Ronaldo Dalcin: Cliente protegido, sociedade segura 536

Ronaldo Dalcin é presidente do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne) / Divulgação

Confira artigo de Ronaldo Dalcin, presidente do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne)

Certamente, enquanto consumidor, você já teve a experiência de adquirir uma geladeira para sua residência, não é mesmo? Essa jornada passou por algumas etapas: seleção de três ou quatro modelos para pesquisa (por vezes, indicado por um parente ou amigo), comparativo de custo x benefício, análise do impacto no orçamento mensal e escolha do local para a compra, que pode ser baseada em uma percepção positiva anterior, inclusive no que se refere a ter uma boa consultoria de um vendedor. Escrevo isso com propriedade, pois recentemente fiz uma aquisição desse tipo para meu lar, o que confirma que passei por todos esses estágios, com a certeza e segurança de adquirir um bem que atende minhas expectativas.

Bem, e por que trago esse exemplo para fazer uma analogia com o mercado segurador? Porque as etapas são semelhantes: você precisa, primeiramente, escolher um corretor de seguros de confiança que discutirá alternativas para o seu perfil e as suas necessidades, ao compor um lote de propostas amparadas por seguradoras oficiais para que você analise e chegue à apólice de sua preferência. Ao escolher um corretor e uma seguradora, você estará amparado nas condições contratuais e protegido por um ambiente regulado que respeita integralmente os direitos do consumidor.

De volta ao exemplo da geladeira, pergunto: você pensaria em adquirir esse bem se não soubesse a procedência? Se não tivesse a segurança de que ele atenderia suas expectativas? Se soubesse que o valor da parcela poderia ser diferente daquele que foi acordado inicialmente? Ou se não houvesse o cumprimento da garantia legal, tampouco o prazo de entrega do bem? Eu tenho certeza que não.

Essas são questões básicas que também podem ser trazidas à análise para aquisição de uma apólice de seguro. E se você não soubesse exatamente qual seria o valor da parcela durante a vigência do contrato? E se não houvesse garantia de que o valor da franquia seria fixo neste período? E mais: sem compromisso de prazo para pagamento de uma indenização ou até mesmo garantia de que você venha a recebê-la? Mais uma vez afirmo: se você tivesse ciência desses riscos, nunca deixaria de procurar uma seguradora e um corretor.

Ter nossas expectativas frustradas, de fato, é muito ruim. Esse sentimento acontece justamente em um momento de extrema necessidade: quando temos um carro roubado, por exemplo. Se você adquiriu sua apólice junto a uma seguradora, pode ficar tranquilo. Você tem a garantia contratual e legal do recebimento dessa indenização. A segurança em confiar seus bens a uma seguradora e a um corretor são fatores primordiais para a sua proteção e da sua família.

Os números do setor de seguros confirmam esse fato. Nos treze estados que estão sob a gestão do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne): Pernambuco, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí, Maranhão, Pará, Amazonas, Acre, Roraima, Amapá e Rondônia, no período compreendido entre janeiro e março desse ano, efetuamos indenizações no valor de R$ 1,8 bilhões. Esse montante, por si só, demonstra o tamanho dessa indústria e o quanto temos lastro financeiro para fazer frente a absolutamente todas as indenizações pelas quais estamos responsáveis.

Estudo aponta tendências de experiência do cliente na indústria de seguros 476

Estudo aponta tendências de experiência do cliente na indústria de seguros

Levantamento estima que investimentos em TI devem crescer 6% por ano até 2024

Apesar do impacto da Covid-19 na economia global, o setor de seguros é um dos maiores investidores em otimização de processos de negócios. De fato, o IDC Research estima que os investimentos com TI neste segmento vão crescer a uma Taxa de Crescimento Anual Composta (do inglês Compound Annual Growth Rate – CAGR) de 6% globalmente até 2024, e alcançarão um valor de mercado de US$ 135 bilhões. De acordo com uma publicação conjunta do InfoBrief por IDC e Liferay, isso pode ser atribuído principalmente ao fato de que 73% da indústria de serviços financeiros planejam manter ou aumentar gastos em TI em comparação com 2020.

