Economista afirma que turismo mundial poderá se recuperar apenas em 2024 596

Economista afirma que turismo mundial poderá se recuperar apenas em 2024

Euler Hermes analisa a retomada do setor de acordo com ritmo de vacinação pelo mundo e os impactos de crises anteriores

Enquanto os governos correm para conter novas e mais contagiosas variantes da Covid-19, “passes de viagens” ou “passaportes de vacina” não serão suficientes para reviver o turismo: a indústria só poderá ver uma recuperação em 2024. A análise é do time de economistas da seguradora de crédito Euler Hermes, que determinou o ritmo de recuperação examinando dois principais pontos: 1) quanto tempo os países podem levar para alcançar a imunidade em massa e 2) as lições de recessões econômicas anteriores.

Enquanto os Estados Unidos (EUA) e o Reino Unido estão a caminho de alcançar a imunidade coletiva até o final do primeiro semestre de 2021, a previsão é que a União Europeia (UE) alcance a vacinação geral no segundo semestre desse ano e o Japão no primeiro semestre de 2022.

“Isso pode impedir que pessoas desses países visitem os Estados Unidos ou o Reino Unido sem documentos que atestem sua saúde. Ao mesmo tempo, é importante notar que a maior parte das vacinas disponíveis não evita que as pessoas vacinadas contaminem outras, especialmente, aquelas que ainda nãoreceberam as doses necessárias. Isso também pode complicar a recuperação do setor”, explica Marc Livinec, consultor setorial da seguradora. Já na China e África do Sul, a imunidade em extensão será alcançada só no segundo semestre de 2022.

América Latina

A América Latina se destaca como retardatária na corrida da vacinação. O atraso no alcance da imunidade de rebanho é causado principalmente por dificuldades em obter vacinas convencionais e mais baratas, como a chinesa CoronaVac, e por problemas na entrega do imunizante, especialmente no Brasil. A região também tem que lidar com a relutância da sua população em ser vacinada.

Figura 1: Cronograma de vacinação por região
Cronograma de vacinação por região / Fontes: IFPMA, Oxford Economics, Euler Hermes

Gastos com viagens turísticas

A Euler Hermes também analisou quanto tempo levou para os gastos com viagens turísticas se recuperarem após crises econômicas anteriores. Depois das duas últimas crises (os ataques de 11 de setembro e a Crise Financeira Global de 2008-2009), os gastos com viagens (turismo e negócios) voltaram ao nível pré-crise dois, senão três anos, após o início. No primeiro caso, a fragilidade da demanda reprimida determinou o tempo de recuperação devido aos temores da segurança. No caso da segunda, o obstáculo à recuperação teve mais a ver com a necessidade repentina de financiar enormes déficits e colocar o dinheiro de volta no motor econômico.

“Se considerarmos que a atual crise econômica começou no primeiro trimestre de 2020, isso significa que os serviços globais relacionados ao turismo e as atividades de viagens podem voltar aos níveis anteriores à crise a partir da segunda metade de 2022”, afirma Livinec.

No entanto, o economista ressalta que a Covid-19 gerou uma crise econômica sem precedentes, com grandes medidas de contenção por meio de quarentenas, regras de restrição de viagens muito rígidas e toques de recolher, que ainda afetam a circulação de muitas pessoas em países maduros e ricos. Como resultado, ele acredita que as chances de uma recuperação acelerada no turismo são muito improváveis no próximo ano.

Impacto de crises anteriores no setor de turismo internacional e viagens / Fontes: Tourism Economics, Oxford Economics, Euler Hermes
Impacto de crises anteriores no setor de turismo internacional e viagens / Fontes: Tourism Economics, Oxford Economics, Euler Hermes

A seguradora analisa que a Europa pode ver uma recuperação do setor mais rápida do que os EUA e a Ásia, com 771 milhões de chegadas esperadas em 2024 – mais do que o triplo do recorde de baixa de todos os tempos em 2020.

Regressando os dados de chegada de turistas de 1980 a 2018 no PIB correspondente das regiões, a figura abaixo mostra o número estimado de turistas esperados até 2024.

