Lei da Liberdade Econômica e reflexos atuais nos Seguros Privados 1034

Lei da Liberdade Econômica e reflexos atuais nos Seguros Privados / Divulgação/Freepik

Confira artigo da Advogada Maria Izabel Indrusiak, sócia do C. Josias & Ferrer

O mercado segurador, especialmente no que se relaciona aos seguros privados, é fiscalizado e regulamentado pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) e pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

O artigo 36, letra “c” do decreto 73/1966, que regula as atividades de seguros privados no Brasil, determina que compete à Susep, na qualidade de executora da política traçada pelo CNSP como órgão fiscalizador da constituição, organização, funcionamento e operações das sociedades seguradoras, fixar condições de apólices, planos de operações e tarifas a serem utilizadas obrigatoriamente pelo mercado segurador nacional.

Deste modo, os contratos de seguro, independentemente de sua destinação, possuem cláusulas específicas, as quais são previamente submetidas à análise rigorosa e aprovação do órgão competente, especialmente Susep, antes de serem postos para comercialização, o que enseja certa padronização entre todas as empresas do ramo, o que engessa a prática da concorrência e inovações pelos players.

Com o advento da Lei 13.874/2019, ou conhecidamente “Lei da Liberdade Econômica” objetivou-se a desburocratização de diversos processos econômicos, garantindo maior segurança e liberdade para as empresas, dentre outras questões.

A Legislação determina em seu artigo 1º normas de proteção à livre iniciativa e ao livre exercício da atividade econômica e disposições sobre a atuação do Estado como agente normativo e regulador nos termos do inciso IV do caput do artigo 1º do parágrafo único do artigo 170 e, do caput do artigo 174 da Constituição Federal.

A Lei traz em seu parágrafo único do artigo 421 a seguinte previsão: “nas relações contratuais privadas, prevalecerão o princípio da intervenção mínima e a excepcionalidade da revisão contratual”, o que acaba por conflitar com a regra do artigo 36, letra “c” do decreto 73/66.

Com base na Lei da Liberdade Econômica, a atuação de mencionados órgãos, especialmente a Susep fica reduzida à fiscalização quanto à solvência e liquidez das empresas de seguro, perdendo a capacidade intervencionista no que tange aos clausulados e produtos, o que enseja uma flexibilização regulatória, proporcionando às empresas seguradoras uma maior liberdade, fomentando o desenvolvimento do setor no Brasil, além de maior concorrência e inovações aos produtos que possam melhor atender aos anseios do consumidor, atingindo maior público.

Pois bem, a Susep, ao acompanhar a tendência de mencionada Lei, no presente ano de 2021 lançou a Circular 621/2021, o que trouxe novas regras de funcionamento e os critérios para operação de coberturas dos seguros de danos, assim como publicou o Edital de Consulta Pública nº 6/2021, por meio do qual colocou em consulta pública minuta de circular que revisa e consolida as regras aplicáveis aos seguros de responsabilidade civil, esta ainda com sugestões de adequações especialmente no ponto mais nevrálgico relacionado à unificação dos conceitos de prazo complementar e suplementar ao denominado “prazo adicional”.

Na toada da Lei da Liberdade Econômica esses regramentos emanados pela Susep buscam garantir a maior autonomia negocial entre as partes, possibilitando às seguradoras maior liberdade na estruturação de seus produtos, com a simplificação dos clausulados de forma a proporcionar aos segurados uma melhor compreensão quanto ao funcionamento do produto que está lhe sendo oferecido, mais adequado ao perfil do contratante, o que faculta a prática de inovações pelo mercado.

O que se espera é que o processo de simplificação regulatória possa ser cada vez mais concretizado pela autarquia através de suas circulares, inclusive com a necessidade de regramento legal que se compatibilize com a Lei 13.874/2019 e CF/1988.

Corretora aposta em tecnologia para ampliar serviços e identificar seguros mais assertivos 302

Corretora aposta em tecnologia para ampliar serviços e identificar seguros mais assertivos / Foto: UX Indonesia / Unsplash Images

Setor tem passado por constantes transformações no País

O mercado de seguros no Brasil tem passado por constantes transformações e readequações de serviços e produtos, como forma de obter uma relação mais estreita e apurada com os clientes. A Globus Seguros, que surgiu de um spin-off realizado em 2016 com a XP Seguros, é um bom exemplo disso.

