Revista JRS apresenta retrospectiva do mercado segurador em 2020 3942

Edição especial da publicação mensal aborda os principais acontecimentos do ano

Editorial: Agradecer para renovar em 2021

Desafiador é como podemos definir o que foram os últimos 12 meses. A equipe do JRS procurou reinventar-se. Continuamos disseminando a cultura do setor, com presença ainda mais forte no universo digital. Um exemplo disso são as mais de 4,5 milhões de impressões em buscas no Google nos últimos três meses.

No mês de setembro, conseguimos reunir o mercado de seguros no Troféu JRS Drive-in, seguindo todos os protocolos de saúde e segurança. Isso é a prova de que não há barreiras para o JRS quando o assunto é estar ao lado de um dos segmentos mais importantes para a proteção das famílias brasileiras. Além disso, é claro, estamos sempre juntos de cada um dos profissionais que constroem o ecossistema de seguros, sejam corretores, seguradores ou prestadores de serviços.

Aproveitamos para apresentar nossos votos de renovação e prosperidade neste novo ciclo que inicia-se com a chegada do final de mais um ano. Por todos que ficaram em nossas memórias, por todas as histórias incríveis que ainda vamos viver juntos e por todo amor do mundo, desejamos que 2021 seja recheado de bênçãos e realizações para nossos amigos, parceiros de negócios, espectadores e entusiastas do setor de seguros.

Como “ninguém faz nada sozinho”, a nossa equipe, que orgulhosamente celebrou a marca de 20 anos de trabalho em 2020, é extremamente grata a todos que diariamente confiam no nosso trabalho e estão juntos na grande missão, que é disseminar a cultura do seguro. Obrigado por mais um ano de parceria!

Excelente leitura!

Planos de saúde fecham 2020 com mais de meio milhão de novos beneficiários 504

Planos de saúde fecham 2020 com mais de meio milhão de novos beneficiários

Nova edição, divulgada nesta terça-feira (19), contempla informações coletadas até dezembro

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulga nesta terça-feira (19) nova edição do Boletim Covid-19 com dados sobre a utilização dos planos de saúde durante a pandemia. São apresentadas informações assistenciais e econômico-financeiras coletadas até dezembro junto a uma amostra de operadoras, além da prévia da evolução do número de beneficiários em planos de assistência médica relativa a esse mês, número de exames relacionados à Covid-19 realizados pelos planos de saúde e demandas dos consumidores recepcionadas pela ANS através de seus canais de atendimento.

O objetivo da publicação é monitorar a evolução de indicadores relevantes do setor de planos de saúde durante o período da pandemia, subsidiando análise qualificada da Agência Reguladora e prestando mais informações à sociedade.

Na parte relativa aos indicadores assistenciais, são informados a ocupação de leitos, os atendimentos em pronto-socorro que não geraram internação e autorizações emitidas para procedimentos eletivos fora do ambiente hospitalar, entre outros dados que apontam as principais tendências em relação à utilização de serviços de saúde durante a pandemia. Os indicadores econômico-financeiros analisam a sinistralidade observada através do fluxo de caixa das operadoras – movimento de entrada (recebimentos) e saída (pagamentos) de recursos em um dado período – e a inadimplência, ou seja, o não pagamento de obrigações no prazo estabelecido. Confira a seguir as informações detalhadas.

Evolução de beneficiários

O número preliminar de beneficiários em planos de assistência médica registrado em dezembro segue a tendência de crescimento que vinha sendo observada nos meses anteriores e consolidada a partir de julho. O setor fechou o ano com 47,6 milhões de beneficiários em planos de assistência médica – um aumento de mais de 560 mil usuários em relação a dezembro de 2019 (1,18%) e de 178,9 mil (0,4%) em relação a novembro de 2020.

De março a dezembro, o aumento ocorreu em todas as modalidades de contratação do plano, sendo que o maior percentual foi verificado nos coletivos por adesão (2% a mais em relação a março). A taxa de crescimento do número de beneficiários idosos (acima de 59 anos) se manteve positiva entre os planos coletivos. Já no caso dos beneficiários da faixa etária até 59 anos, foi observada a primeira variação positiva nos planos individuais desde julho.

