Conheça as propostas de Luiz Morales e da chapa ‘Sincor-SP Como Queremos’ 582

Eleição que define o rumo da entidade acontece nesta terça, 16 de novembro

Na última quarta-feira (10), o programa Seguro Sem Mistério e o Jornal do Seguro (JRS) procuraram contribuir com o profissional paulistano da corretagem de seguros, que decide, nesta terça-feira (16), quem será o novo presidente do Sindicato de Empresários e Profissionais Autônomos da Corretagem e da Distribuição de todos os ramos de Seguros, Resseguros e Capitalização do Estado de São Paulo (Sincor-SP). Ambos os postulantes ao cargo receberam os mesmos questionamentos e tiveram os mesmos 20 minutos para responder as perguntas.

O jornalista William Anthony conversou com Luiz Morales, que encabeça a chapa 2, denominada ‘Sincor-SP Como Queremos!’. Confira mais detalhes abaixo:

JRS: Qual sua avaliação sobre a atual gestão do Sincor-SP?

Luiz Morales: A minha avaliação é que não vem cumprindo com o determinado. O Sincor é o nosso representante legal há mais de 87 anos e é fundamental cumprir o seu papel de liderança. Tem de priorizar quem, o nosso canal, o corretor de seguros. Essa é minha avaliação do que vem acontecendo com o Sincor, principalmente nessa última gestão. Com isso, a nossa relação com os seguradores, com a Susep, requer novos métodos, novos envolvimentos. Por isso, que acho, que nossa avaliação é essa. Depressível. Dar a mão para o corretor. É adaptar-se aos novos tempos, fazer o corretor ganhar dinheiro, ganhar produtividade. Não só dar a mão, como também dar ferramentas de tecnologia, tributos. Tem que dar a mão, explicar. O marketing, o bê-á-bá, até o atuante. E para dar aquele fechamento: a aceitação de risco. Sou corretor de seguros e o corretor que me escuta entende. É um absurdo. Nós temos que melhorar as aceitações de risco. Não passamos um dia sem que uma companhia diga: não, não aceito esse risco. Temos que chamar as resseguradoras e isso pode ser feito hoje. Por isso que minha avaliação está péssima do Sincor nessa gestão.

JRS: Eleito, quais são os pilares de sua proposta para a gestão da entidade nos próximos anos?

Morales: Vou falar de fundamentos. Que o fundamento vem antes do pilar. É isso que eu quero para o Sincor. Eu quero pôr fundamentos para o corretor de seguros. E na nossa chapa é isso que vai ser. Eu não serei candidato à reeleição. Preciso colocar os fundamentos para que a gente tenha um progresso muito grande para o corretor de seguros. Tenho cinco fundamentos: Comunicação, que ainda é muito pequena, a Capacitação do Corretor de Seguros, as Mídias Sociais, o Fortalecimento do Corretor de Seguros e as Regionais. Com esses cinco fundamentos vamos pegar na mão do corretor, vamos valorizar o corretor de volta.

JRS: Qual sua visão sobre o apoio que a diretoria, ou seja, a nominata que compõe a sua chapa vai trazer para uma eventual eleição de Boris Ber como presidente do Sincor-SP?

Morales: Nós temos uma diretoria fantástica. Tenho força por natureza, mas o apoio que a minha diretoria dá é fora do comum. Porque a nossa chapa foi construída com sinergia, união, com o intuito de entregar sempre focado no corretor de seguros. Para entender quem é o propósito da chapa de Luiz Morales: é o corretor de seguros. Tenho dois Vice-Presidentes, que em sua vida, trabalharam até hoje. Uma delas é a Raquel Gomes, que foi presidente da União dos Corretores de Seguros (UCS). Ela tem o escopo, sempre teve, na ajuda ao pequeno e médio corretor. E o meu segundo Vice é o Shirtes Pereira, de São José do Rio Preto, 500km de São Paulo. Professor, educador da Escola. E o que ele mais faz é ajudar os corretores de seguros do interior. Chamamos isso de chapa com pertencimento. Nossa chapa não tem patrocínio de segurador. Só existe uma forma de patrocínio: são os diretores e corretores mais chegados que estão bancando, acreditando nesse propósito. Essa é a chapa Luiz Morales e quem pediu isso é o corretor de seguros. E sabe por que eles estão bancando? Porque acreditam na valorização do corretor. Essa é minha chapa vencedora, que vai entregar muito, mas muito para o corretor de seguros.

