CVG-SP promove live com ex-presidentes para comemorar aniversário de 40 anos 622

Marcado pela emoção, encontro com cinco dos ex-presidentes, membros do Conselho Consultivo, revelou trajetória de superação e conquistas da entidade.

No dia 25 de maio de 1981, um grupo de profissionais se reuniram no restaurante do Clube São Paulo, no centro da capital, para fundar uma agremiação que atuasse na disseminação do seguro de pessoas e na capacitação e formação dos profissionais da área. Nascia naquele dia o Clube Vida em Grupo São Paulo (CVG-SP). Essa trajetória até os dias atuais foi relembrada, quarenta anos depois, por cinco ex-presidentes do CVG-SP, convidados especiais da transmissão de aniversário, no dia 25 de maio.

O evento foi precedido pela apresentação do vídeo de posse da atual diretoria do CVG-SP (gestão 2021/2022) e pelo lançamento do selo comemorativo de 40 anos.

Ao lado do diretor de Relações com Mercado, Tiago Moraes, que representou os demais membros da diretoria, o presidente Marcos Kobayashi fez questão, ainda, de homenagear a memória dos ex-presidentes Eiji Denda (gestão 2001/2002) e de Osmar Bertacini (gestões 2009/2010 e 2011/2012), emocionando os convidados.

“Minha vida profissional é o CVG-SP”, disse Paulo Meinberg, fundador e membro do Conselho Consultivo, presidente por quatro gestões (1988/1989 e 2000 a 2006). O fundador recordou as reuniões preparatórias para a fundação com Carlos Poffo (que viria a ser o primeiro presidente, gestão 1981/1982) e com Oldemar de Souza Fernandes (posteriormente, presidente na gestão 1987/1988) e com João Moreira da Silva (gestão 1982/1983), nas quais ajudou a adaptar o estatuto, inspirado no modelo do CVG-RJ.

“No início, todos achavam que seria mais um clube de almoço, mas ao longo do tempo o CVG-SP mostrou que não”, explicou. Meinberg também se lembrou dos primeiros cursos do CVG-SP, no auditório do Sindseg-SP. “O CVG-SP começou pequenino, cresceu e hoje temos parceria com uma instituição de renome, a Fecap”, afirmou ao citar, ainda, os almoços no Terraço Itália, os eventos de confraternização com o apoio das beneméritas e os diretores que se dedicaram ao CVG-SP, dentre eles Osmar Bertacini. “O Osmar faz muita falta”, complementou com a voz embargada.

Ronaldo Megda (gestões 1999/2000 e 2000/2001) relatou que ao assumir a presidência sabia da grande responsabilidade, pois o CVG-SP já tinha uma história de 20 anos. Mas, a sua gestão foi marcada por uma preocupação. “O fantasma da época não era pandemia, mas o bug do milênio”, rememorou. Megda lembrou que alguns membros de sua diretoria, como Bertacini e Silas Kasahaya (gestões 2017/2018 e 2019/2020) se tornariam presidentes mais tarde. “Foi uma diretoria importante que contagiou os dois. Agradeço à minha diretoria a oportunidade de darmos sequência ao CVG-SP”, celebrou.

David Felipe Santiago Souza (gestão 2007/2008) contou que foi convencido a assumir a presidência por Meinberg, Bertacini e Gilson Leitão. “Como fui aluno dos cursos do CVG-SP e depois integrei diretorias, a ideia era mostrar que o presidente seguiu carreira na entidade. Achei interessante e aceitei”, explicou. O ex-presidente relatou que em sua gestão o CVG-SP firmou convênio com o Sindicato dos Securitários para a realização de cursos. “Minha proposta era fortalecer a área do conhecimento e fiquei feliz com a sequência por outros presidentes, como o Osmar, que era uma pessoa fantástica, e o Dilmo”.

Dilmo Bantim Moreira (gestões 2013/2014 e 2015/2016) lembrou-se do tempo em que foi instrutor dos cursos do CVG-SP. “Não era remunerado, preparava apostilas, grampeava a cortina”, contou, acrescentando que tinha prazer em atuar na diretoria. Outro fato que marcou Dilmo foi cuidar do processo junto à Susep para obter a certificação técnica aos cursos do CVG-SP. “Esta é uma prova que o CVG-SP sempre foi muito útil para o mercado”. Em seguida, o ex-presidente citou a alteração do estatuto como um feito de sua gestão, pois permitiu a associação de resseguradoras e corretoras ao CVG-SP. “Foi um marco que abriu as portas”, revelou.