Informações assistenciais

Em dezembro, a taxa de ocupação geral de leitos (com e sem UTI) nos hospitais da amostra ficou em 68%, mantendo-se praticamente a mesma observada no mês anterior e, pela primeira vez em 2020, apresentou-se acima do observado para o mesmo mês em 2019 (67%). Essa informação considera a ocupação tanto para o atendimento à Covid-19 quanto para demais procedimentos não relacionados à doença, e engloba leitos comuns e de UTI. Já a taxa mensal de ocupação dos leitos (comum e UTI) para Covid-19 aumentou para 67% em dezembro, frente a 63% verificado em novembro. E a taxa de ocupação de leitos para os demais procedimentos, que foi de 71% em novembro, passou para 68% em dezembro.

A quantidade de consultas em pronto-socorro que não geraram internações segue apresentando retomada gradual. Em dezembro, houve um crescimento de 4,9% em relação ao mês anterior, mesmo assim, ainda abaixo do observado antes do início da pandemia.

A busca por atendimentos de Serviços de Apoio Diagnóstico Terapêutico (SADT) – que permite avaliar a tendência quanto à utilização de procedimentos eletivos fora do ambiente hospitalar – apresentou queda de 15% em dezembro, no comparativo com o mês anterior, redução que pode ser explicada pela baixa sazonalidade histórica no período. Contudo, quando comparado com o mesmo período de 2019, as autorizações para SADT apresentaram aumento de 9,2%.

Exames

Os dados sobre a realização de exames contemplam informações coletadas até outubro e têm como fonte os dados do Padrão TISS (Troca de Informação de Saúde Suplementar). Nesse mês, foram contabilizados 161.811 exames para detecção de Covid-19 do tipo Pesquisa de RT-PCR e 41.337 testes do tipo sorológico. Desde o início da pandemia, foram realizados 1.756.430 exames do tipo RT-PCR e 235.216 sorológicos na saúde suplementar.

Cabe destacar que os números do mês de outubro apresentados no boletim ainda sofrerão alteração à medida que as cobranças forem encaminhadas dos prestadores de serviços às operadoras e, posteriormente, para a ANS.

Informações econômico-financeiras

Essa edição do boletim mostra que, em dezembro, houve um aumento das despesas assistenciais superior ao aumento dos valores pagos pelos beneficiários relativos às contraprestações (mensalidades), quando comparado com novembro. Como consequência, nota-se um aumento do índice de sinistralidade nesse mês (80%), compatível – porém ligeiramente superior – ao nível histórico para o 4º trimestre, ao se comparar com os indicadores trimestrais dos últimos anos.

Os percentuais de inadimplência tanto para planos individuais/familiares quanto para coletivos também se mantêm próximos do nível histórico, porém ainda um pouco abaixo da média. O percentual geral ficou em 6%, mesmo patamar registrado em novembro, o menor valor da série observada. Quando analisado por tipo de contratação do plano, o indicador teve aumento de um ponto percentual em ambas as modalidades, passando de 9% em novembro para 10% em dezembro nos individuais ou familiares e de 4% para 5% nos coletivos.

Demandas dos consumidores

Em dezembro, foi registrada queda de 15,2% no número de reclamações envolvendo todos os temas em relação ao mês anterior, totalizando 11.329 demandas. Já as queixas relacionadas especificamente à Covid-19 apresentaram pequeno aumento (0,7%) em relação a novembro, com o registro de 1.173 demandas.

Do total de reclamações sobre Covid-19 registradas no mês, 74% dizem respeito a dificuldades relativas à realização de exames e tratamento; 16% se referem a outras assistências afetadas pela pandemia; e 10% são reclamações sobre temas não assistenciais (contratos e regulamentos, por exemplo). De março até dezembro, foram registradas 16.174 reclamações e 19.536 pedidos de informações sobre Covid-19. Cabe esclarecer que essa classificação considera o relato do consumidor ao cadastrar sua demanda na ANS, sem análise de mérito sobre eventual infração da operadora ou da administradora de benefícios à Lei 9.656/98 e seus normativos ou aos termos contratuais.

As demandas de reclamação dos consumidores passam pela mediação de conflitos realizada através da Notificação de Intermediação Preliminar (NIP), conforme definição prevista na Resolução Normativa nº 388/2015. A mediação possibilita que as operadoras reparem sua conduta irregular e resolvam os problemas dos beneficiários, evitando, assim, a abertura de processo administrativo e judicial. Entre março e outubro de 2020, a NIP alcançou 93,3% de resolutividade, considerando todas as demandas cadastradas na ANS no período que foram passíveis de mediação, bem como 91% de resolutividade quando consideramos somente as demandas relacionadas à Covid-19. Já o percentual de resolução das reclamações relativas aos testes para detecção da Covid-19 ficou em 92,3% para os exames de RT-PCR e 91,9% para os exames sorológicos. Esse dado informa que a maioria das reclamações apresentadas foram solucionadas no âmbito da mediação promovida pela Agência.

