Conheça as propostas de Boris Ber e da chapa Sim, CorAgem para o Sincor-SP 578

Eleição que define o rumo da entidade acontece nesta terça, 16 de novembro

Na última quarta-feira (10), o programa Seguro Sem Mistério e o Jornal do Seguro (JRS) procuraram contribuir com o profissional paulistano da corretagem de seguros, que decide, nesta terça-feira (16), quem será o novo presidente do Sindicato de Empresários e Profissionais Autônomos da Corretagem e da Distribuição de todos os ramos de Seguros, Resseguros e Capitalização do Estado de São Paulo (Sincor-SP). Ambos os postulantes ao cargo receberam os mesmos questionamentos e tiveram os mesmos 20 minutos para responder as perguntas.

O jornalista William Anthony conversou com Boris Ber, que encabeça a chapa 1, denominada ‘Sim, CorAgem!’. Confira mais detalhes abaixo:

JRS: Qual sua avaliação sobre a atual gestão do Sincor-SP?

Boris Ber: Se nós voltarmos oito anos no tempo, quando nós assumimos, o Sincor São Paulo estava brigado com o mundo. Tinha um relacionamento ruim com as seguradoras, não relacionamento com a Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), com a Escola de Negócios e Seguros (ENS) e com várias outras entidades do mercado existia um péssimo relacionamento. Ao longo desses oito anos conseguimos estabilizar todos essas relacionamentos, todas essas conversas. E hoje a gente vive um bom momento, com exceção apenas da Superintendência de Seguros Privados (Susep), onde tem existido uma certa dificuldade, mas nós seguimos tentando o diálogo. O relacionamento no meio empresarial, político e sindical é fundamental, com todas as entidades que estão próximas ao Sincor-SP. Isso foi amplamente cumprido, desejado e uma nova época de relacionamento foi estabelecida.

JRS: Eleito, quais são os pilares de sua proposta para a gestão da entidade nos próximos anos?

Boris: William, primeiro a gente tem que voltar um pouquinho no tempo. Quando nós assumimos, há oito anos atrás, nós construímos um plano de gestão democrática com a participação de quase 300 corretores no Hotel Atibaia, onde reunimos lideranças e corretores que apoiaram o nosso movimento na época e todos puderam participar colocando sugestões, agregando valor ao nosso plano de governo. A gente tem aqui um relatório de que nós cumprimos mais de 80% desse plano de governo. Claro que é impossível cumprir 100% e nós precisávamos reeditar essa forma democrática de participação, então nós estabelecemos 12 pontos, 12 cardeais importantes no nosso plano de governo e fizemos uma nova oitiva na onde mais de 200 corretores participaram ao vivo, de forma digital, mandando as suas sugestões do Estado de São Paulo inteirinho e depois, aqueles que não conseguiram entrar ou se perderam no tempo, mandaram por e-mail. Nós fizemos toda essa coletânea juntando com aquelas coisas que faltaram fazer. Nós estabelecemos um novo plano de gestão, mas eu não posso deixar de constatar que nós cumprimos bem e com qualidade o que nós nos propomos há oito anos atrás, então nós devemos continuar aquilo que está bom, claro, sempre com evolução. Seja pela tecnologia, seja pela forma de fazer, seja pelo entendimento, mas nós vamos continuar, nós vamos pegar tudo aquilo que está realmente funcionando, vamos manter, vamos engrossar o caldo, como se diz, e vamos pegar esses pontos e vamos junto com os novos desafios que estão surgindo. Também com esse plano de gestão, damos passos à frente para encarar os problemas como eles devem ser encarados.

JRS: Qual sua visão sobre o apoio que a diretoria, ou seja, a nominata que compõe a sua chapa vai trazer para uma eventual eleição de Boris Ber como presidente do Sincor-SP?

Boris: Esse é um ponto importante que você pergunta porque nós renovamos quatro sobre sete posições. Então, quatro pessoas – a princípio – deixam a Diretoria Executiva do Sincor-SP. Eles deixam suas posições, mas continuam tocando suas pastas. Os novos diretores vão herdar essas funções, mas também vão ganhar novas missões – bem como os diretores suplentes – que é uma novidade. Todos os executivos titulares e da suplência vão ter missões e a gente vai fazer uma abertura muito grande para podermos cumprir os desafios de grande parte de nosso plano de gestão.

