Nova CEO da Coface Brasil participa ao vivo do Seguro Sem Mistério 1327

Siga transmissão ao vivo, a partir das 17h30min, no Canal do JRS no YouTube

O programa Seguro Sem Mistério desta quinta (22) recebe Rosana Passos de Padua, nova CEO da Coface Brasil. Será a primeira entrevista da executiva desde que assumiu o cargo há algumas semanas.

Rosana Passos de Padua é a nova CEO da Coface Brasil / Divulgação
Rosana Passos de Padua é a nova CEO da Coface Brasil / Divulgação

A Coface é especialista em soluções diferenciadas, como o Seguro de Crédito. Você pode participar e enviar perguntas através do chat ao vivo. Será a partir das 17h30min, no Canal do JRS no YouTube.

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O programa ainda possui apresentações de terça a domingo no canal 520 da NET HD para mais de 40 cidades do Rio Grande do Sul, com programas inéditos aos domingos, a partir das 11h30min.

Setor de seguros cresceu 13,3% no acumulado até novembro de 2021, informa CNseg 411

Marcio Serôa de Araujo Coriolano é economista e presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) / Divulgação

Na média móvel de 12 meses, receita supera R$ 306 bi, com alta de 13,6%

Com o resultado acumulado até novembro – alta de 13,3% sobre 2020 ou de 13,6% nos últimos 12 meses -, o setor de seguros só depende de uma arrecadação em dezembro equivalente à do último mês de 2020 para fechar o ano de 2021 com crescimento anual de dois dígitos. Com essa repetição, no mínimo a receita do setor terá avançado 11,8% no exercício de 2021, escreve o Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano, no editorial da Conjuntura CNseg nº 62.

Até novembro, o setor gerou (sem Saúde e DPVAT) R$ 275,3 bilhões em arrecadação. Esta receita, 13,3% acima do mesmo período de 2020, foi resultado da evolução do segmento de Danos e Responsabilidades (sem DPVAT) – R$ 80,9 bilhões até novembro (ou 13,6% a mais que o arrecadado até novembro de 2020); e dos R$ 172,2 bilhões em prêmios e contribuições (14,1% sobre o arrecadado no mesmo período do ano anterior) no segmento de Coberturas de Pessoas. “Vale notar que o desempenho do setor de seguros não mudou substancialmente de comportamento ao longo do ano, sempre com movimentos desiguais entre segmentos e efeitos de ciclos curtos de produtos”, destaca Marcio Coriolano.

Em novembro, a movimentação alcançou R$ 25,6 bilhões, com alta de 1,1% sobre outubro. No caso dos seguros de Danos e Responsabilidades (sem DPVAT), a alta de novembro foi de 14,8% (cerca de R$ 7,5 bilhões) em relação ao mesmo mês do ano anterior. Destaque do segmento foi o ramo de Automóveis, produto de maior market share entre os da linha de Danos e Responsabilidades. Sua arrecadação no mês foi de R$ 3,5 bilhões, com salto de 7,4% na margem, ou seja, sobre outubro de 2021, consolidando a tendência de crescimento na média de 12 meses móveis (R$ 37,7 bilhões).

Já a receita do segmento de Pessoas somou R$ 15,9 bilhões em novembro. A movimentação representou aumento de 11% na comparação com outubro de 2020. O grupo formado pelos Planos de Risco arrecadou R$ 4,3 bilhões, alta mensal de 9,4% na comparação interanual. Já os Planos de Acumulação (R$ 11,3 bi) ficaram 11,9% acima das contribuições em novembro do ano passado.

No acumulado do ano, o segmento dos Títulos de Capitalização arrecadou R$ 22,2 bilhões, 6,2% superior ao do mesmo período de 2020. Em novembro, o valor arrecadado chegou a R$ 2,2 bilhões, montante 9,5% acima do mesmo mês do ano anterior.

O setor segurador, olhando os novos números, apresentou um desempenho muito positivo comparado aos pares da indústria e do comércio. Enquanto o setor apresentou avanço em novembro de 12% sobre o mês de 2020, a indústria caiu 4,4% e o comércio 2,9%, ao passo que setor de serviços cresceu menos, 10%, segundo Pesquisas Mensais do IBGE de setembro. “O efeito precaucional contra riscos continua despertando maior interesse da população por ramos de seguros com coberturas diretamente correlacionadas à proteção de patrimônios e pecúlios para a família”, explica Marcio Coriolano. Pela métrica de 12 meses móveis, a receita do setor supera R$ 306 bilhões até novembro, alta de 13,6%, ao passo que em outubro crescera 12,6%. Marcio Coriolano acrescenta que, no caso do seguro, as taxas de crescimento acumuladas nos 11 meses do ano de 2021 foram maiores do que as apresentadas no mesmo período de 2020.

