Sharecare dá cinco dicas para melhorar a experiência dos colaboradores no home office 1040

Sharecare dá cinco dicas para melhorar a experiência dos colaboradores no home office

Trata-se de uma das principais alternativas para manutenção dos postos de trabalho com a pandemia

home office, que antes era visto como um privilégio, restrito a uma parcela bastante pequena dos trabalhadores, hoje se tornou uma das principais alternativas para a manutenção dos postos de trabalho, se integrando à realidade de grande parte dos profissionais.

Atualmente, sobretudo em razão da pandemia, o modelo de trabalho remoto vem mudando a forma como empresas e profissionais se relacionam, estabelecendo novos padrões e necessidades quando o assunto envolve a gestão de recursos humanos.

Diante do cenário atual de combate ao coronavírus, muitas empresas tiveram que migrar rapidamente as suas atividades para o modelo home office. Essa mudança repentina, no entanto, pegou não só muitos gestores de surpresa, mas principalmente os colaboradores — que ainda estão se adaptando.

Pensando nisso, a Sharecare preparou este artigo para falar um pouco mais sobre o home office e listar Cinco dicas para torná-lo ainda mais eficiente para os colaboradores da sua empresa.

Como funciona o trabalho remoto?

Como o próprio termo já antecipa, o trabalho remoto é uma modalidade em que o profissional pode desempenhar as suas atividades a distância, isto é, fora das instalações da empresa ou de repartições públicas — como ainda é muito comum na atualidade.

O trabalho remoto, na prática, se desenvolve essencialmente com o apoio de recursos tecnológicos, como os computadores, tablets e os tradicionais smartphones. Além disso, há um uso massivo de ferramentas que dependem da internet, a exemplo das plataformas de videoconferência, dos softwares e dos aplicativos de celulares — os quais conectam profissionais e empresas de forma extremamente eficiente.

Nos últimos anos, a modalidade de trabalho remoto cresceu de maneira significativa no Brasil. Para se ter uma compreensão da adesão desse formato de trabalho, segundo dados do IBGE, divulgados no final de 2019, entre os anos de 2012 a 2018, o crescimento do home office foi de 44,4%, sendo a realidade de 3,8 milhões de pessoas — número esse que correspondia a 5,2% da força de trabalho atuante no país.

O mesmo levantamento realizado pelo IBGE também mostra que o maior crescimento dessa modalidade de trabalho foi observado entre 2017 e 2018, chegando a 21,1%. Contudo, esses dados refletiam uma realidade anterior à pandemia e à necessidade de isolamento social. Hoje, como se sabe, o trabalho remoto se tornou ainda mais comum e integrado à rotina do trabalhador brasileiro — e de tantos outro países, vale destacar.

Qual o panorama da adoção do home office no Brasil durante a pandemia?

A pandemia foi — e ainda é — sem dúvida, um fator que impactou diretamente no crescimento do home office, sobretudo no Brasil. Segundo levantamento realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), uma a cada cinco profissões no país está apta a adotar o trabalho remoto como principal formato.

Nesse sentido, de acordo com esse levantamento, o home office tem potencial para fazer parte da realidade de mais de 20,8 milhões de trabalhadores, podendo ser aplicado por 22,7% das ocupações, mesmo depois da pandemia. Apesar da projeção, dados posteriores do Ipea concluíram que, em maio, apenas 13,3% das pessoas ocupadas no Brasil exerceram suas atividades remotamente, o que corresponde a um total de 8,7 milhões de pessoas.

Outro ponto interessante desse estudo feito pelo Ipea foi a classificação do Brasil na 45ª colocação no ranking mundial de trabalho remoto e como 2º colocado na América Latina, sendo superado apenas pelo Chile.

Considerando a realidade interna do país, o Ipea também divulgou um ranking dos estados brasileiros com maior potencial para o trabalho remoto. Nesse ranking, o Distrito Federal apresentou o maior desempenho, enquanto o Piauí foi o estado com o menor potencial de implantação do home office.

Confira o ranking com os cinco estados com o maior potencial para o home office:

  • Distrito Federal: 31,5%;
  • São Paulo: 27,7%;
  • Rio de Janeiro: 26,7;
  • Santa Catarina: 23,8%;
  • Paraná: 23,3%.

