Compartilhamento de riscos pode aumentar acesso a saúde 492

Novos modelos de negociação pressupõem ATS para incorporações

A Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS) é imprescindível para a incorporação de novos procedimentos e medicamentos. Garante a sustentabilidade de toda uma cadeia que tem recursos finitos que precisam ser sempre melhor aplicados para curar e salvar vidas. Mas, em vista dos custos crescentes dos produtos inovadores, é necessário dar alguns passos além. Um deles é a adoção de modelos de negociação que compartilhem incertezas relacionadas ao desempenho das tecnologias no mundo real.

Compartilhamento de riscos pode aumentar acesso a saúde / Divulgação
Compartilhamento de riscos pode aumentar acesso a saúde / Divulgação

Promovido pela Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), em parceria com biofarmacêutica AbbVie, o webinar “Novos Modelos de Negociação na Saúde Suplementar” reuniu especialistas para discutir essas questões e apontar novos caminhos para a ampliação do acesso à saúde dos brasileiros. “Colocar o paciente no centro do cuidado é o que importa para quem trabalha com saúde”, resumiu a diretora executiva da FenaSaúde, Vera Valente, que moderou o evento.

“O objetivo do compartilhamento de riscos é oferecer mais valor em saúde e mais efetividade nos resultados. Diante da crise pela qual passa o país, podemos ter certeza que os recursos serão ainda mais escassos. Nesse cenário, vamos precisar de ampliar acesso e garantir a sustentabilidade do sistema de saúde”, afirmou ela.

Em modelos de compartilhamento de riscos, fornecedores colocam no mercado novas técnicas e medicamentos sob determinadas condições e sujeitos a desempenho e resultados. O objetivo é oferecer mais valor em saúde para o paciente a preços justos. Sob a supervisão do órgão regulador, no caso a Agência Nacional de Saúde Suplementar, todos os agentes da cadeia produtiva da saúde podem contribuir para estratégias que ampliem o acesso à assistência.

Advogada responsável pela CuriE, consultoria em direito e saúde, Renata Curi afirmou que o modelo de compartilhamento de risco subverte o sistema atual, principalmente na maneira como são feitos os pagamentos. “Tanto o pagador quanto o fornecedor da tecnologia assumem que há uma incerteza residual, seja dos estudos clínicos, seja dos dados epidemiológicos”.

Vanessa Teich, superintendente de Economia da Saúde do Hospital Albert Einstein, considera que a ATS é um processo necessário quando há restrição de recursos, ou seja, em qualquer país do mundo. Os avanços, segundo ela, precisam ocorrer em relação à negociação de preços, que hoje enfrenta muitas restrições jurídicas: “Temos a impressão de que, como o sistema suplementar complementa o SUS, é possível oferecer tudo. Mas sempre existe um limite: o que as empresas e as famílias conseguem pagar.”

A necessidade de tornar o modelo de saúde mais sustentável foi consenso entre os participantes do webinar. “Há uma falsa crença de que o sistema é elástico o suficiente para aguentar qualquer tipo de aumento, em especial quando se fala em órgãos de defesa do consumidor ou da Justiça. Mas não. Pelos princípios do mutualismo, os custos são repassados aos beneficiários”, explicou Eduardo Spinussi, gerente geral da Fundação Zerrenner.

De acordo com Renata, os entraves a um modelo de compartilhamento de riscos vão além da questão jurídica. Têm a ver também com a preparação mais precisa dos termos da negociação entre as partes. “É complexo, é custoso. Faltam ao sistema público e privado novas normas. Mas amadurecer o modelo de negócios é também imprescindível, com modelagens matemáticas e epidemiológicas”, disse ela.

Aos fornecedores interessa se arriscar, no sentido de que possam ter mais facilidades de incluir seus produtos no mercado consumidor partilhando riscos, como explicou Vanessa: “O que geralmente faz um fabricante assumir parte do risco é acelerar o acesso dessa tecnologia ao mercado e ganhar volume”.

