos em um modelo mais racional.

“Tem sido um ano muito duro, mas temos de acreditar em pessoas. Temos de acreditar no mercado de seguros e sua potencialidade, além desse país, independente do cenário que se tenha. Isso possibilitará um futuro melhor e muito maior que foi o passado dessa nação”, finalizou César Saut ao citar parcerias e a necessidade de mudar a forma de respeitar o desenvolvimento humano, além da valorização do capital humano, daqueles profissionais que apresentam-se como verdadeiros “donos do negócio”.

Bradesco Seguros promove campanha digital para expansão do seguro residencial no Nordeste 529

Saint´Clair Lima é diretor da Bradesco Seguros / Divulgação

Ação acontece nas redes sociais e mídias locais com foco nas cidades de Salvador, Fortaleza e Recife

A Bradesco Auto/RE, empresa do Grupo Bradesco Seguros, promove uma campanha de marketing digital para apresentar as novidades e benefícios do Seguro Residencial Sob Medida, às cidades de Salvador, Fortaleza e Recife.

A ação tem como objetivo fomentar o reconhecimento e penetração do seguro Residencial na região Nordeste, a partir dos diferenciais da cobertura, com uma abordagem de conscientização e referência à cultura local.

“A campanha terá um mote regional trazendo uma identidade e sinergia com consumidores, pois usará uma expressão reconhecida localmente. Será uma comunicação continua focando nas entregas digitais (e-mails, WhatsApps, vídeos entre outros) e mídias locais de cada região”, destaca Ana Cláudia Gonzalez, superintendente de marketing da seguradora.

Além do seguro básico e acessório, comum a todos os segmentos, a nova segmentação do Sob Medida contempla proteções inéditas para casa habitual, de veraneio, apartamento e imóveis a partir de R$ 1 milhão. Um dos grandes atrativos e diferenciais é a nova cobertura para atividade comercial na residência, que ampara desde escritórios a pequenos comércios ou estabelecimentos dentro da moradia habitual.

“O seguro residencial passa a ser visto, pelo consumidor, como prioridade, pois o ambiente de trabalho e a residência se misturam com a prática crescente do home office. Com isso, o setor se prepara para mudanças tanto na forma de comercialização, como também de produtos que atendam às novidades e riscos do trabalho a distância, entre eles os seguros para equipamentos mais sofisticados instalados nas residências”, afirma Saint´Clair Lima, diretor da Bradesco Auto/RE.

O seguro ainda disponibiliza assistências emergenciais gratuitas 24h por dia, como chaveiro, vigilante, serviço de mão de obra elétrica e hidráulica, entre outros. “O gasto com recuperação ou limpeza de um imóvel destruído é alto, para quem não tem seguro. E pensar que, geralmente, a proteção residencial representa apenas 0,1% ou 0,2% do valor do imóvel”, finaliza.

Divulgação
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Confira o preço do seguro para os 10 carros mais vendidos de março 431

Confira o preço do seguro para os 10 carros mais vendidos de março

De acordo com levantamento exclusivo da Youse, Fiat Mobi tem o seguro mais barato e Fiat Toro, mais caro; Preços começam em R$ 1.444 por ano

A Youse, plataforma de seguros digital, simulou os preços do seguro auto para os modelos mais emplacados em março, segundo a Fenabrave (Federação Nacional Distribuição Veículos Automotores). De acordo com as cotações para São Paulo, o Fiat Toro tem o seguro mais caro e o Fiat Mobi, o mais barato.

Para o levantamento, a Youse considerou um plano médio de seguro com cobertura contra roubo e furto, alagamento; perda total; danos materiais a terceiros e assistência guincho. “Na Youse, o cliente tem autonomia para escolher quais coberturas e assistências ele quer. Esses são fatores que influenciam no preço final também”, explica Renato Scott, gerente de pricing na insurtech.

Considerando os perfis médios de um homem de 38 anos e uma mulher de 35 anos, moradores de São Paulo, veículo 0km, sem classe de bônus, os valores dos seguros para o Fiat Mobi começam em R$ 1.444,01 anual, e para o Fiat Toro, em R$ 3.756,04. “Os valores do seguro podem variar de acordo com o perfil do cliente e ter interferências caso seja considerada a classe de bônus, em que o cliente pode receber até 50% de desconto, em média, sobre o preço cheio”, destaca Scott. Confira o levantamento completo, considerando os perfis médios simulados:

Perfil feminino, 35 anos, São Paulo, veículo 0km, sem bônus:

1 Fiat Strada R$ 2.294,20
2 Hyundai HB20 R$ 1.470,12
3 Chevrolet Onix R$ 1.466,53
4 Volkswagen Gol R$ 1.575,37
5 Fiat Mobi R$ 1.444,01
6 Fiat Toro R$ 3.756,04
7 Chevrolet Tracker R$ 1.973,81
8 Jeep Renegade R$ 1.949,04
9 Hyundai Creta R$ 1.709,19
10 Chevrolet Onix Plus R$ 1.482,35

Perfil masculino, 38 anos, São Paulo, veículo 0km, sem bônus:

