Quali amplia venda nacional e possibilita mais oportunidades aos corretores de seguros 649

Quali amplia venda nacional e possibilita mais oportunidades aos corretores de seguros

Novidade permite que o corretor possa vender para todo o Brasil, independentemente do estado em que resida

A Quali, administradora de planos de saúde coletivos, anunciou recentemente a ampliação da venda nacional para os corretores de seguros. Com o objetivo de seguir valorizando o profissional de vendas, que contribui para o acesso da população à saúde privada, a Quali oferece aos corretores dos quatro cantos do País cada vez mais oportunidades de vender, com novos produtos, mais customizados e acessíveis para a população de diferentes regiões brasileiras.

“Buscamos constantemente estreitar ainda mais nossa relação com o corretor de seguros, que é essencial para a Companhia. Com a ampliação da venda nacional, ofereceremos a eles mais oportunidades, pois o corretor pode estar em Porto Alegre, utilizar o aplicativo e vender o plano de saúde para alguém que está em Salvador, por exemplo”, afirma Alessandro Courbassier, diretor Comercial Brasil – Adesão e PME da Quali.

Foco no corretor

A Quali tem desenvolvido uma série de iniciativas para solidificar a parceria com os mais de 43 mil corretores parceiros. Uma das ações foi a implantação da venda digital, sem a necessidade de clientes e funcionários saírem de casa e sem impactos no prazo para a conclusão da compra. Essa modalidade de venda já corresponde a 100% dos planos que a Companhia comercializa.

Além disso, montou uma estrutura com superintendentes regionais para otimizar a atuação em cada região, sem deixar de respeitar as características locais. Criou o Fundo Solidário TamoJunto de R$ 2 milhões para amparar corretores parceiros diagnosticados com Covid-19.

Para este ano, a Quali anunciou algumas novidades durante o TMJ Live Fest, maior evento online para os corretores de seguros, realizado em dezembro. Entre os destaques, estão a expansão da parceria com o Grupo Notre Dame Intermédica (GNDI) para todos os canais de venda da Quali; o TamoJunto Corretor, novo programa de relacionamento com os corretores; e o lançamento da Qualiplay, primeira rádio digital com funcionamento 24 horas por dia com foco no profissional de vendas; entre outras novidades.

Para ficar por dentro das novidades e esclarecer eventuais dúvidas, basta acessar o TamoJunto Corretor, portal da Quali dedicado aos corretores de seguros.

Easynvest mira Previdência para ampliar família de fundos próprios 378

Daniel Bellangero é head de Previdência da Easynvest / Foto: Pedro Moleiro/Easynvest/Divulgação

Gerido pela Icatu Vanguarda, Fundo Easynvest TOP Previdência aposta na diversificação e custo reduzido, com valor de entrada a partir de R$ 100

A Easynvest, maior corretora de investimento digital do país, ampliará a família de fundos próprios com o lançamento do Fundo Easynvest TOP Previdência, gerido pela Icatu Vanguarda, braço de gestão de ativos do Grupo Icatu. Com investimentos distribuídos em cinco classes de ativos, entrada a partir de R$ 100 e taxa de administração de 1,3%, o objetivo é permitir uma maior diversificação aos investidores a um custo reduzido.

“Queremos permitir o acesso a diferentes tipos de ativos, por gestoras especializadas, em um único fundo. Dessa forma, o investidor otimiza gastos e maximiza a chance de retornos”, explica Daniel Bellangero, head de Previdência da Easynvest. “Ter um fundo de Previdência próprio atende aos nossos clientes que miram o longo prazo e querem tornar sua carteira mais estratégica”, acrescenta.

A alocação do Fundo Easynvest TOP Previdência será distribuída em ações, investimentos no exterior, fundos multimercado, inflação, e crédito mais pós-fixado. Distintas gestoras, especializada em cada um desses segmentos, executarão a estratégia do fundo de fundos.

“Com um ticket médio de cerca de R$ 300 exigido em cada uma dessas classes de ativos, o investidor teria de desembolsar R$ 1.500 se fosse investir de forma individual”, ressalta Bellangero. Além disso, o executivo acrescenta que a taxa administração média do mercado para um fundo semelhante é maior, de 2%. “Nosso grande objetivo é possibilitar ao investidor diversificar com a maior qualidade e o mínimo custo”, diz.

