Altevir Dias do Prado: Descomplicando a economia 500

Altevir do Prado é presidente do Sindseg PR/MS / Divulgação

Confira artigo de Altevir Dias do Prado, Doutor em Economia e Presidente do Sindseg PR/MS

A lei de Murphy diz que o que pode acontecer errado, vai acontecer. Desde o início da pandemia dois grandes temores têm nos assombrados. O colapso no serviço de saúde e o colapso econômico. Ao que parece o primeiro está acontecendo, resta-nos saber se o segundo temor vai se materializar.

Dadas as polêmicas em um país dividido por distintas interpretações dos fatos, o propósito aqui é contribuir com conhecimento teórico para que o leitor tenha sua própria interpretação, independente do que assiste e ouve.

Este é o propósito das teorias ou da ciência. A ciência não cria juízo de valor. A ciência observa o fato, avalia causas e consequências, teoriza e demonstra possibilidades. A interpretação e o juízo de valor ficam reservados à subjetividade individual. Dessa forma vou tentar aqui demostrar despretensiosamente um pouco de teoria econômica permitindo que as avaliações individuais possam partir de bases mais consistentes.

Face ao tombo histórico divulgado recentemente sobre a economia brasileira, que retirou o Brasil do clube das 10 maiores economias do mundo e, considerando que já fazia décadas que estávamos neste seleto grupo, chegando a ocupar a posição de 6ª maior economia do planeta no final de 2010, há que se avaliar com profundeza e isenção os porquês.

Na grande mídia, fomos acostumados a olhar o crescimento econômico pelo PIB. Conhecimento de domínio público que se refere a soma de todas as riquezas produzidas. Contudo, na academia, em especial quando fui doutorando de economia, sempre fazíamos as análises pelo lado da Demanda Agregada, que é a soma de todas as demandas de todos os entes econômicos de um país. Creio que a interpretação da economia a partir da DA fica mais fácil de entender, explico-me:

A Demanda Agregada é soma de tudo que as famílias ou consumidores finais, o governo, as empresas e setor externo está disposto a comprar num determinado ano. Ela representa o gasto total de uma economia, que de forma simplificada também podemos chamar de PIB. De tal sorte que quando falamos que o PIB cresceu ou diminuiu equivale a dizer que a demanda agregada subiu ou diminuiu e, como a demanda é poder de compra, quando PIB cresce podemos dizer que ficamos mais ricos, quando o PIB decresce ficamos mais pobres, pois a demanda diminuiu em função de nosso poder de compra ter ficado menor.

Em termos matemáticos e de forma bem simplificada, a Demanda Agregada é representada da seguinte forma:

DA = CF + GG + I + (NX)

Onde:

DA = Demanda agregada ou (PIB)
CF = Gastos das famílias
GG = Gastos do Governo
I = Investimento
NX = Saldo da Balança comercial (Exportações – importações)

Diferente de economias pujantes como Japão e Coréia do Sul que são voltadas para o mercado externo, a economia Brasileira se assemelha um pouco mais com a americana com vocação voltada para o mercado interno.

Prova disso é que após o tombo histórico, nosso PIB fechou em 2020 em torno de 1,3 trilhões de dólares e o saldo na Balança comercial foi aproximadamente de 50 Bilhões, ou seja, o comércio exterior em termos de DA líquida foi responsável por apenas 3,8%. Isto nos permite afirmar que para a economia brasileira o que importa é a demanda agregada interna.

Para facilitar a análise, vamos deixar de fora da equação o (NX) face sua pouca representatividade no todo da demanda agregada líquida e avaliarmos o que realmente importa na composição da Demanda Agregada ou PIB, (Consumo das Famílias, Gastos do governo e investimentos).

DA = CF + GG + I

Agora ficou fácil para o leitor fazer sua própria análise em termos de perspectivas econômicas respondendo algumas questões a partir da percepção individual empírica. Na composição da Demanda Agregada ou PIB, qual é a percepção em relação as variáveis da equação:

(CF) Consumo das famílias: Em alta ou em baixa? Existe endividamento comprometendo renda futura? Qual a percepção em relação a esta variável?

