Inmetro aposta em tecnologia da certificação digital para dar fim às fraudes nas bombas de combustível 1102

Inmetro aposta em tecnologia da certificação digital para dar fim às fraudes nas bombas de combustível

Confira artigo Edmar Araujo, presidente executivo da Associação das Autoridades de Registro do Brasil (AARB)

O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) credenciou-se como Autoridade Certificadora de 1º nível da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil) e, a partir de agora, emitirá certificados digitais de objetos metrológicos. Com o feito, a autarquia tentará dar cabo às fraudes que ocorrem em postos de combustíveis em todo o Brasil, problema dos mais crônicos de encontrar alguma resolução.

É importante tentar explicar como ocorrem as burlas que prejudicam consumidores diariamente no país.

Quando somos atendidos por frentistas, eles nos questionam a respeito da quantidade de combustível que desejamos abastecer. O único jeito de saber quantos litros há no tanque do carro é pedir para que se preencha até o limite suportado pelo veículo e, mesmo assim, o total de gasolina, etanol ou diesel não permitirá aferir os litros que realmente foram adquiridos.

Mas, como ocorre a fraude durante o abastecimento?

É de forma invisível que os consumidores são lesados. Nos componentes eletrônicos do equipamento para abastecer, a famosa bomba, o volume de combustível é calculado por um bloco medidor, que gira conforme a quantidade que passa por ele. O transdutor óptico, por sua vez, comunica ao medidor o número de pulsos enviados para a bomba.

Consideremos então o seguinte: 100 pulsos correspondem exatamente a 1 litro de combustível. É precisamente nesta interação entre transdutor e medidor que os fraudadores atuam ao instalar componente que faça o medidor entender que está recebendo pulsos a mais. O consumidor acaba pagando por litros que não correspondem ao indicado na bomba.

Assim, o meio encontrado pelo Inmetro para blindar eletronicamente esses dispositivos foi a tecnologia do certificado digital ICP-Brasil, lançando mão de um processo de implantação rápido e prático. O objetivo é que as bombas já venham de fábrica com o certificado instalado. Assim, todos a parte eletrônica da bomba, inclusive o software que faz a comunicação entre o transdutor óptico e o medidor, estará resguardada com criptografia de ponta a ponta.

O consumidor estará empoderado e saberá se abastece em posto onde as bombas estão certificadas pela tecnologia ICP-Brasil, já que os equipamentos serão obrigados a disponibilizar informações sobre sua identidade. Bastaria, por exemplo, a captura de um QR Code para saber tudo sobre determinada bomba, como o endereço do posto, sua data de fabricação e se o certificado metrológico ICP-Brasil está instalado e válido, ou ainda, celulares e bombas poderiam se comunicar automaticamente e trocar dados a partir da tecnologia da Internet das Coisas (IoT). Na prática, um app será o suficiente para combater fraudes.

O certificado digital que será utilizado será o de Objetos Metrológicos (OM-BR), destinado exclusivamente a itens desta natureza que sejam regulados pelo Inmetro. O projeto permite que a fiscalização seja otimizada a partir do uso do OM-BR em outros equipamentos igualmente burlados no Brasil, como balanças e relógios medidores de energia elétrica.

O Planalto trata este tema como dos mais importantes entre as ações do Governo Federal para coibir fraudes que prejudicam toda a cadeia econômica envolvida, já que elas permitem burlas fiscais na ordem dos bilhões de reais.

Resta saber em qual velocidade o projeto será operacionalizado e se, de fato, todos nós poderemos confiar nas informações que visualizamos nas bombas de combustível. Num país onde e-mails sobre o combate à pandemia da Covid-19 não são respondidos por autoridades, é difícil crer que a tecnologia terá algum protagonismo para a solução de problemas.

No papel está bonito.

Na prática, só o tempo, senhor da razão, nos dirá se haverá solução.

É ver para crer.

