Solaris Corretora de Seguros: 50 anos de dedicação, parceria e comprometimento 10554

Confira a edição 242 da Revista JRS, que traz a história da Solaris e de seu fundador, Laureano Fortuna

A edição 242 da Revista JRS é mais do que especial. Além de contar a trajetória de 50 anos da Solaris Corretora de Seguros, a publicação ganha uma nova roupagem. Ainda mais dinâmica e moderna, totalmente alinhada com a identidade visual praticada pelo Jornal Regional de Seguros em todas os seus canais.

A reportagem de capa desta edição enfatiza a importância da sucessão familiar empresarial, bem como a resiliência para se alcançar o sucesso, assim como acontece o empresário Laureano Fortuna e sua família. O mercado segurador como um todo possui profundas ligações familiares, sendo a maior parte das empresas que operam no segmento desta modalidade.

Outros conteúdos especiais recheiam a publicação mensal do JRS, como por exemplo, as análises promovidas pelo Vice-Presidente da Icatu Seguros, César Saut, durante a VI Jornada de Seguros e Benefícios do Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul (CVG RS). Outro ícone da indústria brasileira de seguros, Nilton Molina, também integra a série de reportagens que lhe aguardam nas próximas páginas. O presidente do Conselho de Administração da MAG Seguros e do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon abordou como inovação e tecnologia possibilitaram um aumento expressivo nas oportunidades para que o corretor expanda sua carteira de clientes, além de reforçar que os profissionais da área devem atuar também com produtos financeiros.

Excelente leitura!

Icatu reúne gestores para análise econômica e perspectivas para 2021 3551

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A Icatu Seguros promove na manhã desta quinta-feira (03), o Encontro com Gestores. O evento é aguardado não apenas pelo mercado segurador, uma vez que reúne grandes gestores de investimentos e especialistas em previdência. “O nome do jogo é diversificação. Temos o maior marketplace de fundos de previdência do Brasil, com 100 gestores e 300 fundos, a Icatu atingiu R$ 40 bilhões em reservas de previdência privada este ano, um número 14% maior em relação ao ano passado. Isso demonstra como o brasileiro tem encarado, mesmo diante das incertezas, os produtos de longo prazo como uma prioridade”, definiu o presidente da companhia, Luciano Snel, na abertura do evento.

A mediação do Encontro com Gestores é realizada por Luís Artur Nogueira, jornalista e economista. A partir das 9h15min, acontece o painel Renda Fixa com Rodrigo Dias, Sócio-fundador e CEO da Butiá Investimentos; Marcos Iório, Gestor de Fundos da Integral Investimentos; Além de Ulisses Nehmi, CEO da Sparta Fundos de Investimento. O painel Multimercado, que acontece a partir de 10h05min, reúne Sergio Zanini, CIO, sócio e membro do Comitê Executivo da Galapagos Capital; Filipe Guerra, CIO e sócio-fundador da Legacy Capital; e André Simões, sócio responsável pela área de investimentos e gestor do Vinci Equilíbrio. O painel Renda Variável, a partir das 10h55min, reúne Roberto Lira, Portfolio Manager de Equities da Icatu Vanguarda; Daniel Reichstul, Fundador e gestor da Indie Capital; Além de Murilo Arruda, Sócio-fundador da Tork Capital. Por fim, o painel sobre Previdência será composto por Henrique Diniz, Diretor de Produtos de Previdência; e Talita Raupp, Gerente de Produtos de Previdência. Ambos os especialistas, Talita e Diniz, são da Icatu Seguros.

Acompanhe a transmissão:

PIB cresce 7,7% do segundo para o terceiro trimestre, diz IBGE 897

PIB cresce 7,7% do segundo para o terceiro trimestre, diz IBGE

Apesar do crescimento, economia não recuperou perdas da pandemia

O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços finais produzidos no país, cresceu 7,7% no terceiro trimestre, em relação ao período anterior. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou, hoje (3), os números das Contas Trimestrais, essa é a maior variação desde o início da série em 1996, mas ainda insuficiente para recuperar as perdas provocadas pela pandemia. O resultado indicou ainda que a economia do país se encontra no mesmo patamar de 2017, com uma perda acumulada de 5% de janeiro a setembro, em relação ao mesmo período de 2019.