Gastos do Governo: Há disposição do governo em aumentar os gastos em todas as linhas? Ou o governo busca reduzir seus gastos?
Investimento: Existe ambiente político, social e econômico para investimentos em grande escala.

Com base na sua observação pessoal se o leitor encontrar respostas positivas nas três questões acima, isto quer dizer que a economia pode estar em bom momento, se houver algumas respostas positivas e outras negativas pode haver estagnação, contudo se o leitor encontrar apenas respostas negativas e contundentes, podemos estar à beira de nova recessão, e ser muito forte o colapso econômico. Assim podemos ter mais clareza se a lei de Murphy pode ou não acontecer na economia.

Em alta temporada de ataques, vamos cuidar dos backups? 769

Em alta temporada de ataques, vamos cuidar dos backups?

Confira dicas de Leandro Lopes, diretor de engenharia de sistemas da Nutanix para a América Latina

Leandro Lopes é diretor de engenharia de sistemas da Nutanix para a América Latina / Divulgação
Leandro Lopes é diretor de engenharia de sistemas da Nutanix para a América Latina / Divulgação

Organizações em todo o mundo estão sujeitas a essa onda crescente de ameaças à segurança, que foi bastante intensificada pela pandemia. As empresas distribuídas e o trabalho remoto – muitas vezes com redes e conexões domésticas – mostraram-se pontos vulneráveis e suscetíveis a ataques e a vazamento de dados. Diferentes setores da economia e empresas de todos os tamanhos foram alvos em 2020 desses ataques, com destaque para a área da Saúde com hospitais, laboratórios, empresas de pesquisa de vacinas e tantas outras que sofreram as consequências desse novo cenário de riscos.

Então, quais são as implicações? Imagine ser o CIO de um hospital atingido por um ataque de ransomware durante uma pandemia. O impacto imediato é uma grande interrupção na capacidade de atender pacientes, agendar consultas, recuperar registros de pacientes e ter toda a comunicação prejudicada. O impacto potencial a longo prazo é a perda de dados confidenciais do paciente, perda de credibilidade e reputação e, claro, perda de receita.

Defesa em profundidade

Não existe uma solução única e mágica que possa garantir proteção contra todas as ameaças de ransomware. Nesse sentido, é importante praticar a defesa em profundidade que implica em contar com várias camadas para proteger seus dados. Alguns dos mecanismos de defesa que você pode considerar incluem educar os usuários finais, realizar varreduras regulares de vulnerabilidade, listas de permissões de aplicativos, controle de acesso baseado em funções e criar backups regulares de seus dados.

Por mais importantes que sejam essas técnicas de defesa em profundidade, os backups são sua última linha de defesa e podem restaurar seus dados após a ocorrência de um ataque cibernético. Combinar as melhores práticas de segurança com um planejamento sólido de backup e recuperação pode impedir prejuízos caros.

A proteção contra ransomware tem três aspectos: prevenção, detecção e recuperação. Obviamente, prevenir um ataque de ransomware é ideal, mas à medida que os invasores e as ferramentas se tornam mais sofisticados, isso nem sempre é possível. Em algumas formas de ataque, pode haver um longo intervalo entre a infecção real e a ativação do malware.

Os algoritmos de detecção são continuamente aprimorados e podem sinalizar o malware antes que ele seja ativado. Numa suposição (infeliz) em que ocorra uma execução real de malware, sua empresa precisa ser capaz de se recuperar rapidamente para evitar paralisações da operação e danos aos negócios.

