As vulnerabilidades das instituições de saúde e o cyber risco 514

Ana Cristina Albuquerque é Head de linhas financeiras da Willis Towers Watson / Divulgação

Confira artigo de Ana Cristina Albuquerque, Head de linhas financeiras da Willis Towers Watson

As empresas do setor de saúde são alvos cada vez mais populares entre os criminosos cibernéticos. O Brasil está listado em quinto lugar entre países com maior grau de ataques cibernéticos no segmento, segundo a empresa Check Point Research (CPR). A principal ameaça é do tipo ransomware que são muito prejudiciais porque qualquer interrupção em seus sistemas pode afetar a capacidade das instituições de prestarem cuidados e colocar vidas em risco.

Cerca de 50% dos incidentes cibernéticos globais no terceiro trimestre de 2020 no setor de saúde foram desses chamados ransomware, que se caracterizam pelo sequestro de dados de dispositivos e liberação apenas com o pagamento de um “resgate”. Esses ataques estão se tornando mais prevalentes para provedores de saúde, uma vez que os grupos maliciosos julgam que essas instituições estão mais dispostas a pagar um resgate pela devolução de seus dados ou acesso ao sistema, em vez de sofrer os impactos associados a um incidente cibernético. Além disso, muitas organizações foram forçadas a realizar mudanças imediatas, quase inimagináveis, em seus ambientes de trabalho de TI, o que pode ter levado a um aumento em suas vulnerabilidades cibernéticas.

Recentemente, um ataque ao serviço de saúde pública da Irlanda paralisou o sistema e afetou o cadastro para imunização no país. E no ano passado, uma invasão cibernética atingiu três hospitais do estado Alabama, nos Estados Unidos, forçando-os a recusar todos os pacientes, exceto os mais críticos. Além de enfrentarem a forte pressão do número crescente de casos de coronavírus, essas instituições enfrentam a difícil tarefa de encarar a complexidade de adotar sistemas robustos, computação em nuvem e estratégias de segurança cibernética corporativa.

O setor da saúde também tem se preocupado especialmente com o vazamento de informações, já que tratam de informações classificadas como sensíveis, conforme classificação da Nova Lei Geral de Proteção de Dados, e ficam sujeitas a responder por eventuais responsabilidades que sejam imputadas, inclusive multas e penalidades estabelecidas na LGPD. Em 2020, uma falha de segurança no sistema do Ministério da Saúde expôs dados pessoais de mais de 200 milhões de brasileiros que fazem uso do SUS (Sistema Único de Saúde) e informações de 16 milhões de pessoas que tiveram diagnóstico suspeito ou confirmado de covid-19.

Como instrumento de proteção, o seguro cyber deve ser visto como um investimento para auxiliar e mitigar perdas financeiras em caso de eventuais vazamentos de dados, bem como prejuízos em face interrupção dos negócios das instituições, em virtude de um ataque cibernético. Atualmente o seguro também é colocado como boas práticas de gestão de cyber risks, fazendo parte do controle de risco das grandes organizações, reduzindo exposições e sendo parte dos controles internos.

Os crimes cibernéticos estão cada vez mais sofisticados, por isso é importante as empresas estarem adequadas com políticas internas efetivas de segurança de informações e de dados, além de planos de contingenciamento, assim como adequação às diretrizes relacionadas a LGPD. Hoje é imprescindível realizar a gestão desses riscos e o seguro de cyber é um instrumento significativo para reduzir os prejuízos financeiros relacionados ao tema trazendo um significado de boas práticas de governança para o mercado.

Aplicativo Porto Seguro Saúde oferece serviço de telemedicina por videochamada 328

Aplicativo Porto Seguro Saúde oferece serviço de telemedicina por videochamada

Sistema permite realizar consultas por chamadas de vídeo no aplicativo por meio do Alô Saúde

Comodidade e praticidade são elementos essenciais para a vida de qualquer pessoa, ainda mais nos tempos atuais. Poder contar com uma boa assistência, sem sair de casa e na palma da mão, é fundamental. Pensando nisso, o Porto Seguro Saúde aperfeiçoou seu aplicativo, que agora permite que o usuário, por meio da plataforma Alô Saúde, tenha acesso a telemedicina por videochamada para os casos de pronto atendimento.

Com a novidade, os clientes conseguem solicitar orientações médicas a qualquer hora do dia, com mais agilidade e sem precisar sair de casa. Basta acessar o aplicativo Saúde e Odonto, clicar no ícone Alô Saúde, selecionar o beneficiário, escolher se deseja orientação médica por telefone ou videochamada, descrever os sintomas, podendo enviar imagens e exames, se desejar, e pronto. Só aguardar ser atendido.