JRS: Como o Sincor-SP pode oferecer apoio ao corretor de seguros, neste momento desafiador, de transição na economia?

Boris: Desde o início de minha carreira como corretor de seguros, há 46 anos atrás, nós vivemos desafios. Sempre houveram desafios e o que nos proporcionou vencê-los foi a união de forças. Nós defendemos uma taxa de redução de impostos, em Brasília, por exemplo, e todas as nossas batalhas foram em torno de propósitos e ações muito bem elaboradas. Não há como superar um desafio sem um plano, sem um bom planejamento e sem uma ótima execução. Uma das coisas que me preocupa é o corretor estar de fora do Open Insurance. Hoje, o corretor é quem faz o Open Insurance. Ele vai no cliente, estuda as condições, as importâncias seguradas, o fluxo de negócios e determina quais coberturas serão levadas para o cliente com uma somatória das melhores cotações e oferece serviços antes, durante e depois da contratação do seguro. Não conheço nenhum país ainda que isso tenha sido um sucesso. Também não sei quem paga essa conta. Você tem ainda o Sandbox, que pode ser uma solução, mas que também merece um olhar muito crítico. Porque o Sandbox pode ocupar o lugar do corretor de seguros. A gente tem que tomar muito cuidado com essas grandes transformações. O corretor vai ter que ter a sinceridade com ele mesmo, olhar no espelho e precisará reaprender. Vem aí o mundo digital, vem aí uma série de novos produtos. O Seguro CNH, por exemplo, possibilitará o compartilhamento do seguro. Há ainda o Liga e Desliga por quilômetro e tudo isso vai requerer que o corretor de seguros se prepare, como ele fez a vida inteira, como quando o Seguro Patrimonial saiu de Risco Total e foi para o Multirrisco quem levou essa informação para a ponta foi o corretor de seguros e isso ele aprendeu nos Conecs, nos Congressos Nacionais, nos eventos do Sincor da época dos quais eu participei e assim vai ser novamente. Nós temos um mundo digital, quer no relacionamento entre eu corretor e você cliente, quer no relacionamento do cliente com a seguradora, assim como do corretor com a seguradora. Vão ter produtos por assinatura: isso é bom, isso é ruim? Existirão produtos que andarão sozinhos? Claro que existem. Saúde é assim, Odonto é assim. Não é um monstro, mas haverá sim uma necessidade de adequação do corretor de seguros e de seus colaboradores. E, para isso, existirá uma parceria fortíssima com a Escola de Negócios e Seguros, que é algo fundamental, assim como os nossos departamentos do Disque Sincor e os departamentos da nossa Comissão Intersindical – são fundamentais para continuar funcionando como vem funcionando até agora. Você pega, por exemplo, a ideia do pagamento do sinistro de Covid no Seguro de Vida. Isso saiu de uma reunião da Intersindical, na qual eu estava presente, sob comando da Simone – nossa vice na chapa. E aí as companhias resolveram pagar essas indenizações – que até o mês retrasado chegaram a R$ 4 bilhões foram indenizados. Imagine como ficariam os corretores diante do cliente ao dizerem: veja bem, pandemia, está escrito aqui nessa letrinha. Isso é fruto de trabalho, de ter o desafio, montar um plano de execução e ter êxito e isso vai ser muito importante daqui para frente. Colocar o corretor no mundo digital com os pés no chão, marketing digital. Esse é outro desafio. O marketing digital só é caro para quem coloca dinheiro fora. Se você começar do comecinho, fizer com orientação, isso é perfeitamente exequível e isso nós vamos fazer com toda a tranquilidade. Esses são alguns desafios que temos por aí. Temos o combate às associações de proteção veicular e isso está tomando um rumo muito grande. Precisamos de apoio político e, para isso, precisamos de produtos compatíveis e também de preços próximos para mostrar a diferença. Mas isso nós estamos sendo engolidos e a Susep nada fez até agora. São desafios grandes, que me motivaram a aceitar a incumbência de tocar a próxima gestão do Sincor São Paulo.