O produto de Previdência amplia o cardápio de outros três fundos exclusivos, que levam o nome da corretora e que contam com gestão da estrelada gestora Vinci Partners. São eles: o Easynvest Top Ações e Multimercados, com entradas a partir de R$ 100, e o Top Internacionais, a partir de R$ 500, lançados no fim do ano passado.

Assurant anuncia Elza Eraclide como nova líder de Compliance no Brasil 383

Elza Eraclide é a nova Gerente da área de Compliance da Assurant no Brasil / Divulgação

Empresa é líder em soluções de estilo de vida e habitação, que protegem e conectam as principais compras dos consumidores

A Assurant, provedora global líder em soluções de estilo de vida e habitação que protege e conecta as principais compras dos consumidores, anuncia a chegada de Elza Eraclide como nova Gerente da área de Compliance no Brasil, reportando-se a Gerardo Vargas, diretor de Compliance para a América Latina e ao presidente da empresa no Brasil, Ricardo Fiuza.

Com mais de 12 anos de experiência no setor jurídico e Compliance, a executiva se une ao time de especialistas da Assurant para somar seus conhecimentos em regulatório bancário, mercado de capitais, seguros e atuar em parceria com todas as divisões de negócios da seguradora.

Elza chega à companhia para liderar a área de Compliance e tem como alguns de seus principais desafios direcionar e apoiar todas as áreas para garantir o cumprimento das políticas internas, leis e regulamentos, representar a empresa perante os órgãos reguladores e também será responsável por identificar os riscos de conformidade de cada linha de negócios e sua gestão, dar suporte para fortalecer a relação comercial para cumprir a estratégia e consolidar a função de Compliance com o parceiro, fornecendo treinamento, consultoria, testes e monitoramento.

Advogada formada pelo Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas – FMU, com pós-graduação em Legislação Societária e Regulamentação dos Mercados Financeiros pela Escola Superior de Direito – ESA. Com passagem por instituições como o Banco Confidence / Travellex, Banco BTG Pactual, UBS e Unibanco, atuou também junto a Metlife, liderando a estrutura de Ética e Compliance no Brasil.

Allianz Risk Barometer 2021: trio relacionado à Covid-19 encabeça os riscos comerciais globais 406

Brasil é o único país da América Latina em que o risco cibernético está em primeiro lugar, superando inclusive o risco de pandemia, que aparece em 3º

Um trio de riscos relacionados à Covid-19 encabeça o 10º Allianz Risk Barometer 2021, refletindo potenciais cenários de interrupções e perdas que as empresas estão enfrentando na esteira da pandemia de coronavírus. Os lucros cessantes (nº 1 com 41% de respostas) e o surto pandêmico (nº 2 com 40%) são os maiores riscos para as empresas este ano, com os incidentes cibernéticos (40%) ocupando o terceiro lugar. A pesquisa anual global sobre riscos comerciais da Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS) incorpora as opiniões de 2.769 especialistas em 92 países, incluindo CEOs, gestores de risco, corretores e especialistas em seguros.

“O Allianz Risk Barometer 2021 é claramente dominado pelo trio de riscos Covid-19. A interrupção dos negócios, a pandemia e cyber risks estão fortemente interligados, demonstrando as crescentes vulnerabilidades de um mundo altamente globalizado e conectado”, diz Joachim Müller, CEO da AGCS. “A pandemia de coronavírus é um lembrete de que a gestão de riscos e da continuidade de negócios precisam evoluir ainda mais para ajudar as empresas a se prepararem e sobreviverem a eventos extremos”. Enquanto a pandemia continua a ter um controle firme sobre países ao redor do mundo, também temos que nos preparar para cenários extremos mais frequentes, tais como uma indisponibilidade global de serviços em nuvem ou um ataque cibernético, desastres naturais impulsionados pela mudança climática ou até mesmo o outro surto de outra doença”.

A crise da Covid-19 continua representando uma ameaça imediata tanto para a segurança individual quanto para as empresas, refletindo a razão pela qual o surto pandêmico subiu 15 posições até a posição nº 2 no ranking, às custas de outros riscos. Antes de 2021, nunca havia ficado acima da 16ª posição nos 10 anos do Aliianz Risk Barometer, um risco claramente subestimado. Entretanto, em 2021, é o risco número um em 16 países, está entre os três maiores riscos em todos os continentes e em 35 dos 38 países que se qualificam para uma análise dos 10 maiores riscos. Japão, Coréia do Sul e Gana são as únicas exceções.

