Na Semana do Meio Ambiente, Bradesco Seguros promove ações para minimizar impactos climáticos 472

Valdirene Soares é Diretora de Recursos Humanos, Ouvidoria e Sustentabilidade da Bradesco Seguros / Divulgação

Seguradora tem realizado a revisão de produtos de serviços e criado operações para melhorar condições do seguro em casos de desastres naturais

Como forma de promover a Semana do Meio Ambiente, a Bradesco Seguros reforça seus compromissos de contribuir com a sustentabilidade, por meio das práticas ASG (Ambiental, Social e Governança) – seja por meio de normas relacionadas ao tema, com a avaliação da criação de novos produtos e serviços sustentáveis e monitoramento dos impactos das operações. Esse período vai de 07 a 11 de junho e envolve uma série de ações com temas estratégicos relacionados a sustentabilidade, como Negócios Sustentáveis, Mudanças Climáticas, Diversidade, Investimento Social, Clientes e Inovação.

Para Valdirene Soares, Diretora de Recursos Humanos, Ouvidoria e Sustentabilidade da Bradesco Seguros, avaliar os impactos no meio ambiente é essencial para o mercado segurador. “Nesse contexto, buscamos garantir que nossas operações e negócios estejam preparados para os desafios climáticos, o que fortalece a governança referente ao assunto e implementa estratégias e processos de gestão de riscos e oportunidades relacionados ao tema”, detalha.

Como forma de fortalecer esses objetivos, a seguradora possui uma Comissão de Sustentabilidade, que define uma série de ações e iniciativas voltadas ao tema. Destacamos algumas iniciativas abaixo:

Revisão de produtos e serviços

A seguradora tem estruturado processos de revisão do seu portfólio de produtos e serviços com uma série de fatores socioambientais na avaliação e manutenção dessas soluções em consideração. Dessa forma, é possível identificar e mitigar possíveis impactos indiretos do nosso portfólio, bem como o aproveitamento de oportunidades e a geração de valor compartilhado.

“Para atender essa demanda, algumas providências importantes têm sido tomadas, o que inclui o aculturamento em sustentabilidade junto às áreas e empresas; a inserção de cláusulas com critérios ASG e de Mudanças Climáticas nos contratos de clientes das empresas; além da inclusão na Norma de Investimento a Análise de Risco e Oportunidades referentes aos critérios ASG e Mudanças Climáticas”, destaca a executiva.

Operação Calamidade

Ação que visa auxiliar os clientes da Bradesco Seguros a adaptação às mudanças climáticas, o que reduz de forma mais rápida possível o atendimento aos sinistros e pagamento das indenizações em atendimentos a situações climatológicas severas. O benefício pode ser incluído em tragédias naturais aos segurados dos produtos de automóveis (coberturas para alagamento) e residenciais, empresariais, condomínio e de equipamentos (cobertura para vendavais e queda de granizo). Desde de seu início, já foi acionada 33 vezes, teve mais de R$ 17 milhões pagos em indenizações e 2020 foi o ano de recordes da Operação Calamidade.

Anjo da Guarda

A iniciativa auxilia em consertos de pequena complexidade, o que evita o uso do reboque e reduz o consumo de combustível e emissão de gases poluentes. Garante ainda maior agilidade no atendimento, uma vez que o tempo médio de chegada de um guincho é de 40 minutos, enquanto o tempo médio de chegada do Anjo da Guarda é de 15 minutos.

XP Inc. adquire participação na Capitânia Investimentos, especialista em crédito privado, imobiliário e de infraestrutura 543

XP Inc. adquire participação na Capitânia Investimentos, especialista em crédito privado, imobiliário e de infraestrutura

Gestora possui 30 fundos de investimento sob gestão

A XP Inc. (Nasdaq:XP), maior empresa de investimentos do Brasil, anuncia hoje a aquisição de participação minoritária na Capitânia Investimentos, uma das mais longevas gestoras de recursos independente, especialista em crédito privado, imobiliário e de infraestrutura. Fundada há 18 anos, a Capitânia Investimentos tem mais de R$ 11 bilhões de ativos sob gestão.