Para a análise dos indicadores assistenciais, a ANS considerou informações coletadas junto a uma amostra de 50 operadoras que possuem rede própria hospitalar. Para os índices econômico-financeiros, foram analisados dados de 97 operadoras para o estudo de fluxo de caixa e 96 para análise de inadimplência. Juntas, as operadoras respondentes para esses grupos de informação compreendem 74% dos beneficiários de planos de saúde médico-hospitalares.

Adicionalmente, na construção do boletim, para estes e demais indicadores relacionados a demandas de consumidores e variação da base de beneficiários, foram utilizados dados oficiais da ANS, entre eles, o Documento de Informações Periódicas (DIOPS), o Sistema de Informações de Fiscalização (SIF) e o Sistema de Informação de Beneficiários (SIB).

CEO da Ituran Brasil participa ao vivo do Seguro Sem Mistério nesta terça, 17h30min 697

Amit Louzon demonstra como proteger o carro durante todos os períodos do ano

O programa Seguro Sem Mistério da próxima terça-feira (19) recebe o CEO da Ituran Brasil, Amit Louzon. O especialista demonstra como ficar com o carro protegido durante todos os períodos do ano, em especial, no veraneio.

Com o comando de Júlia Senna e William Anthony, a entrevista também vai abordar um breve balanço sobre os resultados da Ituran Brasil em 2020 e quais as expectativas da empresa para o ano que acaba de começar. Será ao vivo, a partir das 17h30min, no canal do JRS no YouTube.

Desde a estreia do novo formato, no final de novembro, o Seguro Sem Mistério conquistou mais de 18 mil visualizações no YouTube. Além disso, a atração é apresentada de terça a domingo para mais de 40 municípios do Rio Grande do Sul, através do canal 520 da NET HD.

Mensagens falsas sobre banco utilizam imagem do JRS sem autorização 11888

Golpistas utilizam imagem do JRS para propagar mensagens falsas nas redes

Texto falsamente atribuído ao Banco Santander tem sido disseminado nas redes sociais

O Jornal Regional de Seguros (JRS), veículo administrado por Jornalistas Profissionais há 21 anos, comunica ao público que golpistas têm utilizado a imagem do portal https://jrs.digital/ para disseminar mensagens falsas nas redes sociais.

Diversos leitores relataram neste sábado, 16 de janeiro, que viram uma suposta matéria publicada pelo veículo com o seguinte título: “Superdigital encerra suas atividades, devido ao grande golpe sofrido na madrugada do dia 15 de janeiro de 2021“. O texto é falsamente atribuído ao Banco Santander, o que não procede.

Reprodução da mensagem disseminada nas redes sociais, que falsamente atribui reportagem ao JRS
Reprodução da mensagem disseminada nas redes sociais, que falsamente atribui reportagem ao JRS

Tal notícia jamais foi publicada pelo JRS e os administradores da empresa tomarão as medidas cabíveis a fim de identificar os responsáveis por este episódio.

Reiteramos que todas as nossas publicações seguem altíssimos critérios jornalísticos e podem ser consultadas diretamente no site https://jrs.digital/, no campo de busca. O portal do JRS ainda possui certificado de segurança SSL, ou seja, toda vez que o site é acessado, seu navegador deve apresentar o desenho de um cadeado ao lado da URL.

Se você identificar alguma mensagem falsa atribuída ao JRS comunique-nos através do e-mail redacao@jrscomunicacao.com.br.

Fique atento aos roubos e furtos de celulares durante as férias 4110

Superintendente da Zurich destaca os diferenciais de estar protegido através do seguro celular

Com a pandemia, as situações de aglomerações, como baladas e shows, diminuíram. Mas para que as férias sejam um verdadeiro momento de descanso e distração, a Zurich ressalta dicas importantes para prevenção contra roubos e furtos de smartphones neste período.

O Superintendente de Underwriting Parcerias da Zurich, Carlos Eduardo da Silva, participa do Seguro Sem Mistério e destaca as funcionalidades e os diferenciais do seguro celular oferecido pela companhia. Confira a reportagem em áudio e na íntegra abaixo:

 

JRS: De acordo com a FGV, o Brasil tem 234 milhões de celulares inteligentes (smartphones) em uso. Ou seja, todo brasileiro utiliza o dispositivo. Tendo esse cenário em vista, qual a importância do seguro celular?

