Inovação na Prática recebe fundador do Projeto Mentor do Corretor 464

Transmissão foi promovida pela Escola de Negócios e Seguros (ENS), no último dia 14 de julho

A Escola de Negócios de Seguros (ENS) promoveu uma transmissão online em parceria com a Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP), que aconteceu no dia 14 de julho, com o tema “Inovação no Setor de Seguros – Experiência de mercado”. O evento contou com a presença do Fundador do Projeto Mentor do Corretor e da H&H Corretora de Seguros, Richard Furck; do Diretor Presidente da Porto Seguro, Roberto Santos; e do Founder da Minuto Seguros e Vice Coordenador da Cátedra de Canais de Distribuição da Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP), Marcelo Blay.

Durante a abertura da solenidade, o Diretor Geral da Escola Nacional de Seguros, Tarcísio Godoy, agradeceu a presença dos convidados e explicou a importância de receber os executivos, para falarem de inovação na prática. “A ideia desse evento, é poder apresentar para vocês, que estão nos acompanhando, o que o mercado tem feito de inovação na prática. Então, cada semana a Escola de Negócios de Seguros com a ANSP, que é a parte estudiosa desse mercado, quer trazer para vocês não só a teoria, por meio de diversos cursos que a escola oferece, por meio de diversas palestras que as cátedras e o trabalho que as cátedras da ANSP desenvolvem, mas escutar executivos que estão na linha de frente. Roberto e Richard são dois desses grandes executivos, que vão permitir esse embate”, explicou.

Em seguida, o Vice Coordenador da Cátedra de Canais de Distribuição da Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP), Marcelo Blay, comentou sobre o processo acelerado do ambiente digital. “Vivemos um momento de grande ebulição. Já é lugar comum a gente falar que a revolução digital, que assim como a revolução industrial na metade do Século XVIII, está transformando esse mundo, ainda mais turbinado por uma pandemia, que nós tivemos que nos adaptar a uma tecnologia, que talvez nem todos tivessem tão familiarizado. E como era de se esperar, essa onda de digitalização chegou com bastante força no nosso mercado de seguros”, ressaltou.

Falar de startup e omninchannel era falar grego. E mesmo a palavra empreendedorismo não era tão usada como nesse momento. Atualmente, o setor possui um monte de insurtechs, as seguradoras estão se reinventando e os corretores também. Observamos mudanças significativas no papel da Susep, tem o Sandbox, o Open Insurance, as discussões sobre as associações e proteções veiculares e outras associações, discussões no congresso que afetam a nossa indústria, para explorar esses impactos de inovação que acontecem no segmento.

Roberto Santos, Presidente da Porto Seguro, agradeceu pela oportunidade de participar do debate e iniciou sua apresentação com um case real de inovação, que acompanhou de perto, na Porto Seguro. “Temos muitas dimensões sobre o tema escolhido a ser explorado: uma sobre o momento do ponto de vista de regulação, do digital e outras da inovação pura. A inovação sempre esteve presente na história da Porto Seguro, não somente no que diz respeito a lançamento de produtos, mas principalmente na parte de serviços e processos. Eu posso citar aqui alguns exemplos da história da Porto. Quem não se lembra do break light. O Marcelo trabalhava na Porto nessa época e que no intuito de diminuir frequência de colisão parcial na traseira, o Marco Vetori que era Diretor de Automóvel da Porto naquela ocasião, ele achava que as lanternas dos veículos ficavam na parte de baixo do para-choque traseiro. Então o camarada não olhava quando o cara pisava no freio na frente, e ele batia. Ele achava que a lanterna iria subir, naquela ocasião. Criamos um dispositivo que instalava na hora da vistoria prévia, que o camarada apertava o freio, acendia a luz no para-brisa traseiro. Na linha da direção do olhar do motorista do carro de trás, diminuiria a batida. Atiramos numa coisa e acertamos em outra, virou objeto de desejo. E a Porto Seguro aumentou suas vendas de seguro automóvel, que todo mundo queria o break light e fazer o seguro auto da Porto”, afirmou.