*Edmar Araujo é presidente executivo da Associação das Autoridades de Registro do Brasil (AARB). Possui MBA em Transformação Digital e Futuro dos Negócios é Jornalista e membro titular do Comitê Gestor da ICP-Brasil

Chubb Digital aborda ESG e Seguros Ambientais, nesta terça (28) 348

Chubb Digital aborda ESG e Seguros Ambientais, nesta terça (28) / Reprodução

Será a partir das 9h30min, em ambiente virtual

A próxima edição do Chubb Digital irá abordar o ESG – Environmental, social, and corporate governance (ASG – Ambiental, Social e Governança, em português) e os Seguros Ambientais. O momento contará com a Dra.Natascha Thennepohl, além dos executivos Marcela Medici e Fabio Barreto. Será nesta terça-feira, 28 de junho, a partir das 9h30min – em ambiente virtual.

“Preservar seu negócio é tão importante quanto preservar o meio ambiente. Por isso convidamos você a conhecer um pouco mais sobre Seguros Ambientais. Entenda a importância da contratação deste tipo de produto e como ele pode agregar positivamente ao seu negócio”, informa convite enviado ao mercado.

Para participar é muito simples. Basta acessar este endereço e preencher os campos indicados.

Chubb Digital: Inspeção de Riscos Ambientais para Fins de Seguro 620

Treinamento acontece nesta terça (21), a partir das 9h30min

Nesta terça-feira (21 de junho), a partir das 9h30min, o Chubb Digital vai apresentar um pouco mais da abordagem da companhia para realização das inspeções de riscos ambientais para fins de seguros.

Na ocasião, os parceiros de distribuição da Chubb irão saber como é realizada a inspeção, no que difere das inspeções de riscos tradicionais de propriedade, como as empresas poderiam se beneficiar da inspeção de riscos ambientais, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável em que estamos inseridos e muito mais.

O momento terá como host o especialista Marco Amendola. Para participar é muito simples, basta acessar este endereço.

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Cobertura de riscos climáticos e o avanço do Seguro Rural 636

Rodolfo Bokel é sócio da corretora Globus Seguros / Divulgação

Confira artigo de Rodolfo Bokel, sócio da corretora Globus Seguros

Não é surpresa para ninguém dizer que o agronegócio move a economia do Brasil e fomenta, por consequência, outros setores, como o de seguros. Só no ano passado, de acordo com dados do Ministério da Agricultura, o valor segurado ultrapassou R$ 68 bilhões – o que representa um aumento de aproximadamente 49% em relação a 2020. As agriculturas que apresentaram maior demanda por seguro rural foram: soja, milho (2ª safra), trigo, milho (1ª safra), café, maçã, uva, arroz e tomate.

O Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) aplicou, em 2021, R$ 1,18 bilhão, valor 34% maior que o executado em 2020. Foram beneficiados aproximadamente 121 mil produtores rurais, contratadas 218 mil apólices e a área segurada total foi de 14 milhões de hectares, 2,4% superior ao resultado de 2020. Isso significa que os produtores rurais estão cada vez mais conscientes sobre a preservação de suas fazendas e plantações e querem estar preparados para as mais diversas situações, como, por exemplo, os riscos climáticos.

De fato, os sinistros mais comuns são perdas por geadas e seca e queda de produtividade pelo excesso ou falta de chuva. Independente do tamanho do agricultor, o seguro climático é essencial para assegurá-lo contra perdas ocasionadas pela própria natureza. Fenômenos naturais, mudanças bruscas de temperatura, entre outros, podem prejudicar e muito o empresário que depende da venda daquilo que produz.

Existem três modalidades de seguros que cobrem riscos climáticos: Multirisco, Nomeados e Seguros de produtos paramétricos. O Multirisco, como o próprio nome sugere, cobre diversos riscos climáticos. Na cotação mais básica normalmente estão inclusos os principais, tais como chuva excessiva, seca, geada, granizo, raio e incêndio, entre outros. Quando se tratar de seguro de faturamento/receita, a variação de preço da cultura também será um dos riscos cobertos.