Carlos Eduardo da Silva: O seguro de bens de um modo geral visa proteger o patrimônio segurado contra os riscos contratados. Ao fazer um seguro para o celular, além da proteção individual há um impacto positivo na área social e econômica da sociedade. O seguro para celular se torna cada vez mais importante devido ao crescimento do número de vítimas de roubo ou furto desses aparelhos.

Se tomarmos o estado de São Paulo como exemplo, segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, aparelhos celulares foram os itens mais roubados na cidade entre janeiro e agosto de 2020: a cada 10 assaltos, em seis os ladrões subtraíram os aparelhos de suas vítimas e, seguramente, essa seja a realidade de outros estados da federação.

Hoje os celulares deixaram de ser um bem de luxo para ser um bem categorizado por alguns como essencial, em alguns casos o celular tem mais importância para a pessoa que outros bens, como notebook, tv etc, hoje em dia é comum para algumas pessoas o celular ser uma importante ferramenta de trabalho, tão eficiente quanto um notebook.

Devido à alta tecnologia e funções inseridas em um aparelho celular o preço do produto está cada vez mais relevante. De acordo com a pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box, que tratou justamente do roubo de celulares no país, apenas 16% dos internautas brasileiros com smartphone declaram ter seguro contra roubo ou furto do seu celular atual.

Férias geralmente são momentos para descanso e distração. Quais as dicas para estar atento contra roubos e furtos?

O roubo e furto de bens geralmente acontece quando a pessoa com má intenção percebe a oportunidade. Por isso, é importante que os proprietários dos celulares estejam mais atentos em locais com aglomerações, como shows, baladas e blocos de Carnaval, por exemplo. Em meio à pandemia, as aglomerações diminuíram, mas ainda temos situações que, mesmo assim, se enquadram, como: transporte público e ruas de comércio popular.

Vale também evitar o uso do aparelho enquanto se caminha na rua, o que geralmente traz distração e facilita os eventos indesejados.
Creio que essas são duas dicas fundamentais para evitar o roubo/furto do celular em situações cotidianas.

Como o corretor de seguros pode ofertar mais essa proteção aos seus clientes?

A pesquisa citada anteriormente aponta que somente 16% dos internautas declaram que possuem seguro celular, o que demonstra que temos uma boa oportunidade de crescimento neste seguro. Os corretores, bancos e representantes possuem um papel fundamental na conscientização do produto de seguro, veja a cada 10 roubos em São Paulo 6 tiveram o celular subtraído, ou seja, o risco existe.

Os produtos de seguro podem ser ofertados no momento da compra do celular ou depois da compra a depender da parceria e contrato com a seguradora. No quesito de custo-benefício na Zurich temos seguros para proteção de celular a partir de R$ 6,99 por mês, é claro que este valor varia de acordo com o custo do celular segurado.

Há ainda o fato de esse tipo de proteção colaborar e muito para evitar uma preocupação maior com custo de comprar um novo celular, em alguns casos até sair do planejamento financeiro do mês para quem teve o aparelho roubado ou furtado. E dependendo dos serviços contratados, o seguro celular pode ajudar também na recuperação dos arquivos pessoais.

Destaco, porém, que além do seguro de roubo e furto qualificado, que são os mais comuns, a Zurich oferece outros produtos, como Danos Acidentais e Garantia Estendida:
Danos Acidentais – Garante o reparo do aparelho segurado em casos de ocorrência de danos acidentais não cobertos pela garantia do fabricante, e cobre ainda avarias decorrentes de quedas acidentais, derramamento de líquidos e danos elétricos. Se não for possível realizar o reparo do bem, o segurado recebe um novo aparelho igual ou semelhante ao descrito na apólice.
Garantia Estendida – Oferece a extensão da garantia original de fábrica.  Se o aparelho vier com um ano de garantia de fábrica, por exemplo, o Garantia Estendida só iniciará após esse prazo. O período de validade dependerá da escolha dentre as opções disponíveis na loja em que o cliente adquirir o celular, podendo chegar a até 3 anos após a garantia de fábrica. Em caso de defeito, a Zurich garante o reparo sem qualquer custo ao cliente.  Se não for possível o reparo, a Zurich poderá definir pela troca do produto por outro igual ou similar. Em casos extremos, em que não for possível a troca, o cliente será indenizado em dinheiro, de acordo com o descrito nas condições do seguro.

Quais os diferenciais do produto da Zurich voltado a esse mercado? O que ele garante num caso de roubo ou furto?

