MBA sobre Gestão de Riscos da ENS terá primeira turma online 741

MBA sobre Gestão de Riscos da ENS terá primeira turma online

Curso tem foco em toda a cadeia produtiva do seguro

O Ensino a Distância (EaD) é uma realidade consolidada no mercado de educação. Os constantes avanços tecnológicos possibilitam o uso de recursos cada vez mais sofisticados e, com a pandemia do novo coronavírus, a modalidade ganhou ainda mais força e adeptos.

Sempre alinhada às melhores práticas e tendências do setor educacional e do mundo corporativo, a ENS investe fortemente em sua plataforma virtual de aprendizagem. Atualmente, a grande maioria dos programas educacionais da Instituição pode ser cursada de maneira remota.

Um exemplo recente desse movimento é o MBA Gestão de Riscos e Seguros, que, neste ano, está sendo ofertado pela primeira vez na modalidade online. O curso tem foco em toda a cadeia produtiva do seguro, contemplando seguradoras, corretores, reguladores e clientes.

O programa é direcionado a profissionais que atuam com administração de riscos e seguros nas diversas atividades industriais, comerciais e de serviços, e para empresários, gerentes e técnicos das empresas e entidades que integram e gravitam em torno da indústria de seguros.

Com carga de 360 horas e duração de um ano e meio, o MBA concede aos egressos certificado de especialista. As aulas estão marcadas para começar em 13 de abril e, para participar, é exigido nível superior completo (bacharelado ou tecnólogo).

Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (11) 2739-1049 e (21) 3380-1053, pelo e-mail posgraduacao@ens.edu.br ou no site da ENS, que é o canal para inscrições.

Reforma da Previdência: saiba quais regras valem para 2021 289

Reforma da Previdência: saiba quais regras valem para 2021

Advogado especialista em Direito Previdenciário indica melhor caminho para quem deseja aposentar-se

A Reforma da Previdência entrou em vigor por meio da Emenda Constitucional 103 e completou um ano em novembro de 2020, trazendo uma série de mudanças anuais para que os trabalhadores consigam a aposentadoria. Segundo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), em setembro de 2019 foram concedidas 152 mil aposentadorias, já em 2020 apenas 95 mil, em grande maioria para mulheres.

Atualmente, o número de aposentadorias vem sofrendo uma queda em relação aos anos anteriores. Entre as mudanças, algumas regras de transição sofrem alterações anualmente. Neste caso, as regras são direcionadas para os segurados do INSS e que já contribuem com o órgão antes da reforma, mas não estão na idade mínima para aposentadoria.

Para entender melhor sobre as mudanças vigentes em 2021, Átila Abella, especialista em Direito Previdenciário e cofundador da startup Previdenciarista – plataforma que oferece ferramentas para automatizar e otimizar as análises previdenciárias -, explica quais os principais pontos de atenção e alterações.

Tempo de contribuição e idade mínima

Em 2021, as mulheres precisarão ter 57 anos e tempo mínimo de contribuição de 30 anos. Já os homens, a partir dos 62 anos, com tempo mínimo de contribuição de 35 anos.

Cálculo de contribuição

A remuneração é calculada a partir da média dos salários, aplicando a regra de 60% do valor da média das contribuições realizadas a partir de julho de 1994, mais 2% a cada ano que exceder 15 anos de tempo de contribuição para mulheres e 20 anos de contribuição para os homens, sendo que para obter uma aposentadoria com valor de 100% da média uma mulher precisa contar com 35 anos de contribuição e um homem 40 anos.

Regra de transição pelo sistema de pontos

“Dentro do INSS, existe uma regra com sistema de pontos onde o trabalhador deve alcançar uma meta que resulta na soma de sua idade mais o tempo de contribuição. Neste ano, a pontuação para homens é 98 e para mulheres 88 pontos”, explica Abella. A reforma da previdência prevê um aumento de um ponto a cada ano, chegando a 100 para mulheres em 2033 e 105 para homens em 2028.

Transição por idade

Para os homens, não houve mudança no requisito idade, permanecendo a idade mínima de 65 anos. Já para as mulheres, desde 2020 a idade mínima de aposentadoria tem acréscimo de seis meses a cada ano, chegando em 62 anos até 2023. Para ambos, o tempo exigido é de 15 anos de contribuição, desde que já fossem filiados ao INSS antes da reforma da previdência. Portanto, a regra de transição é para que as mulheres completem 61 anos em 2021.

E quem estava próximo de se aposentar?

Para quem estava perto da aposentadoria, necessariamente a dois anos ou menos do tempo mínimo de contribuição em 13/11/2019, data da publicação da promulgação da reforma, será possível se aposentar sem idade mínima.

Mas com uma ressalva: cumprindo um pedágio de 50% do tempo que ainda restava da data da reforma. “Se o contribuinte estivesse com apenas um ano faltando para completar o tempo de contribuição, deverá trabalhar mais seis meses, assim terá um total de um ano e meio e conseguirá obter o benefício, apenas com a ressalva de que nesta regra será aplicado o fator previdenciário no cálculo do seu benefício”, finaliza Átila Abella.

