Seguradoras devem combinar distribuição física e digital para fornecer experiência superior ao cliente no pós-pandemia 636

Seguradoras devem combinar distribuição física e digital para fornecer experiência superior ao cliente no pós-pandemia

Confira tendências apontadas pelo World Insurance Report 2021, da Capgemini e da Efma

O World Insurance Report 2021 da Capgemini e da Efma concluiu que as seguradoras precisam repensar seus modelos de distribuição para oferecer um serviço sem interrupções, uma experiência superior ao cliente (CX) e o valor máximo conforme a dinâmica de negócios do setor continua a evoluir. À medida que desastres naturais e riscos emergentes como a Covid-19 se tornam mais graves, e os lockdowns e necessidades de distanciamento social estimulam a adoção de canais digitais, o mundo está mais preocupado com os seguros. Portanto, as seguradoras precisam capacitar suas redes de distribuição com tecnologias emergentes, o que inclui realidades, aumentada e virtual, e Inteligência Artificial (IA), além de incorporar o seguro na rotina dos clientes ao adotar o Open Insurance, concluiu o relatório.

De acordo com o WIR, mais de 60% dos executivos de seguros entrevistados disseram que a Covid-19 afetou os esforços de aquisição de clientes de suas empresas e cerca de 40% citaram um impacto na retenção de clientes. Para recuperar o terreno perdido, as seguradoras devem considerar a abordagem ‘CARE’ (Convenience, Advice and Reach, em tradução livre, Conveniência, Aconselhamento e Alcance) estão no centro da concepção e avaliação da eficácia de seus canais. E, embora 87% das seguradoras digam que vão investir em melhorias digitais, apenas 32% afirmam que os canais digitais são eficazes para garantir as vendas porque carecem de recursos de aconselhamento personalizado.

Os canais digitais receberam notas altas por disponibilidade 24 horas por dia e 7 dias por semana, facilidade de atualização de informações para seguradoras e recursos de pesquisa. No entanto, sua incapacidade de fornecer aconselhamento detalhado e personalizado aos clientes que buscam produtos complexos, como planos de aposentadoria, deixou claro que os agentes e corretores ainda são essenciais para a compra desses tipos de seguro.

Conveniência como vantagem competitiva de uma seguradora

Os clientes de seguros que responderam a pesquisa disseram que a facilidade e a velocidade de acesso às informações afetam a conveniência de sua experiência. Um total de 77% dos executivos de seguros dizem que os agentes e corretores são seus canais de distribuição mais proeminentes. No entanto, mais de 40% dos clientes de linha pessoal disseram que era um desafio entrar em contato com agentes e corretores fora do horário normal de expediente – e bloqueios e distanciamento social complicam a situação. Ao contrário dos segurados pessoais, as linhas comerciais e pequenas e médias empresas (PMEs) não viram uma diferença significativa na conveniência oferecida por agentes e corretores, canais digitais ou canais diretos. Mais de 50% das PMEs classificaram sua experiência de interação com agentes e corretores como conveniente, da mesma forma que mais de 60% também classificaram os canais digitais como convenientes.

A tecnologia pode sobrecarregar a eficácia do canal

Agentes e corretores querem aumentar seus recursos de engajamento digital e cerca de 44% deles disseram que precisam do suporte de suas seguradoras. Mais da metade dos agentes e corretores que responderam a pesquisa disseram que, para ajudar os clientes de forma eficaz, eles precisam de colaboração digital e ferramentas de engajamento, como plataformas de compartilhamento de tela e ferramentas de assinatura digital de documentos. Eles também disseram que a conveniência do cliente melhora quando são oferecidos formatos digitais e ferramentas de comparação de produtos em uma única tela. No entanto, menos de dois terços das seguradoras disseram que fornecem aos agentes e corretores essas ferramentas digitais muito procuradas para aprimorar a experiência do cliente. No futuro, a ‘Digi-intermediação’ – um processo em que os agentes são digitalmente habilitados e os canais virtuais são humanizados – eliminará lacunas de distribuição, aumentará o CX e otimizará o valor entregue.

