Parte 2: A modernização da Advocacia e do Direito 698

Suellen Castro da Silva Farias é sócia-gerente do C. Josias & Ferrer Advogados Associados e presidente do Clube da Pedrinha RS / Foto: Filipe Tedesco/JRS

Confira a continuação de artigo da Advogada Suellen Farias, do Escritório C. Josias & Ferrer, e Presidente do Clube da Pedrinha (RS)

O que torna as pessoas e suas experiências tão ricas e distintas entre si é a capacidade de perceber, entender e redefinir o mundo visto por trás de um véu. Embora conceitos como ética, justiça, e dignidade sejam tão antigos quanto a memória humana, as circunstâncias históricas, sobretudo as que inauguram mudanças sociais, e o desenvolvimento tecnológico alteram suas leituras.

Com base nessa reflexão, temos que o uso da tecnologia no âmbito dos sistemas jurídicos de escritórios de advocacia visa tornar possível atingir uma militância mais eficiente, acessível, efetiva e equitativa, inserindo-se na adequação os parâmetros do custo e tempo.

Parte 1: Suellen Farias: A modernização da advocacia e do Direito

O caminho da transformação digital no âmbito da advocacia não se esgota na mera inserção da tecnologia em sistemas de processamento. Ele trata da possibilidade de encontrarmos indicadores e filtros capazes de facilitar as pesquisas de posicionamentos de tribunais capazes de auxiliar no desenvolvimento de teses e adequação de linhas de acordo com a região.

Outro aspecto fundamental para esta evolução é a implementação de uma controladoria jurídica para que seja viabilizada a análise de resultados da produção jurídica na medida em que existem muitos dados a serem mapeados e a possibilidade de, a partir deles, serem criados indicadores.

Em geral, nota-se um benefício mais relevante quando a controladoria jurídica dá suporte à atividade contenciosa. Isso porque, no contencioso, há um maior número de momentos em que o suporte viabiliza ao advogado uma militância limpa e despreocupada, completamente voltada para a área técnica.

Sabe-se da complexidade da atividade jurídica bem como da necessidade dos escritórios funcionarem como uma engrenagem e é exatamente neste aspecto de tranquilidade de produção intelectual ao advogado militante que o uso da tecnologia acrescida da implementação de uma eficaz controladoria viabiliza o aprimoramento da advocacia artesanal.

GBOEX lança campanhas de incentivo para corretores 530

GBOEX lança campanhas de incentivo para corretores / Divulgação

Intuito é proteger e cuidar do futuro das pessoas

O início de ano está marcado pelo lançamento das campanhas de incentivo aos corretores parceiros do GBOEX. As iniciativas trazem benefícios e buscam valorizar a dedicação e o empenho dos profissionais com a marca, além de garantir mais comodidade, proteção e segurança aos associados.

A novidade, com período de vigência de janeiro a junho, fica por conta da Ação de Vendas no Cartão de Crédito, que permite aos profissionais, que comercializarem os produtos Vida Longa e Força Ativa, nessa opção de pagamento, receberem alguns diferenciais. Além disso, os três corretores que alcançarem os melhores resultados nessa modalidade, considerando o período de janeiro a março, terão direito a uma premiação extra.

Os critérios e valores para concorrer a ação estão disponíveis no Portal do Corretor. Para pagamento por meio do cartão, são aceitas as bandeiras Mastercard, Visa, Amex, Hipercard e Elo.

Já na Etapa Verão da Campanha Desafio, os corretores receberão prêmios mensais, em dinheiro, como reconhecimento pelo desempenho nas vendas de pecúlio individual, seguro e serviços de assistências, independentemente do produto e da forma de pagamento do plano. A edição segue até março e todos os profissionais cadastrados, ou que venham a se inscrever no período da ação, poderão participar.

“Queremos, cada vez mais, facilitar a gestão dos negócios dos parceiros e proporcionar um ambiente confiável e tranquilo para os corretores e seus clientes, cuidando e protegendo o futuro de muitas pessoas. Por isso, planejamos estratégias com diferenciais, que prestigiam os esforços e o comprometimento”, esclarece a superintendente Comercial, Comunicação e Marketing, Ana Maria Pinto.

Para saber mais acesse o site do GBOEX.

Newton Queiroz: O futuro do Corretor de Seguros 681

Newton Queiroz é presidente da Europ Assistance Brasil (EABR) e CEABS Serviços / Divulgação

Confira artigo do profissional com mais de 20 anos de experiência na indústria de seguros mundial e especializações em futurismo, inovação, corporações infinitas e mentoria

Quem me conhece fora do mundo corporativo sabe que gosto muito de estudar e analisar tendências para o futuro, desde tecnologias até como será o futuro do trabalho (já publiquei alguns artigos sobre o assunto). Justamente em uma conversa com um amigo da indústria fui indagado a respeito de qual seria o futuro do corretor de seguros, sob a ótica que sempre utilizo para analisar o futuro do trabalho.

