MDS Brasil anuncia aquisição da QH Consult 237

Empresa oferece soluções financeiras para colégios e instituições de ensino superior

Vivenciando há mais de um ano o cenário pandêmico no Brasil e em todo o mundo, os diferentes ramos de mercado vêm buscando alternativas para manter as diversas atividades econômicas em funcionamento. Um dos setores que precisou se reinventar diante da crise sanitária do coronavírus foi o educacional. Em busca de soluções viáveis para esse público-alvo, a MDS Brasil, uma das principais corretoras do País em seguros, resseguros, gestão de benefícios e consultoria de riscos, acaba de anunciar a aquisição da QH Consult, empresa líder no segmento educacional, com um amplo portfólio de seguros e soluções financeiras para colégios e instituições de ensino superior.

Presente há mais de 20 anos no mercado e atuando em 21 dos 27 estados do Brasil, a QH Consult vem apresentando ótima performance financeira nos últimos anos, tendo aumentado o seu faturamento em mais de 60% no ano de 2020, em comparação ao ano anterior. A empresa é destaque em dois seguros no segmento de educação: o primeiro é voltado ao custeio das mensalidades do aluno em caso de desemprego, óbito do responsável financeiro, invalidez e acidentes/doença, e o segundo é contratado pelas instituições de ensino particulares com foco na cobertura contra acidentes dentro e nas redondezas da escola ou em viagens e excursões promovidas pelos colégios. Para a seguradora, cerca de 3% do total destes clientes precisa acionar o seguro para receber uma indenização. Por outro lado, 89% dos universitários que fecham contrato na intenção de terem as mensalidades pagas em caso de perda de emprego afirmam que não teriam outra maneira de arcar com os custos estudantis caso não contassem com a solução e, consequentemente, optariam pelo abandono do curso.

Para o CEO da MDS Brasil, Ariel Couto, a QH Consult agregará ainda mais valor ao mercado no qual a companhia atua, afinal, o setor espera um avanço exponencial nos próximos anos. “Para 2021 temos a meta de dobrar o faturamento apresentado no último ano – principalmente por se tratar de um segmento que ainda tem baixa penetração no mercado, estimada em 13% dos alunos ativos”, afirma o líder. As soluções desenvolvidas pela empresa apresentam benefícios reconhecidos por todas as partes: alunos, responsáveis financeiros e instituições de ensino. Ao torná-las mais conhecidas pelo segmento de educação em geral, temos a meta de aumentar em muito o número de alunos cobertos e, consequentemente, a penetração do produto no mercado. Com essa nova aquisição, a MDS Brasil passa a ser referência em um novo segmento, ao qual serão ofertados, ainda, os outros produtos e soluções que temos em nosso portfólio”, destaca Ariel.

O setor de educação básica e superior no Brasil passou por grandes transformações nos últimos anos. Estima-se que, hoje, 87% das instituições de ensino ainda não contrataram nenhum seguro educacional. Nesta porcentagem estão 38.060 escolas com 8,3 milhões de alunos. O levantamento apontou que uma média de 22% das famílias brasileiras tem um integrante matriculado no ensino privado. A QH Consult tem 52% do share de mercado neste segmento e segue com o objetivo de garantir a proteção e o acesso ao estudo para os brasileiros que ainda não contrataram este tipo de serviço.

O mercado do seguro educacional tornou-se ainda mais fértil diante da pandemia da Covid-19, afinal, os imprevistos financeiros enfrentados por milhares de brasileiros, bem como o fechamento de diversos postos de trabalho no último ano, impactaram diretamente a rotina e o planejamento das instituições de ensino em todo País. O diretor da QH Consult, Maurício Della Gatta, explica os benefícios da contratação do serviço e conta como o mercado de seguro educacional se ressignificou com o atual momento. “Se olharmos a questão da pandemia, que impulsionou uma mudança de comportamento das pessoas, um aumento do desemprego e oscilações econômicas, a QH Consult pôde enfatizar o valor do seguro educacional. Foi um ponto muito importante a ser trabalhado em relação aos argumentos que apresentamos no momento da venda” explica.

A aquisição permitirá grande comercialização do seguro através das diversas frentes comerciais da MDS Brasil junto à expertise da QH Consult. Além de contar com uma taxa atrativa que se dá através da diluição de risco da carteira, a solução oferece coberturas imprescindíveis para driblar dificuldades financeiras e eventuais acidentes que podem ocorrer ao longo da jornada acadêmica dos brasileiros.