Conhecimento mais abrangente do cliente permite aconselhamento personalizado

Os agentes e corretores disseram que precisam saber mais sobre os segurados e clientes em potencial para converter leads em vendas de maneira mais eficaz. APIs e análises baseadas em IA podem ajudar os agentes e corretores a entender as preferências dos clientes, responder a perguntas e oferecer produtos apropriados para eventos especiais da vida dos segurados. Ferramentas analíticas baseadas em IA e uma visão de 360 graus dos clientes são essenciais para uma experiência personalizada. As seguradoras de maior sucesso ganharão e reterão clientes ao reinventar seu ecossistema operacional para apoiar um modelo “phygital” baseado em uma mistura de presença física e envolvimento digital (physical and digital).

“As seguradoras têm a oportunidade de converter o tráfego digital em vendas, ao se concentar em uma experiência virtual hiperpersonalizada”, afirmou Anirban Bose, CEO do Capgemini’s Financial Services e Membro do Board do Grupo Capgemini. “Os clientes de hoje esperam que a interação com suas seguradoras seja fácil, e os provedores precisam garantir que seus canais possibilitem uma experiência de cliente conveniente e perfeita. Ao investir nas tecnologias certas, as seguradoras podem conquistar e reter clientes, ao mesmo tempo que capacitam seus agentes e corretores para aprofundar relacionamentos”, completou.

“O impacto global da adoção digital completa mudou a maneira como as seguradoras precisam operar para satisfazer seus clientes. O investimento digital em canais conectados é um ingrediente crítico para que as seguradoras do futuro tenham sucesso”, disse John Berry, CEO da Efma

Metodologia de relatório

O Relatório Mundial de Seguros 2021 apresenta percepções de três fontes principais – a Pesquisa Global Insurance Voice of the Customer, as Entrevistas Executivas de Seguros Globais 2021 e a Pesquisa Global Agents and Brokers 2021. Juntas, essas fontes cobrem insights de 25 mercados: Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Chipre, Finlândia, França, Alemanha, Hong Kong, Índia, Itália, Japão, México, Noruega, Portugal, Romênia, Cingapura, Espanha, Suécia, Suíça, Holanda, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos.

Vendas do comércio têm crescimento de 1,6% em maio, revela Serasa Experian 435

Vendas do comércio têm crescimento de 1,6% em maio, revela Serasa Experian

Segmento de Material de Construção impulsionou alta do índice

O Indicador de Atividade do Comércio da Serasa Experian registrou alta de 1,6% em maio de 2021 no comparativo com o mês anterior. De acordo com o índice, o setor de Materiais de Construção apresenta destaque após duas quedas seguidas, com aumento de 4,8%. Todos os segmentos cresceram no mês a mês, exceto o de Combustíveis e Lubrificantes, que teve a maior baixa do ano, com 6,8%. Confira a variação mensal completa no gráfico abaixo.

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De acordo com o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, o relaxamento das medidas de distanciamento social diante a pandemia influenciaram o crescimento do indicador. “As restrições de funcionamento impostas aos comércios físicos entre os meses de março e abril foram amenizadas a partir do início de maio, sendo assim, a presença mais ativa dessas empresas possibilitou um maior nível de consumo e uma leve aceleração das vendas”.

Entre principais alvos de ataques cibernéticos, Brasil falha na contratação de Seguro Cyber 329

Rogério Brito Reis é diretor de negócios da Howden Harmonia Corretora de Seguros / Divulgação

Custo médio de crimes cibernéticos no Brasil é de US$ 5,27 milhões e segurança de informação é uma das maiores preocupações das empresas

Na mesma velocidade em que a tecnologia evolui, os crimes cibernéticos também crescem. Só os ataques ransomware em 2019 custaram aos Estados Unidos cerca de US$ 7.5 bilhões. No Brasil, os números também impressionam. De acordo com o AV-Test – The Independent IT Security Institute, em 2020, foram 137,75 milhões de novas amostras de malware. No mesmo ano, 50% dos computadores de escritório e 53% dos computadores domésticos não só foram infectados, como reinfectados por vírus, segundo dados da Webroot Threat Report. Atualmente, o Brasil é um dos países que mais sofre com ataques de segurança digital no mundo e, segundo levantamento da Ponemon, os prejuízos às organizações afetadas são na ordem de R$ 3,96 milhões.

