Revista JRS: O voo do Anjo 41317

Publicação apresenta especial com solução do Grupo Caburé, em parceria com a Zurich Seguros

Poucas profissões possuem legado social tão relevante como o Corretor de Seguros. Por isso, sua atuação necessita de atualização constante, parcerias e o uso de ferramentas inovadoras e ágeis para bem cumprir a missão de proteger vidas, renda e patrimônio. Neste sentido, o Grupo JRS procura conectar o ecossistema de seguros há mais de 20 anos.

Revista JRS: O voo do Anjo
Revista JRS: O voo do Anjo

A edição 246 da Revista JRS conta como a ferramenta digital desenvolvida pelo Grupo Caburé Seguros em parceria com a Zurich no Brasil, o App Anjo. Para se ter uma ideia, um único profissional da corretagem conseguiu fechar mais de 530 apólices em cinco meses de utilização da solução.

Também neste número da publicação mais segura do Brasil, a Superintendente Comercial, Comunicação e Marketing do GBOEX, Ana Maria Pinto, conta as novidades da Rede de Convênios GBOEX e outras ações promovidas para reforçar o legado da empresa em proteção.

O último mês foi também marcado pela divulgação dos principais resultados econômicos do 4º trimestre e pela respectiva consolidação dos balanços do ano passado. Nas próximas páginas você verá os resultados financeiros da Argo Seguros e da Chubb.

Em pauta também estão a transformação da linguagem jurídica através do Visual Law, o momento certo para sucessão familiar e as novidades da Bradesco Seguros e da Allianz.

Especialistas ainda analisam as principais mudanças na Lei das Licitações e o colunista do JRS, Newton Queiroz, aborda a importância do microsseguro.

Excelente leitura!

Cresce 300% procura para seguro voltado à empresas listadas na bolsa, aponta Zurich 372

Cresce 300% procura para seguro voltado à empresas listadas na bolsa, aponta Zurich

Para seguradora, janela para esse tipo de seguro continua aberta em 2021

Apesar de todo o desafio imposto em 2020 por conta da crise sanitária do novo coronavírus, o mercado de ações ajudou a impulsionar o seguro POSI (sigla de Public Offering Securities Insurance). A Zurich, que é uma das maiores empresas do setor, viu crescer 300% a procura pelo produto em comparação ao ano anterior. Já as conversões subiram para 22% no mesmo período.

Fernando Saccon é Superintendente de Linhas Financeiras e Seguro Garantia da Zurich no Brasil / Divulgação
Fernando Saccon é Superintendente de Linhas Financeiras e Seguro Garantia da Zurich no Brasil / Divulgação

O Superintendente de Linhas Financeiras e Seguro Garantia da Zurich no Brasil, Fernando Saccon, conta que é diversificado o perfil das empresas que têm procurado a Zurich. No ano passado, especificamente, o executivo percebeu maior incidência nas que atuam com varejo, construção e tecnologia.

Fernando observa, porém, que o crescimento na demanda do POSI não está apenas atrelado ao aumento de ofertas de ações, mas muito mais na busca das companhias emissoras das ofertas em ter cobertura securitária, identificando valor no produto oferecido ao mercado.

O Superintendente também chama a atenção para o fato de que a janela para o POSI se abriu em meados de 2019, atravessou 2020, com maior impulso no segundo semestre, e se mantém aberta neste ano. “A expectativa continua alta em relação às novas ofertas em 2021, considerando a manutenção da baixa taxa de juros e a contínua necessidade de as empresas buscarem captações e os investidores querendo diversificar seus investimentos em busca de um melhor retorno”, diz.

Especialistas apontam que há uma expectativa de mercado em torno da realização de cerca 100 ofertas ao longo deste ano, entre ofertas públicas iniciais (IPOs) e subsequentes (follow-on), podendo, ao final, movimentar cerca de R$ 150 bilhões – mais que o dobro dos R$ 73 bilhões de 2020, segundo a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Em 2019, foram R$ 35 bilhões também de acordo da CVM.

Como funciona o POSI

Derivado do D&O, modalidade de seguro que as companhias contratam para proteger seus executivos, o POSI existe para protegê-las, bem como seus executivos, contra reclamações relacionadas às ofertas públicas de valores mobiliários, em situações como nos danos causados a investidores em razão da falha delas ao omitir ou faltar com a verdade na elaboração do prospecto da oferta. O documento é direcionado ao mercado após validação da CVM, a fim de atrair investidores.