Chegadas de turistas em todo o mundo / UNWTO, Euler Hermes estimations
Chegadas de turistas em todo o mundo / UNWTO, Euler Hermes estimations

A tabela acima mostra, à esquerda, as estimativas da Organização Mundial do Turismo (OMT) de chegadas de turistas internacionais entre 2017 a 2019. A partir de 2020 estão as projeções da Euler Hermes, com base nos coeficientes encontrados as regressões da seguradora, apresentadas a seguir:

Projeções por região
Projeções por região

Em todas essas cinco regressões, os coeficientes e constantes do PIB foram sempre significativos no nível mais alto. A partir desses coeficientes, a seguradora formou cinco relações lineares ligando as chegadas de turistas e o PIB correspondente, com os coeficientes declarados acima. A hipótese é que esses coeficientes não mudaram muito durante a crise, portanto, usando as projeções do PIB, é possível construir novos números do turismo.

Retorno à normalidade

Os resultados apoiam a conclusão de que o retorno à atividade normal de viagens turísticas não ocorrerá antes de 2023. Uma pesquisa recente da OMT com profissionais de turismo reafirma esses resultados: a maioria disse que não esperava um retorno aos níveis pré-pandêmicos antes de 2023, na melhor das hipóteses. 41% dos entrevistados disseram que esperam o retorno ao normal apenas em 2024 ou mais tarde.

Quando você espera que o turismo internacional retorne aos níveis anteriores à crise de 2019 em sua região? / Fontes: UNWTO, Euler Hermes
Quando você espera que o turismo internacional retorne aos níveis anteriores à crise de 2019 em sua região? / Fontes: UNWTO, Euler Hermes

Na distribuição do número de turistas por região, a Europa estará à frente da curva, embora se espere que fique atrás dos EUA e da APAC na recuperação econômica geral. Os cálculos mostram que as chegadas de turistas internacionais à Europa podem chegar a 771 milhões já em 2024.

“É provável que a Europa veja maiores chegadas de turistas do que as outras regiões porque sofreu a maior queda em termos absolutos em 2020, com ~500 milhões de turistas internacionais a menos. Além disso, esperamos que os países da União Europeia trabalhem juntos para alinhar melhor o levantamento das restrições a viagens: a Europa tem muito a ganhar em termos de renascimento do turismo se puder propor uma solução válida de passaporte/cartão de vacina”, complementa Livinec.

Índice de rigor por região
Índice de rigor por região

O gráfico acima mostra o atual nível de rigor das restrições em todo o mundo. A Europa ainda é a região mais restritiva em quase 10 pontos em relação à América do Norte e 20 pontos em relação à Ásia. Os atuais níveis de turismo dependem muito deste índice e, o fato de a Europa ser a região mais exigente, explica porque o turismo foi mais atingido nesta região. Neste contexto, se os passaportes de vacinas fossem implementados na mesma altura em todas as regiões, o turismo aumentaria mais na Europa.

Na verdade, a Comissão Europeia está trabalhando na ideia de passaportes de saúde para aliviar as restrições de viagens no próximo verão do hemisfério norte. No entanto, dois fatores serão decisivos: 1) a eficácia das vacinas na prevenção da transmissão e 2) a implementação de políticas. É provável que os países da UE tenham uma vantagem, uma vez que o bloco partilha do mesmo banco de dados (tal como partilham dados econômicos através da Eurostat, por exemplo).

Ásia e Américas

A recuperação do turismo global também pode sofrer com restrições prolongadas de viagens na Ásia e nas Américas devido ao surgimento de novas variantes para as quais as vacinas disponíveis parecem ser menos eficientes. Prevê-se que o número de chegadas de turistas nestas regiões atinja 326 milhões e 136 milhões, respetivamente, em 2024. A distribuição por regiões mostra que a quota do mercado europeu, em termos de número de chegadas de turistas, deverá aumentar para 55% em 2024, em comparação com 51% em 2019, enquanto na América do Norte permanece a mesma (cerca de 10%) e na Ásia diminui de 25% para 23%.

