Luiz Mário Rutowitsch, presidente do CCS-RJ, participa do Seguro Sem Mistério nesta quinta (08) 2140

Transmissão acontece a partir das 17h30min, no Canal do JRS no YouTube

O convidado do Seguro Sem Mistério desta quinta-feira (08) é o presidente do Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCS-RJ), Luiz Mário Rutowitsch. O líder do CCS-RJ participa de um bate-papo mediado pelos apresentadores Júlia Senna e William Anthony, a partir das 17h30min, no Canal do JRS no YouTube.

Rutowitsch vai comentar sobre as ações desenvolvidas pela entidade para fomentar conhecimento e capacitação para os profissionais do mercado segurador fluminense, bem como o momento de sinergia vivido pela entidade com demais instituições do setor, como a Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), por exemplo. E ainda: Como as novas circulares emitidas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) podem afetar os profissionais da corretagem. “Será uma oportunidade para que os participantes do bate-papo possam conhecer as propostas da nova diretoria do CCS-RJ, eleita em dezembro de 2020, em prol da valorização do corretor de seguros”, explica o presidente do Clube.

Aproveite e envie suas perguntas e recados. Interaja com a transmissão através do chat e apareça no vídeo! Inscreva-se no Canal do JRS no YouTube e fique por dentro de todas as novidades.

O programa ainda possui apresentações de terça a domingo no canal 520 da NET HD para mais de 40 cidades do Rio Grande do Sul, com programas inéditos aos domingos, a partir das 11h30min.

Junior Achievement oferece 710 vagas para curso gratuito online em TI 385

Junior Achievement oferece 710 vagas para curso gratuito online em TI / Divulgação

Capacitação tem o apoio de Google e BID Lab; Iniciativa vai orientar também sobre habilidades socioemocionais para área

A Junior Achievement Brasil, organização sem fins lucrativos que visa despertar o espírito empreendedor em jovens, está com inscrições abertas para uma nova edição do curso gratuito de capacitação profissional Tech Já – suporte em TI. Com o apoio do Google.org e do BID Lab (Banco Interamericano de Desenvolvimento), o objetivo é auxiliar 2 mil jovens de todo o país a ingressar no mercado de trabalho, na área de TI. Serão oferecidas 710 vagas para todo o Brasil, sendo 80 delas direcionadas para o Rio de Janeiro. As inscrições vão até o dia 13 de fevereiro neste endereço.

O curso é voltado para jovens de 18 a 29 anos, que já tenham concluído o ensino médio na rede pública e que não estejam nem trabalhando e nem estudando formalmente no momento. Os participantes receberão, além do conteúdo técnico, capacitação nas habilidades socioemocionais mais requisitadas pelos empregadores do mercado de TI.

Mercado aquecido para profissionais do setor

A criação de um curso para iniciantes reflete a urgência do mercado. Um estudo realizado em dezembro pela Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) aponta que haverá uma demanda de 797 mil profissionais de tecnologia até 2025. Atualmente, há apenas 53 mil pessoas formadas anualmente em cursos de perfil tecnológico. Ou seja, a projeção é de um déficit anual de 106 mil talentos.

O Tech Já tem formato 100% online e aulas ao vivo. O curso tem a duração de quatro meses, com aulas de segunda a sexta-feira, quatro horas por dia. Não é necessário nenhum conhecimento ou experiência anterior na área. As aulas começam no dia 21 de março e vão até 8 de julho.

“No Rio de Janeiro estamos abrindo duas turmas (tarde e noite) com 40 alunos cada uma. Durante as inscrições, pedimos algumas informações para verificarmos se o candidato tem o perfil exigido para o curso. E, antes de as aulas iniciarem, também temos três aulas experimentais para os inscritos sentirem se há uma identificação com o conteúdo. É quando realizamos a seleção final dos alunos”, explica Daniel Tambelini, coordenador do programa na Junior Achievement do Rio de Janeiro.

Ao final do curso, os alunos recebem o Certificado Profissional de Suporte em TI, emitido pelo Google, além da certificação da Junior Achievement Brasil. A partir deste momento, eles passam a integrar os bancos de talentos de empresas parceiras, e poderão ser indicados para vagas de emprego na área de TI.