A inovação está presente no comportamento do consumidor, não só na tecnologia aplicada. Mas nas oportunidades de negócios que ela proporciona em diversos aspectos. Durante o debate, Richard Furck, falou sobre o papel da transformação digital. “A gente vive um momento em que a inovação foi acelerada. Eu digo sempre que a gente falava até pouco tempo em transformação digital. Fui até o curador do primeiro curso de transformação digital que a ENS fez e naquela época, a gente falava sobre o assunto. E é um negócio interessante, porque do dia 16 de março de 2020 em diante, eu costumo dizer que a transformação digital morreu, porque não se pressupõe mais a transformação no sentido de ‘não sou e vou passar a ser’ ou ‘vou me tornar digital’. Ou você é digital, ou você não existe. Hoje não é nenhuma questão de transformação, e sim, de maturidade digital, o quão digital você está. Naquele momento, pré-pandemia, foi interessante porque eu estava tendo muitas dificuldades do ponto de vista tecnológico. Eu estava com algumas dificuldades ferramentais, de estrutura, de cabeamento. E foi perto do início da pandemia. Uma das coisas que me incomodou, foi que eu nunca aprendi nada tão na marra e na hora certa”, disse.

O diálogo entre os executivos durante a transmissão focou na tecnologia agregado à inovação. E ficou claro que para alcançar os objetivos planejados, não é preciso ser o maior, o mais forte ou o mais inteligente. “É quem se adapta melhor às mudanças, que obtêm êxitos nos negócios. O maior desafio do corretor de seguros é o crosseling. Conseguir atender o cliente em outros segmentos, porque se pegar os últimos estudos relacionados ao tamanho do porte do corretor de seguros. 64% da categoria tem até quatro funcionários. Dentro desse público, 55% consegue faturar de receita até R$ 7 mil mensais”, finalizou Furck.

Avanço da vacinação faz projeção de crescimento do PIB global subir para 5,6% 404

Avanço da vacinação faz projeção de crescimento do PIB global subir para 5,6%

Estados Unidos é destaque positivo pelo desempenho na imunização

Um ano e meio após o início da pandemia, o acesso à vacinação é um dos fatores mais fundamentais em nosso dia-a-dia. O mesmo é verdade para a economia global: as perspectivas para regiões onde uma proporção significativa da população já foi vacinada ou está em vias de ser vacinada é significativamente melhor do que para outras.

Assim, a expectativa da Coface de crescimento do PIB global para este ano foi corrigida para cima (+5,6%), principalmente devido às surpresas positivas vindas dos Estados Unidos, cuja classificação nacional aumentou para A2 neste trimestre.

Essas melhores perspectivas de crescimento se refletem no comércio mundial: depois de cair cerca de 5% em volume no ano passado, nosso modelo de projeção indica um crescimento de 11% neste ano. Apesar da recessão em 2020, o volume do comércio internacional em 2021 seria, portanto, quase 6% superior ao nível anterior à crise. Nesse contexto de crescimento robusto do comércio internacional, países exportadores de commodities tem sido beneficiados pela melhora em seus termos de troca. De acordo com os novos modelos de previsão da Coface para 13 commodities, os preços devem permanecer altos pelos próximos seis
meses, no mínimo. Como esperado, vários desses países tiveram suas Avaliações de Risco-País atualizadas neste trimestre, o que inclui Rússia, Arábia Saudita,
Equador, República do Congo, Azerbaijão, Botswana, Guiné e México. Além dos países emergentes e dos Estados Unidos, Austrália e Canadá também tiveram sua avaliação melhorada.

No total, 11 países foram atualizados neste trimestre, nenhum foi rebaixado, apesar do aumento da inflação e das medidas contínuas de ‘stop-and-go’, expressão usada para designar períodos de crescimento e desaceleração em alternância, o que afeta a demanda doméstica em várias das principais economias emergentes nos próximos meses.

Na frente setorial, 53 avaliações setoriais foram atualizadas. Estas dizem respeito principalmente ao setor de metais e, em menor escala, aos setores de papel e madeira.

Confira a avaliação completa realizada pela Coface (.PDF).

