Guilherme Bini: A sua casa está segura? 2618

Guilherme Bini é presidente do SindSeg RS. Filipe Tedesco/JRS

Confira artigo do presidente do Sindicato das Seguradoras do RS

Gostaria de começar meu texto perguntando se você, pai/mãe, sabe que sites seu filho acessa, que arquivos ele baixa e com quem conversa na internet? Provavelmente a resposta para algumas dessas questões seja não. Por mais que especialistas façam o alerta de que é preciso manter vigilância constante e acompanhar o rastro digital de crianças e adolescentes, muitas vezes acabamos fazendo tantas coisas que esquecemos disso e confiamos na educação que demos para eles.

Porém, no último ano, a situação mudou. A pandemia mudou radicalmente a maneira como eles se relacionam e, mais ainda, assistem à aula. Se antes meio turno era passado na escola, agora este turno é em frente ao computador. Aulas, atividades extracurriculares, jogos online, redes sociais passaram a ser a realidade para crianças e jovens, que necessitam da tecnologia para realizar atividades que antes eram feitas longe de telas. E os pais, que também precisaram transformar sua casa em local de trabalho, não dão conta de acompanhar de perto tudo. O perigo, que antes estava em cada esquina, agora está dentro de casa.

Em 2020, o Brasil sofreu seu maior ataque hacker da história. No último ano, foram mais de 3,4 bilhões de ataques cibernéticos, o que deixa o país nas primeiras posições em perdas por este tipo de ação. Assistentes eletrônicas com acesso a uma infinidade de informações e dados que não fazemos nem ideia tem se popularizado nos últimos anos e nos deixado ainda mais vulneráveis.

Se nós, adultos, muitas vezes caímos em golpes manjados, acessamos sites duvidosos e temos nossos dados roubados, como podemos esperar que as crianças e jovens se comportem de maneira exemplar neste mundo novo que se abre diante deles pelo computador? Mesmo que já tenham nascido num mundo digital, muitos não faziam tanto uso desses equipamentos até o ano passado. É preciso, portanto, conversar, orientar, vigiar e, mais do que tudo, se proteger para evitar que pequenos descuidos se tornem grandes problemas. É preciso fazer de nossos lares locais seguros, para que todos possam explorar os benefícios do uso da tecnologia.

Sindseg RS faz alerta de prevenção em função da previsão do tempo 341

Sindseg RS faz alerta de prevenção em função da previsão do tempo / Foto: Alexandre Bringer / Pexels

Ventos de 100km/h podem atingir o RS pela passagem de ciclone extratropical

Nos próximos dias, o Rio Grande do Sul pode ser afetado por ventos de mais de 100 km/h e chuva intensa em função da passagem de um ciclone extratropical.

“Se temporais já causam transtornos, a expectativa é de que este possa causar muitos danos. Por isso, tomar medidas de prevenção pode reduzir os sinistros”, afirmou o presidente do Sindicato das Seguradoras do RS (Sindseg RS), Guilherme Bini.

Em 2016, quando a capital gaúcha foi atingida por um fenômeno semelhante, a entidade estimou mais de R$ 20 milhões pagos em indenizações de sinistros residenciais, de veículos e patrimoniais.

O Sindseg RS indica medidas de prevenção que podem ser tomadas:

  • Mantenha seu veículo em local protegido. Não deixe ele embaixo de árvores ou de estruturas que possam ser derrubadas com o vento forte.
  • Deixe as janelas fechadas. Assim, você evita que os vidros ou venezianas quebrem, além de reduzir o risco de dano em itens da sua casa.
  • Desligue eletrônicos da tomada. Mudanças repentinas na corrente elétrica podem queimar aparelhos. O ideal é tirar da tomada o que não está sendo usado.
  • Deixe os objetos longe das janelas. Se as janelas quebrarem, menor a chance de danificar objetos de valor.
  • Verifique as calhas e ralos. A limpeza de calhas e ralos melhora o escoamento da água da chuva.
  • Não passe com o carro em alagamentos. Se a água chegar na altura do escapamento, não passe pelo local, pois há chance de estragar o motor do veículo.

