Armando Vergilio: Goiás é destaque nacional no setor de seguros 593

Armando Vergilio é presidente da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) / Divulgação

Confira artigo do presidente da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor)

O mercado de seguros em Goiás figura entre os que mais crescem e se desenvolvem no Brasil. Segundo dados estatísticos da Superintendência de Seguros Privados (Susep), de janeiro a agosto deste ano, a receita de prêmios apurada no estado somou quase R$ 5 bilhões, o que representou um incremento da ordem de 28% em comparação aos oito primeiros meses de 2020. No mesmo período, o mercado nacional registrou crescimento de 16%, para R$ 175 bilhões.

Até agosto, o mercado goiano devolveu para a sociedade local, na forma de indenizações, benefícios ou sorteios, algo em torno de R$ 2 bilhões. Isso significa que, nos oito primeiros meses do ano, o setor injetou na economia de Goiás, por dia, cerca de R$ 8 milhões.

Dados oficiais indicam também que a profissão de Corretor de Seguros é cada vez mais desenvolvida e valorizada em Goiás. E atrai cada vez mais pessoas altamente qualificadas, como indica a base de dados da Susep.

Somente nos últimos quatro anos, entre novembro de 2018 e o mesmo mês em 2021, o número de registro de Corretores de Seguros, pessoas físicas e jurídicas, cresceu mais de 32% em Goiás.

Esse percentual é muito maior que aqueles registrados, por exemplo, em São Paulo e Rio de Janeiro, onde a soma de Corretores de Seguros registrados cresceu 18% e 10%, respectivamente, no mesmo período comparado.

A valorização do Corretor de Seguros tem como principal pilar o trabalho sério, responsável e proativo das diretorias do Sincor-GO, que ao longo dos últimos anos vem atuando em plena sinergia e total entrosamento com as maiores e principais entidades do mercado, seja a ENS – responsável pela formação, qualificação e treinamento profissional; a Fenacor, que lidera a organização econômica e defende os grandes interesses da classe; e o Sicoob CredSeguro, que, por ser uma grande e respeitada instituição financeira (fomentada e estruturada ao longo dos últimos 20 anos pelo ecossistema do Sincor-GO), que disponibiliza acesso as melhores linhas de crédito e maior tranquilidade financeira para a atuação da categoria, na prospecção de negócios e atendimento aos clientes.

Graças a essa grande parceria e atuação sinérgica e harmônica estabelecida entre o Sincor-GO e instituições como ENS, Fenacor e Credseguro, dentre outras, conseguimos tantos avanços e conquistas para a categoria e o setor em Goiás.

A inteligência artificial para a gestão de riscos em departamentos jurídicos 472

Fabrício Marques de Oliveira é Coordenador da Rede Jurídica MAPFRE / Divulgação

Confira artigo de Fabrício Marques de Oliveira, Coordenador da Rede Jurídica MAPFRE

A transformação digital é constante, rápida e traz consigo ferramentas que colaboram com a evolução da gestão de riscos em departamentos jurídicos.

Dentre tais ferramentas, a Inteligência Artificial (IA), que possui como característica a aprendizagem autônoma, tem desempenhado função importante tanto para manter a evolução constante e rápida, quanto para colaborar com a gestão do risco.

Afirma-se isso, pois, conforme apresentado no artigo em referência, as funcionalidades da IA são construídas a partir de metodologias que se baseiam na predefinição de regras para estipular as tarefas a serem adotadas pela máquina, bem como preveem regras que, de maneira autônoma, garantem para ela a possibilidade de adquirir experiência e manter a evolução, aprendendo novas ações, tomando melhores decisões e sendo mais assertiva na execução das tarefas que foram definidas para atender uma finalidade.

Em outras palavras, pode-se entender que a Inteligência Artificial é “a ferramenta construída para remediar ou substituir o pensamento humano. É um programa de computador que, mesmo estando sozinho em um data center, em um computador ou um robô, irá apresentar sinais no sentido de ser inteligente – a inteligência será uma habilidade adquirida e aplicada objetivamente para atender uma necessidade do ambiente”.

Em busca disso, nestes mais de 70 anos de história, a IA continua evoluindo a partir da coleta dos dados que são colocados à sua disposição e através das metodologias como “machine learning”, processamento de linguagem natural e sistemas inteligentes, as quais, embora possuam suas particularidades, utilizam-se de tais dados e funcionam como uma forma de viabilizar que a ferramenta atinja a sua finalidade.

Para se ter uma ideia, estas metodologias, com as suas características detalhadas no artigo em comento, viabilizam que dados de diversas fontes sejam coletados – texto, imagem, impressão digital etc. –, interpretados e que, consequentemente, decisões que culminem na automatização de tarefas, tradução de documentos, previsão de resultados, resolução de cálculos matemáticos, sugestão de teses jurídicas e até de diagnósticos médicos, sejam tomadas de forma automática e previsível, visto que o seu desenvolvimento se pauta na experiência dos dados históricos coletados.