Descubra funcionalidades e como ativar o Guru de Seguros na Alexa 344

Descubra funcionalidades e como ativar o Guru de Seguros na Alexa / Foto: Lazar Gugleta / Unplash Images

Projeto foi desenvolvido pela Sistran Informática e Escola de Negócios e Seguros (ENS)

A Sistran Informática, em parceria de conteúdo educacional com a Escola de Negócios e Seguros (ENS), lançou a Guru de Seguros, aplicação em Alexa que explora recursos de AI da Amazon/AWS. O novo produto, inicialmente, vai explicar e tirar dúvidas sobre as diversas modalidades de seguros, de forma rápida e eficaz, usando comandos em linguagem natural, como numa conversa.

Com um simples comando de voz, o usuário pode entender como funcionam as regras dos diferentes tipos de seguros, comparar produtos e receber notícias sobre o mercado, entre outras interações específicas e técnicas. O acesso ao conteúdo é totalmente gratuito, para o usuário final.

O desenvolvimento dessa aplicação (skill) durou cerca de um ano e meio, envolvendo equipe multifuncional nas áreas de pesquisa, TI, conteúdo e marketing. De acordo com Marcio Paes, CEO da Sistran, a previsão é alcançar 10 mil corretores de seguros e mais de 100 mil usuários cadastrados, além de milhares de acessos mensais no primeiro ano de funcionamento. O projeto envolveu investimentos aproximados de R$ 5,5 milhões, com expectativa de gerar receita superior a R$ 15 milhões (por meio de patrocínios e outras fontes) até o fim de 2023.

Alexa é serviço em nuvem da Amazon que entende a fala e executa ou responde às interações com usuários, implementando Conversational Commerce na modalidade Voice User Interface (VUI). Para avançar na praticidade e usabilidade, incluindo recursos de aprendizagem de máquina (ML) Alexa faz o reconhecimento de fala e a compreensão de linguagem natural através dos seguintes componentes da família AWS: Automatic Speech Recognition (ASR), Natural Language Understanding (NLU), Simple Speech Markup Language (SSML) e Text-To-Speech (TTS).

Clientes e usuários interagem com o skill da Guru de Seguros de forma natural e intuitiva, por meio de dispositivos habilitados para operar a Alexa. Esses dispositivos são oferecidos pela Amazon, incluindo Echodots, FireTVs e Fire Tablets, bem como por outros fornecedores que usam o kit de desenvolvimento de software (SDK) Alexa Voice Service (AVS) fornecido pela Amazon: Fiat, Jeep, Samsung, LG, Multilaser, Intelbras, Positivo e Philips vendem produtos com Alexa embarcada.

Para explicar melhor o funcionamento, vamos desbravar o sistema através dos tópicos abaixo, demonstrando com exemplo de solicitação: “Alexa, como está o tempo em Miami?”. Veremos como a solicitação é captada por um dispositivo Alexa, enviada por voz, aciona a Guru ou outro skill, é reconhecida, interpretada, tratada e, finalmente, respondida.

Para essa jornada mais simples não há necessidade de acesso a sistemas legados nas seguradoras, que são acionados apenas nas utilizações transacionais (cotação e emissão de um seguro-viagem, por exemplo).

1) Ativação

Uma interação com Alexa começa com a ativação do hardware habilitado para Alexa, pressionando um botão ou pela palavra de ativação “Alexa, Echo ou Amazon”, o dispositivo abre um fluxo de áudio para a nuvem e envia a solicitação para Alexa responder. Alexa encerrará a transmissão imediatamente assim que o usuário encerrar a conversa ou se Alexa detectar silêncio ou fala que não é destinada a Alexa, uma luz ou indicador semelhante no dispositivo indica quando o áudio está sendo transmitido para a nuvem. O sistema é projetado para que a comunicação entre o dispositivo Alexa e a nuvem Alexa seja criptografada e protegida usando TLS 1.2.

2) Automatic Speech Reconhecimento (ASR)

O reconhecimento automático de fala (ASR) pega o fluxo de áudio e o transcreve (ou seja, o transforma em uma sequência de texto ou conjunto de possíveis sequências de texto). As transcrições são enviadas para o sistema Natural Language Understanding (NLU).