A importância de novas métricas para proporcionar a melhor experiência para o cliente 311

A importância de novas métricas para proporcionar a melhor experiência para o cliente / Foto: UX Indonesia / Unsplash Images

Confira artigo de Cristiane Guerreiro, gerente de People Journey Design na Necxt, empresa do Grupo Stefanini

Muito tem se falado sobre proporcionar a melhor jornada para o consumidor. Mas como realmente saber se estamos atendendo bem e suprindo as suas necessidades? Como saber se estamos indo no caminho correto? Podemos medir a satisfação, seu sucesso em conseguir o que busca e até sentimentos ao longo de uma trajetória. Para isso, é necessário definir os parâmetros que serão acompanhados, de acordo com uma estratégia traçada. A esses parâmetros damos o nome de Customer Experience Key Performance Indicator (CX KPI).

Destaco aqui a construção e a colocação prática de um modelo diferenciado de abordar o usuário e o negócio ao mesmo tempo. Um modelo que avalia as formas como se realizam as interações de quem utiliza a sua marca, do ponto de vista do consumidor. E isso é factível se estruturado e feito ao longo das diferentes etapas das jornadas, seja para a resolução de um problema, seja para tirar uma dúvida ou para solucionar qualquer questão do cliente. A direção a seguir é no sentido de saber o quanto o cliente teve sucesso em conseguir o que ele queria e isso vai muito além de saber se ele realizou ou não uma compra.

Um passo importante, antes de definir as métricas, é ter claro os objetivos e a estratégia da empresa. Os CX KPIs também servem para nos guiar diante da estratégia traçada no sentido de proporcionar a melhor experiência para o consumidor. Queremos atingir as interfaces cognitivas, afetivas, sensoriais e comportamentais do usuário durante todos os estágios do processo de interação.

Cristiane Guerreiro é gerente de People Journey Design na Necxt, empresa do Grupo Stefanini / Divulgação
Cristiane Guerreiro é gerente de People Journey Design na Necxt, empresa do Grupo Stefanini / Divulgação

E tudo começa realmente e entendendo o que quer esse usuário, quais são suas dores e como ele prefere ter a interação com sua marca. Por meio de uma busca contínua para melhorar essa relação, podemos proporcionar uma melhor percepção de cada etapa a ser cumprida diariamente. É como qualquer relacionamento, é necessário investir tempo e ser cuidadoso. Um parâmetro muito utilizado é o Net Promoter Score (NPS), pelo qual avalia-se o grau de fidelidade dos clientes. Sem dúvida, o NPS é um componente indispensável, no entanto, precisamos nos colocar no lugar do consumidor e entender o porquê de uma nota. Fazer essa leitura do que o aflige e entender a essência de sua nota é fundamental em um processo de melhoria contínua e de fidelização. Nosso desafio aqui é entender o que compõe uma nota de NPS, quais CX KPI’s devem ser medidos e que estão ligados a essa nota. Ele te recomendaria, por que sim ou por que não? Essa composição de um NPS, por exemplo, seriam as métricas a serem definidas e como elas se relacionam.

Eu entendo que, às vezes, algumas questões podem entrar em choque com a real capacidade de uma empresa atender as necessidades dos clientes. O fato é que também precisamos estar atentos aos objetivos da companhia. Ocasionalmente, uma melhoria para o consumidor pode não estar alinhada, de imediato, com a capacidade da empresa. Por isso a importância de entender as necessidades e dores tanto dos clientes quanto da empresa e, assim, traçar uma estratégia. A partir disso selecionamos os parâmetros (KPI), os medimos sistematicamente e buscamos melhorias para atingir esses parâmetros, de maneira orgânica e sustentável.

Embora o olhar possa ser a longo prazo, muitas vezes uma pequena mudança pode fazer uma grande diferença na jornada e assim melhorar a percepção do usuário. Dessa forma, é necessário realizar investimentos para a adoção dessa mentalidade em todas as áreas da empresa, de maneira que todos tenham essa percepção e objetivo. O retorno é visível. Precisamos pensar e fazer soluções que atendam ambos os lados. É fato que é essencial investir na adoção de novas tecnologias, em novas formas de melhor atendê-lo, mas não necessariamente a tecnologia por si só resolve. Às vezes, uma mudança na abordagem já impacta positivamente a jornada.