Sete dicas para fazer o seu dinheiro “esticar” 417

Sete dicas para fazer o seu dinheiro "esticar"

Especialista e fintech dizem o que você pode fazer ou mudar no dia a dia para ver o seu dinheiro sobrar e durar mais

Fazer o dinheiro render e ter uma reserva financeira são desejos dos brasileiros que, diante das instabilidades financeiras e um mercado instável, parecem ter ficado mais difíceis de conseguir. Porém, existem alguns hábitos que podem ajudar.

A Grão, primeira fintech a possibilitar o micro investimento no Brasil, que tem como missão sempre promover a educação financeira para que os brasileiros alcancem seus objetivos, ao lado da mentora de bem-estar financeiro Maiara Xavier, revela 7 dicas para o seu dinheiro “esticar” mais. Saiba mais:

  1. “Aprender a dizer não para o que não é importante”, diz Maiara. Você precisa avaliar cada compra antes de fazê-la e identificar o que realmente é importante e necessário. Às vezes é preciso dizer não. Assim você deixa de gastar em excesso e prioriza os itens que são indispensáveis.
  2. “Faça o compromisso de poupar uma parte do salário”, diz ela. A ideia é que você, sempre que receber o salário, reserve 10% para guardar, independentemente da sua posição de trabalho, se é formal ou não. Depois, é só investir a quantia e colocar o seu dinheiro para trabalhar. Na Grão, ele não fica parado. Ao contrário, está sempre rendendo para você.
  3. “Tente criar múltiplas fontes de renda”, indica a mentora. Assim você deixa de depender de apenas uma fonte. Uma forma segura de ter mais segurança financeira é variar as fontes de renda. Estude as oportunidades, pense no que você faz de melhor e tente colocar em prática.
  4. “Outra boa dica é desenvolver o hábito de vender”, sugere a especialista. A gente explica: todo mundo tem algo que pode vender. Podem ser roupas ou sapatos em bom estado, com pouco uso, resultado de uma compra impulsiva, por exemplo. Identifique as oportunidades, divulgue e venda. É um dinheiro extra caindo na conta.
  5. “Aprenda a planejar suas compras”, diz Maiara. É o chamado consumo consciente! O brasileiro habituou-se a comprar primeiro e depois pensar em como pagar. Está errado. O ideal é fazer o contrário: só gastar o que você pode pagar. Ou então poupar dinheiro para conquistar uma meta.
  6. “Defina bem os seus objetivos”, indica. A dica simples: mantenha o foco e tenha objetivos muito bem definidos do que você realmente quer conquistar. São essas motivações que vão te levar a ter uma relação mais saudável com o seu dinheiro.
  7. “Desafie a si mesmo e movimente a sua vida financeira”, finaliza a especialista. No app da Grão, por exemplo, existem diferentes desafios que estimulam o usuário a investir um pouquinho por dia para ver esse dinheiro crescer e tornar permanente o hábito de guardar dinheiro.

Crise cibernética: esteja preparado para ela 397

Crise cibernética: esteja preparado para ela

Confira artigo de Augusto Schmoisman, especialista em defesa cibernética corporativa, militar e aeroespacial

O número crescente e a complexidade dos incidentes de segurança cibernética levaram muitas organizações a desenvolverem procedimentos e habilidades para gerenciá-los. Isso inclui recursos de resposta em tempo real, capacidade tecnológica e a formação de equipes encarregadas da manutenção dos sistemas de informação. Esses esforços, no entanto, são insuficientes quando os aspectos gerenciais, as habilidades e ferramentas exigidas não são considerados, gerando uma situação fora do controle em que a crise se torna grave, afetando outas áreas da companhia como a financeira, jurídica, além de interferir na reputação da empresa.

A maioria dos incidentes cibernéticos é gerenciada por processos de rotina como, por exemplo, lidar com infecções de malware. Ataques graves, no entanto, podem causar danos duradouros à capacidade de funcionamento e à prestação de serviços aos clientes. Esses casos requerem, de fato, atenção especial. Um modelo eficaz que analisa o processo de gestão de uma crise posiciona o incidente no centro e identifica as defesas e controles projetados para evitá-lo. Algumas fases do processo são: detecção do incidente, análise dos fatos, contenção e erradicação. A recuperação pós-crise deve incluir uma investigação do ocorrido, avaliação das conclusões e o aprendizado.

Para gerir com eficiência uma crise é necessário ter a definição do que ela é e criar uma linguagem comum e clara, estabelecendo regras para gerenciá-la. É muito importante determinar quem serão os responsáveis dentro da organização por essas situações, criando um comitê de gestão. Esse grupo deve ser composto por funcionários que conheçam o negócio e suas atividades, os sistemas tecnológicos e gerenciais e ter habilidades como boa comunicação interpessoal, capacidade para ouvir os outros, inteligência emocional, saber trabalhar em equipe e proatividade na tomada de decisões. Todos os participantes devem passar por um treinamento com exercícios rotineiros para identificar incidentes em condições tão reais quanto possível. Afinal, lidar de forma eficaz com uma crise cibernética pode reduzir os danos e levar a organização à rápida recuperação.

