“Estamos prontos para democratizar o acesso do brasileiro à proteção do seguro”, diz Luciano Snel, CEO da Icatu 675

No ano em que completa 30 anos, a Icatu lança novo logotipo, anuncia posicionamento e investe quase R$ 200 milhões para ampliar serviços com base tecnológica

A Icatu Seguros passará a ser identificada por um novo logotipo. Uma mudança implementada quando a empresa se prepara para completar 30 anos de mercado. Desde maio, o consumidor passa a encontrar em todos os canais de relacionamento da seguradora 100% brasileira uma marca mais humanizada e acolhedora, que revela o desejo da Icatu de estar ainda mais próxima do cliente, pra toda vida. Com lançamento de produtos e serviços com base tecnológica, por meio de parcerias no mercado B2B2C, a Icatu também amplia sua carteira com as fintechs. Nos últimos cinco anos, a empresa calcula investimentos em tecnologia que ultrapassam a marca de R$ 600 milhões. Deste montante, R$ 190 milhões são anunciados para 2021.

“Seguros é o nosso DNA, é o nosso core business, é o mercado que desbravamos como pioneiros há 30 anos e em que hoje somos protagonistas. A opção pela mudança de logotipo e posicionamento é iluminarmos ainda mais a nossa marca-mãe, que é o carro-chefe de toda a nossa arquitetura de marcas de produto e unidades de negócio”, afirma o CEO da Icatu, Luciano Snel.

Junto com o novo logotipo, a empresa passa a adotar a tagline “Vida. Pra Toda Vida” que acompanhará a assinatura da marca Icatu – que também passa a ter como posicionamento o binômio tranquilidade financeira e qualidade de vida. O marco de lançamento do novo logotipo e posicionamento é uma campanha com estreia nacional prevista para 7 de junho, na qual a seguradora apresenta um filme que faz uma ode à vida por meio da mensagem da canção “O Que É, O Que É”, de Gonzaguinha.

As mudanças reforçam a proposta da Icatu ser uma seguradora ágil, flexível e mais humanizada, capaz de se adaptar ao negócio do parceiro, de forma altamente personalizada. A Icatu continuará a operar com Seguros de Vida, Previdência, Capitalização e Investimentos . “Estamos prontos para ter qualquer tipo de parceiro com uma proposta de valor que se conecte com a nossa para que, somadas, impactem diferentes mercados com soluções e produtos de ponta em matéria de proteção e planejamento financeiro”, afirma Snel.

Luciano Snel é CEO da Icatu / Divulgação
Luciano Snel é CEO da Icatu / Divulgação

Ainda de acordo com o CEO da Icatu, a companhia mira também outros mercados além de seus mais de 200 parceiros de serviços financeiros. “Sabemos operar com diferentes segmentos de mercado e canais de distribuição, quer sejam bancos, cooperativas, varejistas, insurtechs e fintechs. Buscamos parceiros estratégicos que tenham a mesma ambição que a nossa: democratizar a proteção e o planejamento financeiro a toda a população”, reforça Snel.

Neste sentido, a Icatu está ainda mais focada em desenvolver soluções mais simples e intuitivas – a partir da inovação e da tecnologia – para uma sociedade mais exigente, que busca eficiência, customização e menor tempo de resposta. Até mesmo produtos considerados tradicionais, como Seguros de Vida e Previdência Privada, podem ser acessados de forma ainda mais simples, o que proporciona mais qualidade na experiência do cliente em toda a sua jornada de compras. Todas as iniciativas da companhia são desenvolvidas com as melhores práticas ágeis e de governança para atender às necessidades de clientes, corretores e parceiros. A Icatu utiliza o conceito de nuvem, virtualização, hiperconvergência e melhores práticas em desenvolvimento de infraestrutura, arquitetura de APIs, além de possuir uma moderna arquitetura de dados.