Na modalidade de Multirisco é importante observar algumas variáveis. A Produtividade Esperada é uma delas, pois tem como referência o potencial de produção da lavoura baseado em uma média histórica. O mercado segurador geralmente define esses números com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de cooperativas, instituições financeiras ou consultando o próprio produtor rural.

O nível de cobertura é outro fator importante a ser observado, já que ele é um percentual de proteção garantida pela apólice. Esse número varia de 50% a 85%, dependendo da seguradora e do produto. Quanto maior o nível de cobertura, maior a proteção oferecida pela apólice. Outra variável da modalidade de Multirisco são as coberturas adicionais. Alguns produtos oferecem a possibilidade de contratação, como é o caso, por exemplo, da Cobertura de Replantio e de Perda de Qualidade.

Já na modalidade de Riscos Nomeados, o segurado pode contratar proteção apenas para os riscos de seu interesse. Por exemplo, em áreas de baixa temperatura, o produtor rural pode optar por contratar apenas a cobertura de geada. Cobre diversos riscos climáticos numa única cobertura.

Em agriculturas de frutas e hortaliças, o principal objetivo é cobrir as perdas qualitativas, além da produtividade. Em culturas de grãos e cana de açúcar, a indenização costuma se basear na proporção da área atingida em relação à área total segurada. Na apólice deve constar a franquia ou Participação Obrigatória do Segurado (POS), que é o percentual de risco assumido pelo próprio segurado, o qual normalmente varia de 10% a 30%.

No Seguros de Produtos paramétricos a cobertura é baseada na variação de um parâmetro preestabelecido na apólice, que pode ser de dois tipos: 1. Seguro de Dados Meteorológicos que se baseia na variação de um determinado índice meteorológico, como pluviométrico ou temperatura, indenizando os segurados caso os índices sejam inferiores ou superiores ao estipulado na apólice, gerando prejuízos à lavoura. 2. Seguro de Produtividade Média de Grupo onde a cobertura é dada a um conjunto de agricultores segurados e se baseia na produtividade média de todos, geralmente estabelecida pelo IBGE. O nível de proteção dependerá do percentual de cobertura contratado.

Seja qual for a opção de Seguro Rural escolhido, é importante levar em consideração todos os fatores que influenciam a produtividade do seu negócio e entender todas as cláusulas e coberturas garantidas pela apólice. Se você tem dúvidas, consulte sua seguradora e tire elas antes de qualquer decisão, pois no futuro você pode estar mais preparado diante de uma situação adversa ou se arrepender por não ter dado a devida importância neste tema.

Empresa de tecnologia de Novo Hamburgo prevê mais de R$ 20 milhões de investimentos em dois anos e conquista novos mercados 649

Taize Wessne, executiva principal do Grupo Virtueyes / Foto: Debora Machado / Divulgação

Empresa do segmento de conectividade, Virtueyes expande negócios na América Latina e Estados Unidos com produtos de IOT

O ano é 2012. Três funcionários em uma sala de pouco mais de 30 metros quadrados no município de Venâncio Aires, Rio Grande do Sul. Dez anos depois, 70 funcionários em três estados do Brasil, a maioria deles sediados em um prédio de 700 metros quadrados na cidade de Novo Hamburgo. Taize Wessner é o nome por trás do Grupo Virtueyes, que surgiu como uma spin-off de uma distribuidora de equipamentos de segurança eletrônica. Hoje, a empresa gaúcha é referência em soluções de conectividade M2M (machine to machine) / IoT (Internet das coisas), atendendo diversos segmentos e conquistando mercados em países como Chile, México e Estados Unidos.

De central de alarmes à Internet das Coisas

A história começa em 2002 quando Osmar Wessner (pai de Taize) fundou uma distribuidora de equipamentos de segurança eletrônica, que tinha como principais clientes grandes empresas de monitoramento do Estado do Rio Grande do Sul. O negócio consistia em comprar equipamentos de material de segurança, como câmeras eletrônicas e centrais de alarme, e revender para instaladores e lojistas. Com 14 anos de idade, Taize começou a trabalhar na empresa familiar, exercendo funções administrativas básicas. Aos 18 anos, cursando Ciências Contábeis, ela assumiu toda a área financeira da empresa.