Por fim, o presidente do Conselho Consultivo Silas Kasahaya (gestões 2017/2018 2019/2020) manifestou seus sentimentos pelas vítimas fatais da covid-19. Depois, se lembrou que passou pelos cursos do CVG-SP no início de sua carreira e de como conheceu cada um dos conselheiros presentes. Kasahaya informou que foi convidado por Bertacini e Meinberg para presidir o CVG-SP e concluiu com paixão os seus mandatos. Foram marcantes também algumas realizações importantes, como os eventos internacionais, a parceria com a Fecap para a oferta de cursos e a digitalização dos processos do CVG-SP. “Peguei essa virada da modernidade, que foi importante porque quando chegou a pandemia já estávamos mais preparados”.

Kobayashi agradeceu aos conselheiros a participação. “São recordações como estas que levamos para a vida toda”, enfatizou. Em seguida, o atual presidente chamou a gestora Lúcia Gomes para participar, porque ela atuou nos últimos 20 anos com a maioria dos ex-presidentes, e designou Tiago Moraes, como representante de toda a diretoria, para o encerramento da live. “O trabalho de vocês deixou um legado maravilhoso, fico imaginando como faziam há 30 ou 40 anos, sem os recursos da tecnologia, para engajar tantas pessoas”, citou enquanto na tela era exibida a imagem de todos os diretores.

Moraes lembrou que no início de sua carreira fora convidado várias vezes pelo saudoso Osmar Bertacini para participar do CVG-SP. “Por isso, quando recebi o convite do Silas, pensei que era chegado o momento de retribuir ao CVG-SP. Todos fizemos carreira no mercado, mas o que fica é o que devolvemos para a sociedade”, acrescentou ao agradecer o empenho de todos os dirigentes que passaram pela entidade. “O CVG-SP começou pequeno e foi uma grande escola para nós”, finalizou.

XP Inc. adquire participação na Capitânia Investimentos, especialista em crédito privado, imobiliário e de infraestrutura 543

XP Inc. adquire participação na Capitânia Investimentos, especialista em crédito privado, imobiliário e de infraestrutura

Gestora possui 30 fundos de investimento sob gestão

A XP Inc. (Nasdaq:XP), maior empresa de investimentos do Brasil, anuncia hoje a aquisição de participação minoritária na Capitânia Investimentos, uma das mais longevas gestoras de recursos independente, especialista em crédito privado, imobiliário e de infraestrutura. Fundada há 18 anos, a Capitânia Investimentos tem mais de R$ 11 bilhões de ativos sob gestão.

Com a entrada da XP, a Capitânia espera, por meio de sinergias e mútua troca de expertise, acelerar o seu crescimento, ampliar estratégias nas quais atua, expandir seu leque de produtos e, consolidar-se como uma das principais fontes de capital de médio e longo prazo nos mercados de capitais brasileiro.

“Temos uma relação histórica com a Capitânia, de mais de 10 anos, e damos agora um novo passo no fortalecimento dessa parceria de sucesso. A entrada na Capitânia está em linha com a nossa visão de oferecer aos nossos clientes o mais completo ecossistema de investimentos do mercado, permitindo o acesso a produtos alternativos e inovadores, como os desenhados pela Capitânia”, afirma Leon Goldberg, sócio da XP Inc.

A Capitânia Investimentos possui atualmente 30 fundos de investimento sob sua gestão, com 140 mil diferentes investidores individuais, além de mais de 80 investidores institucionais (fundos de pensão, seguradoras, gestores de patrimônio, family offices). Como filosofia de gestão, a gestora, de perfil ativista, continuará a privilegiar a busca proativa de casos de investimento que apresentem relação superior de retorno versus riscos versus liquidez. Desde seu nascimento, em 2003, a asset já concluiu a alocação de capital em mais de 500 diferentes casos de investimento (debêntures, CRIs, FIDCs, CRAs, FIIs).

“Nosso modelo de negócio seguirá 100% focado nos cotistas, baseado em um robusto processo de investimento, uso intensivo de tecnologia e rígido controle de riscos, atuando como uma alocadora de capital (buy side), ancorando transações que tenham sido estruturadas por terceiros, e posicionando-nos sempre como uma das investidoras líderes em cada caso de investimento”, destaca Ricardo Quintero, coordenador geral da Capitânia Investimentos.

A governança e a independência das companhias seguem inalteradas. A gestora conta com um time de 30 pessoas e continuará liderada pela mesma equipe. Além de Ricardo Quintero, conta ainda com Arturo Profili e Caio Conca como co-responsáveis por gestão de recursos e Carlos Simonetti e Flávia Krauspenhar como co-responsáveis por relações com investidores, produtos e marketing.

