Newton Queiroz: JRS muito além de um meio de comunicação – um legado 1249

Newton Queiroz é CEO da Europ Assistance no Brasil / Arquivo JRS

Confira coluna especial de Newton Queiroz, Chief Strategy Officer da Kovr Seguradora

Final dos anos 1990 e o Jornalista Jota Carvalho decide tomar um passo ousado em sua carreira com a fundação do que seria na época um jornal de notícias da indústria de seguros para Região Sul do País.

Como todo empreendedor, o início não foi fácil, mas com seu foco e dedicação superou os obstáculos até chegar na consolidação do que era um jornal regional, em uma empresa de mídia em nível nacional – Jornal do Seguro (JRS).

Foram anos de dedicação, suor e muito amor pelo JRS, sempre tendo ao seu lado sua filha, Júlia Senna, quem o seguia de perto para se tornar, quem sabe, um dia sua sucessora.

Em uma destas reviravoltas da vida, o grande Jornalista Jota Carvalho nos deixou em 2019 e com isso dúvidas sobre o legado do JRS.

Jota Carvalho, fundador do JRS, e Júlia Senna, editora-chefe do veículo / Arquivo JRS
Jota Carvalho, fundador do JRS, e Júlia Senna, editora-chefe do veículo / Arquivo JRS

Mais uma vez, JRS era colocado à prova e Júlia Senna não decepcionou e sim inovou. Claro, sentiu muito a falta do fundador e pai, mas utilizou tudo que aprendeu e conseguiu não só manter o JRS, mas modernizá-lo, e com isso temos hoje neste meio um dos mais importantes e prestigiados da indústria de seguros nacional.

Hoje, essa história completa 21 anos de muita paixão e dedicação de uma grande família que é o JRS. Nascida de uma visão de um grande Jornalista e tendo seguimento por uma primogênita visionária e que soube aprender com seu mentor.

O JRS presta serviços fundamentais à nossa indústria com informações imparciais e sempre criando eventos e ações disruptivas e por isso gostaria de desejar feliz 21 anos hoje e parabéns pelos muitos que irão cumprir.

JRS rumo aos 50 anos de apoio, inovação e transparência no mercado segurador!

Autoconhecimento e empatia são fundamentais na busca pela felicidade 1028

Stephanie Crispino, CEO da Tribo Global; e José Pedro Vianna, Fundador da Escola das Emoções / Divulgação

Especialistas dão dicas para prevenção ao suicídio em meio ao Setembro Amarelo

Os jovens entre 18 e 24 anos foram os que mais reportaram ter a saúde mental afetada durante o período de pandemia de Covid-19, segundo uma recente pesquisa divulgada pela Pfizer. A Organização Mundial da Saúde estima que uma pessoa morre por suicídio a cada 40 segundos no mundo e essa é a segunda principal causa de falecimento de jovens entre 15 e 29 anos. “A grande maioria dos casos de suicídio está relacionada a transtornos mentais. A depressão é a que tem o maior predomínio, em seguida o transtorno bipolar e o abuso de drogas. Porém, de forma situacional, existem outros fatores de risco para o suicídio, como desemprego, autoestima baixa, conflitos nos relacionamentos, entre outros fatores que podem afetar diretamente o nosso bem-estar e saúde mental. Por isso, falar sobre o assunto de saúde mental é importante nos tempos atuais, quanto antes normalizarmos a importância do tema, antes poderemos entender como sociedade o que precisamos evoluir culturalmente para promover uma sociedade mais saudável e, assim, evitar que esses dados continuem alarmantes”, explica Stephanie Crispino, CEO da Tribo Global.