Como as empresas podem proteger os clientes (e a si mesmas) contra fraudes online 399

Jim Magats é VP Sênior de Omni Payments do PayPal / Divulgação

Confira artigo de Jim Magats, VP Sênior de Omni Payments do PayPal

“Outro pacote?”; “o que eu pedi agora?”. Estas vêm se tornando perguntas cada vez mais comuns em muitos lares no mundo inteiro no decorrer dos últimos quase dois anos de pandemia, conforme os consumidores foram migrando seus hábitos de compra para os canais digitais.

De acordo com o estudo “Consumo Online no Brasil”, parceria do PayPal e da Edelman, 98,3% dos brasileiros dizem preferir fazer compras online porque elas são mais fáceis; e 97,3% admitem que gostam da experiência. Cerca de 87,5% afirmam que as compras online fazem parte de sua vida cotidiana; e 84,5% explicam que passaram a fazer mais compras e pagamentos online durante a pandemia.

A questão é que, com esse aumento sem precedentes do e-commerce, também aumentaram as ameaças de fraude digital. À medida que os consumidores se envolvem mais no ambiente online, os golpistas adaptam suas técnicas e métodos. E mesmo sabendo disso, muitos consumidores não pensam na segurança de sua transação ao fazer uma compra online.

Eles confiam no vendedor para concluir a transação e manter suas informações financeiras e pessoais seguras como parte do processo, sem ter de pensar duas vezes. E esse é um desafio extra para o varejista, porque, no caso de um consumidor vítima de fraude, isso pode resultar na perda de um cliente.

A realidade é que muitas empresas não atuam no ramo de gerenciamento de fraudes. A maioria luta para acompanhar as ameaças em constante aperfeiçoamento dos golpistas e a necessidade de manter suas próprias operações de negócios em movimento – e crescendo, ao mesmo tempo.

De acordo com recente estudo global do Ponemon Institute e do PayPal, muitas organizações travam verdadeiras batalhas para proteger seus negócios contra transações online fraudulentas. Dos mais de 600 lojistas pesquisados, 65% apontaram o aumento da sofisticação dos golpistas como o principal desafio que enfrentam para mitigar fraudes financeiras online. Essa dificuldade foi agravada pela necessidade de rápida transformação digital, patrocinada pela Covid-19. De acordo com o estudo, embora as empresas reconheçam a necessidade da transformação digital para permanecerem relevantes e competitivas, 81% afirmaram que esse passo as tornou mais vulneráveis à fraude online.

Então, o que tudo isso significa? Os dados mostram que as empresas estão perdendo uma média de US$ 4,5 milhões por ano devido a transações fraudulentas online. Essa perda é potencialmente apenas a ponta do iceberg, especialmente para as maiores. E um dos principais itens que contribuem para essa perda financeira é a fraude de estorno, uma solicitação fraudulenta de reembolso responsável por 42% dos incidentes de fraude online, de acordo com o nosso estudo.

Apesar dessas estatísticas surpreendentes, muitas empresas não estão tomando as medidas necessárias para se proteger, com pouco mais da metade (51%) informando estar priorizando a proteção de transações financeiras online. De acordo com estudo recente da Juniper Research, a fraude de pagamentos online ultrapassou US$ 20 bilhões em 2021.

O que os vendedores devem fazer para ajudar a proteger seus clientes e negócios? Existem várias opções à disposição das empresas, para que possam combater as fraudes online.