Vendas do comércio têm crescimento de 1,6% em maio, revela Serasa Experian 471

Vendas do comércio têm crescimento de 1,6% em maio, revela Serasa Experian

Segmento de Material de Construção impulsionou alta do índice

O Indicador de Atividade do Comércio da Serasa Experian registrou alta de 1,6% em maio de 2021 no comparativo com o mês anterior. De acordo com o índice, o setor de Materiais de Construção apresenta destaque após duas quedas seguidas, com aumento de 4,8%. Todos os segmentos cresceram no mês a mês, exceto o de Combustíveis e Lubrificantes, que teve a maior baixa do ano, com 6,8%. Confira a variação mensal completa no gráfico abaixo.

Divulgação
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De acordo com o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, o relaxamento das medidas de distanciamento social diante a pandemia influenciaram o crescimento do indicador. “As restrições de funcionamento impostas aos comércios físicos entre os meses de março e abril foram amenizadas a partir do início de maio, sendo assim, a presença mais ativa dessas empresas possibilitou um maior nível de consumo e uma leve aceleração das vendas”.

Entre principais alvos de ataques cibernéticos, Brasil falha na contratação de Seguro Cyber 347

Rogério Brito Reis é diretor de negócios da Howden Harmonia Corretora de Seguros / Divulgação

Custo médio de crimes cibernéticos no Brasil é de US$ 5,27 milhões e segurança de informação é uma das maiores preocupações das empresas

Na mesma velocidade em que a tecnologia evolui, os crimes cibernéticos também crescem. Só os ataques ransomware em 2019 custaram aos Estados Unidos cerca de US$ 7.5 bilhões. No Brasil, os números também impressionam. De acordo com o AV-Test – The Independent IT Security Institute, em 2020, foram 137,75 milhões de novas amostras de malware. No mesmo ano, 50% dos computadores de escritório e 53% dos computadores domésticos não só foram infectados, como reinfectados por vírus, segundo dados da Webroot Threat Report. Atualmente, o Brasil é um dos países que mais sofre com ataques de segurança digital no mundo e, segundo levantamento da Ponemon, os prejuízos às organizações afetadas são na ordem de R$ 3,96 milhões.

De acordo com Rogério Brito Reis, diretor de negócios da Howden Harmonia Corretora de Seguros, com especialização no tema pela Cyber Insurance Academy, “se pensarmos que o lucro global obtido por crimes cibernéticos é estimado em trilhões de dólares por ano e este lucro é maior do que o faturamento de muitas empresas em conjunto e até mesmo do que o comércio mundial de drogas ilegais, a tendência é aumentar significativamente”, analisa. “Há especialistas que dizem que, provavelmente, haverá uma pandemia causada por um vírus de computador”, pondera.

A questão central é a falta de investimento em cyber security, o que inclui a contratação de uma apólice de Seguro Cyber. “Salvo algumas multinacionais, que aderiram ao seguro cyber por meio de seus programas globais, e poucos empresários preocupados com a mitigação de seus riscos, o mercado brasileiro ainda não aderiu à proteção contra ataques cibernéticos como deveria. Apesar das consultas por este produto terem aumentado recentemente, já que mais pessoas estão trabalhando em casa – o que aumenta os riscos -, ainda temos um número muito baixo de contratação de apólices”, explica o especialista.

A cada período, surgem novas modalidades, que vão do ransomware (sequestro de dados) e trojans (vírus tipo cavalo de troia) ao phishing (em que os hackers “pescam” dados dos usuários, lançando uma “isca”), smishing (mensagem de texto SMS ou whatsapp) e cryptojacking (mineração de criptomoedas). A tendência é que os riscos e os ataques sigam aumentando e com prejuízos cada vez mais relevantes para as organizações.

Quanto mais informação gerenciada por uma empresa (dados corporativos e pessoais), como por exemplo cartões de crédito, identidade, passaporte, relação de clientes, prontuários médicos entre outros, maior o risco de sofrer cyber attacks, bem como maiores prejuízos serão causados.

“Sua empresa depende da tecnologia para gerenciar o seu negócio e informações? Então, ela está vulnerável”, questiona Reis. “Há quem pergunte: ‘será que minha empresa sofrerá um ataque cibernético?’, e eu penso que a pergunta devia mudar para ‘quando sofrerei um ataque cibernético e se estarei preparado para responder ao mesmo e ter continuidade do negócio?'”, pondera.

E o que fazer para proteger a empresa desse tipo de ataque?

Vale ressaltar que, para garantir a proteção das informações, há várias ações a serem tomadas pelas empresas, em especial, investir em antivírus e firewalls, fazer backups frequentes, estabelecer políticas de segurança de informação, realizar treinamentos e, não menos importante, contratar uma apólice de seguro Cyber. Esse serviço, oferecido por conceituadas seguradoras e intermediado pelo time da Howden Harmonia, oferece amplas coberturas, como:

  • Cobertura dos custos de defesa e danos causados a terceiros decorrentes de uma violação de segurança de dados por ataque cibernético;
  • Garantia para os custos com a investigação e mitigação de danos decorrentes de violação de privacidade;
  • Garantia do pagamento de extorsão e despesas na investigação administrativa, além de custos de defesa e de restituição de imagem;
  • Lucros Cessantes;
  • Outros.