De acordo com Rogério Brito Reis, diretor de negócios da Howden Harmonia Corretora de Seguros, com especialização no tema pela Cyber Insurance Academy, “se pensarmos que o lucro global obtido por crimes cibernéticos é estimado em trilhões de dólares por ano e este lucro é maior do que o faturamento de muitas empresas em conjunto e até mesmo do que o comércio mundial de drogas ilegais, a tendência é aumentar significativamente”, analisa. “Há especialistas que dizem que, provavelmente, haverá uma pandemia causada por um vírus de computador”, pondera.

A questão central é a falta de investimento em cyber security, o que inclui a contratação de uma apólice de Seguro Cyber. “Salvo algumas multinacionais, que aderiram ao seguro cyber por meio de seus programas globais, e poucos empresários preocupados com a mitigação de seus riscos, o mercado brasileiro ainda não aderiu à proteção contra ataques cibernéticos como deveria. Apesar das consultas por este produto terem aumentado recentemente, já que mais pessoas estão trabalhando em casa – o que aumenta os riscos -, ainda temos um número muito baixo de contratação de apólices”, explica o especialista.

A cada período, surgem novas modalidades, que vão do ransomware (sequestro de dados) e trojans (vírus tipo cavalo de troia) ao phishing (em que os hackers “pescam” dados dos usuários, lançando uma “isca”), smishing (mensagem de texto SMS ou whatsapp) e cryptojacking (mineração de criptomoedas). A tendência é que os riscos e os ataques sigam aumentando e com prejuízos cada vez mais relevantes para as organizações.

Quanto mais informação gerenciada por uma empresa (dados corporativos e pessoais), como por exemplo cartões de crédito, identidade, passaporte, relação de clientes, prontuários médicos entre outros, maior o risco de sofrer cyber attacks, bem como maiores prejuízos serão causados.

“Sua empresa depende da tecnologia para gerenciar o seu negócio e informações? Então, ela está vulnerável”, questiona Reis. “Há quem pergunte: ‘será que minha empresa sofrerá um ataque cibernético?’, e eu penso que a pergunta devia mudar para ‘quando sofrerei um ataque cibernético e se estarei preparado para responder ao mesmo e ter continuidade do negócio?'”, pondera.

E o que fazer para proteger a empresa desse tipo de ataque?

Vale ressaltar que, para garantir a proteção das informações, há várias ações a serem tomadas pelas empresas, em especial, investir em antivírus e firewalls, fazer backups frequentes, estabelecer políticas de segurança de informação, realizar treinamentos e, não menos importante, contratar uma apólice de seguro Cyber. Esse serviço, oferecido por conceituadas seguradoras e intermediado pelo time da Howden Harmonia, oferece amplas coberturas, como:

  • Cobertura dos custos de defesa e danos causados a terceiros decorrentes de uma violação de segurança de dados por ataque cibernético;
  • Garantia para os custos com a investigação e mitigação de danos decorrentes de violação de privacidade;
  • Garantia do pagamento de extorsão e despesas na investigação administrativa, além de custos de defesa e de restituição de imagem;
  • Lucros Cessantes;
  • Outros.

“A atualização tecnológica é muito dinâmica e evolui a passos largos. Até o final desse texto, os dados apresentados podem não ser mais os mesmos, por isso é fundamental que as empresas estejam protegidas”, finaliza o especialista.

