Prestes a ser maior economia global, China tem desafio de mudar status na gestão de qualidade 349

Prestes a ser maior economia global, China tem desafio de mudar status na gestão de qualidade

Confira artigo de Ivan Gonçalves, sócio-diretor da Qualyteam

A expansão da China nos impressiona com seu real crescimento no mercado global. Artigos e reportagens com especialistas na área da economia internacional apontam 2028 como o ano em que o país asiático se tornará a maior economia do planeta, independentemente dos impedimentos políticos que países como os Estados Unidos, por exemplo, tentam lhe imputar.

Embora ainda seja conhecida como uma nação que desenvolve produtos com baixo índice de qualidade e pouca confiabilidade, a China tem projetos que propõe a mudança desse status quo e a construção de uma nova imagem no mercado internacional. Se falarmos em termos de qualidade, o projeto Made in China 2025 é o bastião dessa grande mudança.

Agindo através da qualidade

Notadamente, o mercado chinês tem dado atenção ao aprimoramento do controle de qualidade de seus produtos. Essa decisão tem como objetivo potencializar os negócios com mercados ultramar que, mais evoluídos em termos de qualidade, rejeitam maciçamente os produtos chineses devido à falta de atendimento aos requisitos contratados. Nas palavras do cliente: “estou devolvendo o produto porque não foi isso que comprei”.

Paralelamente ao controle de qualidade, a China investe na melhoria de seus processos produtivos e no tratamento de reclamação de clientes reduzindo custos de retrabalho e desperdícios associados.

Muito embora seja o país que mais emite certificações de sistemas de gestão da qualidade no mundo, a China ainda apresenta práticas que trazem descrédito em termos de gestão da qualidade.

Counterfeit certificate

É possível acreditar que uma empresa pode forjar um certificado para seu sistema de gestão da qualidade tal qual um falso acadêmico apresenta um diploma de formação? A prática de adulterar um certificado já foi identificada em empresas chinesas e contribui largamente para a desconfiança daqueles que buscam produtos e serviços críveis nesse mercado em expansão.

Paper-worked certificate

No Brasil existem empresas de consultoria que propõe a implementação de sistemas de gestão da qualidade em 60 e até 90 dias. Através de um trabalho que prostitui a gestão da qualidade, essas consultorias “montam” toda a documentação necessária e realizam treinamentos “how to answer”, certificando a “empresa cliente”. Na China os prazos são ainda mais exíguos. Consultorias preparam a empresa e garantem a “certificação” em apenas 30 dias.

Embora seja desnecessário citar a coparticipação irresponsável dos organismos de certificação que validam essa prática, a cultura da qualidade não será implementada e, mais uma vez, o sistema de gestão será alvo de descrédito perante o mercado consumidor.

Implemented “but not in use”

Dentre os cenários já citados anteriormente, a implementação de um sistema de gestão da qualidade que não se encontra em uso parece ser o caso “menos pior”. Em uma análise mais acurada sobre esse desvio na gestão organizacional, há que se levar em consideração alguns fatores como a forma de desenvolvimento da cultura da qualidade na empresa, o conhecimento técnico e competência do consultor, os recursos de suporte usados em um processo de implantação, etc. Em geral, sistemas implementados “só no papel” e, portanto, sem valor agregado percebido pela empresa, entram em desuso e nada contribuem para a melhoria dos resultados.

Qualyteam traz resultados

Desde 2020 a Qualyteam China oferece ao mercado chinês opções concretas de análise, avaliação e direcionamento técnico de sistemas de gestão da qualidade.

Trabalhando em alinhamento com os objetivos propostos pelo governo chinês em relação à melhoria da qualidade (Made In China 2025), a Qualyteam presta serviços de auditoria em fornecedores (Auditorias de 3a parte) e mentorias em gestão de processos para empresas chinesas que desejem atender ao mercado internacional.

Através de auditores e consultores com elevada experiência e credibilidade em gestão da qualidade, a Qualyteam orienta a melhoria na qualidade dos produtos entregues e consequente redução no índice de reclamação de seus clientes.

Empresas chinesas que desejam atender o mercado internacional e, especialmente o mercado brasileiro, contam com os serviços da Qualyteam China.

Empresas brasileiras e latino-americanas que desejam avaliar a qualidade de seus fornecedores na China, contam com os serviços da Qualyteam China.

Ivan Gonçalves é sócio-diretor da Qualyteam, empresa especializada em soluções para gestão da qualidade.