  1. Concentre-se na prevenção da fraude de estorno. Os estornos costumam ser muito custosos, e os novos desafios de transporte e logística durante a pandemia, bem como o cancelamento de viagens, resultou em ainda mais estornos. Embora muitos deles fossem legítimos, diversos outros foram resultado de atividades fraudulentas. As soluções de proteção contra estorno podem ajudar uma empresa a lidar automaticamente com disputas e recuperar tempo e dinheiro. As empresas também devem implementar métodos de verificação robustos, que verificam se as informações de faturamento que um cliente insere correspondem aos dados de faturamento no arquivo com o emissor, bem como marcações automáticas para pedidos incomuns – como um cliente que pede uma grande quantidade de um determinado produto, por exemplo.
  2. Use o aprendizado de máquina. As empresas podem aproveitar o machine learning para ajudar a detectar e mitigar fraudes em tempo real. Muitas ferramentas no mercado também oferecem às empresas a capacidade de personalizar suas soluções antifraude com base em suas necessidades. Elas ajudam empreendedores e empreendedoras a se adaptarem às mudanças nas condições de mercado e no comportamento de compra dos consumidores de forma mais rápida e ágil. Como demonstrado nos últimos dois anos, o mundo pode mudar em um instante.
  3. Invista em colaboração. A proteção contra fraudes não deve ser feita individualmente. A priorização da proteção de transações online deve ser feita em parceria com especialistas internos e parceiros da indústria. A colaboração pode melhorar o tempo para detecção e, em última análise, reduzir os custos financeiros e de marca.
  4. Ouça seus consumidores. Forneça um fórum ou canal de contato dedicado, por meio do qual os clientes possam relatar comportamentos suspeitos ou experiências questionáveis em sua plataforma. Vários tipos de fraude são frequentemente identificados por intermédio de aconselhamento ao cliente, portanto, certifique-se de que seus consumidores tenham uma maneira fácil e rápida de relatar quaisquer problemas ou preocupações acerca do seu site.
  5. Esteja sempre alerta. Finalmente, e mais importante: é preciso entender que malfeitores e golpistas são uma constante e sempre estarão evoluindo suas técnicas para contornar sistemas de defesa. Mantenha-se informado sobre as últimas tendências e desenvolvimentos de políticas de segurança e esteja ciente de que um ataque ou vulnerabilidade sempre pode surgir.

No final do dia, reduzir a exposição à fraude pode aumentar muito as taxas de autorização e conversão de uma empresa e criar clientes fiéis para o resto da vida.

4 vantagens na implementação do low-code nas empresas 385

Rafael Bortolini é Head de Produtos da Zeev / Divulgação

Head de Produtos da Zeev, Rafael Bortolini comenta principais vantagens na hora de escolher as ferramentas de pouco código

Plataformas low-code (ou plataformas de pouco código) são tendência em todo o mundo e têm ganhado cada vez mais espaço entre as empresas. Como um movimento tecnológico e social, permite a criação de aplicativos corporativos com pouca ou nenhuma programação de códigos, em contraponto à realidade de alta dependência de programadores e profissionais técnicos, cada vez mais disputados no mercado.

“A Zeev acredita que qualquer pessoa pode facilitar a sua rotina de trabalho. Colocamos nas mãos das pessoas o superpoder de criar seu próprio software e aplicativos”, descreve Rafael Bortolini, Head de Produtos da Zeev, empresa referência em low-code no Brasil. “Plataformas low-code permitem que as empresas consigam se modernizar de forma mais ágil, já que existe um grande déficit de mão-de-obra de TI no mercado e os bons profissionais são muito disputados”, acrescenta.

O desenvolvimento de softwares com low-code se assemelha muito ao montar de peças de um Lego, onde a criação é feita de acordo com as características de cada peça e de acordo com o que você deseja formar. O importante é que o resultado funcione e todas as peças se encaixem perfeitamente. Com um simples arrastar e soltar, essas peças gráficas se transformam em um aplicativo automatizado.

Segundo pesquisa realizada pela Forrester Research, empresa que realiza estudos de mercado sobre o impacto existente e potencial da tecnologia, plataformas em low-code irão representar 75% do total de softwares desenvolvidos em 2024. Para Bortolini, “a liberdade e a transparência nos levou a desenvolver um produto que pudesse ter mais aderência e maior utilização dentro das empresas de maneira rápida e objetiva”. A democratização e a velocidade são os diferenciais envolvendo a utilização de low-code e os serviços prestados pela Zeev. Como referência nesse setor no mercado brasileiro, Rafael Bortolini elenca quatro vantagens de aderir a esta tendência:

1 – Desenvolvimento acelerado

O uso de plataformas low-code permite que pessoas e empresas concentrem suas energias na entrega dos resultados. Estudos preliminares indicam um ganho de 10 vezes na velocidade de entrega de aplicativos e aumento geral da produtividade na entrega de soluções automatizadas.