JRS: Eleito, quais serão suas primeiras ações à frente do Sindicato?

Boris: Nós já fizemos uma pré-avaliação daquilo que está bom, o que pode melhorar dentro daquilo que está bom e o que tem de ser reinventado. Acho que essa é a primeira lição. Segunda lição é dar voz e missões para todo esse pessoal que eu falei que nós vamos usar. E começar a trazer novas ideias, novas propostas, novos objetivos. Algumas viagens que fiz, fui para a Argentina conhecer uma cooperativa com o Camillo, e saí de lá com o mercado argentino na cabeça – com algumas coisas no sentido de reciclagem profissional. Acho que temos alguns objetivos. Todo projeto, todo plano de gestão tem de ter metas a serem atingidas e nós temos isso muito claro. Primeiro nós vamos olhar uma por uma das que já temos, fazer uma avaliação sincera, e trazer as novas propostas. O conhecimento de estar tantos anos no Sincor-SP, principalmente nesses oito anos como Vice-Presidente, ombro a ombro com o Presidente, me permite ter essa tranquilidade – que no dia seguinte que nós sentarmos lá, já estaremos trabalhando com objetividade.

JRS: Espaço aberto para considerações finais:

Boris: Agradeço aqui novamente o espaço e a primeira coisa que eu quero pedir aqui é que o corretor, a corretora de seguros, venham votar. É fundamental mostrarmos a nossa concentração de esforços. A nossa representatividade através do órgão mais importante que é o Sincor São Paulo. Ir votar no seu sindicato. O Sincor é o maior Sindicato de Corretores de Seguros do Brasil. Qualquer uma das nossas trinta regionais são maiores do que muitos Sindicatos por aí, com todo o respeito aos demais Sindicatos, mas nós temos representação em todo o Estado de São Paulo e isso tem que ser levado para respeito junto às entidades, junto aos políticos e, principalmente, junto ao nosso mercado. A segunda é: comparem realmente as proposições e as qualificações das pessoas. Todos que estão aí estão com boa-fé, com vontade de acertar, mas acho que a experiência, os nomes apresentados, você deve olhar quem tomará conta do seu Sindicato. O Sincor, costumo dizer, é o seguro do corretor de seguros. O Disque Sincor, por exemplo, não importa quanto você fatura – ninguém pergunta isso – você entra via sistema e tem sua demanda aceita. Quando você entra em uma intersindical, você resolve o problema de todos os corretores. As nossas regionais, por exemplo, que muitos dizem que nós fechamos: é uma grande mentira. Elas funcionam normalmente com as nossas colaboradoras. Só deixaram de ser físicas. Hoje não se tem mais essa necessidade. Temos um plantão regional, onde um corretor daquela região resolve qualquer problema que ele tem, pois ao vivo ele tem aquela retaguarda. São verdades que você deve comparar. Meus amigos do Sincor. Em um ano com eventos, a entidade chega a ter um orçamento de R$ 11 milhões. Nós temos hoje 69 funcionários. 39 na Capital e 29 nas nossas regionais, mais 6 PJs e mais 2 outsourcing, trabalhando dentro do Sincor-SP. Se nós somarmos, são mais de 300 voluntários espalhados pelas diversas comissões que fazem um trabalho espetacular, nosso plantão técnico faz um trabalho maravilhoso e você corretor de seguros pode ir lá pedir ajudar, tirar sua dúvida. Olhem o que o Sincor faz. O Sincor é importante para você corretor de seguros. 16 de novembro é Sim, CorAgem. Conto com seu voto.