Os palestrantes também comentaram a viabilidade de criação de uma agência única de incorporação de tecnologias no país, que reúna os trabalhos da Conitec, vinculada ao Ministério da Saúde, e da ANS. “Acho fundamental. Traria grande eficiência para o nosso sistema”, afirmou Spinussi.

Apesar de, em tese, concordarem com a proposta, tanto Vanessa quanto Renata apresentaram objeções de operacionalização, como numa possível definição de preços diferentes para os sistemas público e privado. “Idealmente parece ser um objetivo a ser perseguido, mas a gente vive em um país de diferenças abissais”, disse a advogada da CuriE.

Europ Assistance moderniza áreas e possibilita entregas simultâneas em curto espaço de tempo 523

Europ Assistance moderniza áreas e possibilita entregas simultâneas em curto espaço de tempo

Com o apoio da Solutis e equipe em trabalho remoto, empresa de serviços de assistência acelera em mais de 20% a estimativa de entrega de projetos

A francesa Europ Assistance é uma multinacional líder em soluções de serviços e assistências, presente em mais de 200 países que, no Brasil, atua nas áreas de automóveis, viagens, saúde, mercado residencial e concierge. Há algum tempo, a empresa iniciou uma jornada de transformação digital para oferecer melhor experiência ao usuário, aumentar a eficiência de seus negócios e ampliar os canais de atendimento ao cliente.

Até o segundo semestre de 2019, a Europ Assistance Brasil (EABR) manteve uma equipe interna dedicada ao desenvolvimento de soluções e sistemas de TI. No entanto, com o passar do tempo e o aumento da complexidade dos sistemas utilizados pela companhia, essa estratégia começou a diminuir a flexibilidade e a agilidade, impactando as ambições de diferenciação e de inovação da empresa.

Pedro Paulo Cunha é CIO da EABR e da CEABS / Reprodução
Pedro Paulo Cunha é CIO da EABR e da CEABS / Reprodução

“A TI precisava atender e suportar as estratégias de novos negócios da companhia e entregar inovação com mais rapidez. A área possuía pouca elasticidade para acomodar as demandas de desenvolvimento de sistemas”, conta Pedro Paulo Cunha, CIO da EABR e da CEABS, outra empresa do grupo com atuação no Brasil.

A companhia iniciou um processo de busca de parceiros que pudessem não apenas ajudá-la a melhorar a capacidade de desenvolvimento, mas também entender o seu negócio de forma a trazer e agregar mais inteligência aos processos, gerando soluções ainda mais eficientes. No fim do ano passado, depois de um processo seletivo, a EABR fechou acordo com a Solutis, empresa brasileira especializada em projetos de aceleração digital.

Mudança cultural

Desde o início da parceria com a Solutis, cerca de oito meses atrás, a EABR sabia que enfrentaria um enorme desafio envolvendo uma quebra de paradigma. “A empresa, por cultura, sempre dependeu muito do trabalho presencial e da interação pessoal. Enquanto isso, na Solutis, as equipes estavam distribuídas pelo País”, observa Pedro Paulo. Isso, por si só, levou a EABR a repensar o seu modelo. “Aí veio a pandemia e acelerou esse processo”.

A EABR, que tinha uma cultura de home office e trabalho remoto, apenas para uma parcela muito pequena de seus colaboradores, em duas semanas conseguiu colocar os seus 1.400 colaboradores em casa. “Então nos deparamos com o desafio de dar continuidade aos projetos. Descobrimos como fazer isso – a Solutis teve uma contribuição importante – e nos adaptamos muito rapidamente para trazer a velocidade de entrega da TI mesmo em meio à pandemia”, orgulha-se o CIO.

Entregas ágeis e contínuas

A parceria entre as duas empresas conseguiu melhorar a estimativa da entrega de projetos da EABR entre 20% e 30%. “Mas, mais importante, é a assertividade da entrega: estamos entregando com muito mais qualidade e dentro do prazo previsto”, comenta Pedro Paulo, destacando que, atualmente, a empresa está conduzindo cerca de 30 projetos simultaneamente.

