Faturamento de marketplaces cresceu 173% em 2020, aponta Neotrust/Compre&Confie 384

Faturamento de marketplaces cresceu 173% em 2020, aponta Neotrust/Compre&Confie

Levantamento da companhia revela que a cifra é resultado de um volume de pedidos 187% maior em relação ao ano anterior

De acordo com estudo realizado pela Neotrust/Compre&Confie, empresa de inteligência de mercado focada em e-commerce, mesmo com os impactos econômicos causados pela pandemia, o e-commerce foi um dos setores que registraram um crescimento exponencial em 2020.

Além das grandes varejistas do mercado, os marketplaces, e-commerce mediado por uma empresa, em que vários lojistas se inscrevem e vendem seus produtos, também registraram cifras expressivas no último ano. O faturamento dessas lojas teve uma alta de 173% no último ano, comparado ao anterior. A cifra é resultado de um maior volume de pedidos neste modelo: em 2020, o aumento nas compras foi de 187%.

Na contramão das outras métricas, o tíquete médio sofreu uma leve queda. Segundo o estudo, os brasileiros gastaram menos e o valor teve uma redução de 4,3% no comparativo.

Analisando o varejo digital num todo e comparando o modelo de marketplace com as demais empresas, os tradicionais varejistas ainda lideram o mercado. O levantamento mostra que 64% dos pedidos e 60% do faturamento total são dos grandes players.

“A facilidade de poder comprar itens de diferentes varejistas em uma compra só vem cativando os brasileiros que procuram variedade e economia na hora da compra. Além disso, analisando os números, os marketplaces também tiveram um crescimento impulsionado pelas restrições nas lojas físicas”, afirma Fabrício Dantas, CEO da Neotrust.

C. Josias & Ferrer esclarece prejuízos não indenizáveis no Seguro Auto 421

C. Josias & Ferrer esclarece prejuízos não indenizáveis no Seguro Auto / Divulgação

Escritório especialista em direito securitário explica diferenças entre tipos de crime para análise de cobertura

Um caso recente chamou a atenção do mercado segurador e reforça que devemos estar atentos aos itens listados como prejuízos não indenizáveis nas apólices de seguros. Um profissional relatou o problema que uma cliente enfrentou, ao ter a cobertura negada pela seguradora, com base nas condições do contrato de seguros, exatamente por se tratar de um dos itens listados como prejuízos não indenizáveis.

Maria Izabel Indrusiak Pereira é advogada sócia do escritório C. Josias & Ferrer / Divulgação
Maria Izabel Indrusiak Pereira é advogada sócia do escritório C. Josias & Ferrer / Divulgação

O caso, resumidamente, é o seguinte: a segurada foi a um restaurante e, lá chegando, foi abordada por um falso manobrista que a convenceu a deixar a chave do veículo, pois não havia vagas disponíveis no recuo utilizado pelos clientes, em frente ao estabelecimento. Ela entregou a chave e somente ao sair do restaurante constatou que havia sido enganada, ficando sem o veículo. Contatado pela segurada, o corretor abriu o aviso de sinistro na seguradora e forneceu a documentação de praxe, mas, alguns dias depois, houve a recusa de indenização.

“Nesse caso, a segurada foi vítima de um crime, mas esse crime não tinha cobertura na apólice”, esclarece Maria Izabel Indrusiak Pereira, advogada sócia do escritório C. Josias & Ferrer. Por isso, a importância de diferenciar os tipos de crime que podem ser cometidos contra o veículo segurado, facilitando a identificação e a classificação do ocorrido em casos concretos, para análise de cobertura ou não, conforme regras da apólice.