Interesse por eventos de promoção de saúde nas empresas cresce 17% durante a pandemia, aponta It’sSeg 389

Interesse por eventos de promoção de saúde nas empresas cresce 17% durante a pandemia, aponta It’sSeg

Levantamento feito pela companhia também mostra aumento na participação dos colaboradores nesse tipo de ação

A pandemia promoveu o aumento do interesse por eventos de promoção de saúde nas empresas. É o que aponta levantamento da It’sSeg, uma das maiores corretoras de seguros do país especializada em gestão de benefícios. De acordo com dados da companhia, houve aumento de 17% no número de palestras realizadas sobre saúde e qualidade de vida nas empresas atendidas, o número subiu de 211 eventos em 2019 para 248 no período entre julho de 2020 e junho de 2021.

Assuntos como saúde da mulher, saúde geral, saúde mental e saúde do homem foram os mais abordados nos eventos devido à alta procura e interesse das organizações e seus profissionais, sobretudo nas ações relacionadas a informações sobre a Covid-19 e busca de formas de lidar com questões emocionais em casa e no teletrabalho.

Assunto2019Entre julho de 2020 e junho de 2021Variação
Saúde da Mulher1938+100%
Saúde Geral4368+58%
Saúde Mental6086+43%
Saúde do Homem1822+22%
Alimentação3631-14%
Saúde Não tem Cor353-92%
Geral211248+17%

“Notamos um aumento significativo na demanda por esses eventos, tanto por parte dos clientes que já realizavam ações de boas práticas e qualidade de vida para seus colaboradores antes da pandemia, quanto por parte daqueles que não promoviam esses eventos e se interessaram a fazer com o intuito de aproximação com os funcionários em teletrabalho”, comenta Marcio Tosi, diretor da It’sSeg.

Aumento na participação de colaboradores

Ainda segundo o levantamento, houve maior interação de colaboradores nos eventos promovidos de julho de 2020 a junho de 2021 no formato online comparado às sessões realizadas presencialmente em 2019. A média de participação, que era de 30 a 40 pessoas, passou a ter, no mínimo, 60 a 70 participantes por encontro.

Tosi credita esse aumento à facilidade de acesso aos eventos remotos e à flexibilidade de horário para sua realização. “O formato online atrai mais participantes por possibilitar aos colaboradores que não se desloquem até um auditório, por exemplo, para acompanhar uma palestra, além de permitir que os eventos aconteçam em horários flexíveis, o que dá mais liberdade aos funcionários para participarem”, acrescenta.

FGV abre inscrições para exame de habilitação de corretores de seguros 442

FGV abre inscrições para exame de habilitação de corretores de seguros / Divulgação/FGV

Instituição ingressa no segmento de seguros e passa a certificar profissionais da corretagem

Conforme antecipado pelo Jornal do Seguro (JRS), a Fundação Getulio Vargas (FGV) decidiu ingressar no mercado de seguros e passará a habilitar os profissionais da corretagem. A taxa de inscrição é de R$ 400 e as provas dos ramos de Capitalização, Vida e Previdência acontecem no dia 09 de outubro. O exame para o ramo Danos será realizado no próximo dia 10 de outubro.

Reprodução/LinkedIn
Reprodução/LinkedIn

As inscrições para realização do exame presencial acontecem entre o dia 26 de julho até o dia 09 de setembro. Para a aplicação remota entre 26 de julho e 30 de setembro. Mais informações podem ser obtidas através do e-mail suporteseguros@fgv.br ou pelo (11) 3799-1560.

Baeta Assessoria lança e-book “Como vender mais seguro de vida” 416

Baeta Assessoria lança e-book “Como vender mais seguro de vida” / Divulgação

Segmento cresceu 18,5% nos primeiros cinco meses de 2021

Desde 2018, o segmento mantém uma curva em ascendência. Em 2019, a modalidade cresceu 14,8%. No ano passado, registrou aumento de 11,3% e agora, de janeiro a maio de 2021, segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi) houve um aumento de 18,5%.

A expectativa é continuar em ascensão. Segundo João Arthur Baeta Neves, diretor da Baeta Assessoria, o comportamento do consumidor de seguros sofreu modificações, “os brasileiros estão bem mais preocupados com a proteção da sua vida e de seus familiares depois da pandemia”.

Na avaliação do executivo, falar sobre seguro de vida é simples, porque é algo que todos precisam. Mas não é fácil. Mais do que qualquer outro fator, incluindo educação e constante aprendizado, para entrar com tudo nesse ramo, é preciso ter espírito de luta. “O sucesso envolve constante agitação, networking e rejeição até que a venda seja feita”, destaca.

