O que aprendemos em 2020 e o que esperamos de 2021 895

Luiz Felipe Amabile Loch e Suellen Castro da Silva Farias, advogados sócios do escritório C. Josias & Ferrer / Foto: Mincarone Fotografia/Divulgação

Confira artigo de Luiz Felipe Amabile Loch e Suellen Castro da Silva Farias, advogados sócios do escritório C. Josias & Ferrer

E lá se foi o ano mais desafiador do mundo.

Não houve nenhuma pessoa ou segmento econômico que não tenha se sentido frágil, impotente e que, ao mesmo tempo, não tenha descoberto uma grande capacidade de reinventar-se.

Não foi diferente no C. Josias & Ferrer. Começamos assustados, com um desejo enorme de mantermos uma das nossas filosofias básicas: o cuidado. O cuidado com a nossa equipe, com os nossos clientes e com todos que estão ao nosso redor.

Nosso primeiro passo foi rápido: em 12 de março de 2020 já estávamos em regime de home office e começamos o trabalho de campo com cada um da equipe para que todos tivessem o máximo de conforto e condição de trabalho possível.

O que aprendemos? Que apesar das mudanças estruturais necessárias, nós nunca estivemos sozinhos. Ainda que tenhamos tido aumento de produtividade e uma equipe unida, como sempre, estamos contando os dias para podermos estar de volta presencialmente e com segurança.

O que esperamos para 2021, além da vacina?

Esperamos mais desafios. Contudo, estamos bem melhor preparados para enfrentá-los. Primeiro, porque em 2020 todos fomos surpreendidos com a situação pandêmica. Atualmente não há mais elemento surpresa. A maioria da sociedade se adaptou. Segundo, tivemos tempo e conseguimos nos adequar às questões tecnológicas que se tornaram essenciais não somente na nossa profissão, como julgamentos telepresenciais e novas plataformas de trâmites processuais. No ramo do direito, em específico, podemos dizer que os acontecimentos do ano que passou aceleraram uma revolução jurídica digital que já estava ocorrendo.

Olhando para trás e vendo o momento atual, acreditamos que vencemos em 2020. Embora o ano que passou tenha nos deixado poucas opções, fomos obrigados a agir aprendendo e encontrando alternativas para a solução de problemas.

E em 2021, com certeza, faremos ainda melhor.

Afinal, por que tanto mal entendido com a Resolução 382/2020? 3385

Confira opinião de André Thozeski, Corretor de Seguros

André Thozeski é Corretor de Seguros / Divulgação
André Thozeski é Corretor de Seguros / Divulgação

O Corretor de Seguros, André Thozeski, percebeu que alguns colegas de profissão podem estar confusos diante da Resolução 382/2020. Segundo Thozeski, a medida determina que o corretor “disponibilize ao cliente o montante da remuneração” – o que, na visão do profissional, não significa o mesmo que “publicar a sua comissão”.

Confira o artigo na íntegra:

Talvez devido a erros de “interpretação de textos”… A resolução 382/20 manda “DISPONIBILIZAR AO CLIENTE O MONTANTE DA REMUNERAÇÃO”, não “PUBLICAR A COMISSÃO”…

Vejamos o que diz a resolução:

“(…) Antes da aquisição de produto de seguro, de capitalização ou de previdência complementar aberta, o intermediário deve disponibilizar formalmente ao cliente (…) o montante de sua remuneração pela intermediação do contrato (…)”.

A 382/20 não menciona “informar ou publicar” percentual de comissionamento ou o valor da remuneração. O que consta ali é que o intermediário deve “disponibilizar”. Segundo o Dicionário Aurélio, alguns sinônimos de disponibilizar: “Tornar disponível, acessível, possibilitar, providenciar, facultar, facilitar, dispor, oportunizar, propiciar, viabilizar, autorizar, liberar”.

Exemplo: “A professora vai disponibilizar resumo da matéria para os alunos interessados”.