Pergunte a seu colega que precisou do Sincor. Os benefícios. Tem gente que usou desconto para pagar a faculdade de um ou dois filhos. Temos o serviço de orientação jurídica. O nosso Simples veio do Sincor, as nossas defesas, as idas à Brasília para escaparmos de todas as ameaças que nós sofremos. Isso não surgiu do nada. Surgiu do Sincor. Se você fosse um Advogado, você teria de pagar sua OAB para exercer a sua profissão. Nós tivemos aqui a queda da Contribuição Sindical Obrigatória – da qual eu também sou contra – tivemos a queda do rendimento do excelente serviço que prestávamos no DPVAT e ainda o sinistro de alagamento no 29º andar da Rua Líbero Badaró, mas mesmo com estes desafios vamos entregar essa gestão com saldo positivo. No Portal de Transparência, com as contas publicadas, nós vamos entregar um saldo bastante interessante, positivo. Um Sincor maravilhoso, você corretor de seguros vá até a Libero Badaró, conheça o Sincor, conheça a nova cooperativa, como ficou sensacional e aquilo é seu. Se nós vamos todo domingo comer uma pizza em dez e só três pagam a conta é injusto. E é isso que acontece hoje com o Sincor. Nós todos, corretores de seguros, temos de nos unir, trazer mais corretores para o Sincor, porque essa é a nossa defesa. Essa é a nossa vacina. Que você tenha essa responsabilidade de escolher o que é o melhor, assim como você escolhe em outros casos, aqui você tem que olhar a melhor chapa para você, para sua profissão. Tudo que eu tenho, que eu adquiri na minha vida, foi graças à corretagem de seguros, graças a Deus meus filhos estão no negócio e eu pretendo que eles fiquem por muitos anos, assim como sei que vocês devem ter o mesmo objetivo. E é isso que deve pesar na hora de sua escolha, na hora de uma escolha consciente, na hora de uma escolha onde não se deve olhar apenas a amizade, a simpatia. Temos de entender quem é, qual é a melhor equipe para conduzir os destinos do  nosso Sindicato daqui para frente. Por isso eu peço, mais uma vez, Sim, CorAgem, chapa 1, com Boris Ber. 16 de novembro conto com você. Tragam seus amigos para votar. Super importante.

Executivo da BMG Seguros aborda modelos de trabalho, preferências de consumo e expectativa para 2022 440

Fernando Demier, Diretor de Desenvolvimento de Negócios da companhia, participou do programa Seguro Sem Mistério

Fernando Demier, Diretor de Desenvolvimento de Negócios da BMG Seguros, participa do programa Seguro Sem Mistério com o jornalista William Anthony. O especialista fez um breve balanço sobre o ano de 2021 na instituição financeira e abordou diversos temas correlacionados ao universo da economia, dos negócios e dos seguros. “BMG está extremadamente atento e o crescimento do setor de seguros passa pelo pequeno e médio mercado, com um olhar um pouco mais especial. Este nicho representa, sem dúvida, um grande potencial de expansão para o nosso negócio”, explicou o executivo.

Demier ainda apontou projeções para o setor segurador, realizou análises sobre preferências de consumo e modelos de trabalho. “O modelo híbrido parece ser uma tendência. É possível equilibrar o relacionamento, as afinidades, por exemplo. É possível produzir e crescer diante desse cenário. Todas as empresas do setor estão falando sobre tecnologia, sobre eficiência, sobre como trazer um pouco mais de escala para as operações”, analisou. “O objetivo principal de toda relação comercial é você atender o cliente. Ter o cliente no centro da discussão é fazer valer o interesse do cliente e você satisfazer o objetivo dele”, complementou.

A atração é exibida através do Canal do JRS no YouTube e para mais de 40 cidades do Estado do Rio Grande do Sul através do Canal BahTV. Clique neste endereço e consulte a programação.

Niris Cunha assume Diretoria Comercial de Seguros da ExperMed 599

Niris Cunha é Diretora Comercial de Seguros da ExperMed / Foto: Filipe Tedesco/JRS

Advogada conta com 32 anos de carreira no setor de seguros

A advogada Niris Cristina Fredo da Cunha acaba de assumir a Diretoria Comercial da ExperMed. A executiva, que conta com 32 anos de carreira no mercado de seguros, soma passagens por companhias seguradoras e importantes escritórios de advocacia especializados no setor. “Em 2008, fui convidada a ingressar na Sperotto Advogados, banca na qual fui sócia e permaneci por 13 anos, vindo agora fazer parte ExperMed, empresa com quem já tinha um contato muito próximo e muito admirava”, destaca.