Desta forma, considerando a diversidade de assuntos que podem ser moldados e desenvolvidos através desta ferramenta, certo é que sua aplicabilidade para gerir e mitigar riscos em departamentos jurídicos merece ser avaliada, sobretudo, porque atenderá as necessidades específicas da empresa com autonomia, automação e previsibilidade.

Para isso, por sua vez, Fábio Soares e Wagner Osti, ponderam que conhecer o modelo de negócio do departamento jurídico e os objetivos estratégicos da empresa é fundamental para que o gestor do risco possa classificar assertivamente os riscos sob sua gestão e, a partir daí, encontrar oportunidades de utilização da IA.

Em paralelo, Bonelli sinaliza a existência de diversas estruturas de departamentos nas empresas, contudo, salienta a existência de um modelo padrão que compreende a segmentação do departamento entre contencioso, consultivo, societário e contratos, sendo certo que, respeitadas tais divisões, Henrique Sperandio colabora apresentando algumas das funcionalidades que já foram implementadas e são úteis quando aplicadas para gerir riscos em departamentos jurídicos.

Para ele, por exemplo, a interpretação de documentos processuais e de cálculos são de grande valia para controlar e mitigar riscos jurídicos e financeiros na gestão dos processos no segmento contencioso e, no que lhe concerne, sistemas que viabilizam a automatização na elaboração e gestão de contratos e o suporte sobre entendimentos jurídicos seriam funcionalidades importantes para garantir a segurança jurídica e eficiência operacional nos segmentos de contratos e consultivos, respetivamente.

Sobre estas funcionalidades, em que pese existam exemplos para todas as situações acima, destaca-se o sistema Prometea, sistema que foi elaborado pelo Ministério Público Fiscal da Argentina e que, através de áudio e chat, recebe a solicitação, a interpreta e, com base na análise dos dados, fornece posições jurídicas de maneira a subsidiar o usuário na tomada de decisões, facilitando a execução das tarefas e trazendo a segurança jurídica às opiniões emitidas.

Neste cenário, observando as funcionalidades e as metodologias que já foram implementadas em pouco mais de 70 anos e que continuam se desenvolvendo, entende-se que a ferramenta da Inteligência Artificial é importante para manter o desenvolvimento rápido e constante da transformação digital, colaborando, especialmente, com a gestão dos riscos em departamentos jurídicos.

Advogado lança livro sobre Seguro Garantia como instrumento de desenvolvimento no setor de infraestrutura 524

Gladimir Adriani Poletto é sócio e fundador do Poletto & Possamai Sociedade de Advogados / Reprodução

Lançamento acontece no dia 8 de dezembro, a partir das 19h, na Sala do Futuro da ENS

No próximo dia 8 de dezembro, às 19h, acontecerá o lançamento do livro “O Seguro Garantia: eficiência e proteção para o desenvolvimento”, pela Editora Roncarati, na Sala do Futuro da Escola de Negócios e Seguros (ENS), em São Paulo. O autor da obra é o advogado Gladimir Adriani Poletto, sócio e fundador do Poletto & Possamai Sociedade de Advogados e Doutor em Direito Econômico e Desenvolvimento pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR).

O objetivo da obra é analisar o Seguro Garantia – modalidade de seguro que garante o fiel cumprimento das obrigações assumidas pelo contratado – como um instrumento de desenvolvimento econômico e social. Dentre os temas que são objeto de estudo, destacam-se a nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos (Lei nº 14.133, de 2021), a importância da proteção do seguro-garantia para as obras de infraestrutura e os caminhos necessários para a concretização desse seguro como instrumento eficiente e gerador de resultados na área de infraestrutura.

“O livro estrutura-se pela minha tese de doutorado, a qual reflete a experiência prática obtida pela atuação no segmento de seguro-garantia por mais de 20 anos, especialmente em obras de infraestrutura. A abordagem engloba a formação, execução e conclusão do contrato de seguro-garantia, bem como a sua importância para tornar mais eficiente o setor de fundamental importância para a sociedade, que é de assegurar o término de obras públicas, o cumprimento de contratos e, por consequência, o desenvolvimento do país”, destaca o autor.

Segundo Poletto, a eficiência e a proteção da indústria do seguro na formação e conclusão dos contratos de infraestrutura no setor público são fundamentais diante do cenário de ineficiência do Estado. “A finalidade deste trabalho é identificar a amplitude da operação de seguro-garantia, avaliar os seus efeitos e aplicar os seus princípios fundamentais visando a ruptura do ciclo vicioso das obras paralisadas de infraestrutura no Brasil”, acrescenta.