Não está escrito que o Corretor tem que sair publicando “percentuais de comissões” em cotações, como vê-se alguns fazendo. E mais: a 382/20 diz, textualmente, DISPONIBILIZAR AO CLIENTE, ou seja, é um assunto privado, que diz respeito tão somente ao proponente, ao cliente, não “ao público” ou “ao concorrente”.

Como o Corretor pode atender e cumprir o que determina a 382/20?

Que tal fazendo EXATAMENTE o que ela determina?. Informando ao proponente que estão à sua disposição todas as informações.

Por exemplo, introduzindo na correspondência, e-mail, mensagem ou planilha em que apresenta opção de contratação de seguro, de capitalização ou de previdência complementar aberta, a seguinte mensagem:

(Se operando como o Profissional Corretor, Pessoa Natural, no singular):

“Em cumprimento a Legislação vigente, especialmente Lei 8078/90 CDC – Código de Defesa do Consumidor e Resolução CNSP 382/2020, como o Profissional Corretor de Seguros responsável pela intermediação, declaro que todas as informações relativas à proposta e ao contrato de seguro/capitalização/previdência complementar aberta, objeto deste orçamento, inclusive informações referentes à remuneração, pela Seguradora, do meu trabalho como assessor do Segurado, como Representante do Segurado diante da Seguradora, ao longo de toda a vigência do Contrato, estão à disposição e poderão ser solicitadas, a qualquer tempo, por qualquer um de nossos canais de contato”.

(Se operando como Empresa Corretora, Pessoa Jurídica, no plural):

“Em cumprimento a Legislação vigente, especialmente Lei 8078/90 CDC – Código de Defesa do Consumidor e Resolução CNSP 382/2020, nossa Empresa Corretora de Seguros, responsável pela intermediação, declara que todas as informações relativas à proposta e ao contrato de seguro/capitalização/previdência complementar aberta, objeto deste orçamento, inclusive informações referentes à remuneração, pela Seguradora, do nosso trabalho como assessores do Segurado, como Representantes do Segurado diante da Seguradora, ao longo de toda a vigência do Contrato, estão à disposição e poderão ser solicitadas, a qualquer tempo, por qualquer um de nossos canais de contato”.

Penso que “fazer alguma coisa” é melhor que “não fazer nada”. Portanto, acredito que desta maneira estou cumprindo o que manda a 382/20.

Essa é a minha opinião. Afinal, nariz e opinião, todos temos…

André Thozeski, Corretor de Seguros desde 1988, com muito orgulho.

Para CEO da Argo Seguros, aprovação das PECs e vacinação contra Covid-19 devem impulsionar os negócios este ano 817

Bruno Pereira é CFO e CEO interino da Argo Seguros / Divulgação

Bruno Pereira conta com mais de vinte anos de atuação em Contabilidade e Finanças

O mercado de seguros deve voltar a crescer de forma mais robusta em 2021, principalmente se o governo conseguir articular no Congresso as aprovações das Propostas de Emenda Constitucional (PEC), que ainda estão pendentes de apreciação principalmente por conta da pandemia; e se a vacinação em massa contra a Covd-19 realmente ocorrer.

A análise é do CFO e CEO interino da Argo Seguros, Bruno Pereira. Com mais de vinte anos de atuação no segmento de Contabilidade e Finanças, o executivo avalia que ambas as medidas são importantes, mas a primeira é fundamental para equilibrar as contas do Governo e, assim, proporcionar um ambiente de negócios muito mais produtivo.

“A expectativa é que as PECs melhorem a economia como um todo, trazendo a reboque um ambiente também mais favorável para o crescimento do mercado de seguros, que tem uma correlação forte com a economia nacional. Também não podemos esquecer dos impactos positivos da vacinação em massa, que deve ocorrer neste início de ano. Esses fatores combinados podem alavancar (e muito) a economia e os negócios”, disse.

