H & H Corretora de Seguros amplia a venda de seguros online 497

H & H Corretora de Seguros amplia a venda de seguros online

Pandemia de coronavírus fez com que atuação acontecesse em home office

Com objetivo de focar no digital de maneira qualificada, a H&H Corretora de Seguros firmou a sua estratégia com a comercialização de seguros online, com uma atuação diferenciada no mercado. A empresa conta com mais de cinquenta parceiros e colaboradores e um time de gestores e líderes com atuação de 30 anos no mercado de seguros, sendo alguns deles, com mais de 10 anos atuando na venda de seguros pela internet.

De acordo com o CEO da H&H Corretora de Seguros, Richard Furck, “A H&H possui alguns diferenciais, como o desempenho fora de série do time de consultores, os nossos “Top Guns”. Apostamos também na gestão ativa de indicadores de performance, e nos processos de Business Intelligence construídos através do profundo conhecimento no comportamento do consumidor de seguros e seus gatilhos de compra. Como especialista em negociação estratégica e neuromarketing, acompanho todos os Passos do nosso planejamento estratégico de perto, para que possamos manter a proximidade com o cliente em todos os aspectos”, explicou.

Com a pandemia em 2020, atuando em Home Office para manter a segurança de toda a equipe, as estratégias de comercialização da H&H aumentaram o desempenho na conversão de vendas e reduziram cancelamentos de apólices em 40%, atingindo resultados recorde no ambiente online, com índices reconhecidos e premiados pelas seguradoras parceiras e por diversas entidades de renome internacional, no universo dos seguros digitais.

Argo Seguros amplia base de corretores cadastrados por todo o Brasil 404

Mariana Miranda é Head Marine & Corporate Sales da Argo Seguros / Divulgação

Crescimento foi de 36% no primeiro trimestre de 2021

O número de corretores cadastrados para trabalhar com a Argo Seguros vem crescendo significativamente em todas as regiões do Brasil. No primeiro trimestre deste ano, mais de 1.600 corretores se cadastraram na companhia, um crescimento de 36% na comparação com o mesmo período de 2020.

O sudeste possui a maior base de corretores cadastrados, com mais de 60% do total, mas as regiões sul e nordeste foram as que apresentaram maior elevação em 2020, ambas com crescimento próximo de 24%. Neste primeiro trimestre, quem surpreendeu positivamente foi o centro-oeste, com expansão de 46% no número de profissionais que fizeram seu cadastro para operar com a multinacional norte-americana em linha com a estratégia de crescimento da companhia no Brasil.

“Esse crescimento com capilaridade por todo o país é fruto de um trabalho que veio sendo desenvolvido há algum tempo. Em 2019, nós fizemos uma série de road shows pelo Brasil e a ideia era repetir a estratégia em 2020, mas a chegada da pandemia nos obrigou a investir em um formato mais digital, o que também se mostrou bem efetivo”, comenta Mariana Miranda, Head Marine & Corporate Sales da Argo Seguros.

Outro motivo que tem despertado a atenção dos corretores são os produtos inovadores contratados na ponta. Considerada uma especialista no desenvolvimento de produtos de nicho – sempre com foco em inovação, tecnologia e inclusão social – a Argo desenvolveu há alguns meses o RC Condutor, o primeiro seguro vinculado à Carteira Nacional de Habilitação (CNH), que segue em fase final de testes.

“Somos reconhecidos como uma seguradora que ouve o corretor e as assessorias, disponibilizando produtos exclusivos para seus segurados. Essa outra característica, certamente contribuiu para superarmos a marca de dez mil profissionais cadastrados pela primeira vez na nossa história, um número bem significativo para uma seguradora que opera em nichos específicos”, concluiu.