Paulo Marcelo, da Solutis, atribui a capacidade de entregas contínuas à adoção do conceito de DevOps e ao uso da metodologia ágil de desenvolvimento. “A assertividade na entrega tornou-se mais importante do que nunca. E o modelo de desenvolvimento ágil baseado em DevOps permite à TI rapidamente colocar projetos em produção, gerando valor em curto espaço de tempo e viabilizando as estratégias de negócio”, detalha.

“A Solutis foi escolhida por ser uma empresa que possui inovação no seu DNA e trabalha com qualidade e agilidade. É o parceiro que estávamos buscando para ser uma extensão da TI da Europ Assistance”, esclarece Pedro. Ele acrescenta que, com a ajuda da Solutis, a empresa espera avançar na transformação digital e usar dados com inteligência para antecipar as necessidades dos clientes nas cinco linhas de negócios em que atua no Brasil: automóvel, viagem, saúde, mercado residencial e concierge.

XP Inc. lança 1° ETF do Brasil com foco em ações de grandes empresas na Europa 539

Índice-alvo cobre cerca de 85% de todo o mercado acionário europeu

A XP Inc. lançou hoje, 19 de janeiro, o primeiro ETF (fundo de índices) focado em ações de companhias europeias. O novo produto terá como referência o índice MSCI Europe, que, por sua vez, reflete o movimento de papéis de mid caps e large caps de 15 dos principais países da região, como Alemanha, França, Itália e Reino Unido. Com 450 empresas (como Nestlè, Roche, Unilever, SAP, Siemens e Astrazeneca), o índice-alvo cobre cerca de 85% de todo o mercado acionário europeu.

Da mesma forma que os demais ETFs, o novo produto será negociado diretamente na B3, sob o código o EURP11, com taxa de administração de 0,30% ao ano. Dessa forma, o investidor pessoa física poderá ter acesso, diretamente no home broker, às principais empresas (reunidas no fundo) da Europa, a partir de R$ 10.

O lançamento é mais uma ação da XP Inc. que contribui para a democratização do mercado acionário. No ano passado, a empresa lançou 3 ETFs, tendo como referências, por exemplo, empresas chinesas (XINA11, lançado em dezembro), fundos imobiliários (o XFIX11, atrelado ao índice IFIX, que acompanha os principais papeis do setor no País) e GOLD11, cuja referência é a variação do ouro. Todos eles já são negociados na B3.

“Este é mais um passo da XP em ampliar o acesso do investidor brasileiro aos mercados globais, de forma simples, democrática e com baixo custo”, avalia Fabiano Cintra, coordenador de Fundos da XP.

Informações mais detalhadas sobre o ETF EURP11 podem ser encontradas neste site. Interessados em saber mais sobre os demais ETFs lançados pela XP podem consultar este endereço.

Planos de saúde fecham 2020 com mais de meio milhão de novos beneficiários 430

Planos de saúde fecham 2020 com mais de meio milhão de novos beneficiários

Nova edição, divulgada nesta terça-feira (19), contempla informações coletadas até dezembro

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulga nesta terça-feira (19) nova edição do Boletim Covid-19 com dados sobre a utilização dos planos de saúde durante a pandemia. São apresentadas informações assistenciais e econômico-financeiras coletadas até dezembro junto a uma amostra de operadoras, além da prévia da evolução do número de beneficiários em planos de assistência médica relativa a esse mês, número de exames relacionados à Covid-19 realizados pelos planos de saúde e demandas dos consumidores recepcionadas pela ANS através de seus canais de atendimento.

O objetivo da publicação é monitorar a evolução de indicadores relevantes do setor de planos de saúde durante o período da pandemia, subsidiando análise qualificada da Agência Reguladora e prestando mais informações à sociedade.