Economista do Banco Ourinvest vê dólar perto de R$ 5,20 no final do ano 431

Economista do Banco Ourinvest vê dólar perto de R$ 5,20 no final do ano

Moeda operou em alta após divulgação dos dados de inflação nos Estados Unidos

O dólar operou em alta nesta sexta-feira (11 de junho) e superou R$ 5,10, após a divulgação de dados de inflação nos Estados Unidos.

“Os dados mais fortes de inflação americana sugerem alta de taxa de juros nos EUA e, portanto, gera o ‘flight to quality’”, analisa a economista-chefe do Banco Ourinvest, Fernanda Consorte.

A inflação norte-americana acumulou alta de 5% no período de 12 meses, sendo a maior em 13 anos.

Para a economista, o cenário é desafiador para o Brasil e é mais provável que o dólar encerre o ano acima de R$ 5. “Conforme temos falado e foi reforçado no relatório de revisão de cenário que soltamos na terça-feira, o cenário, de forma geral, para o Brasil está bem desafiador. Não contaria com a bonança das últimas semanas como uma tendência. Achamos mais provável o dólar chegar ao final deste ano perto de R$ 5,20 do que abaixo de R$ 5,00”, afirma.

Corridas no Autódromo de Interlagos promovem reciclagem de resíduos 442

Piloto Rodrigo Helal e o time da Green Mining / Divulgação

Ação inédita promove conscientização ambiental em um dos setores que mais emite CO₂

O principal impacto global dos poluentes lançados pelos veículos automotores decorre da emissão de CO₂, segundo dados da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA), e o setor de transporte contribui com 14% das emissões mundiais, representando 22,8% especificamente no caso do Brasil. Pensando na gravidade desta situação, o piloto Rodrigo Helal quer fazer a diferença. Para isso, fechou uma parceria com a startup Green Mining, que desde o início de sua atuação evitou a emissão de mais de 291 mil quilos de CO₂, e com empresa Eco Panplas. Juntos, criaram uma ação de reciclagem e sustentabilidade que será realizada durante o Campeonato Old Stock Race 2021, que acontece no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, e em outras cidades brasileiras, que serão divulgadas em breve.

“Conheci a Green Mining por meio das redes sociais e pensei que poderia ser uma ótima oportunidade para o setor automobilístico ao contribuir com a reciclagem dos resíduos gerados durante o campeonato. Acredito que o trabalho de conscientização para melhorarmos o meio ambiente tem sido um desafio muito grande. Hoje, eu, piloto da Stock Race, me sinto honrado por ser um multiplicador de reciclagem ao colaborar com a sustentabilidade, além de inserir o respeito ao meio ambiente dentro do automobilismo”, afirma Rodrigo Helal, que propôs a parceria.

Durante todo o campeonato, as embalagens contaminadas de óleo serão descartadas, de forma ambientalmente correta, em lixeiras posicionadas nos boxes dos pilotos, com fácil identificação com o logo da startup e que, posteriormente, serão encaminhadas pela Green Mining para a Eco Panplas, que fará o processo de reciclagem dos resíduos por meio de um método de limpeza inovador, sem utilização de água.

“De forma inédita, iniciamos o projeto no mesmo dia em que celebramos o Dia Mundial do Meio Ambiente (5/6), promovendo a conscientização para a importância da logística reversa e do reaproveitamento de resíduos plásticos. Com o nosso sistema, todo o material será pesado no momento da coleta e inserido em um sistema, com rastreabilidade total e garantia que os itens coletados são “pós-consumo”, ou seja, logística reversa de verdade”, diz Rodrigo Oliveira, presidente da Green Mining.

“O propósito da Eco Panplas é transformar ideais relacionados a reciclagem de plásticos em realidade, de forma inovadora e com alta tecnologia. Sem utilizar água e sem gerar resíduos, vamos recuperar o material e, também, o óleo residual das embalagens”, complementa Felipe Cardoso, CEO da Eco Panplas.

Devido à pandemia, não é permitida a presença do público nos dias de evento, que ocorrerão ao longo do ano. Porém, algumas etapas serão transmitidas ao vivo no canal do YouTube e perfil do Facebook da Old Stock Race.