O usuário precisa ser atendido naquilo que ele espera. Na condição de usuária de um serviço ou de um produto, se estou com um problema, eu ligo para a empresa, para a área de atendimento, e não para os responsáveis por pesquisa e desenvolvimento, por exemplo. Mas se a área de atendimento não resolve minha questão, espero ser encaminhada para quem resolva. Se é um bot que vai resolver meu problema, ótimo, espero que a resolução seja mais rápida. Mas, às vezes, precisamos falar com alguém. E assim você pode ir estreitando o relacionamento e construindo um impacto positivo e sólido para a sua marca: dando uma resposta e resoluções concretas no menor espaço de tempo possível.

A princípio, as empresas têm uma estratégia, têm métricas e conta com indicadores já consolidados para fazer as medições e adaptar o tom aos objetivos do negócio e atingir assim resultados mais eficazes. Essa meta deve ser ajustada, periodicamente, de acordo com o comportamento do consumidor, que pode mudar. Analisar o conteúdo de conversas realizadas, conduzir pesquisas, comparar os diferentes indicadores, fazer correlações a partir do que o usuário está apontando e até criar indicadores próprios são medidas importantes que vão além de ficar preso a números frios e pré-determinados.

Temos à mão tecnologias e inteligência para auxiliar nessa análise de dados, sendo urgente buscar formas de transformar os dados em insights e em informações intuitivas e de fácil acesso, onde aprendemos rapidamente sobre nosso usuário e fazermos fluir essa interação. É um aprendizado constante e contínuo. Precisamos construir esse histórico e manter nosso olhar voltado para isso.

Essas informações precisam ser transmitidas para toda a empresa. É um processo que tem que envolver todos e não apenas as lideranças. Cada vez mais, os colaboradores precisam se apropriar desse entendimento. Pode-se, inclusive, adotar KPI para monitorar esse entendimento. Sim, é um trabalho de formiguinha. Por isso, enquanto profissional voltada para a área de People Journey Design, sigo constantemente pensando em ações e oportunidades para alcançar as metas de resultados por meio da análise de dados disponíveis e envolvendo todas as áreas.

E, por fim, é importante dar personalização ao serviço de acordo com a natureza do negócio do cliente e com o perfil do consumidor. Assim, atendemos área de finanças, de educação, de saúde ou qualquer outro setor. É um trabalho integrado e que, invariavelmente, requer a inclusão de especialistas e fornecedores para buscar sempre esse entendimento das reais necessidades do consumidor, falando a linguagem dele e atuando na jornada de ponta a ponta.

Pesquisa da Fiergs vê confiança estável e expectativa positiva entre empresários 392

Pesquisa da Fiergs vê confiança estável e expectativa positiva entre empresários / Foto: Clayton Cardinalli / Unsplash Images

ICEI-RS sobe para 56,1 em maio, mantendo estabilidade desde março

Apesar de subir de 55,8 para 56,1 na passagem de abril para maio, o resultado do Índice de Confiança do Empresário Industrial gaúcho (ICEI-RS), divulgado nessa segunda-feira (16) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), pode ser considerado uma estabilidade, que vem desde março, quando chegou a 55,9 pontos. Acima de 50 e da média histórica de 54,1, indica que a indústria gaúcha segue confiante, porém, entre agosto de 2021, o ponto de máximo mais próximo, e março de 2022, o índice total perdido havia sido de 8,8 pontos, impactado, principalmente, pelas dificuldades na cadeia de suprimentos e pelo aumento de custos de produção. “Os componentes do ICEI-RS reforçam a estabilidade na confiança dos empresários, reproduzindo também o padrão observado nos dois meses anteriores, mas baseada nas expectativas otimistas, pois as condições atuais não se alteraram”, diz o presidente da Fiergs, Gilberto Porcello Petry.

