O que aprendemos em 2020 e o que esperamos de 2021 1100

Luiz Felipe Amabile Loch e Suellen Castro da Silva Farias, advogados sócios do escritório C. Josias & Ferrer / Foto: Mincarone Fotografia/Divulgação

Confira artigo de Luiz Felipe Amabile Loch e Suellen Castro da Silva Farias, advogados sócios do escritório C. Josias & Ferrer

E lá se foi o ano mais desafiador do mundo.

Não houve nenhuma pessoa ou segmento econômico que não tenha se sentido frágil, impotente e que, ao mesmo tempo, não tenha descoberto uma grande capacidade de reinventar-se.

Não foi diferente no C. Josias & Ferrer. Começamos assustados, com um desejo enorme de mantermos uma das nossas filosofias básicas: o cuidado. O cuidado com a nossa equipe, com os nossos clientes e com todos que estão ao nosso redor.

Nosso primeiro passo foi rápido: em 12 de março de 2020 já estávamos em regime de home office e começamos o trabalho de campo com cada um da equipe para que todos tivessem o máximo de conforto e condição de trabalho possível.

O que aprendemos? Que apesar das mudanças estruturais necessárias, nós nunca estivemos sozinhos. Ainda que tenhamos tido aumento de produtividade e uma equipe unida, como sempre, estamos contando os dias para podermos estar de volta presencialmente e com segurança.

O que esperamos para 2021, além da vacina?

Esperamos mais desafios. Contudo, estamos bem melhor preparados para enfrentá-los. Primeiro, porque em 2020 todos fomos surpreendidos com a situação pandêmica. Atualmente não há mais elemento surpresa. A maioria da sociedade se adaptou. Segundo, tivemos tempo e conseguimos nos adequar às questões tecnológicas que se tornaram essenciais não somente na nossa profissão, como julgamentos telepresenciais e novas plataformas de trâmites processuais. No ramo do direito, em específico, podemos dizer que os acontecimentos do ano que passou aceleraram uma revolução jurídica digital que já estava ocorrendo.

Olhando para trás e vendo o momento atual, acreditamos que vencemos em 2020. Embora o ano que passou tenha nos deixado poucas opções, fomos obrigados a agir aprendendo e encontrando alternativas para a solução de problemas.

E em 2021, com certeza, faremos ainda melhor.

Grupo Bradesco Seguros divulga resultados do 1º Trimestre de 2021 616

Bradesco Seguros mira o público jovem e cria perfil no Tiktok

Lucro líquido apresenta crescimento de 40,6% em relação ao mesmo período de 2020

O Grupo Bradesco Seguros apresentou, no 1º Trimestre de 2021, Lucro Líquido de R$ 1,6 bilhão, o que representa crescimento de 40,6% em relação ao mesmo período de 2020. Esse desempenho foi favorecido pelo aumento no Resultado Financeiro, que chegou no Faturamento a R$ 19,5 bilhões. Já o Resultado das Operações de Seguros, Previdência e Capitalização alcançou R$ 3,1 bilhões, acusando expansão de 7,0%, na mesma base de comparação, e 37,5%, se confrontado com o 4T20. Vale ressaltar, ainda, a expressiva elevação de 6,2 pp no ROAE (Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio), que passou de 13,4% para 19,6% na comparação entre os primeiros trimestres.

As Provisões Técnicas do Grupo Segurador cresceram 4,7%, para R$ 285 bilhões, correspondentes a cerca de um quarto de todo o mercado segurador brasileiro, e os Ativos Garantidores dessas Provisões evoluíram 6,4%, chegando a R$ 318 bilhões. Outro dado relevante, no comparativo entre os primeiros trimestres, foi a evolução de 6,1% na quantidade de Segurados, Participantes em Previdência e Clientes de Capitalização, que alcançou 30,7 milhões.
No que tange aos indicadores de desempenho do Grupo, merece destaque o Índice de Eficiência Administrativa, que ficou em 3,8% no 1T21, melhorando ainda mais em relação aos 4,0% verificados em igual período de 2020. Já o Índice de Sinistralidade atingiu 77,7%, o que representou aumento de 4,8 pp na comparação com mesmo período do ano anterior, refletindo a retomada gradual dos procedimentos eletivos e eventos indenizáveis, em virtude da maior flexibilização das medidas relacionadas ao distanciamento social.

