Pacientes oncológicos aguardam priorização no plano de imunização 551

Pacientes oncológicos aguardam priorização no plano de imunização

1,5 milhão de brasileiros com câncer fazem parte da extensa lista de pessoas com comorbidades prevista para uma futura fase 3

Embora as descobertas científicas no diagnóstico e tratamento do câncer avancem em todo o mundo, neste Dia Mundial de Combate ao Câncer, lembrado em 8 de abril, a pandemia da Covid-19 é a maior preocupação dos especialistas da área. O medo do contágio foi o principal fator por trás de uma queda alarmante nos atendimentos oncológicos e, com a segunda onda acontecendo no Brasil, o problema pode se estender por ainda mais tempo. Um cenário de incertezas e vulnerabilidade agravado pela falta de perspectiva relativa ao calendário de vacinação para os 1,5 milhão de brasileiros que atualmente passam por tratamentos contra tumores malignos, de acordo com o GLOBOCAN 2020 – relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) que apresenta o panorama mundial da doença.

Estudo liderado pelo Grupo Oncoclínicas, publicado neste início de ano pelo Journal of Clinical Oncology (JCO), mostrou que pacientes com câncer tiveram taxa de mortalidade pelo vírus seis vezes maior se comparada aos números gerais registrados até aqui. Ao todo, 198 participantes foram pesquisados, sendo que 167 (84%) tinham tumores sólidos e 31 (16%) neoplasias hematológicas (no sangue). A maioria deles estava em terapia sistêmica ativa ou radioterapia (77%). A mortalidade geral por complicações de Covid-19 foi de 16,7%, sendo que, em modelos univariados, os fatores associados à morte após o diagnóstico de contaminação pelo coronavírus foram tratamento em um ambiente não curativo, idade superior a 60 anos, tabagismo atual ou anterior, comorbidades coexistentes e câncer do trato respiratório.

“A análise endossa as recomendações para termos ações que contribuam para minimizar os riscos de infecção pelo SARS-CoV-2 entre pacientes com câncer e indica o senso de urgência da vacinação para essas pessoas. Diante do cenário que vivemos, com altos índices de contaminação e ocupação dos leitos hospitalares no limite, temos que considerar a inclusão específica dessa parcela da população no Plano Nacional de Imunização como uma medida importante para garantir que essa parcela da população tenha sua necessidade priorizada e respeitada”, explica afirma o oncologista Bruno Ferrari, fundador e presidente do Conselho de Administração do Grupo Oncoclínicas.

Vale lembrar que o câncer faz parte da lista de doenças estabelecida pelo Ministério da Saúde cujo tratamento não pode ser considerado eletivo. Atualmente, pacientes oncológicos estão incluídos no contingente de 17,8 milhões de indivíduos que compõem uma longa lista de comorbidades feita pelo Governo Federal, entre as quais também estão contempladas obesidade, diabetes, cardiopatias e hipertensão, entre outros. Todos devem ser contemplados em algum momento na chamada fase 3 do Plano Nacional de Imunização. Não há, contudo, ainda um escalonamento claro de como se dará essa agenda de vacinação, considerando as especificidades e graus de risco de cada uma dessas doenças associadas ao agravamento da Covid-19.

Com base nas análises científicas feitas no Brasil e também em outros países, a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) encaminhou ofício ao Ministério da Saúde solicitando prioridade na vacinação para quem passa pelo tratamento contra o câncer.

Pandemia afeta rotina de pacientes oncológicos e adia novos diagnósticos da doença

Ainda que a OMS ressalte não ser possível ter uma visão apurada neste momento dos impactos diretos da pandemia na luta contra o câncer, a entidade alerta que há motivos efetivos para preocupação com as consequências da situação atual para a oncologia. Essa percepção é reforçada por um levantamento do Movimento Todos Juntos Contra o Câncer (TJCC), realizado em 2020: mais de 700 pessoas entre pacientes oncológicos, cuidadores e profissionais de saúde, disseram sentir o impacto da pandemia na oncologia.

Dos pacientes consultados, 38% afirmaram ter remarcado por decisão própria ou a pedido da instituição onde realizam acompanhamento de suas consultas com o especialista e 28% sofreram alterações de agenda para realizar os exames de acompanhamento da doença. Do lado dos profissionais de saúde, 34% afirmaram que tiveram pacientes com cirurgias oncológicas adiadas e que entre os tratamentos mais comuns indicados para tumores malignos, 17% observaram que foram necessárias remarcações de sessões de radioterapia e outros 15% de quimioterapia.