Agora os cinco estados com o menor potencial:

  • Amazonas: 17,7%
  • Maranhão: 17,5%
  • Rondônia: 16,7%
  • Pará: 16,0%
  • Piauí: 15,6%

Além desses pontos, o estudo realizado pelo Ipea também verificou a viabilidade do trabalho remoto de acordo com as funções exercidas pelos profissionais. Vejamos os valores percentuais do home office em alguns dos cargos:

  • Diretores e gerentes: 61%
  • Profissionais das ciências e intelectuais: 65%
  • Técnicos e profissionais de nível médio: 30%
  • Trabalhadores de apoio administrativo: 41%
  • Trabalhadores dos serviços, vendedores dos comércios e mercados: 12%.

Por fim, vale também mencionar a Pesquisa de Gestão de Pessoas na Crise de Covid-19, realizada pela Fundação Instituto de Administração (FIA), entre 14 e 29 de abril, levando em consideração a realidade de 139 empresas brasileiras de grande, médio e pequeno porte.

Nessa pesquisa, aproximadamente 94% das empresas afirmaram que atingiram ou superaram suas expectativas de resultados com a adoção do home office. Contudo, 70% delas planejam interromper a prática ou reduzi-la a apenas 25% dos funcionários assim que a pandemia tiver fim.

Como proporcionar mais saúde e qualidade de vida aos colaboradores em home office?

Um dos grandes desafios enfrentados pelas empresas em tempos de home office é manter o bom desempenho das equipes que estão atuando de maneira remota. Isso porque a mudança repentina na rotina dos colaboradores, somada à instabilidade e insegurança trazidas pelo cenário de pandemia, são fatores que impactaram diretamente na produtividade e, em certos casos, até na saúde dos profissionais.

Afastados do ambiente corporativo e da convivência diária, efeitos como a desmotivação e improdutividade não são incomuns entre os colaboradores de empresas que adotaram o trabalho remoto.

Nesse contexto, se torna indispensável a atuação dos gestores e líderes no sentido de buscar estratégias para melhorar a experiência das suas equipes no home office, fomentando a motivação, a saúde e o bem-estar de todos.

A seguir, reunimos algumas das medidas que podem ser adotadas para melhorar a rotina dos profissionais da sua empresa que estão trabalhando remotamente. Confira!

1. Ofereça objetos ergonômicos

Um dos pontos mais importantes a ser considerado no trabalho remoto diz respeito à ergonomia. Com a necessidade de se trabalhar em casa ou em outros locais, o fato é que muitos profissionais não terão à disposição todos os equipamentos e itens necessários para trabalhar não apenas de maneira confortável, mas principalmente saudável.

Nesse sentido, negligenciar a ergonomia no home office pode levar ao surgimento de diferentes problemas de saúde, como dores na lombar e pescoço, além de aumentar o risco de surgimento de doenças como bursite e tendinite — fatores que podem prejudicar o bem-estar do profissional e os resultados da empresa.

Por essa razão, a dica é não apenas estimular e orientar quanto à importância da ergonomia, mas oferecer aos colaboradores objetos e equipamentos que, de fato, contribuam com esse atributo, como apoio para os pés e para monitores.

2. Incentive as pausas periódicas

Outro cuidado que deve fazer parte da rotina das empresas na hora de gerir os seus recursos humanos que estão atuando em regime de trabalho remoto é incentivar as pausas periódicas. Esse é um ponto crucial, já que muitos profissionais, por ficarem em casa, têm jornadas excessivas, altamente desgastantes e estressantes.

É importante deixar claro para os colaboradores a importância de se respeitar os limites diários de trabalho e de estabelecer uma rotina organizada, com horários pré-definidos para o início e fim da jornada de trabalho. Além disso, é preciso destacar a necessidade das pausas periódicas ao longo do dia.

Essas pausas são essenciais para mudar um pouco o foco, distrair a mente e recobrar as energias. Na prática, as pausas são essenciais para tarefas técnicas e/ou criativas, que demandam um alto nível de concentração. Ignorar esse ponto pode gerar ansiedade e irritação, especialmente quando o cansaço afeta o rendimento e impede a conclusão das tarefas.