Já sobre a importância da vacinação contra a Covid-19, Bruno citou um estudo recente da Federação Nacional das Seguradoras (FenSeg), que estima que, por conta da pandemia, o setor deve apresentar um crescimento nominal de apenas 5% em 2020, em comparação com o ano anterior. Se isso se confirmar, descontada a inflação, a taxa de crescimento real do mercado tenderá a ser negativa.

“Segundo esse levantamento da FenSeg, se considerarmos o lucro das companhias seguradoras, há uma expectativa de encolhimento de 15%. Claro que para aquelas que possuem um portifólio expressivo em produtos massificados, tais como automóvel e seguro de pessoas, haverá uma queda mais acentuada, muito por conta do aumento do desemprego”, avaliou.

Quanto à Argo Seguros, o executivo lembrou o ótimo desempenho da seguradora no ano passado, quando a companhia registrou aumento do lucro operacional três vezes superior ao alcançado em 2019. “Esse resultado espetacular é fruto de uma política de subscrição extremamente austera e de iniciativas de controle das despesas”.

Para este ano, o CFO e atual CEO da Argo destacou que os investimentos em tecnologia, especialmente no fortalecimento de sua plataforma tecnológica, devem permitir um crescimento sustentável. “Investimos pesado em tecnologia para aumentar os produtos oferecidos de maneira digital, de forma a melhorar a experiência do corretor e do segurado, além de expandir também os nossos canais de distribuição. Isso contribui ainda no desenvolvimento de produtos inovadores, como o Instant, o Bike Mulher e o RC Condutor, este último com previsão de lançamento ainda neste mês”, finalizou.

Prestes a ser maior economia global, China tem desafio de mudar status na gestão de qualidade 365

Prestes a ser maior economia global, China tem desafio de mudar status na gestão de qualidade

Confira artigo de Ivan Gonçalves, sócio-diretor da Qualyteam

A expansão da China nos impressiona com seu real crescimento no mercado global. Artigos e reportagens com especialistas na área da economia internacional apontam 2028 como o ano em que o país asiático se tornará a maior economia do planeta, independentemente dos impedimentos políticos que países como os Estados Unidos, por exemplo, tentam lhe imputar.

Embora ainda seja conhecida como uma nação que desenvolve produtos com baixo índice de qualidade e pouca confiabilidade, a China tem projetos que propõe a mudança desse status quo e a construção de uma nova imagem no mercado internacional. Se falarmos em termos de qualidade, o projeto Made in China 2025 é o bastião dessa grande mudança.

Agindo através da qualidade

Notadamente, o mercado chinês tem dado atenção ao aprimoramento do controle de qualidade de seus produtos. Essa decisão tem como objetivo potencializar os negócios com mercados ultramar que, mais evoluídos em termos de qualidade, rejeitam maciçamente os produtos chineses devido à falta de atendimento aos requisitos contratados. Nas palavras do cliente: “estou devolvendo o produto porque não foi isso que comprei”.

Paralelamente ao controle de qualidade, a China investe na melhoria de seus processos produtivos e no tratamento de reclamação de clientes reduzindo custos de retrabalho e desperdícios associados.

Muito embora seja o país que mais emite certificações de sistemas de gestão da qualidade no mundo, a China ainda apresenta práticas que trazem descrédito em termos de gestão da qualidade.

Counterfeit certificate

É possível acreditar que uma empresa pode forjar um certificado para seu sistema de gestão da qualidade tal qual um falso acadêmico apresenta um diploma de formação? A prática de adulterar um certificado já foi identificada em empresas chinesas e contribui largamente para a desconfiança daqueles que buscam produtos e serviços críveis nesse mercado em expansão.

Paper-worked certificate

No Brasil existem empresas de consultoria que propõe a implementação de sistemas de gestão da qualidade em 60 e até 90 dias. Através de um trabalho que prostitui a gestão da qualidade, essas consultorias “montam” toda a documentação necessária e realizam treinamentos “how to answer”, certificando a “empresa cliente”. Na China os prazos são ainda mais exíguos. Consultorias preparam a empresa e garantem a “certificação” em apenas 30 dias.