Dados como estes são alarmantes, já que o tratamento do câncer não deve parar. “Para o paciente, a interrupção na linha de cuidados pode levar ao agravamento da doença e de fato reduzir amplamente as chances de cura. Há um ano estávamos aprendendo a lidar com a falta de conhecimento sobre o novo coronavírus e, de fato, a ausência de informações precisas acabou gerando uma onda de adiamentos das terapias por pacientes receosos com uma possível exposição à Covid-19”, destaca Bruno Ferrari.

E o problema não se restringe ao medo de quem depende de tratamento contra tumores malignos. Outros estudos mostram a mesma tendência negativa com relação aos exames de rastreamento preventivo e diagnóstico. O relatório Radar do Câncer, divulgado em março pelo Instituto Oncoguia com informações do DataSUS, aponta que o volume de biópsias realizadas no país teve uma queda em números absolutos de 737.804 para 449.275, quando comparados os meses de março a dezembro do ano passado com o mesmo período em 2019. Isso significa uma redução de 39% na realização desse procedimento que, apesar de classificado como eletivo, é essencial para a definição de condutas no combate ao câncer.

“O adiamento nos acompanhamentos médicos de rotina podem ter como consequência um aumento nos índices de tumores descobertos em fase mais avançada, o que poderá reduzir as chances de cura em muitos casos. E esse é um problema de saúde pública que deverá mudar o panorama do câncer, com aumento da letalidade e reflexos negativos em termos de qualidade de vida dos pacientes”, diz o médico.

Atendimento online pode ajudar

O fundador e presidente do Conselho de Administração do Grupo Oncoclínicas lembra que apesar de todos os fluxos nos centros de tratamento estarem seguindo os mais rígidos protocolos para assegurar um ambiente livre de contaminação, reduzir deslocamentos, aumentar o distanciamento social e o isolamento e manter as medidas de higiene e o uso de máscaras são fundamentais enquanto não temos um horizonte de imunização em massa.

Contudo, ele faz questão de alertar não só quem precisa de cuidados médicos continuados, mas a população em geral sobre a relevância de não descuidar da saúde: com sintomas ou sentindo algo errado, é preciso procurar um médico. Neste momento, aconselha: diante do receio de sair de casa para buscar aconselhamento especializado, há a alternativa de agendar uma consulta remota para evitar deslocamentos desnecessários.

“Nada substitui uma consulta presencial, mas esses são tempos diferentes de tudo o que já vivemos e precisamos nos adaptar da melhor forma possível. A telemedicina tem se provado ser uma grande aliada e, por meio dela, seu médico sempre saberá indicar, por conhecer suas características, o que é melhor para você. E se não tiver um profissional de sua confiança, busque sempre a opinião de um especialista habilitado para que seja possível receber orientações precisas para o seu caso antes de qualquer tomada de decisão”, finaliza Bruno Ferrari.

O que diz a OMS

A descoberta tardia pelo atraso na realização de exames de rastreamento e a falta de acesso a tratamentos, especialmente em países em desenvolvimento, estão entre os aspectos ressaltados pela Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (Iarc, sigla do inglês), entidade ligada à OMS que estima os efeitos que afetam diretamente os cuidados oncológicos. A organização informou que nas duas últimas décadas o número total de novos casos de câncer quase dobrou, saltando de 10 milhões estimados em 2000 para 19.3 milhões em 2020. Além disso, em todo o mundo, um total de mais de 50 milhões de pessoas compõem o contingente de pacientes que vivem os chamados cinco anos de prevalência do câncer atualmente.

As projeções do Globocan 2020 indicam ainda que nos próximos anos há uma tendência de elevação dos índices de detecção do câncer, chegando ao patamar de quase 50% a mais em 2040 em comparação ao cenário atual, quando o mundo deve então registrar algo em torno de 28.4 milhões de novos casos de câncer. Isso significa que a cada cinco pessoas, uma terá câncer em alguma fase da vida. Nos países mais pobres, a incidência da doença deve ter um crescimento superior a 80%.

O número de mortes por câncer, por sua vez, subiu de 6,2 milhões em 2000 para 10 milhões em 2020 – uma equação que aponta que a cada seis mortes no mundo uma acontece em decorrência do câncer. No Brasil, apenas no ano passado, foram diagnosticados 592.212 novos casos e registrados 259.949 óbitos em decorrência de neoplasias malignas. Estimativas do Instituto Nacional do Câncer (INCA) apontam ainda que são esperados ao menos outros 625 mil diagnósticos de câncer sejam registrados até o final de 2021.

