ISB Brasil discute os reflexos da pandemia na Saúde Suplementar 418

Encontro faz parte do “Opinião de Valor”, projeto que trará especialistas para refletir e construir conhecimento a respeito de temas relevantes para o mercado de benefícios

O Instituto Superior de Seguros e Benefícios Brasil (ISB Brasil) realiza nesta quinta-feira (29), às 9 horas, o primeiro “Opinião de Valor”, projeto que trará especialistas para refletir sobre temas relacionados ao universo da saúde para os corretores e seguradoras.

“O “Opinião de Valor” nasceu de uma visão nossa para o momento que está acontecendo no mundo em relação à pandemia, o que ela pode afetar e o que ela está trazendo de consequência para saúde suplementar”, afirma Danielle Saad Ribeiro, Diretora de Saúde do ISB Brasil, explicando que foi realizada uma pesquisa com os corretores e instituições do mercado para verificar o que eles gostariam que fosse abordado nos encontros em relação à área de saúde. “Um deles foi os reflexos da pandemia na saúde suplementar, que será tratado em nossa primeira edição”, afirma Danielle.

“Neste primeiro encontro, teremos pessoas importantes do mercado de saúde suplementar: Vera Valente, diretora executiva da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde); Dr. Rogerio Scarabel, diretor de Normas e Habilitação dos Produtos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS); e Luis Rodrigo Schruber Milano, diretor presidente do Pilar Hospital, de Curitiba. Ele será aberto ao público em geral. A partir do segundo módulo, o evento será fechado apenas para associados do ISB Brasil”, diz Danielle Saad.

Segundo Danielle, o setor da saúde suplementar está passando por muitas transformações por conta da pandemia. “É um setor que sempre teve desafios grandíssimos, principalmente de ordem financeira. A saúde privada cresceu muito no Brasil por conta da pandemia. Nós tivemos um aumento de um milhão de beneficiários. Isso tem benefícios gigantescos, pois desonera a questão do SUS, mas, ao mesmo tempo, os órgãos estão tendo que se reinventar para atender também o pós-pandemia. Temos ainda a demanda de reabilitação das pessoas que passaram pelo coronavírus”, afirma, ressaltando que estes são alguns dos temas que serão discutidos no encontro.

Unimed Londrina realiza primeira corrida noturna na cidade desde o início da pandemia 435

Unimed Londrina realiza primeira corrida noturna na cidade desde o início da pandemia

Além de celebrar os 50 anos de história, cooperativa organiza evento para promover saúde e bem-estar de forma segura contra a Covid-19

Desde o início da pandemia da Covid-19, em março de 2020, muitos eventos precisaram ser cancelados e/ou adaptados. Um deles foi a tradicional corrida Unimed Inspira, da Unimed Londrina. Normalmente, a cooperativa realizava duas edições por ano: uma diurna e outra noturna. Duas corridas diurnas já foram realizadas desde então e a noturna será organizada no próximo mês de agosto. O destaque é que este evento será a primeira corrida realizada à noite em Londrina após a vigência das medidas de segurança contra o novo coronavírus.

A corrida virtual Unimed Inspira 50 anos Night além de comemorar as cinco décadas da Unimed Londrina, promoverá saúde e bem-estar de forma segura aos amantes da atividade física. Os atletas poderão correr entre os dias 26 e 29 de agosto, em uma das três categorias do evento: 5, 10 ou 21 km.

A dinâmica para participar é a mesma das anteriores: escolha o local e o horário que considerar mais adequado para correr dentre os quatro dias do evento, baixe o app de corrida de sua preferência, mensure pelo aplicativo seu desempenho e envie o print da tela com o resultado para a Chip Brasil por meio do QR Code que estará no número de peito. Assim, a organização fará o ranking dos atletas.

Os interessados devem inscrever-se neste endereço até o dia 20 de agosto ou enquanto houver vagas. São 1000 vagas disponíveis para essa edição.

Os valores da inscrição são R$ 29,90 + taxa de serviço para cliente Unimed e R$ 34,90 + taxa de serviço para demais públicos.

O tão aguardado brinde da corrida conta com novidades. Junto com a camiseta e a medalha de participação, o runner vai ganhar uma necessaire e uma faixa refletiva para ser usada durante a prova.

A entrega do kit do atleta será realizada entre os dias 23 e 27 de agosto, das 10h às 18h, na Yticon (Av. Ayrton Senna, 425).

