Afinal, por que tanto mal entendido com a Resolução 382/2020? 3926

Confira opinião de André Thozeski, Corretor de Seguros

André Thozeski é Corretor de Seguros / Divulgação
André Thozeski é Corretor de Seguros / Divulgação

O Corretor de Seguros, André Thozeski, percebeu que alguns colegas de profissão podem estar confusos diante da Resolução 382/2020. Segundo Thozeski, a medida determina que o corretor “disponibilize ao cliente o montante da remuneração” – o que, na visão do profissional, não significa o mesmo que “publicar a sua comissão”.

Confira o artigo na íntegra:

Talvez devido a erros de “interpretação de textos”… A resolução 382/20 manda “DISPONIBILIZAR AO CLIENTE O MONTANTE DA REMUNERAÇÃO”, não “PUBLICAR A COMISSÃO”…

Vejamos o que diz a resolução:

“(…) Antes da aquisição de produto de seguro, de capitalização ou de previdência complementar aberta, o intermediário deve disponibilizar formalmente ao cliente (…) o montante de sua remuneração pela intermediação do contrato (…)”.

A 382/20 não menciona “informar ou publicar” percentual de comissionamento ou o valor da remuneração. O que consta ali é que o intermediário deve “disponibilizar”. Segundo o Dicionário Aurélio, alguns sinônimos de disponibilizar: “Tornar disponível, acessível, possibilitar, providenciar, facultar, facilitar, dispor, oportunizar, propiciar, viabilizar, autorizar, liberar”.

Exemplo: “A professora vai disponibilizar resumo da matéria para os alunos interessados”.

Não está escrito que o Corretor tem que sair publicando “percentuais de comissões” em cotações, como vê-se alguns fazendo. E mais: a 382/20 diz, textualmente, DISPONIBILIZAR AO CLIENTE, ou seja, é um assunto privado, que diz respeito tão somente ao proponente, ao cliente, não “ao público” ou “ao concorrente”.

Como o Corretor pode atender e cumprir o que determina a 382/20?

Que tal fazendo EXATAMENTE o que ela determina?. Informando ao proponente que estão à sua disposição todas as informações.

Por exemplo, introduzindo na correspondência, e-mail, mensagem ou planilha em que apresenta opção de contratação de seguro, de capitalização ou de previdência complementar aberta, a seguinte mensagem:

(Se operando como o Profissional Corretor, Pessoa Natural, no singular):

“Em cumprimento a Legislação vigente, especialmente Lei 8078/90 CDC – Código de Defesa do Consumidor e Resolução CNSP 382/2020, como o Profissional Corretor de Seguros responsável pela intermediação, declaro que todas as informações relativas à proposta e ao contrato de seguro/capitalização/previdência complementar aberta, objeto deste orçamento, inclusive informações referentes à remuneração, pela Seguradora, do meu trabalho como assessor do Segurado, como Representante do Segurado diante da Seguradora, ao longo de toda a vigência do Contrato, estão à disposição e poderão ser solicitadas, a qualquer tempo, por qualquer um de nossos canais de contato”.

(Se operando como Empresa Corretora, Pessoa Jurídica, no plural):

“Em cumprimento a Legislação vigente, especialmente Lei 8078/90 CDC – Código de Defesa do Consumidor e Resolução CNSP 382/2020, nossa Empresa Corretora de Seguros, responsável pela intermediação, declara que todas as informações relativas à proposta e ao contrato de seguro/capitalização/previdência complementar aberta, objeto deste orçamento, inclusive informações referentes à remuneração, pela Seguradora, do nosso trabalho como assessores do Segurado, como Representantes do Segurado diante da Seguradora, ao longo de toda a vigência do Contrato, estão à disposição e poderão ser solicitadas, a qualquer tempo, por qualquer um de nossos canais de contato”.

Penso que “fazer alguma coisa” é melhor que “não fazer nada”. Portanto, acredito que desta maneira estou cumprindo o que manda a 382/20.

Essa é a minha opinião. Afinal, nariz e opinião, todos temos…

André Thozeski, Corretor de Seguros desde 1988, com muito orgulho.

Os cuidados que a área de compras deve ter ao negociar contratos de saúde 534

Ricardo Sant´Ana é diretor de Benefícios da Lockton Brasil / Divulgação

Confira artigo de Ricardo Sant’Ana, diretor de Benefícios da Lockton Brasil

A pesquisa de benefícios da Lockton, consultoria e corretora de seguros norte-americana, aponta que após a folha salarial, os planos privados de assistência médica são o segundo maior investimento das empresas. Em média, as corporações chegam a ter custos com planos de saúde equivalentes a 12% da folha nominal de pagamento, podendo chegar a 17%, conforme o setor.

