R$ 106 milhões em faturamento elevam patamar da Fracel Corretora de Seguros 52486

Confira a íntegra da edição 245 da publicação mensal do JRS

Um legado de sucesso não se constrói da noite para o dia. É preciso muito empenho, dedicação e, principalmente, ouvir o cliente e deixá-lo no centro das atenções de toda e qualquer decisão que será tomada por um determinado negócio. A edição 245 da Revista JRS destaca o trabalho ímpar realizado pela Fracel Corretora de Seguros na missão de proteger a sociedade em geral contra eventuais riscos patrimoniais, empresariais ou pessoais.

As próximas páginas ainda demonstram o resultado operacional da MAPFRE no Brasil, além de reportagens sobre temas diversos que foram destaque neste começo de ano no mercado brasileiro de seguros.

Os riscos cibernéticos, por exemplo, são tidos como o maior desafio para as empresas em 2021. O megavazamento de dados de mais de 230 milhões de brasileiros é atribuído como um dos grandes responsáveis para que este tipo de questão fosse elencada como a que mais preocupa os gestores de negócios pelo segundo ano consecutivo.

Mas também tem esperança: a Chubb Seguros patrocinou a edição 2021 do Australian Open. O evento foi realizado de forma presencial, com a presença de público. Os casos de coronavírus na região foram praticamente totalmente controlados, o que permitiu uma retomada de parte das atividades da sociedade.

Tem ainda o incentivo à capacitação dos parceiros de negócios da SulAmérica. A companhia consolidou seu hub de treinamentos e conteúdos para fomento do conhecimento no mercado. Isso e muito mais nas 52 páginas desta edição. Excelente leitura!

Mercado de Capitalização cresce 5,3%, diz FenaCap 342

Marcelo Farinha é presidente da FenaCap / Divulgação

Receita dos Títulos alcançou R$ 7,6 bilhões entre janeiro e abril

O mercado de Títulos de Capitalização registrou uma receita de R$ 7,6 bilhões entre os meses de janeiro e abril, um avanço de 5,3% em comparação a igual período do ano passado. Os dados são da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), que reúne todas as empresas de capitalização autorizadas a operar no País.

“Há um ano, estávamos no início das restrições provocadas pela pandemia, quando a crise sanitária interrompeu uma trajetória de crescimento. Mas o setor mostrou sua importância e sua função social e, desde fevereiro, vem apresentando alta nos negócios, com desempenho positivo na arrecadação”, analisa Marcelo Farinha, presidente da FenaCap.

Merece destaque a modalidade Filantropia Premiável, que tem evolução diferenciada. No primeiro quadrimestre, a receita do produto cresceu 70,7% em comparação ao mesmo período do ano passado, e atingiu R$ 799 milhões. Os resgates da modalidade, que são destinados a organizações filantrópicas previamente credenciadas pelas empresas de capitalização, alcançaram R$ 437,4 milhões.

Reservas, prêmios e resgates

Ainda de acordo com os dados divulgados pela FenaCap, as reservas técnicas – que correspondem aos recursos de títulos de capitalização ativos – somaram R$ 32,5 bilhões, um crescimento de 5,7%, ao considerar o mesmo período do ano passado. Foram pagos R$ 415 milhões a clientes sorteados, e R$ 6,4 bilhões foram devolvidos sob forma de resgates antecipados e finais – o que reforça a relevância do setor para as pessoas e, claro, para a economia brasileira.

Títulos de capitalização: soluções para vários perfis de clientes

  • Instrumento de Garantia – Substitui a figura do fiador nas transações de aluguel de imóveis e funciona como garantia para operações financeiras e contratos de qualquer natureza.
  • Filantropia Premiável – O consumidor cede o direito de resgate da sua reserva para uma instituição filantrópica previamente credenciada pelas empresas de capitalização e participa de sorteios.
  • Popular – Permite que o consumidor adquira um título de valor acessível com direito ao resgate de até 50% do valor pago e concorra a prêmios ao longo da vigência.
  • Tradicional – O objetivo dessa modalidade é a formação de uma reserva, de maneira programada, por um prazo previamente conhecido e valor predeterminado. Dá direito a participar de sorteios e ao resgate de 100% do que foi pago, atualizado pela TR, ao fim do prazo de vigência.
  • Incentivo – Nessa modalidade, uma empresa de varejo, por exemplo, adquire uma série exclusiva de títulos e cede aos seus clientes o direito a participar de sorteios.
  • Compra Programada – Essa modalidade permite a acumulação mensal vinculada à aquisição de bens duráveis com sorteio de prêmios.