“Via de regra, as apólices têm cobertura para furto e roubo”, pontua Izabel. Outros crimes, como extorsão (exemplo: o segurado sofre grave ameaça e é obrigado a levar o veículo segurado até um local determinado, entregando-o aos criminosos), apropriação indébita (exemplo: criminoso aluga carro em locadora e, passado o período do contrato, não devolve o veículo) e estelionato (exemplo: criminoso simula pagamento para compra do veículo, faz depósito com cheque falso, pega o carro e desaparece, não pagando pelo negócio), figuram como prejuízos não indenizáveis, ou seja, sem cobertura na maioria das apólices de seguros.

“Para aplicar a lei ao caso concreto, considerando também as previsões e redações contratuais, é verdadeiro afirmar que os tribunais analisam o tema com foco na relação de consumo. E quando presente conflito aparente de tipo penal (sendo necessário definir qual o crime cometido), via de regra, analisam a intenção (dolo), o núcleo da vontade do infrator. Mas é fato que a seguradora assume risco determinado, para tal calculando e cobrando o prêmio. Pagar sinistro por crime que não tem cobertura fere a mutualidade”, finaliza a advogada.

Reforma da Previdência: saiba quais regras valem para 2021 290

Reforma da Previdência: saiba quais regras valem para 2021

Advogado especialista em Direito Previdenciário indica melhor caminho para quem deseja aposentar-se

A Reforma da Previdência entrou em vigor por meio da Emenda Constitucional 103 e completou um ano em novembro de 2020, trazendo uma série de mudanças anuais para que os trabalhadores consigam a aposentadoria. Segundo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), em setembro de 2019 foram concedidas 152 mil aposentadorias, já em 2020 apenas 95 mil, em grande maioria para mulheres.

Atualmente, o número de aposentadorias vem sofrendo uma queda em relação aos anos anteriores. Entre as mudanças, algumas regras de transição sofrem alterações anualmente. Neste caso, as regras são direcionadas para os segurados do INSS e que já contribuem com o órgão antes da reforma, mas não estão na idade mínima para aposentadoria.

Para entender melhor sobre as mudanças vigentes em 2021, Átila Abella, especialista em Direito Previdenciário e cofundador da startup Previdenciarista – plataforma que oferece ferramentas para automatizar e otimizar as análises previdenciárias -, explica quais os principais pontos de atenção e alterações.

Tempo de contribuição e idade mínima

Em 2021, as mulheres precisarão ter 57 anos e tempo mínimo de contribuição de 30 anos. Já os homens, a partir dos 62 anos, com tempo mínimo de contribuição de 35 anos.

Cálculo de contribuição

A remuneração é calculada a partir da média dos salários, aplicando a regra de 60% do valor da média das contribuições realizadas a partir de julho de 1994, mais 2% a cada ano que exceder 15 anos de tempo de contribuição para mulheres e 20 anos de contribuição para os homens, sendo que para obter uma aposentadoria com valor de 100% da média uma mulher precisa contar com 35 anos de contribuição e um homem 40 anos.

Regra de transição pelo sistema de pontos

“Dentro do INSS, existe uma regra com sistema de pontos onde o trabalhador deve alcançar uma meta que resulta na soma de sua idade mais o tempo de contribuição. Neste ano, a pontuação para homens é 98 e para mulheres 88 pontos”, explica Abella. A reforma da previdência prevê um aumento de um ponto a cada ano, chegando a 100 para mulheres em 2033 e 105 para homens em 2028.

Transição por idade

Para os homens, não houve mudança no requisito idade, permanecendo a idade mínima de 65 anos. Já para as mulheres, desde 2020 a idade mínima de aposentadoria tem acréscimo de seis meses a cada ano, chegando em 62 anos até 2023. Para ambos, o tempo exigido é de 15 anos de contribuição, desde que já fossem filiados ao INSS antes da reforma da previdência. Portanto, a regra de transição é para que as mulheres completem 61 anos em 2021.

E quem estava próximo de se aposentar?

Para quem estava perto da aposentadoria, necessariamente a dois anos ou menos do tempo mínimo de contribuição em 13/11/2019, data da publicação da promulgação da reforma, será possível se aposentar sem idade mínima.