O Índice de Condições Atuais subiu 0,5 ponto em maio, para 50,4, praticamente na marca divisória de 50, o que indica condições inalteradas nos últimos seis meses. A estabilidade sugerida, porém, resulta de avaliações discrepantes dos empresários, que percebem piora nas condições da economia brasileira (47,8 pontos) e melhora nas condições das empresas (51,7 pontos). Este mês, 31% das empresas notam agravamento na situação da economia brasileira, ante 23,8% que consideram as condições da economia melhores – os 45,2% restantes não veem mudança. No caso das empresas, 20,5% assinalam piora e 27,6%, melhora.

Expectativas

As perspectivas dos empresários gaúchos para os próximos seis meses continuaram positivas, em maio, e em patamares similares aos de março e abril. O Índice de Expectativas passou de 58,8, no mês passado, para 58,9 pontos, descrevendo, acima de 50, um cenário favorável. De fato, os empresários continuam otimistas em relação à economia brasileira: o índice registrou 54,6 pontos. Entre os consultados, 35,2% estão otimistas, 16,2%, pessimistas e 48,6%, indiferentes. Aos 61 pontos, o Índice de Expectativas das Empresas mostra que o otimismo com o futuro da própria empresa é ainda maior.

Segundo o presidente da Fiergs, o cenário descrito pelo ICEI-RS de maio, combinando estabilização na situação corrente dos negócios, apesar de alguma deterioração na economia brasileira, e expectativa positiva, sinaliza para uma retomada da atividade industrial gaúcha, que também passa por um período de estabilidade, nos próximos meses.

A pesquisa foi realizada com 210 empresas, 46 pequenas, 67 médias e 97 grandes, entre 2 e 10 de maio. Acompanhe os resultados completos neste endereço.

Capemisa reforça parceria com corretores de seguros do RS 548

Lideranças da companhia promoveram encontro com 40 corretores presentes, em Porto Alegre (RS)

“Queremos estar próximos aos corretores de seguros, apoiando seus negócios”, abriu o Diretor Comercial da Capemisa, Fabio Lessa durante encontro com 40 corretores parceiros no Estado do Rio Grande do Sul. O momento também contou com a participação de Raquel Tolio, Gerente da Sucursal Porto Alegre da Capemisa; e de André Thozeski, Presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do RS (Sincor RS).

Lessa reforçou que a Capemisa está em constante aprimoramento de ações, processos e ferramentas para facilitar a vida de seus parceiros. “Para o segundo semestre, estamos preparando um treinamento inédito para auxiliar esses profissionais nas vendas de Seguros de Vida”, acrescentou o executivo.

Raquel Tolio comentou sobre a oportunidade da companhia estar junto aos parceiros, em uma série de roadshows que está cruzando os quatro cantos do Brasil. “Queremos reafirmar nosso compromisso de proximidade e de estar sempre à disposição para o que ele precisar. Nossos comerciais estarão levando soluções para nossos parceiros e reforçando as visitas aos corretores”, anunciou.

O Corretor de Seguros Zênio Costa, da ZL Brasil Corretora de Seguros, mencionou a solidez das operações da Capemisa. “A Capemisa ouve o Corretor, justamente aquele que está próximo ao cliente no dia-a-dia. Percebemos a dedicação da companhia para aperfeiçoar suas soluções”, comentou ao revelar que a ZL Brasil está inaugurando suas operações em Belo Horizonte, Minas Gerais. “Temos crescido muito em Minas e Rio de Janeiro. Esse crescimento tem sido constatado na Região Sul – especialmente no Paraná”, complementou ao citar a expectativa pela chegada do Congresso Sul Brasileiro de Corretores de Seguros – o Brasesul 2022.

“Estamos de volta aos eventos presenciais. Precisamos dessa interação e desse olho no olho. O ecossistema do mercado segurador gaúcho tem de trabalhar sempre coeso”, analisou André Thozeski, Presidente do Sincor RS, ao convidar os operadores do setor a participarem de uma série de ações promovidas pelo Sindicato no segundo semestre – como o Encontro Feminino, a celebração de 80 anos do Sincor RS, o tradicional Jantar dos Cozinheiros e os seminários regionais que serão realizados em todas as regiões do Estado.

