Ações judiciais que envolvam planos de saúde precisam ser tratados com cautela, afirma mediadora 789

Ações judiciais que envolvam planos de saúde precisam ser tratados com cautela, afirma mediadora

Mediação online é indicada para finalizar reclamações e processos de maneira célere e econômica

Mírian Queiroz é advogada, mediadora e CEO da Mediar Group / Divulgação
Mírian Queiroz é advogada, mediadora e CEO da Mediar Group / Divulgação

A pandemia do novo coronavírus afetou diversos setores, mas a área da saúde foi uma das mais impactadas pela crise sanitária. As operadoras de saúde, por exemplo, enfrentaram uma situação atípica, já que surgiram algumas questões sobre a responsabilidade dos planos de saúde nos tratamentos, exames clínicos para o diagnóstico e internações de pacientes com Covid-19. Segundo a Agência Nacional de Saúde (ANS), estima-se que houve um aumento de mais de 100% no número de ações judiciais contra os planos de saúde.

Para justificar a negativa, alguns convênios utilizaram o artigo 393 do Código Civil, que diz que o devedor não responde pelos prejuízos resultantes de motivos de força maior, como a situação vivida durante a pandemia Então, os beneficiários buscaram uma resposta na Justiça. Vale destacar que o Poder Judiciário também enfrenta uma crise, há mais de 77 milhões de processos em tramitação, e o setor de saúde possui um grande volume de ações. De acordo com o levantamento Departamento de Pesquisas Judiciárias (DPJ/CNJ) “Judicialização da Saúde no Brasil: Perfil das demandas, causas e propostas de solução” entre 2008 e 2017, houve um aumento de 130% nas ações envolvendo o setor, foram registrados 498.715 processos em primeira instância e 277.411 em segunda instância.

Para a advogada, mediadora e CEO da Mediar Group, Mírian Queiroz, as demandas da saúde são delicadas, mas é possível finalizá-las sem acessar o Poder Judiciário. “É um momento muito difícil, estamos lidando com vidas. Por este motivo, é preciso ter cautela nas ações que envolvam os planos de saúde. Cada ação representa uma pessoa, uma história e um ente querido. Geralmente, esses processos possuem uma carga emocional muito grande, a mediação extrajudicial online é indicada para esses casos”, explica.

No atual cenário, a sociedade precisa de uma resposta rápida, já as empresas necessitam de soluções econômicas. A judicialização não é a melhor alternativa para o beneficiário e nem para a operadora de saúde. “Sabemos que a economia do país está abalada, precisamos de soluções céleres, econômicas e práticas. Lembrando que para finalizar uma demanda, não é necessário sair de casa. Os acordos são realizados com o auxílio da internet”, revela Mírian.

A mediadora ainda destaca a importância de realizar o trabalho preventivo nos canais de atendimento das empresas para evitar o surgimento de novos processos. Para ela, toda empresa, independente do segmento, precisa de um setor especializado em gestão de conflitos, a via de comunicação com o cliente é uma excelente oportunidade para finalizar disputas e fidelizar clientes. “Antes de ajuizar uma ação, o cliente vai buscar uma solução nos SACs. As instituições precisam ter um espaço aberto para o diálogo e buscar soluções que atendam as necessidades do cliente e que estejam de acordo com a política da empresa. Com os métodos autocompositivos não há vencedores de uma causa, há ganhos mútuos para os envolvidos”.

A ANS realizou uma pesquisa nos canais de atendimento nas ouvidorias das operadoras de saúde. Segundo a pesquisa, mais da metade das manifestações dos beneficiários foram realizadas por meio do telefone (57,7%). A maioria dos contatos foram para registrar reclamações (54,2%), sendo 25% referente a rede credenciada/referenciada; 21,7% a temas financeiros; 20% sobre a cobertura assistencial; 17,8% a SAC e 15,4% a administrativos. Ao final, foram contabilizadas 331.777 reclamações, esses dados são referentes ao ano de 2019.