O atendimento por videochamada pode ser imediato, conforme disponibilidade do médico ou agendado conforme melhor horário para cliente.

“Esse aperfeiçoamento no nosso aplicativo foi pensado para que nossos clientes tenham toda praticidade possível na hora do atendimento, e tudo isso no conforto de seus lares. Toda a consulta e contato com o médico pode ser feito na palma da mão. E mais, após o médico finalizar a orientação, fica disponível o histórico do atendimento para consultar a qualquer tempo. Outra facilidade, o usuário consegue baixar e compartilhar documentos, via outros apps que estejam disponíveis no celular, o que inclui WhatsApp” afirma a Superintendente de Negócios em Saúde, Mônica Bortolossi.

Os agendamentos e cancelamentos são realizados online, além de poder consultar o médico no horário marcado, tendo acesso à visualização da prescrição médica, solicitação de exames, atestado e relatório emitidos por ele. As orientações de pronto atendimento por telefone continuam e por lá você pode usufruir de acompanhamento nutricional e atividades físicas, além de apoio e monitoramento exclusivo para gestantes até o primeiro mês do bebê, como profissionais à disposição através do telefone: 0800-940 1892.

Faça sua videochamada com nossa equipe Alô Saúde e aproveite outras facilidades no aplicativo Porto Seguro Saúde e Odontológico. Para mais informações, acesse também este endereço.

AIG anuncia Seguro de Acidentes Pessoais com assistência de saúde para empresas 635

Edson Souza é Diretor de Produtos da AIG Seguros / Divulgação

Novo produto é voltado para organizações de diversos portes que queiram oferecer seguro e serviços complementares de saúde para funcionários

A AIG anuncia a chegada de seu AIG Acidentes Pessoais – MiniMed, um produto combinado de acidentes pessoais e assistência de saúde para empresas. Pode ser contratado por organizações de diversos portes e segmentos que queiram oferecer benefícios de saúde e seguro para seus funcionários, ou ainda companhias que queiram fortalecer os planos de saúde que já possuem.

“O MiniMed AIG é um produto pensado para atender desde empresas pequenas, com equipes de dez pessoas, até grandes organizações, com 20 mil funcionários. Além do amparo em acidentes pessoais, é uma ferramenta para gestão de saúde e prevenção. O objetivo é trazer tranquilidade, conforto e benefícios para os funcionários, com valorização e pouco custo para as empresas”, diz Edson Souza, Diretor de Produtos da AIG Seguros.

O MiniMed AIG é um seguro voltado para organizações de diversos tipos, como associações, entidades de classe, sindicatos, cooperativas, empresas com equipes de colaboradores autônomos, entre outros. Entre as coberturas do produto estão a indenizações por doenças graves, internações acidentais ou doença, convalescença, morte acidental, invalidez total ou parcial por acidente e assistência funeral. Entre os diferenciais estão os serviços agregados à apólice oferecidos pelo Pronto Atendimento Digital gratuito da Saúde iD, empresa do Grupo Fleury, com cobertura 24 horas por dia e sete dias por semana, com consultas médicas por agendamento ou atendimento imediato sem triagem, também sem custos para o colaborador, e reembolso em caso de hospitalização. Os clientes do MiniMed contam ainda com descontos de até 80% em mais de 28 mil farmácias em todo o Brasil.

“Com mais este novo produto, a AIG se fortalece no segmento de seguros para pessoas, por meio de parcerias e canais de distribuição diferenciados no Brasil, oferecendo capacidade e experiência globais. A AIG já atua com diversos parceiros de negócios no país, como bandeiras de cartões de crédito e bancos, entre outros”, complementa Edson.

Para se adequar às necessidades de organizações de diferentes portes, o MiniMed AIG oferece cinco planos de seguro com vigência anual, com valor mensal a partir de R$ 21,98 por pessoa, que é cobrado da empresa.

Sindseg SP promove workshop e aborda desafios e oportunidades em Vida e Saúde 409

Sindseg SP promove workshop e aborda desafios e oportunidades em Vida e Saúde / Divulgação

Encontro virtual quer discutir o futuro desses segmentos, severamente impactados pela pandemia

Quais foram os impactos da pandemia no seguro de pessoas e na saúde suplementar? Como os acontecimentos dos últimos meses aceleraram mudanças e promoveram transformações inesperadas? Os mercados reagiram bem e estão se adaptando à realidade? O que vem pela frente e o que as companhias devem fazer para atender novas expectativas e continuar crescendo?