Desde o início da pandemia, o Grupo Segurador vem empregando esforços no sentido de ampliar e aprimorar a cobertura de riscos, agilizar a contratação de produtos e habilitar novos canais de comercialização, com o objetivo de levar a seus clientes uma proteção ainda mais completa e eficiente nesse momento de maior necessidade.

Para tanto, tem investido cada vez mais em seu processo de transformação digital, expandindo e aperfeiçoando os canais de distribuição nessa modalidade. No 1T21, as vendas por esses canais cresceram 73% ante o 1T20, atingindo cerca de R$ 340 milhões, com aumento de 31% na quantidade de itens distribuídos. As vendas pelo canal Mobile cresceram 96%.

Os aplicativos Bradesco Seguros acumulam 7,1 milhões de downloads. Além disso, 92% dos reembolsos de Saúde e 79% das vistorias de sinistros de Seguro Auto foram concluídos por processo digital, e 90% das vendas de Previdência Privada foram assinadas digitalmente por meio do aplicativo Bradesco, Internet Banking e biometria.

Completando um ano de funcionamento em março de 2021, o hotsite criado pela Bradesco Saúde e Mediservice com ênfase em autoproteção e cuidados essenciais sobre Covid-19 superou a marca de 1,5 milhão de acessos. Desde o seu lançamento, em julho de 2020, o aplicativo Saúde Digital para consulta médica a distância registrou cerca de 220 mil atendimentos.

Também completou um ano em março de 2021 o programa de Acolhimento Psicológico da Bradesco Saúde, que oferece aos beneficiários suporte voltado para a saúde emocional, tendo em vista as consequências do distanciamento social decorrente da pandemia. No total, o programa já atendeu mais de 235 mil pessoas.

Além disso, foi inaugurada em Belo Horizonte (MG) a primeira unidade da rede de clínicas Meu Doutor Novamed na região, com foco em atendimento primário, oferecendo, entre outros serviços, consultas médicas básicas e especializadas, procedimentos cirúrgicos ambulatoriais e exames laboratoriais e de imagem.

A rede registrou 54 mil atendimentos no 1T21, tendo como diferencial as consultas por livre demanda devido aos casos de suspeita de Covid-19. No total, as 20 unidades em operação no país realizaram mais de 4 mil atendimentos não agendados, o que representou 7,4% do total das consultas no período.

No segmento de Previdência, a Bradesco Vida e Previdência desenvolveu novas opções de produtos na grade de planos individuais e empresariais, com destaque para o lançamento de fundos de investimento em Previdência ESG (Environmental, Social and Governance), formados por empresas com alto grau de comprometimento ambiental, responsabilidade social e governança corporativa. Administrados pela Bradesco Asset Management (BRAM), os novos produtos reforçam o compromisso da empresa com as boas práticas relacionadas ao meio ambiente, inclusão social e transparência corporativa.

Em Seguro de Vida, a Bradesco Vida e Previdência implantou o modelo de tele-subscrição, que possibilita a contratação de produtos de forma remota, por meio de entrevistas online, tornando todo o processo mais ágil, seguro e conveniente para o cliente.

Já em Seguro Auto e Ramos Elementares, a Bradesco Auto/RE ofereceu em março, em homenagem ao mês da mulher, condições especiais ao público feminino na contratação ou renovação de contrato de produtos dos segmentos automotivo e residencial. A empresa também implantou uma nova segmentação para os produtos Empresarial, focada em coberturas ainda mais aderentes aos variados formatos de negócios, e Residencial, personalizando a proteção de acordo com o estilo de vida e moradia de cada consumidor, a exemplo da cobertura inédita para atividade comercial na residência, tendo em vista a prática crescente do home office.

Susep propõe simplificação do seguro para automóveis 517

Susep propõe simplificação do seguro para automóveis

Autarquia inicia consulta pública que permitirá ao consumidor contratar seguro mesmo sem carro próprio

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) colocou em consulta pública proposta de circular que flexibiliza e simplifica os seguros de automóveis no Brasil. A medida visa facilitar e ampliar o acesso a essa importante modalidade de seguro, responsável por um volume de R$ 35 bilhões em prêmios emitidos em 2020, o que permitirá maior diversificação de produtos, mais inovação e seguros mais baratos. Apesar do alto volume de receitas, segundo dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e da Susep, apenas 16% da frota de veículos no Brasil tinha cobertura de seguros em 2019. Mesmo ao considerar a frota com até 10 anos, o número não supera 33%.

