“Sou segura”: mulher que acredita e desenvolve seu potencial tem destaque no setor de seguros 443

Stephanie Zalcman é Chief Placement Officer (CPO) da Wiz Soluções em Seguros e embaixadora da AMMS / Divulgação

Confira artigo de Stephanie Zalcman, Chief Placement Officer (CPO) da Wiz Soluções em Seguros e embaixadora da AMMS

A diversidade tem ganhado espaço em empresas de todos os setores e, felizmente, também no mercado de seguros, que há muito era tido como masculino. Mulheres e homens pensam diferente e isso traz uma combinação fundamental para atingir alta performance nas equipes.

As mulheres têm uma forma especial de lidar com as emoções das pessoas, por isso vocação natural para o mercado que trata da proteção, mas talvez por perfeccionismo ou carga histórica muitas vezes não se sentem capazes de exercer o mesmo cargo que homens. Mesmo estatisticamente sendo mais estudiosas e capacitadas, muitas ainda não se colocam como deveriam. Enquanto a mulher precisa se sentir capacitada para exercer suas funções, a natureza masculina impulsiona o homem naturalmente ao desconhecido, e portanto, estão sempre prontos a assumir posições de decisão com muito mais facilidade.

A Associação da Mulheres do Mercado de Seguros (AMMS), da qual sou embaixadora, apresentou em emocionante evento online na noite de ontem sua nova identidade visual e o mote “Sou Segura”, que se une ao slogan “Rumo ao equal”. A associação tratar justamente de desenvolver a equidade de gêneros no setor, preparar mais mulheres para os cargos de liderança, dando oportunidades para que elas façam mais networking, se preparem e se sintam mais seguras para assumir posições mais altas e também motivar as empresas a se engajarem nesse projeto para que tenhamos mais diversidade nas companhias, especialmente na alta gestão, melhorando o clima organizacional, motivando outras mulheres que estão em cargos menores e consequentemente trazendo maior rentabilidade para suas companhias.

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De acordo com a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), em 2000 as mulheres representavam 49% de profissionais do setor e hoje são aproximadamente 59%, mas embora a maioria dos profissionais de seguros seja de mulheres a participação delas em cargos de liderança ainda é limitada. Há uma maior participação de profissionais femininas em seguros de benefícios e de pessoas e mais masculinos nos ramos elementares, transportes e seguros financeiros.

Existem muitas profissionais preparadas para atingir os níveis de diretoria (C-level) nas empresas do setor. Elas precisam apenas ter mais confiança e estar dispostas a galgar tais posições, acreditar mais no seu potencial e ter menos autocobrança.

Mas o mercado está mudando, o empoderamento feminino tem trazido impacto incrível. Cada vez mais vemos mulheres confiantes e seguras, se desenvolvendo amplamente. É incrível olhar para trás e ter presenciado essa transição cultural.

Hoje sabemos que a igualdade vem da competência e do preparo. Excelentes profissionais sempre terão posição de destaque em nosso mercado, independentemente do gênero.

Aprendi em minha trajetória a ser forte e determinada, a investir em mim buscando ser a melhor especialista e assim competir em igualdade, sem medo de me aventurar no novo. Estamos caminhando para um mercado justo, equânime e acolhedor, onde diversidade é sinônimo de prosperidade.

Covid, Cyber, Compliance e ESG são principais preocupações para o setor de serviços financeiros 477

Covid, Cyber, Compliance e ESG são principais preocupações para o setor de serviços financeiros

Novo relatório da AGCS identifica principais riscos e tendências de perdas para setor de serviços financeiros

As instituições financeiras e seus diretores têm que navegar por um mundo em rápida mudança, marcado por riscos novos e emergentes impulsionados por exposições cibernéticas baseadas na confiança do setor na tecnologia, uma carga crescente de conformidade e a turbulência da Covid-19, de acordo com um novo relatório Tendências de Risco dos Serviços Financeiros: A perspectiva de uma seguradora da Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS). Ao mesmo tempo, o comportamento e a cultura das instituições financeiras estão sob crescente escrutínio de uma ampla gama de partes interessadas em áreas como sustentabilidade, práticas empregatícias, diversidade e inclusão e remuneração de executivos.

