O que aprendemos em 2020 e o que esperamos de 2021 907

Luiz Felipe Amabile Loch e Suellen Castro da Silva Farias, advogados sócios do escritório C. Josias & Ferrer / Foto: Mincarone Fotografia/Divulgação

Confira artigo de Luiz Felipe Amabile Loch e Suellen Castro da Silva Farias, advogados sócios do escritório C. Josias & Ferrer

E lá se foi o ano mais desafiador do mundo.

Não houve nenhuma pessoa ou segmento econômico que não tenha se sentido frágil, impotente e que, ao mesmo tempo, não tenha descoberto uma grande capacidade de reinventar-se.

Não foi diferente no C. Josias & Ferrer. Começamos assustados, com um desejo enorme de mantermos uma das nossas filosofias básicas: o cuidado. O cuidado com a nossa equipe, com os nossos clientes e com todos que estão ao nosso redor.

Nosso primeiro passo foi rápido: em 12 de março de 2020 já estávamos em regime de home office e começamos o trabalho de campo com cada um da equipe para que todos tivessem o máximo de conforto e condição de trabalho possível.

O que aprendemos? Que apesar das mudanças estruturais necessárias, nós nunca estivemos sozinhos. Ainda que tenhamos tido aumento de produtividade e uma equipe unida, como sempre, estamos contando os dias para podermos estar de volta presencialmente e com segurança.

O que esperamos para 2021, além da vacina?

Esperamos mais desafios. Contudo, estamos bem melhor preparados para enfrentá-los. Primeiro, porque em 2020 todos fomos surpreendidos com a situação pandêmica. Atualmente não há mais elemento surpresa. A maioria da sociedade se adaptou. Segundo, tivemos tempo e conseguimos nos adequar às questões tecnológicas que se tornaram essenciais não somente na nossa profissão, como julgamentos telepresenciais e novas plataformas de trâmites processuais. No ramo do direito, em específico, podemos dizer que os acontecimentos do ano que passou aceleraram uma revolução jurídica digital que já estava ocorrendo.

Olhando para trás e vendo o momento atual, acreditamos que vencemos em 2020. Embora o ano que passou tenha nos deixado poucas opções, fomos obrigados a agir aprendendo e encontrando alternativas para a solução de problemas.

E em 2021, com certeza, faremos ainda melhor.

CEO da Ituran Brasil participa ao vivo do Seguro Sem Mistério nesta terça, 17h30min 697

Amit Louzon demonstra como proteger o carro durante todos os períodos do ano

O programa Seguro Sem Mistério da próxima terça-feira (19) recebe o CEO da Ituran Brasil, Amit Louzon. O especialista demonstra como ficar com o carro protegido durante todos os períodos do ano, em especial, no veraneio.

Com o comando de Júlia Senna e William Anthony, a entrevista também vai abordar um breve balanço sobre os resultados da Ituran Brasil em 2020 e quais as expectativas da empresa para o ano que acaba de começar. Será ao vivo, a partir das 17h30min, no canal do JRS no YouTube.

Desde a estreia do novo formato, no final de novembro, o Seguro Sem Mistério conquistou mais de 18 mil visualizações no YouTube. Além disso, a atração é apresentada de terça a domingo para mais de 40 municípios do Rio Grande do Sul, através do canal 520 da NET HD.

Afinal, por que tanto mal entendido com a Resolução 382/2020? 3524

Confira opinião de André Thozeski, Corretor de Seguros

André Thozeski é Corretor de Seguros / Divulgação
André Thozeski é Corretor de Seguros / Divulgação

O Corretor de Seguros, André Thozeski, percebeu que alguns colegas de profissão podem estar confusos diante da Resolução 382/2020. Segundo Thozeski, a medida determina que o corretor “disponibilize ao cliente o montante da remuneração” – o que, na visão do profissional, não significa o mesmo que “publicar a sua comissão”.

Confira o artigo na íntegra:

Talvez devido a erros de “interpretação de textos”… A resolução 382/20 manda “DISPONIBILIZAR AO CLIENTE O MONTANTE DA REMUNERAÇÃO”, não “PUBLICAR A COMISSÃO”…

Vejamos o que diz a resolução:

“(…) Antes da aquisição de produto de seguro, de capitalização ou de previdência complementar aberta, o intermediário deve disponibilizar formalmente ao cliente (…) o montante de sua remuneração pela intermediação do contrato (…)”.

A 382/20 não menciona “informar ou publicar” percentual de comissionamento ou o valor da remuneração. O que consta ali é que o intermediário deve “disponibilizar”. Segundo o Dicionário Aurélio, alguns sinônimos de disponibilizar: “Tornar disponível, acessível, possibilitar, providenciar, facultar, facilitar, dispor, oportunizar, propiciar, viabilizar, autorizar, liberar”.