Para solucionar essas demandas, o serviço pode ser desenvolvido por uma câmara de conciliação, mediação e negociação online. “Na Mediar Group, possuímos uma equipe especializada em atuar nesses tipos de conflitos, nossos profissionais utilizam técnicas, como o rapport, a escuta ativa e outras abordagens para finalizar o problema e, assim, impedir que a disputa termine na fila de um tribunal”, finaliza a mediadora.

Avanço da vacinação faz projeção de crescimento do PIB global subir para 5,6% 404

Avanço da vacinação faz projeção de crescimento do PIB global subir para 5,6%

Estados Unidos é destaque positivo pelo desempenho na imunização

Um ano e meio após o início da pandemia, o acesso à vacinação é um dos fatores mais fundamentais em nosso dia-a-dia. O mesmo é verdade para a economia global: as perspectivas para regiões onde uma proporção significativa da população já foi vacinada ou está em vias de ser vacinada é significativamente melhor do que para outras.

Assim, a expectativa da Coface de crescimento do PIB global para este ano foi corrigida para cima (+5,6%), principalmente devido às surpresas positivas vindas dos Estados Unidos, cuja classificação nacional aumentou para A2 neste trimestre.

Essas melhores perspectivas de crescimento se refletem no comércio mundial: depois de cair cerca de 5% em volume no ano passado, nosso modelo de projeção indica um crescimento de 11% neste ano. Apesar da recessão em 2020, o volume do comércio internacional em 2021 seria, portanto, quase 6% superior ao nível anterior à crise. Nesse contexto de crescimento robusto do comércio internacional, países exportadores de commodities tem sido beneficiados pela melhora em seus termos de troca. De acordo com os novos modelos de previsão da Coface para 13 commodities, os preços devem permanecer altos pelos próximos seis
meses, no mínimo. Como esperado, vários desses países tiveram suas Avaliações de Risco-País atualizadas neste trimestre, o que inclui Rússia, Arábia Saudita,
Equador, República do Congo, Azerbaijão, Botswana, Guiné e México. Além dos países emergentes e dos Estados Unidos, Austrália e Canadá também tiveram sua avaliação melhorada.

No total, 11 países foram atualizados neste trimestre, nenhum foi rebaixado, apesar do aumento da inflação e das medidas contínuas de ‘stop-and-go’, expressão usada para designar períodos de crescimento e desaceleração em alternância, o que afeta a demanda doméstica em várias das principais economias emergentes nos próximos meses.

Na frente setorial, 53 avaliações setoriais foram atualizadas. Estas dizem respeito principalmente ao setor de metais e, em menor escala, aos setores de papel e madeira.

Confira a avaliação completa realizada pela Coface (.PDF).

Interesse por eventos de promoção de saúde nas empresas cresce 17% durante a pandemia, aponta It’sSeg 389

Interesse por eventos de promoção de saúde nas empresas cresce 17% durante a pandemia, aponta It’sSeg

Levantamento feito pela companhia também mostra aumento na participação dos colaboradores nesse tipo de ação

A pandemia promoveu o aumento do interesse por eventos de promoção de saúde nas empresas. É o que aponta levantamento da It’sSeg, uma das maiores corretoras de seguros do país especializada em gestão de benefícios. De acordo com dados da companhia, houve aumento de 17% no número de palestras realizadas sobre saúde e qualidade de vida nas empresas atendidas, o número subiu de 211 eventos em 2019 para 248 no período entre julho de 2020 e junho de 2021.

Assuntos como saúde da mulher, saúde geral, saúde mental e saúde do homem foram os mais abordados nos eventos devido à alta procura e interesse das organizações e seus profissionais, sobretudo nas ações relacionadas a informações sobre a Covid-19 e busca de formas de lidar com questões emocionais em casa e no teletrabalho.