“Trabalhamos com Auto, Saúde, Odonto, Vida e outros ramos que tragam benefícios ao segurado. Esse movimento reforça que as pessoas estão mais atentas à importância do amparo para amenizar acontecimentos. No mercado segurador houve uma crescente procura por Seguros de Vida e Planos de Saúde”, afirmou Ariela Savian da Trindade, representante da Armares Corretora de Seguros. “Nossa parceria com a Capemisa visa oferecer a proteção familiar a esse segurado”, finalizou ao citar as rápidas transformações que têm impactado o setor de seguros, o que propicia novas oportunidades para esses profissionais.

Confira as imagens – Filipe Tedesco / JRS:

Dia Continental do Seguro: são inúmeras as oportunidades para os corretores no ramo de vida 498

Nilton Molina é presidente do Conselho de Administração da MAG Seguros / Divulgação

Confira artigo de Nilton Molina, presidente do Conselho de Administração da MAG Seguros

O mercado de seguros vem se consolidando nos últimos anos como um dos setores mais promissores da economia nacional, com crescimento anual consistente, quase sempre na faixa de dois dígitos. No caso de seguro de pessoas, de acordo com a Superintendência de Seguros Privados (Susep), o volume de prêmios registrou R$ 50,8 bilhões (sem considerar VGBL) no acumulado de 2021, com alta de 12,4%. O grande destaque foi o seguro de vida individual, que registrou crescimento de 17,4% no mesmo período.

Pela primeira vez na história do setor, em 2017, o seguro de vida (sem considerar PGBL e VGBL) ultrapassou em arrecadação o que até então, era o maior ramo do mercado – o de automóveis, cenário este que continua acontecendo ano após ano. Pesam para isso a queda do número de veículos no país e a comoditização dos produtos, com baixa diferenciação, tornando o cliente mais sensível ao preço.

Mas, afinal, o que isso significa? A resposta é muito simples: já estamos mais do que na hora do corretor de seguros de automóveis ampliar os seus horizontes de produtos e negócios. A tendência, no entanto, aponta para um ramo promissor e que foi impulsionado pela pandemia: o vida. Esta minha afirmação é corroborada por estudos realizados por consultorias renomadas, como a Bain & Company, que apontou crescimento da demanda por seguro de vida durante a pandemia e no pós pandemia.

Também devemos acrescentar neste contexto os resultados de pesquisa recente encomendada pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi) e realizada pelo Instituto Datafolha, que apontou que apenas 17% dos entrevistados afirmaram contar com um seguro de vida com cobertura de morte e apenas 9% têm proteção para o caso de invalidez.

Apenas estes dois números já revelam o grande oceano de oportunidades que os corretores brasileiros têm à sua frente. Sobretudo, quando falamos daqueles que atuam tradicionalmente com automóveis, devo acrescentar um tesouro que eles têm nas mãos: a sua carteira de clientes, que sem dúvida poderá proporcionar ao corretor a realização de venda complementar, agora, com um novo produto e que trará ainda mais ganhos pela sua característica de recorrência.

O mercado de vida passou por uma forte modernização nos últimos 20 anos, trazendo coberturas que estão cada vez mais aderentes às demandas da população brasileira, seus momentos de vida, renda disponível e condições de saúde. Na MAG Seguros, por exemplo, foram lançados mais de 30 produtos apenas nos últimos dois anos, sejam eles individuais ou coletivos, para proporcionar mais e melhores negócios aos nossos corretores parceiros.

A companhia, que se orgulha de sua história de mais de 185 anos, também tem duas grandes vocações: formar profissionais e ser inovadora, características estas que, sem dúvida, contribuem para que cada vez mais novos corretores possam ingressar no ramo vida para ampliar os seus ganhos com todo suporte da mais longeva seguradora especialista, de um amplo e completo portfólio de produtos e de ferramentas digitais de suporte à venda. A expectativa para o futuro é positiva, pois também segundo a pesquisa da Fenaprevi mais da metade dos entrevistados têm a intenção de contratar um seguro de vida em 2022. Este é o momento.