3. Reforce a comunicação

À medida que o home office se torna parte da realidade das empresas, a comunicação pode ser tornar um ponto sensível. O afastamento dos postos de trabalho pode dificultar a interação entre gestores e colaboradores, bem como entre os próprios profissionais — uma realidade que pode repercutir diretamente na motivação e produtividade das equipes.

Diante disso, uma das estratégias mais importantes a serem adotadas pelas empresas se relaciona com a otimização da comunicação, de modo que todos os colaboradores tenham a chance de interagir entre si, manter os vínculos e, também, reportar as questões ligadas ao trabalho.

Para reforçar essa comunicação, o uso de ferramentas interativas de videoconferência pode ajudar bastante. Soluções como o Google Meet podem fortalecer a integração das equipes, melhorando não só a comunicação, mas todo o clima interno da empresa. Sem contar que esse tipo de ferramenta também pode ser útil para conversas, informações, confraternizações e eventos online — ações que ajudam a manter os colaboradores motivados e mentalmente saudáveis.

4. Incentive a prática de exercícios físicos

O papel do setor de RH de uma empresa vai muito além das questões técnicas e burocráticas relacionadas à rotina dos seus colaboradores. Na realidade, uma das atividades mais elementares desse setor é garantir o bem-estar e saúde dos recursos humanos, isso em todas as circunstâncias — já que os profissionais são os ativos mais valiosos das empresas.

Nesse sentido, oferecer condições de trabalho adequadas, sobretudo em tempos de home office, também deve ser prioridade do RH. Para tanto, além dos pontos já mencionados, incentivar a prática de atividade física e fomentar a adoção de hábitos saudáveis precisa fazer parte da cultura da empresa.

Aqui, uma das estratégias que podem ser adotadas pelo RH é a implementação de programas voltados para a melhora da qualidade de vida, isso a partir do apoio na mudança de hábitos e comportamentos que podem trazer risco à saúde, focando nos cuidados pessoais, cessação do tabagismo, controle de estresse, alimentação saudável e controle de peso, por exemplo.

Esse tipo de programa pode ser desenvolvido de maneira remota, a partir do uso de aplicações especializadas, bem como com o apoio de equipes de saúde, as quais fazem contato com os colaboradores, orientam e apoiam a melhoria de hábitos para eliminar fatores de risco de doenças crônicas.

5. Ofereça apoio emocional

Não há dúvidas de que o momento de pandemia trouxe uma série de incertezas e medos para as pessoas. Esse fato também refletiu na vida dos trabalhadores, gerando mais ansiedade e preocupação.

No mesmo sentido, a mudança repentina nos hábitos de vida e na maneira como o trabalho é prestado e as relações interpessoais têm se dado, também são fatores que contribuem para a desmotivação, improdutividade e, em casos mais sérios, para o surgimento de transtornos mentais.

Para se ter uma ideia da dimensão do problema, em relação aos trabalhadores, estima-se que em todo o mundo entre 30% a 40% das pessoas ocupadas apresentem algum transtorno mental — esse número em muito se aproxima da realidade constatada pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), relativa à população em geral. Segundo a ABP, de 20% a 25% da população desenvolverá algum tipo de transtorno.

Diante dessa realidade, outra recomendação para os gestores de RH é a de oferecer apoio emocional para os seus colaboradores. Como visto, o momento de adversidade e de mudança repentina pelo qual todo o mundo tem passado pode interferir na saúde dos profissionais, exigindo ainda mais atenção por parte das empresas.

Nesse contexto, por exemplo, investir em soluções tecnológicas interativas e baseadas no uso inteligente dos dados pode ser uma excelente estratégia para mapear os colaboradores que estão mais propensos a sofrer com transtornos de saúde mental.

Com esse tipo de iniciativa, a empresa consegue estratificar seus colaboradores em diferentes níveis de risco, agindo de maneira pontual e eficiente, de acordo com a necessidade de cada grupo.

Como foi possível perceber, o home office se tornou uma modalidade bastante presente na realidade do trabalhador brasileiro. Contudo, apesar das vantagens e facilidades trazidas por esse formato, ainda existem pontos que merecem atenção por parte das empresas e dos gestores de RH.