Com a combinação causada por dois fatores – o aquecimento do mercado de capitais e a queda da taxa básica de juros – ocorre a busca dos investidores por ativos de maior risco e retorno, favorecendo opções por renda variável. “Nesse cenário, é fundamental que as companhias demonstrem boa qualidade de seus ativos e uma estratégia clara e consistente do negócio, sendo transparente quando da elaboração dos prospectos de sua oferta, a fim de atrair bons investidores”, explica Fernando Saccon.  “Como forma de mitigar eventuais reclamações e perdas financeiras após a emissão das ações, as corporações buscam o seguro POSI – que, em geral, pode ter cobertura por até 5 anos e que não é um seguro renovável, já que é feito uma única vez visto ser estritamente ligado à Oferta que está sendo feita. Já a importância segurada representa entre 10% e 20% do valor da captação”, completa.

O Superintendente de Linhas Financeiras e Seguro Garantia da Zurich no Brasil, Fernando Saccon, acredita que “a qualidade dos ativos da empresa, governança corporativa robusta, gestão qualificada, estratégia de negócio consistente e prospecto da oferta bem elaborado, além das condições de mercado favoráveis ao negócio, são fatores de risco que certamente influenciarão na avaliação do risco para recebimento de uma proposta deste seguro”.

Zurich4Power é o novo seguro da Zurich, destinado à instalação e montagem de painéis fotovoltaicos 1424

Zurich4Power é o novo seguro da Zurich, destinado à instalação e montagem de painéis fotovoltaicos

Voltado para pessoas físicas e jurídicas, produto combina diversas coberturas em uma única apólice

Uma das maiores seguradoras globais e presente no Brasil há mais de 80 anos, a Zurich quer ser também um dos grupos mais responsáveis e de maior impacto do planeta. Atrelado a esse objetivo, a empresa lança o Zurich4Power. Trata-se de um seguro para instalação e montagem de painéis fotovoltaicos, destinado tanto para os mercados de Geração Distribuída quanto de Geração Centralizada, ambos destinados à produção de energia limpa e renovável. O primeiro engloba os sistemas geralmente instalados em telhados e fachadas de domicílios particulares; o segundo está relacionado aos projetos das empresas e, também, aos leilões governamentais de energia.

Daniela Reia é Diretora Comercial de Seguros Corporativos da Zurich no Brasil / Divulgação
Daniela Reia é Diretora Comercial de Seguros Corporativos da Zurich no Brasil / Divulgação

“O Zurich4Power tem cobertura abrangente e inovadora para os riscos relacionados à instalação, montagem e operação de painéis solares, seja para pessoas físicas, seja para empresas – de qualquer porte ou área de atuação. O produto tem como propósito apoiar os clientes, donos do novo equipamento, integradores ou mesmo fabricantes, em seus desafios de sustentabilidade, que é uma bandeira que a Zurich abraça cada vez mais em nível mundial”, conta a Diretora Comercial de Seguros Corporativos da Zurich no Brasil, Daniela Reia.

Ela explica que a comercialização do Zurich4Power é feita por meio dos canais bancários, com instituições financeiras parceiras da Zurich e, também, pelos corretores. “Os interessados só precisam dispor de um projeto feito por uma empresa especializada, que siga normas de engenharia e de segurança específica, de acordo com a legislação do local da instalação”, esclarece.

A executiva revela que o Zurich4Power se diferencia por combinar coberturas em uma única apólice, tornando desnecessária a contratação de duas ou mais apólices, como ocorre com outros players do mercado segurador. “Para os clientes pessoa física, de Geração Distribuída, há cobertura para Equipamentos e Riscos de Engenharia, ao passo que para os clientes empresa de Geração Centralizada, a apólice cobre os Riscos de Engenharia e Responsabilidade Civil e Transporte”, explica.

Procura pelo produto tem se intensificado

O primeiro cliente da Zurich com o Zurich4Power foi a multinacional GreenYellow, que é especialista em oferecer soluções em energia. Por meio da parceria, a Zurich fornece cobertura para os ativos em construção para Geração Distribuída, especificamente para as fazendas de geração solar. Mas a seguradora tem sido procurada para fornecer cobertura em Geração Distribuída nas cidades de todo o país, e em Geração Centralizada, especialmente para o setor de agricultura e áreas afins.

O crescimento da energia renovável no Brasil talvez explique o interesse pelo Zurich4Power e a sensibilidade da Zurich em oferecer um produto completo, para empresas e pessoas, justamente num momento em que a demanda se mostra crescente – e cujo potencial é considerável, já que a participação da energia solar na matriz energética do país foi de apenas 1,6% no ano passado, de acordo com Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). A título de comparação, a fonte hídrica, predominante, é de 59,9% segundo o órgão, que também informa que em 2020 o país encerrou com 7,5 gigawatts de potência (GW) na matriz energética solar, dos quais 2,2 GW em Geração Distribuída.