As tecnologias que vão liderar este crescimento estão relacionadas à otimização e ao foco no cliente. Entre os gastos com TI no setor de seguros, a experiência do cliente terá uma fatia de mercado de 37% até 2024, com crescimento a uma taxa anual (CAGR) de 17,5%, um total de US$ 50 bilhões. Por outro lado, oferecer uma experiência excelente e personalizada para novos clientes digitais é considerado fundamental para que seguradoras possam gerar fidelização e relacionamentos de longo prazo. Ao todo, 60% das seguradoras afirmam que atrair e reter clientes são as maiores prioridades, de acordo com o novo InfoBrief do IDC e Liferay.

À medida que clientes continuam a evoluir em suas necessidades e preferências digitais, demandam novas formas de interação com as marcas. Hoje, clientes familiarizados com a tecnologia não apenas estão prontos para o autosserviço como preferem o autosserviço em lugar da assistência assistida. O estudo do IDC e Liferay mostra que 55% das seguradoras já possuem, ou planejam desenvolver, um portal online dedicado ao cliente.

Interações omnichannel e experiências fluidas, são as prioridades estratégicas relacionadas à experiência do cliente que melhor descrevem o que as seguradoras esperam alcançar para cumprir sua missão digital. Também é necessário priorizar casos de uso de transformação digital e desenvolver um plano de transformação digital para evolução a um futuro estágio digital.

O IDC Research também revela que 60% das seguradoras têm um plano para implementar comunicações personalizadas para clientes. Para simplificar e customizar essas experiências, empresas de seguros devem incorporar inteligência a processos internos e externos para uma melhor compreensão da jornada do cliente, e ainda, alinhar suas organizações com as perspectivas, estratégias e sistemas corporativos.

Melhorar a experiência do cliente como chave para seguradoras

As crescentes demandas tecnológicas no setor de seguros devem-se principalmente às necessidades de novos clientes digitais em busca de uma experiência de compra e serviço em seguros a qualquer hora e em qualquer lugar.

Tendências de mercado têm mudado todo o modelo de negócio em seguros, onde a análise avançada de dados em tempo real ajuda a criar produtos rapidamente e apresentá-los aos clientes como valor agregado adicional.

Sendo assim, para permanecerem relevantes e competitivas diante dos desafios, as seguradoras precisam atender as expectativas de experiência de todos os agentes, com o uso de tecnologias a exemplo das plataformas de experiência digital, que ajudam a unificar esforços rumo à evolução das iniciativas focadas no cliente. Os stakeholders no ecossistema de seguros incluem clientes, colaboradores, distribuidores, parceiros, agentes/corretores, operadoras e insurtechs.

Nessa nova era, tecnologias e processos implementados pelos negócios estão tão diretamente ligados a seus clientes e mercados que o limite entre aspectos internos da companhia e ecossistemas externos estão desaparecendo rapidamente.

O relatório completo “IDC InfoBrief for Insurance” (em inglês), pode ser acessado neste endereço.

As vantagens de parar de fumar 575

Dra. Ana Gelatti é Médica Oncologista e Pesquisadora da Oncoclínicas RS / Divulgação

Confira artigo da Dra. Ana Gelatti, Médica Oncologista e Pesquisadora da Oncoclínicas RS

O tabagismo é considerado um dos maiores fatores de morte evitável e de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), tais como doenças cardiovasculares, respiratórias e câncer. Além de causar inúmeros outros danos ao organismo, o cigarro provoca risco de morte três vezes maior em fumantes do que em não fumantes. E os números são assustadores. A estimativa é de que o tabagismo poderá causar 1 bilhão de mortes no século 21. Já são mais de 8 milhões de mortes por ano no mundo e mais de 156 mil óbitos/ano no Brasil.

No entanto, é possível reduzir esses riscos e ainda ganhar anos de vida. Por isso, além dos programas de prevenção, os especialistas têm se dedicado a iniciativas que auxiliem pacientes a abandonarem o tabagismo, com apoio de equipes multidisciplinares. Parar de fumar melhora a autoestima e traz benefícios de curto e de longo prazo, tanto à saúde pessoal, quanto para aqueles que convivem com os fumantes.