Muitos profissionais ainda estão em fase de adaptação com o home office, dependendo de apoio e orientação sobre a melhor forma de atuar nesse novo cenário. Além disso, questões ligadas tanto à saúde e segurança no trabalho quanto à saúde mental também devem ser alvo de discussão dentro das empresas, com o objetivo de melhorar a experiência do colaborador em um momento tão incomum como o que todo o mundo vem passando.

LTM transforma plataforma de fidelidade da Porto Seguro em ecossistema de negócios 468

LTM transforma plataforma de fidelidade da Porto Seguro em ecossistema de negócios

Baseada na lógica de coalizão, solução provê engajamento mais eficiente e atrativo para os públicos-alvo e otimiza os investimentos da seguradora

A Vertem, holding focada no desenvolvimento de ecossistemas de negócios, anuncia a recente parceria da LTM, uma das empresas do grupo, com a Porto Seguro para reformulação de seu programa de fidelidade. A mudança entrega mais valor aos clientes dos cartões de crédito Porto Seguro, corretores de seguros e prestadores de serviços por meio do modelo ecossistema e coalizão de recompensas. Com a aliança, a LTM é a responsável pela plataforma digital integrada, e pelo marketplace, no qual os participantes podem resgatar seus prêmios e conquistar mais benefícios.

Batizado de PortoPlus, o projeto entrou em vigor há pouco mais de três meses. Raphael Mello, CEO da LTM, explica que antes, a Porto Seguro apresentava seis diferentes iniciativas de fidelidade e incentivo para diversos públicos. “Em nossa análise, identificamos a oportunidade de construir uma plataforma mais abrangente, com visão unificada do cliente e independente do serviço ou produto contratado; que, ao mesmo tempo, respeitasse as regras de negócio específicas de cada área, além de permitir a colaboração com empresas parceiras”, declara.

Para atingir esses objetivos, engajar mais os clientes, corretores e prestadores de serviço da Porto Seguro e oferecer a eles benefícios mais atrativos, a LTM desenvolveu um sistema inteligente que opera o relacionamento com o usuário identificando seus hábitos de consumo, preferência e necessidades. A ferramenta oferece a mais de 2 milhões de usuários a possibilidade de resgates em produtos e serviços condizentes com seus perfis.

“Na plataforma integrada, um corretor de seguros pode ter acesso a mais benefícios ao utilizar o cartão de crédito da seguradora, por exemplo, acumulando mais pontos no PortoPlus. Com isso, por meio da lógica de coalizão, conseguimos oferecer à Porto Seguro dados ricos sobre os hábitos de consumo dos beneficiários, o que, gradativamente, permite que ela ofereça novos serviços e produtos ao longo da jornada de relacionamento com o mesmo, resultando em novos negócios”, completa Mello.

A experiência da LTM propiciou que a plataforma se tornasse um fortalecedor da marca e dos negócios oferecidos pela Porto Seguro. Por meio dessa integração, a seguradora cria uma nova experiência ao usuário, proporcionando visão integrada de seus benefícios. Raphael Mello ressalta ainda que “no cenário atual, em que a tendência de customer centricity (consumidor no centro) se tornou uma realidade de mercado, a solução integrada que apresentamos se mostra como uma ótima viabilizadora de negócios, além de ser de grande utilidade para exploração de novos canais de venda e conexões com novos parceiros”.

O modelo de ecossistema amplia a captação de dados relevantes sobre os hábitos de consumo, para que as empresas possam promover estudos mais assertivos sobre risco, criação de novos produtos, desenvolvimento de parcerias e entender a melhor maneira e o timing correto para abordar o consumidor final.

Com a unificação das plataformas, tanto os benefícios quanto os pontos acumulados passam a ser gerenciados de forma única e integrada. “Queremos incentivar a fidelização e conceder aos nossos clientes, corretores e prestadores de serviço uma nova experiência, proporcionando visão integrada de seus pontos e a efetiva utilização em um único lugar, maximizando suas recompensas”, diz Felipe Milagres, diretor de Clientes e Digital da Porto Seguro.