Com a entrada da XP, a Capitânia espera, por meio de sinergias e mútua troca de expertise, acelerar o seu crescimento, ampliar estratégias nas quais atua, expandir seu leque de produtos e, consolidar-se como uma das principais fontes de capital de médio e longo prazo nos mercados de capitais brasileiro.

“Temos uma relação histórica com a Capitânia, de mais de 10 anos, e damos agora um novo passo no fortalecimento dessa parceria de sucesso. A entrada na Capitânia está em linha com a nossa visão de oferecer aos nossos clientes o mais completo ecossistema de investimentos do mercado, permitindo o acesso a produtos alternativos e inovadores, como os desenhados pela Capitânia”, afirma Leon Goldberg, sócio da XP Inc.

A Capitânia Investimentos possui atualmente 30 fundos de investimento sob sua gestão, com 140 mil diferentes investidores individuais, além de mais de 80 investidores institucionais (fundos de pensão, seguradoras, gestores de patrimônio, family offices). Como filosofia de gestão, a gestora, de perfil ativista, continuará a privilegiar a busca proativa de casos de investimento que apresentem relação superior de retorno versus riscos versus liquidez. Desde seu nascimento, em 2003, a asset já concluiu a alocação de capital em mais de 500 diferentes casos de investimento (debêntures, CRIs, FIDCs, CRAs, FIIs).

“Nosso modelo de negócio seguirá 100% focado nos cotistas, baseado em um robusto processo de investimento, uso intensivo de tecnologia e rígido controle de riscos, atuando como uma alocadora de capital (buy side), ancorando transações que tenham sido estruturadas por terceiros, e posicionando-nos sempre como uma das investidoras líderes em cada caso de investimento”, destaca Ricardo Quintero, coordenador geral da Capitânia Investimentos.

A governança e a independência das companhias seguem inalteradas. A gestora conta com um time de 30 pessoas e continuará liderada pela mesma equipe. Além de Ricardo Quintero, conta ainda com Arturo Profili e Caio Conca como co-responsáveis por gestão de recursos e Carlos Simonetti e Flávia Krauspenhar como co-responsáveis por relações com investidores, produtos e marketing.

Vendas do comércio têm crescimento de 1,6% em maio, revela Serasa Experian 471

Vendas do comércio têm crescimento de 1,6% em maio, revela Serasa Experian

Segmento de Material de Construção impulsionou alta do índice

O Indicador de Atividade do Comércio da Serasa Experian registrou alta de 1,6% em maio de 2021 no comparativo com o mês anterior. De acordo com o índice, o setor de Materiais de Construção apresenta destaque após duas quedas seguidas, com aumento de 4,8%. Todos os segmentos cresceram no mês a mês, exceto o de Combustíveis e Lubrificantes, que teve a maior baixa do ano, com 6,8%. Confira a variação mensal completa no gráfico abaixo.

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De acordo com o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, o relaxamento das medidas de distanciamento social diante a pandemia influenciaram o crescimento do indicador. “As restrições de funcionamento impostas aos comércios físicos entre os meses de março e abril foram amenizadas a partir do início de maio, sendo assim, a presença mais ativa dessas empresas possibilitou um maior nível de consumo e uma leve aceleração das vendas”.

Entre principais alvos de ataques cibernéticos, Brasil falha na contratação de Seguro Cyber 347

Rogério Brito Reis é diretor de negócios da Howden Harmonia Corretora de Seguros / Divulgação

Custo médio de crimes cibernéticos no Brasil é de US$ 5,27 milhões e segurança de informação é uma das maiores preocupações das empresas

Na mesma velocidade em que a tecnologia evolui, os crimes cibernéticos também crescem. Só os ataques ransomware em 2019 custaram aos Estados Unidos cerca de US$ 7.5 bilhões. No Brasil, os números também impressionam. De acordo com o AV-Test – The Independent IT Security Institute, em 2020, foram 137,75 milhões de novas amostras de malware. No mesmo ano, 50% dos computadores de escritório e 53% dos computadores domésticos não só foram infectados, como reinfectados por vírus, segundo dados da Webroot Threat Report. Atualmente, o Brasil é um dos países que mais sofre com ataques de segurança digital no mundo e, segundo levantamento da Ponemon, os prejuízos às organizações afetadas são na ordem de R$ 3,96 milhões.