Na visão de José Pedro Vianna, Fundador de A Escola das Emoções, a ascensão das redes sociais pode também ser um dos impulsos para uma maior recorrência de casos. “Esse número [de suicídios] cresceu na pandemia, porém, já vinha aumentando nos últimos anos. Percebo que a partir das redes sociais se criou uma ditadura da felicidade, há uma pressão enorme de ‘ser feliz’ o tempo todo. Os jovens – faixa etária onde ocorreu o maior crescimento em número de casos – estão submissos às redes sociais de tal forma que a realidade deles está quase que totalmente submersa no mundo virtual. Nesse meio-ambiente, as pessoas apresentam suas conquistas, seus momentos de alegria, e todos aparentam estar felizes, satisfeitos, realizados. Quando essa felicidade virtual é comparada com uma vida cheia de altos e baixos – às vezes mais baixos que altos – a sensação é de incompetência. Cria-se um abismo entre o mundo ‘feliz’, idealizado, e o mundo interior real. Portanto, a mente gera uma necessidade impossível de ser satisfeita e uma autocobrança excessiva. O resultado é uma frustração e auto invalidação”, explica. José Pedro lembra ainda que o desemprego ou condições precárias de vida geram medo, ansiedade, cansaço. “Esses sintomas quando não são devidamente tratados podem se agravar para quadros de depressão, pânico. Essas sensações são por demais desagradáveis e também podem levar ao suicídio”, completa.

Repressão emocional e cuidado com a Saúde Mental

Stephanie acredita que falar de saúde emocional é tão necessário quanto falar da saúde física. “Nossa saúde como um todo irá influenciar a qualidade das nossas decisões diárias. No mundo dos negócios ainda se julga o desempenho pela quantidade de horas que se trabalha e pela necessidade de resiliência em lidar com os altos e baixos sem ser afetado por isso. Porém somos humanos, vivemos em ciclos. Alguns dias os sentimentos estão positivos e em outros não e está tudo bem aceitarmos essas sensações, lidando com elas. O principal desafio que encontramos quando o assunto é emoções começa por quebrar esse tabu de que todo mundo tem que estar bem o tempo todo ou de que não há espaço para as emoções no ambiente de trabalho. Se a nossa saúde afeta a qualidade das nossas decisões, da nossa performance e se o trabalho é um dos principais ambientes em que convivemos, precisamos falar sobre como nos sentimos e quais os desafios e pedidos de ajuda que temos. Isso faz parte de construir uma cultura inclusiva, colaborativa e essencialmente humana. Afinal, não escolhemos como nos sentimos, nosso poder de escolha está justamente na forma como decidimos lidar com isso. Para que as conversas difíceis aconteçam é preciso, também, garantir a segurança psicológica, caso contrário, a empresa pode até dizer que as emoções são bem-vindas, mas as pessoas não se sentirão seguras para de fato abordar o tema com a verdade e o acolhimento que ele merece”, revela. A especialista destaca, entretanto, que, nos últimos anos, o autocuidado passou a ganhar mais atenção. “As empresas estão cada vez mais promovendo práticas de bem-estar e saúde mental para seus times, afinal como acreditamos dentro da Tribo: todo desafio de negócio é também um desafio de gente, ou seja, não adianta apenas pensar em aumentar os resultados do negócio se você não parar para entender os desafios culturais que irão impulsionar e sustentar esse crescimento”, acrescenta.

José Pedro demonstra a importância da empatia por considerar a repressão emocional como uma das causas para o suicídio. “O acolhimento das nossas emoções é fundamental para validarmos nossas sensações. Quando escutamos frases simplistas para questões graves, tais como ‘isso já vai passar’, ‘tem gente bem pior, ao menos tu tens isso ou aquilo’, ‘eu já passei por isso, em breve tu vai estar bem’, ‘toma um remedinho’; a tendência de quem escuta é se sentir inadequado. Minimizar o que sentimos ou nos compararmos com os outros nunca é uma boa forma de analisarmos nosso quadro emocional. A falta de educação emocional implica em julgarmos nossas emoções de forma dual. Porém as emoções não são boas, nem ruins, nem certas nem erradas. Esses conceitos geram uma bagunça interna. Não sabemos bem se é vergonhoso ter medo, nem se a raiva deve ou não ser expressada, se a tristeza é aceitável, quando a ansiedade nos ajuda… São muitas questões básicas que não nos ensinaram”, comenta. Ainda sobre conceitos que são difundidos na infância e prosseguem com as pessoas ao longo da vida, o Fundador de A Escola das Emoções exemplifica que muitos adultos ainda acreditam que chorar é para fracos, por exemplo. “O que uma criança que aprende isso tende a fazer? Reprimir o choro e consequentemente sua tristeza fica represada também. Uma hora ou outra essa tristeza pode se tornar uma raiva e se manifestar na hora errada, com alguém que nada tem a ver com a causa da tristeza reprimida. Essa manifestação de raiva pode ser tratada com ainda mais repressão. Ou seja, as necessidades que a emoção estava tentando mostrar não só não foram vistas, como foram mal gerenciadas. O ápice desse roteiro é uma confusão sobre o que é meu, o que não é, o que é certo, o que é aceito e o que de mim é reprovado. Essa sensação de ‘peixe fora d’água’, ou uma quantidade enorme de emoções reprimidas, podem culminar em um ato desesperador contra a própria vida”, complementa.