Confesso que no início achei a pergunta um pouco desafiadora, mas logo depois me lembrei que já tinha sido corretor de seguros por anos, ou seja, conheço a profissão para poder analisar melhor do que outras; e repentinamente consegui elaborar uma visão para tal pergunta.

Começo informando que sempre defendo dois pontos como primordiais para o futuro do trabalho (qualquer que seja o trabalho):

  • 1) adaptabilidade (que é a capacidade não apenas de sobreviver em um ecossistema novo, mas se tornar relevante – isso é ser adaptável);
  • 2) aprender sempre (muitos falam hoje do famoso “life long learning”, que basicamente é sempre aprenda, e este conceito eu aprendi desde cedo com meus pais e avós – meu avô de 94 anos não apenas trabalha, mas ainda lê livros para seguir aprendendo).

Ou seja, qualquer profissional que tenha estas duas características, tem grande chance de ter êxito em um futuro (seja de curto, médio ou longo prazo), pois, conseguirá (através das habilidades que aprendeu/aprende de forma contínua) se adaptar a novos ecossistemas.

Agora, voltando ao corretor de seguros, aqui está o ponto interessante da pergunta que recebi e minha reflexão. Quando parei para analisar estes dois pontos, e como os corretores se relacionam com ambos, na verdade vi que a grande maioria dos corretores já tem tido a necessidade de se adaptarem por décadas. Não apenas se flexibilizar, mas realmente se adaptar e foi justamente por isso, que durante a pandemia (independente de alguns terem pouca tecnologia) conseguiram se ajustar rapidamente ao cenário onde tudo se tornou virtual. Algo interessante, que não tenho o dado exato, mas me arrisco a dizer é que o número de profissionais acima de 50 anos que conseguiram se adaptar a utilizar novas tecnologias de forma eficiente, deve ter sido um dos maiores percentuais entre os corretores quando comparado com outras profissões.

No que tange aprender sempre, a profissão de corretor exige que você esteja sempre lendo a respeito de novos produtos, novas regras do regulador, das seguradoras e muito mais. Então, automaticamente o corretor acaba por estar sempre aprendendo também. Porém, aqui eu vejo um espaço para melhora em aprender temas que vão além de seguros, para aumentarem seus leques de produtos ofertados aos clientes; assim como serviços ofertados.

Um ponto que ainda não mencionei é a importância de criar múltiplas fontes de rendas, tanto para o profissional quanto para empresas, uma vez que cada vez mais ter mais de um trabalho será algo normal.

Sempre utilizo a frase do famoso Warren Buffet que diz “Se você depende apenas de seu salário para ter renda, então, está a um passo da miséria”.

Claro que esta frase serve muito mais para dar o tom da questão, mas se pensarmos, quantas vezes profissionais perdem suas posições e então temos dois caminhos quando não se encontra uma recolocação rápida. Ficar estagnado e buscando recolocação, ou fazer algo para ter uma renda e seguir procurando a recolocação. A segunda opção, diversas vezes acaba sendo tão interessante que o profissional não para mais com esta segunda fonte de renda e isso é justamente um ponto que todos os profissionais de hoje e amanhã, devem focar – diversas fontes de renda (sempre seguindo o compliance e transparência que isso necessita).

Concluindo, o corretor de seguros não só tem muito espaço devido a importância que detém dentro da indústria de seguros, mas também pelas características que desenvolve ao longo de seu dia a dia. Sendo que a única sugestão que deixaria, até para começar neste ano, é de diversificar sua fonte de renda utilizando sua própria base de clientes (sempre dentro da possibilidade real, e claro o melhor ao cliente).

Os desafios e as oportunidades femininas no mercado de trabalho 738

Adriana Menezes é superintendente de TI da Generali Brasil / Divulgação

Confira artigo de Adriana Menezes, superintendente de TI da Generali Brasil

A grande dificuldade de escrever sobre o desenvolvimento da liderança feminina é fugir dos clichês sem perder a sensibilidade e o respeito por todas as mulheres que buscam um lugar no mercado de trabalho. Assim, pensei: nada melhor do que contar um pouco da minha própria história!

Tudo começou com um processo seletivo para atuar em uma financeira, na mesa de operações. Éramos 50 candidatos e apenas 5 vagas. A seleção seria feita através de provas de matemática e acabei me classificando entre os cinco primeiros. Na sequência, fui chamada para uma entrevista e fiquei bastante animada. Ao longo da conversa, o diretor da companhia disse que fez questão de me conhecer pois eu havia ido muito bem nas avaliações e ele gostaria de me parabenizar por isso.