Vejamos algumas das ferramentas e práticas recomendadas que você pode aproveitar para proteger seus dados:

1. Prevenir

  • Separação física, segmentação de redes de produção e rede de infraestrutura de backup.
  • Aplique a metodologia de backup 3: 2: 1: três cópias de seus dados em duas mídias separadas e uma cópia externa.
  • Use armazenamento imutável, habilitando os recursos para “bloquear” cópias de backup pelo período especificado para evitar a exclusão ou criptografia. Nem mesmo o acesso de administrador pode excluir ou modificar essas cópias de backup.
  • No dia a dia: Não use senhas padrão, aplique a políticas de senha fortes com autenticação multifator quando possível.
  • Use a segmentação de rede para separar o tráfego de gerenciamento de backup do tráfego de produção.
  • Restrinja o acesso com base em funções e identidades de usuário com RBAC (controle de acesso baseado em função).
  • Não use a integração do Active Directory (AD), mas use credenciais locais para backup, para que os ataques AD não afetem seu ambiente de proteção de dados.
  • Estabeleça agendamentos regulares de backup e realize revisões periódicas das políticas de backup.
  • Teste suas restaurações periodicamente para garantir que suas estratégias de backup e recuperação estejam funcionando corretamente a fim de atender aos SLAs pretendidos e que seus dados estejam seguros.
  • Mantenha backups de conjuntos de dados infectados para análise e detecção futuras.

2. Detectar:

  • Aproveite as ferramentas de proteção de dados para realizar a detecção de anomalias em tamanhos de backup e padrões de tráfego.
  • Restauração periódica (idealmente automatizada) de cargas de trabalho em um ambiente seguro para executar antivírus e verificação de segurança.
  • Use ferramentas de segurança atualizadas.
  • Verificação de log para tentativas de acesso não autorizado.

3. Recuperar:

  • Faça a recuperação rápida das máquinas com ferramentas de snapshot (cópia de dados). Como o nome aponta, estas ferramentas criam “fotos instantâneas” do ambiente e permitem um reestabelecimento rápido.
  • Tenha em mãos ferramentas para acelerar a restauração de cargas de trabalho com backup. Neste ponto, investir em soluções e conceitos de próxima geração como a hiperconvergência pode ser o ponto-chave para reduzir prejuízos de tempo de parada do sistema.
  • Essas práticas ajudarão sua organização a se recuperar rapidamente de um ataque ransomware e a proteger cópias limpas de backups com o mínimo de tempo de inatividade e elimina a interrupção dos negócios.

Luiz Mário Rutowitsch, presidente do CCS-RJ, participa do Seguro Sem Mistério nesta quinta (08) 646

Transmissão acontece a partir das 17h30min, no Canal do JRS no YouTube

O convidado do Seguro Sem Mistério desta quinta-feira (08) é o presidente do Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCS-RJ), Luiz Mário Rutowitsch. O líder do CCS-RJ participa de um bate-papo mediado pelos apresentadores Júlia Senna e William Anthony, a partir das 17h30min, no Canal do JRS no YouTube.

Rutowitsch vai comentar sobre as ações desenvolvidas pela entidade para fomentar conhecimento e capacitação para os profissionais do mercado segurador fluminense, bem como o momento de sinergia vivido pela entidade com demais instituições do setor, como a Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), por exemplo. E ainda: Como as novas circulares emitidas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) podem afetar os profissionais da corretagem. “Será uma oportunidade para que os participantes do bate-papo possam conhecer as propostas da nova diretoria do CCS-RJ, eleita em dezembro de 2020, em prol da valorização do corretor de seguros”, explica o presidente do Clube.

Aproveite e envie suas perguntas e recados. Interaja com a transmissão através do chat e apareça no vídeo! Inscreva-se no Canal do JRS no YouTube e fique por dentro de todas as novidades.

O programa ainda possui apresentações de terça a domingo no canal 520 da NET HD para mais de 40 cidades do Rio Grande do Sul, com programas inéditos aos domingos, a partir das 11h30min.