Na comparação com o mesmo trimestre de 2019, o PIB, apresentou recuo de 3,9% e, em valores correntes, chegou a R$ 1,891 trilhão. Desse valor, R$ 1,627 trilhão em Valor Adicionado a Preços Básicos e R$ 264,1 bilhões em Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios.

Para a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, o crescimento ocorreu sobre uma base muito baixa, quando o país estava no auge da pandemia no segundo trimestre. “Houve uma recuperação no terceiro, contra o segundo trimestre, mas se olharmos a taxa interanual, a queda é de 3,9% e no acumulado do ano ainda estamos caindo, tanto a Indústria quanto os Serviços. A Agropecuária é a única que está crescendo no ano, muito puxada pela soja, que é a nossa maior lavoura”, disse.

No terceiro trimestre a Indústria cresceu 14,8% e os Serviços subiram 6,3%. Já a Agropecuária registrou queda de 0,5%. De acordo com o IBGE, a expansão do PIB no período foi causada, principalmente, pelo desempenho da Indústria, com destaque para o crescimento de 23,7% no setor de Transformação. Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos também cresceram (8,5%), como a Construção (5,6%) e as Indústrias extrativas (2,5%).

“Olhando pela ótica produtiva, o destaque foi a Indústria de Transformação, até pelo fato de ter caído bastante no segundo trimestre (-19,1%), com as restrições de funcionamento. A Indústria cresceu como um todo 14,8%, e a de Transformação 23,7%, mas voltamos ao patamar do primeiro trimestre”, observou Rebeca.

Serviços

O setor de Serviços, que foi destaque no resultado e têm o maior peso na economia, registrou alta em todos os segmentos: Comércio (15,9%), Transporte, armazenagem e correio (12,5%), Outras atividades de serviços (7,8%), Informação e comunicação (3,1%), Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (2,5%), Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (1,5%) e Atividades imobiliárias (1,1%).

A coordenadora lembrou que o setor caiu 9,4% no segundo trimestre e agora avançou 6,3%, mas ainda não recuperou o patamar do primeiro trimestre. A explicação é que houve uma queda tanto na oferta quanto na demanda. “Mesmo tendo sido retiradas as restrições de funcionamento, as pessoas ainda ficam receosas para consumir, principalmente os serviços prestados às famílias, como alojamento, alimentação, cinemas, academias e salões de beleza. O desempenho melhorou em relação ao segundo trimestre, mas ainda não voltou aos patamares antes da pandemia”, apontou.

Agricultura

A variação negativa de 0,5% na Agricultura foi consequência de um ajuste de safra. “O destaque é o crescimento de 2,4% no acumulado do ano, ante uma queda de 5,1% da Indústria e 5,3% dos Serviços”, informou.

Consumo das famílias

Rebeca observou ainda que o consumo das famílias (65%) – o que mais pesa pela ótica da despesa -, teve expansão de 7,6%, resultado que é muito parecido com o do PIB. O indicador havia caído 11,3% no segundo trimestre, mas no terceiro, o consumo de bens subiu bastante, especialmente, bens duráveis e bens alimentícios da cadeia agroalimentar. “O consumo de serviços teve crescimento, mas foi bem menor do que a queda anterior, pois as famílias não voltaram a consumir no patamar anterior à pandemia”, indicou.

Investimentos

Os investimentos (Formação Bruta de Capital Fixo) subiram 11%, mas neste caso também, o desempenho está relacionado à base de comparação com o segundo trimestre em que havia caído 16,5%. “No acumulado do ano, a queda é de 5,5%. E o país ainda tem investimento em equipamentos importados e como o dólar está alto, influencia para baixo”, afirmou a coordenadora.

Mercado privado não tem previsão de recebimento de vacinas contra Covid-19 2450

Mercado privado não tem previsão de recebimento de vacinas contra Covid-19

Associação defende que vacinas só podem ser consideradas após liberação da Anvisa

A Associação Brasileira de Clínicas de Vacinas (ABCVAC), após contato com todos os fabricantes que estão em pesquisa, ressalta que não existe qualquer previsão de abastecimento de vacinas contra a Covid-19 para o mercado privado, pois toda a produção mundial está dedicada ao pleno atendimento dos governos.