A obra apresenta também um exame aprofundado dos principais conceitos envolvendo o Seguro Garantia, detalhando as suas modalidades, o papel dos atores mais relevantes na relação contratual e securitária e a dinâmica da regulação de sinistros.

“O seguro-garantia é um instrumento que garante as obrigações contratuais em projetos de infraestrutura e, por consequência, a efetividade/conclusão das obras públicas, defende os interesses do cidadão, pois o licitante ou empresa responsável pelo projeto, ao honrar seus compromissos, não estará apenas cumprindo as obrigações do contrato, mas também atenderá a população mediante a entrega do projeto finalizado”, explica.

Poletto ressalta, ainda, que o seguro-garantia pode auxiliar não só na continuidade das obras de infraestrutura, como também no apoio técnico sobre a avaliação das incertezas, para a empresa licitante tomar a melhor decisão na hora de investir em determinado projeto.

“Na medida em que a seguradora analisa a proposta e o projeto de um responsável pela iniciativa, há a verificação dos limites técnicos e financeiros da empresa contratada. Ou seja, a emissão da apólice de seguro-garantia além de sinalizar ao segurado que a empresa vai cumprir, pode contribuir para o licitante a fazer um bom negócio”, finaliza o autor.

Revista JRS Especial traz os Destaques do Mercado Brasileiro de Seguros em 2021 4635

Edição 255 da publicação é um verdadeiro anuário do setor em nível nacional

Recordar é viver. E lembrar de momentos especiais ao lado de figuras ímpares do mercado de seguros é ainda melhor. Por isso, a edição 255 da Revista JRS destaca a noite inesquecível do dia 29 de outubro de 2021, quando foram revelados os Destaques do Mercado Brasileiro de Seguros durante o 19º Troféu JRS, realizado em formato híbrido com a presença de 1 mil convidados em plateia virtual e presença física dos reconhecidos.

Além disso, a edição 2021 da tradicional cerimônia, mais uma vez, deu voz aos espectadores e leitores do JRS. Pelo sexto ano consecutivo foram realizadas votações onde o público decidiu quem seriam os reconhecidos.

Ao longo das páginas da publicação, que formam um verdadeiro anuário em seguros, você irá rememorar quem foram os agraciados com as honrarias do Troféu JRS, realizado há 19 anos e idealizado por nosso fundador, Jota Carvalho.

“Quando tinha meus 6, 7 anos, meu pai me levava com ele para a primeira redação do JRS. Os que estão há mais tempo no mercado vão se lembrar deste primeiro escritório, bem na Praça da Alfândega – no Centro de Porto Alegre. Nos bancos daquele lugar considerado histórico começava a história do JRS, pelas mãos do nosso fundador Jota Carvalho, meu pai. Através daqueles textos, feitos em uma época em que a internet não era um grande buscador como é hoje, com informações que ele buscava nos bastidores e em publicações locais, ele tinha como missão auxiliar o mercado de seguros a se comunicar e promover sua cultura. Primeiramente essa comunicação aconteceu através de um papel jornal, que tinha 6 páginas e saía tinta nas mãos”, rememorou a CEO do JRS, Júlia Senna.

Setor de seguros conta com novas oportunidades para empreendedores 529

Diogo Arndt Silva é presidente (CEO) da Rede Lojacorr; e Dirceu Tiegs é diretor de Gente e Gestão (CHRO) da Lojacorr / Divulgação

Caxias do Sul (RS) é o foco da Lojacorr para nova Unidade de Negócios

Com o intuito de ampliar a capilaridade no País, gerar novas oportunidades para os corretores de seguros na região de Caxias do Sul e proteger mais e melhor os brasileiros, a Rede Lojacorr está apoiando o empreendedorismo no segmento de seguros. A empresa possui Unidades de Negócios no Rio Grande do Sul, mas em todo o País já são 58 unidades. Entretanto, a região nordeste gaúcha, que possui um potencial de crescimento significativo de acordo com pesquisas de mercado, é ainda carente de representação e a Lojacorr visa promover e apoiar a abertura de uma nova Unidade na localidade.

Para cooperar com esse crescimento, representatividade e desenvolvimento da capilaridade da Rede e da proteção no Brasil, a Lojacorr possui modelos de negócios voltados ao empreendedor. São três modelos: Unidades de Negócios com estrutura física de atendimento, Unidade Remota com atendimento e operação online, e Account Comercial que é uma extensão da unidade de negócios. Em todos os formatos, a Lojacorr tem soluções e ferramentas para proporcionar que o empreendedor possa se desenvolver no mercado de forma inovadora e compartilhada.