Os desenvolvimentos do mercado (4º com 19%) também sobem no Allianz Risk Barometer 2021, refletindo o risco de aumento das taxas de insolvência pós-pandemia. De acordo com Euler Hermes, a maior parte das insolvências virá em 2021. O índice global de insolvência da seguradora de crédito comercial deve atingir um recorde de falências, com alta de 35% até o final de 2021, com grandes aumentos esperados nos EUA, Brasil, China e principais países europeus. Além disso, a Covid-19 provavelmente desencadeará um período de inovação e disrupção do mercado, acelerando a adoção de tecnologias, acelerando o desaparecimento de empresas estabelecidas e setores tradicionais e dando origem a novos concorrentes. Outros riscos ainda incluem os desenvolvimentos macroeconômicos (8º com 13%) e riscos políticos e violência (nº 10 com 11%) também são, em grande parte, uma consequência do surto de coronavírus. As quedas incluem mudanças na legislação e regulamentação (nº 5 com 19%), catástrofes naturais (nº 6 com 17%), incêndio/explosão (nº 7 com 16%) e mudanças climáticas (nº 9 com 13%), todas claramente substituídas por preocupações pandêmicas.

Riscos Brasil

O Brasil é o único país da América Latina em que o risco cibernético está em primeiro lugar, superando inclusive o risco de pandemia. Dos 59 executivos participantes 47% responderam ter as ameaças cibernéticas como principal preocupação atualmente, 46% afirmam que são os riscos de interrupção de negócios (BI) e 29% a pandemia.

Nos últimos anos, o risco cibernético tem aparecido entre os principais riscos corporativos – em 2019, esteve em 2º lugar, atrás apenas do risco de interrupção de negócios – mas com a pandemia ele se intensificou. Segundo dados da Fortinet Threat Intelligence Insider Latin America, o Brasil foi alvo de mais de 3,4 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos entre janeiro e setembro de 2020. “Os riscos cibernéticos são uma preocupação frequente dos gestores de riscos e com as novas legislações relacionadas à proteção de dados e as mudanças nos formatos de trabalho, as empresas estão cada vez mais voltadas para a questão cibernética. O risco de pandemia, que no Brasil nem aparecia entre os 20 maiores no ano passado no Brasil, está agora na terceira posição, porém diretamente conectado aos dois primeiros colocados”, explica Nuno Antunes, Managing Director AGCS Ibero/Latam.

Pandemia – agora e no futuro

Antes do surto de Covid-19, os lucros cessantes (BI) já haviam ocupado o topo da pesquisa outras sete vezes e voltaram ao primeiro posto do ranking após serem substituídos por incidentes cibernéticos em 2020. A pandemia mostra que eventos extremos de BI em escala global não são apenas teóricos, mas uma possibilidade real, causando perda de receitas e interrupção na produção, operações e cadeias de abastecimento. 59% dos entrevistados destacam a pandemia como a principal causa de BI em 2021, seguida por incidentes cibernéticos (46%) e catástrofes naturais e incêndios e explosões (cerca de 30% cada).

A pandemia está se somando à crescente lista de cenários de BI com danos não-físicos, tais como apagões cibernéticos ou de energia. “As consequências da pandemia – digitalização mais ampla, aumento do trabalho remoto e a crescente dependência da tecnologia por empresas e sociedades – provavelmente aumentarão os riscos de BI nos próximos anos”, explica Philip Beblo, especialista da equipe global de subscritores de Property da AGCS. “Entretanto, os riscos físicos tradicionais não desaparecerão e devem permanecer na agenda da gestão de riscos. Catástrofes naturais, clima extremo ou incêndios continuam sendo as principais causas de interrupção de negócios para muitas indústrias e continuamos a ver uma tendência para grandes perdas ao longo do tempo”.