Para 2021, a previsão de investimento nesta pasta, até dezembro, gira em torno de R$190 milhões, com a contemplação de 16 novos projetos, o que envolve a contratação de aproximadamente cem profissionais de TI neste ano. “A Icatu atua como uma plataforma de insurance-as-a-service, aberta e multicanal para desburocratizar produtos de Vida e Previdência, por exemplo, o que mostra como são simples, flexíveis, fáceis de acessar e para todo tipo de público”, lembra Luciano Snel. No ano passado, a companhia ampliou seus canais digitais de autoatendimento e soluções em vendas online para corretores e parceiros diante de um investimento de R$120 milhões em tecnologia e inovação.

A Icatu é uma seguradora multicanal – por operar com diferentes segmentos de mercado e canais de distribuição – ao oferecer solução completa de capacitação e desenvolvimento de força de vendas ao parceiro. “Nossas parcerias englobam a maior parte do sistema financeiro e cooperativista do país. No digital, nossa presença também cresceu através de parcerias com relevantes plataformas do Brasil. O intuito é ampliar a penetração da cultura do seguro no país, para transformar complexidade em simplicidade, com uso, inclusive, canais remotos”, reforça o CEO da Icatu.

Novo posicionamento reforça humanização da marca

O diretor de Marketing da Icatu, Rafael Caetano, explica que a alteração de logotipo da empresa não implicará em qualquer tipo de mudança sob o ponto de vista da operação, do negócio em si. A Icatu continuará a operar como uma seguradora independente em Seguros de Vida, Previdência, Capitalização e Investimentos. “O nosso propósito enquanto empresa e o propósito de cada funcionário da Icatu não é vender seguros; mas, sim, trabalhar para garantir que cada pessoa, cada família que confia no nosso trabalho possa estar financeiramente protegida, assistida, e, assim, que viva melhor com mais qualidade de vida”, afirmou.

A mudança é anunciada no contexto que o mundo e o Brasil atravessam a pandemia causada pela Covid-19. Neste momento de muita dor em função das milhares de perdas de vidas, a Icatu entende que é preciso estar ainda mais próxima das pessoas, seja com apoio às famílias que estão em busca de mais informações sobre os produtos e serviços oferecidos pela seguradora, seja através do acesso mais ágil e humanizado por meio de seus canais de atendimento ao cliente. “Neste momento, as pessoas se permitem falar sobre assuntos desconfortáveis como a vulnerabilidade da vida. Com a Covid-19, clientes e consumidores buscam conhecer melhor as soluções disponíveis no mercado para decidir sobre a proteção e o planejamento financeiro de sua família”, comentou Rafael Caetano.

Uma história marcada por protagonismo em inovação fez da Icatu uma das maiores seguradoras do Brasil. Graças a uma estratégia integrada de crescimento, a Icatu possui 8 milhões de negócios ativos e mais de R$ 60 bilhões em ativos sob sua gestão, o que inclui a Icatu Vanguarda – empresa de investimentos do Grupo Icatu. A empresa atua em todo o território nacional – são 38 filiais no país e uma rede de 14 mil corretores. A seguradora é responsável pela geração de 2 mil postos de trabalhos diretos, com perspectiva de finalizar o ano com uma equipe de 2,4 mil pessoas.

Desempenho

Em um ano extremamente desafiador para o ambiente de negócios, por conta da pandemia, a Icatu manteve seu histórico de crescimento. Em 2020, a empresa teve resultados operacionais robustos em Vida, Previdência, Capitalização e Investimentos com o faturamento de R$ 8,4 bilhões, com ROE (retorno sobre o patrimônio) acima de 20%. A Icatu atingiu R$ 642 milhões em resultado com operações de seguros no ano passado, e lucro de R$ 292,4 milhões – o segundo melhor ao longo de sua trajetória. O patrimônio líquido da seguradora chegou a R$ 1,7 bilhão, crescimento de 23% em relação a 2019.

No ano passado, a Icatu beneficiou mais de 90 mil famílias com a distribuição de R$ 900 milhões entre pagamentos de rendas, benefícios e sorteios. A cada 5 minutos, a Icatu ajudou uma família a estar financeiramente assistida em 2020.