Ações judiciais que envolvam planos de saúde precisam ser tratados com cautela, afirma mediadora 419

Ações judiciais que envolvam planos de saúde precisam ser tratados com cautela, afirma mediadora

Mediação online é indicada para finalizar reclamações e processos de maneira célere e econômica

Mírian Queiroz é advogada, mediadora e CEO da Mediar Group / Divulgação
Mírian Queiroz é advogada, mediadora e CEO da Mediar Group / Divulgação

A pandemia do novo coronavírus afetou diversos setores, mas a área da saúde foi uma das mais impactadas pela crise sanitária. As operadoras de saúde, por exemplo, enfrentaram uma situação atípica, já que surgiram algumas questões sobre a responsabilidade dos planos de saúde nos tratamentos, exames clínicos para o diagnóstico e internações de pacientes com Covid-19. Segundo a Agência Nacional de Saúde (ANS), estima-se que houve um aumento de mais de 100% no número de ações judiciais contra os planos de saúde.

Para justificar a negativa, alguns convênios utilizaram o artigo 393 do Código Civil, que diz que o devedor não responde pelos prejuízos resultantes de motivos de força maior, como a situação vivida durante a pandemia Então, os beneficiários buscaram uma resposta na Justiça. Vale destacar que o Poder Judiciário também enfrenta uma crise, há mais de 77 milhões de processos em tramitação, e o setor de saúde possui um grande volume de ações. De acordo com o levantamento Departamento de Pesquisas Judiciárias (DPJ/CNJ) “Judicialização da Saúde no Brasil: Perfil das demandas, causas e propostas de solução” entre 2008 e 2017, houve um aumento de 130% nas ações envolvendo o setor, foram registrados 498.715 processos em primeira instância e 277.411 em segunda instância.

Para a advogada, mediadora e CEO da Mediar Group, Mírian Queiroz, as demandas da saúde são delicadas, mas é possível finalizá-las sem acessar o Poder Judiciário. “É um momento muito difícil, estamos lidando com vidas. Por este motivo, é preciso ter cautela nas ações que envolvam os planos de saúde. Cada ação representa uma pessoa, uma história e um ente querido. Geralmente, esses processos possuem uma carga emocional muito grande, a mediação extrajudicial online é indicada para esses casos”, explica.

No atual cenário, a sociedade precisa de uma resposta rápida, já as empresas necessitam de soluções econômicas. A judicialização não é a melhor alternativa para o beneficiário e nem para a operadora de saúde. “Sabemos que a economia do país está abalada, precisamos de soluções céleres, econômicas e práticas. Lembrando que para finalizar uma demanda, não é necessário sair de casa. Os acordos são realizados com o auxílio da internet”, revela Mírian.

A mediadora ainda destaca a importância de realizar o trabalho preventivo nos canais de atendimento das empresas para evitar o surgimento de novos processos. Para ela, toda empresa, independente do segmento, precisa de um setor especializado em gestão de conflitos, a via de comunicação com o cliente é uma excelente oportunidade para finalizar disputas e fidelizar clientes. “Antes de ajuizar uma ação, o cliente vai buscar uma solução nos SACs. As instituições precisam ter um espaço aberto para o diálogo e buscar soluções que atendam as necessidades do cliente e que estejam de acordo com a política da empresa. Com os métodos autocompositivos não há vencedores de uma causa, há ganhos mútuos para os envolvidos”.

A ANS realizou uma pesquisa nos canais de atendimento nas ouvidorias das operadoras de saúde. Segundo a pesquisa, mais da metade das manifestações dos beneficiários foram realizadas por meio do telefone (57,7%). A maioria dos contatos foram para registrar reclamações (54,2%), sendo 25% referente a rede credenciada/referenciada; 21,7% a temas financeiros; 20% sobre a cobertura assistencial; 17,8% a SAC e 15,4% a administrativos. Ao final, foram contabilizadas 331.777 reclamações, esses dados são referentes ao ano de 2019.