Para o Vice-presidente de Saúde e Benefícios da MDS Brasil, Gustavo Quintão, o campo da educação tem muito a ser explorado. “A MDS Brasil toma uma decisão acertada ao adquirir uma empresa que atua nesse segmento. A QH Consult não somente agrega valor como fortalece e amplia nosso campo de atuação”, avalia o executivo.

Vendas do comércio têm crescimento de 1,6% em maio, revela Serasa Experian 435

Vendas do comércio têm crescimento de 1,6% em maio, revela Serasa Experian

Segmento de Material de Construção impulsionou alta do índice

O Indicador de Atividade do Comércio da Serasa Experian registrou alta de 1,6% em maio de 2021 no comparativo com o mês anterior. De acordo com o índice, o setor de Materiais de Construção apresenta destaque após duas quedas seguidas, com aumento de 4,8%. Todos os segmentos cresceram no mês a mês, exceto o de Combustíveis e Lubrificantes, que teve a maior baixa do ano, com 6,8%. Confira a variação mensal completa no gráfico abaixo.

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De acordo com o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, o relaxamento das medidas de distanciamento social diante a pandemia influenciaram o crescimento do indicador. “As restrições de funcionamento impostas aos comércios físicos entre os meses de março e abril foram amenizadas a partir do início de maio, sendo assim, a presença mais ativa dessas empresas possibilitou um maior nível de consumo e uma leve aceleração das vendas”.

Entre principais alvos de ataques cibernéticos, Brasil falha na contratação de Seguro Cyber 329

Rogério Brito Reis é diretor de negócios da Howden Harmonia Corretora de Seguros / Divulgação

Custo médio de crimes cibernéticos no Brasil é de US$ 5,27 milhões e segurança de informação é uma das maiores preocupações das empresas

Na mesma velocidade em que a tecnologia evolui, os crimes cibernéticos também crescem. Só os ataques ransomware em 2019 custaram aos Estados Unidos cerca de US$ 7.5 bilhões. No Brasil, os números também impressionam. De acordo com o AV-Test – The Independent IT Security Institute, em 2020, foram 137,75 milhões de novas amostras de malware. No mesmo ano, 50% dos computadores de escritório e 53% dos computadores domésticos não só foram infectados, como reinfectados por vírus, segundo dados da Webroot Threat Report. Atualmente, o Brasil é um dos países que mais sofre com ataques de segurança digital no mundo e, segundo levantamento da Ponemon, os prejuízos às organizações afetadas são na ordem de R$ 3,96 milhões.

De acordo com Rogério Brito Reis, diretor de negócios da Howden Harmonia Corretora de Seguros, com especialização no tema pela Cyber Insurance Academy, “se pensarmos que o lucro global obtido por crimes cibernéticos é estimado em trilhões de dólares por ano e este lucro é maior do que o faturamento de muitas empresas em conjunto e até mesmo do que o comércio mundial de drogas ilegais, a tendência é aumentar significativamente”, analisa. “Há especialistas que dizem que, provavelmente, haverá uma pandemia causada por um vírus de computador”, pondera.

A questão central é a falta de investimento em cyber security, o que inclui a contratação de uma apólice de Seguro Cyber. “Salvo algumas multinacionais, que aderiram ao seguro cyber por meio de seus programas globais, e poucos empresários preocupados com a mitigação de seus riscos, o mercado brasileiro ainda não aderiu à proteção contra ataques cibernéticos como deveria. Apesar das consultas por este produto terem aumentado recentemente, já que mais pessoas estão trabalhando em casa – o que aumenta os riscos -, ainda temos um número muito baixo de contratação de apólices”, explica o especialista.

A cada período, surgem novas modalidades, que vão do ransomware (sequestro de dados) e trojans (vírus tipo cavalo de troia) ao phishing (em que os hackers “pescam” dados dos usuários, lançando uma “isca”), smishing (mensagem de texto SMS ou whatsapp) e cryptojacking (mineração de criptomoedas). A tendência é que os riscos e os ataques sigam aumentando e com prejuízos cada vez mais relevantes para as organizações.

Quanto mais informação gerenciada por uma empresa (dados corporativos e pessoais), como por exemplo cartões de crédito, identidade, passaporte, relação de clientes, prontuários médicos entre outros, maior o risco de sofrer cyber attacks, bem como maiores prejuízos serão causados.

“Sua empresa depende da tecnologia para gerenciar o seu negócio e informações? Então, ela está vulnerável”, questiona Reis. “Há quem pergunte: ‘será que minha empresa sofrerá um ataque cibernético?’, e eu penso que a pergunta devia mudar para ‘quando sofrerei um ataque cibernético e se estarei preparado para responder ao mesmo e ter continuidade do negócio?'”, pondera.