2 – Autonomia ao desenvolvedor cidadão

De acordo com uma pesquisa da Forrester, publicada em 2020, em 65% das organizações, a área de TI não consegue concluir tudo aquilo que é pedido pelas áreas de negócios, por conta da grande demanda de projetos. Ao escolher qual caminho seguir e qual estratégia utilizar com as ferramentas low-code, as empresas podem colocar na prática a melhoria contínua e a criação de aplicativos por profissionais que não são desenvolvedores. “Com a tecnologia low-code os citizen developers, ou desenvolvedores cidadãos, podem automatizar e padronizar fluxos de trabalho de forma autônoma, sem depender exclusivamente da ajuda de área da TI”, completa Rafael Bortolini.

3 – Retorno financeiro

De acordo com um estudo realizado pela McKinsey, empresa norte-americana de consultoria empresarial, as empresas que se destacam na velocidade e qualidade no desenvolvimento dos softwares apresentam diferenças substanciais em termos de resultados financeiros, comparadas com as que não estão dando a devida atenção a esta questão. “O investimento em tecnologia low-code em comparação ao retorno é impressionante. Um de nossos clientes obteve um retorno sete vezes maior que o investido. Ou seja, é muito vantajoso utilizar uma ferramenta de pouco código, pois você ganha em mais velocidade e retorno sobre o investimento”, comenta Rafael.

4 -Otimização de processos internos

Por permitir que qualquer pessoa possa criar um software que facilite e otimize as rotinas de trabalho, independentemente da área de atuação, o low-code é um grande aliado para o gerenciamento de processos internos. “Seja dentro de um hospital ou na operação de um banco, a automatização de processos se torna muito mais possível com o pouco código, e pautada pelas necessidades reais das empresas. O que nos motiva muito em nosso trabalho com a Zeev é a possibilidade de ajudar com essa revolução em curso”, finaliza Rafael Bortolini.

Financiamento de veículos cresce 6,8% em 2021 e cenário é animador para 2022 392

Financiamento de veículos cresce 6,8% em 2021 e cenário é animador para 2022 / Divulgação

Mesmo com declínio ao longo dos meses do ano, saldo geral em 2021 foi positivo

De acordo com dados da bolsa de valores oficial do Brasil, a B3, as vendas financiadas de veículos em 2021 somaram 5,9 milhões de unidades, entre novos e usados – incluindo motos, autos leves e pesados. O número representa crescimento de 6,8% em relação ao ano de 2020, e equivale a 375 mil unidades financiadas a mais. Os destaques de 2021 foram os segmentos de veículos pesados e de motos com crescimento de 18% e 17,6% respectivamente, na comparação com o ano anterior.

Já o segmento de veículos leves teve alta de 4%, em comparação com os financiamentos realizados em 2020. No total de vendas financiadas, os veículos usados foram o grande alvo das procuras, correspondendo a 70% do total. As vendas aumentaram 10,7% em relação a 2020. Segundo a B3, os automóveis leves e com maior tempo de uso tiveram a maior procura.

Embora no acumulado do ano o saldo tenha sido positivo, os dados do mês de dezembro de 2021 apontaram uma queda de 16,8% nas vendas financiadas de veículos, com as de automóveis leves recuando 22%. É o quarto mês consecutivo em que o setor apresenta queda. Apesar do declínio constante, o mercado enxerga um cenário animador.

Na análise de Marcelo Ciscato, diretor da Alias Tecnologia, desenvolvedora do software “E-Registro”, que faz a gestão, arquivamento e automação do registro eletrônico dos contratos de financiamento de veículos para empresas públicas e privadas, as quedas constantes estão atreladas a variações do mercado, pois o país ainda passa por um processo de assentamento da economia pós-pandemia da Covid-19.