Saúde Integral

Stephanie Crispino pensa que o conceito de saúde já não é somente um bem estar físico. “É um somatório de condições em todos os campos do ser humano. A saúde integral é um conceito abordado na psicologia que enfatiza que o corpo e a mente são uma unidade indivisível. O pensamento integral proporciona uma vida mais plena, com mais longevidade e um aumento significativo da qualidade de vida em todos os níveis. As empresas que enxergam dessa forma, conseguem priorizar um ambiente organizacional humanizado, que respeita a integralidade do seu colaborador. Os benefícios para a empresa é que ela passa a criar uma relação de confiança, transparência e de valorização, resultando em protagonismo, liderança de si e performance do colaborador. Assim é possível unir duas palavras que não costumamos ver no linguajar dos negócios em conjunto: performance e amor, entendendo que falar de um é falar do outro e para uma vida integral e saudável também no trabalho é preciso olhar para os resultados tanto quanto para as pessoas”, analisa.

Entretanto, José Pedro Vianna lembra que este conceito é muito amplo e questiona “o quanto esse é um discurso bonito e o quanto de fato a saúde é entendida pelas pessoas nas empresas como integral?”. “O bem-estar no ambiente de trabalho é apenas um dos fatores para uma saúde integral. Obviamente quaisquer esforços nesse sentido são muito válidos. A divisão entre a persona trabalhadora e a pessoa real, que algum tempo atrás se estimulava, ou seja, vestir um personagem durante o expediente e outro após, mostrou-se esquizofrênico e pouco saudável. Nós somos seres influenciados e influenciadores a todo momento. Minha relação extra trabalho vai afetar meu rendimento, quer eu queira mascará-la ou não. Como pode alguém que está passando por uma situação delicada em sua vida pessoal ter a mesma performance do que tinha quando estava sem esse problema? E como uma empresa pode lidar com isso da forma mais inteligente para ambos? Essas perguntas foram feitas e respondidas em diversas pesquisas. Percebeu-se então que, quando existe uma aceitação e um apoio por parte da empresa das questões que envolvem seus colaboradores o senso de pertencimento gerado conecta, estimula e aumenta a capacidade de criar, trabalhar, produzir”, analisa.

A importância do autoconhecimento

A CEO da Tribo Global reforça que o “Autoconhecimento Liberta”. “Por meio desse despertar de consciência sobre si expandimos barreiras que nos deixam reativas ou reativos e somos capazes de operar cada vez mais na criatividade que é a base para a liderança consciente. Qualquer negócio que queira evoluir e transformar a sua forma de impactar precisa de lideranças conscientes que praticam essas mesmas transformações primeiro em si mesmas e depois estendem esse impacto ao seu entorno. Profissionais que exercitam essa autoconsciência conseguem trabalhar melhor a sua autoconfiança, autocompaixão e atuar com ainda mais protagonismo em suas decisões fora e dentro do ambiente de trabalho”, justifica.

Stephanie ainda aponta a importância de trabalhar a autocompaixão. “Não basta querermos nos conhecer e evoluir como profissionais e seres humanos se fizermos isso de uma forma pesada, com uma auto cobrança excessiva e um olhar pouco cuidadoso e generoso consigo mesmo/a. Aprendemos com o nosso mentor e referência em liderança consciente, o neurocientista Daniel Friedland, que existe uma crença que podemos cultivar internamente e que muda tudo, a capacidade de acreditarmos e repetirmos para nós: ‘Eu me amo e me aceito, não importa o que’. É lógico que isso não significa que seremos perfeitos, que não haverá erros, mas significa também que teremos a calma de olhar para tudo isso sem diminuir o nosso próprio valor e buscando aprender com a experiência sem deixar de lado o nosso amor próprio e autocompaixão. Não vai ser na primeira vez que você disser, talvez, que a frase já se internaliza, por isso não tenha medo de repetir quantas vezes for necessário e saber que pedir ajuda, inclusive para praticar essa autocompaixão, é sempre muito bem-vindo!”, diz.