Entre as mudanças propostas está a possibilidade de o seguro ser contratado mesmo sem identificação exata do veículo. Algo em prática em diversos países, mas inexplorada no mercado brasileiro. Isso facilita, por exemplo, o acesso ao seguro por motoristas de aplicativos e condutores que adotam o compartilhamento de automóveis, utilizam carros por assinatura ou alugados, o que amplia ainda mais as oportunidades de acesso e inclusão. Essa proposta está em linha com a crescente tendência de economia compartilhada.

Para a superintendente da Susep, Solange Vieira, trata-se de ação importante no processo de acesso ao seguro e desenvolvimento do setor. “Temos trabalhado para que o seguro seja uma escolha relevante para que o consumidor, o cidadão, possa se proteger e proteger seu patrimônio”, afirma. Na avaliação da Superintendente, a flexibilização no segmento auto é um exemplo de transformação de forte impacto em termos de possibilidades para negócios e inovação em um mercado tradicional. “Esta medida, sem dúvida, propiciará muitas oportunidades para o mercado e, principalmente, para novos consumidores do seguro, como aqueles que não são proprietários do veículo, mas precisam do seguro como instrumento de trabalho – motoristas de aplicativos e locadores, por exemplo. Trata-se de oferecer mais acesso e possibilidade de escolhas, dando mais poder para o consumidor e desenvolvendo o mercado”, completa.

O diretor da Susep, Rafael Scherre, destaca outras importantes novidades trazidas pela proposta. Ele cita, por exemplo, a livre possibilidade de combinação de coberturas, tanto típicas do segmento automóvel quanto de outras linhas de negócio. Scherre enfatiza a possibilidade de coberturas parciais de casco e a exclusão de limite para caracterização de indenização integral, o que permite maior diversificação de produtos e preços para necessidades e preferências de diferentes consumidores. “Esperamos um crescimento significativo do mercado nos próximos anos, com ampliação de cobertura, inclusão e principalmente inovação. E a partir de agora as bases para um ambiente favorável à competição e novos negócios, com menos restrições regulatórias, estão lançadas”, acrescenta o diretor.

Mariana Arozo, coordenadora-geral de Seguros Massificados, Pessoas e Previdência da Susep, lembra que o consumidor terá também a possibilidade de contratar coberturas de Responsabilidade Civil Facultativa (RCF) e Acidentes Pessoais de Passageiros (APP) vinculadas ao condutor. “A proposta traz grande flexibilidade em relação às regras atuais. Esperamos novos produtos e mais segurados – sempre com boas práticas de conduta e total transparência por parte das seguradoras. Comparando com os números da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), é um mercado com potencial para dobrar de tamanho”.

Com base nos dados da OCDE (2019), a penetração do mercado de seguros para automóveis no Brasil é de 0,53% do Produto Interno Bruto (PIB), que representa a metade da média da Organização (1,06%).

Mercado relevante

Em termos de arrecadação de prêmios, os seguros de automóveis representaram 44,8% do mercado de seguros de danos no Brasil, em 2020. Trata-se da modalidade de seguros mais “popular” no país, que gerou uma receita de R$ 35,34 bilhões no ano passado, frente aos R$ 78,86 movimentados pelo segmento de danos.

Divulgação/Susep
Divulgação/Susep

Seguro Sem Mistério aborda investimentos da Zurich na Região Sul 591

Siga a transmissão ao vivo a partir das 17h30min, no Canal do JRS no YouTube

O programa Seguro Sem Mistério desta terça (04) recebe Luciano Vicente da Silveira, Diretor Regional Sul da Zurich no Brasil. O executivo vai contar tudo sobre os investimentos realizados pela companhia na Região Sul, em um bate-papo que será comandado pelos jornalistas Júlia Senna e William Anthony. Tudo acontece a partir das 17h30min, no Canal do JRS no YouTube.