Em resposta ao aumento das vulnerabilidades de lucros cessantes, muitas empresas estão objetivando construir operações mais resilientes e diminuir os riscos em suas cadeias de abastecimento. De acordo com os entrevistados do Allianz Risk Barometer, melhorar a gestão da continuidade dos negócios é a principal ação das empresas (62%), seguida pelo desenvolvimento de fornecedores alternativos ou múltiplos (45%), investir em cadeias de abastecimento digitais (32%) e melhorar a seleção e auditoria de fornecedores (31%). De acordo com os especialistas da AGCS, muitas empresas encontraram seus planos onde foram esmagadas rapidamente pelo ritmo da pandemia. O planejamento da continuidade dos negócios precisa tornar-se mais holístico, multifuncional e dinâmico, com monitoramento e medição de cenários emergentes ou de perdas extremas, ser constantemente atualizado, testado e incorporado na estratégia de uma organização.

Os riscos cibernéticos se intensificam

Os incidentes cibernéticos podem ter caído para o terceiro lugar, mas continuam sendo um perigo-chave com mais respondentes do que em 2020, e ainda assim estão classificados como os três primeiros em muitos países, incluindo Brasil, França, Alemanha, Índia, Itália, Japão, África do Sul, Espanha, Reino Unido e EUA. A aceleração em direção a uma maior digitalização e trabalho remoto impulsionados pela pandemia também está intensificando ainda mais as vulnerabilidades de TI. No pico da primeira onda de lockdowns em abril de 2020, o FBI relatou um aumento de 300% apenas nos incidentes, enquanto estima-se agora que o crime cibernético tenha custado à economia global mais de US$1 trilhão, 50% a mais que há dois anos. Já frequentes, os incidentes de ransomware estão se tornando mais prejudiciais, visando cada vez mais as grandes empresas com ataques sofisticados e grandes demandas de extorsão, conforme destacado no recente relatório de tendências de risco cibernético da AGCS.

“A Covid-19 mostrou a rapidez com que os cibercriminosos são capazes de se adaptar e como a onda de digitalização impulsionada pela pandemia criou oportunidades para intrusões com novos cenários de perda cibernética”, diz Catharina Richter, Diretora Global do Allianz Cyber Center of Competence na AGCS. “Os invasores estão inovando usando escaneamento automatizado para identificar falhas de segurança, atacando roteadores mal protegidos ou mesmo usando ‘deepfakes’ – conteúdo de mídia realista modificado ou falsificado pela inteligência artificial. Ao mesmo tempo, a regulamentação de proteção e privacidade de dados e as multas por violações de dados continuam sua tendência ascendente”.

Sobe e desce

As evoluções do mercado alcançaram o número 4 na pesquisa deste ano, enquanto a Covid-19 provavelmente desencadeará um período de inovação e disrupção do mercado, acelerando a adoção de tecnologias, levando a mudanças regulatórias, além de apressar o desaparecimento de operadores históricos e setores tradicionais, dando origem a novos concorrentes. Os desenvolvimentos macroeconômicos ficaram em 8º lugar e os riscos políticos e a violência (número 10) retornam ao top 10 pela primeira vez desde 2018, refletindo o fato de que a agitação civil, protestos e tumultos agora desafiam o terrorismo como a principal exposição para as empresas. O número, a escala e a duração de muitos eventos recentes, incluindo protestos Black Lives Matter, manifestações anti-lockdown e os tumultos em torno das eleições presidenciais americanas, têm sido excepcionais. Como as consequências socioeconômicas da Covid-19 aumentam, é provável que haja mais agitação política e social, com muitos países esperando um aumento nesta atividade em 2021 e além, particularmente na Europa e nas Américas.

As mudanças na legislação e regulamentação caem de 3º para 5º lugar, ano a ano. “A pandemia pode ter causado alguns atrasos no trem regulador, mas ele não parou nem mesmo descarrilou. Muito pelo contrário, 2021 promete tornar-se um ano muito cheio em termos de novas legislações e regulamentações, particularmente nas áreas de dados e sustentabilidade”, prevê Ludovic Subran, Economista Chefe da Allianz. As catástrofes naturais desceram duas posições e agora estão em 6º, refletindo o fato de que embora as perdas agregadas de múltiplos eventos menores, tais como incêndios ou tornados, ainda levaram a uma devastação generalizada e perdas consideráveis seguradas em 2020, foi também o terceiro ano consecutivo sem um único grande evento, como o Furacão Harvey em 2017.