Ainda que seja preciso considerar que a comunidade científica não está medindo esforços para que os imunizantes sejam rapidamente aprovados, e que todo novo dia pode trazer alguma novidade, não existe qualquer previsão a curto prazo, e não se pode falar em abastecimento para o setor privado de vacinação, antes do segundo semestre de 2021/2022.

Cabe ressaltar ainda que toda e qualquer vacina só pode ser considerada após a liberação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), e que primeiro deve ser atendida a demanda dos grupos prioritários, o que já exige enorme quantidade de doses, que não são produzidas em curto prazo.

A ABCVAC reforça ainda que suas associadas possuem tecnologia e capacidade técnica para atuar com toda e qualquer vacina produzida, e que qualquer adequação de logística e armazenamento necessária pode ser feita em pouco tempo, porém, a preocupação atual da entidade e de suas associadas é a cobertura vacinal para doenças que já possuem imunizantes, a fim de evitar as outras enfermidades que podem, inclusive, agravar o quadro de Covid-19, e que o esquema vacinal precisa ser colocado em dia antes que as clínicas e postos se sobrecarreguem.

Chubb anuncia John Keogh como novo presidente e diretor de operações 1387

John Keogh diretor de operações e novo presidente da Chubb / Reprodução

Executivo irá reportar-se a Evan G. Greenberg, presidente do conselho e diretor executivo

Zürich, Switzerland – A Chubb anuncia John Keogh, atual vice-presidente executivo, como diretor de operações e novo presidente do grupo. Ele continuará a reportar-se a Evan G. Greenberg, presidente do conselho e diretor executivo. As responsabilidades atuais de Keogh em toda a empresa permanecem inalteradas.

“Tenho hoje o privilégio de nomear John Keogh presidente da Chubb”, disse Greenberg. “O título de presidente reflete mais apropriadamente as atuais responsabilidades e a importância de John para o sucesso de nossa empresa e é um reconhecimento por suas contribuições e liderança excepcionais ao longo de seus 14 anos como meu parceiro e colega de confiança. John é um excelente executivo de seguros – ele continua a demonstrar a habilidade, o caráter e o intelecto que exemplificam uma grande liderança, incluindo um verdadeiro comando e nível de excelência de execução em nossas operações globais de seguros. Estou ansioso para trabalhar com John nos próximos anos”, acrescentou.

“Estou honrado e grato por ser nomeado presidente da Chubb”, disse John Keogh. “Eu me beneficiei muito da liderança de Evan e das contribuições de meus muitos colegas excelentes. Estou energizado e animado para continuar construindo com Evan uma empresa duradoura que oferece crescimento lucrativo e valor superior para nossos clientes, parceiros de distribuição, acionistas e funcionários”.

Keogh atua como Diretor de Operações desde 2011. O executivo ingressou na empresa, chamada ACE à época (2006), como Presidente do Conselho de Seguros Geral Internacional. Ele foi nomeado vice-presidente em 2010 e vice-presidente executivo em 2015. Antes de ingressar na ACE, John Keogh ocupou uma série de cargos com responsabilidade crescente durante uma carreira de 20 anos no American International Group (AIG), incluindo vice-presidente sênior, geral doméstico Seguros e Presidente e CEO da National Union Fire Insurance Company, de Pittsburgh, uma empresa membro da AIG. Ele começou sua carreira em seguros como subscritor da AIG, em 1986.

Keogh é presidente do conselho de supervisores da Escola Maurice R. Greenberg de gerenciamento de riscos, seguros e ciências atuariais da St. John’s University e atua no conselho de curadores do Eisenhower Fellowships. O novo presidente da Chubb também faz parte do conselho de diretores do New York Police and Fire Widows ‘and Children’s Benefit Fund e da Brown University Sports Foundation. John Keogh é bacharel em Economia pela Brown University.

AM Best reafirma rating do BTG Re e perspectiva é estável 977

AM Best reafirma rating do BTG Re e perspectiva é estável

Confira a avaliação da agência de classificação de crédito

Sobre as operações do BTG Pactual Resseguradora, a agência AM Best diz que o Rating de Força Financeira é B ++ (Bom) e o Rating de Crédito de Emissor de Longo Prazo é bbb. A perspectiva, de acordo com a análise, é que o rating permaneça estável.