Assunto2019Entre julho de 2020 e junho de 2021Variação
Saúde da Mulher1938+100%
Saúde Geral4368+58%
Saúde Mental6086+43%
Saúde do Homem1822+22%
Alimentação3631-14%
Saúde Não tem Cor353-92%
Geral211248+17%

“Notamos um aumento significativo na demanda por esses eventos, tanto por parte dos clientes que já realizavam ações de boas práticas e qualidade de vida para seus colaboradores antes da pandemia, quanto por parte daqueles que não promoviam esses eventos e se interessaram a fazer com o intuito de aproximação com os funcionários em teletrabalho”, comenta Marcio Tosi, diretor da It’sSeg.

Aumento na participação de colaboradores

Ainda segundo o levantamento, houve maior interação de colaboradores nos eventos promovidos de julho de 2020 a junho de 2021 no formato online comparado às sessões realizadas presencialmente em 2019. A média de participação, que era de 30 a 40 pessoas, passou a ter, no mínimo, 60 a 70 participantes por encontro.

Tosi credita esse aumento à facilidade de acesso aos eventos remotos e à flexibilidade de horário para sua realização. “O formato online atrai mais participantes por possibilitar aos colaboradores que não se desloquem até um auditório, por exemplo, para acompanhar uma palestra, além de permitir que os eventos aconteçam em horários flexíveis, o que dá mais liberdade aos funcionários para participarem”, acrescenta.

FGV abre inscrições para exame de habilitação de corretores de seguros 442

FGV abre inscrições para exame de habilitação de corretores de seguros / Divulgação/FGV

Instituição ingressa no segmento de seguros e passa a certificar profissionais da corretagem

Conforme antecipado pelo Jornal do Seguro (JRS), a Fundação Getulio Vargas (FGV) decidiu ingressar no mercado de seguros e passará a habilitar os profissionais da corretagem. A taxa de inscrição é de R$ 400 e as provas dos ramos de Capitalização, Vida e Previdência acontecem no dia 09 de outubro. O exame para o ramo Danos será realizado no próximo dia 10 de outubro.

Reprodução/LinkedIn
Reprodução/LinkedIn

As inscrições para realização do exame presencial acontecem entre o dia 26 de julho até o dia 09 de setembro. Para a aplicação remota entre 26 de julho e 30 de setembro. Mais informações podem ser obtidas através do e-mail suporteseguros@fgv.br ou pelo (11) 3799-1560.

Baeta Assessoria lança e-book “Como vender mais seguro de vida” 416

Baeta Assessoria lança e-book “Como vender mais seguro de vida” / Divulgação

Segmento cresceu 18,5% nos primeiros cinco meses de 2021

Desde 2018, o segmento mantém uma curva em ascendência. Em 2019, a modalidade cresceu 14,8%. No ano passado, registrou aumento de 11,3% e agora, de janeiro a maio de 2021, segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi) houve um aumento de 18,5%.

A expectativa é continuar em ascensão. Segundo João Arthur Baeta Neves, diretor da Baeta Assessoria, o comportamento do consumidor de seguros sofreu modificações, “os brasileiros estão bem mais preocupados com a proteção da sua vida e de seus familiares depois da pandemia”.

Na avaliação do executivo, falar sobre seguro de vida é simples, porque é algo que todos precisam. Mas não é fácil. Mais do que qualquer outro fator, incluindo educação e constante aprendizado, para entrar com tudo nesse ramo, é preciso ter espírito de luta. “O sucesso envolve constante agitação, networking e rejeição até que a venda seja feita”, destaca.

Por isso, as dicas do e-book “Como vender mais seguro de vida” revelam pontos importantes para quem deseja entrar no ramo. A publicação é inteiramente gratuita, está disponível para todos os corretores do mercado, sem restrições. A ideia é otimizar a carteira do corretor de seguro e estimulá-lo a mergulhar de cabeça neste nicho promissor. “Vender seguro de vida é um negócio de relacionamento”, afirma o diretor João Arthur Baeta Neves.