Turismo doméstico

Ao olhar para os diferentes subsetores, a seguradora descobriu que o lazer doméstico pode estar de volta aos trilhos em 2022. Mas isso não compensaria as perdas das viagens internacionais e de negócios (mais lucrativas), que ainda podem sofrer até 2023. Os turistas domésticos geralmente não gastam tanto dinheiro quanto os internacionais, mas espera-se que o segmento de viagens internacionais ainda seja -8% menor do que seu nível pré-crise, mesmo em 2023. O aumento do desemprego também agravará o problema, com os consumidores provavelmente reduzindo seus gastos em atividades relacionadas ao turismo.

Em suma, a Euler Hermes estima que pandemia vai continuar afetando o setor por mais um longo período, forçando o turismo e os atores relacionados a viagens a transformar seus modelos de negócios.

Cronograma estimado da recuperação dos gastos globais com viagens, por segmento de viagens / Fontes: Tourism Economics, Oxford Economics, Euler Hermes
Cronograma estimado da recuperação dos gastos globais com viagens, por segmento de viagens / Fontes: Tourism Economics, Oxford Economics, Euler Hermes

Bradesco Seguros promove campanha digital para expansão do seguro residencial no Nordeste 526

Saint´Clair Lima é diretor da Bradesco Seguros / Divulgação

Ação acontece nas redes sociais e mídias locais com foco nas cidades de Salvador, Fortaleza e Recife

A Bradesco Auto/RE, empresa do Grupo Bradesco Seguros, promove uma campanha de marketing digital para apresentar as novidades e benefícios do Seguro Residencial Sob Medida, às cidades de Salvador, Fortaleza e Recife.

A ação tem como objetivo fomentar o reconhecimento e penetração do seguro Residencial na região Nordeste, a partir dos diferenciais da cobertura, com uma abordagem de conscientização e referência à cultura local.

“A campanha terá um mote regional trazendo uma identidade e sinergia com consumidores, pois usará uma expressão reconhecida localmente. Será uma comunicação continua focando nas entregas digitais (e-mails, WhatsApps, vídeos entre outros) e mídias locais de cada região”, destaca Ana Cláudia Gonzalez, superintendente de marketing da seguradora.

Além do seguro básico e acessório, comum a todos os segmentos, a nova segmentação do Sob Medida contempla proteções inéditas para casa habitual, de veraneio, apartamento e imóveis a partir de R$ 1 milhão. Um dos grandes atrativos e diferenciais é a nova cobertura para atividade comercial na residência, que ampara desde escritórios a pequenos comércios ou estabelecimentos dentro da moradia habitual.

“O seguro residencial passa a ser visto, pelo consumidor, como prioridade, pois o ambiente de trabalho e a residência se misturam com a prática crescente do home office. Com isso, o setor se prepara para mudanças tanto na forma de comercialização, como também de produtos que atendam às novidades e riscos do trabalho a distância, entre eles os seguros para equipamentos mais sofisticados instalados nas residências”, afirma Saint´Clair Lima, diretor da Bradesco Auto/RE.

O seguro ainda disponibiliza assistências emergenciais gratuitas 24h por dia, como chaveiro, vigilante, serviço de mão de obra elétrica e hidráulica, entre outros. “O gasto com recuperação ou limpeza de um imóvel destruído é alto, para quem não tem seguro. E pensar que, geralmente, a proteção residencial representa apenas 0,1% ou 0,2% do valor do imóvel”, finaliza.

Divulgação
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Confira o preço do seguro para os 10 carros mais vendidos de março 431

Confira o preço do seguro para os 10 carros mais vendidos de março

De acordo com levantamento exclusivo da Youse, Fiat Mobi tem o seguro mais barato e Fiat Toro, mais caro; Preços começam em R$ 1.444 por ano

A Youse, plataforma de seguros digital, simulou os preços do seguro auto para os modelos mais emplacados em março, segundo a Fenabrave (Federação Nacional Distribuição Veículos Automotores). De acordo com as cotações para São Paulo, o Fiat Toro tem o seguro mais caro e o Fiat Mobi, o mais barato.