Exemplo: “A professora vai disponibilizar resumo da matéria para os alunos interessados”.

Não está escrito que o Corretor tem que sair publicando “percentuais de comissões” em cotações, como vê-se alguns fazendo. E mais: a 382/20 diz, textualmente, DISPONIBILIZAR AO CLIENTE, ou seja, é um assunto privado, que diz respeito tão somente ao proponente, ao cliente, não “ao público” ou “ao concorrente”.

Como o Corretor pode atender e cumprir o que determina a 382/20?

Que tal fazendo EXATAMENTE o que ela determina?. Informando ao proponente que estão à sua disposição todas as informações.

Por exemplo, introduzindo na correspondência, e-mail, mensagem ou planilha em que apresenta opção de contratação de seguro, de capitalização ou de previdência complementar aberta, a seguinte mensagem:

(Se operando como o Profissional Corretor, Pessoa Natural, no singular):

“Em cumprimento a Legislação vigente, especialmente Lei 8078/90 CDC – Código de Defesa do Consumidor e Resolução CNSP 382/2020, como o Profissional Corretor de Seguros responsável pela intermediação, declaro que todas as informações relativas à proposta e ao contrato de seguro/capitalização/previdência complementar aberta, objeto deste orçamento, inclusive informações referentes à remuneração, pela Seguradora, do meu trabalho como assessor do Segurado, como Representante do Segurado diante da Seguradora, ao longo de toda a vigência do Contrato, estão à disposição e poderão ser solicitadas, a qualquer tempo, por qualquer um de nossos canais de contato”.

(Se operando como Empresa Corretora, Pessoa Jurídica, no plural):

“Em cumprimento a Legislação vigente, especialmente Lei 8078/90 CDC – Código de Defesa do Consumidor e Resolução CNSP 382/2020, nossa Empresa Corretora de Seguros, responsável pela intermediação, declara que todas as informações relativas à proposta e ao contrato de seguro/capitalização/previdência complementar aberta, objeto deste orçamento, inclusive informações referentes à remuneração, pela Seguradora, do nosso trabalho como assessores do Segurado, como Representantes do Segurado diante da Seguradora, ao longo de toda a vigência do Contrato, estão à disposição e poderão ser solicitadas, a qualquer tempo, por qualquer um de nossos canais de contato”.

Penso que “fazer alguma coisa” é melhor que “não fazer nada”. Portanto, acredito que desta maneira estou cumprindo o que manda a 382/20.

Essa é a minha opinião. Afinal, nariz e opinião, todos temos…

André Thozeski, Corretor de Seguros desde 1988, com muito orgulho.

Mensagens falsas sobre banco utilizam imagem do JRS sem autorização 11888

Golpistas utilizam imagem do JRS para propagar mensagens falsas nas redes

Texto falsamente atribuído ao Banco Santander tem sido disseminado nas redes sociais

O Jornal Regional de Seguros (JRS), veículo administrado por Jornalistas Profissionais há 21 anos, comunica ao público que golpistas têm utilizado a imagem do portal https://jrs.digital/ para disseminar mensagens falsas nas redes sociais.

Diversos leitores relataram neste sábado, 16 de janeiro, que viram uma suposta matéria publicada pelo veículo com o seguinte título: “Superdigital encerra suas atividades, devido ao grande golpe sofrido na madrugada do dia 15 de janeiro de 2021“. O texto é falsamente atribuído ao Banco Santander, o que não procede.

Reprodução da mensagem disseminada nas redes sociais, que falsamente atribui reportagem ao JRS
Reprodução da mensagem disseminada nas redes sociais, que falsamente atribui reportagem ao JRS

Tal notícia jamais foi publicada pelo JRS e os administradores da empresa tomarão as medidas cabíveis a fim de identificar os responsáveis por este episódio.

Reiteramos que todas as nossas publicações seguem altíssimos critérios jornalísticos e podem ser consultadas diretamente no site https://jrs.digital/, no campo de busca. O portal do JRS ainda possui certificado de segurança SSL, ou seja, toda vez que o site é acessado, seu navegador deve apresentar o desenho de um cadeado ao lado da URL.

Se você identificar alguma mensagem falsa atribuída ao JRS comunique-nos através do e-mail redacao@jrscomunicacao.com.br.

Fique atento aos roubos e furtos de celulares durante as férias 4110

Superintendente da Zurich destaca os diferenciais de estar protegido através do seguro celular

Com a pandemia, as situações de aglomerações, como baladas e shows, diminuíram. Mas para que as férias sejam um verdadeiro momento de descanso e distração, a Zurich ressalta dicas importantes para prevenção contra roubos e furtos de smartphones neste período.