JRS: Como o Sincor-SP pode oferecer apoio ao corretor de seguros, neste momento desafiador, de transição na economia?

Morales: O Sincor precisa de um presidente com postura idealista, ideológica. Tem que ter pertencimento. E o propósito no corretor de seguros. Sem querer perpetuar no poder ou achar que está acima de uma instituição de 87 anos, que é o Sincor São Paulo. O Sincor-SP é nosso e não tem nenhum corretor maior que essa instituição. E os poucos sócios que ainda estão ligados ao Sincor, que precisam se restabelecer, esses princípios estatutários. Esses desafios são enormes. Precisamos colocar o dedo na ferida. Veja só: na nossa gestão, os cinco fundamentos, dois deles são fundamentais para esse desafio: capacitação e a nossa comunicação que está muito fraca. Dentro desses dois princípios, garanto para vocês que vai ficar mais leve. Essa capacitação é para o pequeno/médio. Aquele Pessoa Física. Temos que ajudar esse corretor nesse novo tempo. Sempre falo que o corretor tem um calo. E digo, que esse calo é a inovação. Por isso temos que capacitá-lo nessa inovação. E dentro desse desafio vamos fazer um departamento para capacitação em redes sociais e nas mídias e conto com você para nos ajudar. Dentro dessa capacitação nós temos um plano são os dez módulos de programação de inovação. Quem dá esse programa são os corretores de seguros que conhecem o dia-a-dia e facilitam a intercomunicação entre os corretores e aprendem mais rápido. E aí voltamos para a comunicação. A nossa comunicação. Ter ações e retornos rápidos ao corretor de seguros. O que acontece no setor de seguros. Hoje temos jornalistas fazendo isso, mas o Sincor tem de ter usa base. Isso é importante. O que quero dizer com isso. Consulta Pública. A maioria dos corretores nem sabe o que é uma Consulta Pública. Cabe ao líder, ao Sincor, mostrar o que está acontecendo antes de virar uma circular. Aí a Consulta Pública. É um momento de nós nos manifestarmos para o segurado. Se é bom, se é ruim. Porque se não o fizer, vira uma Circular da Susep. E um dos grandes desafios em Comunicação são as Circulares. Temos uma Circular que passou por Consulta Pública e está promulgada. É a Circular 639, que é a flexibilização do Seguro de Automóvel. O corretor precisa saber o que vai acontecer. Temos um departamento jurídico ótimo. Tem pessoas maravilhosas. Tem de colocar o pessoal para trabalhar. Entregar para o corretor de seguros. Essa é a comunicação que eu quero. Essa é a comunicação que devemos entregar para o corretor de seguros. Esses são os dois fatores que são importantes. Isso sou bom e vou entregar para o corretor.

JRS: Eleito, quais serão suas primeiras ações à frente do Sindicato?

