Educação: O papel de todos para garantir um futuro melhor para nossos jovens 478

Daniela Lopes é CEO e Fundadora da Blue EdTech / Divulgação

Confira artigo de Daniela Lopes, CEO e Fundadora da Blue EdTech

A educação é o futuro do Brasil. Se você já quis, em algum momento, se aprofundar em temas relacionados a ela, muito provavelmente deve ter esbarrado nessa frase. Mais do que nunca, é preciso dedicar uma atenção especial para compreender o real significado dessa afirmação, e principalmente ao fato de como ele se aplica na hora de pensar em políticas de incentivo à educação no nosso país.

Como um país em desenvolvimento, o Brasil possui ainda muitos jovens que deixam de frequentar a escola por questões relacionadas à vulnerabilidade social de suas famílias. Nesse sentido, garantir o acesso à educação é bem complicado, pois muitos deles acabam desistindo de estudar para trabalhar e assegurar o sustento dos seus lares. Por isso, é importante que as políticas de inclusão escolar estejam diretamente integradas com ações sociais, como a assistência social e o combate à pobreza.

Mas, isso ainda está evoluindo lentamente. A verdade é que o panorama da educação da forma como está hoje, não sugere um futuro muito otimista. A pandemia do Covid-19 agravou essa situação, pois acabou acarretando outras prioridades mais urgentes, como a saúde, deixando a educação em um plano ainda mais distante do qual ela já se encontrava anteriormente.

Isso tudo gerou um sentimento de insegurança nos jovens sobre ampliar seus estudos. Podemos confirmar isso pelo número de inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que, em 2021, registrou o índice mais baixo dos últimos 16 anos, 3,1 milhões de inscritos. Realidade bem diferente da que foi registrada em 2014, quando o mesmo exame chegou a ter 8,7 milhões de inscritos.

Em contrapartida, sabemos que, apesar de o país viver momentos de incerteza, principalmente com relação à economia, o conhecimento é sempre um diferencial que pesa na hora de contratar um profissional. Uma pesquisa intitulada “Você no Mercado de Trabalho”, realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), mostra que quanto melhor qualificado é o profissional, ele pode conquistar um aumento médio de 15% em seu salário e ter cerca de 4% a mais de chances de ocupar uma nova função no mercado.

Desse modo, é imprescindível que a sociedade, as empresas e o Governo se dediquem a encontrar soluções que possam ajudar a viabilizar e a acelerar essa qualificação. Uma alternativa que vem ganhando cada vez mais espaço nesse sentido são os cursos técnicos. Segundo o último censo do IBGE, em 2019, o país registrou 9,3 milhões de estudantes no ensino médio, dos quais 7,1% frequentavam curso técnico. Essa modalidade de ensino também tem atraído a atenção de pessoas que já concluíram o ensino médio (5,2%), e que buscam melhores oportunidades.

Esse tipo de especialização tem conquistado quem deseja se profissionalizar, atualizar seus conhecimentos, conseguir o tão sonhado primeiro emprego ou até mesmo mudar de carreira, mas que não podem investir o mesmo tempo e dinheiro que geralmente outras capacitações demandam. E as empresas também têm valorizado e visto com bons olhos os cursos técnicos, já que enfrentam, cada vez mais, a falta de mão de obra qualificada e a dificuldade de contratar rapidamente para crescer de forma acelerada e se tornarem mais competitivas.

Para atender a essa demanda que se mostra cada vez mais crescente, muitas empresas ligadas ao ensino têm apostado em oferecer opções de pagamento flexíveis aos seus alunos, dando a eles a oportunidade de se capacitar e pagar pelo estudo aos poucos ou ainda somente quando conseguem um trabalho. Um dos modelos de financiamento estudantil que tem ganhado espaço é o Income Share Agreement (ISA), que possibilita aos alunos primeiro aprender, e só pagar o curso quando tiver retorno financeiro da profissão escolhida, proporcionando o acesso à educação para todos.