Graduado em direito pela Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), Silveira possui MBA Executivo pela Fundação Dom Cabral, de São Paulo. Com carreira executiva de 30 anos no mercado segurador, consolidada em gestão comercial e de negócios nos segmentos de seguros gerais, saúde, vida, capitalização e previdência privada, o executivo trabalha na Zurich desde março de 2011, onde já liderou duas diretorias comerciais, a própria Regional Sul, de março de 2011 a agosto de 2016, e a Regional São Paulo Interior desde então. Recentemente, o executivo foi designado novamente para o comando da Regional Sul.

Aproveite para enviar perguntas e recados ao convidado através do chat ao vivo. Aproveite e inscreva-se no Canal do JRS no YouTube para ficar por dentro das novidades. A atração ainda conta com exibição nos canais 20 (SD) e 520 (HD) da NET Rio Grande do Sul – com apresentação inédita sempre aos domingos, a partir das 11h30min, e reprises de terça à sábado ao longo da programação.

Ever Given: encalhe é só a ponta do iceberg da crise em Supply Chain 442

Ever Given: encalhe é só a ponta do iceberg da crise em Supply Chain

Confira artigo de Rodrigo Scolaro, economista da Costdrivers

Poderia ser até uma cena saída de um filme hollywoodiano: um navio gigantesco, com capacidade para transportar mais de 20 mil TEUs (um TEU é equivalente à unidade de medida de um contêiner de 20 pés), preso em um dos pontos de estrangulamento de transporte marítimo mais movimentados do mundo. Esse foi o enredo de uma história sem precedentes no mundo – que parou o canal de Suez há poucos dias – e que teve como protagonista a embarcação Ever Given, um dos maiores porta-contêineres do mundo.

Entretanto, essa é só a última peça em um complexo emaranhado de problemas que têm afetado a cadeia global de fornecimento desde o começo da pandemia do coronavírus. Falta de contêineres, de mão de obra, e a pressão do setor aéreo, com aviões comerciais desocupados já sendo usados para transporte de insumos para vacinação – elevam o embate dos custos e a necessidade de eficiência.

O cálculo do prejuízo causado pelo encalhe do Ever Given talvez nunca possa ser feito em sua totalidade, mas o impacto não foi pequeno, se considerarmos que ao menos US$ 3 bilhões de mercadorias por dia passam pelo canal. Mais do que isso, o acontecimento também vai, nos próximos meses, reverberar em mudanças graduais, mas que podem desenhar novas rotas. Na China, por exemplo, serviços de transporte por trem tiveram um pico na Rota da Seda após o incidente do Canal de Suez – com a capacidade de transporte completamente lotada até o final de maio.

Crise nas cadeias globais

O problema nas cadeias globais de Supply Chain vai além e, claro, esbarra no impacto causado pelo Covid-19. A pandemia trouxe caos ao setor de transporte marítimo e, recentemente, houve um substancial aumento de preços – sobretudo no transporte de contêineres. A alta ocorre sobretudo pelo tempo que os barcos têm ficado presos nos portos ao redor do mundo, em função do custo e da falta de mão de obra para carga e descarga. O atraso nos portos, claro, impacta o transporte e armazenagem terrestres, sendo repassado para produtos e commodities.

Outro ponto para a crise no transporte marítimo foi a falta de contêineres – que começou, claro, com a pandemia. A falta de mão de obra disponível nos portos e a diminuição do número de navios em funcionamento foram coadjuvantes neste cenário – agravado no final do ano por uma mudança no comportamento do consumidor – levando a um aumento no influxo de bens exportados da Ásia para os Estados Unidos.

Com isso, centenas de contêineres ficaram presos em solo norte-americano, por conta das restrições de mão de obra. Hoje, ainda, de cada 10 contêineres parados nos EUA, apenas quatro retornaram para a Ásia.

Cenário brasileiro

No Brasil, o terceiro trimestre de 2020 registrou um aumento na movimentação portuária de 2,1%, quando comparado ao mesmo período de 2019.

Apesar da alta, o aumento nos preços, atrasos e mudanças no itinerário de diversos navios atrapalha a logística dos portos e exportadores – que já operam em uma característica diferenciada devido à natureza comercial do Brasil – que compra muitos produtos manufaturados e exporta commodities. Estas últimas utilizam geralmente o transporte a granel e não contêineres – e as empresas que param no país para descarregar manufaturados preferem voltar com seus contêineres vazios, ao invés de “meio cheios”, visando um lucro maior no carregamento de produtos manufaturados para outras regiões.