Retomada da economia depende da vacinação em massa 267

Divulgação
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O avanço das reformas estruturais, tema da matéria de capa da edição 916 da Revista de Seguros, publicação da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), deve permanecer no radar do Governo para que a economia, fragilizada pelos efeitos colaterais da pandemia, alcance um crescimento contínuo, mais vigoroso e capaz de reduzir as desigualdades aprofundadas pela Covid-19 nos próximos anos. Mesmo que o recrudescimento da pandemia neste momento exija medidas emergenciais que impactem as contas públicas, é urgente reduzir o tamanho do Estado, via reforma administrativa, melhorar sua eficiência (por meio de privatizações) e buscar a reforma tributária, para criar um ambiente mais favorável e seguro aos negócios.

Antes de tudo, um calendário factível da vacinação em massa da população é condição indispensável para a retomada não só do Brasil, mas também das economias da América Latina, tratadas em outra reportagem especial da Revista de Seguros. Entre temores de surgimento de novas variantes do vírus, riscos de colapsos do sistema de saúde e, na sequência, os remédios habituais (restrições à mobilidade de pessoas, ao funcionamento dos negócios até lockdowns), a recuperação econômica latina parece mais refratária, ainda que a taxa de crescimento esperada, de mais de 3% na média para os países da região em 2021, possa parecer razoável, se esquecidas as fortes perdas do ano passado.

Lideranças do setor segurador na América Latina, entre as quais o Presidente da CNseg, Marcio Coriolano, que também preside a Comissão Regional Sul da Federación Interamericana de Empresas de Seguros-Fides, e o boliviano Rodrigo Bedoya, Presidente da Fides e da Asociación Boliviana de Aseguradores, avaliam as perspectivas da atividade no ano. “Além da vacinação, os governos da América Latina devem ser austeros e assertivos nos gastos públicos, precisam promover políticas para reduzir a taxa de desemprego e amparar as camadas mais pobres afetadas pela pandemia. Não são tarefas simples exigidas para a recuperação de economias médias e fragilizadas”, afirma Marcio Coriolano.

A Revista de Seguros publica também uma entrevista exclusiva com Miriam Wimmer, diretora da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), a entidade federal guardiã da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Na pauta, o planejamento estratégico da ANPD, temas prioritários para dar transparência e previsibilidade aos agentes de tratamento e aos titulares de dados e os preparativos para receber comunicações de indivíduos e de organizações, sobretudo sobre incidentes de segurança.

O ano de 2021 mantém o viés de incertezas, mas algumas atividades apresentam indicações de reação mais consistente. Esse é o caso do comércio exterior brasileiro. A previsão é de que as exportações, aproveitando-se da retomada da economia global, voltem à casa de dois dígitos(mais de 13%), alcançando R$ 237,3 bilhões até dezembro, enquanto o superávit comercial, quase US$ 70 bilhões no ano, pelas contas da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB).

Outro setor que deve permanecer em alta é o imobiliário. A taxa Selic reduzida torna a compra de imóveis um ativo atraente na diversificação de portfólio dos investidores, ao passo que a pandemia faz mais pessoas buscarem casas mais confortáveis para suportar as quarentenas ou dispor de propriedades mais adequadas para o home office.

Na contramão, uma reportagem registra os desafios à espreita da indústria automobilística. As montadoras devem promover inovação em um ambiente de negócio bastante adverso- queda acentuada das vendas na pandemia, fechamento de fábricas, concorrência dos aplicativos de transporte, chegada dos carros elétricos e talvez dos autônomos.

Comissão do Sincor-SP promove live sobre mudanças que devem impactar o ramo de responsabilidade civil 553

Comissão do Sincor-SP promove live sobre mudanças que devem impactar o ramo de responsabilidade civil

Transmissão discutirá as mudanças nos seguros de Responsabilidade Civil e acontece no dia 15 de abril, no canal da TV Sincor-SP no YouTube

Por meio de Minuta de Circular, publicada em março, a Susep propõe simplificar algumas regras do segmento de Responsabilidade Civil. E, para falar sobre o assunto, com a visão do impacto para os corretores de seguros, a Comissão de Responsabilidade Civil do Sincor-SP realizará uma live, no dia 15 de abril, a partir das 16h, pelo canal da TV Sincor-SP, no YouTube.