E o que fazer para proteger a empresa desse tipo de ataque?

Vale ressaltar que, para garantir a proteção das informações, há várias ações a serem tomadas pelas empresas, em especial, investir em antivírus e firewalls, fazer backups frequentes, estabelecer políticas de segurança de informação, realizar treinamentos e, não menos importante, contratar uma apólice de seguro Cyber. Esse serviço, oferecido por conceituadas seguradoras e intermediado pelo time da Howden Harmonia, oferece amplas coberturas, como:

  • Cobertura dos custos de defesa e danos causados a terceiros decorrentes de uma violação de segurança de dados por ataque cibernético;
  • Garantia para os custos com a investigação e mitigação de danos decorrentes de violação de privacidade;
  • Garantia do pagamento de extorsão e despesas na investigação administrativa, além de custos de defesa e de restituição de imagem;
  • Lucros Cessantes;
  • Outros.

“A atualização tecnológica é muito dinâmica e evolui a passos largos. Até o final desse texto, os dados apresentados podem não ser mais os mesmos, por isso é fundamental que as empresas estejam protegidas”, finaliza o especialista.

Economista do Banco Ourinvest vê dólar perto de R$ 5,20 no final do ano 431

Economista do Banco Ourinvest vê dólar perto de R$ 5,20 no final do ano

Moeda operou em alta após divulgação dos dados de inflação nos Estados Unidos

O dólar operou em alta nesta sexta-feira (11 de junho) e superou R$ 5,10, após a divulgação de dados de inflação nos Estados Unidos.

“Os dados mais fortes de inflação americana sugerem alta de taxa de juros nos EUA e, portanto, gera o ‘flight to quality’”, analisa a economista-chefe do Banco Ourinvest, Fernanda Consorte.

A inflação norte-americana acumulou alta de 5% no período de 12 meses, sendo a maior em 13 anos.

Para a economista, o cenário é desafiador para o Brasil e é mais provável que o dólar encerre o ano acima de R$ 5. “Conforme temos falado e foi reforçado no relatório de revisão de cenário que soltamos na terça-feira, o cenário, de forma geral, para o Brasil está bem desafiador. Não contaria com a bonança das últimas semanas como uma tendência. Achamos mais provável o dólar chegar ao final deste ano perto de R$ 5,20 do que abaixo de R$ 5,00”, afirma.

Corridas no Autódromo de Interlagos promovem reciclagem de resíduos 442

Piloto Rodrigo Helal e o time da Green Mining / Divulgação

Ação inédita promove conscientização ambiental em um dos setores que mais emite CO₂

O principal impacto global dos poluentes lançados pelos veículos automotores decorre da emissão de CO₂, segundo dados da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA), e o setor de transporte contribui com 14% das emissões mundiais, representando 22,8% especificamente no caso do Brasil. Pensando na gravidade desta situação, o piloto Rodrigo Helal quer fazer a diferença. Para isso, fechou uma parceria com a startup Green Mining, que desde o início de sua atuação evitou a emissão de mais de 291 mil quilos de CO₂, e com empresa Eco Panplas. Juntos, criaram uma ação de reciclagem e sustentabilidade que será realizada durante o Campeonato Old Stock Race 2021, que acontece no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, e em outras cidades brasileiras, que serão divulgadas em breve.

“Conheci a Green Mining por meio das redes sociais e pensei que poderia ser uma ótima oportunidade para o setor automobilístico ao contribuir com a reciclagem dos resíduos gerados durante o campeonato. Acredito que o trabalho de conscientização para melhorarmos o meio ambiente tem sido um desafio muito grande. Hoje, eu, piloto da Stock Race, me sinto honrado por ser um multiplicador de reciclagem ao colaborar com a sustentabilidade, além de inserir o respeito ao meio ambiente dentro do automobilismo”, afirma Rodrigo Helal, que propôs a parceria.

Durante todo o campeonato, as embalagens contaminadas de óleo serão descartadas, de forma ambientalmente correta, em lixeiras posicionadas nos boxes dos pilotos, com fácil identificação com o logo da startup e que, posteriormente, serão encaminhadas pela Green Mining para a Eco Panplas, que fará o processo de reciclagem dos resíduos por meio de um método de limpeza inovador, sem utilização de água.

“De forma inédita, iniciamos o projeto no mesmo dia em que celebramos o Dia Mundial do Meio Ambiente (5/6), promovendo a conscientização para a importância da logística reversa e do reaproveitamento de resíduos plásticos. Com o nosso sistema, todo o material será pesado no momento da coleta e inserido em um sistema, com rastreabilidade total e garantia que os itens coletados são “pós-consumo”, ou seja, logística reversa de verdade”, diz Rodrigo Oliveira, presidente da Green Mining.