A manutenção deste benefício tem sido um grande desafio para o empregador devido ao alto valor e os expressivos reajustes anuais, decorrentes da inflação do segmento e níveis de utilização. Neste sentido, o papel e a importância da área de compras vem crescendo a cada ano, com a prerrogativa de sempre buscar os melhores negócios na contratação de serviços, produtos e insumos.

No entanto, é importante ressaltar que o ano de 2020 apresentou algumas peculiaridades interessantes, já que em função da pandemia de Covid-19 e do isolamento social, o uso do sistema privado de saúde foi bem inferior às médias de anos anteriores, causado pela baixa utilização dos serviços médicos eletivos.

A pesquisa da Lockton ainda aponta que 38% das empresas não tiveram aumento nos custos ou registraram retração nos valores gastos com planos de saúde oferecidos a seus funcionários em 2020. O levantamento ouviu 469 empresas em 44 setores da economia. De acordo com o levantamento, 29% do total da amostra disse não ter experimentado aumento de preço nos contratos, enquanto 9% verificaram retração nos custos do benefício.

Logo, é possível reparar que o reajuste anual foi inferior ao histórico de anos anteriores, o que não deixa de ser uma boa notícia, mas que deve ser vista com cautela, já que o que era economia (savings) pode virar um expressivo aumento de custo nos próximos anos.

Este é um ótimo cenário para demonstrar, com exemplo, a necessidade de as áreas de compras terem cautela na negociação dos contratos de saúde, não só em cenários instáveis.

A busca pela redução de custos tem acontecido com frequência e as áreas de compras das empresas muitas vezes encabeçaram a liderança por buscar alternativas no mercado de forma a acomodar o orçamento. Contudo, é importante sinalizar que existem alguns fatores na busca de um novo contrato que devem ser levados em consideração de forma a evitar que a economia obtida com o novo plano se torne uma grande dor de cabeça.

Listo alguns exemplos:

  1. Prêmios mais baixos vs. contrato de dois ou mais anos
    Conforme mencionado, é necessário avaliar a dinâmica do preço apresentado frente ao horizonte do período de contrato, especialmente nas apólices que possuem a análise de sinistralidade própria como uma das métricas de reajuste.
    Em outras palavras, se o custo for muito baixo de forma a não comportar a dinâmica do volume dos sinistros, ao fechar o ciclo do primeiro ano, poderá haver um reajuste excessivamente elevado que comprometerá todo o saving obtido na implementação do benefício. Sendo o contrato de múltiplos anos e geralmente com cláusulas de penalidades de saída, é fundamental estar atento a esses detalhes.
  2. Sinistralidade no primeiro ano de contrato
    Um detalhe pouco explorado, mas de enorme importância, é que no primeiro ano de contrato dos planos de saúde, geralmente a sinistralidade apurada nos 2 a 3 primeiros meses é descartada da apuração. Isso acontece por conta de um efeito chamado IBNR, ou seja, quando o sinistro ocorreu, mas ainda não foi reportado. É comum achar que a sinistralidade no primeiro ano está muito boa e descobrir depois que terá que arcar com um reajuste expressivo.
  3. Multa ou penalidade pelo cancelamento da apólice atual fora do período acordado
    O cancelamento da apólice vigente fora de um período específico pode impactar no pagamento e multas que, geralmente, podem chegar a três faturas. É preciso ficar atento.
  4. Análise da abrangência geográfica
    Nem todas as operadoras possuem uma rede nacional e é muito importante avaliar se todas as regiões em que a empresa aloca colaboradores e dependentes estão cobertas de forma satisfatória. Muitas vezes, há a necessidade do aumento de custos para adequação ou até mesmo revisão da operadora escolhida.