“O setor de serviços financeiros enfrenta um período de riscos acrescidos. A Covid-19 causou um dos maiores impactos já vistos na economia global, desencadeando um estímulo econômico e fiscal sem precedentes e níveis recordes de dívida governamental”, diz Paul Schiavone, Diretor Global de Soluções para Indústria – Serviços Financeiros da AGCS. “Apesar da melhoria das perspectivas econômicas, permanece uma incerteza considerável”. A ameaça de volatilidade econômica e de mercado ainda está por vir, enquanto o setor também precisa se concentrar cada vez mais nos chamados riscos ‘não financeiros’, como a ciberresiliência, a gestão de terceiros e cadeias de abastecimento, bem como o impacto da mudança climática e outras tendências ambientais sociais e de governança (ESG)”.

O relatório AGCS destaca algumas das tendências de risco mais significativas para bancos, gestores de ativos, fundos de private equity, seguradoras e outros players do setor de serviços financeiros, apontadas no Allianz Risk Barometer 2021, que entrevistou mais de 900 executivos do setor: Incidentes cibernéticos, surto pandêmico e os lucros cessantes são os três principais riscos, seguidos por mudanças na legislação e regulamentação – impulsionados, particularmentes, pela ESG e preocupações com a mudança climática. Os desenvolvimentos macroeconômicos, como o aumento do risco de crédito e o contínuo ambiente de baixa taxa de juros, ficaram em quinto lugar.

Os resultados do Allianz Risk Barometer refletem-se na análise de 7.654 de sinistros do segmento de serviços financeiros nos últimos cinco anos, cujo valor aproximado foi de 870 milhões de euros (US$1,05 bilhões). Os incidentes cibernéticos, incluindo crimes, são a principal causa de perdas por valor, seguidos por outros fatores como negligência e ações derivadas de acionistas.

Impacto da Covid-19

As instituições financeiras estão atentas às ramificações potenciais das respostas do governo e do Banco Central à pandemia, tais como taxas de juros baixas, aumento da dívida do governo e a diminuição do apoio e dos subsídios e empréstimos às empresas. Grandes correções ou ajustes nos mercados – como em ações, títulos ou crédito – poderiam resultar em potenciais litígios por parte de investidores e acionistas, enquanto um aumento nas insolvências também poderia colocar os próprios balanços de algumas instituições sob pressão adicional. “Podem ser apresentadas reclamações contra diretores e executivos de serviços financeiros em casos onde tenha havido uma falha percebida na previsão, divulgação, administração ou preparação da empresa para riscos relacionados à Covid-19”, diz Shanil Williams, Diretor Global de Linhas Financeiras da AGCS.

Cyber – grande exposição apesar do alto nível de gastos com segurança

O ambiente Covid-19 também forneceu um terreno fértil para os criminosos que procuram explorar esta crise, já que a pandemia levou a um aumento rápido e em grande parte não planejado do trabalho em casa, do comércio eletrônico e a uma rápida aceleração na digitalização. Apesar dos gastos significativos em segurança cibernética, as empresas de serviços financeiros são um alvo atraente e enfrentam uma ampla gama de ameaças, incluindo ataques de comprometimento de e-mails comerciais, ransomware, “jackpotting” de caixas eletrônicos – onde os criminosos assumem o controle dos equipamentos através de servidores de rede – ou ataques à cadeia de abastecimento. O recente incidente do SolarWinds teve como alvo bancos e agências reguladoras, demonstrando as potenciais vulnerabilidades do setor a interrupções decorrentes de sua dependência a prestadores de serviços terceirizados. A maioria das instituições financeiras está agora fazendo uso de softwares geridos por serviços em nuvem, o que diminui sua dependência aos de prestadores de serviços. Quando as coisas dão errado, as instituições enfrentam grandes interrupções de negócios, bem como responsabilidades civil de terceiros.

“Os prestadores de serviços terceirizados podem ser o elo fraco na cadeia de segurança cibernética”, diz Thomas Kang, Diretor de Cyber, Tech & Media, AGCS América do Norte. “Recentemente tivemos um cliente bancário que sofreu um grande vazamento de dados depois que um de seus fornecedores não apagou informações pessoais ao descontinuar um determinado hardware. Como as instituições financeiras lidam com os riscos apresentados pelo armazenamento em nuvem será crítico para o futuro. Elas estão efetivamente transferindo uma parcela significativa das responsabilidades de segurança cibernética para um terceiro. No entanto, ao fazer parceria com o fornecedor certo de serviço em nuvem, as empresas também podem aproveitá-la como uma forma de gerenciar sua exposição cibernética geral”.