1 Fiat Strada R$ 2.819,40
2 Hyundai HB20 R$ 1.599,40
3 Chevrolet Onix R$ 1.577,86
4 Volkswagen Gol R$ 1.714,32
5 Fiat Mobi R$ 1.556,35
6 Fiat Toro R$ 4.255,00
7 Chevrolet Tracker R$ 2.146,36
8 Jeep Renegade R$ 2.126,74
9 Hyundai Creta R$ 1.835,42
10 Chevrolet Onix Plus R$ 1.596,35

Quais são os carros com melhor custo-benefício do Brasil 446

Quais são os carros com melhor custo-benefício do Brasil

Comparar opções é fundamental antes de comprar um automóvel

Você sabe quais são os carros com melhor custo-benefício do Brasil? Essa é uma pergunta difícil de responder. Pode ser que os carros Chevrolet estejam nessa lista, pode ser que estejam os da Fiat, Volkswagen ou qualquer outra marca. Seja como for, é fundamental ter em mente que calcular o custo-benefício de um automóvel é essencial antes de fazer a sua aquisição.

Atualmente, o mercado automotivo no Brasil não vive bons momentos. Apesar de ter um carro seguir como o sonho de consumo mais comum do brasileiro (ao lado de ter uma casa), não é todo mundo que tem condições de comprar um veículo atualmente, especialmente um 0 km. Basta ver o fato de que o preço dos carros mais vendidos do Brasil subiu quase 10% em um único ano, justamente um período de pandemia.

Portanto, é essencial entender quais são os carros com melhor custo-benefício do Brasil para poder fazer a escolha certa na hora de comprar. Siga a leitura para saber quais são eles!

Quais são os carros com melhor custo-benefício do Brasil: 5 modelos

1. Chevrolet Onix Plus

O Chevrolet Onix Plus é um dos carros mais vendidos do país. Ele foi lançado em 2019 como substituto do Prisma e dentro da família do Onix, que é o automóvel com mais vendas no país há 6 anos.

Além do nome que alavanca suas vendas, o Onix Plus tem alguns outros benefícios interessantes. O mais impactante deles é o seu consumo. O modelo faz 13,7 quilômetros por litro de gasolina no ambiente urbano e 9,6 quilômetros por litro de etanol no mesmo contexto.

Considerando que a média de rodagem no Brasil é de 20 mil quilômetros por ano e que a gasolina custa perto de R$ 5,60 por litro atualmente, o Onix Plus geraria um custo de R$ 8.176,00 por ano com combustível, uma média de R$ 681,34 por mês. É um valor mais baixo do que o dos seus concorrentes na mesma faixa de preço.

2. Renault Kwid

Desde que o Chery QQ saiu de linha no Brasil que o Renault Kwid se tornou o modelo mais barato do país. Isso significa que ele é um veículo com poucos equipamentos e de baixo valor para os motoristas? Na verdade, não.

O Kwid se destaca por ser um hatch subcompacto com muitos equipamentos significantes em suas versões, inclusive sendo melhor equipado do que o Mobi, seu principal concorrente (que apresenta um preço maior).

Além disso, o Kwid ainda se destaca por ter um design muito único e chamativo. O veículo tem aparência de um SUV, mesmo sendo um hatch. Por conta disso, é um valor extra que o consumidor leva para casa.

3. Toyota Etios Sedan

Além do Onix Plus, outro sedã com um ótimo custo-benefício é o Toyota Etios Sedan. O modelo tem um custo relativamente baixo para o segmento (a versão mais barata sai a R$ 54.190,00, com a versão mais cara ficando em R$ 59.220. Para comparação, o Onix hatch fica mais ou menos nessa faixa de preço também).

Dentre os seus benefícios, o carro conta com controles de tração e estabilidade em todas as versões, além de assistente de rampa, o que pode ser muito importante para quem está aprendendo a dirigir. Além disso, o veículo ainda tem um bom motor 1.5 com 107 cavalos de potência, além de um bom sistema de multimídia na versão mais cara. Para completar, ele é um carro bem espaçoso, com um ótimo computador de bordo e um dos maiores porta-malas do país: 562 litros.

4. Chevrolet S10

Pode ser possível comprar uma picape média, com cabine dupla, mais de 206 cavalos de potência no motor com injeção direta, tração 4×4 e ótimo espaço por menos de R$ 100.000,00? Se você acredita que não, então precisa conhecer o Chevrolet S10. A picape ganhou novas versões recentemente, incluindo a Advantage que parte no mercado custando R$ 92.990,00.

O automóvel é o mais barato do segmento de picapes médias, vencendo a Fiat Toro nesse quesito. Além disso, o automóvel conta com vários benefícios específicos para quem precisa carregar cargas e de uma picape robusta.

5. Chevrolet Tracker

Atualmente, os SUVs estão cada vez mais populares no mercado brasileiro. Inclusive, alguns conseguem até mesmo liderar as vendas no país por um mês.