Além disso, alguns outros pontos que devem ser avaliados previamente para se evitar surpresas de aumento de custo ou cobertura:

  • Mapear casos de extensão no benefício para demitidos e aposentados, como preveem os artigos 30 e 31 da Lei 9.656/98, que asseguram os direitos do aposentado e demitidos sem justa causa de se manterem no plano de saúde, nas mesmas condições da vigência do contrato de trabalho, desde que arquem integralmente com seus custos.
  • Se há a presença de colaboradores afastados, remidos, PJ’s, entre outros.
  • No caso de grupos menores, a aceitação após análise das declarações pessoais de saúde;

Nota-se assim como a diferença entre a redução de custo e uma grande dor de cabeça podem estar em detalhes técnicos, que precisam ser avaliados de forma cautelosa antes de qualquer decisão. Na linha de frente, a área de compras das empresas precisa entender toda essa dinâmica para que não haja surpresas futuras. A saúde e o bem-estar dos colaboradores e seus familiares deve sempre ser uma prioridade!

Bradesco Seguros: Com foco na experiência do cliente, produto empresarial recebe nova segmentação 997

Saint´Clair Lima é diretor da Bradesco Seguros / Divulgação

Produto passa a contar com proteções personalizadas para os mais diferentes tipos de negócios no país

A Bradesco Auto/RE, empresa do Grupo Bradesco Seguros, anuncia ao mercado uma nova proposta de segmentação do Produto Empresarial, que contempla 12 segmentos, com coberturas ainda mais personalizáveis, de acordo com a necessidade de cada negócio.

Além das coberturas básicas e acessórias, comum a todos os segmentos, as transformações contemplam novas proteções para bares e restaurantes, academias, veterinárias e petshops, espaço médico e hospitalar, hotéis, motéis e pousadas, estabelecimentos de cultura e ensino, instituições religiosas, indústrias, escritórios, estabelecimentos de estéticas, moda e beleza, automobilísticos, entre outros.

“A nova segmentação vem como um estímulo ao mercado segurador para atender as demandas de empresários de todo o país. Nosso objetivo é atender aos mais variados formatos de negócios, com coberturas exclusivas para que o empreendedor possa trabalhar com segurança e tranquilidade, com respaldo de coberturas, serviços e assistências de excelência”, afirma Saint´Clair Lima, diretor da seguradora.

Um dos grandes atrativos e diferenciais da segmentação são as novas proteções, comuns a todos os segmentos, como queda ou quebra de painéis solares, quebra de vitrines ou vidros pertencentes a móveis, danos em jardins e danos morais. Além disso, consumidores terão acesso a coberturas específicas para cada negócio, como por exemplo, despesas referentes à perda de ponto comercial, quebra de louça, deterioração de itens refrigerados, cobertura para equipamentos portáteis e muitos outros. “A Bradesco Auto/RE investe em pesquisa e constrói seus produtos de fora para dentro priorizando as necessidades do mercado. Um atendimento de alta performance está atrelado à capacidade de conciliar a automação de processos com saber ouvir e atender de forma adequada o consumidor”, enfatiza o diretor da seguradora.

É importante ressaltar que, independente do segmento, as coberturas contemplam desde danos causados por incêndios – envolvendo equipamentos elétricos ou causados por materiais sólidos e líquidos – até explosões, além de queda de raio, roubo, alagamentos, entre outros imprevistos. O seguro ainda disponibiliza assistências emergenciais gratuitas 24h por dia, como chaveiro, vigilante, serviço de mão de obra elétrica e hidráulica, entre outros.

Transporte de cargas cresce na pandemia e ramo pode ser explorado por qualquer corretor de seguros 437

Thiago Fecher explica que o ramo destacou-se durante a pandemia pelo aumento das vendas de comércio eletrônico

O portal de conteúdo Seguros Na Prática, uma iniciativa da Educa Seguros, realizou ontem, 04 de março, a primeira live de orientação em 2021, para apresentar aos corretores de seguros as oportunidades e dicas para atuação no ramo de transportes.

Anderson Ojope, diretor de conteúdo do Seguros Na Prática, recebeu Thiago Fecher, corretor de seguros e especialista em Seguros de Transportes de Cargas do portal.

Thiago Fecher explicou que o ramo de transportes foi um dos que mais se destacaram durante a pandemia, pelo aumento das vendas de comércio eletrônico. “A permanência das pessoas em casa aumentou exponencialmente o mercado de logística, sentimos não somente um aumento de movimentação em nossos clientes, mas o crescimento nas cotações de novos clientes no seguro de transportes. A consolidação do comércio eletrônico foi muito benéfica em 2020 e veio para ficar, a perspectiva para os próximos anos é ainda melhor do que foi nos últimos 10 anos de mercado”, garantiu.