Desafios de compliance em torno do ciberespaço, das criptomoedas e da mudança climática

A conformidade é um dos maiores desafios para a indústria de serviços financeiros, com a constante evolução e o crescimento da legislação e regulamentação em torno das atividades cibernéticas, novas tecnologias, mudanças climáticas e fatores ESG. De fato, o relatório observa que tem havido uma mudança na visão regulatória da privacidade e da segurança cibernética nos últimos anos, com empresas cumprindo exigências cada vez maiores. As consequências das violações de dados são de longo alcance, com multas e custos regulatórios mais altos, e crescente responsabilidade de terceiros, seguida de litígio. Os reguladores estão se concentrando cada vez mais na continuidade dos negócios, na resiliência operacional e no gerenciamento do risco de terceiros, após uma série de grandes interrupções em bancos e empresas de processamento de pagamentos. As empresas precisam operacionalizar sua resposta à regulamentação e aos direitos de privacidade, e não apenas olhar para a segurança cibernética.

As aplicações de novas tecnologias como Inteligência Artificial (IA), biometria e moedas virtuais, provavelmente aumentarão novos riscos e responsabilidades no futuro, em grande parte também em relação à conformidade e regulamentação. Com a IA, já houve investigações regulatórias nos EUA relacionadas ao uso de viés inconsciente em algoritmos de pontuação de crédito. Também houve uma série de processos relacionados à coleta e uso de dados biométricos. A crescente aceitação de moedas digitais ou criptomoeadas como uma classe de ativos acabará apresentando riscos operacionais e regulatórios para as instituições financeiras, com incertezas em torno de potenciais bolhas de ativos e preocupações sobre lavagem de dinheiro, ransomwares, a perspectiva de passivos de terceiros e até mesmo questões de ESG como “mineração” ou criação de moedas que utilizam grandes quantidades de energia. Finalmente, o crescimento do investimento na bolsa de valores, orientado pelas mídias sociais, aumenta preocupações com a venda enganosa, que já é uma das principais causas de sinistros.

Fatores do ESG no centro do palco

As instituições financeiras e os mercados de capitais são vistos como um importante facilitador da mudança necessária para enfrentar a mudança climática e incentivar a sustentabilidade. Mais uma vez, a regulamentação está estabelecendo o ritmo. Já foram introduzidas mais de 170 medidas regulatórias ESG globalmente desde 2018, com a Europa liderando o caminho. O aumento da regulamentação, em combinação com abordagens inconsistentes entre jurisdições e a falta de disponibilidade de dados, representa desafios operacionais e de conformidade significativos para os prestadores de serviços financeiros. “Os serviços financeiros podem estar à frente de muitos outros setores quando se trata de abordar ESG, mas ainda será um fator importante para moldar o risco nos próximos anos”, diz David Van den Berghe, Diretor Global de Instituições Financeiras da AGCS. “As tendências sociais e ambientais são cada vez mais fontes de mudança regulatória e de responsabilidade, enquanto o aumento da divulgação e dos relatórios tornará muito mais fácil responsabilizar as empresas e seus conselhos”.

Ao mesmo tempo, os acionistas ativistas ou partes interessadas se concentram cada vez mais nos tópicos da ESG. O litígio sobre mudança climática, em particular, está começando a incluir instituições financeiras. Anteriormente, os casos tendiam a focar na natureza dos investimentos, embora tenha havido um uso crescente de litígios que procuram impulsionar mudanças de comportamento e forçar o debate sobre a divulgação de informações. Além da mudança climática, responsabilidades sociais mais amplas estão sendo examinadas, sendo a remuneração e a diversidade da diretoria tópicos particularmente quentes, e questões regulatórias. “As empresas que se comprometem a lidar com as mudanças climáticas e a diversidade e inclusão precisarão seguir adiante. Para aquelas que não o fizerem, ele voltará para assombrá-las”, diz Van den Berghe.

Tendências de sinistros e impacto no mercado de seguros

O relatório da AGCS também destaca algumas das principais causas de sinistros nas instituições financeiras. O fato de que o risco de compliance está crescendo é preocupante, já que as questões de conformidade já são um dos maiores motivadores de sinitros. “Manter-se a par da conformidade em um mundo em rápida mudança é uma tarefa difícil para as empresas e seus diretores e administradores”, diz Williams. “Sua carga de cumprimento é enorme, e agora é acompanhada por um crescente ativismo regulatório, ação legal e financiamento de litígios”.