Niris, que também é membro da Comissão de Seguros e Previdência Complementar da OAB/RS e Mentora no Women In Law Mentoring Brazil (WLM), demonstra entusiasmo frente aos desafios da nova atividade. “Estou bem empolgada e confiante com os novos caminhos que conseguiremos abrir frente ao comercial da ExperMed. Ter sido muito bem recebida e acolhida por todos da empresa já demonstra a confiança que a equipe tem no meu trabalho”, comenta.

“O meu objetivo é agregar valor e experiência na busca de melhores resultados para a empresa, bem como no atendimento ao cliente”, acrescenta.

A ExperMed soma mais de 100 mil perícias realizadas em todos os Estados brasileiros. “O mercado segurador lida com serviços voltados às pessoas e, por consequência, é um espaço que está em constante mudança, a fim de atender às novas demandas e tecnologias que surgem. Para tanto, é necessário conseguir se adaptar de forma rápida e eficiente. O trabalho desenvolvido aqui na ExperMed tem um importante papel para esse mercado ao certificar e facilitar os processos junto às seguradoras e clientes, além de estar sempre em busca de inovação tecnológica e de estar constantemente pensando no futuro. Com certeza, é uma empresa diferenciada com mindset voltado a inovação e digital”, explica.

Leia também: Conheça Nadine Della Giustina, CEO da ExperMed

Para 2022, a advogada vislumbra uma evolução na crise promovida pela Covid-19. “Os números também mostram que a área da saúde está voltando a sua normalidade, questão fundamental para que a economia possa reagir, como alguns dados já vêm apontando. Acredito que o ano de 2022 será um ano muito positivo e produtivo para todas as áreas, principalmente para o mercado segurador”, afirma.

Além disso, sendo parte da força de trabalho e líder feminina no mercado de seguros, Niris conclui que há uma evolução importante na questão cultural do protagonismo das mulheres. “Entendo que já evoluímos muito nesse caminho, em ocuparmos mais espaços de comando, mas sem dúvidas ainda temos um longo caminho pela frente e só teremos os resultados desejados com mais mulheres no poder. Acredito que as novas gerações virão mais empoderadas. É muito empolgante estar numa empresa que tem como CEO uma mulher. Mais uma vez, a ExperMed mostra que está a frente no mercado ao ter Nadine Della Giustina ocupando o posto de CEO”, finaliza.

Vínculos de planos exclusivamente odontológicos crescem quase 10% em 12 meses 316

Vínculos de planos exclusivamente odontológicos crescem quase 10% em 12 meses / Foto: Yusuf Belek / Unsplash Images

Análise do IESS revela que avanço no período foi puxado pela contratação de planos individuais ou familiares

No intervalo de 12 meses encerrados em setembro deste ano, o número de vínculos de planos exclusivamente odontológicos aumentou 9,9% e atingiu a marca de 28,8 milhões de beneficiários. É o que aponta a Nota de Acompanhamento de Beneficiários (NAB) nº 63, do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) – que, a partir desta edição, incluirá dados do novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O resultado foi impulsionado, principalmente, pela contratação de planos nas modalidades individual ou familiar (+16,1%) e de coletivo empresarial (+10%).

A NAB 63 mostra, inclusive, que em setembro de 2021, do total de beneficiários de planos exclusivamente odontológicos, 82,5% possuíam um plano coletivo. Desse grupo, 87,2% eram do tipo coletivo empresarial e 12,8% do tipo coletivo por adesão. Já no recorte por faixa etária, o principal avanço entre setembro de 2020 e 2021, foi entre os beneficiários de 59 anos ou mais (+11,3%), seguido por 19 a 58 anos (+10,1%) e até 18 anos (+8,8%).

Na análise regional, o Sul do Brasil assinalou a maior variação anual na contratação de planos exclusivamente odontológicos (+19,1%), sobretudo pelos desempenhos obtidos nos estados de Santa Catarina (+33,8%) e Paraná (+19,6%). O resultado na região Norte (+12,7%) também merece destaque, já que também ficou acima da média nacional de 9,9% entre setembro de 2020 e 2021. Nesta parte do País, o principal crescimento foi em Tocantins (+39,7%).