Para o levantamento, a Youse considerou um plano médio de seguro com cobertura contra roubo e furto, alagamento; perda total; danos materiais a terceiros e assistência guincho. “Na Youse, o cliente tem autonomia para escolher quais coberturas e assistências ele quer. Esses são fatores que influenciam no preço final também”, explica Renato Scott, gerente de pricing na insurtech.

Considerando os perfis médios de um homem de 38 anos e uma mulher de 35 anos, moradores de São Paulo, veículo 0km, sem classe de bônus, os valores dos seguros para o Fiat Mobi começam em R$ 1.444,01 anual, e para o Fiat Toro, em R$ 3.756,04. “Os valores do seguro podem variar de acordo com o perfil do cliente e ter interferências caso seja considerada a classe de bônus, em que o cliente pode receber até 50% de desconto, em média, sobre o preço cheio”, destaca Scott. Confira o levantamento completo, considerando os perfis médios simulados:

Perfil feminino, 35 anos, São Paulo, veículo 0km, sem bônus:

1 Fiat Strada R$ 2.294,20
2 Hyundai HB20 R$ 1.470,12
3 Chevrolet Onix R$ 1.466,53
4 Volkswagen Gol R$ 1.575,37
5 Fiat Mobi R$ 1.444,01
6 Fiat Toro R$ 3.756,04
7 Chevrolet Tracker R$ 1.973,81
8 Jeep Renegade R$ 1.949,04
9 Hyundai Creta R$ 1.709,19
10 Chevrolet Onix Plus R$ 1.482,35

Perfil masculino, 38 anos, São Paulo, veículo 0km, sem bônus:

1 Fiat Strada R$ 2.819,40
2 Hyundai HB20 R$ 1.599,40
3 Chevrolet Onix R$ 1.577,86
4 Volkswagen Gol R$ 1.714,32
5 Fiat Mobi R$ 1.556,35
6 Fiat Toro R$ 4.255,00
7 Chevrolet Tracker R$ 2.146,36
8 Jeep Renegade R$ 2.126,74
9 Hyundai Creta R$ 1.835,42
10 Chevrolet Onix Plus R$ 1.596,35

Quais são os carros com melhor custo-benefício do Brasil 446

Quais são os carros com melhor custo-benefício do Brasil

Comparar opções é fundamental antes de comprar um automóvel

Você sabe quais são os carros com melhor custo-benefício do Brasil? Essa é uma pergunta difícil de responder. Pode ser que os carros Chevrolet estejam nessa lista, pode ser que estejam os da Fiat, Volkswagen ou qualquer outra marca. Seja como for, é fundamental ter em mente que calcular o custo-benefício de um automóvel é essencial antes de fazer a sua aquisição.

Atualmente, o mercado automotivo no Brasil não vive bons momentos. Apesar de ter um carro seguir como o sonho de consumo mais comum do brasileiro (ao lado de ter uma casa), não é todo mundo que tem condições de comprar um veículo atualmente, especialmente um 0 km. Basta ver o fato de que o preço dos carros mais vendidos do Brasil subiu quase 10% em um único ano, justamente um período de pandemia.

Portanto, é essencial entender quais são os carros com melhor custo-benefício do Brasil para poder fazer a escolha certa na hora de comprar. Siga a leitura para saber quais são eles!

Quais são os carros com melhor custo-benefício do Brasil: 5 modelos

1. Chevrolet Onix Plus

O Chevrolet Onix Plus é um dos carros mais vendidos do país. Ele foi lançado em 2019 como substituto do Prisma e dentro da família do Onix, que é o automóvel com mais vendas no país há 6 anos.

Além do nome que alavanca suas vendas, o Onix Plus tem alguns outros benefícios interessantes. O mais impactante deles é o seu consumo. O modelo faz 13,7 quilômetros por litro de gasolina no ambiente urbano e 9,6 quilômetros por litro de etanol no mesmo contexto.

