O que muda em relação aos riscos na indústria de energias renováveis com os critérios ESG? 564

Ana Beatriz Prado é Líder de Seguros Patrimoniais e de Responsabilidade Civil de Power & Utilities da Willis Towers Watson / Divulgação

Confira artigo de Ana Beatriz Prado, Líder de Seguros Patrimoniais e de Responsabilidade Civil de Power & Utilities da Willis Towers Watson

Mesmo durante a pandemia do coronavírus, a questão das mudanças climáticas tem sido um dos maiores desafios para as indústrias. As empresas de energias renováveis precisam colocar os critérios de Governança Ambiental, Social e Corporativa (Environmental, social, and governance – ESG), em prática e incorporá-los em suas estratégias de mitigação de riscos; não somente para atrair os investidores comprometidos com essa temática, mas também para sobreviver no futuro.

Apesar do reconhecimento das mudanças climáticas demonstrar claramente a necessidade da transição para um sistema de baixo carbono e demandar cada vez mais o desenvolvimento da energia renovável, tornando-a a fonte de crescimento mais rápido no mundo, a evolução desse mercado apresenta alguns novos desafios específicos para os gerentes de risco. Além de projetar, implementar e executar uma estratégia de baixo carbono, essas empresas também têm que direcionar questões que, além de proporcionar a sua sustentabilidade, demonstram a preocupação com o meio ambiente, com os aspectos sociais, e também com os aspectos relacionados à governança corporativa, incluindo a gestão dos riscos que podem prejudicar os investimentos.

Os critérios ESG provaram ser um refúgio seguro na pandemia para os investidores, enquanto demonstram também serem um fator importante para as outras partes interessadas como credores, seguradoras, acionistas, reguladores e até consumidores. Além disso, são fundamentais para impulsionar resultados financeiros das empresas que os consideram na sua estratégia.

Diante deste cenário, a figura do gestor de riscos se torna indispensável por voltar suas atenções para as mudanças na regulamentação, tecnologia e inovação, bem como traduzir o que isso significa para empresas e investidores. Além disso, a contratação de um seguro acaba por ser uma solução de proteção essencial e estratégica.

De acordo com o relatório anual Renewable Energy Market Review, da Willis Towers Watson, alguns dos principais desafios que assolam o mercado de seguros de energias renováveis no mundo incluem ativos antigos, operação, manutenção e peças sobressalentes, risco de catástrofe natural, o ritmo da mudança tecnológica e riscos de interrupção da cadeia de abastecimento relacionados à Covid-19.

Além dos aspectos relativos à transição energética e dos seus riscos específicos que desafiam as empresas de energias renováveis, um outro aspecto importante que os gerentes de riscos vêm enfrentando é o endurecimento do mercado de seguros. Há algum tempo a subscrição dos riscos para essa indústria se desenvolvia em um ambiente favorável, com taxas agressivas, coberturas amplas, limites altos e franquias baixas. Esse cenário vem mudando nos últimos anos como um reflexo dos resultados operacionais ruins de seguradoras e de resseguradoras, causados, dentre outros fatores, pela alta sinistralidade do setor. Dessa forma, além do aumento das franquias e prêmios de seguros, os critérios para aceitação dos riscos estão muito mais rígidos.

Cabem aos gestores de riscos contarem com seus corretores e especialistas de seguros para desenvolverem estratégias claras para superarem esse momento e os efeitos do endurecimento atual do mercado de seguros, incluindo a disponibilização de informações adequadas e abrangentes, bem como a antecipação dos processos de renovação de seus programas de seguros, permitindo que haja tempo necessário para a estruturação da melhor solução para a transferência do risco.

O engajamento das empresas neste processo é fundamental para que seja possível fornecer soluções inovadoras e para que se promova o crescimento deste setor cada vez mais importante para o país.

Azul Seguros aposta no autoatendimento para agilizar dia a dia de corretores e segurados 434

Gilmar Pires é diretor-executivo da Azul Seguros / Divulgação

Serviço traz soluções para questões relacionadas a financeiro, apólice e sinistro

Em momentos como o que vivemos, de maiores restrições durante a pandemia, o site da Azul Seguros oferece, para corretores e segurados, o acesso a canais de autoatendimento, com uma variedade de serviços de acionamento e consultas, totalmente online. O serviço traz soluções para questões relacionadas a financeiro, apólice e sinistro em seu site, trazendo praticidade e agilidade ao segurado.