Em nosso caso, exemplos de possíveis transcrições poderiam ser:

  • “Como está o tempo em miami”;
  • “Qual o clima em miame”;
  • “Como está o tempo em my amy”;
  • “Qual temperatura mi ame”.

Os usuários podem visualizar quais dados foram enviados à nuvem através do app da Alexa ou no site da Alexa. Ou então perguntando “Alexa, o que eu acabei de falar?”. Ela repetirá de volta o que achar que ouviu ou ainda explicará como ouviu tudo o que foi falado acessando o app da Alexa.

3) Natural Language Understand (NLU)

O “Natural Language Understanding” (NLU) interpreta o resultado da transcrição e produz uma intenção — uma instrução para o sistema Alexa dizer a que responder. O sistema NLU executa:

  • Classificação de intenção (determinando, neste caso, que o usuário deseja obter o clima e retornando uma intenção de clima),
  • Reconhecimento de entidade (determinando que o usuário solicitou a localização “Miami”), e
  • Resolução do slot (determinando o identificador de local para o local “Miami” que pode ser usado posteriormente para recuperar o clima correto para aquele local).

O serviço agora olha para a intenção como “Tempo” e direciona a solicitação para o aplicativo adequado (Skill) com os slots preenchidos para localização (Miami) e hora (hoje). Nesse caso, o sistema Alexa precisa acessar uma fonte de dados externa para obter a temperatura e as condições meteorológicas relevantes.

Os dados sobre a intenção escolhida e as informações relacionadas ao reconhecimento de entidade e resolução de slot são armazenados para fins de aprendizado de máquina.

Skills são como “aplicativos” para Alexa e estendem o que o sistema Alexa pode fazer. A Amazon projetou as skills para compartilhar apenas informações limitadas com os desenvolvedores terceirizados dessas Skills. Por exemplo, as gravações de voz não são compartilhadas com as Skills.

No exemplo acima, o skill pega a entrada (local: Miami e hora: hoje) e recupera as informações apropriadas da fonte de dados designada, que retorna os dados necessários. O skill então formula sua resposta, pegando os dados brutos (neste caso, temperaturas, bem como a previsão) e constrói uma resposta textual formatada com simple speech markup language (SSML) que diz à próxima etapa, TTS, como responder.

4) Respostas (TTS)

O sistema de resposta pega o SSML que é produzido pela Skill, usa o text-to-speech (TTS) para gerar o arquivo de fala de áudio e transmite o áudio para o dispositivo apropriado. Para muitas skills, isso encerra a interação. Outras skills são interativas e farão perguntas subsequentes que exigem respostas.

O texto da resposta é armazenado pelo sistema Alexa para que os usuários de dispositivos pessoais possam revisar as respostas anteriores usando o app Alexa. O acesso a esses dados. Além disso, a resposta pode ser usada pela equipe da Amazon que desenvolveu a Skill específica para garantir que Alexa esteja fornecendo respostas relevantes às consultas e que o sistema TTS esteja traduzindo corretamente o texto em fala.

Segundo Marcio Paes, a Guru de Seguros é o primeiro assistente virtual conversacional, acionado exclusivamente através de voz em linguagem natural, 100 % focado no universo de seguros. Com funcionalidades que atendem segurados, corretores e seguradoras, ela permite interações de negócios entre as partes, ou seja, é possível conversar com a solução – a Guru -, “turbinada” com recursos de inteligência artificial, entende o contexto e facilita a troca de informações; o processo de comunicação dispensa a necessidade de digitação.

Para o diretor geral da ENS, Tarcísio Godoy, a Guru de Seguros é uma importante inovação no mercado e contribuirá para democratizar o setor em todas as camadas da sociedade. “Acreditamos na massificação desse skill, que tem grande valor e utilidade para os envolvidos na cadeia produtiva do seguro. Queremos promover um ciclo virtuoso, que se retroalimente, com a inclusão de novos conteúdos à medida que cada vez mais pessoas tenham acesso à Guru de Seguros. Será uma espécie de Insurepedia, com curadoria feita por quem mais entende de seguros no País, que é a ENS”.