Setor de serviços sobe 19,8% e bolsas globais operam em alta 401

Setor de serviços sobe 19,8% e bolsas globais operam em alta

Mercados asiáticos fecharam sem direção única, avalia Nova Futura Investimentos

As bolsas do velho continente fecharam majoritariamente em queda. Embora o Banco Central Europeu (BCE) tenha sinalizado manutenção dos estímulos, o fato de a autoridade monetária ter aumentado suas projeções para o crescimento da economia fez com que os agentes temessem a possibilidade de ajustes na política monetária caso tais projeções se concluam. Londres teve alta de 0,10%. Frankfurt perdeu 0,06%. Paris cedeu 0,26%. Milão teve queda de 0,40%. Na Península Ibérica, Madri e Lisboa perderam 0,26% e 0,17%, respectivamente. A avaliação é da Nova Futura Investimentos.

Em Nova York, os mercados fecharam em alta. Embora os números da inflação tenham sido acima do esperado, o mercado acabou por reagir bem, ao passo em que os rendimentos das treasuries de dez anos fecharam em níveis relativamente baixos, em 1,445%. Tal comportamento se deve ao mercado “acreditar” que o FED manterá o discurso dovish, tendo em vista a criação de empregos evidenciada na semana passada. O Dow Jones teve alta de 0,06%. O S&P 500 ganhou 0,47% e a Nasdaq teve alta de 0,78%.

O Ibovespa fechou em alta de 0,12%, em 130.076,17 pontos. O principal índice da B3 acompanhou o bom-humor externo e a melhora nos preços das commodities. Internamente, as perspectivas de avanço na vacinação e de evolução no calendário de reformas e privatizações também contribuíram para o bom desempenho do índice.

Sexta-feira, 11 de junho de 2021

Os mercados asiáticos fecharam sem direção única. Sem muitos impulsos advindos do calendário econômico no dia (11), os agentes ponderaram a alta da inflação americana, divulgada ontem (10), e a manutenção da política monetária por parte do Banco Central da China (PBoC), devido aos números considerados estáveis da inflação ao consumidor. Tóquio recuou 0,03%. Seul teve valorização de 0,77%. Taiwan subiu 0,32% e Hong Kong acelerou 0,36%. Na China Continental, o Xangai Composto e Shenzhen tiveram queda de 0,58% e 0,89%, respectivamente.

Apesar dos números de inflação divulgados ontem, há alta generalizada nos mercados globais.

O futuro do Ibovespa abre em leve alta, acompanhando os mercados globais e os dados de serviços.

O minério de ferro subiu 5,9% na China, devido à alta demanda e à redução nos estoques.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os números do setor de serviços. O setor cresceu 0,7%, contra expectativa de 0,6% e queda de 4,0% em março. Ao ano, o setor registrou alta de 19,8%. O consenso do mercado era de 18,2%, ante elevação de 4,5%.

O Bacen ofertará até 15.000 mil contratos de swap cambial para rolagem a partir das 11h30min.

O mercado também ficará atento às agendas de reformas e ao processo de vacinação contra a Covid-9.

Indicadores internacionais

No Reino Unido, o PIB mensal teve alta de 2,3%, próximo da projeção de 2,2%. Em três meses, o indicador subiu 1,5%. A produção industrial de abril teve queda 1,3%, ante expectativa de 1,2%. O indicador sem considerar a indústria extrativa, no entanto, teve recuo de 1,3%, ante alta de 1,2%. A balança comercial do país teve déficit de £ -10,96 bilhões.

Nos EUA, a agenda é relativamente vazia, com a publicação dos indicadores regionais da região de Michigan para junho. A confiança do consumidor tem projeção de 79,0 pontos, ante 78,8 em maio. A percepção do consumidor pode subir para 84 pontos, segundo o consenso, contra 82,9 no mês anterior. Como toda sexta-feira, a Baker Hughes divulgará a quantidade de sondas de petróleo em operação.