No desenvolvimento dessa estratégia, as empresas do grupo Vertem trabalham em conjunto com a Porto Seguro em formato de squads para fazer a evolução do programa e intensificar o relacionamento com os participantes. O projeto foi estruturado em cinco meses com base no modelo ágil e conta com equipes tanto da seguradora quanto da holding de ecossistemas em todas as frentes de negócio. Além disso, toda a operação foi gerenciada por um time multidisciplinar, que garante melhorias contínuas para o programa.

Sancor registra crescimento de 31% em negócios com cooperativas 384

Ampliação neste mercado é uma das estratégias da companhia para 2021

A Sancor Seguros trouxe seu DNA cooperativista para o Brasil e os negócios relacionados a esta parceria têm trazido bons resultados à companhia. O Canal Cooperativas, implantado em 2016, alcançou a marca de R$ 195 milhões em 2020. O número é 31% maior do que a movimentação alcançada em 2019. Para este ano, a estratégia é ampliar o canal. Afinal, somente no primeiro trimestre de 2021, houve crescimento de 21% nas transações, em comparação ao mesmo período do ano passado.

Segundo o gerente do Canal Cooperativas, Paulo Alexandre Dawibida, tecnologia e capital humano são os principais pilares neste momento de expansão. “Implantamos a comercialização por meio das vendas digitais. Com isso, as contratações de seguros ocorrem de forma simples e fácil, com assinaturas e processos 100% digital e em ambiente online. Isso possibilitou a ampliação dos negócios, mesmo durante o período de pandemia”, ressaltou.

Porém, a possibilidade de personalização dos produtos é o que garante o sucesso da parceria. “Conseguimos desenvolver tecnologia para distribuição e oferta de produtos, com muita maleabilidade para customização, de maneira a atender as reais necessidades dos nossos parceiros de negócios. A ideia é fazer com que a relação entre seguradora, cooperativa e segurado seja vantajosa, com seguros de alta qualidade, que contemplem as expectativas do cliente e a um preço justo”, complementa.

Com oito anos no Brasil e prestes a completar cinco anos de um canal exclusivo para negócios com cooperativas no País, a Sancor Seguros caminha para a maturidade no setor. “Dizemos que a Companhia tem um DNA cooperativista, pois nasceu e se desenvolveu dentro de uma cooperativa na Argentina. Portanto, temos, em nossa formação, a mesma essência e a nossa expertise permite que possamos trabalhar observando os mesmos princípios e ideais deste setor”.

Na estratégia para este ano, a ampliação de negócios no segmento tem como base treinamento e foco nas necessidades das cooperativas. “Elegemos 2021 para ser o ano do Cooperativismo. Por isso, nossos colaboradores estão altamente engajados em aprender e entender este ramo, com a finalidade de oferecer as melhores soluções em seguros para este público. Estamos realizando treinamentos internos e incentivando também a adesão ao cooperativismo. Com todas estas ações, iremos melhorar o atendimento para nossos atuais parceiros e conquistar um número ainda maior no decorrer deste ano”, projetou o executivo.

E nesta parceria, tanto seguradora quanto cooperativa saem ganhando: “com a comercialização de seguros, as cooperativas podem obter uma nova fonte de receita sem onerar os custos para seus cooperados. Além disso, aproximadamente 81% de todo o faturamento retorna para as comunidades na forma de indenizações, pagamento de prestadores de serviços e remuneração da cadeia produtiva”, acrescentou o gerente do canal.

Atualmente, a Sancor atende 185 cooperativas de crédito e do agronegócio. Os estados onde há maior volume de comercialização são: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Pará, Amapá, Espírito Santo e Rondônia. Todos os ramos comercializados são negociados pelas cooperativas, de forma customizada: Vida, Auto, Residencial, Empresarial e Agrícola, garantindo proteção total para as pessoas e patrimônios.

Telemedicina do Qsaúde cresce mais de 370% nos últimos seis meses 586

Telemedicina do Qsaúde cresce mais de 370% nos últimos seis meses

Resolutividade e segurança da teleconsulta são os principais atrativos do serviço, segundo usuários

A operadora de planos de saúde Qsaúde registrou aumento de mais de 370% nas teleconsultas realizadas por seus beneficiários com médicos do serviço de telemedicina do Einstein nos seus primeiros meses de funcionamento. É o que aponta levantamento recente da companhia, realizado entre novembro de 2020 e março de 2021. Só no primeiro trimestre deste ano, o crescimento foi de 132% e pode ser relacionado ao recrudescimento da pandemia em São Paulo.