A corretora acaba de desenvolver um sistema para identificar e ofertar seguros mais assertivos. A tecnologia – um suitability do segurado – permite, por meio de perguntas e respostas, identificar o perfil exato do cliente, havendo assim a classificação de diferentes níveis de prioridade e categorias de produtos para possíveis contratações. “Com esta inovação ficará mais fácil identificar as suas demandas, o que possibilitará o direcionamento para opções mais adequadas de contratação dos seguros personalizados de acordo com o perfil do cliente, gerando, assim, proteções mais adequadas as suas necessidades, e não produtos que não façam sentido serem contratados”, explica Jesse Teixeira, sócio-fundador da Globus.

O executivo conta também que, ao navegar pelo dia a dia dos parceiros de negócio, principalmente os escritórios de agentes autônomos de investimentos (AAIs), é possível ver as dificuldades dos assessores sobre o tema seguros, não apenas ao abordar seus clientes, mas também para si mesmos enquanto usuários. O ganho em escala com a nova ferramenta proporcionará um aumento significativo na base de clientes (pessoa física) da corretora. “Acreditamos que o suitability possa representar 50% da captação de clientes novos nos próximos 12 meses, enquanto o impacto financeiro previsto é duplicar o faturamento da carteira de pessoas físicas dentro do mesmo período”, diz.

O novo sistema da Globus é baseado em algoritmos que transformam bases de dados em informações assertivas. Constroem, assim, uma cultura de coach digital (“análise combinatória” das ofertas e aderência), transformando milhares de opções em três mais prováveis de sucesso. Essas opções incluem três vertentes bem definidas. São elas: Precisa se proteger, Deve se proteger e Pode se proteger. O sistema terá constantes atualizações, melhorias e aperfeiçoamentos em sua base, levando ainda mais benefícios para o usuário.

Atualmente, no setor de seguros, não há uma ferramenta consolidadora de informações que mapeie os riscos diversos dos clientes e indique produtos de maneira tão assertiva. As corretoras geralmente são focadas em nichos específicos e não apresentam a solução One Stop Shop, que é o posicionamento da Globus, na qual o cliente consegue ser atendido em todas as vertentes de seguros em um único lugar. “Além de ser atendido em todas as suas necessidades com relação a proteções, estamos trabalhando em uma solução única no mercado, que é a ‘wallet of insurance’, que irá consolidar em um único lugar todos seguros que ele tem contratado conosco. Trata-se de um circulo virtuoso, pois quanto mais informações tivermos, melhor atenderemos as necessidades e demandas de nossos clientes. Visto que a necessidade de seguros pode mudar na linha do tempo”, conta Jesse Teixeira.

A Globus possui hoje um portfólio amplo e diversificado, com mais de 40 modalidades de produtos. A empresa é especializada em riscos diferenciados como, por exemplo, seguros de Responsabilidade Civil para Administradores (D&O), Garantias (Judiciais, Performance e Financeiras), Erros e Omissões (E&O), entre outros, além dos seguros tradicionais, como frota, patrimonial, saúde, vida em grupo, viagem, pet etc. A corretora atende mais de 500 clientes corporativos e cerca de 6.000 clientes individuais.

Rede Lojacorr consolida 25 anos com marca olfativa 391

Rede Lojacorr consolida 25 anos com marca olfativa / Foto: JRS

Aroma inspira confiança, solidez e espírito coletivo inseridos na composição sensorial

Em paralelo às comemorações dos 25 anos da Rede Lojacorr, a empresa presenteou as corretoras parceiras, bem como companhias seguradoras e colaboradores com um perfume embalado junto à 37ª edição da revista ‘Corretora do Futuro’, produzida pela empresa. Entretanto, o presente não apenas perfumou os ambientes, mas sim marcou o início da identidade olfativa da marca.