XP Inc. adquire participação na Capitânia Investimentos, especialista em crédito privado, imobiliário e de infraestrutura 543

XP Inc. adquire participação na Capitânia Investimentos, especialista em crédito privado, imobiliário e de infraestrutura

Gestora possui 30 fundos de investimento sob gestão

A XP Inc. (Nasdaq:XP), maior empresa de investimentos do Brasil, anuncia hoje a aquisição de participação minoritária na Capitânia Investimentos, uma das mais longevas gestoras de recursos independente, especialista em crédito privado, imobiliário e de infraestrutura. Fundada há 18 anos, a Capitânia Investimentos tem mais de R$ 11 bilhões de ativos sob gestão.

Com a entrada da XP, a Capitânia espera, por meio de sinergias e mútua troca de expertise, acelerar o seu crescimento, ampliar estratégias nas quais atua, expandir seu leque de produtos e, consolidar-se como uma das principais fontes de capital de médio e longo prazo nos mercados de capitais brasileiro.

“Temos uma relação histórica com a Capitânia, de mais de 10 anos, e damos agora um novo passo no fortalecimento dessa parceria de sucesso. A entrada na Capitânia está em linha com a nossa visão de oferecer aos nossos clientes o mais completo ecossistema de investimentos do mercado, permitindo o acesso a produtos alternativos e inovadores, como os desenhados pela Capitânia”, afirma Leon Goldberg, sócio da XP Inc.

A Capitânia Investimentos possui atualmente 30 fundos de investimento sob sua gestão, com 140 mil diferentes investidores individuais, além de mais de 80 investidores institucionais (fundos de pensão, seguradoras, gestores de patrimônio, family offices). Como filosofia de gestão, a gestora, de perfil ativista, continuará a privilegiar a busca proativa de casos de investimento que apresentem relação superior de retorno versus riscos versus liquidez. Desde seu nascimento, em 2003, a asset já concluiu a alocação de capital em mais de 500 diferentes casos de investimento (debêntures, CRIs, FIDCs, CRAs, FIIs).

“Nosso modelo de negócio seguirá 100% focado nos cotistas, baseado em um robusto processo de investimento, uso intensivo de tecnologia e rígido controle de riscos, atuando como uma alocadora de capital (buy side), ancorando transações que tenham sido estruturadas por terceiros, e posicionando-nos sempre como uma das investidoras líderes em cada caso de investimento”, destaca Ricardo Quintero, coordenador geral da Capitânia Investimentos.

A governança e a independência das companhias seguem inalteradas. A gestora conta com um time de 30 pessoas e continuará liderada pela mesma equipe. Além de Ricardo Quintero, conta ainda com Arturo Profili e Caio Conca como co-responsáveis por gestão de recursos e Carlos Simonetti e Flávia Krauspenhar como co-responsáveis por relações com investidores, produtos e marketing.

Vendas do comércio têm crescimento de 1,6% em maio, revela Serasa Experian 471

Vendas do comércio têm crescimento de 1,6% em maio, revela Serasa Experian

Segmento de Material de Construção impulsionou alta do índice

O Indicador de Atividade do Comércio da Serasa Experian registrou alta de 1,6% em maio de 2021 no comparativo com o mês anterior. De acordo com o índice, o setor de Materiais de Construção apresenta destaque após duas quedas seguidas, com aumento de 4,8%. Todos os segmentos cresceram no mês a mês, exceto o de Combustíveis e Lubrificantes, que teve a maior baixa do ano, com 6,8%. Confira a variação mensal completa no gráfico abaixo.

Divulgação
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De acordo com o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, o relaxamento das medidas de distanciamento social diante a pandemia influenciaram o crescimento do indicador. “As restrições de funcionamento impostas aos comércios físicos entre os meses de março e abril foram amenizadas a partir do início de maio, sendo assim, a presença mais ativa dessas empresas possibilitou um maior nível de consumo e uma leve aceleração das vendas”.