Ainda que pareça pouco, para se ter uma ideia do que esses 2,2 GW representam, são suficientes para iluminar cerca de 3,7 milhões de domicílios. A entidade acredita que até dezembro de 2021 esse número praticamente se multiplicará por quatro. Os investimentos, tanto em Geração Distribuída quanto Centralizada, somaram R$ 13 milhões no ano passado. A Absolar estima que será de R$ 22,6 bilhões ao final deste ano.

O lançamento do Zurich4Power faz parte de outras iniciativas da Zurich que, como Daniela Reia pontuou acima, está comprometida com a sustentabilidade em âmbito global. Uma dessas promessas foi pactuada em 2017, quando o grupo segurador se engajou em fazer investimentos globais de impacto no valor de US$ 5 bilhões até 2022, montante equivalente à compensação de 5 milhões de emissões de CO2.

A empresa é signatária dos Princípios para o Investimento Responsável (PRI), iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) para nortear o mercado financeiro e de capitais na busca pelo desenvolvimento sustentável. Também assina o Pacto Global, também da ONU, assim como apoia as bandeiras da Iniciativa Brasileira de Finanças Verdes (IBFV), entre outros projetos semelhantes mundo afora.

Imbuída na redução de CO2, a Zurich passou a integrar a Net-Zero Asset Alliance, igualmente da ONU, com o compromisso de zerar suas emissões até 2050. Aliás, a Zurich foi a primeira seguradora a se inscrever no Business Ambition, em junho de 2019, com a meta de limitar o aumento da temperatura média global a 1,5°C acima dos níveis pré-industriais. No mesmo ano, assinou o seu roadmap de 1,5°C, que está intimamente ligado aos seus negócios.

No ano passado, o grupo figurou no topo do ranking de 2020 do Índice Dow Jones de Sustentabilidade, efeitos dos muitos esforços da companhia com a sustentabilidade e com seu papel ativo na transição para uma economia mais sustentável.

Kovi lança seguro que beneficia motoristas de app 478

Kovi lança seguro que beneficia motoristas de app / Divulgação

Modalidade preenche gargalo de produtos de proteção e segurança para quem dirige profissionalmente seu carro próprio com índice de recuperação de 95%

Segundo a Secretaria de Segurança Pública, na capital paulista, até setembro de 2020, o registro de roubos e furtos de veículos já somavam mais de 72 mil casos. Em 2019, foram mais de 135 mil. Além dos altos custos de manutenção, essa é a principal preocupação de quem adquire um veículo, tanto para uso pessoal quanto profissional. Pensando na segurança e autonomia dos motoristas, a Kovi – maior startup de locação de veículos para condutores de app – lança um seguro auto com condições especiais para os condutores de app que possuem carro próprio.

Em pesquisa realizada com ex-motoristas da Kovi que possuem carro próprio, porém, sem seguro, foram declaradas como as coberturas mais importantes roubo/furto com 70%. Assistência 24h ficou logo em seguida, com 45%.

“Após estudos internos, optamos por oferecer inicialmente o Kovi Seguro para furtos e roubos, pois este é um índice alto no país, além de um dos principais receios dos motoristas. Dessa forma, com o tempo pretendemos ampliar o leque de serviços, principalmente de acordo com a demanda dos condutores”, comenta Adhemar Milani Neto, CEO da Kovi. “Conferimos maior valor e eficácia à tecnologia de ponta da Kovi, usada para rastrear e garantir mais segurança pessoal para todos os motoristas de app minimizando perdas”.

A iniciativa visa auxiliar os motoristas que encontram dificuldades na hora de contratar um seguro tradicional. Neste setor, é comum os serviços de proteção de automóveis apresentarem entraves que vão desde a falta de aprovação devido à renda oscilante, até o perfil de risco apresentado por serem automóveis com alta circulação, que trafegam por muitas horas e percorrem grandes distâncias.

O Kovi Seguro, em parceria com a Seguradora Usebens, é um produto de segurança direcionado a motoristas que possuem carro próprio e dirigem profissionalmente. Assim como os carros alugados, que já são assegurados, os motoristas que adquirirem os serviços do Kovi Seguro contam com a tecnologia de rastreamento desenvolvida internamente pela empresa que inclusive já é utilizada com a frota de veículos alugados e tem um índice de recuperação de 95%. O objetivo é que os condutores de aplicativos de transporte tenham uma preocupação a menos no dia a dia da profissão.