O projeto compreende diferentes etapas. Inicialmente, a Guru de Seguros oferece serviço de perguntas e respostas, dicas sobre o mercado, um glossário e game para testar os conhecimentos do segurado, aluno ou corretor. Numa segunda etapa, a ser patrocinada por Seguradoras de acordo com ramos / produtos de seu interesse, o usuário terá ao alcance um serviço de escolhas de coberturas e respectivas cotações de preços (prêmios), de modo a escolher condições mais vantajosas e ajustadas. Na terceira etapa, já integrado aos legados, o comando de voz poderá ser utilizado em quase toda a jornada do seguro, incluindo a contratação e renovação de apólices, emissão de guias de pagamento e o acionamento de serviços associados, como reboque e assistência 24 horas.

“O objetivo é criar uma ferramenta de informação e de conscientização sobre a importância do seguro, bem como de fidelização dos usuários. A penetração do seguro no Brasil ainda é muito baixa em comparação com outros países. Dessa forma, queremos contribuir para a disseminação da cultura securitária no País, por meio de um sistema de fácil utilização e grande apelo comercial”, conclui Paes.

O uso é bastante simples. Basta ativar o dispositivo Alexa, carregar a skill Guru de Seguros, dizendo: “Alexa, abrir Guru de Seguros”. Pronto. O serviço estará disponível para uso em telefones celulares, smart TVs, computadores e tablets, e nos automóveis mais modernos que já contam com esta tecnologia embarcada.

A Guru de Seguros abre nova era no mercado de seguros, da simplificação e amadurecimento das relações entre as partes interessadas (stakeholders), especialmente segurados e corretores, eliminando assimetria de informações que ainda prevalece no Brasil e no mundo.

A Alexa completou recentemente dois anos de Brasil. Hoje existem cerca de 650 modelos de dispositivo que têm a assistente virtual embutida, incluindo celulares, TVs, aparelhos de som e veículos, num total acima de 1 milhão de contas de usuário Amazon) no País. O uso de assistentes de voz também se multiplica pelo mundo.

De acordo com pesquisa da consultoria Ilumeo, o uso de comandos de voz cresceu 47% entre os brasileiros durante a pandemia. Mais da metade dos entrevistados (54%) percebe um maior valor agregado em produtos e serviços que incorporam essa tecnologia. Os brasileiros também estão usando o sistema com mais frequência: 48% utilizam comandos de voz pelo menos uma vez por semana e outros 20%, diariamente. A pesquisa, realizada com 1.100 pessoas em todo o país, mostra que dois terços dos entrevistados gostariam de usar mais dispositivos com assistentes virtuais a curto prazo.

Petrobras doa voucher para compra de gás de cozinha e cartões-alimentação no RS 409

Petrobras doa voucher para compra de gás de cozinha e cartões-alimentação no RS / Foto: Ilse Driessen / Unsplash Images

A ação alcançará 3.714 pessoas que vivem em comunidades próximas da Refap, em Canoas e Esteio

A Petrobras iniciou a doação de voucher para aquisição de gás de cozinha e de cartões-alimentação para compra de cestas básicas para mais de 3.700 moradores de comunidades situadas no entorno da Refinaria Alberto Pasqualini (Refap) em Canoas. A ação começou em 2021, quando as famílias receberam o cartão-alimentação, no valor de R$ 120,00 durante três meses, e terá continuidade ao longo de 2022.

O objetivo é alcançar comunidades vizinhas das unidades de Refino e Gás Natural da Petrobras, conforme dados do sistema do Cadastro Único (CadUnico), que disponibiliza quantitativos de pessoas em situação de vulnerabilidade e risco social. Nessa fase, o voucher para aquisição de gás de cozinha tem valor de até R$ 100,00. Em Esteio, a distribuição de 604 cartões-alimentação e vouchers para compra do gás será executada em etapas pela Associação de Literatura e Beneficência, seguindo os protocolos sanitários para prevenção à Covid. Em Canoas, a Associação de Mulheres do Multiplicar prevê 3.110 entregas de cartões-alimentação e vouchers.

“A Petrobras tem buscado apoiar a população, não só com repasse de recursos diretos, mas principalmente por meio do incentivo a iniciativas para geração de renda, mantendo estreito contato com as comunidades no entorno de nossas unidades, como acontece com a Refap. Essa ação é mais uma iniciativa que expressa nosso comprometimento com a região”, destaca o gerente geral em exercício da Refap, Marcus Aurelius Valenti.