Embora seja desnecessário citar a coparticipação irresponsável dos organismos de certificação que validam essa prática, a cultura da qualidade não será implementada e, mais uma vez, o sistema de gestão será alvo de descrédito perante o mercado consumidor.

Implemented “but not in use”

Dentre os cenários já citados anteriormente, a implementação de um sistema de gestão da qualidade que não se encontra em uso parece ser o caso “menos pior”. Em uma análise mais acurada sobre esse desvio na gestão organizacional, há que se levar em consideração alguns fatores como a forma de desenvolvimento da cultura da qualidade na empresa, o conhecimento técnico e competência do consultor, os recursos de suporte usados em um processo de implantação, etc. Em geral, sistemas implementados “só no papel” e, portanto, sem valor agregado percebido pela empresa, entram em desuso e nada contribuem para a melhoria dos resultados.

Qualyteam traz resultados

Desde 2020 a Qualyteam China oferece ao mercado chinês opções concretas de análise, avaliação e direcionamento técnico de sistemas de gestão da qualidade.

Trabalhando em alinhamento com os objetivos propostos pelo governo chinês em relação à melhoria da qualidade (Made In China 2025), a Qualyteam presta serviços de auditoria em fornecedores (Auditorias de 3a parte) e mentorias em gestão de processos para empresas chinesas que desejem atender ao mercado internacional.

Através de auditores e consultores com elevada experiência e credibilidade em gestão da qualidade, a Qualyteam orienta a melhoria na qualidade dos produtos entregues e consequente redução no índice de reclamação de seus clientes.

Empresas chinesas que desejam atender o mercado internacional e, especialmente o mercado brasileiro, contam com os serviços da Qualyteam China.

Empresas brasileiras e latino-americanas que desejam avaliar a qualidade de seus fornecedores na China, contam com os serviços da Qualyteam China.

Ivan Gonçalves é sócio-diretor da Qualyteam, empresa especializada em soluções para gestão da qualidade.

Planejamento pessoal para conquistar seus objetivos em 2021 314

Planejamento pessoal para conquistar seus objetivos em 2021

Uma reflexão sobre o passado, para planejar e acertar no futuro

Todo início de ano é natural surgirem em nossa mente aqueles desejos, sonhos, metas que gostaríamos de ter realizado no ano anterior. Às vezes todos estes planos se confundem com tantas outras coisas que preenchem e ocupam nossa vida todos os dias. Estar alinhado e focado com seus próprios objetivos é algo complicado para quem não sabe como se organizar e direcionar seus esforços para a realização.

Mas, como direcionar sua energia para o que realmente importa?

Conhecendo a si mesmo

Nesse momento é crucial você realizar um exercício de autoconhecimento para saber quais áreas da sua vida podem estar necessitando de maior atenção. Querer atingir um resultado, como por exemplo, uma promoção no trabalho, comprar a casa própria, conquistar um novo emprego, escrever um livro, conquistar um amor, enfim, qualquer que seja a meta, você precisa trabalhar algumas habilidades para potencializar o alcance desse resultado. Portanto, é importante que tire uns minutos para sua “autognose”, que nada mais é que uma análise sobre seu estado atual em diferentes áreas da vida.

Exercício 1

Na imagem abaixo (esquerda) você está vendo a RODA DA VIDA que está separado por 4 grandes áreas da vida e que englobam os pilares da nossa existência. O desafio deste exercício é que você pontue cada pilar de 0 a 10, sendo que 0 você está completamente insatisfeito, e 10 você está totalmente satisfeito.

Vamos começar? Você pode imprimir e marcar à caneta cada pilar com a pontuação que você entende que representa o seu momento atual de vida. Ao fim, você terá uma imagem similar à coluna da direita.