Esses fatores atrapalham a exportação de diversos setores, como o de carne, e também a produção de manufaturados em solo nacional que dependem de produtos importados, como os setores têxtil e automobilístico.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou recentemente um relatório em que aponta uma diminuição no número de operadores marítimos no país nos últimos anos, contribuindo para um cenário de pressão dos preços devido a menor concorrência. Há também a discussão sobre o projeto BR do Mar, que deve ser votado no final de abril, e visa permitir a utilização de navios estrangeiros para cabotagem em rotas nacionais e, assim, diminuir os custos com transporte no país com mais concorrência e menor necessidade de uso de caminhões para grandes viagens entre regiões costeiras. Embora pareça uma alternativa atrativa, há críticas ao projeto.

Pelo mundo, diversas empresas de transporte estão aproveitando o momento para aumentar seus lucros, tendo em vista que esse comportamento pode durar até o final do ano. Há fatores que podem alterar essa previsão, como o ritmo de vacinação e de retomadas econômicas pelo globo, aumento da capacidade de produção de novos contêineres e novas saídas logísticas para o escoamento da produção global. Só nos resta esperar que outro encalhe de proporções globais não nos tire ainda mais da rota da normalidade.

B3: Registro Digital de Apólice garante transparência, eficiência e segurança às seguradoras 3105

Apostando cada vez mais no mercado de seguros, o Registro Digital de Apólice é uma contribuição altamente inovadora da B3 ao setor. A facilidade conquistou destaque mesmo antes de iniciar o prazo do registro obrigatório de operações de seguros, que começou a valer em novembro de 2020 para os ramos de seguro garantia (setores público e privado), quando ainda era facultativa às seguradoras.

Icaro Demarchi Araujo Leite é superintendente de Produtos de Seguros da B3. Crédito da foto: André Ananias Gregorini

No momento em que uma companhia passa a registrar as apólices com a B3, a empresa atende a todos os requisitos máximos de transparência, eficiência e segurança no registro de operações de seguros. “Entendemos que os dados registrados pelas companhias são de suma importância, razão pela qual adotamos e praticamos os mais altos padrões de segurança da informação e de governança de dados, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (e anteriormente já em compliance com a GDPR), oferecendo o ambiente adequado para o tratamento de dados para atendimento das demandas deste mercado”, destaca o Superintendente de Produtos de Seguros da B3, Icaro Demarchi Araujo Leite.

O prazo para a completa implementação do SRO (Sistema de Registro de Operações) vale até o dia 20 de março de 2023. Atualmente, a B3 é a registradora de importantes players como BMG, Pottencial, Newe, Junto e Sompo, entre outros, que já somam mais de 60% do mercado de seguro garantia.

“A antecipação da integração e início do registro das operações, além de preparar as companhias para o atendimento da demanda regulatória, possibilitará a utilização e construção de soluções de valor para as companhias aproveitando as sinergias com os demais mercados em que a empresa opera”, explica o Superintendente.

Graças à expertise da B3 no mercado financeiro e de capitais, o registro das operações de seguro permitiu o estreitamento das relações com as seguradoras, fomentando inúmeras oportunidades. “A B3 está empenhada em tornar o processo de registro de operações o menos complexo possível, atendendo entidades de todos os portes e independentemente de sua capacidade tecnológica atual. Temos a percepção de que com o início da obrigatoriedade em novembro de 2020, as companhias estão se mobilizando para estarem adequadas antes da obrigatoriedade de registro dos demais ramos de seguro, previdência, capitalização e resseguro”, comenta.

Por isso, caso alguma empresa deseje buscar o auxílio da B3 para registrar digitalmente suas apólices, o momento é perfeito. “As seguradoras que já registram e as interessadas em iniciar essa digitalização contam com o suporte de um time de profissionais capacitados e conhecedores do mercado segurador. São profissionais que se colocam perto das empresas e estão obstinados em satisfazer os clientes. O ambiente de diálogo criado com o mercado segurador, Susep e registradoras a partir do registro eletrônico é altamente promissor para o desenvolvimento do mercado e, consequentemente, para os consumidores”, afirma. “A B3, parte desse processo, almeja ser uma infraestrutura de mercado segurador, com um portfólio de produtos e serviços voltados ao desenvolvimento e aprimoramento do setor”, conclui.

B3 no JRS