Em 2006, a empresa começou a trabalhar com equipamentos mais modernos, que demandavam conectividade M2M para transmissão de dados de monitoramento. Foi nesse momento que eles tiveram o primeiro contato com o conceito de IoT.

A nova tecnologia fez com que a empresa desenvolvesse também a expertise na negociação de conectividade junto às operadoras de telefonia,  fornecedoras de  SIM  Cards  M2M. É então que nasce o que seria o embrião da Virtueyes, para fornecer conectividade às centrais de alarme revendidas pela distribuidora.

Em 2012, a família Wessner realiza seu primeiro M&A (sigla para Mergers & Acquisitions, que significa “Fusões e Aquisições” (F&A) em português) tornando a Virtueyes uma empresa independente sob a gestão de Taize Wessner, que tinha então 24 anos. Na época, com três funcionários, o novo negócio tinha um faturamento inferior a R$ 1 milhão / ano. A empresa saiu de Venâncio Aires, teve sede em Portão e hoje está em Novo Hamburgo.

Atualmente, está presente em 26 estados do país, oferecendo soluções de conectividade para operações que utilizam Internet das Coisas, atendendo segmentos como agronegócio, rastreamento, monitoramento eletrônico, smart cities, logística, saúde, utilities, meios de pagamento, segurança, cidades inteligentes e indústria 4.0.

Além disso, a plataforma própria de gestão de conectividade, desenvolvida pela V.Eye (um dos braços do Grupo Virtueyes) é utilizada por multinacionais em países como Chile, México e Estados Unidos.

R$ 20 milhões em investimentos

Segundo Taize, a empresa vem fazendo grandes investimentos em IoT e tem grandes aspirações. Já foram mais de R$ 5 milhões em novos produtos em menos de dois anos e há uma estimativa de mais de R$ 20 milhões em investimentos nos próximos dois anos. “Queremos ser a plataforma que vai gerir o maior número de devices de IoT da América Latina”, revela.

“O Brasil é um celeiro de oportunidades na área de conectividade. E não estamos nem no início da onda que vai ser o IoT daqui para frente. Quando falamos em carro conectado, cirurgia à distância, cidade conectada, medição do consumo energético, tudo isso demanda conectividade e utiliza a rede de celular. Então, ainda estamos muito no início. E a Virtueyes se especializou nesse segmento”, comenta.

Desafios para expansão

Essa expansão, no entanto, passa por alguns desafios. “Imagina como é você montar uma empresa de tecnologia num ambiente que é conhecido como a região do calçado e do couro. É uma ruptura no modelo mental das pessoas da região. É diferente você contratar mão de obra no Vale do Silício, onde todas as pessoas já sabem sobre internet das coisas e tecnologia. No Brasil, as pessoas ainda têm muita dificuldade de compreender o que é o nosso negócio”.

Recentemente, no mês de abril, Taize participou, ao lado de um grupo de 30 executivos, de uma imersão no Vale do Silício, promovida pela StartSe. “Ficamos uma semana em imersão, visitando empresas no Vale, desde aceleradoras, empresas de tecnologia, etc. A atividade faz parte do XBA da StartSe, que iniciou em 2020 e desde lá foram inúmeras aulas, on-line e presenciais com networking extremamente seleto”, comenta.

O próximo passo da empresa está na consolidação do modelo de Chip único, do qual é protagonista. A intenção é oferecer aos clientes a oportunidade de escolher diferentes operadoras usando um mesmo chip. A Virtueyes M2M leva para sua operação SIM Cards das maiores operadoras do Brasil (Claro, Algar Vivo, Tim), facilitando o acesso a coberturas nacionais em tempo real.