O Superintendente de Underwriting Parcerias da Zurich, Carlos Eduardo da Silva, participa do Seguro Sem Mistério e destaca as funcionalidades e os diferenciais do seguro celular oferecido pela companhia. Confira a reportagem em áudio e na íntegra abaixo:

 

JRS: De acordo com a FGV, o Brasil tem 234 milhões de celulares inteligentes (smartphones) em uso. Ou seja, todo brasileiro utiliza o dispositivo. Tendo esse cenário em vista, qual a importância do seguro celular?

Carlos Eduardo da Silva: O seguro de bens de um modo geral visa proteger o patrimônio segurado contra os riscos contratados. Ao fazer um seguro para o celular, além da proteção individual há um impacto positivo na área social e econômica da sociedade. O seguro para celular se torna cada vez mais importante devido ao crescimento do número de vítimas de roubo ou furto desses aparelhos.

Se tomarmos o estado de São Paulo como exemplo, segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, aparelhos celulares foram os itens mais roubados na cidade entre janeiro e agosto de 2020: a cada 10 assaltos, em seis os ladrões subtraíram os aparelhos de suas vítimas e, seguramente, essa seja a realidade de outros estados da federação.

Hoje os celulares deixaram de ser um bem de luxo para ser um bem categorizado por alguns como essencial, em alguns casos o celular tem mais importância para a pessoa que outros bens, como notebook, tv etc, hoje em dia é comum para algumas pessoas o celular ser uma importante ferramenta de trabalho, tão eficiente quanto um notebook.

Devido à alta tecnologia e funções inseridas em um aparelho celular o preço do produto está cada vez mais relevante. De acordo com a pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box, que tratou justamente do roubo de celulares no país, apenas 16% dos internautas brasileiros com smartphone declaram ter seguro contra roubo ou furto do seu celular atual.

Férias geralmente são momentos para descanso e distração. Quais as dicas para estar atento contra roubos e furtos?

O roubo e furto de bens geralmente acontece quando a pessoa com má intenção percebe a oportunidade. Por isso, é importante que os proprietários dos celulares estejam mais atentos em locais com aglomerações, como shows, baladas e blocos de Carnaval, por exemplo. Em meio à pandemia, as aglomerações diminuíram, mas ainda temos situações que, mesmo assim, se enquadram, como: transporte público e ruas de comércio popular.

Vale também evitar o uso do aparelho enquanto se caminha na rua, o que geralmente traz distração e facilita os eventos indesejados.
Creio que essas são duas dicas fundamentais para evitar o roubo/furto do celular em situações cotidianas.

Como o corretor de seguros pode ofertar mais essa proteção aos seus clientes?

A pesquisa citada anteriormente aponta que somente 16% dos internautas declaram que possuem seguro celular, o que demonstra que temos uma boa oportunidade de crescimento neste seguro. Os corretores, bancos e representantes possuem um papel fundamental na conscientização do produto de seguro, veja a cada 10 roubos em São Paulo 6 tiveram o celular subtraído, ou seja, o risco existe.

Os produtos de seguro podem ser ofertados no momento da compra do celular ou depois da compra a depender da parceria e contrato com a seguradora. No quesito de custo-benefício na Zurich temos seguros para proteção de celular a partir de R$ 6,99 por mês, é claro que este valor varia de acordo com o custo do celular segurado.

Há ainda o fato de esse tipo de proteção colaborar e muito para evitar uma preocupação maior com custo de comprar um novo celular, em alguns casos até sair do planejamento financeiro do mês para quem teve o aparelho roubado ou furtado. E dependendo dos serviços contratados, o seguro celular pode ajudar também na recuperação dos arquivos pessoais.

Destaco, porém, que além do seguro de roubo e furto qualificado, que são os mais comuns, a Zurich oferece outros produtos, como Danos Acidentais e Garantia Estendida:
Danos Acidentais – Garante o reparo do aparelho segurado em casos de ocorrência de danos acidentais não cobertos pela garantia do fabricante, e cobre ainda avarias decorrentes de quedas acidentais, derramamento de líquidos e danos elétricos. Se não for possível realizar o reparo do bem, o segurado recebe um novo aparelho igual ou semelhante ao descrito na apólice.
Garantia Estendida – Oferece a extensão da garantia original de fábrica.  Se o aparelho vier com um ano de garantia de fábrica, por exemplo, o Garantia Estendida só iniciará após esse prazo. O período de validade dependerá da escolha dentre as opções disponíveis na loja em que o cliente adquirir o celular, podendo chegar a até 3 anos após a garantia de fábrica. Em caso de defeito, a Zurich garante o reparo sem qualquer custo ao cliente.  Se não for possível o reparo, a Zurich poderá definir pela troca do produto por outro igual ou similar. Em casos extremos, em que não for possível a troca, o cliente será indenizado em dinheiro, de acordo com o descrito nas condições do seguro.

Quais os diferenciais do produto da Zurich voltado a esse mercado? O que ele garante num caso de roubo ou furto?