Desenvolvida em parceria com o estúdio olfativo Good Smell, a assinatura olfativa da Lojacorr foi criada em comemoração aos 25 anos e tem o objetivo de consolidar a marca, elevando o seu posicionamento e o seu conceito em todo o Brasil. Trata-se de uma assinatura sensorial nova, personalizada e exclusiva, que reforça a solidez da empresa. A ideia é que que este aroma se espalhe e esteja em todos os pontos onde tenha um Guardião (colaboradores) ou um Desbravador (corretores da Rede).

A perfumista e aromaterapeuta da Good Smell, Janice Zanatta, explica que o processo criativo envolvido na composição parte de um profundo mergulho no universo da marca. Este carimbo sensorial foi desenvolvido o intuito de trazer contemporaneidade e tradição para a marca, identificando o momento da empresa e a sua solidez no segmento de seguros nacional. “Contemporânea, a assinatura traz em seus acordes aromáticos notas cítricas-amadeiradas compostas por Grapefruit, Âmbar, Musgo de Carvalho e lima-da-pérsia. São nuances olfativas que, além de refinadas e harmoniosas, despertam memórias afetivas delicadamente orquestradas para inspirar o sentimento de solidez, credibilidade e espírito coletivo inseridos nessa composição sensorial exclusiva”, afirma.

Para Adriana Cordeiro, analista de Sales Ops da área de Growth da Lojacorr, do time responsável pelo projeto do aroma junto a especialista, a ideia central é fortalecer o sentimento de pertencimento trazendo à memória boas experiências de fazer parte de um time que possui um propósito genuíno. “Juntamos experiências anteriores com nossas expectativas, fizemos um mergulho no entendimento da nossa persona (seguindo a premissa de colocar o cliente em tudo que fazemos), e uma vontade enorme de entregar algo realmente especial nesses 25 da Lojacorr. Com base no briefing feito a várias mãos definimos a personalidade da marca como humana, parceria e inovadora. Seus diferenciais são a valorização das pessoas, o compartilhar de ideias e conhecimento, com um modelo de negócio único e pioneiro. A nossa marca olfativa é suave, porém forte (personalidade de presença); não é floral, mas tem beleza; é criativa, inovadora, está sempre em movimento, é familiar, acolhedora, que gera segurança e inspira prosperidade”, explica.

A responsável pelo Branding da Lojacorr, Ana Clara Baptistella Murat, a marca é forte para o mercado e para as pessoas do ecossistema. “É uma marca acolhedora e apaixonante. Com o aniversário de 25 anos e ainda estarmos em pandemia, nosso objetivo com o aroma era transmitir o nosso abraço nesse momento que não podemos estar próximos e potencializar a sensação de pertencimento e apoio, mostrando esse conforto para todo o nosso ecossistema”, revela.

Entre os benefícios ao adotar o marketing olfativo como estratégia está uma melhor percepção do cliente, diferenciação e consolidação da marca. “Para o momento, o principal benefício foi o resgate de nossas memórias de estarmos junto, já que a pandemia nos obrigou estar distantes por este longo tempo. Queremos ainda trazer para a lembrança emoções positivas, estreitando nosso vínculo. Esta foi a forma que encontramos de abraçar as pessoas que fazem parte de nosso ecossistema, mesmo estando cada um em sua casa”, acrescenta Adriana.

Paulo Barni, Superintendente do GBOEX: Boas perspectivas nas corporações 406

Paulo Antonio Barni é Superintendente de Compliance, Controles Internos e Modelagem do GBOEX / Divulgação

Confira artigo de Paulo Antonio Barni, Superintendente de Compliance, Controles Internos e Modelagem do GBOEX

O mundo corporativo tem inovado de maneira significativa. A gestão, relacionada com a execução dos processos das empresas, tem se direcionado, com intensidade, para a dimensão digital, em razão do movimento praticado pelas corporações em consequência da pandemia da Covid-19, uma nova realidade vivenciada pela sociedade.

Desde 2020, as empresas, objetivando a viabilização da sobrevivência dos seus negócios, adotaram fluxo de inovação e digitalização junto à maioria de seus processos. Esse empenho de customização, necessário para readequação das operações, estabeleceu novos desafios, cenários, riscos e trouxe novas oportunidades. É fato que a base estrutural das corporações foi movimentada, e a perspectiva de retorno à posição anterior, definitivamente, não existe mais.