Desde o início da pandemia, a Petrobras vem realizando uma série de ações voluntárias de apoio à sociedade. Em 2022, R$ 270 milhões serão destinados ao programa social de acesso a gás de cozinha para famílias em situação de vulnerabilidade. O valor é complementar aos R$ 30 milhões destinados em 2021, totalizando R$ 300 milhões até o fim desse ano.

Junior Achievement oferece 710 vagas para curso gratuito online em TI 402

Junior Achievement oferece 710 vagas para curso gratuito online em TI / Divulgação

Capacitação tem o apoio de Google e BID Lab; Iniciativa vai orientar também sobre habilidades socioemocionais para área

A Junior Achievement Brasil, organização sem fins lucrativos que visa despertar o espírito empreendedor em jovens, está com inscrições abertas para uma nova edição do curso gratuito de capacitação profissional Tech Já – suporte em TI. Com o apoio do Google.org e do BID Lab (Banco Interamericano de Desenvolvimento), o objetivo é auxiliar 2 mil jovens de todo o país a ingressar no mercado de trabalho, na área de TI. Serão oferecidas 710 vagas para todo o Brasil, sendo 80 delas direcionadas para o Rio de Janeiro. As inscrições vão até o dia 13 de fevereiro neste endereço.

O curso é voltado para jovens de 18 a 29 anos, que já tenham concluído o ensino médio na rede pública e que não estejam nem trabalhando e nem estudando formalmente no momento. Os participantes receberão, além do conteúdo técnico, capacitação nas habilidades socioemocionais mais requisitadas pelos empregadores do mercado de TI.

Mercado aquecido para profissionais do setor

A criação de um curso para iniciantes reflete a urgência do mercado. Um estudo realizado em dezembro pela Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) aponta que haverá uma demanda de 797 mil profissionais de tecnologia até 2025. Atualmente, há apenas 53 mil pessoas formadas anualmente em cursos de perfil tecnológico. Ou seja, a projeção é de um déficit anual de 106 mil talentos.

O Tech Já tem formato 100% online e aulas ao vivo. O curso tem a duração de quatro meses, com aulas de segunda a sexta-feira, quatro horas por dia. Não é necessário nenhum conhecimento ou experiência anterior na área. As aulas começam no dia 21 de março e vão até 8 de julho.

“No Rio de Janeiro estamos abrindo duas turmas (tarde e noite) com 40 alunos cada uma. Durante as inscrições, pedimos algumas informações para verificarmos se o candidato tem o perfil exigido para o curso. E, antes de as aulas iniciarem, também temos três aulas experimentais para os inscritos sentirem se há uma identificação com o conteúdo. É quando realizamos a seleção final dos alunos”, explica Daniel Tambelini, coordenador do programa na Junior Achievement do Rio de Janeiro.

Ao final do curso, os alunos recebem o Certificado Profissional de Suporte em TI, emitido pelo Google, além da certificação da Junior Achievement Brasil. A partir deste momento, eles passam a integrar os bancos de talentos de empresas parceiras, e poderão ser indicados para vagas de emprego na área de TI.

Como as empresas podem proteger os clientes (e a si mesmas) contra fraudes online 412

Jim Magats é VP Sênior de Omni Payments do PayPal / Divulgação

Confira artigo de Jim Magats, VP Sênior de Omni Payments do PayPal

“Outro pacote?”; “o que eu pedi agora?”. Estas vêm se tornando perguntas cada vez mais comuns em muitos lares no mundo inteiro no decorrer dos últimos quase dois anos de pandemia, conforme os consumidores foram migrando seus hábitos de compra para os canais digitais.

De acordo com o estudo “Consumo Online no Brasil”, parceria do PayPal e da Edelman, 98,3% dos brasileiros dizem preferir fazer compras online porque elas são mais fáceis; e 97,3% admitem que gostam da experiência. Cerca de 87,5% afirmam que as compras online fazem parte de sua vida cotidiana; e 84,5% explicam que passaram a fazer mais compras e pagamentos online durante a pandemia.

A questão é que, com esse aumento sem precedentes do e-commerce, também aumentaram as ameaças de fraude digital. À medida que os consumidores se envolvem mais no ambiente online, os golpistas adaptam suas técnicas e métodos. E mesmo sabendo disso, muitos consumidores não pensam na segurança de sua transação ao fazer uma compra online.

Eles confiam no vendedor para concluir a transação e manter suas informações financeiras e pessoais seguras como parte do processo, sem ter de pensar duas vezes. E esse é um desafio extra para o varejista, porque, no caso de um consumidor vítima de fraude, isso pode resultar na perda de um cliente.