Considerando que a média de rodagem no Brasil é de 20 mil quilômetros por ano e que a gasolina custa perto de R$ 5,60 por litro atualmente, o Onix Plus geraria um custo de R$ 8.176,00 por ano com combustível, uma média de R$ 681,34 por mês. É um valor mais baixo do que o dos seus concorrentes na mesma faixa de preço.

2. Renault Kwid

Desde que o Chery QQ saiu de linha no Brasil que o Renault Kwid se tornou o modelo mais barato do país. Isso significa que ele é um veículo com poucos equipamentos e de baixo valor para os motoristas? Na verdade, não.

O Kwid se destaca por ser um hatch subcompacto com muitos equipamentos significantes em suas versões, inclusive sendo melhor equipado do que o Mobi, seu principal concorrente (que apresenta um preço maior).

Além disso, o Kwid ainda se destaca por ter um design muito único e chamativo. O veículo tem aparência de um SUV, mesmo sendo um hatch. Por conta disso, é um valor extra que o consumidor leva para casa.

3. Toyota Etios Sedan

Além do Onix Plus, outro sedã com um ótimo custo-benefício é o Toyota Etios Sedan. O modelo tem um custo relativamente baixo para o segmento (a versão mais barata sai a R$ 54.190,00, com a versão mais cara ficando em R$ 59.220. Para comparação, o Onix hatch fica mais ou menos nessa faixa de preço também).

Dentre os seus benefícios, o carro conta com controles de tração e estabilidade em todas as versões, além de assistente de rampa, o que pode ser muito importante para quem está aprendendo a dirigir. Além disso, o veículo ainda tem um bom motor 1.5 com 107 cavalos de potência, além de um bom sistema de multimídia na versão mais cara. Para completar, ele é um carro bem espaçoso, com um ótimo computador de bordo e um dos maiores porta-malas do país: 562 litros.

4. Chevrolet S10

Pode ser possível comprar uma picape média, com cabine dupla, mais de 206 cavalos de potência no motor com injeção direta, tração 4×4 e ótimo espaço por menos de R$ 100.000,00? Se você acredita que não, então precisa conhecer o Chevrolet S10. A picape ganhou novas versões recentemente, incluindo a Advantage que parte no mercado custando R$ 92.990,00.

O automóvel é o mais barato do segmento de picapes médias, vencendo a Fiat Toro nesse quesito. Além disso, o automóvel conta com vários benefícios específicos para quem precisa carregar cargas e de uma picape robusta.

5. Chevrolet Tracker

Atualmente, os SUVs estão cada vez mais populares no mercado brasileiro. Inclusive, alguns conseguem até mesmo liderar as vendas no país por um mês.

Atualmente, parece haver um consenso de que os dois melhores SUVs atuais são o Chevrolet Tracker e o Volkswagen T-Cross. No entanto, nessa disputa, o Tracker apresenta melhor custo-benefício. Para começar, o T-Cross é R$ 14.000,00 mais caro nas versões em que ambos são igualmente equipados. No entanto, além de mais barato, o Tracker tem mais potência (150 cavalos de potência contra 133 do T-Cross), mais espaço no porta-malas (quase 400 litros), melhor consumo e manutenção mais fácil e barata. Ou seja: apresenta um melhor benefício por um custo menor.

Pronto! Agora você já conhece quais são os carros com melhor custo-benefício do Brasil. Deu para ver que tem muitos modelos da Chevrolet na lista, o que talvez explique porque a montadora é a mais vendida do Brasil. No entanto, existem outros modelos que poderiam ser citados também. Por exemplo, daria para citar o Volkswagen T-Cross como um ótimo SUV, a Fiat Strada como boa picape, o Peugeot 208, o Toyota Corolla e até o Nissan Versa. Existem muitos bons modelos no mercado nacional, basta pesquisar.

E aí, gostou da nossa lista? Então comente abaixo dizendo qual carro você acha que deveria entrar nela!