Para o diretor-executivo da Azul Seguros, Gilmar Pires, “disponibilizamos serviços que auxiliam na autonomia e praticidade para nossos clientes e corretores”. Os autosserviços correspondem hoje a aproximadamente 30% do volume total de atendimentos na Azul Seguros, entre ferramentas de autoatendimento, chatbots, canais de atendimento telefônico, via chat ou WhatsApp.

Atendimentos oferecidos pela Azul Seguros

  • SOS Azul Seguros, em atendimento via Whatsapp, com solicitação de assistência 24h;
  • Vistoria digital para sinistro: após a abertura do sinistro, o cliente receberá um link para carregar fotos de seu veículo danificado, tiradas por ele mesmo, sem necessidade de deslocamento para fazer a vistoria presencial;
  • Envio de documentos de sinistros: segurados, corretores e terceiros envolvidos em sinistros podem enviar os documentos solicitados para análise de forma online, precisando apenas digitalizá-los, e acessar a área restrita do site da Azul Seguros, com cadastro criado pelo usuário;
  • Ferramentas de consulta e autoatendimento no site, na seção Resolva Aqui: Pague Fácil, 2ª via de boletos, 2ª via de apólices, abertura de aviso de sinistro online, acompanhamento de sinistro, consulta às condições gerais (manual do segurado), SOS Azul Seguros, entre outras.

Canais de atendimento da Azul Seguros

  • Atendimento via WhatsApp pelo número (11) 98355-9962;
  • Portal do Cliente;
  • Chat.

Para mais informações sobre os canais de atendimento e outros serviços acesse este endereço.

Comissão Europeia estende prazo para conclusão da fusão entre Aon e Willis 2079

Comissão Europeia estende prazo para conclusão da fusão entre Aon e Willis

Gigantes concordaram em combinar operações para acelerar inovação para clientes

A Comissão Europeia (CE) – instituição politicamente independente que representa e defende os interesses da União Europeia (UE) – remarcou para o dia 27 de julho de 2021 o prazo para conclusão da fusão entre a Aon e a Willis Towers Watson. As companhias anunciaram que concordaram em combinar-se ‘para acelerar a inovação em nome dos clientes’, conforme comunicado à imprensa.

Acontece que as regras antitruste dos reguladores europeus exigem alguns ajustes no negócio. Entre as concessões esperadas está um pacote de desinvestimentos por parte das gigantes da corretagem de seguros e resseguros. A venda da Willis RE e outras operações específicas estão cogitadas entre as possibilidades para o cumprimento das exigências.

Também estão em discussão os benefícios de aposentadoria e consultoria da Willis na Alemanha e as atividades de corretagem de seguros da Willis na Alemanha, Espanha, Holanda e na França (o que inclui a unidade francesa Gras Savoye), segundo a agência Reuters.

O negócio pode criar a maior corretora de seguros do mundo, sob o guarda-chuva da Aon. Com base nos dados financeiros de 2019, a soma das companhias representaria US$ 20 bilhões em receita total. São mais de 95 mil colaboradores.

A empresa terá sede operacional em Londres e a empresa mãe ficará domiciliada na Irlanda. Após o fechamento da transação, 63% da empresa combinada será propriedade dos acionistas da Aon e 37% será propriedade dos acionistas da Willis Towers Watson.

Sicoob Credicor-SP orienta corretores sobre economia e rentabilidade em live do CCS-SP 454

Evento será apresentado no dia 20 de abril, pelo YouTube, com dicas de investimento para corretores de todo o Estado

Para orientar os corretores de seguros sobre as melhores formas de administrar seu dinheiro, obtendo economia e rentabilidade, a Sicoob Credicor-SP (Cooperativa de Crédito dos Corretores de Seguros) foi convidada pelo Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) para participar de uma live, no dia 20 de abril, às 11h. O debate faz parte da série Prata da Casa e o assunto será abordado por Luiz Ioels e Marcos Abarca, presidente e diretor, respectivamente, da Sicoob Credicor-SP.

No ano passado, em consequência da Covid-19, as cooperativas lideraram o ranking das concessões de empréstimos a pequenos negócios, sendo responsáveis por 31% do total. Recentemente, a Sicoob Credicor-SP passou a admitir como cooperados pessoas e empresas de todo o setor de seguros, que tenham afinidade com associados (empregados ou parentes até terceiro grau), e ainda, caso o associado tenha outro CNPJ de qualquer atividade, também poderá se associar a cooperativa. Para tanto, a cooperativa reformulou seu estatuto, com a aprovação do Banco Central.