Morales: Primeiro: aumentar o número de sócios. E aí tem uma gestão para fazer isso. Eu fui pessoalmente, o corretor de seguros que se formou na Escola, não dá para cobrar a mesma coisa. Ele tem um ‘sprint’ de como cobrar. Pequeno e Médio um outro valor. E o grande outro valor. Serão parcelas diferentes? Sim. Serão. Porém, padrões diferentes, benefícios diferentes. Nós temos de ter o dever de chamar o novo corretor e segurar ele na instituição. Na primeira gestão do Camillo entrar 2700 novos sócios. Eles ficaram lá? Não. Por quê? Porque você tem que dar benefícios. Conversei com uma grande corretora esses dias. Não dá para entregar um benefício para eles da mesma forma que para alguém que acabou de sair da escola. E como vou fazer isso? Primeiras ações: vou chamar uma AGO. Eu tenho de mudar o Estatuto. Tenho de colocar isso no Estatuto. É importante. Além de restabelecer alguns valores perdidos. Nós perdemos alguns valores. O próprio nome do Sincor não é mais corretor de seguros. É empresário. Eu sou empresário, mas a entidade tem que ser do corretor de seguros. Descentralizar, sim, as regionais. Os regionais também. Antes eram os delegados. Eles têm de ter poder, até mesmo financeiro. Estamos escutando muito os corretores de seguros. E um corretor de seguros do interior me disse assim: Luiz, eu rezo em casa. E quando eu não consigo realizar meus sonhos eu vou para minha Igreja, rezo, ajoelho. Com o Sincor é a mesma coisa. Eu tento resolver, ligo para o gerente, para o gestor e ninguém me atende na seguradora. Eu passo a mão na pasta do cliente e vou até a regional e o meu diretor resolve o problema, que é de direito do cliente. É isso que eu quero fazer. O corretor está precisando disso. O corretor está abandonado no interior. Assusta. E não é só no interior. São Paulo também. Uma outra ação que eu acho um absurdo, isso está tudo por escrito na internet, 50% dos valores de ganho do Presidente eu vou reduzir. É um absurdo nessas mudanças que tivemos, perdemos muitos corretores de seguros, por causa dos valores das mensalidades e a gente não poder reduzir na própria carne. 50% é o meu primeiro ato. Vou reduzir sim. Vivemos um drama. Todos os ramos. Todos sem aceitação. Se você comprar um caminhão zero de R$ 500 mil e chegasse para fazer o seguro eu consigo, pois tenho uma grande frota, mas 95% dos corretores não conseguem fazer. Olha só o drama que nós estamos vivendo e ninguém põe o dedo nessa ferida. Eu vou abrir o CDP – Comunicação Direta com o Presidente. Não vou tirar a porta, vou arrancar o batente. Para não ter porta. Direto com o presidente. Essas são as ações imediatas que nós vamos fazer e vamos entregar no ano que vem.

JRS: Espaço aberto para considerações finais:

Morales: Agradecemos à você e ao JRS, por oportunizar ao corretor de seguros. Pois estou tentando ligar. São 50 mil corretores e nem 10% são associados. A dificuldade que estou passando para conseguir falar com o corretor. Nosso Sincor São Paulo não está dando a oportunidade de eles conhecerem as duas chapas. Não tenha dúvida que a minha chapa é voltada para o corretor de seguros. É um dever, que fique isso como uma história, abrir espaço para que as duas chapas possam falar. A dificuldade é quase um desabafo, é maior para quem está tentando levar oxigenação ao processo. Mas não tem problema. Chegou a hora, corretor de seguros. Chegou a hora que você tanto proclamou. Dia 16, depois de um feriado, muito mal intencionado, colocaram. Dia 15 é feriado. Todo corretor sabe. Eu sou corretor de seguros. No Sincor eu não sei. Para fazer um negócio desses. Todo feriado, quando termina o feriado, no dia seguinte, é uma loucura a vida do corretor de seguros. Não estou reclamando. A nossa vida é assim. É um sinistro, uma batida, alguém que faleceu ou precisa fazer o seguro, um boleto que precisa ser pago. O dia seguinte a um feriado é uma loucura e o Sincor-SP, com todo seu planejamento estratégico, colocou dia 16 de novembro. Parabéns, Sincor. Não tem problema. Venha votar. Mostre a importância e a inteligência que você tem, corretor de seguros. E a sua inteligência é trazer mais um amigo corretor que possa votar. Lembrando. Você é a única pessoa que pode oxigenar o Sincor. Porque o Sincor é seu. Muitos acham que é de alguém, mas não: é nosso Sincor. Vamos trazer essa força de volta para o corretor de seguros. A força de brilhar o corretor, o profissionalismo. É isso que o Sincor precisa e eu quero entregar. Quero entregar sim, como falei rapidamente, as dores e as demandas que estamos passando nesses últimos anos. É um absurdo a forma que tratam o corretor de seguros. Eu sei como resolver isso com os cinco fundamentos, cabe à você, com essas forças ocultas que estão acontecendo neste momento, que estão impedindo a mudança da categoria em favor do corretor de seguros, você sim pode resolver isso. Dia 16 de novembro, com os cinco fundamentos, chapa de Luiz Morales, prometo que vou entregar o que estou aqui relatando. Estou à disposição. Vamos juntos, sempre.