16 dicas para aumentar a segurança no transporte rodoviário de cargas 741

16 dicas para aumentar a segurança no transporte rodoviário de cargas

FreteBras reforça importância do uso da tecnologia e da vigilância constante como aliados para estradas mais seguras

Garantir a segurança no transporte de cargas é um dos maiores desafios para quem trabalha no setor. Afinal, esse tipo de problema pode causar inúmeros prejuízos aos caminhoneiros e também afetar significativamente a lucratividade das empresas. Essa adversidade é tão séria que os roubos de carga somam prejuízos de mais de R$ 1,5 bilhão anualmente, segundo estudo realizado pelo Grupo Tracker. Por isso, a FreteBras, maior plataforma online de transporte de cargas da América do Sul, preparou algumas dicas para auxiliar motoristas e contratantes a fechar fretes de forma mais segura, após extensa consulta a atuantes do mercado.

“Estas recomendações de segurança foram agrupadas depois de várias conversas que tivemos com caminhoneiros e transportadores, durante a concepção do programa Frete Seguro, um investimento milionário que faremos para apoiar na prevenção à fraudes do setor. Temos discutido também com seguradoras, agentes independentes e líderes informais, tudo com o objetivo de identificar os principais fatores de risco e atuar rapidamente. O que ficou claro para nós é que, para que o transporte de cargas seja mais seguro, é preciso a colaboração de todos”, explica Bruno Hacad, Diretor de Operações da FreteBras.

Confira as dicas abaixo:

Segurança para caminhoneiros

  1. Cuidado com o “fretão”. Redobre a atenção com ofertas de frete com valor muito acima do praticado no mercado .
  2. Pesquise ou busque referências sobre a empresa embarcadora responsável pela carga .
  3. Consulte o endereço do carregamento. Existem relatos de motoristas que utilizam táxi ou mototáxi para verificar o local antes de se aproximarem com o caminhão .
  4. Se estiver próximo ao local do embarque e o lugar for muito afastado e deserto, desconfie . Principalmente se as instruções forem para ficar parado e aguardar .
  5. Cuidado ao fazer pagamento de taxas ou valores cobrados antes do carregamento, fora do local de embarque ou para pessoas desconhecidas .
  6. Atenção ao realizar devolução de valores em contas bancárias de terceiros. Após o recebimento do frete, se realmente for necessário, faça o estorno para a mesma conta remetente .
  7. Utilize a função “Check-in Privado” do aplicativo da FreteBras. Ela permite consultar fretes e manter a privacidade dos dados de contato do motorista .
  8. Aproveite a garantia do saldo do frete que a FreteBras oferece, como forma de proteção para os motoristas que possuem uma conta digital de pagamentos cadastrada com a empresa.

Segurança para empresas

  1. Em contratações remotas, sempre que houver possibilidade, fale com o caminhoneiro por chamada de vídeo .
  2. Não realize o pagamento do frete em conta bancária de terceiros . faça sempre o pagamento na conta do motorista ou titular da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) a qual o veículo está vinculado .
  3. Tenha cuidado com contratos falsos de locação ou compra de veículos. Muitos golpistas se utilizam dessa artimanha para transmitir uma falsa sensação de confiança.
  4. Confira com muito cuidado toda a documentação recebida, com atenção à autenticidade dos dados .
  5. Não abra mão, mesmo que em situações urgentes, de seguir os processos de segurança da empresa, como, por exemplo, a contratação de seguro, consulta em GR, etc .
  6. Não faça o pagamento do adiantamento do valor do frete sem garantias de que o veículo esteja no local de carregamento .
  7. Peça referências de empresas com as quais o caminhoneiro já tenha trabalhado .
  8. A própria FreteBras disponibiliza uma funcionalidade de avaliação de motoristas. Consulte-a sempre e lembre-se de sempre fazer as suas próprias avaliações, ajudando, assim, toda a indústria.

Hacad reforça que “a expectativa é ajudar os caminhoneiros a identificar situações suspeitas e se protegerem. Esperamos que estas recomendações sejam de grande utilidade para o setor”.