Qual o papel dos seguros no planejamento financeiro? 591

Ale Boiani, CEO, fundadora e Sócia do 360iGroup / Divulgação

Confira artigo de Ale Boiani, CEO, fundadora e Sócia do 360iGroup

Você sabia que ao fazer um planejamento financeiro e vislumbrar investimentos e grandes aplicações é necessário primeiro levar em conta uma pirâmide de prioridades sobre a sua própria vida, garantindo seguros que vão trazer tranquilidade – para então, depois disso, seguir para novos objetivos ligados ao seu patrimônio? Não que a parte de alocação dos investimentos e análise de perfil de risco não sejam importantes, mas essa etapa está um pouquinho mais pra frente do que o começo do próprio planejamento.

A primeira coisa que a pessoa precisa fazer é aprender a poupar, fazer o controle das despesas e custos que tem no dia a dia, e, para isso, é preciso ter algum “ganho” ou geração de receita. Então, quando vamos colocar isso em uma pirâmide, considerando o que é a base do planejamento financeiro, a primeira coisa que vamos avaliar é o fato de o cliente ter que gerar algum tipo de renda, de ganho, para que o profissional que atua com o planejamento possa fazer o restante do trabalho.

Antes de falarmos sobre investimentos com os clientes que buscam planejar a sua vida financeira, sempre priorizamos o que chamamos de “controle de riscos”, que é nada mais nada menos do que montar a estrutura de seguro de saúde, para que não aconteça o caso de a pessoa ter um problema de saúde, por exemplo, e acabe tendo que “torrar” todo o dinheiro que demorou anos para guardar. Para isso, sempre valorizamos uma cobertura de “doenças graves”, que vai ser complementar a algumas especialidades que muitas vezes o seguro saúde não cobre em sua totalidade, e evitando até mesmo que a pessoa acabe usando o seu patrimônio para custos com medicações ou ajustes na própria rotina que tenham despesas ainda maiores, caso seja algo coisa mais grave.

Também sugerimos e sempre levamos em consideração a cobertura de “invalidez laborativa”, no caso de ocorrer algum acidente ou situação inesperada e a pessoa deixar de gerar renda. Logo após essa “cobertura” e a garantia de tranquilidade quando o assunto é saúde, jamais deixamos de fora o seguro de vida, no caso de o provedor vir a falecer de uma maneira prematura.

Vários outros seguros também são importantes para garantir tranquilidade e iniciar um bom planejamento financeiro, fazendo escolhas cautelosas sobre o próprio futuro. É importante lembrar que cada pessoa tem as suas particularidades e necessidades que vão além desses seguros citados. Dentro do seguro de vida, por exemplo, existe a “ferramenta” de sucessão empresarial – para quem atua como pessoa jurídica e/ou tem empresas e sociedades. Essa cobertura auxilia financeiramente empresas e familiares quando um dos sócios vêm a falecer ou precisa se afastar de maneira definitiva. Nesses casos, os sócios da empresa passam a ser beneficiários do sócio em questão para poder comprar a parte da família e redistribuir as cotas de quem fica. Também podem utilizar este valor para injetar capital na empresa e contratar um executivo que tome a frente dos negócios que este sócio cuidava anteriormente.

Com isso, podemos resumir que os seguros têm papel fundamental e estrutural em um planejamento financeiro, pois eles blindam o patrimônio e minimizam riscos. Só após garantir que a base da sua pirâmide esteja sólida, é que o profissional que vai cuidar do seu planejamento vai pensar em acumulação de capital, pegar parte desse valor e ir criando estratégias de investimentos, aplicações visando os seus planos em curto, médio e longo prazo, entre outros objetivos – unindo isso à tranquilidade que só os seguros promovem.

Depois que o capital está acumulado, fica mais fácil ir fazendo a constituição do patrimônio do cliente de forma sólida, parando para pensar em ‘pontos’ um pouco mais sofisticados e até mais “ousados”, como a questão de diminuir carga tributária, pagar menos impostos, entre outras especificidades.

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