As mudanças climáticas também caíram e assumiram a nona posição. Entretanto, a necessidade de combater a mudança climática permanece tão alta como sempre, dado que 2020 foi o ano mais quente já registrado. “Com a campanha de vacinação entrando em vigor, a mudança climática precisa estar de volta à agenda dos conselhos das empresas como prioridade em 2021”, diz Michael Bruch, Diretor Global da ESG na AGCS. “Muitas empresas precisam ajustar seus negócios para um mundo de baixo carbono – e os gestores de risco precisam estar na vanguarda desta transição”.

Confira os resultados por país e setor industrial

MAPFRE patrocina exposição inédita do fotógrafo Nicholas Nixon 404

Crédito foto: Coleções Fundación MAPFRE. / © Nicholas Nixon / Divulgação

Mostra acontece de 22 de janeiro a 18 de abril no Instituto Tomie Ohtake e tem entrada franca

Como parte de suas ações de incentivo à cultura e à arte, a MAPFRE traz ao Brasil, pela primeira vez, um conjunto da produção do premiado fotógrafo Nicholas Nixon (1947, Detroit, Michigan, EUA).

Viabilizada com acervo da Fundación MAPFRE e em colaboração com o Instituto Tomie Ohtake, a mostra tem curadoria de Carlos Gollonet, chefe de fotografia e obras da fundação espanhola.

A exposição apresenta 181 imagens divididas em nove núcleos que indicam a notabilidade do artista em retratos e fotografia documental: As Irmãs Brown, Cidades, Varandas, Idosos, AIDS, Casais, Família / Casa, Retratos, Fotos Recentes.

O premiado fotógrafo norte-americano explora o retrato desde a década de 70, centrando-se em temas como envelhecimento, família, afeto, cumplicidade e solidão. Embora mais conhecido pelo trabalho As irmãs Brown, em que registrou ano a ano um grupo de quatro mulheres, Nixon criou várias outras séries também reconhecidas por revelar justamente o que não se vê: a humanidade e a emoção contida em expressões de idosos residentes em asilos, pacientes soropositivos, casais, grupo de pessoas, além de vistas primorosas de cidades.

“O patrocínio a essa belíssima exposição reitera o nosso compromisso social, uma vez que democratiza o acesso à cultura – tão importante para a formação e transformação da sociedade.”, destaca Fernando Pérez-Serrabona, CEO da MAPFRE Brasil.

Atividades integradas

A exposição será acompanhada de uma série de atividades educativas, como visitas mediadas, encontros exclusivos para professores, além de uma publicação sobre a obra de Nicholas Nixon e sua relação com temas sociais que podem ser abordados em sala de aula junto aos estudantes. A mostra contará também com recursos de acessibilidade, como videolibras e audiodescrição de algumas obras.

Exposição: Nicholas Nixon – Coleções Fundación MAPFRE

De 22 de janeiro a 18 de abril
Terça a domingo, das 12h às 17h – entrada franca

Conversas on-line sobre as exposições

Apresentação e diálogo sobre as mostras em cartaz no Instituto Tomie Ohtake.
Indicadas para maiores de 15 anos em grupos de até 20 pessoas, com duração média de 1 hora.
Horários: terças e quintas, 10h e às 14h, realizadas pela plataforma ZOOM.
Informações e inscrições pelo e-mail: participacao@institutotomieohtake.org.br

Conversas presenciais nas exposições

Mediante agendamento, para grupos familiares com até 4 participantes.
Duração média de 40 minutos.
Horários: sextas e sábados, às 14h
Informações e inscrições pelo e-mail: participacao@institutotomieohtake.org.br

Medidas de segurança / visitação: Obrigatório uso de máscara / Medição de temperatura / Tapetes sanitizantes / Álcool em gel disponível em diversos pontos / Distanciamento mínimo de 1,5m entre os visitantes / controle de público, de 2 a 10 pessoas, dependendo da sala / percurso único / guarda-volumes desativado.