Conforme estudos publicados no British Medical Journal, quanto mais cedo o indivíduo parar de fumar, maior será sua expectativa de vida em ganho de anos. Para se ter uma ideia, se parar de fumar entre entre 25 e 34 anos de idade, o ganho é de 10 anos de vida; se a parada for um pouco mais tarde, entre 35 e 44 anos de idade, são 9 anos de ganho de vida. Mas se a opção de parar acontecer entre os 45 e 54 anos de idade, esse baixa para 6 anos e se ocorrer entre 55 e 64 anos de idade, o ganho de vida será de apenas 4 anos.

Além da longevidade, a interrupção do tabagismo contribui para melhorar o rendimento profissional e reduz as abstenções, seja no trabalho ou na escola, devido a problemas de saúde. Também reduz os custos familiares, públicos e da assistência suplementar com o diagnóstico e tratamento das doenças relacionadas ao tabaco. Mas é importante alertar que mesmo o ex-fumante deve manter-se atento aos exames preventivos do câncer para evitar eventuais efeitos posteriores do tabagismo.

Seguradoras devem combinar distribuição física e digital para fornecer experiência superior ao cliente no pós-pandemia 666

Seguradoras devem combinar distribuição física e digital para fornecer experiência superior ao cliente no pós-pandemia

Confira tendências apontadas pelo World Insurance Report 2021, da Capgemini e da Efma

O World Insurance Report 2021 da Capgemini e da Efma concluiu que as seguradoras precisam repensar seus modelos de distribuição para oferecer um serviço sem interrupções, uma experiência superior ao cliente (CX) e o valor máximo conforme a dinâmica de negócios do setor continua a evoluir. À medida que desastres naturais e riscos emergentes como a Covid-19 se tornam mais graves, e os lockdowns e necessidades de distanciamento social estimulam a adoção de canais digitais, o mundo está mais preocupado com os seguros. Portanto, as seguradoras precisam capacitar suas redes de distribuição com tecnologias emergentes, o que inclui realidades, aumentada e virtual, e Inteligência Artificial (IA), além de incorporar o seguro na rotina dos clientes ao adotar o Open Insurance, concluiu o relatório.

De acordo com o WIR, mais de 60% dos executivos de seguros entrevistados disseram que a Covid-19 afetou os esforços de aquisição de clientes de suas empresas e cerca de 40% citaram um impacto na retenção de clientes. Para recuperar o terreno perdido, as seguradoras devem considerar a abordagem ‘CARE’ (Convenience, Advice and Reach, em tradução livre, Conveniência, Aconselhamento e Alcance) estão no centro da concepção e avaliação da eficácia de seus canais. E, embora 87% das seguradoras digam que vão investir em melhorias digitais, apenas 32% afirmam que os canais digitais são eficazes para garantir as vendas porque carecem de recursos de aconselhamento personalizado.

Os canais digitais receberam notas altas por disponibilidade 24 horas por dia e 7 dias por semana, facilidade de atualização de informações para seguradoras e recursos de pesquisa. No entanto, sua incapacidade de fornecer aconselhamento detalhado e personalizado aos clientes que buscam produtos complexos, como planos de aposentadoria, deixou claro que os agentes e corretores ainda são essenciais para a compra desses tipos de seguro.

Conveniência como vantagem competitiva de uma seguradora

Os clientes de seguros que responderam a pesquisa disseram que a facilidade e a velocidade de acesso às informações afetam a conveniência de sua experiência. Um total de 77% dos executivos de seguros dizem que os agentes e corretores são seus canais de distribuição mais proeminentes. No entanto, mais de 40% dos clientes de linha pessoal disseram que era um desafio entrar em contato com agentes e corretores fora do horário normal de expediente – e bloqueios e distanciamento social complicam a situação. Ao contrário dos segurados pessoais, as linhas comerciais e pequenas e médias empresas (PMEs) não viram uma diferença significativa na conveniência oferecida por agentes e corretores, canais digitais ou canais diretos. Mais de 50% das PMEs classificaram sua experiência de interação com agentes e corretores como conveniente, da mesma forma que mais de 60% também classificaram os canais digitais como convenientes.