Executivo da BMG Seguros aborda modelos de trabalho, preferências de consumo e expectativa para 2022 443

Fernando Demier, Diretor de Desenvolvimento de Negócios da companhia, participou do programa Seguro Sem Mistério

Fernando Demier, Diretor de Desenvolvimento de Negócios da BMG Seguros, participa do programa Seguro Sem Mistério com o jornalista William Anthony. O especialista fez um breve balanço sobre o ano de 2021 na instituição financeira e abordou diversos temas correlacionados ao universo da economia, dos negócios e dos seguros. “BMG está extremadamente atento e o crescimento do setor de seguros passa pelo pequeno e médio mercado, com um olhar um pouco mais especial. Este nicho representa, sem dúvida, um grande potencial de expansão para o nosso negócio”, explicou o executivo.

Demier ainda apontou projeções para o setor segurador, realizou análises sobre preferências de consumo e modelos de trabalho. “O modelo híbrido parece ser uma tendência. É possível equilibrar o relacionamento, as afinidades, por exemplo. É possível produzir e crescer diante desse cenário. Todas as empresas do setor estão falando sobre tecnologia, sobre eficiência, sobre como trazer um pouco mais de escala para as operações”, analisou. “O objetivo principal de toda relação comercial é você atender o cliente. Ter o cliente no centro da discussão é fazer valer o interesse do cliente e você satisfazer o objetivo dele”, complementou.

A atração é exibida através do Canal do JRS no YouTube e para mais de 40 cidades do Estado do Rio Grande do Sul através do Canal BahTV. Clique neste endereço e consulte a programação.

Niris Cunha assume Diretoria Comercial de Seguros da ExperMed 611

Niris Cunha é Diretora Comercial de Seguros da ExperMed / Foto: Filipe Tedesco/JRS

Advogada conta com 32 anos de carreira no setor de seguros

A advogada Niris Cristina Fredo da Cunha acaba de assumir a Diretoria Comercial da ExperMed. A executiva, que conta com 32 anos de carreira no mercado de seguros, soma passagens por companhias seguradoras e importantes escritórios de advocacia especializados no setor. “Em 2008, fui convidada a ingressar na Sperotto Advogados, banca na qual fui sócia e permaneci por 13 anos, vindo agora fazer parte ExperMed, empresa com quem já tinha um contato muito próximo e muito admirava”, destaca.

Niris, que também é membro da Comissão de Seguros e Previdência Complementar da OAB/RS e Mentora no Women In Law Mentoring Brazil (WLM), demonstra entusiasmo frente aos desafios da nova atividade. “Estou bem empolgada e confiante com os novos caminhos que conseguiremos abrir frente ao comercial da ExperMed. Ter sido muito bem recebida e acolhida por todos da empresa já demonstra a confiança que a equipe tem no meu trabalho”, comenta.

“O meu objetivo é agregar valor e experiência na busca de melhores resultados para a empresa, bem como no atendimento ao cliente”, acrescenta.