Os incidentes cibernéticos já resultam nos mais caros sinistros e as seguradoras estão vendo um número crescente de perdas relacionadas à tecnologia, incluindo aquelas contra diretores após grandes violações de privacidade. Outros exemplos incluem sinistros de grande porte relacionados a instruções de pagamento fraudulentas e fraudes do tipo “presidente falso”. Tais pagamentos podem estar nos milhões de dólares. A AGCS também tratou de uma série de sinistros de responsabilidade civil decorrentes de problemas técnicos após quedas de sistemas, onde e os clientes não foram capazes de executar operações e fizeram reclamações contra os segurados por perdas de oportunidades. Também houve sinistros onde uma falha no sistema causou danos a terceiros; uma instituição financeira sofreu uma perda significativa após um erro no sistema de negociação causando falhas de processamento para os clientes.

A atividade de perdas recentes, agravada pela incerteza da Covid-19, contribuiu para uma reformulação do mercado de seguros para instituições financeiras, caracterizado por preços ajustados e maior foco na seleção de riscos pelas seguradoras, mas também um interesse crescente por soluções alternativas de transferência de riscos, além dos seguros tradicionais. O seguro é cada vez mais uma parte importante da pilha de capital das instituições financeiras e um número crescente está fazendo parcerias com seguradoras para gerenciar riscos e exigências regulatórias de capital ou utilizando seguradoras cativas para compensar as mudanças nos mercados de seguros ou para financiar riscos mais difíceis de colocar.

“Na AGCS, estamos empenhados em nos envolver com instituições financeiras para ajudá-las a mitigar suas exposições e desenvolver soluções adequadas de transferência de risco para um setor que está embarcando em uma grande transformação, impulsionada pela adoção acelerada de tecnologia e pelas crescentes questões de ESG, ao mesmo tempo em que temos que dominar os impactos da pandemia Covid-19”, diz Schiavone.

Via Direta Corretora de Seguros promove live comemorativa sobre o futuro do mercado de seguros 302

A Via Direta Corretora de Seguros realiza uma transmissão online, que acontece no dia 13 de maio, às 19 horas, com o tema “As novas tendências do mercado de seguros: Os próximos 25 anos”. O evento conta com a presença do Vice Presidente Comercial e Marketing da Porto Seguro, Rivaldo Leite e da Sócia-Fundadora da Safe2Go, Ana Carolina Mello. A live será transmitida no canal do YouTube da Via Direta.

De acordo com o CEO da Via Direta, Jefferson Floriano, falar sobre o futuro do setor é essencial para compreender as mudanças e se adaptar ao que o novo pode proporcionar. “Durante a live comemorativa, vamos receber o Rivaldo Leite e a Ana Carolina Mello, para falar do futuro e contar um pouco do presente também. As novas tecnologias já estão presentes no cotidiano, não só dos corretores, mas da sociedade de um modo geral e vamos dialogar sobre como os diferentes atores desse setor estão conduzindo essas tendências. Nosso objetivo é compartilhar conhecimento com os participantes. Será uma interação muito positiva, em vários aspectos”, explicou.

Com uma trajetória profissional contabilizando 40 anos de mercado, sendo os últimos 21 como líder na Porto Seguro, Rivaldo Leite atuou como Gerente de Produção, Superintendente, Diretor Regional, Diretor Geral e de Vendas Online e atualmente é o Vice-Presidente Comercial e de Marketing da seguradora. Formado em Marketing Estratégico pela Insper, o executivo é o atual Presidente do Sindseg-SP.

Com 25 anos de experiência no mercado segurador, Ana Carolina Mello atuou em empresas multinacionais, desenvolvendo e gerenciando equipes de alta performance em subscrição, resseguro, desenvolvimento de produtos e transformação digital. Formada em Administração de Empresas pela Universidade de São Paulo, a executiva é Conselheira da Associação das Mulheres do Mercado de Seguros, já trabalhou na Chubb, RSA, Argo e atualmente é Sócia Fundadora da Safe2Go.

Bradesco Seguros oferece desconto na contratação e nas parcelas dos seguros Auto e Residencial 534

Leonardo de Freitas é Diretor da Organização de Vendas do Grupo Bradesco Seguros / Divulgação

Clientes podem ter descontos contratando os seguros pelo Cartão de Crédito Bradesco Seguros e com o programa de recompensas Livelo

O Grupo Bradesco Seguros reforça mais uma oportunidade para facilitar o acesso aos seus produtos e serviços. Os clientes que contratam os produtos: Bradesco Seguro Auto e Bradesco Seguro Residencial Sob Medida, com o cartão de crédito Bradesco Seguros e utilizando o programa de recompensas Livelo, podem aproveitar as condições especiais para reduzir o valor da apólice.