Além dessas ações, outras grandes aliadas no gerenciamento de crises são as ferramentas tecnológicas que auxiliam na interpretação e análise dos fatos relevantes para compreender como a situação pode se desenvolver, além de examinar suas ramificações de acordo as ações que foram tomadas. Durante a crise, o foco deve estar na erradicação do incidente e na rápida recuperação dos sistemas para volta ao funcionamento pré-crise. A análise do motivo deve ser feita posteriormente.

É fundamental que as corporações formulem um plano para desenvolver ferramentas e habilidades e configurem um programa ordenado de sistemas, treinamentos, simulações e exercícios. Ações bem arquitetadas serão de extrema importância para enfrentar uma crise cibernética e sair dela com danos mínimos.

*Augusto Schmoisman é especialista em defesa cibernética corporativa, militar, aeroespacial e CEO da Citadel Brasil.

Clientes buscam consórcios por segurança para compra do automóvel 397

Clientes buscam consórcios por segurança para compra do automóvel

Foram R$ 163,63 bilhões em negócios no segmento no ano passado

O mercado de consórcios vai muito bem, obrigado. Em 2020, como apontou a Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios (ABAC), o sistema contabilizou R$ 163,63 bilhões em negócios, soma 21,5% maior que os R$ 134,68 bilhões contabilizados em 2019. Fato importante é cada vez mais brasileiros adotam a modalidade para a compra do seu automóvel. Uma pesquisa da BR Consórcios, realizada pela Quorum Brasil com consorciados ativos da companhia entre 20 e 45 anos de idade, aponta que 55% deles adquiriram cotas para a compra do carro. 78% deles tinham entre seis meses (42%) e um ano (36%) como clientes.

Depois do carro, 24% dos clientes ativos da BR Consórcios, entre 20 e 45 anos, adotaram a modalidade para a aquisição de motos, 14% para a compra de imóveis e 7%, em serviços. A mesma pesquisa revelou que apenas 57% dos entrevistados na faixa dos 20 aos 34 anos já possuem automóvel, contra 78% daqueles com idades entre 35 e 45 anos. Os dados vão de encontro aos números finais da BR em 2020, que apontaram que, no comparativo de janeiro a dezembro de 2019, os solteiros se destacam na aquisição das cotas de automóveis (na BR, esse grupo representa 44% dos entrevistados).

Para José Roberto Luppi, diretor comercial da BR Consórcios, os mais jovens utilizam o consórcio para a construção e a ampliação dos bens, em uma clara referência de que eles acreditam no sistema para melhorar o padrão patrimonial. “Isso também demonstra de que o consórcio, há anos no mercado, é um produto muito jovial”, destaca o executivo. Em 2022, o consórcio completa 60 anos de criação.

De acordo com Luppi, o consórcio, mesmo em tempos de pandemia, ganha espaço no mercado pela flexibilidade e a possibilidade de crédito sem a cobrança dos juros praticados pelo financiamento tradicional. “O brasileiro, de forma geral, aprendeu a sobreviver nas crises e encontrou no sistema uma ferramenta para construir seu patrimônio de forma mais segura”, afirma. “Assim, a modalidade se tornou a melhor alternativa, por exemplo, para quem sonha com a compra do primeiro automóvel ou pensa em trocar o que tem hoje”, completa.

A pesquisa da BR Consórcios aponta que 76% dos clientes ativos costumam poupar um dinheiro e desse total, 87% o fazem mensalmente. Em uma escala de 0 a 10 de concordância, os consorciados da BR dizem que, em 9,1, investir é bom para pensar no futuro e 8,9 para pensar na família.

Otimismo para 2021

Na BR Consórcios, o aumento do volume de créditos disponibilizados e o número de contemplações em 2020 cresceu, praticamente, o ano inteiro, respectivamente, 10% e 13%, quando comparados de janeiro a dezembro de 2019, com o mesmo período do ano passado. Para o ano de 2021, a meta é o aumento de 15% nos negócios e resultados.

Drauzio Varella participa de transmissão da Oncoclínicas RS 266

O Dr. Drauzio Varella / Divulgação

Oncologista e escritor participará do bate-papo Mitos e Verdades sobre o Câncer

A fim de desvendar alguns dos Mitos e Verdades Sobre o Câncer na pandemia, o médico oncologista, cientista e escritor Drauzio Varella participará da live promovida pela Oncoclínicas RS na próxima terça-feira (27), às 18h. Conhecido pela facilidade de comunicação com o público, especialmente pela abordagem clara e objetiva de temas médicos, o convidado foi um dos pioneiros no tratamento da Aids no Brasil.

A série de live Mitos e Verdades é uma iniciativa da Oncoclínicas RS para reforçar o relacionamento com a comunidade gaúcha, levando para discussão assuntos de interesse coletivo de forma mais leve e acessível. O bate-papo com Drauzio Varella será conduzido pelos oncologistas Stephen Stefani e Carlos Barrios, que abordarão aspectos relacionados aos pacientes oncológicos, os medos da pandemia, vacinação, prevenção, e o mundo pós-vacina.

O evento poderá ser acompanhado no perfil da Oncoclínicas no Facebook ou neste endereço.