A ExperMed soma mais de 100 mil perícias realizadas em todos os Estados brasileiros. “O mercado segurador lida com serviços voltados às pessoas e, por consequência, é um espaço que está em constante mudança, a fim de atender às novas demandas e tecnologias que surgem. Para tanto, é necessário conseguir se adaptar de forma rápida e eficiente. O trabalho desenvolvido aqui na ExperMed tem um importante papel para esse mercado ao certificar e facilitar os processos junto às seguradoras e clientes, além de estar sempre em busca de inovação tecnológica e de estar constantemente pensando no futuro. Com certeza, é uma empresa diferenciada com mindset voltado a inovação e digital”, explica.

Leia também: Conheça Nadine Della Giustina, CEO da ExperMed

Para 2022, a advogada vislumbra uma evolução na crise promovida pela Covid-19. “Os números também mostram que a área da saúde está voltando a sua normalidade, questão fundamental para que a economia possa reagir, como alguns dados já vêm apontando. Acredito que o ano de 2022 será um ano muito positivo e produtivo para todas as áreas, principalmente para o mercado segurador”, afirma.

Além disso, sendo parte da força de trabalho e líder feminina no mercado de seguros, Niris conclui que há uma evolução importante na questão cultural do protagonismo das mulheres. “Entendo que já evoluímos muito nesse caminho, em ocuparmos mais espaços de comando, mas sem dúvidas ainda temos um longo caminho pela frente e só teremos os resultados desejados com mais mulheres no poder. Acredito que as novas gerações virão mais empoderadas. É muito empolgante estar numa empresa que tem como CEO uma mulher. Mais uma vez, a ExperMed mostra que está a frente no mercado ao ter Nadine Della Giustina ocupando o posto de CEO”, finaliza.

Vínculos de planos exclusivamente odontológicos crescem quase 10% em 12 meses 321

Vínculos de planos exclusivamente odontológicos crescem quase 10% em 12 meses / Foto: Yusuf Belek / Unsplash Images

Análise do IESS revela que avanço no período foi puxado pela contratação de planos individuais ou familiares

No intervalo de 12 meses encerrados em setembro deste ano, o número de vínculos de planos exclusivamente odontológicos aumentou 9,9% e atingiu a marca de 28,8 milhões de beneficiários. É o que aponta a Nota de Acompanhamento de Beneficiários (NAB) nº 63, do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) – que, a partir desta edição, incluirá dados do novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O resultado foi impulsionado, principalmente, pela contratação de planos nas modalidades individual ou familiar (+16,1%) e de coletivo empresarial (+10%).

A NAB 63 mostra, inclusive, que em setembro de 2021, do total de beneficiários de planos exclusivamente odontológicos, 82,5% possuíam um plano coletivo. Desse grupo, 87,2% eram do tipo coletivo empresarial e 12,8% do tipo coletivo por adesão. Já no recorte por faixa etária, o principal avanço entre setembro de 2020 e 2021, foi entre os beneficiários de 59 anos ou mais (+11,3%), seguido por 19 a 58 anos (+10,1%) e até 18 anos (+8,8%).

Na análise regional, o Sul do Brasil assinalou a maior variação anual na contratação de planos exclusivamente odontológicos (+19,1%), sobretudo pelos desempenhos obtidos nos estados de Santa Catarina (+33,8%) e Paraná (+19,6%). O resultado na região Norte (+12,7%) também merece destaque, já que também ficou acima da média nacional de 9,9% entre setembro de 2020 e 2021. Nesta parte do País, o principal crescimento foi em Tocantins (+39,7%).

Em números absolutos, todos os estados tiveram crescimentos de beneficiários no período analisado, sendo o maior em São Paulo com 907.332 novos vínculos e o menor em Roraima com o acréscimo de 498 beneficiários. “Os resultados demonstram que é cada vez maior o número de brasileiros que conquistam o desejo de contar com um plano exclusivamente odontológico. A NAB 63 identificou variações positivas no número de beneficiários em todos os estados do Brasil, tanto na análise trimestral quanto anual”, avalia José Cechin, superintendente executivo do IESS.