Entre principais alvos de ataques cibernéticos, Brasil falha na contratação de Seguro Cyber 347

Rogério Brito Reis é diretor de negócios da Howden Harmonia Corretora de Seguros / Divulgação

Custo médio de crimes cibernéticos no Brasil é de US$ 5,27 milhões e segurança de informação é uma das maiores preocupações das empresas

Na mesma velocidade em que a tecnologia evolui, os crimes cibernéticos também crescem. Só os ataques ransomware em 2019 custaram aos Estados Unidos cerca de US$ 7.5 bilhões. No Brasil, os números também impressionam. De acordo com o AV-Test – The Independent IT Security Institute, em 2020, foram 137,75 milhões de novas amostras de malware. No mesmo ano, 50% dos computadores de escritório e 53% dos computadores domésticos não só foram infectados, como reinfectados por vírus, segundo dados da Webroot Threat Report. Atualmente, o Brasil é um dos países que mais sofre com ataques de segurança digital no mundo e, segundo levantamento da Ponemon, os prejuízos às organizações afetadas são na ordem de R$ 3,96 milhões.

De acordo com Rogério Brito Reis, diretor de negócios da Howden Harmonia Corretora de Seguros, com especialização no tema pela Cyber Insurance Academy, “se pensarmos que o lucro global obtido por crimes cibernéticos é estimado em trilhões de dólares por ano e este lucro é maior do que o faturamento de muitas empresas em conjunto e até mesmo do que o comércio mundial de drogas ilegais, a tendência é aumentar significativamente”, analisa. “Há especialistas que dizem que, provavelmente, haverá uma pandemia causada por um vírus de computador”, pondera.

A questão central é a falta de investimento em cyber security, o que inclui a contratação de uma apólice de Seguro Cyber. “Salvo algumas multinacionais, que aderiram ao seguro cyber por meio de seus programas globais, e poucos empresários preocupados com a mitigação de seus riscos, o mercado brasileiro ainda não aderiu à proteção contra ataques cibernéticos como deveria. Apesar das consultas por este produto terem aumentado recentemente, já que mais pessoas estão trabalhando em casa – o que aumenta os riscos -, ainda temos um número muito baixo de contratação de apólices”, explica o especialista.

A cada período, surgem novas modalidades, que vão do ransomware (sequestro de dados) e trojans (vírus tipo cavalo de troia) ao phishing (em que os hackers “pescam” dados dos usuários, lançando uma “isca”), smishing (mensagem de texto SMS ou whatsapp) e cryptojacking (mineração de criptomoedas). A tendência é que os riscos e os ataques sigam aumentando e com prejuízos cada vez mais relevantes para as organizações.

Quanto mais informação gerenciada por uma empresa (dados corporativos e pessoais), como por exemplo cartões de crédito, identidade, passaporte, relação de clientes, prontuários médicos entre outros, maior o risco de sofrer cyber attacks, bem como maiores prejuízos serão causados.

“Sua empresa depende da tecnologia para gerenciar o seu negócio e informações? Então, ela está vulnerável”, questiona Reis. “Há quem pergunte: ‘será que minha empresa sofrerá um ataque cibernético?’, e eu penso que a pergunta devia mudar para ‘quando sofrerei um ataque cibernético e se estarei preparado para responder ao mesmo e ter continuidade do negócio?'”, pondera.

E o que fazer para proteger a empresa desse tipo de ataque?

Vale ressaltar que, para garantir a proteção das informações, há várias ações a serem tomadas pelas empresas, em especial, investir em antivírus e firewalls, fazer backups frequentes, estabelecer políticas de segurança de informação, realizar treinamentos e, não menos importante, contratar uma apólice de seguro Cyber. Esse serviço, oferecido por conceituadas seguradoras e intermediado pelo time da Howden Harmonia, oferece amplas coberturas, como:

  • Cobertura dos custos de defesa e danos causados a terceiros decorrentes de uma violação de segurança de dados por ataque cibernético;
  • Garantia para os custos com a investigação e mitigação de danos decorrentes de violação de privacidade;
  • Garantia do pagamento de extorsão e despesas na investigação administrativa, além de custos de defesa e de restituição de imagem;
  • Lucros Cessantes;
  • Outros.

“A atualização tecnológica é muito dinâmica e evolui a passos largos. Até o final desse texto, os dados apresentados podem não ser mais os mesmos, por isso é fundamental que as empresas estejam protegidas”, finaliza o especialista.