Anderson Ojope lembrou que no início da pandemia houve um temor de que houvesse diminuição de consumo e algumas fábricas “pisaram no freio”, mas depois de algumas semanas faltaram insumos, pois as pessoas seguiam movimentando as compras sem sair de casa. “A pandemia teve consequências ruins em diversas áreas, mas especialmente na logística houve essa grata surpresa”.

Thiago ressaltou que as pessoas imaginam transportes de cargas para movimentar bens mais caros, como eletrônicos, porém a maior movimentação é de itens básicos, como alimentos. “As pessoas podem ter deixado de ir em lojas comprar algo mais supérfluo, mas os itens básicos não pararam de circular. O agronegócio, que foi o grande crescimento no país, movimenta muito a logística. A compra online tem incentivado um maior ticket médio, ou seja, a pessoa que compra pela internet acaba gastando mais do que quem está no mercado fisicamente. E isso gira o mercado de logística no Brasil”.

O especialista explicou o que é o seguro de transporte, para ajudar o corretor que ainda não atua neste segmento. “O seguro de transportes garante os prejuízos causados a uma carga. Consideramos carga todo bem movimentado de um ponto a outro. Isso parece básico, mas é a forma como identificamos oportunidades em nossa própria carteira”, disse. “Se você souber de uma empresa que tem uma mercadoria que está indo de um ponto A a um ponto B existem riscos nesta trajetória que podem ser amparados por uma apólice de seguro de transportes”.

Os grandes públicos do seguro de transporte são os embarcadores e os transportadores. “Podemos fazer uma grande divisão, de um lado quem é o dono da carga e busca matéria-prima para produzir, e depois leva mercadoria para distribuir – faz o seguro para embarcador; do outro lado existem os riscos para os transportadores, de gerar um dano para a carga transportada, não é um prejuízo próprio, mas de algo em sua responsabilidade – este é o seguro de responsabilidade”. O seguro pode ser transporte nacional ou seguro de transporte internacional, com importação ou exportação de um bem, com leis especificas de comércio exterior dos países.

Para quem quer começar a atuar no ramo, Thiago Fecher contou que quase todos começam por meio de parcerias com um colega especialista, e aí percebem que é muito interessante e desejam aprender mais. “Corretor, olhe para sua carteira, puxe uma relação de clientes pessoas jurídicas e analise se existem transportadores. Destes, apenas verifique se transportam pessoas ou cargas, sendo a segunda opção já são grandes clientes em potencial, já ofereça seguro para todos, existe um produto de seguro de transporte que é obrigatório. Depois verifique a possibilidade de ter embarcadores: quem fabrica ou vende algum produto, você também deve aproveitar essa oportunidade”.

Para aprender, ele aconselha se habituar a ouvir falar de seguros de transportes. “As lives que fazemos e o material que temos no Seguros Na Prática são muito bons. Depois, estudar as condições gerais das seguradoras do ramo e materiais específicos sobre seguros de transportes. Se você pensar nisso duas ou três vezes no mês já vai começar a entender seguro de transportes e fluir naturalmente na atuação”, orientou.

A live, de uma hora de duração, abordou ainda outros detalhes do funcionamento do seguro de transportes de cargas.

Pandemia e incertezas freiam retomada econômica 611

José Pena é economista-chefe da Porto Seguro Investimentos / Divulgação

Confira análise de José Pena, economista-chefe da Porto Seguro Investimentos

A contração de 4,1% do PIB em 2020, embora expressiva (a maior desde 1990), foi inferior à esperada nos momentos iniciais da pandemia nos idos de março e abril do ano passado, quando quedas de 6% ou 7% foram consideradas. Apesar desse resultado menos dramático, há pouco a comemorar.

Essa redução da atividade inferior à esperada em 2020 se deu em grande medida em função do salto do gasto (e do endividamento) público. A consequência é a elevação da incerteza, que se manifesta através de uma taxa de câmbio mais desvalorizada, que por sua vez pressiona a inflação.

Inflação mais elevada requer juros maiores e, por isso, o Copom deve elevar a Selic já na reunião do próximo dia 17 de março. Juros mais altos, porém, não rimam com crescimento econômico forte à frente.

Além dessas questões, o agravamento da pandemia nestes meses iniciais do ano também freia o processo de recuperação econômica iniciado no terceiro trimestre de 2020. Somente a vacinação em massa e a responsabilidade fiscal permitirão a retomada de uma trajetória sustentável de crescimento do emprego e da renda.