As oportunidades existem e estão à nossa frente. Com a ajuda de todos e se cada um fizer a sua parte, podemos batalhar para construir juntos uma educação melhor aos brasileiros, ajudando a ressignificar a vida de muita gente, democratizando e promovendo a transformação de carreiras, para conquistar um futuro melhor para todos nós.

A vida é cheia de previstos. Você sabe o que isso quer dizer? 1112

A vida é cheia de previstos. Você sabe o que isso quer dizer?

Confira artigo de Alexandre Nogueira, Diretor de Marketing da Bradesco Seguros

A vida é uma jornada com várias fases que se apresentam com necessidades bem distintas entre si, mas que são convergentes quando falamos sobre “proteção”.

Todos nós já fomos ou conhecemos alguém que se tornou um personagem principal de uma história na qual o carro quebrou, o dente doeu, o encanamento entupiu ou que precisou fazer um exame ou procedimento de emergência. Esses “previstos” fazem parte do dia a dia das famílias. Nós não estamos no controle de todas as variáveis e isso não é uma novidade.

Você sabe o que isso quer dizer? Que é fundamental nos prepararmos para enfrentarmos esses e tantos outros momentos desafiadores que ocorrem em nossas vidas. E quem se planeja protege “o dia seguinte” de tudo que realmente é importante.

Fazer um seguro é essencialmente se planejar. O seguro permite que as pessoas e as empresas possam fazer planos, constituir famílias, adquirir bens e desenvolver negócios com mais confiança. Com a certeza de que estarão sempre amparados para prosseguir com o seu dia a dia, seus sonhos e seus projetos.

Alexandre Nogueira é Diretor de Marketing da Bradesco Seguros / Reprodução
Alexandre Nogueira é Diretor de Marketing da Bradesco Seguros / Reprodução

Neste mês de maio comemoramos uma data que já se tornou um marco para o segmento de seguros: 14 de maio, o Dia do Seguro. A Bradesco Seguros, pelo segundo ano consecutivo, busca estimular o setor e celebra a data, como uma oportunidade de popularização e estímulo ao desenvolvimento da cultura do Seguro no Brasil por meio da campanha “Quinzena do Seguro”.

O Setor ainda possui um significativo potencial de crescimento, principalmente considerando o aumento na expectativa de vida dos brasileiros, que demandarão ainda mais os produtos e serviços das Seguradoras. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), atualmente já está acima dos 76 anos e deve superar os 81 anos em 2050, considerando que o Brasil é um dos países que envelhece com maior rapidez dentre as principais nações mundiais.

Mesmo com expectativas tão favoráveis, a conjuntura do setor é extremamente desafiadora. Isso porque, embora o mercado no Brasil ainda tenha um grande potencial de expansão, por ser um produto de fácil aquisição e de bom custo-benefício, ainda há uma questão cultural que instiga o setor a atingir mais pessoas: pouco se fala em prevenção. Nesse contexto, temos diante de nós a chance de não só atrair a atenção de futuros consumidores, como também despertar o interesse desse público que “precisa ou vai precisar” de proteção.

Vivendo diariamente esse desafio, estou certo de que os profissionais de marketing são vetores fundamentais para que o mercado de seguros adquira cada vez mais relevância na vida da população brasileira e contribua para a educação financeira no Brasil. Acreditamos que o seguro precisa estar inserido naturalmente no orçamento das famílias brasileiras por ser um item de primordial importância que garante tranquilidade no presente e para o futuro de todas as pessoas. Nós, profissionais de comunicação, temos a oportunidade e a responsabilidade de intensificarmos esse movimento por proteção.

E você, já está protegido?