Mas com uma ressalva: cumprindo um pedágio de 50% do tempo que ainda restava da data da reforma. “Se o contribuinte estivesse com apenas um ano faltando para completar o tempo de contribuição, deverá trabalhar mais seis meses, assim terá um total de um ano e meio e conseguirá obter o benefício, apenas com a ressalva de que nesta regra será aplicado o fator previdenciário no cálculo do seu benefício”, finaliza Átila Abella.

Sete dicas para fazer o seu dinheiro “esticar” 419

Sete dicas para fazer o seu dinheiro "esticar"

Especialista e fintech dizem o que você pode fazer ou mudar no dia a dia para ver o seu dinheiro sobrar e durar mais

Fazer o dinheiro render e ter uma reserva financeira são desejos dos brasileiros que, diante das instabilidades financeiras e um mercado instável, parecem ter ficado mais difíceis de conseguir. Porém, existem alguns hábitos que podem ajudar.

A Grão, primeira fintech a possibilitar o micro investimento no Brasil, que tem como missão sempre promover a educação financeira para que os brasileiros alcancem seus objetivos, ao lado da mentora de bem-estar financeiro Maiara Xavier, revela 7 dicas para o seu dinheiro “esticar” mais. Saiba mais:

  1. “Aprender a dizer não para o que não é importante”, diz Maiara. Você precisa avaliar cada compra antes de fazê-la e identificar o que realmente é importante e necessário. Às vezes é preciso dizer não. Assim você deixa de gastar em excesso e prioriza os itens que são indispensáveis.
  2. “Faça o compromisso de poupar uma parte do salário”, diz ela. A ideia é que você, sempre que receber o salário, reserve 10% para guardar, independentemente da sua posição de trabalho, se é formal ou não. Depois, é só investir a quantia e colocar o seu dinheiro para trabalhar. Na Grão, ele não fica parado. Ao contrário, está sempre rendendo para você.
  3. “Tente criar múltiplas fontes de renda”, indica a mentora. Assim você deixa de depender de apenas uma fonte. Uma forma segura de ter mais segurança financeira é variar as fontes de renda. Estude as oportunidades, pense no que você faz de melhor e tente colocar em prática.
  4. “Outra boa dica é desenvolver o hábito de vender”, sugere a especialista. A gente explica: todo mundo tem algo que pode vender. Podem ser roupas ou sapatos em bom estado, com pouco uso, resultado de uma compra impulsiva, por exemplo. Identifique as oportunidades, divulgue e venda. É um dinheiro extra caindo na conta.
  5. “Aprenda a planejar suas compras”, diz Maiara. É o chamado consumo consciente! O brasileiro habituou-se a comprar primeiro e depois pensar em como pagar. Está errado. O ideal é fazer o contrário: só gastar o que você pode pagar. Ou então poupar dinheiro para conquistar uma meta.
  6. “Defina bem os seus objetivos”, indica. A dica simples: mantenha o foco e tenha objetivos muito bem definidos do que você realmente quer conquistar. São essas motivações que vão te levar a ter uma relação mais saudável com o seu dinheiro.
  7. “Desafie a si mesmo e movimente a sua vida financeira”, finaliza a especialista. No app da Grão, por exemplo, existem diferentes desafios que estimulam o usuário a investir um pouquinho por dia para ver esse dinheiro crescer e tornar permanente o hábito de guardar dinheiro.

Clientes buscam consórcios por segurança para compra do automóvel 399

Clientes buscam consórcios por segurança para compra do automóvel

Foram R$ 163,63 bilhões em negócios no segmento no ano passado

O mercado de consórcios vai muito bem, obrigado. Em 2020, como apontou a Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios (ABAC), o sistema contabilizou R$ 163,63 bilhões em negócios, soma 21,5% maior que os R$ 134,68 bilhões contabilizados em 2019. Fato importante é cada vez mais brasileiros adotam a modalidade para a compra do seu automóvel. Uma pesquisa da BR Consórcios, realizada pela Quorum Brasil com consorciados ativos da companhia entre 20 e 45 anos de idade, aponta que 55% deles adquiriram cotas para a compra do carro. 78% deles tinham entre seis meses (42%) e um ano (36%) como clientes.