Economista do Banco Ourinvest vê dólar perto de R$ 5,20 no final do ano 460

Economista do Banco Ourinvest vê dólar perto de R$ 5,20 no final do ano

Moeda operou em alta após divulgação dos dados de inflação nos Estados Unidos

O dólar operou em alta nesta sexta-feira (11 de junho) e superou R$ 5,10, após a divulgação de dados de inflação nos Estados Unidos.

“Os dados mais fortes de inflação americana sugerem alta de taxa de juros nos EUA e, portanto, gera o ‘flight to quality’”, analisa a economista-chefe do Banco Ourinvest, Fernanda Consorte.

A inflação norte-americana acumulou alta de 5% no período de 12 meses, sendo a maior em 13 anos.

Para a economista, o cenário é desafiador para o Brasil e é mais provável que o dólar encerre o ano acima de R$ 5. “Conforme temos falado e foi reforçado no relatório de revisão de cenário que soltamos na terça-feira, o cenário, de forma geral, para o Brasil está bem desafiador. Não contaria com a bonança das últimas semanas como uma tendência. Achamos mais provável o dólar chegar ao final deste ano perto de R$ 5,20 do que abaixo de R$ 5,00”, afirma.

Corridas no Autódromo de Interlagos promovem reciclagem de resíduos 485

Piloto Rodrigo Helal e o time da Green Mining / Divulgação

Ação inédita promove conscientização ambiental em um dos setores que mais emite CO₂

O principal impacto global dos poluentes lançados pelos veículos automotores decorre da emissão de CO₂, segundo dados da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA), e o setor de transporte contribui com 14% das emissões mundiais, representando 22,8% especificamente no caso do Brasil. Pensando na gravidade desta situação, o piloto Rodrigo Helal quer fazer a diferença. Para isso, fechou uma parceria com a startup Green Mining, que desde o início de sua atuação evitou a emissão de mais de 291 mil quilos de CO₂, e com empresa Eco Panplas. Juntos, criaram uma ação de reciclagem e sustentabilidade que será realizada durante o Campeonato Old Stock Race 2021, que acontece no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, e em outras cidades brasileiras, que serão divulgadas em breve.

“Conheci a Green Mining por meio das redes sociais e pensei que poderia ser uma ótima oportunidade para o setor automobilístico ao contribuir com a reciclagem dos resíduos gerados durante o campeonato. Acredito que o trabalho de conscientização para melhorarmos o meio ambiente tem sido um desafio muito grande. Hoje, eu, piloto da Stock Race, me sinto honrado por ser um multiplicador de reciclagem ao colaborar com a sustentabilidade, além de inserir o respeito ao meio ambiente dentro do automobilismo”, afirma Rodrigo Helal, que propôs a parceria.

Durante todo o campeonato, as embalagens contaminadas de óleo serão descartadas, de forma ambientalmente correta, em lixeiras posicionadas nos boxes dos pilotos, com fácil identificação com o logo da startup e que, posteriormente, serão encaminhadas pela Green Mining para a Eco Panplas, que fará o processo de reciclagem dos resíduos por meio de um método de limpeza inovador, sem utilização de água.

“De forma inédita, iniciamos o projeto no mesmo dia em que celebramos o Dia Mundial do Meio Ambiente (5/6), promovendo a conscientização para a importância da logística reversa e do reaproveitamento de resíduos plásticos. Com o nosso sistema, todo o material será pesado no momento da coleta e inserido em um sistema, com rastreabilidade total e garantia que os itens coletados são “pós-consumo”, ou seja, logística reversa de verdade”, diz Rodrigo Oliveira, presidente da Green Mining.

“O propósito da Eco Panplas é transformar ideais relacionados a reciclagem de plásticos em realidade, de forma inovadora e com alta tecnologia. Sem utilizar água e sem gerar resíduos, vamos recuperar o material e, também, o óleo residual das embalagens”, complementa Felipe Cardoso, CEO da Eco Panplas.

Devido à pandemia, não é permitida a presença do público nos dias de evento, que ocorrerão ao longo do ano. Porém, algumas etapas serão transmitidas ao vivo no canal do YouTube e perfil do Facebook da Old Stock Race.