E a tendência é que haja aumento nesse triste ranking, já que a OMS também indica que a pandemia trará como consequência mais casos de pacientes com câncer em estágio avançado por conta dos atrasos na descoberta e tratamentos de tumores malignos.

Allianz Seguros promove novas doações de cestas básicas à Comunidade Santa Rita 256

Allianz Seguros promove novas doações de cestas básicas à Comunidade Santa Rita / Divulgação

São cerca de 28 toneladas de alimentos e itens de higiene e limpeza para mais de 650 famílias

Entendendo o atual cenário, de agravamento da pandemia de Covid-19 e do retorno das medidas restritivas, a Allianz Seguros promove a sexta doação de cestas básicas, com 28 toneladas de alimentos e itens de higiene e limpeza, à Comunidade Santa Rita, localizada na Zona Leste de São Paulo. A ação acontece entre os dias 14 e 23 de abril, sendo organizada pela equipe de profissionais da Associação Beneficente dos Funcionários do Grupo Allianz (ABA), que fizeram contato telefônico prévio com as famílias, de crianças e adolescentes matriculados na entidade, e agendaram os dias e horários de retirada – respeitando todos os protocolos de segurança e prevenção à Covid-19. Ao todo, serão envolvidas mais de 650 famílias.

“A Allianz tem um olhar muito atento às ações de responsabilidade social, atuando há 27 anos junto à Comunidade Santa Rita por meio da ABA. Nesse período adverso que enfrentamos não seria diferente. A companhia segue próxima, direcionando esforços e recursos às famílias vulnerabilizadas pela pandemia”, afirma Eduard Folch, presidente da Allianz Seguros.

O feito compõe uma série de iniciativas da seguradora que, em 2020, doou mais de 128 toneladas de alimentos e itens de higiene e limpeza às famílias de frequentadores da Associação. “A corresponsabilidade social dentro da Allianz é um propósito, uma vez que a contribuição e o envolvimento dos colaboradores da companhia em ações voltadas para a ABA são constantes. Há o entendimento e a empatia das pessoas em se manterem engajadas com os princípios e causas da entidade”, complementa Marco Campos, diretor executivo de Recursos Humanos e Comunicação da Allianz Seguros e vice-presidente da Associação Beneficente dos Funcionários do Grupo Allianz.

Desde o início da pandemia até hoje, a ABA continuou próxima da Comunidade, promovendo rodas de conversas diárias e atividades virtuais. “Esses contatos e a disponibilidade em ouvir e atender as crianças e adolescentes, assim como seus familiares, fez com que nós sentíssemos a necessidade de apoiá-los e, juntos da Allianz, providenciássemos soluções práticas, como as doações feitas pela companhia”, explica Rose Oliveira, diretora da Associação Beneficente dos Funcionários do Grupo Allianz.

Atividades em andamento

Neste mês de abril, a ABA completa um ano fechada devido ao isolamento social e às medidas de prevenção à Covid-19. No entanto, isso não impediu que a Associação mantivesse as atividades em pleno funcionamento, apoiando remotamente no desenvolvimento socioeducativo das crianças e adolescentes, de 4 a 17 anos, e na capacitação e aculturamento digital de pessoas da terceira idade.

A organização criou o canal de YouTube ABA Digital, em que os educadores disponibilizam diariamente uma série de vídeos e atividades para acompanhar de casa. As crianças e adolescentes também conseguem enviar fotos das atividades, tirar dúvidas e socializar por meio do WhatsApp da ABA ou durante as rodas de conversas digitais, promovidas para manter o relacionamento com os educadores.

“No ano passado, disponibilizamos 1.079 videoaulas, com mais de 125 mil visualizações, promovemos 19 lives e sete mostras, como parte dos resultados positivos. A interação e o contato com as crianças e adolescentes foram importantes, principalmente, para incentivá-los a seguirem se desenvolvendo”, completa Rose.

Para este ano, a ABA prevê seguir com as atividades multidisciplinares e dinâmicas à distância, com possibilidade de retorno presencial a partir da imunização da equipe de profissionais, com cuidados redobrados com a saúde coletiva.