A Zurich tem opções de seguro para pagamento anual ou mensal e com vigências acima de 12 meses, a depender do contrato. Assim como outros seguros, o de celular garante a proteção do aparelho contra os eventos previstos nas coberturas contratadas, que geralmente são:
Roubo – Caracterizado quando a pessoa sofre ameaça física verbal ou uso de força bruta; e
Furto Qualificado – Identificado quando a pessoa não sofre ameaça e só percebe quando se depara com os vestígios do crime, como uma bolsa rasgada, por exemplo.

Como disse acima, o seguro celular evita que a pessoa que sofreu o sinistro tenha maiores custos para ter o bem reposto ou reparado evitando, por exemplo, que ela saia do seu planejamento financeiro tendo em conta o custo de um aparelho celular atualmente. Geralmente, quando acontece algo com o celular, as duas maiores preocupações são: agilidade para ter o aparelho de volta (pois a imensa maioria de nós utiliza muito esse aparelho no dia a dia e até como ferramenta de trabalho) e o custo para solucionar o problema. É quando o seguro para celular se mostra como melhor alternativa, pois com uma contribuição de parte do bem segurado o celular está protegido, como eu disse antes, o custo-benefício.

Você mencionou em sua primeira pergunta os dados da FGV, segundo a qual em junho deste ano havia 234 milhões de celulares inteligentes no país. Porém, também de acordo com o estudo da entidade que nos revelou esse dado, se adicionarmos à conta notebooks e tablets, o número salta para 342 milhões de dispositivos portáteis, o que dá 1,6 dispositivo portátil por habitante.

A Zurich também dispõe de seguros para esses aparelhos, os quais, tal como o celular, são companhias cada vez mais frequentes das pessoas, tanto no trabalho quanto nos estudos e lazer.

Para CEO da Argo Seguros, aprovação das PECs e vacinação contra Covid-19 devem impulsionar os negócios este ano 835

Bruno Pereira é CFO e CEO interino da Argo Seguros / Divulgação

Bruno Pereira conta com mais de vinte anos de atuação em Contabilidade e Finanças

O mercado de seguros deve voltar a crescer de forma mais robusta em 2021, principalmente se o governo conseguir articular no Congresso as aprovações das Propostas de Emenda Constitucional (PEC), que ainda estão pendentes de apreciação principalmente por conta da pandemia; e se a vacinação em massa contra a Covd-19 realmente ocorrer.

A análise é do CFO e CEO interino da Argo Seguros, Bruno Pereira. Com mais de vinte anos de atuação no segmento de Contabilidade e Finanças, o executivo avalia que ambas as medidas são importantes, mas a primeira é fundamental para equilibrar as contas do Governo e, assim, proporcionar um ambiente de negócios muito mais produtivo.

“A expectativa é que as PECs melhorem a economia como um todo, trazendo a reboque um ambiente também mais favorável para o crescimento do mercado de seguros, que tem uma correlação forte com a economia nacional. Também não podemos esquecer dos impactos positivos da vacinação em massa, que deve ocorrer neste início de ano. Esses fatores combinados podem alavancar (e muito) a economia e os negócios”, disse.

Já sobre a importância da vacinação contra a Covid-19, Bruno citou um estudo recente da Federação Nacional das Seguradoras (FenSeg), que estima que, por conta da pandemia, o setor deve apresentar um crescimento nominal de apenas 5% em 2020, em comparação com o ano anterior. Se isso se confirmar, descontada a inflação, a taxa de crescimento real do mercado tenderá a ser negativa.

“Segundo esse levantamento da FenSeg, se considerarmos o lucro das companhias seguradoras, há uma expectativa de encolhimento de 15%. Claro que para aquelas que possuem um portifólio expressivo em produtos massificados, tais como automóvel e seguro de pessoas, haverá uma queda mais acentuada, muito por conta do aumento do desemprego”, avaliou.

Quanto à Argo Seguros, o executivo lembrou o ótimo desempenho da seguradora no ano passado, quando a companhia registrou aumento do lucro operacional três vezes superior ao alcançado em 2019. “Esse resultado espetacular é fruto de uma política de subscrição extremamente austera e de iniciativas de controle das despesas”.

Para este ano, o CFO e atual CEO da Argo destacou que os investimentos em tecnologia, especialmente no fortalecimento de sua plataforma tecnológica, devem permitir um crescimento sustentável. “Investimos pesado em tecnologia para aumentar os produtos oferecidos de maneira digital, de forma a melhorar a experiência do corretor e do segurado, além de expandir também os nossos canais de distribuição. Isso contribui ainda no desenvolvimento de produtos inovadores, como o Instant, o Bike Mulher e o RC Condutor, este último com previsão de lançamento ainda neste mês”, finalizou.

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