Para mais detalhes, acesse a íntegra da NAB 63.

Soluti inicia programa de aceleração de desenvolvedores para identificar novos talentos 401

Soluti inicia programa de aceleração de desenvolvedores para identificar novos talentos / Foto: Arnold Francisca / Unsplash Images

Space.Tech visa capacitar jovens colaboradores recém-contratados

A Soluti, IDTech especialista em Identidade Digital e Assinaturas Eletrônicas, deu início ao Space.Tech, programa de aceleração de desenvolvedores, voltado aos jovens recém-contratados pela empresa, além dos selecionados para o programa de trainee. Com foco no desenvolvimento humano, a empresa quer estimular cada vez mais a capacitação de novos profissionais, valorizando as equipes e aumentando a motivação para identificar o potencial de cada um, e criar oportunidades de crescimento de seus colaboradores.

Dividido em quatro módulos, o cronograma do Space.Tech conta com aulas e mentoria em ambiente virtual. Entre os temas, os participantes vão estudar aplicações PHP, comunicação via REST e construção de APIs. Com acompanhamento diário e orientações a partir dos canais digitais, os colaboradores podem tirar dúvidas e rever todo o conteúdo didático das aulas já assistidas.

Para essa primeira turma, foram selecionados 15 colaboradores que terão mais de 100 horas de aulas presenciais, 48 horas de mentoria e mais de 140 horas de exercícios práticos, com projetos em grupos. “As aulas serão ministradas por profissionais que são referência no mercado de tecnologia. Na aula inaugural, tivemos os programadores Gabriel Fróes e Vanessa Weber, do canal digital Código-Fonte. Os colaboradores vão se dedicar integralmente ao curso durante os 3 meses de duração. Ao final do programa, os participantes vão elaborar um projeto e passarão por uma reavaliação, que permitirá alocar os profissionais de acordo com suas habilidades e perfil, nas áreas em que mais se destacam”, explica Nara Saddi, diretora de Pessoas da Soluti.

Com essa iniciativa, a Soluti deseja contribuir para o aprimoramento de uma carreira tech de sucesso. Essa é a expectativa de Keity Mariane Leite de Moraes, estagiária na área de desenvolvimento da Soluti e participante do Space.Tech: “O programa está mostrando desde o básico da programação e a experiência está sendo ótima, sou muito agradecida em participar. Estamos, agora, em um estágio um pouco mais avançado e meu professor é excelente, bastante prestativo e sempre disponível para esclarecer dúvidas. Espero melhorar como desenvolvedora para iniciar meu projeto no final do curso”.

Executivos de grandes empresas debatem jornada de implementação da hiperautomação 517

Executivos de grandes empresas debatem jornada de implementação da hiperautomação / Foto: Alex Knight / Unsplash Images

Profissionais de diferentes setores da economia compartilham experiências

A Icaro Tech, empresa de tecnologia especializada em transformação digital através da automação, e a ebdi (Enterprise Business Development & Information) formaram um Conselho de Hiperautomação, formado por executivos dos setores de tecnologia, telecomunicações, alimentos, varejo, cosméticos, seguros e previdência, para debater os desafios e os benefícios da automatização de processos.

O primeiro resultado deste conselho é o e-book gratuito “Hiperautomação”. A publicação apresenta artigos e entrevistas com os executivos sobre os processos para implementar a hiperautomação e seus benefícios na resolução de problemas dos negócios e têm o objetivo de auxiliar profissionais das mais variadas atividades econômicas a iniciar essa implantação de tecnologias que possibilitam automatizar processos e gerar ganhos de produtividade.