Mas, uma notícia me pegou completamente de surpresa. A empresa decidiu não me contratar pois, na avaliação dos recrutadores, o ritmo de trabalho era intenso e optar por uma mulher possivelmente traria problemas futuros com relação a filhos, por exemplo. Eu não soube o que dizer, apenas pensava: como assim? Eu tenho 18 anos, não penso em ter filhos agora.

Hoje, olhando para toda a minha trajetória profissional, acho que foi melhor ter passado por essa experiência logo no início. Isso me fez avaliar que empresas que possuem esse tipo de conduta não merecem ter mulheres fazendo parte de suas equipes. Embora chateada, não desanimei, pelo contrário, percebi que teria que estudar muito para ter uma carreira de sucesso.

Posso dizer que passei por muitas oportunidades, aproveitei todas elas, algumas vezes tendo que abrir mão de estabilidade ou remuneração, até mesmo de prestígio, por acreditar que sair da zona de conforto e arriscar seguir por um novo caminho valeria a pena. Acredito que o desenvolvimento da profissão vem junto com o amadurecimento e com a evolução da vida pessoal. Como equilibrar tudo? Não existe tutorial. Mas, de uma coisa tenho certeza, precisamos contar com pessoas que nos incentivam e não nos deixam esquecer que nem sempre acertamos. Nos lembram de sermos humildes nos momentos de sucesso e serenos em outros mais difíceis.

No início da minha jornada, foi fundamental o suporte da família e, mais tarde, o incentivo do meu marido. Também tive dois gestores que marcaram minha evolução profissional e acreditaram em mim, me desafiaram e me fizeram decolar. Vejo que bons mentores são muito importantes nesse processo.

Durante grande parte da minha carreira, passei por empresas de consultoria em Tecnologia da Informação, o que significou viajar com frequência, navegar em diversos segmentos de negócio, discutir assuntos variados como gestão, administração, inovação, entre outros. Isso também trouxe o desafio de gerir equipes multidisciplinares, muitas vezes em diferentes lugares.

Falando nisso, equipes são fundamentais visto que não produzimos nada sozinhos, precisamos de complemento, escutar ideias, repensar, quebrar paradigmas, encorajar e estimular. Esse pensamento construiu o alicerce da minha formação como líder, o que me permitiu evoluir e ter a possibilidade de integrar times de sucesso.

Nós, mulheres, temos um dinamismo e uma agilidade de lidar com diversos assuntos, ao mesmo tempo adicionando uma certa dose de objetividade e olhar mais humano. Isso nos permite propor uma liderança diferenciada, muitas vezes dura, porém também calorosa. Coisa de mãe, sabe?

Cada vez mais as empresas consideram a diversidade como fator-chave para desenvolvimento, inovação e sucesso de estratégias de negócio. As oportunidades estão disponíveis, nós estamos preparadas, vamos aproveitá-las!

Por fim, digo: tenha um propósito, goste do que faz, saiba aonde quer chegar e mantenha sempre o brilho nos olhos, pois isso contagia a todos em volta. Inspire e se deixe inspirar.

Boris Ber: Olhar atento aos novos desafios que vêm por aí 972

Boris Ber é presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo (Sincor-SP) / Divulgação

Presidente do Sincor-SP aborda de que modo oportunidades com novos produtos e ferramentas exigem participação dos corretores de seguros

Iniciamos o ano cheio de esperanças de tempos melhores, com o avanço da vacinação para controle da pandemia e novidades que devem evoluir o setor de seguros. A evolução virá, mas, como toda mudança, é preciso acompanhar para não perder espaço.

Os corretores de seguros agora têm a chance de uma interlocução mais próxima com a Superintendência de Seguros Privados (Susep) para participação ativa nos rumos da profissão, com um líder da categoria à frente da autarquia. Mesmo cientes de que o órgão regulador atua em prol de todo o setor, é reconfortante saber que há conhecimento técnico sobre o funcionamento de um modelo que vem dando certo.

O mercado de seguros brasileiro seguiu crescendo mesmo na pandemia tendo a população apoiada pelo modelo de distribuição e consultoria dos corretores de seguros. Nosso país, de dimensões continentais, conta com corretores em todos os seus municípios, e quem levou até agora o seguro em todos esses locais foi o corretor de seguros, profissional preparado para conversar com o cliente sobre qualquer risco.

Algumas inovações nos foram colocadas no último ano sem a importante participação daqueles profissionais que atuam na ponta com o cliente contribuindo diretamente para o crescimento do setor. O open insurance é um grande exemplo, foi aplicado como cópia do modelo do open banking sem adaptação ao nosso setor ou à realidade do Brasil.

O modelo é cópia, mas os setores são bastante distintos. Enquanto no bancário trata-se de uma relação direta entre banco e correntista, em seguros há a figura técnica do corretor entre a seguradora e o segurado, atuando como consultor pela necessidade de conhecimento para análise de riscos e coberturas de acordo com cada caso.