De acordo com Rogério Brito Reis, diretor de negócios da Howden Harmonia Corretora de Seguros, com especialização no tema pela Cyber Insurance Academy, “se pensarmos que o lucro global obtido por crimes cibernéticos é estimado em trilhões de dólares por ano e este lucro é maior do que o faturamento de muitas empresas em conjunto e até mesmo do que o comércio mundial de drogas ilegais, a tendência é aumentar significativamente”, analisa. “Há especialistas que dizem que, provavelmente, haverá uma pandemia causada por um vírus de computador”, pondera.

A questão central é a falta de investimento em cyber security, o que inclui a contratação de uma apólice de Seguro Cyber. “Salvo algumas multinacionais, que aderiram ao seguro cyber por meio de seus programas globais, e poucos empresários preocupados com a mitigação de seus riscos, o mercado brasileiro ainda não aderiu à proteção contra ataques cibernéticos como deveria. Apesar das consultas por este produto terem aumentado recentemente, já que mais pessoas estão trabalhando em casa – o que aumenta os riscos -, ainda temos um número muito baixo de contratação de apólices”, explica o especialista.

A cada período, surgem novas modalidades, que vão do ransomware (sequestro de dados) e trojans (vírus tipo cavalo de troia) ao phishing (em que os hackers “pescam” dados dos usuários, lançando uma “isca”), smishing (mensagem de texto SMS ou whatsapp) e cryptojacking (mineração de criptomoedas). A tendência é que os riscos e os ataques sigam aumentando e com prejuízos cada vez mais relevantes para as organizações.

Quanto mais informação gerenciada por uma empresa (dados corporativos e pessoais), como por exemplo cartões de crédito, identidade, passaporte, relação de clientes, prontuários médicos entre outros, maior o risco de sofrer cyber attacks, bem como maiores prejuízos serão causados.

“Sua empresa depende da tecnologia para gerenciar o seu negócio e informações? Então, ela está vulnerável”, questiona Reis. “Há quem pergunte: ‘será que minha empresa sofrerá um ataque cibernético?’, e eu penso que a pergunta devia mudar para ‘quando sofrerei um ataque cibernético e se estarei preparado para responder ao mesmo e ter continuidade do negócio?'”, pondera.

E o que fazer para proteger a empresa desse tipo de ataque?

Vale ressaltar que, para garantir a proteção das informações, há várias ações a serem tomadas pelas empresas, em especial, investir em antivírus e firewalls, fazer backups frequentes, estabelecer políticas de segurança de informação, realizar treinamentos e, não menos importante, contratar uma apólice de seguro Cyber. Esse serviço, oferecido por conceituadas seguradoras e intermediado pelo time da Howden Harmonia, oferece amplas coberturas, como:

  • Cobertura dos custos de defesa e danos causados a terceiros decorrentes de uma violação de segurança de dados por ataque cibernético;
  • Garantia para os custos com a investigação e mitigação de danos decorrentes de violação de privacidade;
  • Garantia do pagamento de extorsão e despesas na investigação administrativa, além de custos de defesa e de restituição de imagem;
  • Lucros Cessantes;
  • Outros.

“A atualização tecnológica é muito dinâmica e evolui a passos largos. Até o final desse texto, os dados apresentados podem não ser mais os mesmos, por isso é fundamental que as empresas estejam protegidas”, finaliza o especialista.