Dicas preciosas – Entre as orientações constantes da cartilha estão: trabalhe bem os argumentos; faça vendas cruzadas; vá atrás de amigos e familiares; e use a internet, principalmente as mídias sociais para ver o que está acontecendo na vida dos clientes e prospectar novos leads.

O diretor da Baeta Assessoria, adverte que a venda cruzada provavelmente não ocorrerá na primeira investida e que é preciso inteligência para identificar o momento certo. A chave é ter conscientização do produto; educação; criação de uma necessidade; identificação de interesse; e, finalmente, venda.

Para ter acesso ao e-book, é só acessar este endereço.

Bradesco Saúde lança produto Efetivo Tocantins 324

Flavio Bitter é diretor-gerente da Bradesco Saúde / Divulgação

Com foco regional, plano é voltado para todos segmentos de empresas e disponibiliza rede credenciada em todo País

A Bradesco Saúde acaba de lançar o Produto Efetivo Tocantins, tendo como prestador de referência a rede Medical, que contempla hospitais de referência como o Palmas Medical e o Santa Thereza, ambos localizados na capital. O produto conta com ampla rede credenciada em todo o país. O Efetivo Tocantins é 15,2% mais barato que o plano de entrada na região e está disponível a partir de R$ 176,87. A Bradesco Saúde ocupa, hoje, a 2ª posição do Market Share de vidas do Tocantins.

Com foco regional e abrangência de cobertura e rede de prestadores nacional, o Efetivo tem como pilares a distribuição geográfica da rede e de especialidades para garantir atendimento adequado à população local, com parceiros reconhecidos e custos competitivos. O produto ainda permite o acesso à plataforma de telemedicina Saúde Digital, que disponibiliza uma série de serviços online.

“O produto Efetivo se baseia na parceria com prestadores de referência em cada região, que estão alinhados com nossa estratégia de oferecer um plano de qualidade e eficiência da assistência, buscando minimizar desperdícios de recursos e, com isso, maior previsibilidade dos custos para garantir maior sustentabilidade do setor”, afirma Flavio Bitter, diretor-gerente da Bradesco Saúde.

Dentro das característica e condições especiais do produto, o Efetivo Tocantins é uma opção para pequenos e médios negócios, a partir de três vidas. Esse novo produto da seguradora chega em um momento de crescimento de beneficiários de planos de saúde no Estado em meio à retomada da atividade econômica.

“O grande diferencial do plano Efetivo Tocantins, da Bradesco Saúde, é o valor mais acessível, com cobertura de toda a Rede Medical, incluindo os hospitais Palmas Medical e Santa Thereza, referências na região. Os beneficiários possuem cobertura em todas as especialidades, além de radiologia, UTI, UTI Neonatal, entre outros”, diz o Dr. Guilherme Coutinho Borges, CEO da Rede Medical.

Segundo o órgão regulador, Tocantins registra mais de 115 mil beneficiários de planos de saúde, maior número na série histórica. Apesar disso, a taxa de cobertura é de apenas 7,2%, uma das menores do país, levando em consideração a população de 1,6 milhão de pessoas. Em paralelo, a economia local demonstra sinais de recuperação. A Junta Comercial do Estado registrou mais de 8.500 novas empresas abertas, no primeiro quadrimestre deste ano. O setor de serviços é o principal responsável pela formação do PIB estadual.

“Esse cenário demonstra um enorme potencial de crescimento para o segmento na região, já que o plano de saúde ganhou um interesse ainda maior da sociedade. A estratégia de regionalização da Bradesco Saúde permite trabalhar particularmente cada localidade, de acordo com os hábitos da população. A expansão nacional do plano Efetivo é reflexo de um interesse maior dos empresários sobre esse benefício”, completa Flavio Bitter.