Em números absolutos, todos os estados tiveram crescimentos de beneficiários no período analisado, sendo o maior em São Paulo com 907.332 novos vínculos e o menor em Roraima com o acréscimo de 498 beneficiários. “Os resultados demonstram que é cada vez maior o número de brasileiros que conquistam o desejo de contar com um plano exclusivamente odontológico. A NAB 63 identificou variações positivas no número de beneficiários em todos os estados do Brasil, tanto na análise trimestral quanto anual”, avalia José Cechin, superintendente executivo do IESS.

Para mais detalhes, acesse a íntegra da NAB 63.

Soluti inicia programa de aceleração de desenvolvedores para identificar novos talentos 399

Soluti inicia programa de aceleração de desenvolvedores para identificar novos talentos / Foto: Arnold Francisca / Unsplash Images

Space.Tech visa capacitar jovens colaboradores recém-contratados

A Soluti, IDTech especialista em Identidade Digital e Assinaturas Eletrônicas, deu início ao Space.Tech, programa de aceleração de desenvolvedores, voltado aos jovens recém-contratados pela empresa, além dos selecionados para o programa de trainee. Com foco no desenvolvimento humano, a empresa quer estimular cada vez mais a capacitação de novos profissionais, valorizando as equipes e aumentando a motivação para identificar o potencial de cada um, e criar oportunidades de crescimento de seus colaboradores.

Dividido em quatro módulos, o cronograma do Space.Tech conta com aulas e mentoria em ambiente virtual. Entre os temas, os participantes vão estudar aplicações PHP, comunicação via REST e construção de APIs. Com acompanhamento diário e orientações a partir dos canais digitais, os colaboradores podem tirar dúvidas e rever todo o conteúdo didático das aulas já assistidas.

Para essa primeira turma, foram selecionados 15 colaboradores que terão mais de 100 horas de aulas presenciais, 48 horas de mentoria e mais de 140 horas de exercícios práticos, com projetos em grupos. “As aulas serão ministradas por profissionais que são referência no mercado de tecnologia. Na aula inaugural, tivemos os programadores Gabriel Fróes e Vanessa Weber, do canal digital Código-Fonte. Os colaboradores vão se dedicar integralmente ao curso durante os 3 meses de duração. Ao final do programa, os participantes vão elaborar um projeto e passarão por uma reavaliação, que permitirá alocar os profissionais de acordo com suas habilidades e perfil, nas áreas em que mais se destacam”, explica Nara Saddi, diretora de Pessoas da Soluti.

Com essa iniciativa, a Soluti deseja contribuir para o aprimoramento de uma carreira tech de sucesso. Essa é a expectativa de Keity Mariane Leite de Moraes, estagiária na área de desenvolvimento da Soluti e participante do Space.Tech: “O programa está mostrando desde o básico da programação e a experiência está sendo ótima, sou muito agradecida em participar. Estamos, agora, em um estágio um pouco mais avançado e meu professor é excelente, bastante prestativo e sempre disponível para esclarecer dúvidas. Espero melhorar como desenvolvedora para iniciar meu projeto no final do curso”.

Executivos de grandes empresas debatem jornada de implementação da hiperautomação 514

Executivos de grandes empresas debatem jornada de implementação da hiperautomação / Foto: Alex Knight / Unsplash Images

Profissionais de diferentes setores da economia compartilham experiências

A Icaro Tech, empresa de tecnologia especializada em transformação digital através da automação, e a ebdi (Enterprise Business Development & Information) formaram um Conselho de Hiperautomação, formado por executivos dos setores de tecnologia, telecomunicações, alimentos, varejo, cosméticos, seguros e previdência, para debater os desafios e os benefícios da automatização de processos.

O primeiro resultado deste conselho é o e-book gratuito “Hiperautomação”. A publicação apresenta artigos e entrevistas com os executivos sobre os processos para implementar a hiperautomação e seus benefícios na resolução de problemas dos negócios e têm o objetivo de auxiliar profissionais das mais variadas atividades econômicas a iniciar essa implantação de tecnologias que possibilitam automatizar processos e gerar ganhos de produtividade.