“O propósito da Eco Panplas é transformar ideais relacionados a reciclagem de plásticos em realidade, de forma inovadora e com alta tecnologia. Sem utilizar água e sem gerar resíduos, vamos recuperar o material e, também, o óleo residual das embalagens”, complementa Felipe Cardoso, CEO da Eco Panplas.

Devido à pandemia, não é permitida a presença do público nos dias de evento, que ocorrerão ao longo do ano. Porém, algumas etapas serão transmitidas ao vivo no canal do YouTube e perfil do Facebook da Old Stock Race.

Setor de serviços sobe 19,8% e bolsas globais operam em alta 401

Setor de serviços sobe 19,8% e bolsas globais operam em alta

Mercados asiáticos fecharam sem direção única, avalia Nova Futura Investimentos

As bolsas do velho continente fecharam majoritariamente em queda. Embora o Banco Central Europeu (BCE) tenha sinalizado manutenção dos estímulos, o fato de a autoridade monetária ter aumentado suas projeções para o crescimento da economia fez com que os agentes temessem a possibilidade de ajustes na política monetária caso tais projeções se concluam. Londres teve alta de 0,10%. Frankfurt perdeu 0,06%. Paris cedeu 0,26%. Milão teve queda de 0,40%. Na Península Ibérica, Madri e Lisboa perderam 0,26% e 0,17%, respectivamente. A avaliação é da Nova Futura Investimentos.

Em Nova York, os mercados fecharam em alta. Embora os números da inflação tenham sido acima do esperado, o mercado acabou por reagir bem, ao passo em que os rendimentos das treasuries de dez anos fecharam em níveis relativamente baixos, em 1,445%. Tal comportamento se deve ao mercado “acreditar” que o FED manterá o discurso dovish, tendo em vista a criação de empregos evidenciada na semana passada. O Dow Jones teve alta de 0,06%. O S&P 500 ganhou 0,47% e a Nasdaq teve alta de 0,78%.

O Ibovespa fechou em alta de 0,12%, em 130.076,17 pontos. O principal índice da B3 acompanhou o bom-humor externo e a melhora nos preços das commodities. Internamente, as perspectivas de avanço na vacinação e de evolução no calendário de reformas e privatizações também contribuíram para o bom desempenho do índice.

Sexta-feira, 11 de junho de 2021

Os mercados asiáticos fecharam sem direção única. Sem muitos impulsos advindos do calendário econômico no dia (11), os agentes ponderaram a alta da inflação americana, divulgada ontem (10), e a manutenção da política monetária por parte do Banco Central da China (PBoC), devido aos números considerados estáveis da inflação ao consumidor. Tóquio recuou 0,03%. Seul teve valorização de 0,77%. Taiwan subiu 0,32% e Hong Kong acelerou 0,36%. Na China Continental, o Xangai Composto e Shenzhen tiveram queda de 0,58% e 0,89%, respectivamente.

Apesar dos números de inflação divulgados ontem, há alta generalizada nos mercados globais.

O futuro do Ibovespa abre em leve alta, acompanhando os mercados globais e os dados de serviços.

O minério de ferro subiu 5,9% na China, devido à alta demanda e à redução nos estoques.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os números do setor de serviços. O setor cresceu 0,7%, contra expectativa de 0,6% e queda de 4,0% em março. Ao ano, o setor registrou alta de 19,8%. O consenso do mercado era de 18,2%, ante elevação de 4,5%.

O Bacen ofertará até 15.000 mil contratos de swap cambial para rolagem a partir das 11h30min.

O mercado também ficará atento às agendas de reformas e ao processo de vacinação contra a Covid-9.

Indicadores internacionais

No Reino Unido, o PIB mensal teve alta de 2,3%, próximo da projeção de 2,2%. Em três meses, o indicador subiu 1,5%. A produção industrial de abril teve queda 1,3%, ante expectativa de 1,2%. O indicador sem considerar a indústria extrativa, no entanto, teve recuo de 1,3%, ante alta de 1,2%. A balança comercial do país teve déficit de £ -10,96 bilhões.

Nos EUA, a agenda é relativamente vazia, com a publicação dos indicadores regionais da região de Michigan para junho. A confiança do consumidor tem projeção de 79,0 pontos, ante 78,8 em maio. A percepção do consumidor pode subir para 84 pontos, segundo o consenso, contra 82,9 no mês anterior. Como toda sexta-feira, a Baker Hughes divulgará a quantidade de sondas de petróleo em operação.