Ainda segundo a pesquisa, entre as principais queixas médicas que levaram os clientes a buscar o atendimento online estão infecção aguda das vias aéreas superiores (gripes e resfriados), sintomas associados ao Covid-19 e quadros gastrointestinais. No geral, a taxa de resolutividade dos casos atendidos é de 80%. Com isso, o atendimento remoto evita que 8 a cada 10 pacientes sejam encaminhados a um serviço de urgência e emergência e fiquem expostos aos riscos decorrentes de um ambiente hospitalar.

“Oferecemos a todos os beneficiários o serviço de telemedicina com médicos do Einstein, disponível 24 horas. O modelo alia agilidade, conforto e, principalmente, segurança. Acompanhamos de perto os indicadores de resolutividade e os motivos que fazem os clientes a realmente necessitarem do pronto-atendimento. Dessa forma, nosso time de saúde monitora a evolução de cada caso, realiza visitas hospitalares e auxilia na elaboração de um plano de cuidado que contemple estratégias de prevenção e promoção de saúde”, afirma o diretor médico do Qsaúde, o cardiologista Ricardo Casalino.

Telemedicina no Brasil

Após um ano da permissão ao uso da telemedicina no país em caráter emergencial, o atendimento a distância segue crescendo na saúde suplementar e, também, no sistema público de saúde.

Segundo dados da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), as 15 operadoras associadas juntas – entre elas as maiores do país -, chegaram a realizar, em média, 250 mil consultas por mês em 2020.

No Sistema Único de Saúde (SUS), foram mais de 1,8 milhão de teleconsultas até julho de 2020.

Benefícios da telemedicina

Conceitualmente definida pelo uso de recursos digitais de comunicação e tecnologia para troca de informações de saúde a distância, a telemedicina traz muitos benefícios à população. Em meio à crise sanitária global, a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) apoia a implementação da telemedicina, que já era utilizada em países como Inglaterra, Portugal, Estados Unidos, Austrália, Índia e Japão.

Além da resolutividade de grande parte de casos não caracterizados como urgências ou emergências médicas, a teleconsulta garante mais segurança ao evitar o deslocamento até uma unidade de saúde, em um momento no qual o isolamento social é uma das principais formas de prevenção do contágio do coronavírus. Ainda oferece maior acessibilidade àqueles que, seja por imobilidade ou questões geográficas, não podem ir até um profissional de saúde.

Imposto de Renda 2021: quando é necessário declarar o Seguro de Vida? 367

Bernardo Castello é Diretor da Bradesco Vida e Previdência / Foto: Bitenka/Divulgação

Especialista esclarece dúvidas sobre como enviar as informações certas para a Receita Federal

Muitas pessoas ficam em dúvida sobre se é necessário declarar o Seguro de Vida no Imposto de Renda, em que situações e como fazê-lo. Embora as indenizações sejam consideradas rendimentos isentos, é fundamental informar o seu recebimento na declaração, para que a Receita Federal identifique a origem do recurso e o contribuinte não incorra em eventuais erros por informações incompletas ou incorretas. Bernardo Castello, Diretor da Bradesco Vida e Previdência, explica como declarar a indenização de seguro de pessoas no Imposto de Renda 2021. Veja como fazer!

Como informar o valor pago no seguro de vida

O valor pago à seguradora mensalmente pelo Seguro de Vida não precisa ser declarado. Nos seguros resgatáveis, havendo o resgate, a parcela correspondente ao rendimento, quando existente, deve ser declarada, assim como as indenizações, quando recebidas . No Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), o plano de Seguro de Vida com cláusula de cobertura por sobrevivência, deve ser informado na ficha ‘Bens e Direitos’, no código 97 VGBL, com a descrição do produto contratado e os saldos acumulados referentes aos valores históricos das aplicações que o segurado pagou à seguradora.