Fidelização exige conhecer de perto todas as necessidades do cliente 1887

Fidelização exige conhecer de perto todas as necessidades do cliente

Confira artigo de Robson Tricarico, diretor comercial da Suhai Seguradora

Para as empresas de todos os setores, seria cômodo se os clientes retornassem as compras ou renovassem os seus contratos ao longo dos anos sem esforços de fidelização. Contudo, dada a concorrência na grande maioria dos mercados, além da alta qualidade do produto ou serviço oferecido e de conhecer muito bem as necessidades do cliente, uma das chaves para o sucesso é inovação. Mas esse fator é algo muito mais complexo do que simplesmente disponibilizar ferramentas tecnológicas na operação ou no processo.

No mercado de seguros, por exemplo, oferecer múltiplos canais para facilitar a comunicação entre o cliente e a seguradora, apesar de não ser mais novidade, nunca foi tão importante. Saber quem é o cliente, como ele quer se comunicar e em qual momento ajuda a estreitar os laços e fortalecer a parceria, contribuindo para que ele enxergue (e se interesse) pela geração de valor que está disponível nas apólices. Ao oferecer vantagens e mostrar os diferenciais competitivos do que está em oferta para o cliente, é importante ter a certeza que ele receba a mensagem e enxergue esse valor para que, portanto, a relação seja fortalecida e tenha muito mais perspectiva de longo prazo.

Nesse contexto, a figura do corretor não pode ser esquecida. Trata-se de um pilar extremamente importante na mediação entre a seguradora e o cliente, sendo eles quem passam as explicações a respeito dos diferencias que são oferecidos e das inovações.

Com a cadeia completa e com todos os elos operando com foco no cliente, o setor ganha com a democratização do seguro, com respeito às escolhas dos clientes. No caso do seguro automotivo, por exemplo, ganham aquelas que reforçam a sua reputação de respeito ao cliente não apenas no momento da venda do seguro, mas na relação diária com o segurado, com foco em expertise de atuação em todos os tipos de veículos, sobretudo naqueles que têm maior risco de exposição a roubos e furtos, ou motos.

Grupo Bradesco Seguros lança página para conscientizar população sobre educação em seguros 832

Valdirene Secato é Diretora de Recursos Humanos, Sustentabilidade e Ouvidoria do Grupo Bradesco Seguros / Divulgação

Plataforma orienta consumidores e sociedade em geral sobre produtos e serviços oferecidos pela seguradora

Nesta quarta-feira (22), o Grupo Bradesco Seguros lançou a sua página de Educação em Seguros, com o objetivo de levar a toda a sociedade informações estruturadas sobre o mercado de seguros em geral, além de previdência complementar aberta e capitalização. A ideia, com a página, é desmistificar temas ainda considerados complexos pela população, formando consumidores conscientes de seus direitos e deveres na escolha de soluções em seguros.

O novo site criado pelo Grupo Segurador conta com seis páginas que contemplam todas os ramos da companhia: Seguros em Geral, Saúde, Vida, Auto/RE, Previdência e Capitalização. Em cada segmento, é possível consultar informações sobre cada produto, o que torna mais fácil o planejamento do futuro e a garantia financeira em diversas situações da vida.

“Queremos disseminar e auxiliar os cidadãos a refletirem sobre o tema, principalmente ao que diz respeito à cultura e aos produtos oferecidos pela nossa companhia, promovendo assim a educação em seguros”, garante Valdirene Secato, Diretora de Recursos Humanos, Sustentabilidade e Ouvidoria do Grupo.

Conheça a página neste endereço.

As mudanças regulatórias para Grandes Riscos e o impacto em Seguro Garantia 1159

Rafael Tavares, coordenador jurídico da Austral Seguradora, e as analistas do setor Giselly Monteiro, Maria Letícia Tomelin e Marcella Tronchini / Divulgação

Confira artigo de Rafael Tavares, coordenador jurídico da Austral Seguradora, e dos analistas do setor Giselly Monteiro, Maria Letícia Tomelin e Marcella Tronchini

O ano de 2021 foi histórico para o mercado de seguros, com um marco: aquele em que mais foram editadas circulares e soluções da Susep, o órgão que regula o setor. Na maioria das ações, o objetivo foi atualizar as diretrizes, trazendo melhorias em sintonia com o atual momento para o mercado de Grandes Riscos. Afinal, torná-lo mais competitivo, transparente e inovador vai contribuir para o potencial deste ramo, que está descrito nos números: no acumulado do ano, até junho, o mercado de danos movimentou R$ 42 bilhões.