Já o Fundador de A Escola das Emoções reitera que se conhecer é fundamental “para nos darmos conta do que passa conosco antes de sermos engolidos por nossos sentimentos”. “Se não nos percebemos, as consequências da cegueira emocional podem parecer surpresas”, afirma.

Como lidar com adversidades

Stephanie Crispino recomenda a reflexão diante de momentos delicados. “A dica é refletir sobre o que está complicado. Qual é o principal desafio do momento? O que mais me incomoda? O que eu gostaria que fosse diferente? O que hoje impede que seja diferente? Ganhar mais consciência sobre o aqui e o agora, sobre o real problema contribui para identificar as oportunidades ocultas e apoia no processo evolutivo individual de cada pessoa. Dessa forma, reconhecemos a reatividade que pode estar presente ao lidar com esses desafios e podemos ressignificá-la de modo abrir espaço para a criatividade que, como comentei, é a fonte da liderança consciente. Uma pergunta que podemos nos fazer nesses momentos é: se encararmos esse desafio atual como um presente, como isso mudaria a nossa forma de enxergar esse ‘problema’? Se isso for um presente, o que muda na sua atitude?”, aconselha.

No mesmo sentido, José Pedro Vianna pensa que uma situação delicada pode ser percebida como uma oportunidade de crescimento, mesmo que não seja tão simples quanto parece em alguns casos. “Não podemos minimizar nem culpar a vítima, mas também não podemos apenas nos vitimizar. É uma questão que depende de muitos fatores. Alguns químicos, outros psíquicos. Muitas vezes a única forma que uma pessoa aprende para lidar com o mundo é se colocando no papel de ‘fraco’ pois isso um dia funcionou. E não cabe a cada um de nós julgar se essa atitude, que mais tarde pode vir a ser a causa de uma depressão, estava certa ou errada. A questão é se essa pessoa teve disposição e oportunidades de apoio para se analisar, entrar em suas dores, limpar seus traumas. Em muitos casos não”, indica.

Ajudando algum conhecido que enfrenta dificuldades

Stephanie propõe, em primeiro lugar, que a melhor maneira de ajudar alguém é ouvir a pessoa de maneira respeitosa. “Busque compreender pelo ponto de vista dela e, caso haja abertura, buscar uma solução junto com ela. O melhor que podemos oferecer para alguém que precisa de ajuda é ser uma ótima rede de apoio, reforçando a segurança psicológica de ouvir a pessoa a partir de uma escuta ativa, sem buscar resolver, dizer como nos sentimos ou assumir interpretações. Também é indicado reforçar o quanto continuar pedindo ajuda e contar com pessoas que são profissionais na área é saudável para dar o suporte necessário ao desafio emocional e mental que essa pessoa está vivendo. É importante não querermos resolver a questão pela pessoa ou assumir para nós essa responsabilidade, já que podemos não ser a pessoa mais indicada para esse suporte que vá além de agir como rede de apoio”, cita.

José Pedro Vianna sugere, primeiramente, que as pessoas negligenciam suas emoções e seus sentimentos. “Sinta-as e entenda que elas são mensageiras, alertas. Assim que a mensagem for ouvida a emoção cumpre sua função e se dissipa. A emoção é uma mensageira diligente. Ela não vai embora até entendermos seu propósito. Quando não damos ouvidos à ela, a emoção se transforma em sentimento e o sentimento em humor e o humor em nossa personalidade”, sinaliza. “Vou tentar explicar melhor dando um exemplo. Se alguém se sente triste seguidamente mas não investiga qual a necessidade por trás dessa tristeza, ela tende a perdurar. Em pouco tempo pode ser que ela cresça internamente, tentando te avisar que algo não vai bem e deve ser cuidado. A insistência em não dar atenção gera um estado de humor chateado, cabisbaixo, de pouca vitalidade e disposição. O corpo físico começa a se fechar. Seguindo o caminho da negação, a depressão é o próximo passo. O corpo torna-se viciado na produção de hormônios que, em demasia, são nocivos”, explana.

O Fundador de A Escola das Emoções ainda lembra que outras sugestões estão no documentário Happy Você é Feliz?, do Diretor Roki Belic, de 2011. “Muito se tem estudado sobre a felicidade e o quanto nessa fórmula as variáveis são simples. Estar integrado em algum grupo que faça sentido na sua vida, ou seja, vínculos”, finaliza.