Na parte relativa aos indicadores assistenciais, são informados a ocupação de leitos, os atendimentos em pronto-socorro que não geraram internação e autorizações emitidas para procedimentos eletivos fora do ambiente hospitalar, entre outros dados que apontam as principais tendências em relação à utilização de serviços de saúde durante a pandemia. Os indicadores econômico-financeiros analisam a sinistralidade observada através do fluxo de caixa das operadoras – movimento de entrada (recebimentos) e saída (pagamentos) de recursos em um dado período – e a inadimplência, ou seja, o não pagamento de obrigações no prazo estabelecido. Confira a seguir as informações detalhadas.

Evolução de beneficiários

O número preliminar de beneficiários em planos de assistência médica registrado em dezembro segue a tendência de crescimento que vinha sendo observada nos meses anteriores e consolidada a partir de julho. O setor fechou o ano com 47,6 milhões de beneficiários em planos de assistência médica – um aumento de mais de 560 mil usuários em relação a dezembro de 2019 (1,18%) e de 178,9 mil (0,4%) em relação a novembro de 2020.

De março a dezembro, o aumento ocorreu em todas as modalidades de contratação do plano, sendo que o maior percentual foi verificado nos coletivos por adesão (2% a mais em relação a março). A taxa de crescimento do número de beneficiários idosos (acima de 59 anos) se manteve positiva entre os planos coletivos. Já no caso dos beneficiários da faixa etária até 59 anos, foi observada a primeira variação positiva nos planos individuais desde julho.

Informações assistenciais

Em dezembro, a taxa de ocupação geral de leitos (com e sem UTI) nos hospitais da amostra ficou em 68%, mantendo-se praticamente a mesma observada no mês anterior e, pela primeira vez em 2020, apresentou-se acima do observado para o mesmo mês em 2019 (67%). Essa informação considera a ocupação tanto para o atendimento à Covid-19 quanto para demais procedimentos não relacionados à doença, e engloba leitos comuns e de UTI. Já a taxa mensal de ocupação dos leitos (comum e UTI) para Covid-19 aumentou para 67% em dezembro, frente a 63% verificado em novembro. E a taxa de ocupação de leitos para os demais procedimentos, que foi de 71% em novembro, passou para 68% em dezembro.

A quantidade de consultas em pronto-socorro que não geraram internações segue apresentando retomada gradual. Em dezembro, houve um crescimento de 4,9% em relação ao mês anterior, mesmo assim, ainda abaixo do observado antes do início da pandemia.

A busca por atendimentos de Serviços de Apoio Diagnóstico Terapêutico (SADT) – que permite avaliar a tendência quanto à utilização de procedimentos eletivos fora do ambiente hospitalar – apresentou queda de 15% em dezembro, no comparativo com o mês anterior, redução que pode ser explicada pela baixa sazonalidade histórica no período. Contudo, quando comparado com o mesmo período de 2019, as autorizações para SADT apresentaram aumento de 9,2%.

Exames

Os dados sobre a realização de exames contemplam informações coletadas até outubro e têm como fonte os dados do Padrão TISS (Troca de Informação de Saúde Suplementar). Nesse mês, foram contabilizados 161.811 exames para detecção de Covid-19 do tipo Pesquisa de RT-PCR e 41.337 testes do tipo sorológico. Desde o início da pandemia, foram realizados 1.756.430 exames do tipo RT-PCR e 235.216 sorológicos na saúde suplementar.

Cabe destacar que os números do mês de outubro apresentados no boletim ainda sofrerão alteração à medida que as cobranças forem encaminhadas dos prestadores de serviços às operadoras e, posteriormente, para a ANS.

Informações econômico-financeiras

Essa edição do boletim mostra que, em dezembro, houve um aumento das despesas assistenciais superior ao aumento dos valores pagos pelos beneficiários relativos às contraprestações (mensalidades), quando comparado com novembro. Como consequência, nota-se um aumento do índice de sinistralidade nesse mês (80%), compatível – porém ligeiramente superior – ao nível histórico para o 4º trimestre, ao se comparar com os indicadores trimestrais dos últimos anos.