A viabilidade da concessão de uma Unidade conta com Acesso ao Mercado, BackOffice, Tecnologia, Estrutura e Desenvolvimento, que são a base para a realização de entregas substanciais e inovadoras que serão o suporte do novo negócio para promover o crescimento da produção da unidade, garantir a performance das corretoras, engajar novos negócios e promover conexões e o desenvolvimento sustentável dos corretores. “Somado a esses fatores, está a nossa gente, as pessoas sempre foram o centro de toda a evolução de nossa empresa. O que nos une é o espírito de colaboração, a confiança, o diálogo, o respeito, e a humanização”, afirma o presidente (CEO) da Rede Lojacorr, Diogo Arndt Silva.

Por isso, o profissional que possui um perfil empreendedor e tem afinidade com o segmento de seguros possui suporte e soluções ideais para o seu crescimento com a Lojacorr. Segundo Renato Geraldino, concessionário das Unidades Brasília e Goiânia, ao longo dos 25 anos, a Lojacorr conquistou um grande espaço no mercado e surgiram as oportunidades de novos negócios como o Seguro Agro, Consórcio, Seguro Cyber e os Ramos Faturáveis.

“Para o mercado do Distrito Federal em particular, além das oportunidades, implantamos com o nosso modelo a cultura de ofertar novos produtos ao segurado, e criamos novas oportunidades de negócios aos nossos corretores, além é claro, de disponibilizar às seguradoras a oportunidade de usar a nossa esteira para divulgação dos produtos. A capilaridade da Rede Lojacorr também pode ser definida como uma forma de abranger o espaço que iremos ocupar sem se limitar geograficamente, visando ampliar o alcance e atingir o maior número de corretores e clientes possível”, acrescenta Geraldino.

Dessa forma, além de gerar mais negócios, movimentar a economia e aumentar a produção do mercado de seguros, a capilaridade da Rede desenvolve o empreendedorismo nacional e gera mais oportunidades de atuação para os corretores de seguros no Brasil. Dirceu Tiegs, diretor de Gente e Gestão (CHRO) da Lojacorr, ressalta que a empresa é uma facilitadora para o ecossistema de proteção do País e busca fortalecer a comunidade dos seguros nacional, por meio de inovação, cooperação e compartilhamento. “Além disso, nossa missão é gerir soluções que possam sustentar a expansão e desenvolvimento do setor, por meio do corretor e das unidades, com o apoio de tecnologias e ferramentas capazes de cada vez mais formar profissionais mais comprometidos com as demandas do seu cliente, de forma humanizada, assertiva e completa”, finaliza.

Para conhecer mais sobre como empreender com a Lojacorr clique neste endereço.

Modal amplia ecossistema com aquisição de infratech de seguros 562

André Lauzana é CFO do Banco Modal / Arquivo JRS

Iniciativa inaugura oferta de apólices securitárias para clientes e parceiros

O Banco Modal anuncia a aquisição de 100% da W2 Digital, referência de Insurance as a Service (IaaS) no mercado brasileiro. A empresa é especializada em ofertar seguros com simplicidade e eficiência, conectando provedores, insurtechs e seguradoras a clientes e parceiros por meio de canais digitais como apps, sites e plataformas no formato white label. A iniciativa se insere no contexto estratégico de fortalecimento do ecossistema Modal e acontece em meio a um mercado de seguros em expansão, com um alto potencial de receita e impulsionado pelo Open Finance.

Com essa transação, o banco lança o Modal as a Service, que é a oferta do seu ecossistema para terceiros, que oferece o Credit as a Service (CaaS) e Banking as a Service (BaaS) desde a sua recente aquisição da LiveOn e, agora, o Insurance as a Service (IaaS) com a W2 Digital.

“Com a aquisição, nossos clientes e parceiros passam a ter as melhores soluções de seguros. É mais um passo em direção ao caminho de crescimento acelerado com rentabilidade que traçamos em nosso IPO”, explica Cristiano Ayres, CEO do Modal. “A W2 traz em sua carteira clientes como Dotz, Itapemirim e Rappi que agora fazem parte do Modal as a Service. Com essa parceria estratégica, faremos com que milhões de brasileiros tenham acesso a uma experiência única na contratação de seguros e serviçosfinanceiros, trazendo maisfacilidades e otimização para a vida das pessoas”, diz Filipe Seixas, cofundador e CPO da W2 Digital.

A operação foi capitaneada por André Lauzana, CFO do Modal. Com vasta experiência no segmento de seguros, o executivo assume também a frente Modal as a Service. “O objetivo do Modal é expandir sua capacidade de atração e engajamento de clientes criando mais pontos de contato por meio da oferta de produtos e serviços financeiros, de seguros e de investimentos. Este movimento reforça o melhor e o mais completo ecossistema de bem-estar financeiro do Modal”, afirma Lauzana.

A efetivação da aquisição está sujeita ao cumprimento das condições precedentes no contrato de compra e venda, inclusive a aprovação do Banco Central do Brasil.