“A atualização tecnológica é muito dinâmica e evolui a passos largos. Até o final desse texto, os dados apresentados podem não ser mais os mesmos, por isso é fundamental que as empresas estejam protegidas”, finaliza o especialista.

Economista do Banco Ourinvest vê dólar perto de R$ 5,20 no final do ano 460

Economista do Banco Ourinvest vê dólar perto de R$ 5,20 no final do ano

Moeda operou em alta após divulgação dos dados de inflação nos Estados Unidos

O dólar operou em alta nesta sexta-feira (11 de junho) e superou R$ 5,10, após a divulgação de dados de inflação nos Estados Unidos.

“Os dados mais fortes de inflação americana sugerem alta de taxa de juros nos EUA e, portanto, gera o ‘flight to quality’”, analisa a economista-chefe do Banco Ourinvest, Fernanda Consorte.

A inflação norte-americana acumulou alta de 5% no período de 12 meses, sendo a maior em 13 anos.

Para a economista, o cenário é desafiador para o Brasil e é mais provável que o dólar encerre o ano acima de R$ 5. “Conforme temos falado e foi reforçado no relatório de revisão de cenário que soltamos na terça-feira, o cenário, de forma geral, para o Brasil está bem desafiador. Não contaria com a bonança das últimas semanas como uma tendência. Achamos mais provável o dólar chegar ao final deste ano perto de R$ 5,20 do que abaixo de R$ 5,00”, afirma.

Corridas no Autódromo de Interlagos promovem reciclagem de resíduos 485

Piloto Rodrigo Helal e o time da Green Mining / Divulgação

Ação inédita promove conscientização ambiental em um dos setores que mais emite CO₂

O principal impacto global dos poluentes lançados pelos veículos automotores decorre da emissão de CO₂, segundo dados da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA), e o setor de transporte contribui com 14% das emissões mundiais, representando 22,8% especificamente no caso do Brasil. Pensando na gravidade desta situação, o piloto Rodrigo Helal quer fazer a diferença. Para isso, fechou uma parceria com a startup Green Mining, que desde o início de sua atuação evitou a emissão de mais de 291 mil quilos de CO₂, e com empresa Eco Panplas. Juntos, criaram uma ação de reciclagem e sustentabilidade que será realizada durante o Campeonato Old Stock Race 2021, que acontece no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, e em outras cidades brasileiras, que serão divulgadas em breve.

“Conheci a Green Mining por meio das redes sociais e pensei que poderia ser uma ótima oportunidade para o setor automobilístico ao contribuir com a reciclagem dos resíduos gerados durante o campeonato. Acredito que o trabalho de conscientização para melhorarmos o meio ambiente tem sido um desafio muito grande. Hoje, eu, piloto da Stock Race, me sinto honrado por ser um multiplicador de reciclagem ao colaborar com a sustentabilidade, além de inserir o respeito ao meio ambiente dentro do automobilismo”, afirma Rodrigo Helal, que propôs a parceria.

Durante todo o campeonato, as embalagens contaminadas de óleo serão descartadas, de forma ambientalmente correta, em lixeiras posicionadas nos boxes dos pilotos, com fácil identificação com o logo da startup e que, posteriormente, serão encaminhadas pela Green Mining para a Eco Panplas, que fará o processo de reciclagem dos resíduos por meio de um método de limpeza inovador, sem utilização de água.

“De forma inédita, iniciamos o projeto no mesmo dia em que celebramos o Dia Mundial do Meio Ambiente (5/6), promovendo a conscientização para a importância da logística reversa e do reaproveitamento de resíduos plásticos. Com o nosso sistema, todo o material será pesado no momento da coleta e inserido em um sistema, com rastreabilidade total e garantia que os itens coletados são “pós-consumo”, ou seja, logística reversa de verdade”, diz Rodrigo Oliveira, presidente da Green Mining.

“O propósito da Eco Panplas é transformar ideais relacionados a reciclagem de plásticos em realidade, de forma inovadora e com alta tecnologia. Sem utilizar água e sem gerar resíduos, vamos recuperar o material e, também, o óleo residual das embalagens”, complementa Felipe Cardoso, CEO da Eco Panplas.

Devido à pandemia, não é permitida a presença do público nos dias de evento, que ocorrerão ao longo do ano. Porém, algumas etapas serão transmitidas ao vivo no canal do YouTube e perfil do Facebook da Old Stock Race.