Para solucionar essas demandas, o serviço pode ser desenvolvido por uma câmara de conciliação, mediação e negociação online. “Na Mediar Group, possuímos uma equipe especializada em atuar nesses tipos de conflitos, nossos profissionais utilizam técnicas, como o rapport, a escuta ativa e outras abordagens para finalizar o problema e, assim, impedir que a disputa termine na fila de um tribunal”, finaliza a mediadora.

HDI participa de evento da TIVIT para o mercado de seguros 310

Denise Ciavatta é CIO da HDI / Divulgação

Encontro virtual acontece entre os dias 27 e 28 de abril

A HDI vai participar do Insurance 4.0: o futuro da automação e IA na experiência do cliente, que acontece nos dias 27 e 28 de abril, em formato online. Promovido pela TIVIT, o evento vai trazer discussões a respeito do impacto da Inteligência Artificial na experiência do cliente e dos profissionais do setor.

Na oportunidade, a CIO da HDI, Denise Ciavatta, participará do painel sobre o uso de Inteligência Artificial conversacional na experiência do cliente em seguros, que ocorrerá no dia 27 de abril, às 19 horas.

A inscrição para participar do evento é gratuita e deve ser feita neste endereço.

Cresce procura de Seguros de Vida por jovens 412

Cresce procura de Seguros de Vida por jovens

Empresa divulga crescimento expressivo na contratação por pessoas na faixa entre 20 e 30 anos

O sentido de proteção que os seguros trazem – a chamada cultura de seguros que as seguradoras buscam sempre desenvolver no país – parece estar crescendo pelas mãos do púbico jovem e via o meio digital.

De acordo com a Brasilseg, empresa BB Seguros, houve crescimentos expressivos de contratação de seguros de vida na faixa entre 20 e 30 anos. O público com até 20 anos cresceu em notáveis 128% entre o início de 2020 e janeiro deste ano. Na faixa de até 25 anos o crescimento foi de 36% e na de até 30 anos o impulso foi de 25%.

Nesse movimento houve também uma redução de dois anos na idade média de contratação de seguros de vida. E, não por acaso, no período o uso dos canais digitais da Brasilseg cresceu e 177%, o que a Brasilseg relaciona também à chegada do público mais jovem, formado, na sua maior parte, pelos chamados “nativos digitais”.

“Há uma maior sensibilização, que é resultado também da pandemia, mas é relevante que um público mais jovem esteja mais atento ao sentido de proteção do seguro e o que ele oferece de benefícios em vida, que é um aspecto importante da nossa apólice de vida”, diz o presidente da Brasilseg, Rodrigo Caramez.

Outro aspecto apontado pela seguradora é que a contratação por pessoas do sexo feminino cresceu 10%. Foram 95 mil novas clientes. Mulheres representam cerca de metade da base de clientes da Brasilseg.

No total a carteira de vida da Brasilseg cresceu 21% entre janeiro de 2020 e janeiro de 2021.

Presidente da CNseg faz considerações sobre a modernização do setor de seguros 313

Marcio Coriolano, Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) / Divulgação

Confira “Notas para um jovem advogado amigo”, de Marcio Coriolano, Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras

Refletindo sobre debates que cercam o atual ambiente dos seguros, tenho reparado um grande número de artigos e lives jurídicas que tratam a modernização do setor como mera virada de normativos. Para mim, o diagnóstico não me parece completo, o que levaria a conclusões precipitadas. Aqui vão algumas notas que escrevi para um jovem advogado amigo:

Estimo que você esteja bem e protegido! Obrigado por ter me enviado a live jurídica a que você assistiu e por ter pedido a minha opinião. Assisti a quase tudo. Muito longa. Mas entendi os conceitos e argumentos debatidos. A minha questão é que o diagnóstico não me pareceu completo, levando a conclusões precárias. Vou lhe apontar alguns aspectos:

  1. Sobre a suposta falta de maior impacto da pandemia nos seguros aqui, é porque o Brasil não é equivalente ao resto do mundo, pelo menos o desenvolvido;
  2. Na Europa e EUA, há eventos climáticos severos, menor presença do governo e absurda responsabilização da conduta pessoal. Razão pela qual, por exemplo, o Business Interruption (Responsabilidade Civil), entre outros, é tão importante alhures;
  3. Quanto à virada transformadora da atual regulação da Susep, ela é caudatária da agenda ativa da nova política liberal econômica, que abrigou e alinhou os seguros no seu âmbito. Ambas as condições inexistiam antes (Ex: o comando do Ministério da Economia no CNSP e a nova Lei de Liberdade Econômica);
  4. Igualmente, no período pré-alinhamento dos seguros no Ministério da Economia, o resseguro tinha outra reserva de mercado, entre outras reservas que pesavam sobre partes do mercado segurador.

Enfim, a meu ver, as análises empolgadas da live deixaram de levar em conta os particularíssimos contextos históricos brasileiros, sobre os quais os advogados empolgados deveriam se debruçar mais. Tive a impressão de que a onda modernizadora da regulação dos seguros (necessária e elogiável) estaria sendo analisada agora como resultado de voluntarismos institucionais ou pessoais.

Houve avanços? Sem dúvida. Muito positivos e ansiosamente aguardados. Embora, sem o devido diagnóstico das condições particulares brasileiras, alguns poderiam concluir equivocadamente que estaríamos vivenciando o início da libertação dos escravos do conservadorismo, quando o progresso (ou consolidação) das novidades dependem mesmo é das condições estruturais do Brasil, que devem considerar, pelo menos:

  • I) oferta de dinheiro acessível, via mercado de capitais (mormente para financiamento estável de Sandbox, empresas com exigências “proporcionais” e insurtechs);
  • II) falta da persistência de eventos catastróficos (ainda bem!), que desestimulam business interruption e outras coberturas de grandes riscos;
  • III) carência de investimentos e estímulos estruturados para novos entrantes (vide oferta de capital);
  • IV) característica brasileira de um país de população de rendas médias e baixas (70% dos domicílios brasileiros integrados por famílias com rendimento abaixo de dois salários-mínimos);
  • V) insegurança jurídica – por falhas regulatórias ou ativismo judicial;
  • VI) insegurança político/institucional (me abstenho de julgar);
  • VII) custo da tecnologia (carência da autóctone e reservas de mercado);
  • VIII) reserva do estado em seguros como rural, acidentes do trabalho, exportações, previdência;
  • IX) estrutura e custo da intermediação.

Esses são apenas alguns pontos, para a sua reflexão, que colhi da live.

Você, como jovem advogado, não me leve a mal. Tenho reparado a avalanche de análises do ambiente atual dos seguros por inúmeros colegas seus advogados militantes. Para alguns, pareceria que o que se trata, na atualidade modernizadora, apenas de uma virada dos Marcos Legais*, como se fossem soluções bacanas, autônomas e inesperadas, para problemas macroestruturais que nunca tivessem sido antes endereçados.

E então me parece que a live deixou de abordar uma condição crucial: são as dimensões da política econômica, social, setorial e institucional que estariam em transformação – ainda de forma e substância precárias – e seu progresso e resultados dependeriam de consolidações e de mudanças estruturais e microeconômicas, cujas âncoras ainda não estão adequadamente aterradas na sociedade e na economia.

Perdoe-me essas notas muito sintéticas. Ao contrário do que possa parecer, pretendem estimulá-lo a buscar enxergar além das aparências, porque somos cidadãos e profissionais de um país muito complexo. E o mercado de seguros, pela sua sensibilidade social, não escapa. As soluções em perspectiva, infelizmente, não são triviais e estão para além de algumas empolgações do momento.

*Na universidade, você estudou pelos filósofos clássicos: as leis são a superestrutura que traduz e comanda para a sociedade as condições socioeconômicas prevalecentes.