Analfabetismo Financeiro: como ele influencia a economia brasileira 378

Analfabetismo Financeiro: como ele influencia a economia brasileira

Educação financeira faz falta a brasileiros e país ostenta escore baixo se comparado a outros que estimulam o progresso econômico

O Brasil é um país com algumas dificuldades estruturais no tocante à educação. E uma das deficiências que mais causa consequências negativas a curto e longo prazo, é a falta de educação financeira para crianças, jovens e adultos.

O resultado do analfabetismo financeiro no Brasil é desastroso e as noções básicas de como lidar com dinheiro e as finanças pessoais fazem falta ao país. A partir disso é natural se perguntar como estamos no ranking do analfabetismo financeiro e o que fazer para melhorar o cenário.

Para responder essas perguntas, preparamos um conteúdo sobre como o analfabetismo financeiro dos brasileiros afeta a economia do país e tudo que você precisa saber sobre educação financeira para mudar o seu contexto social.

Analfabetismo financeiro, o lugar do Brasil nessa questão

Não é de hoje que o Brasil apresenta péssimos números referentes à educação financeira. Em pesquisa do PISA – Programa Internacional de Avaliação de Alunos – em 2018, o Brasil ficou na posição 17 dos 20 países avaliados no ranking de competência financeira.

A falta de consciência em crianças e jovens brasileiros produz uma população adulta que não sabe lidar com dinheiro. O resultado disso é uma bola de neve que só tende a crescer em que brasileiros assumem dívidas cada dia mais altas para tentar contornar sua situação.

Se pararmos para pensar, desde criança somos apresentados a conceitos básicos de como viver em sociedade e lidar com questões do coletivo. O que parece ter sido esquecido é que as consequências do analfabetismo financeiro não se limitam somente ao indivíduo.

Como a educação financeira pode ajudar a economia brasileira

A falta de controle financeiro dos brasileiros é uma questão comportamental e cultural. A consequência disso é um alto índice de inadimplência e uma população que, em grande parte, já teve problemas com dívidas e descontrole das finanças.

Nesse sentido, a solução está na educação financeira. É investindo na educação de crianças e adolescentes que teremos no futuro adultos com consciência econômica e, quem sabe, um país com baixa taxa de endividamento.

Benefícios da educação financeira

A promessa para os próximos anos é que, com a educação financeira fazendo parte da base comum curricular desde 2020, a imagem do Brasil melhore não só no ranking de competência do PISA, mas para todo o mundo.

Confira abaixo alguns benefícios do ensino do componente curricular para crianças e adolescentes do ensino básico:

1 – Ensina jovens a ter controle financeiro

Um dos ensinamentos mais importantes para jovens e adultos é aprender a controlar o que ganham e o que gastam. Tendo sempre a noção de que se deve gastar menos do que se ganha, para evitar endividamentos.

2 – Orienta sobre a importância de planejar

Um passo importante para mudar os hábitos em relação à vida financeira é dar a devida importância para o planejamento. Planejar pagamentos e gastos evita que as pessoas ajam por impulso e acabem contraindo dívidas.

3 – Ensina a poupar

Ensinar crianças e adolescentes a poupar dinheiro é dar a eles a oportunidade de ter uma reserva de emergência para um futuro mais seguro. Além disso, possibilita também a opção de investir e multiplicar seus rendimentos.

Sem essas noções básicas, analfabetos financeiros perdem a consciência do que ganham e acabam caindo em lugares perigosos. O que leva mais de 50% das famílias brasileiras a ficarem com o nome sujo.

Consequências sociais do analfabetismo financeiro

O analfabetismo financeiro e todos os problemas que ele causa, levam o país a lidar com problemas sociais e coletivos.

Além disso, o impacto também chega à segurança e à saúde pública, com o aumento de roubos e de pessoas adoecidas mentalmente pela má relação com sua vida financeira, respectivamente.

Países que levam a sério a educação financeira

Países que investem na educação financeira de crianças e adolescentes apresentam grandes índices de desenvolvimento humano e se destacam no cenário internacional. É o caso de países como Canadá, Noruega e Suécia, por exemplo.

Para esses países, investir nessa educação ainda na infância é garantir não só o desenvolvimento econômico, mas também uma sociedade mais justa e democrática.

“Novo normal” abre espaço para protagonismo de Tecnologias Integradas 490

"Novo normal" abre espaço para protagonismo de Tecnologias Integradas

Líder em assistência 24 horas, Allianz Partners apresenta sistemas que otimizam o processo de atendimento

Comumente associada ao futuro, a tecnologia sempre exerceu um papel de destaque na modernização e praticidade do cotidiano. Se antes as inovações já proporcionavam mudanças na rotina diária dos indivíduos, o “novo normal” provocado pela pandemia apresentou ao mundo rupturas estruturais significativas na vida do ser humano.