“Essa instabilidade está intimamente ligada ao nosso crescimento. A economia funciona como um motor que precisa de várias peças para se mover, e se uma dessas peças está defeituosa o motor terá mais dificuldade para operar. Enquanto tivermos instabilidade, esses números vão flutuar”, comenta.

Cenário positivo para 2022

Para Fernando Weigert, diretor da Alias, o crescimento no acumulado de 2021 permite um vislumbre do que está por vir. “No final do ano passado, vivemos um período de represamento repentino e drástico. Em 2021, apesar de ter sido também um ano desafiador, vimos até um pouco da saturação desse represamento, e muitos que adiaram a troca de carro agora o fizeram por termos um horizonte mais calmo. Por isso tivemos um aumento dos preços tanto de novos quanto de usados”, explica.

Para 2022, o especialista acredita que a economia reagirá no segmento de automóveis e financiamento. “Vimos que o mercado de financiamento se manteve firme no quadro geral, mesmo com algumas quedas. Acredito que haverá uma normalização no segundo semestre de 2022 e estamos otimistas, pois vimos inúmeras vezes a força do nosso povo para superar crises. Se a economia se estabilizar, o mercado crescerá, pois é fato é que uma pessoa só adquire um financiamento quando tem mais segurança e boas perspectivas”, finaliza.

Franqueadora do setor de corretagem destaca crescimento de Seguro de Vida e Saúde na pandemia 396

Franqueadora do setor de corretagem destaca crescimento de Seguro de Vida e Saúde na pandemia / Foto: Medienstürmer / Unsplash Images

Empresário de Santa Catarina inaugura duas novas unidades da Touareg Seguros no Estado e destaca crescimento de buscas na internet

“Diante de uma crise é que surgem novas ideias”. Essa é a frase que se encaixa na história do empreendedor, de Santa Catarina, Delmar Müller, de 39 anos, que investiu em duas franquias de seguros, uma em Blumenau e outra em Indaial, no auge da pandemia, em 2021. Müller está há cerca de um ano no mercado de seguros e se sente satisfeito por ter fechado um bom negócio, onde no mundo do franchising, a categoria de seguros é um dos empreendimentos que está se destacando cada vez mais pelo seu histórico de se manter em pé diante das incertezas, como foi o caso da pandemia.

O ato de empreender que se mostrou instável, durante a pandemia, também se tornou uma oportunidade de coragem aos que queriam investir. E mesmo em meio a pandemia, o setor de seguros teve maior visibilidade em 2021, apresentando um crescimento de 14,5% no acumulado até novembro, de acordo com a Superintendência de Seguros Privados (Susep). Assim foi para o franqueado Delmar que apesar do medo em investir em um período incerto, não freou os seus sonhos e se manteve firme inaugurando as suas duas unidades.

Com mais de 200 unidades de franquias espalhadas pelo Brasil, a Touareg Seguros é referência no segmento de seguros que há 11 anos compreende que oferecer aos seus franqueados um treinamento periódico é fundamental para transformá-los em franqueados de sucesso, trazendo lucro e credibilidade. Müller com pouco tempo de experiência como franqueado da Touareg Seguros, reconhece essas vantagens, e se mantém inspirado em conquistar mais metas com o auxílio que sabe que pode contar da franqueadora.

“Iniciamos a parceria com a Touareg em 2021, no auge da pandemia e lockdown, na época estávamos com receio de investir, principalmente em seguros que era algo novo para mim. Mas, decidimos apostar no negócio, pois os produtos de seguros estavam sendo comercializados a todo vapor na pandemia. E o modelo de franquia também me confortou, já que traz segurança ao empreendedor. Para a nossa surpresa, no final de 2021, fechamos o ano com balanço positivo e isso se deve ao fato da franqueadora ter transferido todo conhecimento e know how de mais de 30 anos dos seus sócios, e pela franqueadora prestar total assistência técnica e comercial, além da assessoria de mercado que disponibiliza diariamente”, relata Delmar.