Pela definição, “o open insurance aplica as práticas de inovação aberta, por meio do fornecimento de serviços e dados a parceiros, comunidades e startups, a fim de criar novos serviços, aplicativos e modelos de negócios inovadores”. No entanto, com o corretor de seguros, nosso mercado já é “open”. Sendo um profissional de confiança do segurado, o corretor já faz o trabalho de levantar e cruzar suas informações para encontrar as melhores condições, taxas, franquias etc. Como transferir esta confiança para uma simples transação de cotação, sem qualquer análise ou esclarecimento ao segurado? Isso não pode ser perdido ou simplesmente estigmatizado como algo mecânico, em que se envia as condições e recebe de volta uma proposta. Não somos contra a evolução, mas em um setor sensível e fundamental para a sociedade na preservação de empregos, continuidade da vida, não se pode desumanizar o atendimento.

As próprias Sociedades Iniciadoras de Serviço de Seguro (SISS), criadas no âmbito do Sistema de Seguros Aberto / Open Insurance, foram colocadas no mercado ainda sem a definição sobre a participação dos corretores de seguros. As Sociedades Iniciadoras, como participantes de forma obrigatória no Open Insurance, devem ser credenciadas pela Susep e constituídas sob a forma de sociedade anônima. Com isso cria-se um novo ente e alguém terá que pagar esta conta, porque precisará de profissionais altamente gabaritados para fazer esse trabalho que já vem sendo realizado pelo corretor de seguros. Ou seja, mais uma vez digo que o open insurance já existe, que é o trabalho feito pelo profissional corretor de seguros, com todo o seu conhecimento técnico e do cliente.

Outra novidade, que entra em vigor em março, é a Circular 621, que acaba com os seguros padronizados e o processo de aprovação da autarquia para cada produto criado, dando liberdade às seguradoras para oferecer seguros personalizados de acordo com as necessidades dos clientes. A Circular 621 pode ser benéfica ao proporcionar modernização e simplificação na contratação de seguros, mas traz desafios na medida em que os consumidores vão precisar de uma venda ainda mais consultiva por parte dos corretores, pela gama de possibilidades de combos e coberturas que podem ser agregados em uma única apólice.

O compartilhamento dos dados tende a ampliar a concorrência tanto para corretores quanto para seguradoras, com a entrada de novos players interessados na versatilidade dos produtos. Os corretores de seguros precisam ser mais proativos em sua profissão, para manter e ampliar o protagonismo no setor. Precisam encarar os problemas, olhar de perto o que está acontecendo em seu espaço.

Nessa oportunidade de uma interlocução mais próxima com a Susep, é fundamental que os corretores estejam mais atuantes em sua entidade representativa – o Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo (Sincor-SP), no caso de São Paulo – para nos fortalecermos e defendermos a verdade posição dos profissionais responsáveis pela distribuição de seguros no Brasil. Como exemplo, o Sincor-SP realiza no fim de janeiro um debate com o superintendente da Susep, quando iremos discutir todos estes pontos. Com união e o olhar atento de nossa categoria, os novos tempos serão de boas oportunidades.

Porto Seguro abre diversas oportunidades de emprego 1264

Porto Seguro apresenta lucro líquido de R$ 1,7 bilhão em 2020 / Divulgação

Saiba como participar do processo seletivo

A Porto Seguro abriu diversas oportunidades para os mais variados setores na companhia. Fundada em 1945, a companhia tem sede em São Paulo e é considerada uma das mais antigas do segmento. A empresa atua com seguros para automóveis, empresariais, saúde e em serviços financeiros.

Confira abaixo a lista de vagas

  • Consultor de Negócios;
  • Analista de Produto e Mercado Pleno – exclusivo para PCD’s;
  • Consultor de Negócios;
  • Analista de Planejamento Comercial Sênior;
  • Analista de Operações;
  • Educador Social;
  • Coordenador de Experiência do Cliente;
  • Analista de Riscos Sênior;
  • Operador de Atendimento Receptivo;
  • Analista de Sistemas Sênior;
  • Consultor de Negócios – Ramos Elementares;
  • Consultor de Negócios Vida e Previdência;
  • Analista de Produto e Mercado Sênior;
  • Analista de Marketing Pleno;
  • Coordenador de Estratégia de Cobrança;
  • Consultor de Vendas.

As vagas exigem experiência na função e ensino médio. Algumas das oportunidades exigem o ensino superior.

A seguradora oferece remuneração compatível com as práticas de mercado, além de benefícios como Vale Refeição, Vale Transporte, plano médico, Seguro de Vida, Plano Odontológico, Convênio Farmácia, Bolsa de Estudos, Gympass, desconto em produtos, Previdência Privada e Participação nos Lucros.

Gostou? Inscreva-se neste endereço.

*Com informações de Notícias Concursos.