“O programa de recompensas é uma estratégia presente no mercado de seguros, que pode ser ainda mais explorada pelo corretor – fidelizando sua carteira, captando novos clientes e aumentando significativamente suas vendas. Os descontos no valor dos seguros podem ser um grande diferencial para aumentar a oferta dos produtos”, destaca Leonardo de Freitas, Diretor da Organização de Vendas do Grupo Bradesco Seguros.

Ao contratar os seguros, utilizando como forma de pagamento os Cartões de Crédito Bradesco Seguros, é possível obter desconto de 5% no valor total do prêmio. E em parcelas a vencer, após a emissão da apólice, o titular do cartão poderá acessar os canais online de atendimento Livelo e utilizar seus pontos acumulados para abater o valor contratado, podendo resgatar uma ou até 100% das parcelas do seguro.

“Aumentando o portfólio de parceiros B2B, a Livelo tem se tornado cada vez mais estratégica para os clientes finais. Há uma infinidade de possibilidades no uso de pontos e a parceria com a Bradesco Seguros mostra como o sistema de recompensas pode ser usado também para serviços do cotidiano, além de produtos”, observa Marcelino Cruz, Diretor de Relações Comerciais e Trade Marketing da Livelo.

Para maiores informações sobre os Cartões de Crédito Bradesco Seguros, acesse este endereço. E para consultar o saldo de pontos Livelo e trocar os pontos por desconto nas parcelas do seguro acesse aqui, ou entre em contato com as centrais de atendimento Livelo: 3004-8858, para capitais e regiões metropolitanas, ou 0800 757 8858, para demais regiões.

União da Credicor-RS com a Credseguro entrega soluções financeiras aliadas a tecnologia 1774

Instituições somam mais de 5 mil cooperados e um patrimônio líquido de R$ 132 milhões

No início do mês, a Credicor-RS foi incorporada pela Credseguro, uma solução que promete alavancar ainda mais negócios, soluções financeiras, tecnologias e produtos aos cooperados do Rio Grande do Sul. Fundada em 1999, a instituição gaúcha foi criada para os corretores de seguros e, com a união com a goiana Credseguro, mais pessoas e classes profissionais poderão operar com a cooperativa de crédito, como, por exemplo, os próprios clientes dos corretores, amigos e familiares.

Unidas, as instituições somam mais de 5 mil cooperados, ativos de mais de R$ 437 milhões, uma carteira de crédito de mais de R$ 200 milhões, mais de R$ 282 milhões em depósitos e patrimônio líquido de R$ 132 milhões. “Nós fomos muito bem recebidos pelos corretores gaúchos, estamos encantados com o espírito cooperativista dos associados no Sul. Tive a oportunidade de conversar com vários associados e todos manifestaram muito carinho pela sua cooperativa. Certamente terão todo o nosso empenho para que ampliem as suas operações e tragam seus familiares, seus clientes para fortalecermos ainda mais nossa operação”, destaca o diretor da Sicoob Credseguro, José Rios.

Tecnologia e expansão

Os clientes ja tinham à disposição todos os serviços bancários, investimentos com rentabilidades interessantes, linhas de crédito com menores juros, cartões de crédito e débito, entre outros. A novidade é que, com a incorporação pela Credseguro, que é interligada ao Sistema Sicoob, fica acessível aos cooperados gaúchos, também, a possibilidade de resolver tudo via smartphone pelo aplicativo do próprio Sicoob ou até mesmo pelo computador através do portal do Sistema. “Estou muito feliz com esta união das entidades, os profissionais corretores que já operavam com a nossa cooperativa agora terão inúmeros serviços e muita tecnologia à disposição, e com o atendimento pessoal e atencioso de toda a equipe de funcionários que todos já conhecem, que foi totalmente mantida”, afirma o presidente do Sindicato dos Corretores do Rio Grande do Sul (Sincor-RS), Ricardo Pansera. “Eu quero deixar o registro do nosso agradecimento à atuação do nosso Celso Vicente Marini que presidia a Credicor-RS e liderou esta união histórica”, acrescenta.