Buonny recupera cargas furtadas e roubadas em São Paulo e Pernambuco 321

Buonny recupera cargas furtadas e roubadas em São Paulo e Pernambuco

Ações da gerenciadora de riscos evitaram perdas significativas no transporte de cargas, em dezembro

Em dezembro, com o aumento da demanda pelo transporte de cargas, em função do Natal e Ano Novo, consequentemente, crescem índices de roubos e furtos de cargas. Porém, a tecnologia e experiência da Buonny, gerenciadora de riscos da área de transportes e logística, é possível aumentar os níveis de segurança nas operações e, assim, prevenir e evitar perdas milionárias.

Dessa forma, com a inteligência da Buonny, diversas cargas foram recuperadas durante o mês. Entre elas, destaca-se recuperação na cidade de São Paulo. Durante operação com acionamento da equipe de Pronta Resposta, houve uma ação cooperada de inteligência entre a Buonny e a Polícia Militar, com diligência para averiguação de um veículo, após suspeita de sinistro.

O caminhão foi recuperado, bem como toda a carga transportada. Na ação, dois autores foram presos e o ajudante, que era mantido como refém, foi libertado ileso.

Pernambuco

Ainda em dezembro, durante operação de inteligência entre o Núcleo de Gestão de Perdas de grande cliente da área varejista e a Buonny, um condutor foi detido com a posse de produtos furtados, em Jaboatão dos Guararapes.

A investigação começou no final da entrega, quando a conferência de mercadoria apontou divergência na quantidade embarcada. A partir desse momento, a equipe de investigadores da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC) foi acionada e constatou uma parada não autorizada e abertura do baú. Assim, os policiais realizaram a abordagem e encontraram a mercadoria furtada.

“Com a chegada das festas de fim de ano, o volume do transporte de cargas aumenta e mais sinistros podem acontecer em todas as regiões do País. Como 25 anos de experiência em prevenção e mitigação de riscos, além dos massivos investimentos em tecnologia, reforçamos a nossa preparação para acompanhar as operações dos nossos clientes nesse período, o que possibilita resultados tão positivos”, diz Eliel Fernandes, CEO da Buonny.

Insolvência global registra queda de -12% no terceiro tri de 2020 675

Insolvência global registra queda de -12% no terceiro tri de 2020

Companhia enfatiza aumento da ‘zombificação’ das empresas, principalmente nos setores mais afetados pela crise

A Euler Hermes divulgou que o Índice de Insolvência Global registrou uma queda de -12% a/a no terceiro tri de 2020, após -13% ao ano no 2º trimestre, confirmando a queda ampla e prolongada nas insolvências registradas pelos tribunais. Mesmo após uma tímida reversão de tendência em algumas economias (Espanha, Irlanda, África do Sul, Coréia do Sul, Hong Kong e Dinamarca). Junto com o bloqueio dos tribunais, a queda paradoxal das insolvências vem de medidas de apoio massivas implementadas e estendidas pelos governos para fornecer liquidez, tempo e flexibilidade às empresas antes que elas recorram ao pedido de falência.

A extensão ampla dos programas de apoio “temporários” até 2021 provavelmente manterá as insolvências, artificialmente mais baixas, por mais tempo. Mas, com a eliminação progressiva dessas medidas, devemos ver um aumento já na segunda metade de 2021, composto principalmente por (i) “zumbis” pré-Covid-19, ou seja, empresas que não eram mais viáveis ​​antes da crise, mas foram mantidas “vivas” pelos auxílios emergenciais e (ii ) “zumbis” pós-Covid-19, ou seja, empresas fragilizadas pelo excesso de endividamento decorrente da crise. Como resultado, esperamos que nosso Índice de Insolvência Global cresça significativamente em 2021 (+25% a/a), graças ao efeito de base criado pela queda acentuada em 2020 (-10%). Todas as regiões contribuirão para este aumento, com a América do Norte registrando o maior volume (+57% no final de 2022 em comparação com 2019) em comparação com a Europa Ocidental (+23%) e a Ásia (+18%). Contudo, ainda em 2021, um em cada dois países da nossa amostra registrará um baixo número de insolvências em comparação com a Grande crise financeira e até mesmo a média de longo prazo, notadamente entre as economias avançadas.

A eliminação gradual das medidas de apoio permanece crítica e incerta. Qualquer nova extensão em termos de tempo ou magnitude levaria a uma perspectiva modificada, com menos insolvências no curto prazo, mas mais insolvências no longo prazo, devido ao aumento da ‘zombificação’ das empresas, principalmente nos setores mais afetados pela crise. Nesse sentido, a probabilidade de extensão adicional das medidas de apoio é maior em países com maior margem de manobra fiscal e de financiamento.

Figura 1: índice de insolvência por país

Figura 1: índice de insolvência por país

*Fontes: Euler Hermes, Allianz Research
**Confira o artigo original neste endereço.