Os percentuais de inadimplência tanto para planos individuais/familiares quanto para coletivos também se mantêm próximos do nível histórico, porém ainda um pouco abaixo da média. O percentual geral ficou em 6%, mesmo patamar registrado em novembro, o menor valor da série observada. Quando analisado por tipo de contratação do plano, o indicador teve aumento de um ponto percentual em ambas as modalidades, passando de 9% em novembro para 10% em dezembro nos individuais ou familiares e de 4% para 5% nos coletivos.

Demandas dos consumidores

Em dezembro, foi registrada queda de 15,2% no número de reclamações envolvendo todos os temas em relação ao mês anterior, totalizando 11.329 demandas. Já as queixas relacionadas especificamente à Covid-19 apresentaram pequeno aumento (0,7%) em relação a novembro, com o registro de 1.173 demandas.

Do total de reclamações sobre Covid-19 registradas no mês, 74% dizem respeito a dificuldades relativas à realização de exames e tratamento; 16% se referem a outras assistências afetadas pela pandemia; e 10% são reclamações sobre temas não assistenciais (contratos e regulamentos, por exemplo). De março até dezembro, foram registradas 16.174 reclamações e 19.536 pedidos de informações sobre Covid-19. Cabe esclarecer que essa classificação considera o relato do consumidor ao cadastrar sua demanda na ANS, sem análise de mérito sobre eventual infração da operadora ou da administradora de benefícios à Lei 9.656/98 e seus normativos ou aos termos contratuais.

As demandas de reclamação dos consumidores passam pela mediação de conflitos realizada através da Notificação de Intermediação Preliminar (NIP), conforme definição prevista na Resolução Normativa nº 388/2015. A mediação possibilita que as operadoras reparem sua conduta irregular e resolvam os problemas dos beneficiários, evitando, assim, a abertura de processo administrativo e judicial. Entre março e outubro de 2020, a NIP alcançou 93,3% de resolutividade, considerando todas as demandas cadastradas na ANS no período que foram passíveis de mediação, bem como 91% de resolutividade quando consideramos somente as demandas relacionadas à Covid-19. Já o percentual de resolução das reclamações relativas aos testes para detecção da Covid-19 ficou em 92,3% para os exames de RT-PCR e 91,9% para os exames sorológicos. Esse dado informa que a maioria das reclamações apresentadas foram solucionadas no âmbito da mediação promovida pela Agência.

Para a análise dos indicadores assistenciais, a ANS considerou informações coletadas junto a uma amostra de 50 operadoras que possuem rede própria hospitalar. Para os índices econômico-financeiros, foram analisados dados de 97 operadoras para o estudo de fluxo de caixa e 96 para análise de inadimplência. Juntas, as operadoras respondentes para esses grupos de informação compreendem 74% dos beneficiários de planos de saúde médico-hospitalares.

Adicionalmente, na construção do boletim, para estes e demais indicadores relacionados a demandas de consumidores e variação da base de beneficiários, foram utilizados dados oficiais da ANS, entre eles, o Documento de Informações Periódicas (DIOPS), o Sistema de Informações de Fiscalização (SIF) e o Sistema de Informação de Beneficiários (SIB).

Quali entrega prêmios aos corretores que foram sorteados no TMJ Live Fest 422

Cléa Conceição e Jorge Machado / Foto: Alessandro Mendes/Divulgação

Cerimônia aconteceu na sexta-feira, 15, no estúdio da Qualiplay, no Rio de Janeiro, e contou com a presença do diretor Comercial da Companhia

A Quali, administradora de planos de saúde coletivos, entregou na sexta-feira (15), no estúdio da Rádio Qualiplay, no Centro do Rio de Janeiro, as chaves dos dois carros 0 km aos corretores sorteados no TMJ Live Fest, maior evento online do mercado de corretagem, realizado em dezembro. Os corretores contemplados foram: Jorge Machado, da Nova Gol Corretora, do Rio de Janeiro, que ganhou um Jeep Renegade, e Cléa Conceição, da JC Luz Corretora, de Niterói, que recebeu as chaves do seu Chevrolet Onix.