Bradesco Saúde aborda benefícios da atenção primária durante a pandemia 340

Dr. Paulo Cesar Prado Jr. é superintendente executivo da Bradesco Saúde / Foto: Aline Massuca/Divulgação

Assunto será tema de transmissão da Abramge e contará com participação do Dr. Paulo Cesar Prado Jr, superintendente executivo da seguradora

O foco na prevenção, orientação, diagnóstico precoce e acompanhamento contínuo do paciente é a temática de transmissão da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge): “Atenção Primária: benefícios durante a pandemia”, que acontece hoje, dia 28 de julho, às 19h. Executivos do setor de Saúde vão pontuar o papel da atenção primária e o impacto da vacinação no setor de Saúde Suplementar. A inscrição gratuita para o evento pode ser feita neste endereço.

Os destaques da atuação da Bradesco Saúde com foco no modelo de Atenção Primária à Saúde (APS) são a rede de clínicas Meu Doutor Novamed e o Programa Meu Doutor Atenção Primária. Este último estimula o engajamento dos beneficiários para um cuidado prolongado, em diferentes fases da vida, criando vínculo com os profissionais. O impacto dessa relação médico-paciente é percebido nos indicadores de acompanhamento à saúde e melhores desfechos clínicos.

Outras vantagens são a teleorientação, com equipe da clínica formada por médicos e enfermeiros; o uso do prontuário eletrônico, que garante a integração dos dados dos pacientes, facilitando o atendimento com um diagnóstico mais eficaz; e agendamento online das consultas.

A rede Meu Doutor Novamed foi criada há cinco anos e atualmente conta com 23 unidades. Registrou, apenas em 2020, a marca de 136 mil atendimentos, tendo como diferencial as consultas por livre demanda devido aos casos de suspeita de Covid-19 durante a pandemia.

“O atendimento primário é um dos pilares da Bradesco Saúde. De acordo com a OMS, esse tipo de atendimento é capaz de resolver cerca de 80% das demandas por cuidados de saúde, reduzindo em 17% as internações e em 29% a procura por serviços de urgência e emergência”, diz o Dr. Paulo Cesar Prado Jr, superintendente executivo da Bradesco Saúde.

Além do executivo da Bradesco Saúde, estarão presentes o moderador Carlito Marques, presidente da Universidade Corporativa Abramge, e outros executivos do mercado de saúde suplementar.

João Marcelo dos Santos e Walter Polido: Um novo mercado de seguros 315

Os advogados João Marcelo dos Santos e Walter Polido / Divulgação

Confira artigo publicado no jornal Folha de São Paulo

Debatemos, na Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP), o processo de flexibilização da regulamentação promovido pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), que dá liberdade para as seguradoras desenvolverem produtos de seguros adequados às demandas de seus clientes.

Já era chegada a hora de mais competição entre as seguradoras no desenvolvimento de melhores produtos. Clausulados rigidamente regulados, diante das rápidas mudanças na economia, no direito, nos interesses seguráveis e na vida das pessoas, condenariam os seguros ao atraso. Prejudicariam os segurados e seriam uma tragédia para a sociedade, que precisa da proteção do seguro e da poupança que ele gera.

Com mais liberdade, o nosso mercado de seguros poderá, sem amarras, avançar mais ainda. Isso, reconhecendo que públicos hipossuficientes demandam maior cuidado por parte da Susep.

Os exemplos dos seguros intermitentes (pelos quais se paga somente na medida em que o bem coberto, como o automóvel, é utilizado), coberturas de diversos ramos em uma só apólice e clausulados mais simples e compreensíveis são somente um vislumbre de como evoluiremos.

Quanto aos seguros de grandes riscos, o momento de flexibilização vem justamente com bons resultados da abertura do setor de resseguros, promovida em 2008.

O resseguro é o seguro das seguradoras, contratado para a cobertura deperdas não suportáveis por seguradoras, como é o caso das usinas hidrelétricas. É atividade essencialmente internacional, um instrumento de transferência de capacidade financeira e técnica especializada.

De fato, passada a pandemia, a urgência do crescimento econômico, associada às mudanças em curso, demandará e será beneficiada por melhores seguros, sejam eles pessoais, de pequenas propriedades, como celulares, ou de grandes riscos, como projetos de infraestrutura. Não há instrumento econômico de garantia melhor do que o seguro.

Esses avanços, inclusive, devem inibir possíveis retrocessos, como novas legislações e projetos de lei que tornem nosso mercado uma realidade ainda mais exótica e apartada do mundo.

Aliás, a inexplicável saudade de alguns do monopólio e da hiperregulação de clausulados só se explica pelo próprio desajuste à modernidade.

Medidas contrárias à modernização do sistema beneficiariam a manutenção do “tudo como está”, protegendo agentes menos eficientes da concorrência. Ademais, deixaríamos de ter um mercado atrativo para investidores e resseguradores.

Processos de desenvolvimento de regulações dão-se com passos à frente e retrocessos. Não custa, de qualquer modo, esperar que os avanços de agora sejam definitivos, por serem urgentes e necessários para os cidadãos e segurados. O Brasil está atrasado nessa trajetória.