Porto Alegre e Caxias do Sul já contam com agências, mas a perspectiva dos dirigentes é de dobrar as operações em meses, com a abertura de mais agências já sendo estudadas. “Eu quero registrar o meu orgulho, a minha alegria de ter colaborado com esta entidade tão querida. Ela cresceu e os cooperados nos pediam para buscar uma parceria que proporcionasse serviços modernos, mais opções de linhas de crédito e investimentos, tecnologia de ponta. Nós não teríamos como oferecer tudo isso sozinhos. Agora, com a união à Sicoob Credseguro, já está disponível”, reforça o vice-presidente do Sincor-RS, que trabalhou ativamente no processo de união das duas cooperativas, André Thozeski.

Respeito ao corretor de seguros

A Sicoob Credseguro não vende seguros em suas agências, sendo uma cooperativa que reforça o respeito ao corretor de seguros, valor defendido pela Credicor-RS. José Pedro Tonin, executivo que ajudou a fundar cooperativa em 1999, resgata que as facilidades e o cuidado entregam mais tranquilidade a classe profissional. “Eu tenho um carinho muito grande pela nossa Credicor-RS que eu ajudei a fundar, comecei a trabalhar no projeto lá em 1998. É como um filho que a gente viu nascer, crescer, se tornar adulto, e agora acompanhamos o casamento. Desejo que esta união de duas famílias muito similares, a Credicor-RS e a Sicoob Credseguro, nos traga muito mais solidez e que a entidade se perpetue. Estou muito feliz”, finaliza Tonin.

Sicoob Credseguro Porto Alegre (RS): 51 3224-0688
Sicoob Credseguro Caxias do Sul (RS): 54 3215-2200

Como escolher os cuidados para seu gato ou cachorro de estimação 575

Como escolher os cuidados para seu gato ou cachorro de estimação

Confira artigo de Ale Boiani, CEO, fundadora e Sócia do 360iGroup

Ale Boiani é CEO, fundadora e Sócia do 360iGroup / Divulgação
Ale Boiani é CEO, fundadora e Sócia do 360iGroup / Divulgação

Para muitas pessoas os animais de estimação, como gatos e cachorros, são considerados parte da família. E assim como protegemos nossos familiares, devemos pensar na proteção dos nossos filhos de quatro patas. Da mesma forma que pessoas estão sujeitas a acidentes e doenças e podem precisar de um atendimento médico, os pets também precisam de cuidados com a saúde e estar protegido no caso de imprevistos ou problemas repentinos.

Porém, a ida ao veterinário para consultas, tratamentos e remédios, principalmente em casos emergenciais, pode custar caro. E o que fazer para não ser pego de surpresa nessa situação e tomar um grande prejuízo financeiro?

Uma opção recomendada é utilizar uma rede credenciada de saúde pet, com apenas a carteirinha do plano do pet. Dessa forma, qualquer pessoa que esteja com o seu bicho de estimação naquele momento pode levá-lo ao veterinário sem precisar ter uma despesa não planejada.

Essa rede credenciada funciona como planos de saúde para humanos. Além do pagamento dos custos, ela também garante atendimento telefônico com veterinários que podem tranquilizá-lo e orientá-lo. Isso é um diferencial muito grande no caso de emergência em que não sabemos como proceder. Também é possível a consulta domiciliar para gatos e cachorros que não podem ser transportados. Cobertura de vacinas e castração também fazem parte dos serviços que um plano pet pode oferecer.

É muito importante que nós que amamos nossos pets avaliemos o custo benefício das coberturas, e não apenas o custo final. Pode ser que algum plano te ofereça algo que realmente faça diferença para você e para a saúde de seu gato ou cachorro.

Outra importante dica neste processo, é checar se o Seguro Saúde Pet é atrelado a uma seguradora regulamentada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão responsável pelo controle e fiscalização do mercado de seguros, e se segue uma série de normas e critérios. Quando for escolher seu seguro, procure saber quem é a seguradora responsável e a solidez da empresa.

Também existem os Planos de Saúde Pet que não são comercializados por seguradoras e por isso não têm regulamentação da Susep. Estes produtos merecem mais cuidado na hora de pesquisar sobre a empresa responsável.

Avalie se a rede credenciada atende às suas expectativas e se o produto tem opção de reembolso. Mesmo quando você está acostumado a utilizar a rede, a opção de reembolso é importante para quando você viaja. Se você tem o hábito de levar seu pet sempre com você, é importante que ele tenha cobertura em qualquer lugar que vocês estejam.

Tudo isso serve para que a saúde do seu pet seja protegida da melhor forma. Afinal, sabemos que sua vida e sua saúde valem muito!