Dirceu Tiegs assume Diretoria de Gente & Gestão como CHRO da Rede Lojacorr 988

Dirceu Tiegs é Chief Human Resources Officer - CHRO da Diretoria de Gente & Gestão da Rede Lojacorr / Divulgação

Aquisição do executivo fortalece ecossistema e desenvolvimento de negócios, visando potencializar a inovação e a evolução da Rede, com foco nas pessoas

O ano de 2021 começou a todo vapor na Rede Lojacorr, maior rede de corretoras de seguros independentes do País. O time de gestores, – composto por Diogo Arndt Silva (presidente – CEO), André Duarte (diretor Financeiro – CFO), Geniomar Pereira (diretor Comercial – CCO), Luiz Longobardi Junior (diretor de Mercado e Operações – COO), e Sandro Ribeiro (diretor de Tecnologia – CIO), – passa a contar com a expertise de Dirceu Tiegs na Diretoria de Gente & Gestão, como Chief Human Resources Officer – CHRO.

A área está sendo criada para ampliar o foco no cliente e nas pessoas, com o intuito de fortalecer a cultura das pessoas no centro e fomentar a experiência do cliente: dois pilares definidos para serem o foco de 2021 da Lojacorr.

O executivo acumula experiência na companhia seguradora Mapfre, Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), Sindicato das Empresas de Seguros e Resseguros (Sindiseg PR, RJ e SP), além da DNA Consultoria de Negócios. Contribuiu com grandes times, no desenvolvimento de negócios, operações e pós-venda, nos processos de melhoria contínua, inovação, gestão de pessoas, desenvolvimento de plataformas, time comercial e a representação do acionista em instituições do setor, que trouxeram um conjunto de experiências que irão agregar valor para o time Lojacorr. “Contribuir com times em ambiente de mudança e transformação vem sendo parte da jornada”, explica Tiegs.

O CHRO relata que conheceu a Rede Lojacorr quando a empresa tinha apenas dois anos de vida e ele acompanhou toda a sua evolução. “Mesmo quando não trabalhávamos juntos, mantive proximidade com os fundadores numa relação de admiração mútua e troca de informações sobre o mercado e o desenvolvimento de negócios”, enaltece.

Para ele, a Lojacorr é uma estrutura viva e de sucesso, que tem valores muito sólidos e um propósito nobre, de levar segurança para as famílias e empresas brasileiras, por meio da maior rede de corretores de seguros independentes do Brasil. “Tenho convicção de que o modelo colaborativo é o que fará o desenvolvimento, não só dos corretores da Rede Lojacorr, mas também do mercado de seguros brasileiro como um todo”, valida.

A nova Diretoria de Gente & Gestão é a evolução da busca constante da Lojacorr pelo foco em pessoas e inovação, já que a empresa vem criando cada vez mais possibilidades para que o corretor de seguros esteja focado no relacionamento com o seu cliente final, recebendo suporte e soluções para atuar com a operação no BackOffice. “Empresas são feitas de pessoas, tecnologia e investimento. O diferencial está nas pessoas, pois com recursos financeiros se compra a tecnologia. O cliente colocado no centro por todos nós colaboradores, com metodologias ágeis e inovação para transformação é parte da nossa construção. E estamos falando de um time de profissionais internos que realmente faz a diferença pelos seus princípios e atuação integradora. Tenho experiência em dezenas de corporações e posso afirmar que nenhuma delas supera a sinergia da Lojacorr”, ressalta.

Com isso, Tiegs pretende contribuir para o desenvolvimento das corretoras de seguros e, junto a eles, segurar mais famílias e empresas brasileiras, e transformar a proteção em empregos e recursos que impactem positivamente a sociedade. “Quando uma empresa tem um propósito sólido, capaz de mudar toda uma geração de brasileiros na busca incessante por soluções e ferramentas que permitam às pessoas a proteção e os cuidados necessários, nada pode pará-la. Bom saber que estarei nesta jornada junto ao time interno e todos os corretores da Rede, contribuindo com a gestão e o desenvolvimento do planejamento estratégico da Lojacorr com pessoas, método e tecnologia”, finaliza.

O presidente da Rede Lojacorr, Diogo Arndt Silva, explica que o novo diretor atuou nos últimos três meses de 2020 como consultor para apoiar na construção do Planejamento Estratégico da Rede 2.0. “Durante essa jornada e pelas suas importantíssimas contribuições, o convidamos para assumir essa nova Diretoria de Gente & Gestão. A Rede Lojacorr continua crescendo de forma acelerada e deveremos dobrar o número de colaboradores nos próximos anos para sustentar nosso crescimento e seguirmos inovando para a transformação do mercado de seguros brasileiro”, explica o presidente. Ele enaltece ainda que o foco da empresa é fortalecer cada vez mais o time, atraindo e cuidando dos talentos.