O Sindicato das Seguradoras do Estado de São Paulo (Sindseg SP) reúne especialistas para debater essas questões em transmissão, no próximo dia 28 de julho. Com mediação do presidente da entidade, Rivaldo Leite, o Workshop Vida e Saúde – Oportunidades e desafios no pós-pandemia – terá a participação dos diretores do Sindseg SP Luciano Lima (SulAmérica) e Marco Antônio Messere Gonçalves (Grupo MAG), além do presidente do Clube Vida em Grupo (CVG-SP), Marcos Kobayashi (Tokio Marine Seguradora).

“São segmentos muito impactados pela pandemia e o aumento na percepção de risco das pessoas. Pressionados ao limite pela emergência ao mesmo tempo em que experimentam alta incomum na demanda, com novos perfis e necessidades. É um cenário que exige análise apurada e decisões rápidas”, resume o presidente do Sindseg SP.

O workshop pretende discutir principalmente as tendências e ações para atender expectativas que até pouco tempo atrás não existiam. “Quais são os impactos, por exemplo, na saúde e na qualidade de vida dos milhões de pessoas que tiveram covid e se recuperaram? Temos que entender para desenvolver a melhor solução para esses clientes”, diz Rivaldo.

Da mesma maneira é urgente apontar saídas para os crescentes custos na saúde suplementar. “Os planos de saúde se provaram mais uma vez pilares do nosso sistema assistencial. Garantir sustentabilidade ao modelo é de interesse público e precisamos avançar nesse sentido”, finaliza Rivaldo Leite.

Serviço

Workshop Vida e Saúde – Oportunidades e desafios no pós-pandemia.
Participantes: Luciano Lima, diretor do Sindseg SP (SulAmérica); Marco Antonio Messere Goncalves, diretor do Sindseg SP (MAG); Marcos Kobayashi, presidente do CVG-SP (Tokio Marine).
Mediação: Rivaldo Leite, presidente do Sindseg SP.
Dia 28 de julho, 10h.

Contratação de planos de saúde continuam em alta no mês de junho 442

Contratação de planos de saúde continuam em alta no mês de junho

Dados são da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS)

A Agência Nacional de Saúde Suplementar divulgou nesta quarta-feira (21) novos números sobre os planos de assistência médica, assim como dados sobre o impacto da pandemia de Covid-19 no setor de planos de saúde. As informações indicam que a utilização dos serviços de saúde no primeiro semestre de 2021, em geral, permanecem abaixo do que era observado antes da pandemia de coronavírus. Também caiu o número de reclamações sobre atendimentos relacionados à Covid-19 nos canais da ANS.

De acordo com a Agência, o número de beneficiários dos planos de saúde manteve a tendência de ampliação e cresceu 0,27%, com 48.238.177 usuários. O destaque vai para as contratações realizadas na faixa acima de 59 anos em todos os tipos de modalidades nos últimos 12 meses.

Informações assistenciais

Em junho, a taxa mensal geral de ocupação de leitos – que engloba leitos comuns e UTI – manteve-se abaixo do observado em maio e passou de 74% para 73%, abaixo dos 75% observados em junho de 2019 (período pré-pandemia). A taxa de ocupação de leitos para Covid-19 sofreu redução em comparação a maio (caiu de 73% para 68%), enquanto a taxa de leitos para outros procedimentos manteve-se estável, de 74% para 75%. A queda de internações por Covid-19 foi observada tanto para leitos comuns como para UTI e parece refletir o avanço da vacinação contra a Covid-19 no País. De acordo com o Ministério da Saúde eram 117.005.229 milhões de doses aplicadas (somadas a 1ª e 2ª doses), no último dia 14 de julho.

A quantidade de consultas em pronto-socorro que não geraram internações também não sofreu variação em relação ao mês anterior e continua abaixo do observado antes do início da pandemia. Quanto à procura por exames e terapias eletivas (Serviços de Apoio Diagnóstico Terapêutico – SADT), as autorizações emitidas em junho de 2021 ficaram acima do verificado em junho de 2019.

De modo geral, a ANS indica que no primeiro semestre de 2021 não houve aumento de utilização de serviços de saúde no comparativo com 2019 (pré-pandemia). Os números seguem em patamar próximo (no caso de exames e terapias eletivas) ou em patamar inferior (no caso de internações e atendimentos em pronto-socorro).

Exames relacionados à Covid-19

Em relação aos exames para detecção da Covid-19, após redução nos meses de janeiro e fevereiro, o número de exames de RT-PCR realizados em março de 2021 foi o maior desde o início da pandemia, um total de 843.595. Em abril, o número caiu para 330.629. Também diminuiu o número de testes do tipo sorológico: foram 146.489 em março e 65.283 em abril de 2021.