A Zurich tem opções de seguro para pagamento anual ou mensal e com vigências acima de 12 meses, a depender do contrato. Assim como outros seguros, o de celular garante a proteção do aparelho contra os eventos previstos nas coberturas contratadas, que geralmente são:
Roubo – Caracterizado quando a pessoa sofre ameaça física verbal ou uso de força bruta; e
Furto Qualificado – Identificado quando a pessoa não sofre ameaça e só percebe quando se depara com os vestígios do crime, como uma bolsa rasgada, por exemplo.

Como disse acima, o seguro celular evita que a pessoa que sofreu o sinistro tenha maiores custos para ter o bem reposto ou reparado evitando, por exemplo, que ela saia do seu planejamento financeiro tendo em conta o custo de um aparelho celular atualmente. Geralmente, quando acontece algo com o celular, as duas maiores preocupações são: agilidade para ter o aparelho de volta (pois a imensa maioria de nós utiliza muito esse aparelho no dia a dia e até como ferramenta de trabalho) e o custo para solucionar o problema. É quando o seguro para celular se mostra como melhor alternativa, pois com uma contribuição de parte do bem segurado o celular está protegido, como eu disse antes, o custo-benefício.

Você mencionou em sua primeira pergunta os dados da FGV, segundo a qual em junho deste ano havia 234 milhões de celulares inteligentes no país. Porém, também de acordo com o estudo da entidade que nos revelou esse dado, se adicionarmos à conta notebooks e tablets, o número salta para 342 milhões de dispositivos portáteis, o que dá 1,6 dispositivo portátil por habitante.

A Zurich também dispõe de seguros para esses aparelhos, os quais, tal como o celular, são companhias cada vez mais frequentes das pessoas, tanto no trabalho quanto nos estudos e lazer.

Para CEO da Argo Seguros, aprovação das PECs e vacinação contra Covid-19 devem impulsionar os negócios este ano 835

Bruno Pereira é CFO e CEO interino da Argo Seguros / Divulgação

Bruno Pereira conta com mais de vinte anos de atuação em Contabilidade e Finanças

O mercado de seguros deve voltar a crescer de forma mais robusta em 2021, principalmente se o governo conseguir articular no Congresso as aprovações das Propostas de Emenda Constitucional (PEC), que ainda estão pendentes de apreciação principalmente por conta da pandemia; e se a vacinação em massa contra a Covd-19 realmente ocorrer.

A análise é do CFO e CEO interino da Argo Seguros, Bruno Pereira. Com mais de vinte anos de atuação no segmento de Contabilidade e Finanças, o executivo avalia que ambas as medidas são importantes, mas a primeira é fundamental para equilibrar as contas do Governo e, assim, proporcionar um ambiente de negócios muito mais produtivo.

“A expectativa é que as PECs melhorem a economia como um todo, trazendo a reboque um ambiente também mais favorável para o crescimento do mercado de seguros, que tem uma correlação forte com a economia nacional. Também não podemos esquecer dos impactos positivos da vacinação em massa, que deve ocorrer neste início de ano. Esses fatores combinados podem alavancar (e muito) a economia e os negócios”, disse.

Já sobre a importância da vacinação contra a Covid-19, Bruno citou um estudo recente da Federação Nacional das Seguradoras (FenSeg), que estima que, por conta da pandemia, o setor deve apresentar um crescimento nominal de apenas 5% em 2020, em comparação com o ano anterior. Se isso se confirmar, descontada a inflação, a taxa de crescimento real do mercado tenderá a ser negativa.

“Segundo esse levantamento da FenSeg, se considerarmos o lucro das companhias seguradoras, há uma expectativa de encolhimento de 15%. Claro que para aquelas que possuem um portifólio expressivo em produtos massificados, tais como automóvel e seguro de pessoas, haverá uma queda mais acentuada, muito por conta do aumento do desemprego”, avaliou.

Quanto à Argo Seguros, o executivo lembrou o ótimo desempenho da seguradora no ano passado, quando a companhia registrou aumento do lucro operacional três vezes superior ao alcançado em 2019. “Esse resultado espetacular é fruto de uma política de subscrição extremamente austera e de iniciativas de controle das despesas”.

Para este ano, o CFO e atual CEO da Argo destacou que os investimentos em tecnologia, especialmente no fortalecimento de sua plataforma tecnológica, devem permitir um crescimento sustentável. “Investimos pesado em tecnologia para aumentar os produtos oferecidos de maneira digital, de forma a melhorar a experiência do corretor e do segurado, além de expandir também os nossos canais de distribuição. Isso contribui ainda no desenvolvimento de produtos inovadores, como o Instant, o Bike Mulher e o RC Condutor, este último com previsão de lançamento ainda neste mês”, finalizou.

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