Alper Seguros incorpora 30 anos de expertise da Next Mark e oferece mix de produtos 410

Alper Seguros incorpora 30 anos de expertise da Next Mark e oferece mix de produtos

Corretora chega com condições comerciais agressivas e inovações tecnológicas

Após adquirir a Next Mark, corretora gaúcha com mais de 30 anos de expertise em seguros agrícolas e corporativos, a Alper leva para o Rio Grande do Sul uma carteira completa de produtos e serviços, além da sua plataforma de distribuição digital de seguros.

O diretor da filial Rio Grande do Sul Thiago Lins, revela que até primeiro de julho todo o processo de transição de sistemas estará concluído, o que trará maior eficiência e agilidade aos negócios. “A Alper chega no sul com condições comerciais mais agressivas e soluções de serviços que a Next não tinha acesso. Também vamos trazer novos players para trabalhar junto conosco, e teremos uma maior diversidade de produtos”, explica o executivo.

Entre os novos produtos que serão oferecidos pela Alper, estão o Dr. Alper, uma plataforma de telemedicina que funciona 24h por dia, sete dias por semana. Também está prevista uma nova plataforma destinada aos seguros garantia. “Será uma solução proprietária que vai envolver todo o processo de cotação e fechamento online de diversas demandas de seguro garantia”, explica. Para o segundo semestre, a empresa quer lançar uma ferramenta semelhante destinada ao seguro de cargas.

A Alper Consultoria em Seguros é listada no Novo Mercado, maior nível de governança corporativa da B3. No início do ano a empresa realizou uma captação de R$ 110 milhões e, a maior parte desse montante está sendo investido em fusões e aquisições.

Brasileiros se protegem mais com seguros e ratificam aversão a riscos 425

Brasileiros se protegem mais com seguros e ratificam aversão a riscos

Na comparação anual, procura por seguros subiu 36,8% em abril

O sentimento de aversão a riscos continua a ampliar a demanda de seguros de danos (materiais e responsabilidade contra terceiros), de benefícios (vida e previdência, principalmente), e a estimular brasileiros a poupar ou fazer filantropia, por meio dos títulos de capitalização. Esse comportamento está espelhado nos últimos números do setor segurador divulgados pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), na edição 46 da Conjuntura CNseg.

Nos quatro primeiros meses do ano, o setor de seguros apresentou alta de 15,5% sobre os quatro primeiros meses do ano passado, totalizando R$ 92,7 bilhões neste exercício (sem Saúde e DPVAT). Apenas em abril, com movimentação de R$ 21,5 bilhões, o crescimento foi de 36,8%, comparando-se ao resultado do mesmo mês do ano passado. O desempenho de abril foi puxado pela forte expansão dos planos VGBL, cuja procura cresceu 96,8% sobre o mesmo mês do ano passado. Dada a densidade do VGBL no market share do setor segurador, todos os indicadores melhoraram com seu bom comportamento. Com isso, as provisões técnicas do setor alcançaram a cifra de R$ 1,213 trilhão, crescimento de 8,8% sobre abril de 2020.

Nenhuma atividade econômica apresentou uma expansão tão vigorosa quanto o seguro no comparativo mês contra o mesmo período do ano anterior. Após os 36,8% do setor segurador de alta, aparecem as atividades industriais (34,7%), comércio (10,1%) e serviços (4,5%).

Na base anualizada até abril, o setor segurador já acumula expansão de 6,3%. Um mês antes, até março, a alta acumulada era de 2% e de apenas 0,1% em fevereiro. A taxa mais alta vigorosa agora tem também relação com a base comprimida de abril do ano passado (R$ 15,7 milhões arrecadados; o segundo mês a ser atingido pela pandemia).

Apesar dos números positivos, o Presidente da CNseg, Marcio Coriolano, diz que os cenários ainda não permitem expectativas mais assertivas de desempenho do setor no ano. “Mais especificamente, o cenário neste ano corrente dependerá crucialmente do tamanho da taxa de aumento do PIB para abrir espaço à recuperação de ramos de seguros caudatários da produção industrial, agrícola e comercial, que é o caso dos grandes riscos patrimoniais. E dependerá também do incremento da renda pessoal e do emprego, combustíveis da demanda por produtos básicos patrimoniais, cobertura de vida, previdenciários, saúde suplementar e capitalização”, escreve ele, no editorial da Conjuntura CNseg.