Conduzir automóveis pela areia da praia é prática que precisa de atenção dos proprietários 771

Conduzir automóveis pela areia da praia é prática que precisa de atenção dos proprietários

Evandro Barroso, delegado do SindsegNNE para Pará e Amapá, alerta que seguros não cobrem eventos nestas situações

A busca por mais conforto e comodidade em atividades de lazer precisa ser constantemente balanceada com as melhores práticas de segurança. Por exemplo, em diversas praias brasileiras, é comum que proprietários de veículos entrem com automóveis diretamente na praia. Ao subir da maré, as perdas podem atingir valores consideráveis – e seguros não cobrem.

Um dos locais onde este tipo de acidente é mais frequente é na praia do Atalaia, município de Salinópolis, litoral do Pará. Por lá, a entrada de veículos na faixa de areia é permitida. Todavia, atolamentos e veículos submersos são fatos recorrentes.

“Apesar de a praia ser aberta ao trânsito e estacionamento de veículos por órgãos oficiais, chamamos atenção para os eventos decorrentes da maré”, alerta Evandro Barroso, delegado do Sindicato das Seguradoras do N/NE (SindsegNNE) para Pará e Amapá. “Para este tipo de ocorrência, não há cobertura securitária quando reclamada pelo segurado, pois todos os eventos decorrentes da água salgada são riscos excluídos nas Condições Gerais de Seguros.”

Para se ter uma ideia, permanecendo no exemplo da cidade paraense, a faixa de areia de 20km chega a ultrapassar a presença de 20 mil veículos, em determinados momentos do ano, segundo levantamento do Detran.

“Fique atento, não coloque o seu patrimônio ou bem em risco, pensando estar coberto em um eventual dano proveniente de alagamento de água salgada. As Condições Gerais do Seguro de Automóvel excluem, não cobrem”, reforça Evandro.

Setor de seguros: inovação e resiliência em meio à crise 673

Ronaldo Dalcin, Superintendente Comercial Nordeste da Tokio Marine

Confira artigo de Ronaldo Dalcin, presidente do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne)

Resiliência e inovação foram palavras que caminharam juntas em 2020, mas podemos afirmar que essa expressão já era uma máxima, de certa forma, no mercado de seguros. Por quê? Por dez anos consecutivos, temos apresentados crescimentos maiores que o do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, melhorando a participação da indústria de seguros que, em 2019, encerrou em 6,7% do PIB, retornando mais de R$ 315 bilhões para a sociedade.

A projeção para 2020 é fecharmos com crescimento entre 3% e 4%, o que, dada as condições econômicas, julgo uma performance excelente. Olhando para os próximos anos, sem ser um expert em economia, mas me considerando um otimista incondicional, vejo diversas oportunidades. Por exemplo, o marco do saneamento que foi sancionado esse ano e prevê investimentos entre R$ 500 e R$ 700 bilhões, mais a geração de 700 mil empregos, trará excelentes oportunidades a todos do nosso segmento. A própria construção civil e o aumento significativo nos financiamentos imobiliários dão sinais muito positivos na nossa economia.

A indústria automobilística, também nos últimos meses, já vem demonstrando certa recuperação. Além disso, dados apontam que quase 10 milhões de pessoas foram “bancarizadas” nessa pandemia. Essa inclusão financeira será extremamente salutar para a indústria de seguros. São cenários extremamente positivos que, somados ao aumento do senso de necessidade de proteção por grande parte da população, me fazem crer que teremos uma bela retomada no crescimento do setor já em 2021, arriscando um palpite na ordem de dois dígitos.

É importante destacar, ainda, que a função desempenhada pelas seguradoras e corretores é fundamental para fomentar o crescimento econômico e a geração de renda em grande escala, pela sua participação em todos os setores da economia e da sociedade. De fato, percebi uma grande sinergia entre todos nesse período pandêmico. As seguradoras disponibilizaram diversas facilidades em total apoio aos corretores e segurados, visando a continuidade de seus negócios. Uma clara de demonstração do quanto somos resilientes e adaptáveis.

O isolamento necessário por causa da pandemia, também, nos deixou esse legado: inovação, sim, é sustentabilidade e desenvolvimento para o nosso segmento. A tecnologia inclusiva, com o ser humano no centro das ações, é uma excelente aliada. O consumidor quer mais simplicidade, personalização e agilidade. Por isso afirmo, com plena convicção, que estamos mais experientes e melhor preparados para continuar escrevendo a história do mercado segurador brasileiro e que iremos superar, juntos, mais essa crise.

New Report

Close