*João Marcelo dos Santos é advogado, sócio fundador do Santos Bevilaqua Advogados, presidente da Academia Nacional de Seguros e Previdência e ex-diretor e superintendente substituto da Susep.
*Walter Polido é advogado, coordenador acadêmico da especialização em Direito do Seguro e Resseguro da ESA-OAB-SP, árbitro e parecerista em seguros e resseguro, sócio e professor da Conhecer Seguros.

Seguro Viagem é mais importante para viajantes a negócios com a pandemia, diz Chubb 351

Seguro Viagem é mais importante para viajantes a negócios com a pandemia, diz Chubb

Pesquisa ouviu 2.100 pessoas na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia-Pacífico

Pesquisa publicada pela Chubb conclui que os viajantes a negócios de todo o mundo, incluindo da América Latina, acreditam que a pandemia e as restrições de viagens relacionadas à crise sanitária afetaram negativamente sua eficácia no trabalho, bem como a capacidade de seus empregadores de desenvolver negócios, servir aos clientes e manter relações comerciais.

Ao mesmo tempo, os viajantes a negócios dizem que, embora confiem nos protocolos de biossegurança das companhias aéreas, não acreditam inteiramente nas medidas de autocuidado de seus companheiros de viagem. Por isso, dão maior importância ao seguro de viagem que possuem e analisam com maior atenção as coberturas que lhes proporcionam.

Entre as conclusões da pesquisa da Chubb, intitulada ‘É hora de voar: o impacto da Covid-19 no presente e no futuro das viagens de negócios’, estão as seguintes:

  • Na América Latina, 80% dos viajantes a negócios acreditam que, por não poderem ter contato e comunicação direta com seus interlocutores, é impossível para eles perceberem a linguagem corporal ou outras pistas visuais relevantes na hora de fechar um negócio. Globalmente, essa crença é compartilhada por 82% dos participantes.
  • Quase três em cada quatro viajantes a negócios (74%) na América Latina e no resto do mundo afirmam que são menos eficazes em seu trabalho devido à pandemia e às oportunidades de viagens severamente limitadas. As áreas afetadas incluem atendimento ao cliente e a capacidade de manter relacionamentos com clientes e parceiros de negócios.

87% dos viajantes a negócios se preocuparam com a possibilidade de contrair Covid-19 durante a pandemia e tomam medidas para se proteger, incluindo o uso de máscaras e o distanciamento social. A adesão aos protocolos de saúde é maior entre os viajantes da América Latina, com 87%.

“Uma das descobertas mais interessantes da pesquisa é o quanto os viajantes a negócios de todas as regiões concordam com a afirmação de que a pandemia e as limitações de viagens que a acompanham têm custado aos viajantes e a seus empregadores a capacidade de atender e manter relacionamentos com clientes e parceiros de negócios de maneira eficaz”, enfatiza John Thompson, presidente da Divisão de Acidentes e Saúde Internacional da seguradora.

No entanto, embora os entrevistados sintam falta das viagens de negócios e dos benefícios das reuniões presenciais, eles reconhecem alguns benefícios de trabalhar virtualmente. Em particular, 70% dos entrevistados latino-americanos afirmam que podem usar de forma produtiva o tempo que gastariam viajando e, embora globalmente 82% afirmem que videoconferências e chamadas telefônicas podem ser alternativas eficazes às viagens de negócios, na América Latina a cifra sobe para 91%.

Seguro de viagem olhado com mais atenção

Apesar de a maioria dos viajantes a negócios terem um alto nível de confiança nas companhias aéreas – 85% dizem que as companhias aéreas estão fazendo todo o possível para manter as viagens seguras – quase 9 de cada dez entrevistados têm receio de seus companheiros de viagem não estarem seguindo os protocolos de biossegurança de maneira responsável.

Por esse motivo, não foi surpresa o fato de o estudo da Chubb revelar que mais de quatro em cada cinco viajantes a negócios (81%) acreditam que a pandemia os fará prestar mais atenção às coberturas de seguro de viagem daqui por diante. Já na América Latina, 89% estarão mais atentos à sua cobertura. Os viajantes a negócios latino-americanos também concordam amplamente (90%) que ter um seguro de viagem os deixa mais tranquilos quando viajam a negócios ou lazer. As previsões acima fazem mais sentido considerando que cerca de 80% dos entrevistados esperam outra pandemia em algum momento no futuro.

O estudo da Chubb é o primeiro desse tipo a ouvir viajantes a negócios em quatro regiões: América Latina, América do Norte, Europa e Ásia-Pacífico. A Chubb pesquisou 2.100 viajantes a negócios, com 20 anos de idade ou mais, que estão atualmente empregados e passaram regularmente a noite em viagens de negócios em um ano normal. A pesquisa foi realizada entre 24 de fevereiro e 30 de março de 2021.