A alta foi de 14,9%, no comparativo de 2020, se deve ao aumento de contratação de linhas como Transportes, RC e Patrimonial que, com o avanço da vacinação e afrouxamento do lockdown, são beneficiadas. Apesar de um período desafiador para a sociedade e para os negócios, as apólices de grandes riscos foram resilientes. Ou seja, com o avanço da vacinação e a retomada da economia, este é um cenário promissor e conta com ramos fundamentais para crescimento do país como seguros Garantia, de Transportes, de Responsabilidades e os chamados compreensivos, que são os seguros com coberturas para danos como incêndios, furtos e danos de qualquer natureza.

Há um caminho de novos normativos que dará maior liberdade contratual em seguros de Grandes Riscos, possibilitando intensa negociação das condições entre as partes (segurado e seguradora). Há grande expectativa pelos seguros corporativos, como foi o caso da Resolução do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) nº 407 de 2021. Por ela, foi definido o que são os “Grandes Riscos” e a complexidade dos ramos que abrange e a diferença entre apólices. Não é possível tratar do mesmo modo, por exemplo, as condições do seguro de vida dos funcionários de uma determinada usina hidrelétrica, comparada ao que se propõe para o seguro da usina propriamente dita, cujo limite máximo de garantia pode ultrapassar R$ 30 milhões.

Dentre as principais inovações trazidas pela resolução, o produto, uma vez considerado “de Grandes Riscos”, não precisa ser registrado e autorizado pelo órgão regulador. É claro que reduzindo a regulamentação, aumenta-se a flexibilidade comercial, estimulando a concorrência. A novidade simplificou significativamente as amarras regulatórias, viabilizando um atendimento quase personalizado caso a caso. Todos ganham mais liberdade nas negociações.

Mas atenção: mesmo sendo regidos por condições contratuais livremente pactuadas entre as partes, permanecem com princípios e valores essenciais que devem ser cumpridos. As empresas seguem comprometidas com boa fé, transparência, objetividade nas informações e tratamento paritário entre as partes contratantes. A liberdade de mercado não significa trazer um déficit de segurança e confiabilidade. Pelo contrário, acreditamos que essas mudanças trarão para todos os envolvidos, mais confiabilidade às partes envolvidas, bem como a diminuição significativa de litígios posteriores, deflagrados em virtude da falta de interpretação das condições contratuais.

Os departamentos jurídicos das seguradoras terão novos desafios já que, além da Resolução nº 407, soma-se a ela a Circular nº 621. Ambas têm redigidas cláusulas para atender clientes específicos e até mesmo resseguradores. Estamos nos aproximando do fim da padronização, cada caso é um caso, contratos de acordo com suas análises dos negócios. E não é isso que a sociedade atual espera? Customização.

Será assim também com o Seguro Garantia, importante instrumento para tirar do papel projetos ligados à infraestrutura do Brasil. Mas apesar das várias possibilidades de mudança do regulatório do ramo, as codificações com a Circular nº 24 permaneceram as mesmas. Não trazendo flexibilizações significativas.

Em um mercado que em sua grande maioria de emissões traz importância segurada inferior a R$ 15 milhões; ativo total inferior a R$ 27 milhões e faturamento bruto anual superior a R$ 57 milhões, não foi dado direto à “liberdade” aplicada aos Grandes Riscos. Mas as empresas possuem capacidade econômica e aconselhamento jurídico competente na contratação, querendo mais liberdade em seu clausulado.

A cada dia, novas mudanças são estudadas para pensar o futuro do mercado. Nenhum ramo pode ser esquecido nessa transformação. O Seguro Garantia tem seu valor, movimentando R$ 1,3 bilhão em prêmios nos primeiros seis meses de 2021. Pelo desenvolvimento das 35 seguradoras do setor e pela demanda crescente no país, a flexibilização deve ser pauta hoje para escrever o futuro do mercado. Fica a reflexão.