Com o tema “Seguro RC – Mudanças e Perspectivas para o Corretor de Seguros”, a transmissão terá mediação do coordenador da Comissão, Felippe Paes Barretto, e participação dos integrantes do grupo Claudio Macedo Pinto, Ivo Falconi, Lucas Camillo, Marco Antônio Lasalvia, Mauricio Bandeira e Patricia Silvia C. Boccardo.

O presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, e a 2ª vice-presidente e diretora executiva responsável pela Assessoria Técnica do Sincor-SP, Simone Fávaro, também participarão da live.

“Continuamos entregando conteúdo de qualidade aos corretores de seguros, trazendo assuntos sobre o setor e atualizando a categoria a respeito das mudanças e as oportunidades”, destaca Simone.

Seguros de Responsabilidade Civil mais próximos das empresas 444

Robert Hufnagel é especialista em seguros de Responsabilidade Civil, diretor da Casualty Assessoria e Consultoria de Seguros e associado da Alper Consultoria em Seguros / Divulgação

Confira artigo de Robert Hufnagel, especialista em seguros de Responsabilidade Civil, diretor da Casualty Assessoria e Consultoria de Seguros e associado da Alper Consultoria em Seguros

A Susep colocou em consulta pública para revisão e sugestões do mercado até o dia 14 de abril uma proposta de circular que revisa e consolida as regras aplicáveis aos seguros de Responsabilidade Civil. A minuta da circular em consulta pública adequa os seguros de RC aos avanços da norma geral de seguros de danos (Circular nº 621), simplificando as regras do segmento. Seguindo a proposta da autarquia de simplificação e flexibilização de contratos de seguros de diversos ramos, o normativo estabelece o fim dos planos padronizados de seguros de RC, o que favorece a competição e viabiliza a oferta de produtos mais adequados às necessidades dos segurados.

Outra inovação proposta pela circular é a possibilidade de produtos sem limites predefinidos por cobertura, permitindo-se a utilização de todo o valor contratado para diferentes coberturas ou garantias conforme a necessidade do segurado. Além disso, a norma autoriza que as seguradoras paguem indenizações impostas por decisões administrativas do Poder Público.

A mudança consolida cinco normativos, simplifica definições, acaba com o plano padronizado de RC Geral e dá liberdade ao mercado para estruturação de produtos. Também garante o fim da exigência do “trânsito em julgado”, torna possível cobertura para decisões administrativas, amplia contratação para a base ocorrência, possibilita pagamento direto pela seguradora, oferece possibilidade de livre escolha ou de profissionais referenciados, acaba com a obrigação de vigência mínima, prevê prazo adicional sem as especificidades dos prazos complementar e suplementar, e dá liberdade de definição de data de retroatividade.

Também define a abrangência de cada ramo do grupo:

  • RC D&O – cargos de direção ou administração em empresas
  • RC Profissional – profissionais liberais, não cobertos pelo seguro de RC D&O
  • RC Riscos Ambientais – danos ambientais
  • RC Riscos Cibernéticos – atividades digitais, de tecnologia da informação
  • RC Geral – que não se enquadrem nos demais ramos

A circular em análise deve ser aprovada, pois esta modernização está sendo vista com bons olhos por todo o mercado, já que facilita o trabalho de seguradores, resseguradores, corretores e consultores, e abre mais possibilidades de negócios, tornando os seguros de RC mais próximos das pessoas e empresas.

Há muito se falava que o órgão regulador atravancava o desenvolvimento e os processos do mercado, mas agora esse movimento de simplificação vem para facilitar o nosso fluxo de negócio e de comercialização, nos dando até a possibilidade de trabalharmos com mais coberturas.

Quem quiser contribuir com sugestões e revisões, a consulta pública ficará aberta até o dia 14 de abril e pode ser acessada neste endereço.