O Kovi Seguro tem valores abaixo dos seguros tradicionais, além de oferecer reembolso de até 100% da tabela FIPE (salvo exceções contratuais), serviços de assistência 24h e adesão flexível e facilitada principalmente aos motoristas que comprovarem fins profissionais relacionados a aplicativos de transporte. Além deste público, qualquer pessoa pode adquirir esse serviço.

Diferenciais

Outro diferencial do Kovi Seguro é o carro reserva. Caso o segurado tenha o carro roubado/furtado e não recuperado, a Kovi disponibilizará, sem custos, um outro veículo, da sua base de operação de aluguel que já conta com mais de 8 mil carros focados em motoristas de app, para que o profissional continue trabalhando e não seja ainda mais prejudicado pelo ocorrido até que o veículo seja localizado ou o reembolso realizado.

“Temos tecnologia de ponta para monitoramento e detecção de comportamentos incomuns dos motoristas, o que nos permitirá garantir mais segurança e também reaver o automóvel em até 95% dos casos. Este ponto é muito importante para minimizar a preocupação de quem usa o carro para fins profissionais, como primeira ocupação ou como incremento de renda”, completa Adhemar.

O CEO da Usebens Seguradora, Pascoal Carrazzone, manifesta satisfação em estabelecer essa parceria com a Kovi, visto que ambas as empresas compartilham dos mesmos propósitos e dos mesmos objetivos.

“Nós acreditamos que a tecnologia e a inovação são o caminho para a transformação do mercado segurador em todos os âmbitos”, destaca Carrazzone. “Oferecer um produto que torna o patrimônio e a vida dos motoristas de aplicativo mais segura e confortável, sem que paguem absurdamente por isso, evidencia que cada vez mais conseguiremos abarcar a frota de veículos não segurados do Brasil”.

Para obter o Kovi Seguro, os interessados devem entrar em contato pelo site, ter acesso a mais informações e ao canal de comunicação para fazer a cotação e agendar a vistoria e instalação do rastreador no pátio da Kovi. Os pagamentos serão mensais e há liberdade de encerrar o contrato a qualquer momento.

Zurich lança serviço pioneiro no Brasil para pagamento instantâneo de indenizações aos segurados 1097

Zurich lança serviço pioneiro no Brasil para pagamento instantâneo de indenizações aos segurados

Projeto com a plataforma Visa Direct possibilita transferência de pagamento processado pela Cielo em tempo real para titulares de credenciais Visa que acionam o seguro viagem em casos de reembolso

A Zurich no Brasil, a Cielo e a Visa fecharam parceria para viabilizar o lançamento no país da primeira operação de transferências instantâneas de indenizações de seguros envolvendo cartões de débito. A solução, que utilizará a plataforma Visa Direct, permitirá reduzir o tempo para o segurado receber a indenização após a aprovação da Zurich, de cinco dias úteis para até 30 minutos nos emissores habilitados com essa funcionalidade.

Inicialmente, o projeto, inovador e pioneiro no mercado brasileiro, será com seguro viagem (Zurich Viagem) e estará disponível no piloto para os clientes Zurich portadores de cartões de débito Visa que solicitarem reembolso das coberturas de Atraso de Voo e Despesas Farmacêuticas. Uma vez escolhido o recebimento na conta do cartão de débito, o cliente receberá e-mail com a confirmação de que o seu pedido de reembolso foi aprovado e o link para inserir os dados do cartão para que seja creditado o valor.

De acordo com Fabiano Lima, diretor de Vida, Previdência e Capitalização da Zurich no Brasil, o projeto posiciona a companhia entre as mais ágeis no atendimento aos segurados. “A solução otimizará indenizações a clientes e reduzirá os custos transacionais de pagamentos. Do ponto de vista dos clientes e dos parceiros de negócios, a indenização é paga em tempo recorde.”

O executivo antecipa que a companhia planeja expandir a solução Visa Direct para outras 34 coberturas reembolsáveis do seguro viagem, e para outros produtos como seguro auto, seguros para Pequenas e Médias Empresas e outras linhas de negócios aderentes a esse meio de pagamento.

Percival Jatobá, vice-presidente de Soluções e Inovação da Visa do Brasil, explica que a plataforma Visa Direct permite que transferência financeira instantânea seja feita entre a empresa e o cliente para uma credencial de pagamento Visa. A solução já está disponível em 30 países e tem auxiliado no ressarcimento de indenizações aos segurados em casos de emergências, principalmente no exterior.