Agora que você já fez suas marcações, chegou a hora da análise. As áreas que obtiveram melhor pontuação, são as áreas que em teoria você se sente realizado, são as áreas que você precisa preservar e manter em estado elevado. Agora, aquelas que estão com baixo desempenho requerem maior atenção. Nestas você precisa se debruçar e entender o por quê da pontuação baixa e se preparar para tomar decisões que irão mudar esta situação.

Por exemplo: se você pontuou baixo em Recursos Financeiros, significa que suas contas podem estar fora do eixo, portanto você pode procurar um especialista em finanças para te orientar como retomar o equilíbrio financeiro. Agora imagine que pontuou baixo em Saúde e Disposição, você pode estar acima do peso ideal ou insatisfeito com a sua condição física, se for o caso pode começar realizando caminhadas curtas em seu horário de intervalo, iniciar uma dieta ou ainda procurar um médico para orientações específicas para o seu caso.

Reconhecendo pontos fortes e pontos fracos

“O planejamento pessoal é um caminho para quem quer realizar seus objetivos. Mas, para tal, é importante que você esteja consciente da sua atual condição, para entender quais serão as habilidades que você precisa melhorar para atingir qualquer objetivo. Através do exercício anterior você já tem um caminho para começar a definir as metas do ano ou, minimamente, trabalhar todos os pontos que requerem atenção para manter você na direção do seus objetivos durante o ano”, explica César Ciongoli, CEO da BenCorp.

Cesar Ciongoli é CEO da BenCorp / Foto: Thiago Xavier/Divulgação
Cesar Ciongoli é CEO da BenCorp / Foto: Thiago Xavier/Divulgação

Nem sempre sozinhos conseguimos a orientação adequada para lidar com questões internas e pessoais, por isso, caso você sinta que não sabe por onde começar procure ajuda de um especialista.

Definindo suas metas

Um dos grandes segredos para que suas metas sejam atingidas é pensar em metas que possam ser alcançáveis dentro de uma prazo específico. Algumas das nossas frustrações vêm de metas nunca atingidas porque queremos alcançar alguns resultados em prazos irreais e quando isso não acontece, a decepção acontece e o pior que pode ainda causar outros sentimentos, como incapacidade, autodestruição e outras.

Por exemplo, se você se sente desconfortável porque está acima do peso e cria a meta de perder todo o peso que precisa em um mês, ou seja, uma meta alta em um prazo extremamente curto, isto significa que a possibilidade de fracassar e desistir é muito alta.

Exercício 2

Segundo pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), 59,6% das famílias brasileiras estão endividadas, este resultado mostra o quanto o brasileiro não está acostumado e familiarizado com o próprio planejamento financeiro. A nossa relação com o dinheiro está muito conectada com o nosso bem-estar, portanto, não ter uma vida financeira saudável pode influir diretamente no nosso ânimo e disposição.

É comum no início do ano colocarmos diversas metas que envolvem conquistas de bens ou novas experiências, como: comprar um carro, fazer uma viagem, comprar uma casa, etc. Todas estas conquistas envolvem dinheiro e se você quer realizar estes sonhos, precisará estar com tudo em dia. Nós vamos deixar aqui embaixo duas planilhas simples que irão colaborar com o mapeamento dos seus gastos, assim você irá conseguir atingir seus objetivos e visualizar para onde estão indo seus gastos mais facilmente.

De olho no foco

Para superar suas próprias expectativas neste ano de 2021, a palavra de ordem é: Foco.

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Manter-se motivado constantemente só é possível quando você percebe que está indo na direção exata do seu objetivo. Portanto, mantenha-se sempre focado no seu objetivo seja ele qual for. Cole na sua parede as suas metas ou um local visível, planeje-se mês a mês, assim você conseguirá estar mais conectado com seus objetivos e acompanhando sua própria evolução.

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Esperamos ter colaborado com seu planejamento pessoal e desejamos um 2021 de realizações para você!