Economista do Banco Ourinvest vê dólar perto de R$ 5,20 no final do ano 460

Economista do Banco Ourinvest vê dólar perto de R$ 5,20 no final do ano

Moeda operou em alta após divulgação dos dados de inflação nos Estados Unidos

O dólar operou em alta nesta sexta-feira (11 de junho) e superou R$ 5,10, após a divulgação de dados de inflação nos Estados Unidos.

“Os dados mais fortes de inflação americana sugerem alta de taxa de juros nos EUA e, portanto, gera o ‘flight to quality’”, analisa a economista-chefe do Banco Ourinvest, Fernanda Consorte.

A inflação norte-americana acumulou alta de 5% no período de 12 meses, sendo a maior em 13 anos.

Para a economista, o cenário é desafiador para o Brasil e é mais provável que o dólar encerre o ano acima de R$ 5. “Conforme temos falado e foi reforçado no relatório de revisão de cenário que soltamos na terça-feira, o cenário, de forma geral, para o Brasil está bem desafiador. Não contaria com a bonança das últimas semanas como uma tendência. Achamos mais provável o dólar chegar ao final deste ano perto de R$ 5,20 do que abaixo de R$ 5,00”, afirma.

Corridas no Autódromo de Interlagos promovem reciclagem de resíduos 485

Piloto Rodrigo Helal e o time da Green Mining / Divulgação

Ação inédita promove conscientização ambiental em um dos setores que mais emite CO₂

O principal impacto global dos poluentes lançados pelos veículos automotores decorre da emissão de CO₂, segundo dados da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA), e o setor de transporte contribui com 14% das emissões mundiais, representando 22,8% especificamente no caso do Brasil. Pensando na gravidade desta situação, o piloto Rodrigo Helal quer fazer a diferença. Para isso, fechou uma parceria com a startup Green Mining, que desde o início de sua atuação evitou a emissão de mais de 291 mil quilos de CO₂, e com empresa Eco Panplas. Juntos, criaram uma ação de reciclagem e sustentabilidade que será realizada durante o Campeonato Old Stock Race 2021, que acontece no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, e em outras cidades brasileiras, que serão divulgadas em breve.

“Conheci a Green Mining por meio das redes sociais e pensei que poderia ser uma ótima oportunidade para o setor automobilístico ao contribuir com a reciclagem dos resíduos gerados durante o campeonato. Acredito que o trabalho de conscientização para melhorarmos o meio ambiente tem sido um desafio muito grande. Hoje, eu, piloto da Stock Race, me sinto honrado por ser um multiplicador de reciclagem ao colaborar com a sustentabilidade, além de inserir o respeito ao meio ambiente dentro do automobilismo”, afirma Rodrigo Helal, que propôs a parceria.

Durante todo o campeonato, as embalagens contaminadas de óleo serão descartadas, de forma ambientalmente correta, em lixeiras posicionadas nos boxes dos pilotos, com fácil identificação com o logo da startup e que, posteriormente, serão encaminhadas pela Green Mining para a Eco Panplas, que fará o processo de reciclagem dos resíduos por meio de um método de limpeza inovador, sem utilização de água.

“De forma inédita, iniciamos o projeto no mesmo dia em que celebramos o Dia Mundial do Meio Ambiente (5/6), promovendo a conscientização para a importância da logística reversa e do reaproveitamento de resíduos plásticos. Com o nosso sistema, todo o material será pesado no momento da coleta e inserido em um sistema, com rastreabilidade total e garantia que os itens coletados são “pós-consumo”, ou seja, logística reversa de verdade”, diz Rodrigo Oliveira, presidente da Green Mining.

“O propósito da Eco Panplas é transformar ideais relacionados a reciclagem de plásticos em realidade, de forma inovadora e com alta tecnologia. Sem utilizar água e sem gerar resíduos, vamos recuperar o material e, também, o óleo residual das embalagens”, complementa Felipe Cardoso, CEO da Eco Panplas.

Devido à pandemia, não é permitida a presença do público nos dias de evento, que ocorrerão ao longo do ano. Porém, algumas etapas serão transmitidas ao vivo no canal do YouTube e perfil do Facebook da Old Stock Race.