A virtualização das operações, inicialmente, foi desafiadora, mas oportunizou às empresas vivenciarem uma nova realidade na gestão, em diversos aspectos, oportunizando às organizações trabalharem em uma estrutura mais matricial. O trabalho remoto possibilitou um outro modelo de liderança das equipes, permitindo que a tecnologia viabilizasse os negócios e o exercício da força de trabalho fosse executado, em muitas circunstâncias, ininterruptamente.

Olhando para o micromundo da operação, verificamos que os ciclos de negócios foram revistos, adaptados ou inovados. Os requisitos hoje são outros, e serão endereçados de forma apropriada. É fato que superamos o desafio posto pela pandemia.

Neste retorno ao trabalho presencial, lições de redesenho assimiladas estão sendo implantadas nas atividades técnicas, operacionais e comerciais. Ter uma concepção mais holística da organização, alinhando mercado, estratégia e operação, é requisito fundamental. Precisamos considerar o sentido das “partes” no “todo” corporativo. É imprescindível que as rotinas, as quais agora voltam a serem exercidas em uma dimensão presencial, sejam traçadas de maneira mais eficiente, eficaz e com a economicidade que a perspectiva do home office trouxe.

O mundo das corporações nunca mais será o mesmo. Compulsoriamente, em razão das circunstâncias, evoluímos nas relações de trabalho. Efetivamente, aprendemos com essa nova realidade. Empresas de alta performance souberam, com a abordagem de qualidade exigida, superar as adversidades do momento sem prejudicar seus clientes.

Setor de seguros conta com novas oportunidades para empreendedores 462

Diogo Arndt Silva é presidente (CEO) da Rede Lojacorr; e Dirceu Tiegs é diretor de Gente e Gestão (CHRO) da Lojacorr / Divulgação

Caxias do Sul (RS) é o foco da Lojacorr para nova Unidade de Negócios

Com o intuito de ampliar a capilaridade no País, gerar novas oportunidades para os corretores de seguros na região de Caxias do Sul e proteger mais e melhor os brasileiros, a Rede Lojacorr está apoiando o empreendedorismo no segmento de seguros. A empresa possui Unidades de Negócios no Rio Grande do Sul, mas em todo o País já são 58 unidades. Entretanto, a região nordeste gaúcha, que possui um potencial de crescimento significativo de acordo com pesquisas de mercado, é ainda carente de representação e a Lojacorr visa promover e apoiar a abertura de uma nova Unidade na localidade.

Para cooperar com esse crescimento, representatividade e desenvolvimento da capilaridade da Rede e da proteção no Brasil, a Lojacorr possui modelos de negócios voltados ao empreendedor. São três modelos: Unidades de Negócios com estrutura física de atendimento, Unidade Remota com atendimento e operação online, e Account Comercial que é uma extensão da unidade de negócios. Em todos os formatos, a Lojacorr tem soluções e ferramentas para proporcionar que o empreendedor possa se desenvolver no mercado de forma inovadora e compartilhada.

A viabilidade da concessão de uma Unidade conta com Acesso ao Mercado, BackOffice, Tecnologia, Estrutura e Desenvolvimento, que são a base para a realização de entregas substanciais e inovadoras que serão o suporte do novo negócio para promover o crescimento da produção da unidade, garantir a performance das corretoras, engajar novos negócios e promover conexões e o desenvolvimento sustentável dos corretores. “Somado a esses fatores, está a nossa gente, as pessoas sempre foram o centro de toda a evolução de nossa empresa. O que nos une é o espírito de colaboração, a confiança, o diálogo, o respeito, e a humanização”, afirma o presidente (CEO) da Rede Lojacorr, Diogo Arndt Silva.

Por isso, o profissional que possui um perfil empreendedor e tem afinidade com o segmento de seguros possui suporte e soluções ideais para o seu crescimento com a Lojacorr. Segundo Renato Geraldino, concessionário das Unidades Brasília e Goiânia, ao longo dos 25 anos, a Lojacorr conquistou um grande espaço no mercado e surgiram as oportunidades de novos negócios como o Seguro Agro, Consórcio, Seguro Cyber e os Ramos Faturáveis.