Falece Antonio Carlos de Almeida Braga, um dos maiores ícones do mercado segurador 3388

Falece Antonio Carlos de Almeida Braga, um dos maiores ícones do mercado segurador

Entidades do mercado segurador lamentam o passamento

Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, consternada, enluta-se com o falecimento de Antonio Carlos de Almeida Braga – por muitos chamado de “Braguinha” ou “Sr. Braga” -, nesta terça-feira, 12 de janeiro, em Portugal, aos 94 anos, deixando legado de realizações admiráveis na atividade seguradora.

Nome icônico do setor de seguros, foi dono de uma das maiores seguradoras do País – criada pelo pai, em 1935 -, a Atlântica Seguros, que veio a ser tornar posteriormente Atlântica-Boavista.

Sob o comando de Antonio Carlos de Almeida Braga, a Atlântica-Boavista foi incorporada pelo Banco Bradesco nos anos 80, passando a ser denominada Bradesco Seguros. Anos depois, a família do já icônico empresário criou seu próprio banco – o Icatu – desenvolvendo uma geração de novos serviços e produtos, com ênfase para seguros, uma paixão assumida, traduzida hoje na Icatu Seguros.

Suas marcantes criações no mercado segurador motivaram a CNseg a criar, em 2011, o Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga, que, ao distinguir ações inovadoras de profissionais securitários, corretores de seguros e prestadores de serviços do mercado, faz em sua denominação uma homenagem e importante referência de “Braguinha” para o setor segurador.

As ações de Antonio Carlos de Almeida Braga se estenderam, ainda, ao esporte, tornando-se um dos mecenas de vários atletas.

Sua legião de amigos, fãs e admiradores é extensa e faz jus à sua vida, marcada por desafios, inovações e transformações, que marcam não somente os que tiveram a oportunidade de com ele conviver, como também as gerações futuras, que encontrarão em seus feitos exemplos de como construir o futuro e o presente de forma diferente e inovadora.

Em nota, a Icatu Seguros disse que lamenta profundamente o falecimento do empresário Antonio Carlos de Almeida Braga, pai dos conselheiros Kati e Luis Antonio de Almeida Braga. Braguinha, como é conhecido, é uma referência para o mercado financeiro e muito contribuiu para a economia e desenvolvimento do país. “A Icatu Seguros e seus colaboradores prestam os mais sinceros sentimentos de solidariedade à família Almeida Braga”, informou.

Em nota, o Clube Vida em Grupo do Rio de Janeiro (CVG-RJ) também lamentou profundamente o falecimento de um dos maiores ícones do mercado segurador brasileiro, Antonio Carlos de Almeida Braga, o Braguinha. “Criador da Bradesco Seguros, foi também um grande admirador e apoiador dos esportes e de seus grandes ídolos, como Ayrton Senna e Pelé. As nossas condolências aos familiares, amigos e admiradores da Bradesco e do setor de seguros”, disse Octávio Perissé, presidente do CVG-RJ.

Quem também lamentou o falecimento foi o Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul (CVG RS). Aos 94 anos, Braga foi um dos maiores incentivadores do mercado segurador no Brasil.

Andreia Araújo, presidente do CVG RS, acredita que o legado de Almeida Braga é também um grande incentivo às novas gerações: “O mercado segurador fica, sem dúvida, sem uma de suas maiores referências. Por outro lado, nos tornamos agora responsáveis por compartilhar com todos as lições deixadas por ele. Em especial, seu respeito e paixão incondicional pela vida humana e por nossa capacidade de superar limites e desafios. Suas conquistas nos enchem de coragem para seguir acreditando no cuidado com as pessoas. O CVG RS se solidariza e deixa seu abraço à Luíza Eugênia Konder, sua esposa, e aos filhos Maria do Carmo, Luis Antônio, Sylvia, Lúcia, Maria e Joana”.

Com informações CNseg, Danthi, VTN Comunicação e Sandra César.

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