Como declarar o Imposto de Renda por invalidez e em casos de doenças graves

Bernardo Castello esclarece que as indenizações dos seguros devem ser informadas na ficha de rendimentos isentos e não tributáveis, sob o código 03, intitulado de ‘Capital das Apólices de Seguro ou pecúlio pago por morte do segurado’ e ‘Pecúlio recebido de entidades de previdência privada em decorrência de morte ou invalidez permanente’. São exemplos de indenizações as coberturas por invalidez (perda ou a redução da funcionalidade de um membro ou órgão), doenças graves (câncer de mama/ginecológico), internação hospitalar, reembolso de despesas médicas e diárias de incapacidade (em que a pessoa é impedida de executar suas tarefas profissionais), entre outros.

Como declarar o Seguro Educacional

Nos Seguros Educacionais, em geral, as indenizações são pagas diretamente à instituição de ensino. Em vista disso, qualquer declaração relativa ao recebimento desses valores deve ser realizada pela escola. Caso o pagamento seja feito ao segurado, ao responsável pelo estudante ou ao próprio estudante, a declaração deve ser efetuada como nos demais seguros de pessoas, na ficha de Rendimentos Isentos e Não Tributáveis, sob o código 03.

“Outra observação importante para o contribuinte é que o Seguro de Vida não é passível de dedução no Imposto de Renda, ou seja, o valor pago pelo seguro não pode ser abatido da base de cálculo do IR. Para os seguros na modalidade VGBL, com cláusula de cobertura por sobrevivência, o saldo acumulado também deve ser informado na ficha de ‘Bens e Direitos’, sob código 97 VGBL”, ressalta Bernardo.

Os seguros resgatáveis que oferecem rendimentos não são dedutíveis, sendo assim, não é obrigatório declarar os valores pagos. Já os valores resgatados precisam ser declarados, conforme a sua classificação anual, seja como rendimento isento ou tributável na fonte (ganho de capital).

Entenda a diferença entre a declaração do Seguro de Vida e Planos de Pensão

Os Seguros de Vida e os planos de previdência costumam ter características similares, uma delas é o pagamento por óbito do titular. No geral, os seguros garantem um pagamento único e os planos previdenciários preveem o pagamento por renda mensal (pensão). A diferença entre esses dois benefícios é o processo tributável. As condições pagas aos planos de previdência complementar são parecidas ao da previdência social que podem ser dedutíveis da base de cálculo do IR. Enquanto, o valor pago no seguro de pessoas não precisa ser declarado. Outro exemplo, é o pagamento de renda mensal em planos previdenciários que constituem rendimento tributável, em contrapartida a indenização paga aos beneficiários no seguro de vida é isenta de Imposto de Renda.

Quase 900 mil pessoas contrataram planos de saúde nos últimos 12 meses 484

Quase 900 mil pessoas contrataram planos de saúde nos últimos 12 meses

1,57 milhão adquiriram planos odontológicos; Números foram divulgados pela ANS

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) disponibilizou os números de beneficiários de planos de saúde relativos a março. O setor manteve a tendência de crescimento – iniciada em julho do ano passado – e registrou 47.977.271 usuários em planos de assistência médica e 27.606.039 em planos exclusivamente odontológicos.

Nos planos médico-hospitalares, em um ano houve incremento de 862.970 beneficiários – o equivalente a 1,83% de aumento – em relação a março de 2020. O aumento ocorreu em todas as modalidades de contratação, mas foi mais expressivo nos planos coletivos empresariais (2,47% de aumento). O total de beneficiários é o maior registrado desde setembro de 2016 – antes disso, foi superado em agosto de 2016, quando foram registrados 48.037.472 beneficiários.

Na segmentação exclusivamente odontológica, foi registrado aumento de 1.573.312 beneficiários em um ano – o que representa 6,04% de crescimento no período. Esse é o maior quantitativo já registrado nesse segmento.

Entre os estados, no comparativo com março de 2020, o setor registrou aumento de beneficiários em planos de assistência médica em 19 unidades federativas, sendo São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo os que tiveram o maior ganho de beneficiários em números absolutos. Entre os odontológicos, 24 unidades federativas registraram aumento no comparativo anual, sendo São Paulo, Minas Gerais e Paraná os estados com maior crescimento em números absolutos.

A ANS ressalta que os números podem sofrer modificações retroativas em função das revisões efetuadas mensalmente pelas operadoras.