A tecnologia pode sobrecarregar a eficácia do canal

Agentes e corretores querem aumentar seus recursos de engajamento digital e cerca de 44% deles disseram que precisam do suporte de suas seguradoras. Mais da metade dos agentes e corretores que responderam a pesquisa disseram que, para ajudar os clientes de forma eficaz, eles precisam de colaboração digital e ferramentas de engajamento, como plataformas de compartilhamento de tela e ferramentas de assinatura digital de documentos. Eles também disseram que a conveniência do cliente melhora quando são oferecidos formatos digitais e ferramentas de comparação de produtos em uma única tela. No entanto, menos de dois terços das seguradoras disseram que fornecem aos agentes e corretores essas ferramentas digitais muito procuradas para aprimorar a experiência do cliente. No futuro, a ‘Digi-intermediação’ – um processo em que os agentes são digitalmente habilitados e os canais virtuais são humanizados – eliminará lacunas de distribuição, aumentará o CX e otimizará o valor entregue.

Conhecimento mais abrangente do cliente permite aconselhamento personalizado

Os agentes e corretores disseram que precisam saber mais sobre os segurados e clientes em potencial para converter leads em vendas de maneira mais eficaz. APIs e análises baseadas em IA podem ajudar os agentes e corretores a entender as preferências dos clientes, responder a perguntas e oferecer produtos apropriados para eventos especiais da vida dos segurados. Ferramentas analíticas baseadas em IA e uma visão de 360 graus dos clientes são essenciais para uma experiência personalizada. As seguradoras de maior sucesso ganharão e reterão clientes ao reinventar seu ecossistema operacional para apoiar um modelo “phygital” baseado em uma mistura de presença física e envolvimento digital (physical and digital).

“As seguradoras têm a oportunidade de converter o tráfego digital em vendas, ao se concentar em uma experiência virtual hiperpersonalizada”, afirmou Anirban Bose, CEO do Capgemini’s Financial Services e Membro do Board do Grupo Capgemini. “Os clientes de hoje esperam que a interação com suas seguradoras seja fácil, e os provedores precisam garantir que seus canais possibilitem uma experiência de cliente conveniente e perfeita. Ao investir nas tecnologias certas, as seguradoras podem conquistar e reter clientes, ao mesmo tempo que capacitam seus agentes e corretores para aprofundar relacionamentos”, completou.

“O impacto global da adoção digital completa mudou a maneira como as seguradoras precisam operar para satisfazer seus clientes. O investimento digital em canais conectados é um ingrediente crítico para que as seguradoras do futuro tenham sucesso”, disse John Berry, CEO da Efma

Metodologia de relatório

O Relatório Mundial de Seguros 2021 apresenta percepções de três fontes principais – a Pesquisa Global Insurance Voice of the Customer, as Entrevistas Executivas de Seguros Globais 2021 e a Pesquisa Global Agents and Brokers 2021. Juntas, essas fontes cobrem insights de 25 mercados: Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Chipre, Finlândia, França, Alemanha, Hong Kong, Índia, Itália, Japão, México, Noruega, Portugal, Romênia, Cingapura, Espanha, Suécia, Suíça, Holanda, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos.

Executivo defende educação financeira nas escolas 689

Marco Antonio é COO da fintech Bullseye / Divulgação

Confira artigo de Marco Antonio, COO da fintech Bullseye

É sim importante entender a respiração celular, como calcular Bhaskara, quais são as vegetações da Caatinga até os Pampas Gaúchos e o como formular uma oração subordinada substantiva completiva nominal. Fiquem calmos professores, a frase “nunca vou usar isso na minha vida” também me incomoda muito.

A educação fundamental é muito maior do que uma aprovação no vestibular, como o próprio nome diz, será um fundamento na nossa trajetória da vida. Fundamentos tão importantes que trazem o sentido de estarem enraizados no nosso ser e expandem nossa visão de mundo, nossa consciência e senso crítico, aumenta nosso raciocínio lógico e nos trazem verdades interiores e exteriores. Apesar da terminologia remeter a fixação no solo, os fundamentos da educação nos trazem liberdade.

Porém essa liberdade se limita quando vou falar em público pela primeira vez, quando vou fazer meu primeiro imposto de renda ou quando chega em uma eleição e não sabemos a diferença de um deputado para um senador. Ficamos presos, travados, procurando informações de última hora, e muitas vezes tomando decisões erradas.