Nesse sentido, as tecnologias implementadas pela Allianz Partners, líder em assistência 24 horas, têm ajudado a companhia a promover maior humanização, otimização e eficiência nos atendimentos, com a mesma agilidade, qualidade e rentabilidade.

“A tecnologia passou a ser mais do que uma extensão do ser humano. A inteligência artificial agora faz parte do processo de sobrevivência, já que antigos hábitos como uma ida ao supermercado, à academia, ao trabalho e até a um encontro no shopping com os amigos passou a ser feito de forma digital”, enfatiza Adriano Reginaldo, diretor de Operações da Allianz Partners. “Mudanças abruptas como a causada pelo novo coronavírus mostram o quanto a humanidade avançou em termos de tecnologias integradas, e nós estamos nesse contexto apresentando inovações que facilitam e aproximam o cliente final de nossos serviços”, afirma.

Tecnologias Allianz Partners

Vianet

Feito para agilizar o processo de acionamento de assistência. O sistema permite que o prestador receba, em tempo real, uma solicitação de atendimento sem que haja a necessidade de contato humano. “Dessa forma, oferecemos maior agilidade tanto para o nosso parceiro quanto para o cliente que aguarda a demanda ser atendida, além de garantir mais segurança no processo”, ressalta Adriano. “Com as informações sobre a assistência chegando de forma rápida e detalhada ao prestador, evitamos contratempos desnecessários”, complementa.

Acompanha.net

Trata-se de uma ferramenta em que o segurado pode acompanhar em tempo real a chegada do prestador ao local da assistência, assim como outros serviços de geolocalização. “Por meio desse sistema é possível visualizar o tempo que o prestador irá levar para chegar ao destino, além de outros detalhes sobre a assistência, como o endereço, informações do atendimento e compartilhamento de correção de dados. O cliente final tem a solução em suas mãos e fica ciente de todo o processo, do começo ao fim”, cita Adriano.

Contact Center (WFM)

Com objetivo de otimizar a força de trabalho e gerar ganho de eficiência no processo de atendimento, a tecnologia Workforce-Management proporciona uma visão maior sobre o contato dos operadores com os clientes, a fim de gerar maior satisfação para ambas as partes. “A otimização é feita partindo de possíveis cenários e treinamentos para a central de atendimento. Com isso, conseguimos gerenciar o desempenho, prospectar situações e demandas, e avaliar as condições a depender do cenário”, reforça Adriano.

FindMe

Assim como o segurado tem a possibilidade de geolocalizar o prestador, o especialista de atendimento pode acessar a localização do segurado por meio do envio de um link por SMS. “Ambos possuem a praticidade do serviço de geolocalização. Com essa ferramenta é possível otimizar o serviço e fazer com que o atendimento seja mais rápido, evitando imprevistos de última hora, como problemas com o trânsito, por exemplo”, destaca Adriano.

Direct Assist

Simples e intuitivo, a tecnologia é um sistema de acionamento digital que pode ser feito por Smart Phone. “Trata-se de uma maneira mais rápida para o segurado buscar auxílio imediato do prestador, seja para reboque, mecânico, encanador ou eletricista”, diz Adriano.

URA digital

A URA digital é um sistema conhecido pelo atendimento automático e digital, sendo ágil e eficiente para as demandas dos clientes finais, disponível 24 horas. Quando o segurado entra em contato com a Central de atendimento para abertura de uma assistência, oferecemos a nova tecnologia para jornada digital. Ao escolher essa opção ele recebe um link por SMS e faz a abertura pelo browser do celular dele em apenas 5 passos e com seus dados já preenchidos mediante validação no banco de dados. “A partir da URA o segurado é capaz de solucionar o problema apenas com as informações disponíveis no banco de dados, sem que precise falar com um atendente. “Todo o processo é automatizado para que o cliente final resolva suas demandas em poucos minutos, otimizando também o trabalho do operador que fica focado em outros atendimentos mais complexos”, reitera Adriano.