A hiperautomação ganhou notoriedade no fim de 2019, após o Gartner apontá-lo como uma das principais tendências tecnológicas para 2020. Este ano, a consultoria voltou a apontar a hiperautomação como uma das tendências tecnológicas para 2022. Ela refere-se ao uso orquestrado de diferentes tecnologias, ferramentas e plataformas como inteligência artificial (IA), machine learning, arquitetura de software orientada a eventos, robotic process automation (RPA), business process managment (BPM), integration platform as a service (iPaas), ferramentas low-code/no-code; e outros tipos de ferramentas de automação de decisão e processos.

“É importante iniciar a jornada com objetivos modestos e ciclos rápidos”, explica Laerte Sabino, CEO da Icaro Tech. O executivo ainda ressalta que os gestores devem estar cientes de que erros irão acontecer e os resultados serão fruto da persistência, acompanhamento próximo, medição de resultados, e correções rápidas de rota.

Para João Antonio Monteiro, Superintendente de TI da BrasilPrev Seguros e Previdência S.A., “a hiperautomação precisa tornar o negócio mais ágil, inteligente e rentável”. Segundo o executivo, “as empresas devem desenvolver critérios para identificar os processos que devem ser automatizados, como por exemplo atividades repetitivas, com alto volume de execução, que possuem regras de negócio claras e sujeitas a riscos causados por erros humanos”.

“A confiança e a parceria com os clientes internos é fundamental para o sucesso da implementação de ferramentas de hiperautomação”, segundo André Nazaré, Diretor de TI da Sky Brasil. Para o especialista, “é necessário engajar as pessoas, universalizar e disseminar o conhecimento”. Além disso, os ganhos e resultados devem ser mensuráveis e reconhecidos por todos, pois apenas desta forma os dirigentes, colaboradores e clientes terão confiança na automatização dos processos.

“Automatizar um processo manual maduro e bem desenhado também pode mitigar os riscos da falha humana, pois um robô não improvisa e estará menos suscetível ao risco de engenharia social”, explica Rogerio Santana, Senior Manager, Hosting Engineering da Equinix. Para Santana, em um momento com uma nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e com um elevado número de ataques de segurança e exploração de vulnerabilidades em ambientes digitais, os benefícios de proteção também devem ser considerados na hora de decidir quais processos automatizar.

O papel dos dados é destacado por Heitor Cauneto, Diretor Global de Excelência em Manufatura da Bunge. Segundo o executivo, “é necessário ter dados digitalizados, uma gestão da rotina bem implementada e infraestrutura de tecnologia segura antes de iniciar o processo de hiperautomação. Cauneto ainda aconselha iniciar com uma etapa pequena do negócio, de modo a ser possível testar o modelo de implementação e assumir riscos controlados”.

A captação e formação de bons profissionais capazes de fazer a união das novas tecnologias com os processos utilizados nas plantas industriais de modo a potencializar o uso dos dados nos processos convencionais da indústria e nos novos negócios é um dos desafios apontados por William Franco, responsável pelo Centro de Excelência (CoE) da Diretoria Industrial Latam da Natura & Co.

Segundo Claudio Ikeda, Executive Managing Director e CTO da SouthRock, empresa que detém os direitos de licenciamento das redes Starbucks e TGI Fridays, “a automatização auxilia no desenvolvimento da hiperpersonalização, que substituirá os tradicionais funis de venda e será responsável por revolucionar a conversão e a aquisição de clientes, ao combinar dados com algoritmos e sistemas baseados em antropologia e neurociência”.

A importância de ter um roadmap claro, com arquitetura flexível para atender as demandas atuais e futuras da organização é destacado por Gilson Missawa, Head of Marketing & Offerings da Icaro Tech. Segundo o expert, “as empresas precisam alinhar as implantações de automação com os objetivos do negócio, identificar os gaps e as ineficiências operacionais para em seguida escolher quais tecnologias deverão ser adotadas”.

De acordo com a experiência dos executivos, que colaboraram com a produção da publicação, a jornada de hiperautomação é desafiadora e deve ser feita por meio de boas parcerias, com o objetivo de solucionar um problema relevante do negócio.