DOC24 integra Time Campeão de Patrocinadores Diamante do Troféu JRS 749

DOC24 integra Time Campeão de Patrocinadores Diamante do Troféu JRS

19ª edição do evento acontecerá de forma híbrida, no dia 29 de outubro

O dia 29 de outubro promete contar com uma noite mágica. É quando acontece a 19ª edição do Troféu JRS em formato híbrido e iremos conhecer os destaques do mercado brasileiro de seguros. E a DOC24, líder em telemedicina e especialista em melhorar o acesso à saúde através da inovação tecnológica, integra o time campeão de patrocinadores diamante da cerimônia de reconhecimento.

O evento contará ainda com 1 mil pessoas na plateia virtual, que poderão interagir e participar ao vivo com a transmissão e receberão kits especiais com mimos para desfrutar deste momento inesquecível direto do conforto de suas casas. Tudo será transmitido na íntegra no Canal do JRS no YouTube. Além disso, durante todo o mês de outubro o público escolherá os destaques de quatro categorias: Personalidade do Ano, Prestadores de Serviços, Corretora de Seguros e Seguradora Destaque.

A DOC24 está em expansão e oferece serviços adaptados às necessidades dos clientes, tendo como a versatilidade sua principal força. A empresa acompanha e potencializa o crescimento de empresas, instituições de saúde, insurtechs, fintechs, sistemas públicos de saúde e outras organizações com uma visão global, que tem como principal valor cuidar da saúde das pessoas onde quer que elas estejam, de modo a superar barreiras de acesso ao atendimento médico.

MAG Seguros lança nova edição da campanha Arrebenta 482

MAG Seguros lança nova edição da campanha Arrebenta / Divulgação

Iniciativa premiará corretores parceiros e lideranças comerciais da companhia

Na última sexta-feira (17) a MAG Seguros, seguradora de 186 anos especializada em seguro de vida e previdência, lançou a sua última campanha quadrimestral de 2021: a Arrebenta, que premiará corretores parceiros e lideranças comerciais.

Para os corretores parceiros da MAG Seguros, a premiação da Arrebenta é a participação no congresso anual do Million Dollar Round Table (MDRT), em 2022. Esse é considerado o maior encontro mundial de corretores do mercado segurador, com a participação de profissionais de 72 países.

Esta, sem dúvida, é uma grande oportunidade para aprender e se desenvolver com os melhores do segmento financeiro mundial. O evento irá acontecer na cidade americana de Boston, conhecida como a capital da cultura americana por abrigar a universidade de Harvard e o MIT.

“Posso dizer que parte do sucesso da MAG Seguros e de muitos dos nossos corretores parceiros está associado ao aprendizado adquirido durante o MDRT. Afinal, essa é uma grande oportunidade de estar entre os melhores do mundo, ouvir palestras sobre questões inerentes ao nosso mercado e trocar boas práticas”, comenta Osmar Navarini, diretor Comercial da MAG Seguros.

A campanha também irá premiar as lideranças comerciais da MAG Seguros vencedoras em suas respectivas categorias com uma vaga no maior evento internacional de líderes do ramo de seguros, investimentos e finanças: o Gama Internacional 2021, um diferencial para a carreira dos contemplados que poderão aprimorar-se em liderança.

Para se tornar um corretor parceiro da MAG Seguros, basta enviar um e-mail para sejaparceiro@mag.com.br.

Gente Seguradora evidencia importância da humanização na hora de atender um Sinistro 632

Trata-se do momento mais sensível na relação de consumo com o segurado

É consenso que o momento do Sinistro é o mais sensível na relação de consumo entre companhias de seguros e os segurados. Um bom atendimento faz toda diferença para que a empresa possua excelentes índices de satisfação, como é o caso da Gente Seguradora, que foi destaque na categoria “Seguros Auto” no Prêmio Estadão Finanças Mais – o mais completo e relevante ranking de instituições financeiras do Brasil.