A educação financeira dentro das escolas está engatinhando e é também uma temática abominada para muitos adultos por aí. Justamente por não termos esse contato desde criança sobre o que é dinheiro e como ele funciona, isso no futuro se torna algo longe do entendimento e como se fosse algo para poucas pessoas. Da mesma forma que eu entendo porque a maçã cai na cabeça do físico eu deveria entender o que é juros, imposto, investimento e os temíveis boletos da vida adulta. E de fato isso é algo que “vou usar na minha vida”, gostando ou não. Porém boa parte das vezes que não gostamos de algo é porque não a entendemos, ou seja, a introdução ao mercado financeiro se torna essencial para nos tornamos adultos com a saúde financeira em dia e consequentemente ajudando na saúde mental. Nada como uma dívida para tirar seu sono de noite.

Medidas como simulações da ONU, feira de ciências, teatro, música, robótica, já são práticas que algumas escolas implementam para ajudar na formação dos alunos, e que trazem experiências marcantes na vida desse estudante. Mas é difícil encontrar uma solução para falar de finanças com um público tão difícil como os adolescentes. Muitas vezes o primeiro salário irá demorar alguns anos para acontecer, mas quando acontece a grande maioria irá gastá-lo em questão de dias, quando não no mesmo dia. Eu concordo que o primeiro salário deva ser motivo de comemoração, mas e os próximos? Você sabe a diferença entre economizar e investir? Quanto está rendendo a Selic? O que é taxa Selic?

Por isso é importante buscar mecanismos para ser a porta de entrada para os futuros investidores do Brasil. Justamente por entender a dor que é estar perdido nesse mundo que parece que só empresários da Faria Lima entendem.

Plataforma mineira de Saúde e Odonto investe em tecnologia para apoiar parceiros e melhorar experiência do cliente 749

Os executivos da Simetria Brasil: David Castro (analista de sistemas), Leonardo Falcão (diretor comercial, de operações e marketing), Josimar Romolo (coordenador de TI), André Beraldo (diretor-executivo) e Alexis Beraldo (diretor de TI) / Divulgação

Simetria Brasil firma parcerias e renova processos de trabalho

Inteligência artificial, machine learning (aprendizado de máquina), customer experience (experiência do cliente), cloud computing (computação em nuvem). Esses recursos tecnológicos de ponta já são realidade nas operações da Simetria Brasil, plataforma líder na comercialização de planos de Saúde e Odontológicos em Minas Gerais.

A companhia firmou recentemente parceria com a Amazon Web Services (AWS), o que permite integrar e escalonar diversos serviços pela internet (banco de dados, rede, aplicativos, infraestrutura). A plataforma de nuvem AWS é a mais adotada e abrangente do mundo por oferecer mais de 200 serviços completos de datacenters.

“O programa permite que nossos parceiros tenham à disposição ferramentas para ampliar seus negócios com qualidade, segurança, flexibilidade, produtividade e excelência”, afirma o analista de sistemas sênior, David Castro. O profissional foi contratado para coordenar o processo de implantação do sistema e de transformação digital da companhia.

“Ele, o diretor de TI, Alexis Beraldo, e o coordenador de TI, Josimar Romolo, mobilizaram o time Simetria e, em pouco mais de 12 meses, fizeram uma remodelação mental que mudou todos os processos de trabalho da empresa. Isso foi possível pois houve um engajamento sensacional da equipe. Mudamos os computadores para notebook e adotamos um modelo híbrido de trabalho, de modo a mesclar presencial e home office”, conta o diretor de Operações, Recursos Humanos, Comercial e de Marketing, Leonardo Ferreira Falcão.

O executivo salienta que a Simetria Brasil investe constantemente em inovação e tecnologia, com foco na integração total da empresa com todos os canais de distribuição.

“O sistema vai agilizar a troca de informações entre os setores da companhia, corretores e clientes. Nossa meta é entregar o melhor sistema digital do Brasil aos nossos parceiros e colaboradores. Com o AWS, podemos utilizar as mais modernas tecnologias para conduzir testes, inovando mais rapidamente. Estamos sempre um passo à frente, criando soluções completamente novas para que todos possam utilizar e transformar seus negócios em ambientes digitais. O futuro é agora”, complementa Falcão.