“Em 2020, a Visa registrou um crescimento 20 vezes maior do número de transações com Visa Direct na América Latina e no Caribe em comparação ao ano anterior. Isso mostra que os pagamentos instantâneos ganham cada vez mais espaço no mundo. O Visa Direct vai possibilitar duas coisas fundamentais para os clientes da Zurich: praticidade e ainda mais segurança. Essa é uma parceria que deve virar tendência à medida que as pessoas experimentarão também o quão simples será a usabilidade”, conta Percival Jatobá.

“Estamos orgulhosos por participar dessa iniciativa inovadora em conjunto com a Zurich e a Visa. Demonstra a capacidade de a nossa companhia prover soluções de tecnologia para o mercado compatíveis com as necessidades dos clientes neste momento de contínua transformação digital”, diz Francisco dos Santos, head da Cielo Fintech. Ele lembra que a Cielo foi a credenciadora de cartões pioneira no Brasil em viabilizar pagamentos instantâneos por meio do Visa Direct, atendendo aos mais rigorosos padrões de segurança, também presentes no serviço de indenização de seguros lançado agora.

Zurich adere ao IPC, Investidores Pelo Clima 913

Zurich adere ao IPC, Investidores Pelo Clima

Trata-se de grupo de investidores que, tal como a seguradora, quer descarbonizar portfólios para cumprir as metas do Acordo de Paris

A Zurich quer ser uma das empresas mais responsáveis e de maior impacto do mundo. Para tal, conta com diversas iniciativas e tem assumido diversos compromissos, tanto em nível global quanto local. É o caso da recente adesão ao IPC, sigla de Investidores Pelo Clima, que tem como objetivo engajar e capacitar investidores profissionais do Brasil para que avancem na agenda da descarbonização de portfólios. A Zurich é uma das primeiras seguradoras a associar-se ao IPC.

Formado em 2019, o IPC é uma iniciativa coordenada pela SITAWI Finanças do Bem, com o apoio do Instituto Clima e Sociedade (iCS), através de seu Programa Economia Zero Emissões. Reúne 22 investidores profissionais brasileiros, entre bancos, seguradoras, gestoras de fundos de investimentos, previdência complementar (aberta e fechada) e family offices. Juntas, essas companhias são responsáveis pela gestão de mais de R$ 3 trilhões de ativos e têm em comum os esforços para reduzir a pegada de carbono de seus portfólios.

“Estamos muito felizes por aderir à causa do IPC, o que pode ser considerado natural, já que a Zurich tem um compromisso com a causa da iniciativa, não só no Brasil, mas em todo o mundo. A empresa está engajada em gerar um impacto socioambiental positivo, que, além de contribuir para uma economia sustentável, também beneficie todo o planeta”, comemora o Superintendente de Investimentos da Zurich no Brasil, Guilherme Farah.

Recentemente, a alocação da Zurich em Green Bonds atingiu a marca de R$ 230 milhões. “O montante superou nossas estimativas, que era de ter R$ 170 milhões até o final de 2022. Esta exposição vai além de uma meta numérica que perseguimos; faz parte de uma série de tratados assumidos pela companhia”, complementa Guilherme.

Guilherme se refere a diversos compromissos com os quais a seguradora está engajada. O Grupo Zurich integra a Net-Zero Asset Owner Alliance, da Organização das Nações Unidas (ONU), com a qual se comprometeu a zerar suas emissões de carbono até 2050 e fazer investimentos globais de impacto no valor de US$ 5 bilhões até 2022 – valor que equivale à compensação de emissões de 5 milhões de toneladas de CO2.

Há cerca de 2 anos, foi a primeira seguradora a se inscrever no Business Ambition, também da ONU, com a meta de limitar o aumento da temperatura média global a 1,5°C acima dos níveis pré-industriais. Na mesma época, a Zurich assinou o seu roadmap de 1,5°C, que está intimamente ligado aos seus negócios.

“Ao aderir ao IPC, a Zurich reforça seu engajamento com a agenda de descarbonização de portfólios, tornando-se mais uma voz em um grupo que vem buscando endereçar de maneira estrutural os riscos e oportunidades das mudanças climáticas no mercado de capitais. Para nós, da Equipe IPC, é um prazer contar com a Zurich como parte de nossa iniciativa, uma das líderes globais no setor de seguros, que busca estar alinhada aos desafios e oportunidades da transição para uma economia de baixo carbono e do desenvolvimento sustentável”, comenta Tatiana Assali, gerente na SITAWI e responsável pela coordenação executiva do IPC.