Eva Silva é responsável pela área de Sinistros da Gente Seguradora / Foto: Filipe Tedesco/JRS
Eva Silva é responsável pela área de Sinistros da Gente Seguradora / Foto: Filipe Tedesco/JRS

Na visão de Eva Silva, responsável pela área de Sinistros da companhia, este é um reconhecimento fruto do trabalho de desenvolvimento de todas as lideranças e colaboradores da empresa. “Estou na Gente Seguradora desde 2017 e é perceptível como evoluímos bem em todos os sentidos. A companhia tem investido muito em tecnologia e o reconhecimento no Estadão Finanças Mais vem para coroar esse trabalho desenvolvido ao logo das últimas 5 décadas”, comenta. “Um dos destaques é o foco de sempre humanizar os processos de seguros, especialmente no momento em que acontece um Sinistro. É o momento em que o segurado mais precisa de atenção e a companhia trabalha muito atentamente questões como a própria comunicação com as pessoas. É um momento delicado, mas entregamos nossos serviços sempre com o propósito de atender bem e trazer as pessoas para perto, de modo que nós demonstramos que estamos aqui para ajudá-los no que for preciso”, acrescenta.

Eva ainda enfatiza o papel fundamental do profissional da corretagem de seguros em todas as etapas da jornada do segurado, especialmente no acontecimento de um evento em que o seguro precise ser acionado. “O Corretor caminha junto conosco nesse sentido, pois tem livre acesso à gestão e às diretorias. Todo nosso time sente, cada vez mais, a necessidade mesmo de acolher as pessoas nesse momento em que se faz necessário prestar o atendimento a um Sinistro, por exemplo”, demonstra. A profissional também destaca o modelo de integração entre as áreas da companhia como um dos diferenciais na prestação dos serviços e suporte aos parceiros e clientes. “Sempre temos a visão de trazer o Sinistro junto com a Subscrição e trocamos muitas informações com a própria área Comercial. Sem dúvida isso ajuda na performance”, classifica.

Eva Silva ainda lembra que no mês de novembro acontecerá o tradicional Workshop da Gente Seguradora. “Trata-se de um momento especial, onde podemos ouvir nossos parceiros. Sempre utilizamos os feedbacks para melhoria de nossos processos. Nossa linha de trabalho sempre visa realmente humanizar o atendimento e ao mesmo tempo modernizar nossos sistemas para ofertar facilidades para quem vai operar conosco”, completa. A executiva lembra que a filosofia da companhia é sempre facilitar os processos, de modo que o seguro não seja algo difícil de ser utilizado em momento como o Sinistro.

Agrifoglio Vianna integra Time Campeão de Patrocinadores Diamante do Troféu JRS 2021 576

Agrifoglio Vianna integra Time Campeão de Patrocinadores Diamante do Troféu JRS 2021

19ª edição da cerimônia de reconhecimento aos Destaques do Mercado Brasileiro de Seguros acontece no dia 29 de outubro

A Agrifoglio Vianna integra o Time Campeão de Patrocinadores Diamante do Troféu JRS 2021. A 19ª edição da cerimônia de reconhecimento aos Destaques do Mercado Brasileiro de Seguros será realizada a partir das 20h, no próximo dia 29 de outubro. Tudo acontece em um formato híbrido e especial, com transmissão de todos os detalhes no Canal do JRS no YouTube. Além disso, o público escolherá quatro destaques através do voto popular nas categorias: Personalidade do Ano, Prestadora de Serviços Destaque, Corretora de Seguros Destaque e Seguradora Destaque.

Com 3 décadas de uma atuação de sucesso no universo do Direito Securitário, a Agrifoglio Vianna desenvolve seus serviços de forma sólida em âmbito nacional. O escritório conta com matriz em Porto Alegre (RS) e filial em Florianópolis (SC). Com operação baseada nos princípios da ética e alta tecnicidade, a Agrifoglio Vianna – Advogados Associados preza pelo atendimento personalizado e humanizado, além de contar com softwares e procedimentos de última geração para garantir satisfação e plena confiança dos clientes.

No ano passado, mesmo com os desafios de restrições por conta da pandemia, o evento foi realizado no formato Drive-In – no estacionamento do Aeroporto Internacional de Porto Alegre. Agora, com o avanço da vacinação, o encontro acontecerá em formato híbrido e com mais de 1 mil pessoas na plateia virtual – que poderá interagir durante a entrega dos Troféus e desfrutará de mimos em kits especiais enviados pelos patrocinadores. Saiba tudo sobre o Troféu JRS através das redes sociais e no site do JRS.