No acumulado do ano, os destaques em termos de taxa de expansão foram o segmento de Cobertura de Pessoas (18,5%), seguido por Danos e Responsabilidades (12,4%) e Capitalização (5,3). Todos os ramos tiveram crescimento, mas pelo menos oito foram superlativos: Rural (41,0%); Responsabilidade Civil (35,8%); Transportes (25,8%); Planos VGBL (24,3%); Patrimonial (14,3%); Habitacional (11,7%); Marítimos e Aeronáuticos (11,7%); Seguro de Vida (11,5%).

Em relação à sinistralidade, o segmento de Danos e Responsabilidades, que havia caído de 54,8% no primeiro trimestre de 2020 para 52,5% em 2021, agora no quadrimestre voltou a estreitar-se (52,9% contra 51,6%), influenciada pelo ramo de Automóveis. Já a sinistralidade do ramo Patrimonial, que havia saltado no primeiro trimestre de 44,8% para 70,8% – pela contribuição dos seguros residenciais e condominiais, com maior uso e, consequentemente, aumento da frequência de eventos – também se estreitou na comparação de quadrimestres, embora menos (48,1% contra 66,1%). No segmento de Cobertura de Pessoas, a sinistralidade dos seguros de Vida – Risco continua a agravar-se, de 25,4% para 39,2%, resultado dos eventos pandêmicos, detalha a publicação da CNseg.

BMG Seguros: a nova era do saneamento 341

BMG Seguros: a nova era do saneamento

ESG, project finance e contratos de performance foram destaques de webinar FGV com apoio BMG Seguros

Webinar que debateu a nova era do saneamento no Brasil discutiu a participação da iniciativa privada no setor de saneamento, cujos investimentos previstos estão calculados entre R$ 700 milhões e R$ 1 trilhão.

Segundo os especialistas Benedito Braga, diretor-presidente da Sabesp, Carlos Brandão, CEO da Iguá Saneamento, e Rogério Tavares, vice-presidente de Relações Institucionais da Aegea, esta projeção vultosa se dá graças à Nova Lei do Saneamento (14.026/2020), prestes a completar um ano, que possibilita o investimento em infraestrutura tão fundamental para a retomada do crescimento da economia brasileiro. Um exemplo de que este é o caminho certo foi o sucesso do leilão da Cedae no fim de abril deste ano, o maior da América Latina no setor.

Para Renata Oliver, vice-presidente de negócios da BMG Seguros, o setor de saneamento é um dos mais importantes e prioritários para o governo: “O marco do saneamento tem um efeito multiplicador em toda a sociedade, com impacto direto principalmente na saúde e no turismo, entre outros segmentos. E o mercado de seguros está acompanhando essa onda de investimento e buscando soluções inovadoras para o setor. O seguro não pode ser coadjuvante nas discussões, pois tem papel fundamental como viabilizador da infraestrutura”.

Apesar dos avanços, Benedito Braga, alertou para o grande desafio de garantir a segurança jurídica nos processos, pois a nova lei já enfrenta questionamentos no Supremo Tribunal Federal (STF). Além disso, ele ressaltou a importância de se ter uma situação política sólida, para que o setor privado possa confiar nesse processo: “O governo federal precisa arredondar questões de natureza legal e não pode se eximir de por dinheiro no saneamento, achando que o setor privado é o salvador da pátria. Temos 5.400 municípios no país e o setor privado pode não ter interesse em todos eles”.

Para Carlos Brandão, a aprovação do marco do saneamento trouxe pilares importantes para a iniciativa privada atuar no setor com clareza de metas e possibilidade de investir com segurança jurídica. Ele prevê que nos próximos dois anos mais players devem participar dos projetos de licitação, a exemplo do que ocorreu com a Cedae, que atraiu grande interesse do setor privado: “Acredito que o tema ESG (ambiental, social e governança) é uma das chaves nesse processo, pois cria valor, traz capital novo e abre uma perspectiva positiva para a população, ou seja, traz um circulo virtuoso de atração para esse novo cenário”.