A hiperautomação ganhou notoriedade no fim de 2019, após o Gartner apontá-lo como uma das principais tendências tecnológicas para 2020. Este ano, a consultoria voltou a apontar a hiperautomação como uma das tendências tecnológicas para 2022. Ela refere-se ao uso orquestrado de diferentes tecnologias, ferramentas e plataformas como inteligência artificial (IA), machine learning, arquitetura de software orientada a eventos, robotic process automation (RPA), business process managment (BPM), integration platform as a service (iPaas), ferramentas low-code/no-code; e outros tipos de ferramentas de automação de decisão e processos.

“É importante iniciar a jornada com objetivos modestos e ciclos rápidos”, explica Laerte Sabino, CEO da Icaro Tech. O executivo ainda ressalta que os gestores devem estar cientes de que erros irão acontecer e os resultados serão fruto da persistência, acompanhamento próximo, medição de resultados, e correções rápidas de rota.

Para João Antonio Monteiro, Superintendente de TI da BrasilPrev Seguros e Previdência S.A., “a hiperautomação precisa tornar o negócio mais ágil, inteligente e rentável”. Segundo o executivo, “as empresas devem desenvolver critérios para identificar os processos que devem ser automatizados, como por exemplo atividades repetitivas, com alto volume de execução, que possuem regras de negócio claras e sujeitas a riscos causados por erros humanos”.

“A confiança e a parceria com os clientes internos é fundamental para o sucesso da implementação de ferramentas de hiperautomação”, segundo André Nazaré, Diretor de TI da Sky Brasil. Para o especialista, “é necessário engajar as pessoas, universalizar e disseminar o conhecimento”. Além disso, os ganhos e resultados devem ser mensuráveis e reconhecidos por todos, pois apenas desta forma os dirigentes, colaboradores e clientes terão confiança na automatização dos processos.

“Automatizar um processo manual maduro e bem desenhado também pode mitigar os riscos da falha humana, pois um robô não improvisa e estará menos suscetível ao risco de engenharia social”, explica Rogerio Santana, Senior Manager, Hosting Engineering da Equinix. Para Santana, em um momento com uma nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e com um elevado número de ataques de segurança e exploração de vulnerabilidades em ambientes digitais, os benefícios de proteção também devem ser considerados na hora de decidir quais processos automatizar.

O papel dos dados é destacado por Heitor Cauneto, Diretor Global de Excelência em Manufatura da Bunge. Segundo o executivo, “é necessário ter dados digitalizados, uma gestão da rotina bem implementada e infraestrutura de tecnologia segura antes de iniciar o processo de hiperautomação. Cauneto ainda aconselha iniciar com uma etapa pequena do negócio, de modo a ser possível testar o modelo de implementação e assumir riscos controlados”.

A captação e formação de bons profissionais capazes de fazer a união das novas tecnologias com os processos utilizados nas plantas industriais de modo a potencializar o uso dos dados nos processos convencionais da indústria e nos novos negócios é um dos desafios apontados por William Franco, responsável pelo Centro de Excelência (CoE) da Diretoria Industrial Latam da Natura & Co.

Segundo Claudio Ikeda, Executive Managing Director e CTO da SouthRock, empresa que detém os direitos de licenciamento das redes Starbucks e TGI Fridays, “a automatização auxilia no desenvolvimento da hiperpersonalização, que substituirá os tradicionais funis de venda e será responsável por revolucionar a conversão e a aquisição de clientes, ao combinar dados com algoritmos e sistemas baseados em antropologia e neurociência”.

A importância de ter um roadmap claro, com arquitetura flexível para atender as demandas atuais e futuras da organização é destacado por Gilson Missawa, Head of Marketing & Offerings da Icaro Tech. Segundo o expert, “as empresas precisam alinhar as implantações de automação com os objetivos do negócio, identificar os gaps e as ineficiências operacionais para em seguida escolher quais tecnologias deverão ser adotadas”.

De acordo com a experiência dos executivos, que colaboraram com a produção da publicação, a jornada de hiperautomação é desafiadora e deve ser feita por meio de boas parcerias, com o objetivo de solucionar um problema relevante do negócio.