Atualmente, parece haver um consenso de que os dois melhores SUVs atuais são o Chevrolet Tracker e o Volkswagen T-Cross. No entanto, nessa disputa, o Tracker apresenta melhor custo-benefício. Para começar, o T-Cross é R$ 14.000,00 mais caro nas versões em que ambos são igualmente equipados. No entanto, além de mais barato, o Tracker tem mais potência (150 cavalos de potência contra 133 do T-Cross), mais espaço no porta-malas (quase 400 litros), melhor consumo e manutenção mais fácil e barata. Ou seja: apresenta um melhor benefício por um custo menor.

Pronto! Agora você já conhece quais são os carros com melhor custo-benefício do Brasil. Deu para ver que tem muitos modelos da Chevrolet na lista, o que talvez explique porque a montadora é a mais vendida do Brasil. No entanto, existem outros modelos que poderiam ser citados também. Por exemplo, daria para citar o Volkswagen T-Cross como um ótimo SUV, a Fiat Strada como boa picape, o Peugeot 208, o Toyota Corolla e até o Nissan Versa. Existem muitos bons modelos no mercado nacional, basta pesquisar.

E aí, gostou da nossa lista? Então comente abaixo dizendo qual carro você acha que deveria entrar nela!

16 dicas para aumentar a segurança no transporte rodoviário de cargas 741

16 dicas para aumentar a segurança no transporte rodoviário de cargas

FreteBras reforça importância do uso da tecnologia e da vigilância constante como aliados para estradas mais seguras

Garantir a segurança no transporte de cargas é um dos maiores desafios para quem trabalha no setor. Afinal, esse tipo de problema pode causar inúmeros prejuízos aos caminhoneiros e também afetar significativamente a lucratividade das empresas. Essa adversidade é tão séria que os roubos de carga somam prejuízos de mais de R$ 1,5 bilhão anualmente, segundo estudo realizado pelo Grupo Tracker. Por isso, a FreteBras, maior plataforma online de transporte de cargas da América do Sul, preparou algumas dicas para auxiliar motoristas e contratantes a fechar fretes de forma mais segura, após extensa consulta a atuantes do mercado.

“Estas recomendações de segurança foram agrupadas depois de várias conversas que tivemos com caminhoneiros e transportadores, durante a concepção do programa Frete Seguro, um investimento milionário que faremos para apoiar na prevenção à fraudes do setor. Temos discutido também com seguradoras, agentes independentes e líderes informais, tudo com o objetivo de identificar os principais fatores de risco e atuar rapidamente. O que ficou claro para nós é que, para que o transporte de cargas seja mais seguro, é preciso a colaboração de todos”, explica Bruno Hacad, Diretor de Operações da FreteBras.

Confira as dicas abaixo:

Segurança para caminhoneiros

  1. Cuidado com o “fretão”. Redobre a atenção com ofertas de frete com valor muito acima do praticado no mercado .
  2. Pesquise ou busque referências sobre a empresa embarcadora responsável pela carga .
  3. Consulte o endereço do carregamento. Existem relatos de motoristas que utilizam táxi ou mototáxi para verificar o local antes de se aproximarem com o caminhão .
  4. Se estiver próximo ao local do embarque e o lugar for muito afastado e deserto, desconfie . Principalmente se as instruções forem para ficar parado e aguardar .
  5. Cuidado ao fazer pagamento de taxas ou valores cobrados antes do carregamento, fora do local de embarque ou para pessoas desconhecidas .
  6. Atenção ao realizar devolução de valores em contas bancárias de terceiros. Após o recebimento do frete, se realmente for necessário, faça o estorno para a mesma conta remetente .
  7. Utilize a função “Check-in Privado” do aplicativo da FreteBras. Ela permite consultar fretes e manter a privacidade dos dados de contato do motorista .
  8. Aproveite a garantia do saldo do frete que a FreteBras oferece, como forma de proteção para os motoristas que possuem uma conta digital de pagamentos cadastrada com a empresa.

Segurança para empresas

  1. Em contratações remotas, sempre que houver possibilidade, fale com o caminhoneiro por chamada de vídeo .
  2. Não realize o pagamento do frete em conta bancária de terceiros . faça sempre o pagamento na conta do motorista ou titular da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) a qual o veículo está vinculado .
  3. Tenha cuidado com contratos falsos de locação ou compra de veículos. Muitos golpistas se utilizam dessa artimanha para transmitir uma falsa sensação de confiança.
  4. Confira com muito cuidado toda a documentação recebida, com atenção à autenticidade dos dados .
  5. Não abra mão, mesmo que em situações urgentes, de seguir os processos de segurança da empresa, como, por exemplo, a contratação de seguro, consulta em GR, etc .
  6. Não faça o pagamento do adiantamento do valor do frete sem garantias de que o veículo esteja no local de carregamento .
  7. Peça referências de empresas com as quais o caminhoneiro já tenha trabalhado .
  8. A própria FreteBras disponibiliza uma funcionalidade de avaliação de motoristas. Consulte-a sempre e lembre-se de sempre fazer as suas próprias avaliações, ajudando, assim, toda a indústria.

Hacad reforça que “a expectativa é ajudar os caminhoneiros a identificar situações suspeitas e se protegerem. Esperamos que estas recomendações sejam de grande utilidade para o setor”.