“Vamos falar aos corretores de todo o Estado sobre as oportunidades de participar da Credicor-SP, uma instituição financeira sem fins lucrativos, com o objetivo de disponibilizar todos os produtos e serviços financeiros e propiciar crédito com taxas de juros mais justas. Tudo é simples e inovador, pois foi pensado para atender o corretor de seguros da melhor maneira em suas necessidades”, afirma Luiz Ioels, presidente da Sicoob Credicor. “Na Sicoob Credicor-SP o corretor não é somente um número de conta, ele é dono do negócio, tem um atendimento pessoal com diálogo e foco nas suas necessidades e participa das sobras (lucros), da instituição que cresce a cada ano”. A Credicor é administrada pelos próprios cooperados, conveniada ao Banco Sicoob, integrada ao maior sistema de Cooperativas (Sicoob) e fiscalizada e auditada diretamente pelo Banco Central do Brasil.

“Economizar nos custos bancários e ainda dispor de linhas de crédito e financiamento a juros bem abaixo do mercado são benefícios que a categoria pode contar e que deve usufruir, pois, o momento é de reduzir despesas e aumentar a rentabilidade, inclusive com a participação dos dividendos”, diz o mentor do CCS-SP, Evaldir Barboza de Paula. Ele e o diretor tesoureiro do CCS-SP, Nilson Moraes, farão a apresentação dos convidados e mediação da live.

Agenda

Live Prata da Casa “Economia + Rentabilidade”.
Dia 20 de abril, às 11h.
Convidados: Luiz Ioels, presidente Sicoob Credicor-SP, e Marcos Abarca, diretor.
Apresentação e Mediação: Evaldir Barboza de Paula, mentor do CCS-SP, e Nilson Moraes, diretor tesoureiro.
Realização: Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP).
Transmissão ao vivo pelo canal do CCS-SP no YouTube.
Para assistir ao evento, acesse o link.

Transformação Digital e Transformação Atuarial 328

Virlei Laranja é Coordenador Atuarial e Business Intelligence na Austral Seguradora / Divulgação

Confira artigo de Virlei Laranja, Coordenador Atuarial e Business Intelligence na Austral Seguradora

Mudanças constantes e imprevisíveis, disrupção em produtos, metodologias ágeis, economia digital, aprendizado de máquina e inteligência artificial. Como tantas transformações afetam as áreas atuariais das seguradoras?

Toda essa velocidade reimagina empregos e está transformando profissões na relação humanos e máquinas que precisam trabalhar lado a lado. Sinergia e eficiência aparecem cada vez mais como necessidades pela alta demanda por produtos e experiências de uso que atendam às expectativas de clientes e parceiros. Além disso, temos ainda como desafio, a evolução dos requisitos regulatórios globais e locais que exigem implementações estruturais.

As perspectivas são animadoras. Para um mundo em evolução acelerada, surge a expressão “Atuário Exponencial”, para se adaptar ao futuro do trabalho e tecnologias. A automatização chega para reduzir esforços das rotinas e trazer uma abordagem mais estratégica com foco na tomada de decisão e na geração de valor real.

Estamos falando de um alinhamento completo das necessidades dos stakeholders, características dos produtos, canais de distribuição, preço do seguro, utilização, gestão de passivos e ativos financeiros, segurança e governança corporativa. Tudo isso, para o cliente, em um planejamento de negócios em longo prazo. O termo também vem sendo utilizado pela entidade americana globalmente reconhecida em atividades educacionais e de pesquisa mais representativa da classe, o Society of Actuaries [SOA], membro do International Actuarial Association [IAA], e busca manter elevado padrão profissional de práticas e observa as principais tendências em mensuração e gestão de riscos.

É um novo rumo para fazer mais, para ser mais, utilizando habilidades técnicas e experiência no entendimento profundo associando análises e métricas de ponta a ponta na gestão de riscos.

A integração entre ferramentas ou o desenvolvimento de sistemas dedicados estão robotizando um conjunto de tarefas atuariais, a capacitação passa a ser holística para refletir, criar e analisar sensibilidades e sentimentos do mundo real que a inteligência artificial não será capaz de reproduzir considerando questões como complexidade, ética, privacidade e custos.