Liberty Seguros anuncia novidades em quatro de seus produtos de Vida Individual 618

Alexandre Vicente é Diretor de Seguros de Pessoas da Liberty Seguros / Divulgação

Produtos passam a oferecer novas coberturas e assistências como o serviço Einstein Conecta

A Liberty Seguros lança expansões em quatro de seus produtos da categoria Vida Individual: Vida Perfil, Vida Especial, Vida Mais Tranquila e Acidentes Pessoais Individuais. Com a novidade, que faz parte do investimento da companhia para ampliar sua presença no segmento de Vida e atender às necessidades dos segurados, cada um dos produtos contará com novas coberturas e serviços que os tornam ainda mais completos.

“Essa expansão no nosso portfólio de Vida Individual faz parte do nosso constante trabalho para crescer no setor de Vida, para que os nossos clientes possam aproveitar o que a vida tem de melhor com tranquilidade e contar sempre com a Liberty”, afirma Alexandre Vicente, Diretor de Seguros de Pessoas da Liberty Seguros.

Vida Perfil

No Vida Perfil é um produto mais personalizado, com o valor do seguro calculado de acordo com os hábitos do cliente e que agora, conta com duas novidades. A primeira é a Assistência Einstein Conecta, um serviço de orientação médica online que oferece acesso aos atendimentos profissionais do Hospital Israelita Albert Einstein pelo celular ou pelo computador, além da tranquilidade e segurança de ter à sua disposição um serviço que funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana.

A outra mudança é o novo plano Doenças Graves, que passará a oferecer coberturas para até 30 tipos diferentes de doenças, entre elas doença de Hodgkin, anemia aplástica, distrofia muscular, queimaduras severas, lúpus eritematoso sistêmico e síndrome de Guillain-Barré. Anteriormente, o plano cobria até 24 doenças.

O produto também disponibilizará mais duas novas assistências opcionais para contratação: a Assistência Psicológica e Assistência Convalescência, que fornece um importante suporte na readaptação do segurado em caso de invalidez.

Vida Especial

O Vida Especial é um produto completo, com coberturas feitas para proteger toda a família. Com a alteração, o produto passará a oferecer uma opção de franquia de 7 dias de DIT (Diária de Incapacidade Temporária), com a qual clientes recebem um valor em dinheiro em caso de afastamento do trabalho após sofrer um acidente ou doença.

Além disso, clientes Vida Especial poderão contratar a cobertura de DIH (Diária de Internação Hospitalar) por acidente ou doenças que levem a internação, incluindo UTI e despesas médicas, hospitalares e odontológicas (DMHO) por acidente.

Outro diferencial incorporado ao produto é a cobertura de Invalidez Permanente Total ou Parcial Por Acidente Majorada, que oferece indenização em caso de acidentes que causam a perda ou redução de movimentos de um membro do corpo essencial para exercício da profissão, disponível para alguns profissionais como médicos, dentistas, professores, engenheiros, músicos dentre outros.

Vida Mais Tranquila

Já o Vida Mais Tranquila é um seguro com valor mais acessível, custando a partir de R$9,90 por mês. Agora, o produto passa a oferecer opção de assinatura eletrônica, em que o cliente recebe a proposta da Liberty via e-mail e pode assinar do conforto e segurança de sua residência. Outra novidade é a nova opção de pagamento disponível via boleto à vista.

Acidentes Pessoais Individuais

A companhia também anuncia novidades na cobertura de Acidentes Pessoais Individuais, produto que traz tranquilidade contra imprevistos e, além de tudo, cabe no bolso dos consumidores – custando a partir de R$ 15,00 por ano.

Com a reformulação, o produto passa a ter uma opção de franquia reduzida de sete dias para a cobertura de DIT (Diária de Incapacidade Temporária), cobertura ampliada para casos de IPA (invalidez permanente total ou parcial por acidente) Majorada e DIH (Diária de Internação Hospitalar) por acidente que inclui internação, incluindo UTI, além da Assinatura Eletrônica.

O produto também incluirá a nova Assistência Convalescência dentre tantas outras opções de serviços disponíveis para contratação no produto.

Vantagens para os corretores

O investimento da Liberty Seguros no setor de Vida não se restringe apenas aos clientes. Recentemente, a companhia lançou sua nova campanha 360, a “Cresça com o Vida”, com o objetivo de desenvolver, reconhecer e ampliar os conhecimentos dos corretores parceiros nesse segmento.

Ao longo do ano, o “Cresça com o Vida” funcionará como um guia que consolida todas as iniciativas para apoiar os corretores a crescerem suas vendas no segmento de Vida.