Por isso, as dicas do e-book “Como vender mais seguro de vida” revelam pontos importantes para quem deseja entrar no ramo. A publicação é inteiramente gratuita, está disponível para todos os corretores do mercado, sem restrições. A ideia é otimizar a carteira do corretor de seguro e estimulá-lo a mergulhar de cabeça neste nicho promissor. “Vender seguro de vida é um negócio de relacionamento”, afirma o diretor João Arthur Baeta Neves.

Dicas preciosas – Entre as orientações constantes da cartilha estão: trabalhe bem os argumentos; faça vendas cruzadas; vá atrás de amigos e familiares; e use a internet, principalmente as mídias sociais para ver o que está acontecendo na vida dos clientes e prospectar novos leads.

O diretor da Baeta Assessoria, adverte que a venda cruzada provavelmente não ocorrerá na primeira investida e que é preciso inteligência para identificar o momento certo. A chave é ter conscientização do produto; educação; criação de uma necessidade; identificação de interesse; e, finalmente, venda.

Para ter acesso ao e-book, é só acessar este endereço.

Bradesco Saúde lança produto Efetivo Tocantins 324

Flavio Bitter é diretor-gerente da Bradesco Saúde / Divulgação

Com foco regional, plano é voltado para todos segmentos de empresas e disponibiliza rede credenciada em todo País

A Bradesco Saúde acaba de lançar o Produto Efetivo Tocantins, tendo como prestador de referência a rede Medical, que contempla hospitais de referência como o Palmas Medical e o Santa Thereza, ambos localizados na capital. O produto conta com ampla rede credenciada em todo o país. O Efetivo Tocantins é 15,2% mais barato que o plano de entrada na região e está disponível a partir de R$ 176,87. A Bradesco Saúde ocupa, hoje, a 2ª posição do Market Share de vidas do Tocantins.

Com foco regional e abrangência de cobertura e rede de prestadores nacional, o Efetivo tem como pilares a distribuição geográfica da rede e de especialidades para garantir atendimento adequado à população local, com parceiros reconhecidos e custos competitivos. O produto ainda permite o acesso à plataforma de telemedicina Saúde Digital, que disponibiliza uma série de serviços online.

“O produto Efetivo se baseia na parceria com prestadores de referência em cada região, que estão alinhados com nossa estratégia de oferecer um plano de qualidade e eficiência da assistência, buscando minimizar desperdícios de recursos e, com isso, maior previsibilidade dos custos para garantir maior sustentabilidade do setor”, afirma Flavio Bitter, diretor-gerente da Bradesco Saúde.

Dentro das característica e condições especiais do produto, o Efetivo Tocantins é uma opção para pequenos e médios negócios, a partir de três vidas. Esse novo produto da seguradora chega em um momento de crescimento de beneficiários de planos de saúde no Estado em meio à retomada da atividade econômica.

“O grande diferencial do plano Efetivo Tocantins, da Bradesco Saúde, é o valor mais acessível, com cobertura de toda a Rede Medical, incluindo os hospitais Palmas Medical e Santa Thereza, referências na região. Os beneficiários possuem cobertura em todas as especialidades, além de radiologia, UTI, UTI Neonatal, entre outros”, diz o Dr. Guilherme Coutinho Borges, CEO da Rede Medical.

Segundo o órgão regulador, Tocantins registra mais de 115 mil beneficiários de planos de saúde, maior número na série histórica. Apesar disso, a taxa de cobertura é de apenas 7,2%, uma das menores do país, levando em consideração a população de 1,6 milhão de pessoas. Em paralelo, a economia local demonstra sinais de recuperação. A Junta Comercial do Estado registrou mais de 8.500 novas empresas abertas, no primeiro quadrimestre deste ano. O setor de serviços é o principal responsável pela formação do PIB estadual.

“Esse cenário demonstra um enorme potencial de crescimento para o segmento na região, já que o plano de saúde ganhou um interesse ainda maior da sociedade. A estratégia de regionalização da Bradesco Saúde permite trabalhar particularmente cada localidade, de acordo com os hábitos da população. A expansão nacional do plano Efetivo é reflexo de um interesse maior dos empresários sobre esse benefício”, completa Flavio Bitter.