“Para o mercado do Distrito Federal em particular, além das oportunidades, implantamos com o nosso modelo a cultura de ofertar novos produtos ao segurado, e criamos novas oportunidades de negócios aos nossos corretores, além é claro, de disponibilizar às seguradoras a oportunidade de usar a nossa esteira para divulgação dos produtos. A capilaridade da Rede Lojacorr também pode ser definida como uma forma de abranger o espaço que iremos ocupar sem se limitar geograficamente, visando ampliar o alcance e atingir o maior número de corretores e clientes possível”, acrescenta Geraldino.

Dessa forma, além de gerar mais negócios, movimentar a economia e aumentar a produção do mercado de seguros, a capilaridade da Rede desenvolve o empreendedorismo nacional e gera mais oportunidades de atuação para os corretores de seguros no Brasil. Dirceu Tiegs, diretor de Gente e Gestão (CHRO) da Lojacorr, ressalta que a empresa é uma facilitadora para o ecossistema de proteção do País e busca fortalecer a comunidade dos seguros nacional, por meio de inovação, cooperação e compartilhamento. “Além disso, nossa missão é gerir soluções que possam sustentar a expansão e desenvolvimento do setor, por meio do corretor e das unidades, com o apoio de tecnologias e ferramentas capazes de cada vez mais formar profissionais mais comprometidos com as demandas do seu cliente, de forma humanizada, assertiva e completa”, finaliza.

Para conhecer mais sobre como empreender com a Lojacorr clique neste endereço.

Fenaprevi lança campanha ‘Vem de Zap!’ para falar sobre seguros e previdência à adolescentes 263

Fenaprevi lança campanha 'Vem de Zap!' para falar sobre seguros e previdência à adolescentes / Divulgação

Iniciativa quer popularizar assunto entre o público mais jovem

É fato que cuidar da proteção financeira pessoal e da família não é brincadeira. Nem por isso precisa ser um assunto complicado e pouco acessível a grande parte da sociedade. Pensando nisso, a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), em parceria com a Escola de Negócios e Seguros (ENS), lançam em novembro a campanha Vem de Zap! Seguros de Pessoas e Previdência Privada.

A iniciativa parte da premissa de que planejar o futuro deixou de ser assunto “de gente grande” e deve estar presente desde sempre nas conversas, inclusive com jovens e crianças. E foi desenhada com o objetivo de aproximar o público com idades entre 15 a 18 anos do mercado segurador, por meio de conteúdos com linguagem e visual leves, formatados para falar a essa faixa etária que, segundo projeções do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), possui cerca de 12,4 milhões de pessoas no Brasil.

“O Vem de Zap! foi desenvolvido para que os jovens se interessem mais em pesquisar sobre o nosso mercado e entendam a importância de se pensar no futuro. É um projeto especial, muito esperado por nós, resultante do compromisso da Federação e de suas associadas com os brasileiros. Uma contribuição social”, comenta o presidente da comissão de Comunicação, Marketing e Eventos da Fenaprevi, Henrique Dias.

Ele explica ainda que a ideia é estimular os jovens a compartilharem os materiais nas redes sociais e em aplicativos de mensagens, como o WhatsApp – daí o nome da campanha. “Queremos estimulá-los a estabelecerem conversas sobre esses conteúdos com os amigos, os pais, de maneira a fomentar as culturas securitária e previdenciária junto à população”, destaca.

São 13 vídeos, cada um explicando um produto (acerca das modalidades de seguros de pessoas e planos previdenciários). Todos com conteúdo independente, apresentado de maneira didática e objetiva. Também foi elaborado um e-book que detalha os conceitos abordados, falando sobre termos técnicos, vigência, formas de contratação, fases dos planos de previdência, tipos de rendas, tributação etc.

O diretor geral da ENS, Tarcísio Godoy, enaltece a importância do Vem de Zap! e destaca a participação da Instituição. “Essa é uma excelente iniciativa que vem para democratizar e desmistificar o setor junto a uma camada da população que cada vez mais necessita de ações direcionadas. Enquanto instituição de ensino, que tem um papel social a cumprir, a ENS se orgulha de participar desse projeto, que vai ajudar a criar uma geração com consciência sobre educação financeira, securitária e previdenciária”, encerra.

O material está disponível neste endereço.