Para Rogério Tavares, os bons resultados alcançados nos últimos processos abre maior possibilidade de trazer capital privado para a universalização de serviços, seja em parceria público-privado (PPP), seja via privatização. “A lei trouxe um processo de abertura que tornou o setor muito atrativo e no qual apostamos bastante. Portanto, é natural atrair novos entrantes, até porque o volume de investimentos é muito grande”.

Segundo Tavares, isto deve ocorrer ao longo do tempo, depois de eliminar as últimas arestas do marco legal e consolidar a lei, que é fundamental tanto para o desenvolvimento do país quanto para a população que mora nas periferias das grandes cidades e regiões longínquas: “Para tanto, é preciso avançar no desenvolvimento de Project Finance, modalidade na qual sempre tivemos dificuldade no Brasil, pois se tiver que oferecer garantia dos acionistas para grandes investimentos, não dará certo”.

Novos Projetos

Os especialistas concordam que a questão de escalabilidade é um item fundamental em todo e qualquer novo projeto, a fim de garantir seu equilíbrio financeiro. Além disso, é preciso considerar a regionalização da lei, que não constava no projeto original, que dá aos municípios o poder de decisão de participar ou não de um projeto que engloba outras cidades, em uma região metropolitana, por exemplo, que tenha interesses comuns. Segundo Benedito Braga, “a ideia é boa, mas é preciso cuidar da operacionalização para que não haja problemas”.

De acordo com a Renata Oliver, outro ponto a ser observado nos novos contratos diz respeito à obrigatoriedade de as empresas atestarem sua capacidade financeira. Nesse sentido, os seguradores terão o importante papel de fazer um filtro, pois sem garantias não será permitido participar dos processos de licitação: “Como muitas companhias públicas não atendem essa exigência, resta saber se as empresas privadas terão capacidade de absorver todos os projetos.”

Gesner Oliveira, coordenador do Centro de Estudos de Infraestrutura & Soluções Ambientais da FGV EAESP, finalizou o evento destacando o avanço nas discussões ao longo de quase um ano da Nova Lei de Saneamento, que passaram a englobar temas fundamentais para se criar um ambiente propício para investimentos no setor de saneamento, como ESG, project finance e contratos de performance, o que estava longe da realidade brasileira pouco tempo atrás.

Espetáculos patrocinados pelo Circuito Cultural Bradesco Seguros marcam presença na 8ª edição do Prêmio Bibi Ferreira 413

Alexandre Nogueira é diretor de Marketing do Grupo Bradesco Seguros / Divulgação

‘A Cor Púrpura’ e ‘Pippin’ concorrem em dez categorias diferentes

Como uma organização que preza pela promoção da cultura, a Bradesco Seguros patrocina dois dos principais espetáculos indicados ao 8º Prêmio Bibi Ferreira. ‘A Cor Púrpura’ e ‘Pippin’ estão concorrendo em dez categorias no campo técnico e de equipe criativa na edição deste ano. A premiação acontecerá em formato digital, diretamente do Teatro Sérgio Cardoso, em agosto. Todos os profissionais concorrentes acompanharão a cerimônia por vídeo.

O musical ‘A Cor Púrpura’, baseado no livro homônimo de Alice Walker, é o líder de indicações ao prêmio, concorrendo em oito categorias, com destaque para Melhor Musical; Melhor Adaptação – realizada pelo jornalista Arthur Xexéo -; e Melhor Atriz de Musical – com indicação da atriz Letícia Soares, que deu vida a Celie na adaptação brasileira. Já o espetáculo ‘Pippin’ figura entre os indicados em Melhor Figurino de Musical e Melhor ator de Musical, pela interpretação do personagem Pippin, feita pelo ator João Felipe Saldanha. Ambos os musicais integram o Circuito Cultural Bradesco Seguros, ação de incentivo cultural da seguradora.

“Incentivar a cultura sempre será um compromisso do Grupo Bradesco Seguros e poder contar com os espetáculos patrocinados por nós em um dos principais prêmios do teatro brasileiro é, sem dúvida, uma honra. Continuaremos garantindo expressões artísticas de qualidade a todo o público que gosta de assistir nos palcos boas histórias”, ressalta Alexandre Nogueira, Diretor de Marketing do Grupo Bradesco Seguros.

Por conta da pandemia de Covid-19, diversos espetáculos do Circuito Cultural Bradesco Seguros estão sendo adaptados para o formato de lives. Para acompanhá-los, basta seguir o Grupo Segurador nas redes sociais.