A exigência se volta para sofisticação cognitiva, comunicação e conhecimento de negócios. Atuários e empresas assumem compromissos necessários para captar e atender novas demandas, fornecendo insights e fazendo a ponte entre tecnologia e estratégia.

Automatizar os processos e atividades atuariais irá permitir maior participação como estrategista de negócios, aproveitando habilidades analíticas e preditivas para gerar insights de negócios, uma ponte entre ciência, tecnologia e estratégia corporativa. Atuários estarão mais livres para alavancar suas características e competências em relações duradouras, com comunicação, pensamento crítico, ceticismo e criatividade. E, assim, operar em seu pleno potencial, ajudando as empresas a atingirem as metas estabelecidas. A abordagem impulsionará o desempenho das equipes de trabalho e ajuda a manter a vantagem competitiva no mercado.

Por outro lado, no mercado brasileiro, as companhias de seguros estão enfrentando interrupções em um ritmo sem precedentes para quitar demandas de curto prazo, por falta de planejamento ou na pior das hipóteses por não ser entendida como prioridade de investimento em pessoas com as características mencionadas. As oportunidades de otimização se encontram justamente em macro atividades como consolidar e tratar fontes diversas de dados, processos, templates de cálculo e conexão com softwares de tratamento, e melhorias de áreas correlatas

É preciso focar em respostas, observar qualidade, somente realizar análises com objetivo definido e aplicar visão holística para redução máxima de re-trebalho. Ser mais ativo na busca por eficiência irá permitir melhor liderança do atuário em demandas por adaptação como as normas internacionais de contabilização, IFRS 17 (International Financial Reporting Standard), Principle-Based Reserving (PBR) e US GAAP Targeted Improvements.

Para atender a demandas crescentes, ao mesmo tempo em que atuam estrategicamente nos negócios, os líderes esperam mais de suas equipes atuariais, e aqueles que complementam sua função atuarial com automação e inteligência artificial [IA] estarão melhor posicionados para atender seus objetivos. Uma pesquisa da Delloite US, menciona que 17% dos executivos globais relatam que estão prontos para gerenciar equipes com pessoas, robôs e IA trabalhando em conjunto.

De forma isolada, adotar novas tecnologias ou desenvolver novos processos não seria suficiente. Líderes atuariais devem reformular o foco da profissão, ajustando suas prioridades e responsabilidades para ser mais atuante na tomada de decisões estratégicas e na comunicação clara de seus estudos, recomendações e acompanhamento contínuo de decisões baseadas em dados. Ao mesmo tempo que empresas devem fornecer os recursos e treinamentos para potencializar essa evolução.

Atualmente, atuários são reconhecidos como principais contribuintes de insights de negócios na indústria de seguros devido ao entendimento de riscos e analíticos, mas precisarão remover sobrecargas manuais por algoritmos do tipo máquina, inclusive contribuindo no desenvolvimento de sistemas e arquitetura de dados. Estes avanços já estão ocorrendo e permitem implementar melhorias e fazer a adaptação de escopo para o natural aumento de relevância em funções estratégicas diretamente ligadas ao resultado da companhia.

O setor de seguros, para alcançar esse desenvolvimento, precisa se conectar melhor com seus colaboradores para criar células sociais diversas com acúmulo de conhecimento e aplicação objetiva. Uma estratégia inteligente e inovadora para tirar proveito máximo da tecnologia irá mudar as atividades dos trabalhadores para algo cada vez menos repetitivo e mais motivador, através da união da produtividade humana e da máquina.

A prática é interessante também para as áreas de recursos humanos, visto que a equipe entende e percebe a sensação de conectividade com os colegas de trabalho e com a empresa. O relacionamento também passa pelo trabalho conjunto de talentos atuariais com funcionários tradicionais. Sendo ao mesmo tempo, uma postura inclusiva, gratificante e significativa para a sociedade.

À medida que as companhias transitam para o futuro do trabalho busca-se a estratégia de implementação de melhorias para reimaginar e redesenhar o fluxo de trabalhos atuariais. Uma abordagem possível é combinar uma estrutura mínima do entregável principal da área, por exemplo, o fechamento das reservas, com a técnica de pixelagem do projeto, e em seguida de cada uma das atividades associadas. O objetivo da célula de trabalho é decompor em nível granular para identificar alvos de automação com uso das tecnologias disponíveis.