“No momento do sorteio estava todo mundo em casa, foi a maior festa quando fui anunciado. Estava empolgado e ainda mais vidrado no evento da Quali na hora do sorteio”, celebra Jorge Machado. Para o corretor, que se dedicou 100% à Quali de julho a dezembro, foi emocionante ter esse reconhecimento. “O suporte que a Companhia nos dá é único e incomparável. Fico muito feliz com essa parceria!”, finaliza.

“Eu imaginava que era uma possibilidade distante ganhar o carro. Sabia que teriam prêmios e até que poderia ser a felizarda, mas não pensava que seria ganhando um carro. Superou muito as minhas expectativas e foi emocionante!”, afirma Cléa Conceição. Para a corretora, que atua no mercado de corretagem desde 2017, o prêmio veio em uma boa hora, pois ajudará muito com sua filha Helena, de apenas dois meses, e a voltar a fazer as visitas aos seus clientes quando a pandemia acabar.

Alessandro Courbassier, diretor Comercial Brasil – Adesão e PME da Quali, foi o responsável pela entrega dos prêmios. “Trabalhamos constantemente para estreitar ainda mais nosso relacionamento com o corretor. É muito gratificante estarmos aqui nesse momento tão importante que é o reconhecimento dos nossos corretores parceiros que foram sorteados no TMJ Live Fest, nosso maior evento dedicado a eles. As entregas só poderiam acontecer em um local especial como esse: no nosso estúdio da Qualiplay aqui no Rio de Janeiro. TamoJunto, Corretor”, afirma.

Durante o TMJ Live Fest, que marcou o fim de 2020 e reuniu virtualmente 108 mil pessoas entre profissionais, familiares e grande público, foram anunciadas várias novidades para os corretores, entre as quais: a expansão da parceria com o Grupo Notre Dame Intermédica (GNDI) para todos os canais de venda da Quali e também a possibilidade de venda pelos corretores em qualquer região do país, a venda nacional. Além disso, a Quali apresentou o novo programa de relacionamento com os corretores, o TamoJunto Corretor, que visa beneficiar o corretor parceiro conforme a performance de suas vendas.

Foi realizado ainda o lançamento da Qualiplay, primeira rádio digital com funcionamento 24 horas por dia e 7 dias por semana com foco no corretor e que foi palco para a entrega dos prêmios. Durante a celebração em dezembro, a Quali sorteou meio milhão de Pontos Livelo, fruto da parceria com a Livelo e que transforma as vendas dos corretores em pontos, que podem ser trocados por diversos prêmios, desde crédito no celular e eletroeletrônicos até viagens.

Os corretores também conheceram um pouco mais do que vem por aí, como é o caso do “Espaço do Corretor”, que será inaugurado no Centro de São Paulo. Lá, os parceiros poderão trabalhar, agendar reuniões com clientes, trocar informações com parceiros, descansar, ter um momento de descontração e até mesmo levar familiares para conhecer seu dia a dia de trabalho. Para ficar por dentro das novidades e esclarecer eventuais dúvidas, basta acessar o TamoJunto Corretor, portal da Quali dedicado aos corretores.

CEO da Ituran Brasil participa ao vivo do Seguro Sem Mistério nesta terça, 17h30min 687

Amit Louzon demonstra como proteger o carro durante todos os períodos do ano

O programa Seguro Sem Mistério da próxima terça-feira (19) recebe o CEO da Ituran Brasil, Amit Louzon. O especialista demonstra como ficar com o carro protegido durante todos os períodos do ano, em especial, no veraneio.

Com o comando de Júlia Senna e William Anthony, a entrevista também vai abordar um breve balanço sobre os resultados da Ituran Brasil em 2020 e quais as expectativas da empresa para o ano que acaba de começar. Será ao vivo, a partir das 17h30min, no canal do JRS no YouTube.

Desde a estreia do novo formato, no final de novembro, o Seguro Sem Mistério conquistou mais de 18 mil visualizações no YouTube. Além disso, a atração é apresentada de terça a domingo para mais de 40 municípios do Rio Grande do Sul, através do canal 520 da NET HD.

New Report

Close