Depois do carro, 24% dos clientes ativos da BR Consórcios, entre 20 e 45 anos, adotaram a modalidade para a aquisição de motos, 14% para a compra de imóveis e 7%, em serviços. A mesma pesquisa revelou que apenas 57% dos entrevistados na faixa dos 20 aos 34 anos já possuem automóvel, contra 78% daqueles com idades entre 35 e 45 anos. Os dados vão de encontro aos números finais da BR em 2020, que apontaram que, no comparativo de janeiro a dezembro de 2019, os solteiros se destacam na aquisição das cotas de automóveis (na BR, esse grupo representa 44% dos entrevistados).

Para José Roberto Luppi, diretor comercial da BR Consórcios, os mais jovens utilizam o consórcio para a construção e a ampliação dos bens, em uma clara referência de que eles acreditam no sistema para melhorar o padrão patrimonial. “Isso também demonstra de que o consórcio, há anos no mercado, é um produto muito jovial”, destaca o executivo. Em 2022, o consórcio completa 60 anos de criação.

De acordo com Luppi, o consórcio, mesmo em tempos de pandemia, ganha espaço no mercado pela flexibilidade e a possibilidade de crédito sem a cobrança dos juros praticados pelo financiamento tradicional. “O brasileiro, de forma geral, aprendeu a sobreviver nas crises e encontrou no sistema uma ferramenta para construir seu patrimônio de forma mais segura”, afirma. “Assim, a modalidade se tornou a melhor alternativa, por exemplo, para quem sonha com a compra do primeiro automóvel ou pensa em trocar o que tem hoje”, completa.

A pesquisa da BR Consórcios aponta que 76% dos clientes ativos costumam poupar um dinheiro e desse total, 87% o fazem mensalmente. Em uma escala de 0 a 10 de concordância, os consorciados da BR dizem que, em 9,1, investir é bom para pensar no futuro e 8,9 para pensar na família.

Otimismo para 2021

Na BR Consórcios, o aumento do volume de créditos disponibilizados e o número de contemplações em 2020 cresceu, praticamente, o ano inteiro, respectivamente, 10% e 13%, quando comparados de janeiro a dezembro de 2019, com o mesmo período do ano passado. Para o ano de 2021, a meta é o aumento de 15% nos negócios e resultados.

Drauzio Varella participa de transmissão da Oncoclínicas RS 266

O Dr. Drauzio Varella / Divulgação

Oncologista e escritor participará do bate-papo Mitos e Verdades sobre o Câncer

A fim de desvendar alguns dos Mitos e Verdades Sobre o Câncer na pandemia, o médico oncologista, cientista e escritor Drauzio Varella participará da live promovida pela Oncoclínicas RS na próxima terça-feira (27), às 18h. Conhecido pela facilidade de comunicação com o público, especialmente pela abordagem clara e objetiva de temas médicos, o convidado foi um dos pioneiros no tratamento da Aids no Brasil.

A série de live Mitos e Verdades é uma iniciativa da Oncoclínicas RS para reforçar o relacionamento com a comunidade gaúcha, levando para discussão assuntos de interesse coletivo de forma mais leve e acessível. O bate-papo com Drauzio Varella será conduzido pelos oncologistas Stephen Stefani e Carlos Barrios, que abordarão aspectos relacionados aos pacientes oncológicos, os medos da pandemia, vacinação, prevenção, e o mundo pós-vacina.

O evento poderá ser acompanhado no perfil da Oncoclínicas no Facebook ou neste endereço.