Cabe ressaltar que números relativos à competências passadas podem sofrer alterações. Isto porque exames ocorridos em determinado mês podem ser cobrados das operadoras nos meses subsequentes quando, somente então, serão enviados à ANS, conforme estabelecido no Padrão TISS.

Informações econômico-financeiras

Em relação aos indicadores econômico-financeiros, houve estabilidade no indicador de sinistralidade de caixa quando observados os meses de maio e junho de 2021, quando o índice ficou em 79%. Houve redução significativa do índice de sinistralidade de caixa no segundo e terceiro trimestres de 2020 em relação ao período pré-pandemia e a taxa do ano ficou em 73% – oito pontos percentuais a menos que em 2019, quando a taxa ficou em 81%.

Em 2021, os dados também mostram aumento do índice de sinistralidade entre o primeiro e o segundo trimestres, evolução que reflete tendência de sazonalidade de mesmo período de 2019. No entanto, os dados do primeiro e do segundo trimestres de 2021 indicam que o indicador permanece em patamar inferior ao observado pré-pandemia (2019). De acordo com a ANS não existem evidências de que a tendência de queda deva se alterar. Caiu também a taxa de inadimplência, mas os percentuais permanecem próximos dos patamares históricos.

Demandas dos consumidores

Em junho, houve queda no número de reclamações relacionadas à Covid-19 registradas nos canais de atendimento da ANS. Foram 1.113 reclamações no mês e 1.280 reclamações em maio deste ano. Do total, 44% das queixas foram sobre exames ou tratamentos; 40% foram sobre outras assistências afetadas pela pandemia e 16% sobre temas não assistenciais (contratos e regulamentos, por exemplo).

Com relação a temas gerais e relacionados à Covid-19, foram registradas nos canais de atendimento da ANS 16.306 reclamações, passíveis de mediação pelo instrumento da Notificação de Intermediação Preliminar (NIP). O número é 3,9% maior que o registrado em maio deste ano e 45,3% maior que o total de atendimentos feitos em junho de 2020.

Importante destacar que a intermediação de conflitos feita pela ANS entre consumidores e operadoras tem resolvido mais de 90% das reclamações registradas nos canais de atendimento da Agência, tanto sobre temas gerais quanto as específicas sobre problemas relacionados à Covid-19. Também é preciso esclarecer que os números de reclamações NIP consideram os relatos de consumidores que cadastram suas queixas na ANS, sem análise de mérito sobre eventual infração da operadora ou da administradora de benefícios à Lei 9.656/98 e seus normativos ou aos termos contratuais.

Confira todos os dados em relação ao coronavírus no site da ANS.

Pesquisa aponta que Unimed-Rio é a operadora de saúde mais lembrada no Rio de Janeiro 411

Pesquisa aponta que Unimed-Rio é a operadora de saúde mais lembrada no Rio de Janeiro / Divulgação

Levantamento entrevistou 1.096 pessoas entre os meses de janeiro e fevereiro de 2021

Uma pesquisa de mercado realizada pelo Instituto Ibero-Brasileiro de Relacionamento com o Cliente (IBRC) nas cidades do Rio de Janeiro e Duque de Caxias mostrou que, quando se pensa em plano de saúde, a Unimed-Rio é a operadora que vem primeiro à cabeça dos entrevistados. Com 45% das citações, a cooperativa ficou bem à frente da segunda colocada, que registrou 21% das respostas.

“Ficamos duplamente felizes com o resultado da pesquisa do IBRC. Primeiro, por mostrar que seguimos sendo a marca mais lembrada do segmento entre os cariocas, o que referenda todo o trabalho que temos realizado nos últimos anos. E também pelo fato de o principal motivo dessa lembrança ser a experiência com a marca. Somos uma empresa criada e dirigida por médicos, com uma visão muito voltada para o cuidado e acolhimento dos nossos clientes e entendemos isso como um diferencial competitivo. É muito bom ver que o cliente percebe isso na entrega da promessa da marca”, diz Mauro Madruga, superintendente de Mercado e Operações na Unimed-Rio .

O levantamento entrevistou 1.096 pessoas entre os meses de janeiro e fevereiro de 2021. Destes, 63% afirmaram usufruir de algum plano de saúde. Segundo os entrevistados que pensaram na Unimed-Rio como a primeira opção, a escolha se deve principalmente por uma experiência prévia com um bom atendimento ou serviço prestado pela operadora (47%), pela boa reputação da empresa (15%), e pelo porte da companhia (14%). A pesquisa tem uma margem de erro de 2,9%.