Posteriormente, o conjunto de atividades específicas é recomposto através do agendamento de rotinas, liberando tempo para que os atuários se concentrem somente na interpretação de indicadores e geração de propostas para obtenção de valor. A cada decisão tomada, a técnica de aprendizado de máquina, realizará recomendações cada vez mais assertivas sobre provisionamento e autoexplicabilidade de variações importantes para gestores e administração.

São possíveis nesse contexto sessões de brainstorming colaborativo para redefinição de regras e compilar uma lista de prioridades de processos, seleção com base em revisão pelo gestor, e acompanhamento semanal de andamento das melhorias. Dependendo do processo, espera-se redução de 80% a 90% no tempo de execução. Trabalhos integrados revelam que os erros de processo em atividades lógicas são humanos, seja em aplicações manuais ou com entendimentos equivocados sobre o que o sistema deveria fazer. O mais satisfatório aqui é revelar sem desconforto que errar é humano, e não há problema nisso. Desde a psicologia, é sabido que ao assumir nossas reais deficiências, conseguimos obter os caminhos da mudança, e aprenderemos a direcionar a tecnologia para onde ela é necessária, na construção do melhor relacionamento homem e máquina.

Existe então a oportunidade de passar mais tempo como estrategistas de negócios e oferecer observações céticas e críticas para o C Level, podendo trazer contribuições de otimização de retorno aos acionistas, insights de como maximizar o ganho sobre o capital e apresentará estudos mais detalhados de mercado orientando áreas de produtos, comercial, subscrição, sinistros entre outras.

Para atuários e empresas, o tempo para a mudança é agora. Alvos básicos se iniciam com a facilitação da coleta e preparação de dados, progridem para prioritários como computação e análise, melhoria de relatórios com uso de ferramentas de B.I. e geração de insights a partir de dados e comunicação com a administração.

A transformação começa com a mudança de mentalidade de líderes de dados para líderes de negócios. Líderes de números para recomendações efetivamente estratégicas.

Para fazer esse salto, os atuários devem abandonar velhas rotinas e atuar ativamente na melhoria de processos internos e associados potencializando suas habilidades atuariais, não somente as tarefas tradicionais.

Há desafios importantes para interações com vender e resultados; definir métricas sobre concorrentes, produtos e canais de distribuição; identificar efeitos na rentabilidade, capacidade de avaliação geral de todos os custos e receitas da operação de seguros para maximizar resultados entrando em novos mercados com preço certos e momento oportuno.

O Atuário Exponencial poderá ser capaz de gerar insights únicos para conduzir decisões estratégicas, se entender o valor de associar cada vez mais conhecimento técnico e conhecimento de negócios. Se fizer, gerará efeito catalisador nos mais altos níveis das empresas sabendo utilizar as consequências da “Transformação Digital” para nortear a “Transformação Atuaria”. Os profissionais que abraçarem essa mudança irão elevar suas capacidades e fortalecer seu valor em suas organizações.

AMX Corretora de Seguros fecha parceria com Seguro Saúde Internacional 520

Aimoré Maia é CEO da AMX / Divulgação

Empresa possui 35 anos de experiência em gestão de saúde

Com objetivo de ampliar o portfólio voltado para comercialização da corretora, a AMX Seguros fechou uma parceria com a VUMI Seguro Saúde Internacional, que possui ampla variedade de planos que cobrem segurados em vários estágios de suas vidas, desde os que estejam iniciando uma família aos que chegaram à terceira idade. Os planos são projetados para proporcionar uma cobertura global, onde a assistência médica é aceita em diversos países. Com sede em Dallas, no Texas, a empresa é um grupo internacional de gestão de saúde com 35 anos de experiência na indústria, possuem escritórios nos Estados Unidos, Canadá, Emirados Árabes e na América Latina. E conta com mais de 450 funcionários, de várias nacionalidades.

De acordo com o CEO da AMX Corretora de Seguros, Aimoré Maia, ter a VUMI Seguro Saúde Internacional como parceira de negócios consolida o trabalho da empresa em poder oferecer um produto diferenciado para seus segurados. “A VUMI possui planos projetados para proporcionar uma cobertura global, oferecendo atendimento em diversos países. O conceito VIP está incorporado à sua marca, sendo parte de um compromisso de oferecer um serviço diferenciado. Ter uma seguradora com cobertura internacional, só consolida a nossa forma de atuação, onde possuímos a diversificação dos planos e seguros saúde para os nossos clientes, adequando a sua necessidade, prestando uma consultoria de excelência em todos os aspectos”, explica.