Voice Technology (Allice)

No intuito de acionar e monitorar a prestação de serviço ao longo do atendimento, a ferramenta inteligente de reconhecimento de voz da Allianz Partners, Allice, é capaz de entrar em contato direto com o prestador e auxiliá-lo com a ocorrência. “A Allice é um sistema de voz que permite ao prestador fornecer informações importantes para o monitoramento do atendimento, receber e realizar contatos automatizados e seguros diretamente com o segurado por meio de conferência, permitindo acesso às necessidades e localização do cliente”, explica. “Essa tecnologia gera um ganho de eficiência considerável na prestação de serviços, garantido precisão e tranquilidade em situação de emergência, reduzindo o tempo de espera”, endossa Adriano.

WhatsApp – ChatBot

Da mesma forma que o sistema de inteligência artificial da Allianz Partners, o chatbot é capaz de identificar o problema do cliente final, coletar dados e enviar um prestador ao local em apenas alguns minutos, tudo de forma automática. “Por meio do WhatsApp, o segurado pode solicitar a assistência para o veículo. A partir da solicitação, pode escolher receber o prestador imediatamente ou agendar o atendimento, além de notificar à assistência sobre a presença de gestantes, crianças, deficientes ou idosos, conferindo maior segurança durante o serviço”, explica Adriano. “O objetivo é gerar ganho em produtividade e mais facilidade aos clientes finais”, complementa.

First Notice of Loss (FNOL)

No intuito de solucionar a demanda do cliente final, o sistema tem por objetivo gerar um relatório para a assistência explicando detalhes sobre uma perda, roubo ou dano, seja residencial ou no veículo. “É uma forma de fazer com que o prestador já fique ciente do caso e recorra aos procedimentos necessários o quanto antes para atender o segurado”, diz Adriano. “Por meio dessa tecnologia, assim que a ocorrência é gerada, um alerta é emitido e a assistência é acionada para providenciar o atendimento. O primeiro aviso é essencial para que o processo seja agilizado”, explica.

SulAmérica amplia formas de pagamento para clientes de Odonto Individual 272

SulAmérica amplia formas de pagamento para clientes de Odonto Individual

Formato de pagamento anual via cartão também segue disponível

A partir de agora, os clientes do SulAmérica Odonto Individual podem efetuar o pagamento mensal do plano odontológico por meio do cartão de crédito. Com essa nova possibilidade, a ideia é, além de não ocupar o limite do cartão, oferecer mais comodidade para todos os beneficiários. O formato de pagamento anual via cartão também segue disponível.

Trata-se de mais um diferencial do SulAmérica Odonto Individual. No formato de pagamento mensal via cartão de crédito, o produto possui carência de apenas 24 horas para procedimentos de urgência e emergência, de 90 dias para consultas e tratamentos e de 180 dias para prótese do ROL, além de custo acessível (a partir de R$ 49,90) e mais de 28 mil opções de atendimento na rede. Para contratar o plano de forma simples e rápida, acesse o site SulAmérica Odonto Individual.

Rede Saúde Total realiza transmissão online sobre Covid-19 em crianças 393

Rede Saúde Total realiza transmissão online sobre Covid-19 em crianças

Transmissão será no dia 29 de abril, às 19 horas

Com objetivo de dar continuidade ao Talk Show sobre saúde e qualidade de vida, a Rede Saúde Total realiza uma live no dia 29 de abril, às 19 horas, com o tema “Aspectos da Covid-19 em crianças: o que os pais devem saber?”. O evento conta com a apresentação do Fundador da Rede Saúde Total, Paulo Ribeiro e do Pediatra que é Gerente da UTI Neonatal do Hospital Icaraí, Dr. Gabriel Farias. Para assistir o talk show, é só acessar o @redesaudetotal, no Instagram.

De acordo com Paulo Ribeiro, o tema que será abordado precisa de uma atenção especial, por conta do aumento dos casos da Covid-19 durante o período infantil. “Sabemos que todo processo da Covid-19 é delicado e perigoso, em todas as idades. Mas é importante ressaltar que as crianças não estão livres de serem infectadas pela doença. Preparamos essa transmissão, com a finalidade de compartilhar conhecimento e alertar os pais, para que possam tomar todos os cuidados necessários. Estamos nos empenhando de forma incansável, tendo em vista a importância de informar e orientar a todos que participam das nossas transmissões”, explicou.

Pós-Graduado em Gestão da Qualidade em Saúde, pelo Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa na Albert Einstein e com mestrado em Saúde Materno Infantil pela Universidade Federal Fluminense (UFF), Dr. Gabriel Farias é Gerente da Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica do Hospital Icaraí. É membro titular da Sociedade Brasileira de Pediatria e é especialista em Terapia Intensiva Pediátrica, pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB).

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