As classificações refletem a solidez do balanço patrimonial do BTG Re, considerada “muito forte” pela AM Best. O desempenho operacional da companhia também é considerado adequado, assim como a gestão de risco empresarial e o perfil de negócios neutro.

O BTG Re é uma empresa brasileira de resseguros que atua predominantemente no segmento de fianças e, mais recentemente, no segmento agrícola. O controlador da empresa, o Banco BTG Pactual S.A., forneceu suporte de capital no passado e continua a fornecer suporte operacional e recursos de gestão de risco.

Devido à redução nas taxas de juros no Brasil, o BTG Re aumentou a alocação de sua carteira de investimentos em títulos não classificados, o que acabou levando a uma queda em seu Best’s Capital Adequacy Ratio (BCAR). Embora a AM Best reconheça que a avaliação de solidez do balanço patrimonial do BTG Re está em uma faixa considerada muito forte, uma revisão para baixo da avaliação de suas alocações de investimento têm o potencial de enfraquecer ainda mais as pontuações BCAR do BTG Re, o que pode impactar nas próximas avaliações. Os fatores atenuantes são o suporte da controladora, que poderia efetuar uma rápida recompra desses títulos, se necessário, e os limites regulatórios – que restringem os investimentos em ativos menos líquidos e mais arriscados na parte da carteira que faz backup das reservas para perdas.

Também refletido nos ratings do BTG Re estão o impacto do perfil de crédito do BTG Pactual e o ambiente macroeconômico desafiador, que melhora lentamente no Brasil. A pandemia global paralisou a recuperação econômica, mas novos sinais de uma recuperação potencial estão surgindo. O BTG Pactual tem mostrado melhorias consistentes em seus resultados e solidez de crédito, o que pode ser visto em seu índice de adequação de capital da Basiléia; no entanto, seus ratings são limitados pelo rating soberano brasileiro.

O BTG permanece com atributos autônomos sólidos em termos de desempenho operacional, incluindo um índice de perdas extremamente baixo, índice de despesas negativo e capitalização ajustada ao risco muito forte. O BTG Re tem sido capaz de produzir ganhos gerais positivos desde o início, impulsionados por resultados de subscrição e receita de investimento. O BTG Re também se beneficia de um sólido programa de retrocessão, que mitiga suas exposições de subscrição. A retenção do resseguro tem sido baixa. A análise de crédito do BTG Re também é impulsionada pela experiência do BTG Pactual, decorrente de seu longo histórico com um portfólio de grandes empresas.

Além disso, o mercado de (re)seguro do Brasil é altamente competitivo, com resseguradoras nacionais e globais acessando continuamente o mercado. O BTG Re atua essencialmente como ressegurador cativo para sua empresa irmã, a Too Seguros SA (anteriormente conhecida como Pan Seguros SA), que é 51% detida pelo BTG Pactual, e expande suas ofertas de produtos nos mercados locais, bem como em outros países da América Latina, cada um com suas características de mercado. No Brasil, o mercado de fianças continua em expansão com crescimento ancorado no segmento de títulos judiciais, com a perspectiva de longo prazo de títulos de garantia trazendo demanda incremental de projetos de infraestrutura tão necessários. Mais recentemente, a Too Seguros S.A. iniciou a subscrição no ramo agrícola, cedendo-a ao BTG Re, que por sua vez cede este negócio a players do mercado.

A AM Best continua monitorando a solidez do balanço patrimonial do BTG Re – particularmente a carteira de investimentos – desempenho operacional, capitalização ajustada ao risco e a execução de seu produto e expansão geográfica, junto com o perfil de crédito de sua controladora.

O principal fator de rating que poderia levar a uma ação de rating positiva para BTG Re é a melhoria contínua do perfil de crédito do BTG Pactual, apoiado por uma estrutura de governança corporativa mais forte do grupo. Os fatores que podem impactar negativamente suas classificações são a deterioração do perfil de crédito de sua controladora ou posição de liquidez, ou um declínio na capitalização ajustada ao risco (por exemplo, maior exposição a títulos não classificados).

*Com informações de A.M. Best Company Inc.

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