Instituto Tomie Ohtake

Av. Faria Lima 201 (Entrada pela Rua Coropés 88) – Pinheiros SP
Metrô mais próximo – Estação Faria Lima/Linha 4 – amarela
Fone: 11 2245 1900

Região Metropolitana de SP registra queda nas fatalidades de trânsito 538

Região Metropolitana de SP registra queda nas fatalidades de trânsito

Novas estatísticas do Infosiga SP apontam redução de 11% em 2020. Estado apresenta menor índice da série histórica

Segundo os novos dados do Infosiga SP, sistema do Governo de São Paulo gerenciado pelo Detran.SP e programa Respeito à Vida, a região Metropolitana da Capital registrou queda de 11% nas fatalidades de trânsito em 2020. No ano, foram 1.565 fatalidades contra 1.751 em 2019. Já o Estado de São Paulo teve o menor número de fatalidades de trânsito desde o início da série histórica, em 2015. Foram 5.023 óbitos causados por acidentes em 2020, índice 7,6% menor na comparação com 2019 (5.439) e 22,3% menor do que o registrado há cinco anos (6.466).

Óbitos causados por acidentes de trânsito

Região Metropolitana de São Paulo – 2020

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“O Governo do Estado, em parceria com a sociedade, tem empreendido uma série de iniciativas para combater a violência no trânsito. Investimentos em obras, educação e fiscalização geraram uma queda contínua nos índices. Temos ainda um longo caminho pela frente, mas seguimos nessa jornada com base em inteligência e inovação para gerar projetos eficazes e que salvam vidas”, afirma o diretor-presidente do Detran.SP, Ernesto Mascellani Neto.

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Motociclistas lideram as estatísticas de fatalidade com 1.899 ocorrências, uma redução de 1,1% na comparação com o ano anterior (1.921 óbitos) e de 0,2% em relação a 2015 (1.902). Ocupantes de automóveis estão em segundo lugar com 1.242 fatalidades no mês e redução de 10,4% na comparação com 2019 (1.386 vítimas) e 22,4% em relação a 2015 (1.599).

Pedestres seguem como o grupo com maior redução nos índices. Foram 1.108 fatalidades em 2020, o que representa redução de 20,6% na comparação com o ano anterior (1.395 óbitos) e de 36,3% em relação a 2015 (1.740). Em 200, foram registrados 413 óbitos de ciclistas, aumento 2,5% em comparação com 2019 (403 fatalidades) e de 37,2% em relação a 2015 (301).

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Das 16 regiões administrativas do Estado, 11 apresentaram redução nos índices na comparação com 2019, com destaque para as regiões de Presidente Prudente (-30%) e Central e São José do Rio Preto (-22%). Outras cinco tiveram aumento nas fatalidades.

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Entre janeiro e dezembro de 2020, foram registrados ainda 170.292 acidentes com vítimas, redução de 9,3% na comparação com o mesmo período de 2019 (187.758 acidentes). A maioria das ocorrências (49,5%) fatais ocorre em vias municipais e 44% em rodovias. Em 6,5% dos casos não foi possível identificar com precisão a jurisdição da via.

Perfil da vítima

Em 2020, jovens com idade entre 18 e 34 anos corresponderam a 36% das vítimas de trânsito. A maioria é homem (83%) e condutor do veículo (61%). Mais da metade (51%) das vítimas faleceram nos hospitais. Em 78% das ocorrências, o óbito ocorreu no mesmo dia do acidente.

As ocorrências estão concentradas no período noturno (57%) e nos finais de semana (44%). O principal tipo de acidente é a colisão entre veículos (38% do total), seguido pelos atropelamentos (23%) e choque contra objetos fixos (19%).

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Programa Respeito à Vida

Programa do Governo do Estado de São Paulo, atua como articulador de ações com foco na redução de acidentes de trânsito. Gerido pela Secretaria de Governo por meio do Detran.SP, envolve ainda as secretarias de Comunicação, Educação, Segurança Pública, Saúde, Logística e Transportes, Transportes Metropolitanos, Desenvolvimento Regional, Desenvolvimento Econômico e Direitos da Pessoa com Deficiência.

O Respeito à Vida também é responsável pela gestão do Infosiga SP, sistema pioneiro no Brasil, que publica mensalmente estatísticas sobre acidentes com vítimas de trânsito nos 645 municípios do Estado. O programa mobiliza a sociedade civil por meio de parcerias com empresas e associações do setor privado, além de entidades do terceiro setor. Em outra frente, promove convênios com municípios para a realização de intervenções de engenharia e ações de educação e fiscalização.

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