A Touareg Seguros tem uma verdadeira Universidade Corporativa em que os franqueados e funcionários da rede têm treinamentos constantes, tanto remoto, quanto presencial. A franqueadora fica em Salvador e traz a inovação não só no conteúdo, mas também na experiência dos franqueadores. Os conteúdos auxiliam desde a gestão da unidade de seguros até a captação de clientes.

“O faturamento de uma unidade da Touareg pode chegar a 60 mil reais com uma margem de lucro de até 10 mil reais. Ensinamos aos franqueados, na nossa Universidade Corporativa, a como fazer a administração da sua unidade, ter lucro, e criar a rotina de trabalho. O franqueado que fizer os treinamentos, buscando sempre estar atualizado, e que tenha foco terá sucesso como o Delmar que nos representa no estado de Santa Catarina”, evidencia Luiz Villar, Diretor da Touareg.

Durante a sua trajetória como empreendedor, Delmar passou por alguns desafios que o fizeram alcançar o sucesso. Ao empreender, teve dificuldade na conquista dos primeiros clientes e em se adaptar e explorar o mercado digital que para ele é um ambiente totalmente novo. “Como muita gente, passamos por um período de incertezas, queda de receita familiar e problemas diversos ocasionados pela pandemia. Precisávamos de uma nova fonte de renda e o negócio de franquia nos possibilitou recomeçar uma nova história, com muito trabalho, mas com a certeza de que estávamos no caminho certo”, afirma o franqueado.

Os dados de pesquisa só confirmam essa satisfação de Müller, onde o mercado de seguros do Brasil apresentou um aumento de 19,8% nos primeiros 6 meses de 2021, atingindo uma arrecadação de R$ 145,1 bilhões, conforme a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). Para Delmar, o negócio está em constante crescimento.

Antes de investir em um negócio de seguros, Delmar trabalhava na área de Consultoria Comercial, a decisão do franqueado em abrir uma franquia foi ideia própria, mas teve o apoio da família. Os seguros mais vendidos nas suas duas unidades são o seguro de vida, seguro equipamentos e automóveis. “Nossa maior demanda é pela prospecção de clientes, porém as demandas passivas crescem a cada dia pela própria referência dos atuais clientes satisfeitos com nosso modelo de consultoria, o qual se diferencia muito das corretoras convencionais”, explica Delmar. “Nosso objetivo é de consolidar cada vez mais o nosso negócio e alcançarmos a marca de 10 unidades operacionais no estado de Santa Catarina”, demonstra.

Müller afirma que os resultados foram melhores que o esperado. No primeiro ano, o faturamento apresentou uma média de 20% de crescimento do esperado. “Apesar dos desafios, percebemos que tomamos a decisão correta ao entrarmos no ramo de franquias, pois recebemos da franqueadora todos os recursos que precisávamos”, conta Delmar.

História empreendedora

Delmar Müller, nascido em Pato Branco/PR, teve uma adolescência marcada pela separação de seus pais, e aos 13 anos de idade passou a morar com o seu irmão mais velho. Sem uma influência inspiracional dos pais, a referência do irmão foi essencial para realizar os seus objetivos. Com 14 anos, começou a trabalhar para ter um sustento, onde teve o seu primeiro emprego como atendente de lanchonete e, logo, como estagiário de uma instituição bancária. Mas o lado empreendedor de Delmar surgiu quando ele tinha 10 anos de idade: “Quando comecei a fabricar vara de pesca para vender para a vizinhança, foi um show na garagem”, diz.

Como franqueado da Touareg Seguros, Delmar Müller, reforça que para alavancar um negócio é preciso muito estudo, disciplina, trabalho duro e dedicação. O empresário dá dicas para quem pretende abrir a própria franquia em 2022. Confira:

  1. Não dependa da opinião dos outros, acredite em você.
  2. Estude muito, e sempre. Faça os treinamentos da franqueadora.
  3. Estabeleça uma pessoa de referência, e se espelhe nela.
  4. Seja organizado.
  5. Valorize sempre as pessoas, mas saiba dizer não.

Müller diz que ter uma relação constante com a franqueadora é fundamental para colher novas experiências e dicas valiosas para serem aplicadas no próprio negócio.