Como o Open Insurance vai melhorar o mercado de investimentos 453

Luiz Bacellar é CEO da Saks / Divulgação

Confira artigo de Luiz Bacellar, CEO da Saks

O Open Banking é um sistema que compartilha dados pessoais e financeiros de clientes entre instituições financeiras. Isso é fiscalizado pelo Banco Central e ocorre mediante autorização, o objetivo é promover uma experiência melhor.

Já o Open Insurance compreende o mesmo processo. Mas, nesse caso, no universo das seguradoras e mais especificamente da previdência privada e seguros.

É a abertura do mercado de seguros e envolve a troca de dados entre seguradoras e outros participantes do setor. Esse processo também será regulamentado e, nesse caso, aprovado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), a reguladora oficial do segmento.

Seu foco é a oferta de opções adequadas para cada cliente, com personalização, atendendo a necessidade do investidor e não da entidade. A novidade promove uma competição saudável e com mais transparência, facilitando a tomada de decisão dos clientes.

Outro benefício inclui o acesso digital por meio de canais e redes de atendimento das instituições financeiras. Isso empodera e oferece conhecimento para os clientes sobre o movimento do seu patrimônio.

Criado recentemente, o Open Insurance é um projeto que promove um ecossistema financeiro amplamente integrado. Isso prepara o terreno para o que o mercado chama de Open Investments, conceito que permite mais transparência no segmento de investimentos e um ambiente mais confiável 一 melhores produtos e serviços, mais segurança e inovação.

O fluxo livre de informações é um benefício para todos e a ampla utilização da internet nos mostra este movimento. Porém, é importante ter regras claras para que o cliente esteja no centro das decisões e não apenas das informações.

Para implementar o Open Banking, por exemplo, o Banco Central está trabalhando com fases. A terceira e última acaba de ser adiada e está prevista para ocorrer em outubro. Com isso, o ecossistema entre as empresas se desenvolve a cada dia mais. Porém, ainda há muita incerteza no setor e as instituições mais tradicionais podem ficar para trás.

A transparência é algo contemporâneo que se popularizou com a internet e chegou de fato para ficar. Não seria diferente no sistema financeiro e quem se beneficia disso é o cliente.

Neste movimento de transparência e compartilhamento de informações, a previdência privada deve assumir o papel de protagonista na acumulação de dinheiro e formação de patrimônio.

Esse movimento já ocorre em outros países, pois o investimento apresenta condições fiscais mais atrativas e é uma etapa importante da vida do investidor. É essencial ter uma previdência antes de partir para investimentos de risco, por exemplo. Até mesmo para diversificar a carteira e garantir que grandes oscilações no mercado não sejam muito prejudiciais.

Os grandes fundos previdenciários de renda fixa e multimercado registraram retorno positivo no 2º trimestre deste ano. Segundo a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), juntos estes fundos reúnem R$ 197 bilhões em patrimônio, com um resgate líquido de R$ 35 bilhões nos últimos seis meses. Para os multimercados o patrimônio atingiu R$ 67 bilhões, com uma captação líquida acumulada de R$ 8 bilhões no período.

É um mercado bilionário, mas que ainda fica estigmatizado no Brasil como uma renda complementar à aposentadoria. Na realidade, também pode ser usado para outros objetivos. Há acesso a benefícios fiscais, acúmulo de capital e auxílio no processo de sucessão patrimonial.

Com o Open Insurance o brasileiro se apodera de uma cidadania financeira e passa a entender os mecanismos de acumulação de dinheiro, com a possibilidade de comparar as opções no mercado, sem ficar preso aos players tradicionais.

Desta forma, o novo modelo traz diversos benefícios e facilitará o processo de investimentos, além de ampliar e desmistificar o acesso aos produtos de seguro e previdência para os brasileiros.