A realidade é que muitas empresas não atuam no ramo de gerenciamento de fraudes. A maioria luta para acompanhar as ameaças em constante aperfeiçoamento dos golpistas e a necessidade de manter suas próprias operações de negócios em movimento – e crescendo, ao mesmo tempo.

De acordo com recente estudo global do Ponemon Institute e do PayPal, muitas organizações travam verdadeiras batalhas para proteger seus negócios contra transações online fraudulentas. Dos mais de 600 lojistas pesquisados, 65% apontaram o aumento da sofisticação dos golpistas como o principal desafio que enfrentam para mitigar fraudes financeiras online. Essa dificuldade foi agravada pela necessidade de rápida transformação digital, patrocinada pela Covid-19. De acordo com o estudo, embora as empresas reconheçam a necessidade da transformação digital para permanecerem relevantes e competitivas, 81% afirmaram que esse passo as tornou mais vulneráveis à fraude online.

Então, o que tudo isso significa? Os dados mostram que as empresas estão perdendo uma média de US$ 4,5 milhões por ano devido a transações fraudulentas online. Essa perda é potencialmente apenas a ponta do iceberg, especialmente para as maiores. E um dos principais itens que contribuem para essa perda financeira é a fraude de estorno, uma solicitação fraudulenta de reembolso responsável por 42% dos incidentes de fraude online, de acordo com o nosso estudo.

Apesar dessas estatísticas surpreendentes, muitas empresas não estão tomando as medidas necessárias para se proteger, com pouco mais da metade (51%) informando estar priorizando a proteção de transações financeiras online. De acordo com estudo recente da Juniper Research, a fraude de pagamentos online ultrapassou US$ 20 bilhões em 2021.

O que os vendedores devem fazer para ajudar a proteger seus clientes e negócios? Existem várias opções à disposição das empresas, para que possam combater as fraudes online.

  1. Concentre-se na prevenção da fraude de estorno. Os estornos costumam ser muito custosos, e os novos desafios de transporte e logística durante a pandemia, bem como o cancelamento de viagens, resultou em ainda mais estornos. Embora muitos deles fossem legítimos, diversos outros foram resultado de atividades fraudulentas. As soluções de proteção contra estorno podem ajudar uma empresa a lidar automaticamente com disputas e recuperar tempo e dinheiro. As empresas também devem implementar métodos de verificação robustos, que verificam se as informações de faturamento que um cliente insere correspondem aos dados de faturamento no arquivo com o emissor, bem como marcações automáticas para pedidos incomuns – como um cliente que pede uma grande quantidade de um determinado produto, por exemplo.
  2. Use o aprendizado de máquina. As empresas podem aproveitar o machine learning para ajudar a detectar e mitigar fraudes em tempo real. Muitas ferramentas no mercado também oferecem às empresas a capacidade de personalizar suas soluções antifraude com base em suas necessidades. Elas ajudam empreendedores e empreendedoras a se adaptarem às mudanças nas condições de mercado e no comportamento de compra dos consumidores de forma mais rápida e ágil. Como demonstrado nos últimos dois anos, o mundo pode mudar em um instante.
  3. Invista em colaboração. A proteção contra fraudes não deve ser feita individualmente. A priorização da proteção de transações online deve ser feita em parceria com especialistas internos e parceiros da indústria. A colaboração pode melhorar o tempo para detecção e, em última análise, reduzir os custos financeiros e de marca.
  4. Ouça seus consumidores. Forneça um fórum ou canal de contato dedicado, por meio do qual os clientes possam relatar comportamentos suspeitos ou experiências questionáveis em sua plataforma. Vários tipos de fraude são frequentemente identificados por intermédio de aconselhamento ao cliente, portanto, certifique-se de que seus consumidores tenham uma maneira fácil e rápida de relatar quaisquer problemas ou preocupações acerca do seu site.
  5. Esteja sempre alerta. Finalmente, e mais importante: é preciso entender que malfeitores e golpistas são uma constante e sempre estarão evoluindo suas técnicas para contornar sistemas de defesa. Mantenha-se informado sobre as últimas tendências e desenvolvimentos de políticas de segurança e esteja ciente de que um ataque ou vulnerabilidade sempre pode surgir.

No final do dia, reduzir a exposição à fraude pode aumentar muito as taxas de autorização e conversão de uma empresa e criar clientes fiéis para o resto da vida.